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Carmo Wood lança parques infantis para casas particulares

A empresa reforçou a sua gama de equipamentos lúdicos com duas propostas pensadas para servir o mercado particular mas que replicam as características da gama de mobiliário

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A Carmo Wood, empresa portuguesa líder em Portugal em parques infantis em madeira, acaba de reforçar a gama de equipamentos lúdicos com duas propostas pensadas para servir o mercado particular. Os novos modelos Medieval Park – Serpa e Évora – combinam design inovador, funcionalidade e dimensão reduzida, assumindo-se como equipamentos de eleição para casas com jardim, quintas, alojamentos locais ou casas de férias.

A experiência de mais de 40 anos da Carmo Wood na produção de parques infantis manifesta-se na segurança e durabilidade destes novos equipamentos, assim como na multiplicidade de actividades disponibilizadas para horas de diversão garantida, sempre em segurança e com garantia Carmo Wood.

As suas características únicas, como sejam a forte componente de madeiras, elevado enquadramento paisagístico e sobretudo com várias soluções de diversão para as crianças, ditaram o sucesso desta linha de produtos junto de municípios e juntas de freguesia de norte a sul do país e ilhas. Agora, os parques infantis Carmo Wood da gama Medieval chegam às casas particulares, com dois novos modelos e dimensões reduzidas.

Recorde-se que a Carmo Wood foi pioneira no design e produção de parques infantis e também na certificação dos mesmos. Os primeiros parques, totalmente em madeira, remontam à década de 80, tendo evoluído para sistemas policromáticos, com uma ampla oferta de materiais, capazes de assegurar a melhor relação estética-segurança e, ao mesmo tempo, o desenvolvimento e diversão dos seus utilizadores.

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Reutilização e reciclagem de plásticos coloca Sonae no rating de liderança

O CDP distinguiu o compromisso ambiental do grupo português com atribuição de rating de liderança. 52% das embalagens em Portugal são hoje recicláveis

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A Sonae foi novamente reconhecida como uma empresa líder no combate às alterações climáticas pelo CDP, organização não governamental de referência pela classificação da performance ambiental de empresas e cidades. O mais recente relatório do CDP, conhecido no final do ano de 2021, voltou a reconhecer o Grupo Sonae pelas suas acções concretas para reduzir emissões de gases de efeito de estufa, mitigar riscos climáticos e desenvolver a economia de baixo carbono, tendo alcançado o rating de liderança A-.

O CDP, organização sem fins lucrativos criada há mais de 20 anos sob o mote “Carbon Disclosure Project”, é a fonte de informação ambiental corporativa de referência para centenas de investidores e decisores dos mercados bolsistas em todo o mundo. Em 2021, o estudo avaliou mais de 13 mil empresas de todo o mundo.

No último ano, os negócios de retalho da Sonae, onde se inclui Sonae MC, Worten e Sonae Fashion, conseguiram que cerca de 58% das suas embalagens fossem recicláveis. De acordo com os dados do 1º Relatório de Progresso do Pacto Português para os Plásticos, da rede internacional Global Plastics Pacts Network da Fundação Ellen MacArthur, 52% das embalagens em Portugal são hoje recicláveis, apresentando as insígnias da Sonae um desempenho ambiental superior.

“Na Sonae empenhamo-nos proactivamente na protecção do nosso planeta. Conscientes da urgência do combate às alterações climáticas a que todos temos vindo a assistir ao longo dos últimos anos, trabalhamos diariamente para desenvolver soluções que nos permitam atingir a neutralidade carbónica até 2040, em todas as nossas operações. Paralelamente, investimos na identificação de soluções sustentáveis para o plástico de utilização única com origem na nossa actividade para que, até 2025, todas as embalagens de plástico dos nossos produtos de marca própria sejam reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis”, afirma João Günther Amaral, Chief Development Officer da Sonae.

Além de promover a utilização de embalagens reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis, a as empresas de retalho da Sonae têm também procurado reduzir a utilização de plástico e potenciar a utilização da sua versão reciclada nas embalagens dos produtos que comercializam. Também nesta meta, a Sonae destaca-se das restantes empresas que integram o Pacto Português para os Plásticos com quase o dobro da média na incorporação de plástico reciclado em novas embalagens: 19,5% nos negócios de retalho da Sonae, sendo o valor médio em Portugal de 11%.

De destacar que a Sonae MC foi recentemente considerada como o 3º retalhista do mundo com maior percentagem de embalagens efectivamente reutilizadas, recicláveis ou compostáveis, segundo o reporte do Global Commitment da Ellen MacArthur Foundation.


Sobre o Pacto Português para os Plásticos

Iniciativa portuguesa que se inspira na visão de economia circular da Ellen MacArthur Fundation, pertencente à rede internacional da New Plastics Economy (Fundação Ellen MacArthur), que coloca Portugal no grupo de países que pretendem liderar esta transição. É uma plataforma de colaboração inédita, que reúne os diferentes agentes da cadeia de valor nacional do plástico: Governo, produtores, retalhistas, entidades de reciclagem, universidades, ONGs, associações, entre outros. A Sonae aderiu ao em 2020, abrangendo a Sonae MC, Worten e Sonae Fashion. Os membros do Pacto Português para os Plásticos estabeleceram metas ambiciosas para 2025 e em 2021 foi conhecido o 1º Relatório de Progresso do Pacto Português para os Plásticos.

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Prémio Cinco Estrelas 2022 distingue empresas do turismo e imobiliário

No total foram distinguidas 132 marcas, 15 personalidades e 14 órgãos de comunicação social

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Os vencedores do Prémio Cinco Estrelas 2022 acabam de ser divulgados. O elevado nível de exigência e rigor da metodologia Cinco Estrelas destacou assim 132 marcas, mais sete do que no ano passado, a que acrescem as 15 personalidades e 14 órgãos de comunicação social. O Prémio Cinco Estrelas mostra o reconhecimento dos portugueses, que avaliam a qualidade, trabalho e excelência dos vencedores, sejam eles marcas, produtos, serviços, personalidades ou órgãos de comunicação social que consideram extraordinários, realmente Cinco Estrelas.

Nesta 8ª edição, foram cerca de 320.000 consumidores que durante nove meses, avaliaram e testaram 1035 marcas. Identificaram e avaliaram diversas personalidades de diferentes áreas da nossa sociedade e os principais órgãos de comunicação social. O resultado foram 132 marcas, 15 personalidades e 14 órgãos de comunicação social, merecedores do Prémio Cinco Estrelas 2022.

As áreas das marcas vencedoras vão desde a Alimentação e Bebidas, Compras, Higiene Pessoal, Beleza, Saúde e Bem-estar à Banca, Automóvel, Empresas e Negócios, Energia, Tecnologia, Planos e Seguros. Entre os vários vencedores são vários os que se destacam nas áreas do Turismo e do Imobiliário ou, ainda das plataformas online, nomeadamente a IBS Portugal (gestor de férias), MSC Cruzeiros (cruzeiros), Pinto Lopes Viagens agências de viagens), ERA Imobiliária e a rede de franchising Zome Real Estate, ou as plataformas Fixando, Imovirtual, OLX e PiscaPisca.pt.

“É com grande sentimento de realização que anunciamos, mais um ano, os vencedores do Prémio Cinco Estrelas, agora para 2022. É gratificante ver que os consumidores continuam a dar valor à qualidade e a confiarem as suas escolhas no selo de garantia Cinco Estrelas. Com a actual conjuntura de incerteza os consumidores estão cada vez mais exigentes nas suas escolhas e a avaliação das marcas é importante para que se sintam seguros quanto às suas decisões de consumo, conferindo-lhes confiança no benefício e na satisfação que com elas obtêm” referem Débora Silva e Ana Lourenço, fundadoras do Prémio Cinco Estrelas. Por outro lado, reforçam: “também os órgãos de comunicação social e as figuras públicas desempenham um papel importante na sociedade, como exemplo a seguir e como fontes de informação credíveis e necessárias.”

O Prémio Cinco Estrelas é um sistema de avaliação que mede o grau de satisfação que os produtos, os serviços e as marcas conferem aos seus utilizadores, tendo como critérios de avaliação variáveis como a Satisfação pela Experimentação, Relação Preço-Qualidade, Intenção de Compra ou de Recomendação, Confiança na Marca e Inovação, que influenciam a decisão de compra dos consumidores. Quanto às Personalidades e Órgãos de Comunicação Social, estas são analisadas segundo as variáveis Notoriedade, Satisfação pela actividade que desempenham, Credibilidade e Inovação, além de uma característica adicional considerada como mais relevante em cada categoria.

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7 mil milhões para o “futuro” da construção

“A construção circular é de facto o tema mais difícil que se coloca ao sector AEC”, afirma Rita Moura, presidente da PTPC/Cluster AEC, que refere ainda uma lacuna no sector ao nível da digitalização, quando comparado com outras indústrias

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Foi com “optimismo e confiança” na Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção (PTPC) como “instrumento absolutamente crucial” no processo de transformação digital e de sustentabilidade à volta de mudanças de natureza estrutural na indústria da construção, que João Neves, secretário de Estado Adjunto e da Economia, deu o mote para o 10º Fórum do Cluster Arquitectura Engenharia Construção (AEC), que se realizou a 15 de Dezembro, num formato totalmente digital. “Estamos num período de grandes oportunidades”, referiu João Neves salientando que foi um período em que “o sector olhou com confiança para o futuro, confiança em novas soluções, mais sustentáveis, mais capazes de responder aos anseios da sociedade”.

Para debater estes desafios esteve presente na mesa-redonda, Fernando Alfaiate, presidente da Estrutura Missão Recuperar Portugal. 7 mil milhões de euros estão já disponibilizados no âmbito do PRR para componentes que envolvem a indústria da construção, com o foco na habitação, nas intervenções de reabilitação, no sector da saúde e na melhoria de eficiência energética ao nível particular, da administração pública, dos serviços e das empresas. Mas “a capacidade de resposta tem de ser grande”, avisa Fernando Alfaiate.

Também, Isabel Pinto-Seppä, co-chair da Built4People Partnership do Horizon Europe, lançou o repto para o debate, apresentando a perspectiva europeia para o sector AEC em torno da transição verde e digital. A também directora de Assuntos Europeus do VTT (Technical Research Centre of Finland) referiu, ainda, que a indústria da construção está no centro das atenções do Green Deal, e considera que se deve “aproveitar o momento, não só em financiamento, mas para capitalizar a união do sector” a nível Europeu e no qual a PTPC é também um instrumento para a essa ligação com a Europa.

“A construção circular é de facto o tema mais difícil que se coloca ao sector AEC”, afirma Rita Moura, presidente da PTPC/Cluster AEC, que refere ainda uma lacuna no sector ao nível da digitalização, quando comparado com outras indústrias. “A PTPC, o Cluster AEC e o Built CoLab têm o grande papel de demonstrar e promover a transformação digital de forma organizada e integradora”.
A grande responsabilidade do sector AEC é a “procura de soluções que conduzam a uma maior eficiência material e energética para regeneração do ambiente construído”, acrescentou.

O Cluster AEC tem uma cadeia de valor alargada que vale 12% do PIB e emprega 10% da população activa, mas o sector em Portugal consome aproximadamente 70% dos recursos naturais e produz cerca de 30% dos resíduos gerados, sendo responsável por cerca de 40% das emissões de gases com efeitos de estufa.

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Confiança das empresas e dos consumidores abalada pela Ómicron

A confiança dos consumidores e o indicador de clima económico estabilizaram em Dezembro. Apenas na Construção e Obras Públicas e na Indústria Transformadora os níveis de confiança aumentaram, revela o INE

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Os inquéritos de conjuntura às empresas e aos consumidores realizados pelo Instituto Nacional de Estatística revelam estabilidade. A confiança dos Consumidores estabilizou em Dezembro, após ter diminuído nos dois meses anteriores, e o indicador de clima económico também estabilizou em Dezembro, depois de ter apresentado um comportamento irregular desde Julho. Apenas na Construção e Obras Públicas e na Indústria Transformadora os níveis de confiança aumentaram, tendo diminuído ligeiramente no Comércio e nos Serviços.

O saldo das opiniões dos Consumidores relativas à evolução passada dos preços aumentou nos últimos três meses, de forma ténue em Dezembro, atingindo o valor máximo desde Abril de 2012.

As expectativas dos empresários da Construção e Obras Públicas sobre a evolução futura dos preços de venda voltaram a registar o valor máximo da série, reforçando o acentuado movimento ascendente observado desde Maio. O indicador de confiança da Construção e Obras Públicas aumentou de forma significativa em Dezembro, após uma diminuição expressiva em Novembro. Uma evolução que reflecte o contributo positivo quer da carteira de encomendas quer das perspectivas de emprego. Este sentimento é válido para todas as actividades, com a confiança a aumentar na Promoção Imobiliária e Construção de Edifícios, na Engenharia Civil e nas Actividades Especializadas de Construção. Também o saldo das perspectivas dos preços praticados pela empresa nos próximos três meses voltou a registar o valor máximo da série, reforçando o acentuado movimento ascendente observado desde Maio.

Na Indústria Transformadora, as perspectivas sobre os preços de venda situam-se no valor máximo desde Outubro de 1990. Em Dezembro, a evolução do indicador deveu-se ao contributo positivo das opiniões sobre a evolução da procura global e das expectativas de produção, tendo as apreciações relativas aos stocks de produtos acabados contribuído negativamente.

O indicador de confiança aumentou em todos os agrupamentos, e em especial nos Bens de Consumo. Tendo o saldo das apreciações sobre a procura global aumentado expressivamente no último mês de Dezembro. “As opiniões relativas à procura interna, considerando as empresas com produção orientada para o mercado interno, recuperaram em Dezembro, apresentando um nível próximo do verificado em Fevereiro de 2020. Da mesma forma, as apreciações relativas à procura externa, considerando as empresas com produção orientada para o mercado externo, também revelaram uma recuperação em Dezembro, atingindo o valor máximo desde Junho de 2019”, revela o INE.

Por sua vez, o saldo das perspectivas de evolução futura dos preços de venda no Comércio diminuiu em Dezembro, após ter atingindo em Novembro o valor máximo da série iniciada em 2003. O saldo das expectativas de evolução dos preços de prestação de Serviços também diminuiu em Dezembro, após os aumentos observados nos quatro meses precedentes, que culminaram num nível próximo do máximo da série registado em Novembro de 2005.

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Assinados contratos de financiamento do Fundo de Capitalização e Resiliência

Sprint no final do ano assegura contrato de financiamento, entre Banco Português de Fomento, IAPMEI e Estrutura de Missão Recuperar Portugal. 1,3 MM de euros, para já, serão geridos pelo Banco Português de Fomento

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No último dia do ano foi celebrado o contrato de empréstimo, entre Direcção-Geral de Tesouro e Finanças e Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI), e o contrato de financiamento, entre Banco Português de Fomento, IAPMEI e Estrutura de Missão Recuperar Portugal, que permitem a dotação progressiva do Fundo de Capitalização e Resiliência (FdCR) até um total de 1 300 milhões de euros, com recursos financeiros provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) nacional. A assinatura do contrato define o Banco Português de Fomento como entidade gestora, responsável pela implementação desta vertente do PRR.

O “Fundo de Capitalização e Resiliência (FdCR), com uma dotação pública inédita associada a estas prioridades de, pelo menos, 1,3 mil milhões de euros, será absolutamente estruturante, no amplo domínio de política pública que engloba o acesso a financiamento em condições competitivas no panorama europeu, a capitalização empresarial e a dinamização de mercado de capitais, e tem como objectivo primordial o aumento da resiliência financeira do tecido económico nacional”, refere nota do Governo.

Estão, assim, criadas as condições para em 2022 serem lançados os primeiros avisos de candidatura para as empresas. Desenvolvendo vários objectivos desta política pública, o FdCR é multiforme, promovendo Programas de Investimento distintos, com flexibilidade de actuação – investimento público, coinvestimento público e privado, fundo de fundos e concessão de garantias públicas a investimento privado – implementados através de instrumentos financeiros de capital e quase-capital.

Os programas de investimento do FdCR serão amplamente divulgados e detalhados, em documento próprio afecto a cada programa, designadamente no que se refere aos critérios de elegibilidade, que devem enquadrar, nomeadamente, viabilidade financeira, rentabilidade operacional, adequação do modelo de negócio e, sempre que adequado, posicionamento estratégico em relação ao interesse nacional e/ou europeu.

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Efacec seleccionada na primeira ronda do projecto europeu PITCCH

O desafio proposto pela Efacec – Smart Digital Transformer Management Solution – foi um dos sete seleccionados pelo consórcio formado por vários centros tecnológicos europeus que integram o Pan-european Open Innovation Network for Corporate Challenges in advanced technologies

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O desafio proposto pela Efacec – Smart Digital Transformer Management Solution – foi um dos sete seleccionados pelo consórcio formado pelos Centros Tecnológicos INL – International Iberian Nanotechnology Laboratory, TNO – Innovation for Life, Steinbeis 2i GmbH e RINA e pela agência Vitamina, no âmbito da primeira ronda de desafios do Projecto Europeu PITCCH (Pan-european Open Innovation Network for Corporate Challenges in advanced technologies), financiado pelo Horizonte 2020, o qual visa a promoção da colaboração efectiva entre grandes empresas (technology seekers) e PME e start-ups (technology providers) para o desenvolvimento de soluções inovadoras e tecnologicamente diferenciadas. O PITCCH pode ser visto como uma plataforma internacional colaborativa que visa impulsionar a inovação aberta.

“É com muito orgulho que chegámos até aqui, competindo com empresas referência na área da inovação tecnológica. Esta conquista atesta o compromisso da Efacec com uma inovação cada vez mais agregadora. E o “Smart Digital Transformer Management Solution” é um deles”, sublinhou Ricardo Ribeiro, director de I&D e da Gestão Digital de Activos da Efacec e responsável pelo projecto.

A Efacec foi a única empresa portuguesa entre as sete seleccionadas. O “Smart Digital Transformer Management Solution” é uma solução disruptiva de gestão digital de activos para transformadores e envolveu, num trabalho colaborativo de co-criação, três áreas de negócio: Service, Automação e Transformadores, e a Start-up IZUM.
O projecto encontra-se agora em fase final de desenvolvimento, com um protótipo “alfa” em fase de ensaio. A par, está também em fase de desenvolvimento o protótipo “beta”, que visa a pré-industrialização da solução e que será, entretanto, ensaiado em laboratório para posteriormente ser instalado num ambiente industrial. O objectivo passa por lançar a primeira versão do produto industrializado já em 2022.

Esta participação surge no âmbito da aposta da empresa portuguesa na inovação aberta e na promoção do trabalho colaborativo, tendo por base o lançamento da plataforma hop.in – Home of Open Innovation, em Abril do ano passado. A plataforma de inovação aberta cativou o interesse e o envolvimento de diversos empreendedores, start-ups, investigadores, PME, clientes, colaboradores, parceiros, que participaram na co-criação de soluções nas áreas de energia, mobilidade e meio ambiente.

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SunEnergy instala hub de carregamento de veículos eléctricos para a Mobi.e

Nova área de negócio avança com a instalação e operação de sete postos de carregamento de veículos eléctricos para a Mobi.e. Os postos estarão localizados em Leiria, Guimarães, Matosinhos, Viseu, Coimbra, Loures e Loulé

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2022 começa da melhor forma para a empresa especialista em soluções de produção de energia eléctrica a partir do sol, a SunEnergy inicia em 2022 uma nova área de negócio com a instalação do seu primeiro HUB de carregamento de veículos eléctricos em Leiria. Seguem-se seis outros, que ficarão prontos nas próximas semanas, em Guimarães, Matosinhos, Viseu, Coimbra, Loures e Loulé.

“Este é o primeiro grande passo da Sunenergy na área da mobilidade eléctrica, uma nova área de negócio da empresa, que se junta aos painéis solares, a sua principal actividade, e que faz todo o sentido, atendendo ao seu posicionamento enquanto empresa”, afirma Raul Santos, director geral e fundador da SunEnergy.

A Sunenergy ganhou sete dos nove concursos lançados pela Mobi.e para construção e instalação das infraestruturas destes hub. A empreitada incluiu toda a obra civil, a colocação de rede de cabos, a instalação de um monobloco de betão com um posto de transformação de 630 kVA, a instalação de 9 PCVE em cada HUB, a sua colocação em funcionamento e também o seu licenciamento junto da DGEG.

Cada hub é constituído por um 1 PCVE de 150 kW (Posto de Carregamento Ultra-rápido): carrega 80% de uma bateria em cerca de 30 minutos; 3 PCVE de 50 kW (Posto de Carregamento Rápido): carregam 80% de uma bateria em cerca de 1.5 horas e 5 PCVE de 22 kW (Posto de Carregamento Normal): carregam 80% de uma bateria em cerca de 3.5 horas.

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Schneider Electric e Universidade de Birmingham Dubai constroem Data Center “verde”

O Data Center foi desenhado para ser o mais eficiente possível em termos de energia, e inclui recursos como a gestão remota e o benchmarking de desempenho em comparação a milhares de outros em todo o mundo

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A Schneider Electric anunciou a construção de um Data Center no novo campus da Universidade de Birmingham Dubai, no qual os estudantes e o corpo docente vão beneficiar de um dos mais avançados Data Centers dos Emirados Árabes Unidos – uma instalação de alto desempenho e alta eficiência energética que irá reflectir as ambições de sustentabilidade da Universidade.

O Data Center, que proporcionará poupanças de energia de até 15% enquanto opera com o máximo desempenho, está a ser construído com base em tecnologias da Schneider Electric, sendo implementado pela empresa integradora de sistemas CDW. Foi desenhado para ser o mais eficiente possível em termos de energia, e inclui recursos como a gestão remota e o benchmarking de desempenho em comparação a milhares de outros Data Centers em todo o mundo. Conectado ao campus da Universidade de Birmingham no Reino Unido, o Data Center permitirá trocas rápidas de dados entre os dois locais.

As novas instalações da Universidade de Birmingham Dubai foram projectadas como um “Smart Campus”, com tecnologias que permitem o ensino e aprendizagem inovadores e multidisciplinares. Os estudantes e o corpo académico vão dispor de WiFi6, a próxima geração da conectividade sem fios, que apoiará a aprendizagem em todo o campus e entre os EAU e o Reino Unido.

A tecnologia facultada pela Schneider Electric abrange hardware e software e inclui unidades de distribuição de energia Easy Metered Rack (Rack PDU) para uma monitorização remota e em tempo real da utilização de energia, e para a gestão de energia em cargas conectadas. Os dispositivos de fonte de alimentação ininterrupta garantem o abastecimento de energia de reserva em caso de falhas de electricidade repentinas, e os encaixes Easy Rack simplificam o design e a manutenção do Data Center.

Para além disso, o software EcoStruxure IT da Schneider Electric oferece um conjunto de recursos para melhorar as operações do Data Center – cuja equipa será capaz de monitorizar, gerir e otimizar a utilização de energia em servidores, equipamentos de refrigeração e equipamentos elétricos, tanto no local como remotamente. A cibersegurança integrada reduzirá o risco de ocorrência de falhas de segurança, fazendo avaliações da vulnerabilidade de todos os dispositivos no Data Center.

Graças à análitica baseada na Cloud do EcoStruxure IT, os dados da infraestrutura do Data Center poderão ser comparados, de forma anónima, com os de milhares de outros Data Centers, ajudando as equipas operacionais a compreender melhor o que podem fazer para melhorar o desempenho, a eficiência e a saúde dos equipamentos.

“O nosso novo edifício foi projectado como um ‘Smart Campus’ – incorporando tecnologia flexível e de ponta que possibilita um ensino e aprendizagem inovadores e multidisciplinares O nosso objectivo é oferecer um ambiente educativo poderoso e flexível no Dubai, que os alunos e colaboradores da Universidade possam apreciar,” comentou David Sadler, Professor e Reitor da Universidade de Birmingham Dubai. “

“Ao oferecermos uma experiência educativa sem igual no Dubai, queríamos criar um Data Center preparado para o futuro – apoiando, assim, o nosso objectivo de construir um campus com tecnologia inteligente e eficiência energética. O desempenho, a eficiência e a sustentabilidade deste Data Center vão criar a plataforma sobre a qual construiremos os nossos sistemas de TI. Graças à colaboração com a CDW e a Schneider Electric, a nossa equipa, alunos e corpo docente podem tirar partido de uma excelente plataforma de tecnologia que melhorará a sua experiência no campus.”

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LG apresenta nova solução de purificação do ar no CES 2022

Com sua própria tecnologia Air Valley, a LG PuriCare AeroTower oferece ar fresco personalizado em qualquer lugar da casa. O novo modelo vai ser apresentado no CES 2022, que tem início a 5 de Janeiro, em formato digital

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A completa solução de tratamento do ar doméstico da LG Electronics projectada para oferecer os benefícios de um purificador do ar, de um ventilador e de um aquecedor, tudo num formato elegante, fará a sua estreia mundial no CES 2022. Para experimentar o novo PuriCare AeroTower da LG, basta visitar o stand virtual da LG no CES 2022 a partir de 5 de Janeiro.

Desenvolvida, na sua totalidade, para “atender às necessidades do estilo de vida mais focado no lar dos dias de hoje, o novo PuriCare AeroTower Air Purifying Fan oferece um conforto personalizado que faz com que qualquer actividade indoor seja mais agradável e confortável”, indica a marca.

A LG PuriCare AeroTower “é ideal para todo o ano, fornecendo ar puro e limpo ao redor de 360 graus nos seus três modos de fluxo de ar: Heating Mode, Fan Mode e Diffusion Mode”. O Heating Mode gera um fluxo de ar quente num dia frio até 30 graus no máximo, sendo capaz de aumentar a temperatura do ar ambiente em cinco graus em menos de 10 minutos. O Fan mode produz uma brisa refrescante e oferece um nível de conforto personalizado com 10 níveis de intensidade. Por fim, o Diffusion Mode garante um ar interior de óptima qualidade em qualquer estação, fornecendo um ar limpo e filtrado tanto para cima como para fora através do difusor Air Guard para uma circulação de ar mais ampla e potente.

Integrando a exclusiva tecnologia Air Valley da LG, o purificador de ar cria um fluxo de ar ao longo de uma determinada superfície. Habitualmente conhecido como o efeito Coandă, o resultado é uma brisa consistente e agradável que pode ser sentida em toda a divisão. As palhetas cónicas e verticais do PuriCare AeroTower são silenciosas, emitindo apenas 23dB de ruído da ventilação e o elegante design cilíndrico oferece uma estética moderna que combina bem com qualquer tipo de decoração. O mais recente modelo PuriCare da LG encontrar-se-á disponível em duas cores subtis e sofisticadas – Beige e Silver.

A LG PuriCare AeroTower surge com certificações de agências internacionais de teste, como a IBR Laboratories, pela melhoria efectiva da qualidade do ar interior. Os filtros de múltiplas etapas True HEPA captam 99,97% de diferentes tipos de partículas tão pequenas quanto 0,3 mícrons de tamanho. Um dos benefícios adicionais surge na forma da tecnologia LG UVnano, que utiliza luz ultravioleta-C para reduzir a presença de bactérias que frequentemente se acumulam no ventilador.

Os clientes podem verificar uma variedade de dados sobre a qualidade do ar no display LCD de alto brilho do purificador ou através da app gratuita LG ThinQ. A app, disponível para Android e iOS, também permite que o dispositivo seja monitorizado em tempo real, ajustando as suas configurações mesmo quando se está fora de casa.

“O nosso novo PuriCare AeroTower Air Purifying Fan foi projectado com a tendência actual de estilo de vida doméstico em mente”, afirma Lyu Jae-cheol, presidente da Home Appliance & Air Solution Company da LG. “Seja no arrefecimento, aquecimento ou purificação, este dispositivo faz tudo mantendo sempre um aspecto impecável.”

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Presidente da OLI preside ao Conselho Geral da Universidade de Aveiro

Tomada de posse de António Oliveira aconteceu dia 21 de Dezembro. Mandato, de quatro anos, tem como competências eleger o Reitor, aprovar os planos estratégicos de médio prazo, o plano de acção, bem como as linhas gerais de orientação da Universidade

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António Oliveira, presidente da OLI, é o novo presidente do Conselho Geral da Universidade de Aveiro. A tomada de posse para um mandato de quatro anos aconteceu no dia 21 de Dezembro.

António Oliveira sucede a Eduardo Marçal Grilo e a Alexandre Soares dos Santos à frente do Conselho Geral, que tem como competências eleger o Reitor, aprovar os planos estratégicos de médio prazo e o plano de acção para o quadriénio do mandato, bem como as linhas gerais de orientação da Universidade no plano científico, pedagógico, financeiro e patrimonial.

“Só com inovação conseguimos diferenciar e criar valor. Todos os desafios são possíveis de serem ganhos, desde que consigamos criar, encontrar soluções para os problemas e inovar. Todos os dias há novos desafios e oportunidades para surpreender e crescer. Inovar precisa sempre de determinação, rigor e perseverança”, afirmou António Oliveira, acerca deste novo desafio.

António Oliveira criou a OLI em 1980, hoje presente em 80 países dos cinco continentes, a OLI. Em Abril deste ano, o seu percurso profissional foi reconhecido com a atribuição do prémio internacional “EY Entrepreneur of the Year – Prémio Inovação”, tendo o júri reconhecido a sua capacidade, ao longo dos últimos 40 anos, de transformar ideias em negócios que promoveram a inovação, criaram emprego e geraram impacto social.

A fábrica trabalha ininterruptamente 24 horas por dia, sete dias por semana, e tem uma produção anual de 2 milhões de autoclismos e 2,8 milhões mecanismos. É a única empresa portuguesa a produzir autoclismos interiores. A OLI é uma das empresas portuguesas que mais patenteia na Europa, sendo a mais inovadora no sector da construção, de acordo com os últimos relatórios do Instituto Europeu de Patentes. Actualmente dispõe de 38 patentes ativas. O primeiro projecto de inovação e de poupança de água da OLI nasceu há 24 anos. Tratou-se da dupla-descarga, uma solução hoje presente em todo o mundo, responsável por uma poupança hídrica na ordem dos 50%. À inovação da dupla-descarga, juntam-se diariamente outras soluções simples, amigas do ambiente e com benefícios económicos.

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