Edição digital
Assine já
Imobiliário

EDP Comercial e Solyd Property Developers aliam-se para “criar bairros sustentáveis”

O ALTEAR, na Alta de Lisboa, com 536 apartamentos e 26 espaços comerciais, já tem os primeiros edifícios preparados para a mobilidade eléctrica. Os projectos Villa Unika, no Monte Estoril, e o Miraflores Park, no concelho de Oeiras, serão os próximos a receber as soluções sustentáveis da EDP Comercial

CONSTRUIR
Imobiliário

EDP Comercial e Solyd Property Developers aliam-se para “criar bairros sustentáveis”

O ALTEAR, na Alta de Lisboa, com 536 apartamentos e 26 espaços comerciais, já tem os primeiros edifícios preparados para a mobilidade eléctrica. Os projectos Villa Unika, no Monte Estoril, e o Miraflores Park, no concelho de Oeiras, serão os próximos a receber as soluções sustentáveis da EDP Comercial

CONSTRUIR
Sobre o autor
CONSTRUIR
Artigos relacionados
IP com lucros de 14M€ em 2021
Empresas
Mercado de escritórios no Porto absorveu 5.818 m2 no 1º trimestre de 2022
Imobiliário
Hipoges com aumento de 150% no volume de vendas em Portugal no primeiro trimestre do ano
Imobiliário
Sistema 38 PLUS da Ecosteel distinguida com Red Dot 2022
Empresas
AICCOPN: Concursos de obras públicas caem 8% no primeiro trimestre
Construção
Braga recebe congresso sobre digitalização da indústria da construção
Arquitectura
Epiroc apresenta a nova fresadora V
Empresas
Instituto de Formação Vulcano estreia curso de instalação e manutenção de ar condicionado
Empresas
“Lisboa Circular” da Roca reflecte sobre Energia
Empresas
CLS iMation optimiza processos intralogísticos
Empresas

A EDP Comercial e a Solyd Property Developers estabeleceram uma parceria estratégica para incluir soluções avançadas de sustentabilidade e eficiência energética nos edifícios desenvolvidos pela promotora. Este acordo prevê que projectos residenciais actuais e futuros incorporem soluções de mobilidade eléctrica e de energia solar, potenciando a sustentabilidade da proposta de valor dos empreendimentos.

As empresas pretendem, desta forma, “responder à procura crescente por imóveis cada vez mais sustentáveis do ponto de vista energético e que incorporem electricidade renovável”.

Com este acordo, serão criados “Bairros Solares EDP” em alguns dos edifícios “com a instalação de painéis na cobertura dos empreendimentos, será produzida energia solar que será utilizada pelas famílias, negócios e zonas comuns dos edifícios”. Além de permitirem que cada vez mais pessoas utilizem energia solar, os Bairros Solares EDP garantem descontos na electricidade que podem chegar aos 40%.

Já no âmbito da mobilidade eléctrica, os empreendimentos da Solyd serão adaptados para receberem pontos de carregamento para veículos eléctricos nos mais de dois mil lugares de estacionamento privados em desenvolvimento. Todos os pontos de carregamento estarão integrados numa plataforma que permitirá a gestão inteligente da carga dos veículos (smart charging), permitindo carregar mais veículos em simultâneo com a mesma potência. Os futuros proprietários terão ainda condições especiais na contratação de serviços de mobilidade eléctrica da EDP.

Os edifícios Lago ALTEAR – Blocos A e B, em Lisboa, são os primeiros imóveis da SOLYD preparados com soluções de mobilidade eléctrica, para a totalidade dos 101 apartamentos. No total, o empreendimento ALTEAR, na Alta de Lisboa, tem 536 apartamentos e 26 espaços comerciais, e tanto a localização como a construção e desenvolvimento foram pensados segundo critérios de sustentabilidade.

Os projectos Villa Unika, no Monte Estoril, e o Miraflores Park, no concelho de Oeiras, serão os próximos a receber as soluções sustentáveis da EDP Comercial.

“A parceria insere-se na estratégia da Solyd em afirmar-se como líder sectorial na sustentabilidade, investimento responsável e no desenvolvimento de projectos inovadores no mercado de promoção imobiliária em Portugal, com base na estratégia ESG (Environmental, Social, and Governance) dos seus projectos, trabalhando em conjunto com parceiros de excelência para atingir objectivos ambiciosos de sustentabilidade”, reafirma a promotora.

A empresa está ciente do impacto da sua atividade no meio ambiente, assegurando que os seus projetos respondem aos desafios climáticos e minimizam o impacto ambiental nas diferentes localizações. Por outro lado, a Solyd está empenhada em promover acções de dinamização e integração dos seus projectos na comunidade em que se inserem.

Pioneira na criação dos projecto “Bairros Solares EDP,”, a EDP Comercial conta já com cerca de 200 projectos em avaliação ou desenvolvimento. Na mobilidade eléctrica, já tem mais de 1.100 pontos de carregamento contratados para a rede pública nacional e mais de 28 mil clientes a utilizarem os seus cartões de mobilidade. A empresa também já instalou carregadores nas casas e escritórios de centenas de clientes.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Artigos relacionados
IP com lucros de 14M€ em 2021
Empresas
Mercado de escritórios no Porto absorveu 5.818 m2 no 1º trimestre de 2022
Imobiliário
Hipoges com aumento de 150% no volume de vendas em Portugal no primeiro trimestre do ano
Imobiliário
Sistema 38 PLUS da Ecosteel distinguida com Red Dot 2022
Empresas
AICCOPN: Concursos de obras públicas caem 8% no primeiro trimestre
Construção
Braga recebe congresso sobre digitalização da indústria da construção
Arquitectura
Epiroc apresenta a nova fresadora V
Empresas
Instituto de Formação Vulcano estreia curso de instalação e manutenção de ar condicionado
Empresas
“Lisboa Circular” da Roca reflecte sobre Energia
Empresas
CLS iMation optimiza processos intralogísticos
Empresas
Imobiliário

Mercado de escritórios no Porto absorveu 5.818 m2 no 1º trimestre de 2022

Segundo a Predibisa, comparativamente ao período homólogo, verificou-se um crescimento de 98% no volume de área colocada, o que se traduz em mais 2.878 m² e um aumento de 25% no total de operações registadas

Apesar destes últimos dois anos extremamente desafiantes e um actual cenário de incerteza marcado pelo contexto de conflito internacional, o mercado de escritórios do Grande Porto, no primeiro trimestre registou uma maior dinâmica comparativamente ao período homólogo, registado um crescimento tanto ao nível de área colocada, operações registadas e área média contratualizada.

“O mercado de escritórios do Porto e Grande Porto iniciou o ano de 2022 com um total de 5.818 m² contratualizados, num total de 12 operações registadas no primeiro trimestre. Comparativamente ao período homólogo, verificamos um crescimento de 98% no volume de área colocada, o que se traduz em mais 2.878 m² e um aumento de 25% no total de operações registadas (mais quatro operações face ao mesmo período de 2021), explica João Leite de Castro, director do departamento “corporate” da Predibisa.

Ao longo dos primeiros três meses do ano, a Predibisa foi responsável por mais de metade das operações registadas (7 em 12), o correspondente a 58% do total de operações apuradas, onde três das doze transacções registadas são operações com áreas brutas locáveis superiores a 500 m², o correspondente a cerca de 55% da área colocada.

“O Porto mantém a elevada tendência de procura de área de escritórios, absorvendo cerca de 2/3 da área total colocada no trimestre, num total de 3.883 m².

O Central Business District da Boavista continua a ser a zona com maior dinâmica na região, sendo responsável pela maior absorção, com mais de 54% da área total colocada na cidade (2.107 m²) e por mais de metade das operações registadas (cinco em nove).

Segue-se a zona Oriental com 998 m² e duas operações registadas, a zona “Outros Porto” com 526 m² e também duas operações e, por fim, o CBD Baixa com 252 m² e apenas uma operação.

Fora da cidade do Porto é a zona da Maia aquela que capta maior volume de área com um total de 1.935 m², sendo também responsável pela maior transação operada no trimestre com 1.562 m²”, explica João Leite de Castro.

No que diz respeito à procura e número de operações, são as empresas de “TMT’s & Utilities” que representam a maior quota de mercado, com seis das doze operações (50%). O setor destas empresas foi também responsável pela maior taxa de ocupação (61%), seguindo-se os “Serviços a Empresas” com 24%, as “Farmacêuticas e Saúde” com 8% e as empresas ligadas aos “Outros Serviços” com 7%.

“Mais de metade da área absorvida (3.122 m²) e 1/3 das operações registadas prende-se com a necessidade de expansão de área, sendo este o principal factor de motivação para a procura de novos espaços de escritórios na região ao longo do primeiro trimestre. Segue-se o motivo de mudança de instalações com 29% e quatro operações registadas e, por último, o motivo da chegada de novas insígnias à região com 17% e também quatro operações”, conclui.

De salientar, ainda, o aumento na procura por parte de novas empresas que pretendem instalar-se no Porto, prevendo- se um crescimento nos níveis de ocupação ao longo dos próximos meses, uma vez que, os novos projectos cumprem com os requisitos actuais da procura, através de espaços com implantações superiores a mil metros quadrados, que denotam uma atenção especial à temática ambiental e à certificação energética.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Hipoges com aumento de 150% no volume de vendas em Portugal no primeiro trimestre do ano

Lisboa, Faro, Setúbal e Santarém são as regiões que mais volume de vendas concentraram em Portugal: num total de mais de 60%

O servicer de referência em Asset Management, Hipoges, com presença em Portugal, Grécia, Itália e Espanha, fechou o primeiro trimestre de 2022 com um aumento de 150% no volume de vendas face ao mesmo período homólogo. Este crescimento notável reflectiu-se também no número de operações encerradas com sucesso pela empresa, onde registou um aumento de 87%, comparativamente aos primeiros três meses do ano anterior.

Especificando por tipo, o sector terciário tem demonstrado um forte impulso de actividade com um aumento homólogo superior a 189% no volume de vendas e 106% das transacções fechadas, o que reflecte o compromisso da empresa com este segmento através do recente lançamento do Portal do Investidor para os mercados de Portugal e Espanha.

No que ao sector residencial diz respeito, a empresa registou também um aumento de 206% no número de operações fechadas com sucesso. Um crescimento que representou um volume de vendas 221% superior ao do mesmo trimestre de 2021 e colocou o sector residencial como o mercado que mais cresceu no primeiro trimestre de 2022.

Lisboa, Faro, Setúbal e Santarém são as regiões que mais volume de vendas concentraram em Portugal: num total de mais de 60%. A capital lisboeta representa 34% do total de vendas, Faro 12%, Santarém 12% e Setúbal 10%. Estes dados reflectem o crescimento exponencial que o servicer está a viver ano após ano.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Lisboa eleita a melhor cidade para trabalhar remotamente, à frente de Miami

Lisboa ocupa o primeiro lugar da tabela dos melhores locais para um nómada executivo viver. Esta é a conclusão do Savills Executive Nomad Index. Clima favorável e qualidade de vida são factores essenciais para a escolha da capital portuguesa

CONSTRUIR

À medida que a pandemia entra numa nova fase, com uma diminuição considerável das restrições que vigoraram nos últimos dois anos, o local de trabalho registou também uma mudança de paradigma: passou de um espaço de trabalho onde os colaboradores se sentam frente aos ecrãs para um novo modelo adaptável, que se centra na promoção da ligação humana, do bem-estar e da criatividade, gerando maior produtividade, novas oportunidades e novas experiências para os colaboradores.

No período pré-pandemia, Lisboa era já um destino de eleição para os nómadas digitais, atraídos pelo clima de sol e praia, associado a um custo de vida competitivo. Os novos dados do relatório da Savills demonstram igualmente que a capital portuguesa que apresenta níveis de poluição baixos, oferece também vantagens no que às acessibilidades e conexões de transportes diz respeito, com o Aeroporto de Lisboa muito próximo do coração da cidade.

“Os jovens profissionais alugam pequenos apartamentos no centro da cidade”, comenta Ricardo Garcia, residential director da Savills Portugal. “Por outro lado, as famílias procuram casas maiores em Lisboa ou Cascais, uma comunidade à beira-mar próxima das melhores escolas internacionais. Os empresários da área da tecnologia são também atraídos pelo estatuto florescente de Lisboa como um centro tecnológico. Os custos imobiliários são baixos e existe uma forte reserva de talentos locais, sendo que as empresas estão a mudar a sua sede para Portugal, estando a cidade a tornar-se cada vez mais internacional. Não vejo Lisboa ou Portugal a abrandar tão cedo”, sublinha o responsável.

Segundo o Savills Executive Nomad Index, existe outra região em Portugal que também dá cartas na realidade do trabalho remoto – o Algarve ocupa a 4ª posição, oferecendo muitos dos mesmos benefícios de Lisboa, nomeadamente o clima característico do sul de Portugal e as suas magníficas praias. O Index da Savills analisa e classifica 15 destinos para colaboradores que exercem funções de forma remota. Todos os que adoptam este modelo de trabalho usufruem de um programa de vistos de nómadas digitais ou, no caso dos EUA e países europeus, fazem já parte de um bloco económico que permite a livre circulação de pessoas para viver ou trabalhar.

“O nómada moderno executivo é proprietário de uma Villa no Algarve ou de um condomínio em Miami, assiste a chamadas Online a partir do seu home office e embarca num voo com destino a Londres, Nova Iorque, ou Genebra para participar na reunião trimestral de direcção”, refere Paul Tostevin, chefe da Savills World Research. “Desde que existam boas ligações em termos de viagens e que a Internet de alta velocidade seja fiável, os indivíduos e as famílias estão motivados para se relocalizarem e estão a priorizar a saúde, o bem-estar e o estilo de vida em geral”, acrescenta.

O panorama internacional

Em termos internacionais, Miami ocupa a 2ª posição deste ranking. O seu clima quente e as praias, atraem cada vez mais pessoas e fazem de Miami um apetecível destino de trabalho remoto nos EUA.
Já o Dubai, que regista o 3º lugar, está no topo do índice Savills no que respeita à conectividade aérea, alcançando mais de 100 países, com um total de mais de 240 destinos.

Mais uma vez um clima quente continua a ser um dos principais factores que levam à escolha de determinado local para viver. Prova disso é o 5º lugar ocupado por Barbados, destino que tem a Internet mais rápida das Caraíbas. Barcelona está em 6º lugar, beneficiando de uma forte conectividade global via aérea e ferroviária.

Este ranking termina com as Bahamas na 15ª posição com o clima, mais uma vez, a pesar bastante na escolha deste local.

“À medida que o local de trabalho evoluiu para um novo modelo mais flexível, os nómadas executivos estão a transformar o mercado de casas de férias ou segundas casas em mercados com uma duração anual. Alguns locais nas Caraíbas e no Mediterrâneo, assim como cidades como Lisboa, Miami e Dubai, oferecem uma óptima conectividade, climas favoráveis e uma elevada qualidade de vida”, conclui Tostevin.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

NewCold adquire antigas instalações da GCT e expande para Portugal

O activo tem com cerca de 42 800 m2 de construção é composto por duas naves logísticas, área de escritório, um restaurante e um terreno com mais 40 mil m2 para futuro desenvolvimento. A entrada em Portugal ocorre num momento da expansão da actividade da NewCold, não só na Europa, mas também nos Estados Unidos da América e Austrália

CONSTRUIR

As antigas instalações da GCT Logística, Grupo GCT, localizado em Palmela foi adquirido pelos holandeses da NewCold, empresa especializada na gestão de soluções de logística de frio.

O activo tem com cerca de 42 800 m2 de construção é composto por duas naves logísticas, área de escritório, um restaurante e um terreno com mais 40 mil m2 para futuro desenvolvimento. Sendo servido por excelentes acessibilidades, localizando-se muito próximo da autoestrada A2, encontrava-se no mercado há já alguns anos.

“Esta transacção reflecte o dinamismo do mercado logístico na Grande Lisboa e reforça a posição do grupo NewCold, empresa de referência no sector da logística de frio, em particular na margem sul, Palmela. Concluímos que as empresas continuam a optar por localizações com boas acessibilidades e exposição. A zona de Palmela, desde a criação da Autoeuropa tem tido uma forte aposta por parte de grandes investidores de outros sectores, que escolhem este ponto como um local estratégico para o seu investimento”, refere Sérgio Nunes, responsável do departamento de industrial, logística e terrenos da Cushman & Wakefield,

A especialista holandesa em logística de frio detém uma rede global de 11 plataformas, espalhados pelo globo, oferecendo perto de um milhão de posições de paletes. A entrada em Portugal ocorre num momento da expansão da actividade da NewCold, não só na Europa, mas também nos Estados Unidos da América e Austrália.

A operação de aquisição do activo industrial foi mediada pela Cushman & Wakefield que assessorou a Caixa Geral de Depósitos na venda da propriedade.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

JLL instala nova flagship store da Salsa Jeans na Baixa de Lisboa

Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory da JLL, salienta que “esta operação é um óptimo exemplo do renovado vigor do comércio de rua que, embora tenha sofrido bastante o impacto da pandemia, parece ter saído bastante fortalecido dela

CONSTRUIR

A Salsa Jeans abriu a sua nova flagship store na Baixa de Lisboa, que se estende por uma área de 221 m² em plena rua Augusta, localizada no nº147 daquela que é uma das principais artérias do comércio de rua lisboeta.

Concluída em pleno confinamento, esta operação de arrendamento contou com a intervenção do departamento de Leasing Markets Advisory da JLL em todo o processo, que assumiu não só a comercialização exclusiva do imóvel, como também apresentou o espaço à marca de moda portuguesa, tomando a dianteira de um processo de procura que estava activo no mercado.

Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory da JLL, salienta que “esta operação é um óptimo exemplo do renovado vigor do comércio de rua que, embora tenha sofrido bastante o impacto da pandemia, parece ter saído bastante fortalecido dela. Neste novo ciclo do mercado pós-Covid, em que as vendas online ganharam um peso acrescido para a maioria dos retalhistas, o comércio de rua tornou-se numa espécie de ponto de encontro entre as marcas e os seus clientes, no âmbito das suas estratégias omnicanal”. Rosa acrescenta que “mais do que um mero ponto de venda, tal como o conhecíamos no passado, nesta nova realidade, as lojas de rua são espaços privilegiados para as marcas apresentarem os seus novos conceitos, ao mesmo tempo que proporcionam uma experiência de compra mais cómoda e interactiva, disponibilizando serviços de click & collect, vendas omnicanal”.

Hugo Martins, director executivo da Salsa Jeans, comenta: “Esta flagship store é a loja Salsa que Lisboa há muito merecia, com o conceito ‘Jeans Studio’, que já levámos com sucesso a Paris e a Madrid. É um espaço onde celebramos a experiência de compra, potencializada pelo serviço de excelência e aconselhamento personalizado das nossas equipas, experts em denimwear”.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

B. Prime e Predibisa acompanham expansão da CityMover

O armazém seleccionado, inserido na Zona Industrial da Maia a 8km da VCI/Porto, conta com um pé direito com 7,50 metros, tem igualmente um espaço de escritórios e encontra-se inserido num complexo de cinco unidades

CONSTRUIR

A B. Prime acompanhou a CityMover na procura de um espaço que correspondesse aos requisitos do plano de expansão que este inquilino tem previsto. A Predibisa, que também actuou na operação, representou o proprietário do imóvel.

O armazém seleccionado, que tem igualmente um espaço de escritórios, encontra-se inserido num complexo de cinco unidades e conta com um pé direito com 7,50 metros. Segundo a consultora, este imóvel enquadra-se nas exigências técnicas, de localização e acessibilidades rodoviárias exigidas pela CityMover; empresa que opera nos segmentos da logística, mudanças e armazenagem.

O activo está inserido na Zona Industrial da Maia a 8km da VCI/Porto, a 5 minutos do aeroporto Internacional Francisco Sá Carneiro e a 5 minutos do porto de Leixões, por onde passa parte significativa das exportações e importações mundiais do País e ainda, o Terminal TERTIR para veículos de longo curso.

Segundo Luís Reis, responsável pela área de Indústria e Logística da B. Prime,. “A CityMover que já se encontrava no Porto, pretendia encontrar uma solução de maior dimensão ajustada à realidade de fornecimento de soluções e self-storage, devido à forte procura que se faz sentir, sendo de extrema importância que o fizesse no mais curto espaço de tempo possível.”

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Novo parque empresarial em expansão em Famalicão

Localizado em Vilarinho das Cambas, o Patamar Business Campus terá um total de 17 pavilhões e outras infraestruturas de apoio. O investimento surge em resposta à dinâmica economia da região

CONSTRUIR

Em Abril foi lançada a segunda fase do empreendimento que compreende a construção de dois blocos com 13 pavilhões, depois do lançamento dos primeiros quatro pavilhões, ainda em 2021.

Os primeiros quatro armazéns já foram entregues e vendidos, enquanto os 13 lançados agora deverão ser entregues no próximo mês de Dezembro, no caso dos espaços de menor dimensão, enquanto os maiores estarão concluídos em Junho de 2023. Os armazéns estão à venda com preços a partir de 295 mil euros.

A nascer nos arredores de Vila Nova de Famalicão, junto à auto-estrada Famalicão-Vila do Conde, o Patamar Business Campus está situado a cerca de dois quilómetros da rede nacional de auto-estradas (A7 e A3) e do futuro Terminal Ferroviário de Mercadorias de Famalicão, em Lousado, e a menos de 30 minutos do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, na Maia, e do terminal de Leixões, em Matosinhos.

A localização e as respectivas acessibilidades são o grande trunfo do novo centro de negócios, que promete dar resposta à dinâmica economia da região norte, que lidera, por regiões. as exportações portuguesas.

“Investir nos pavilhões do Patamar Business Campus é uma excelente opção estratégica para qualquer negócio que precise de espaços até cerca de mil metros quadrados”, explica Miguel Marques, responsável pelo segmento corporate da Medium, agência imobiliária que comercializa os imóveis em exclusivo.

Os armazéns do Patamar Business Campus têm áreas de 295 metros a 1100 metros quadrados. Neste último caso, serão os maiores armazéns do centro empresarial, que apresentam “características diferentes”, revela Miguel Marques, adiantando que “todos os armazéns terão um pé direito de sete metros, acesso a camiões de grande porte e espaços verdes”.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Preços das casas registam subida de 17% face a Março de 2021

De acordo com o Índice de Preços Residenciais, apurado pela Confidencial Imobiliário, o mês de Março registou uma subida de 2,0% face ao mês anterior, dando continuidade ao ciclo de fortes subidas mensais dos últimos meses

CONSTRUIR

Dando continuidade ao ciclo de fortes subidas mensais dos últimos meses, o mês de Março registou nova subida nos preços de vendas das casas. De acordo com o Índice de Preços Residenciais, apurado pela Confidencial Imobiliário, os preços subiram 2,0% face ao mês anterior, o que coincidiu com o primeiro mês após o início da guerra na Ucrânia.

Ao contrário do que se temia, a situação de guerra na Ucrânia não afetou a dinâmica do mercado português de habitação, tendo-se a procura mantido em linha com o trimestre anterior. De acordo com o SIR-Sistema de Informação Residencial, o preço médio de venda das casas em Portugal atingiu os 2.015€/m2 no 1º trimestre de 2022, oscilando entre os 3.182€/m2 no segmento de novos e 1.881€/m2 nos usados. Neste período terão sido vendidas cerca de 42.500 casas no país, em linha com o trimestre anterior, quando as vendas ficaram em torno das 43.500 unidades, e mantendo a atividade transacional acima das 40.000 unidades pelo terceiro trimestre consecutivo.

Desde início do ano, que os preços das casas registam crescimentos mensais de entre 1,5% e 2,0%, comportamento que resultou numa variação de 5,5% no 1º trimestre do ano face ao trimestre anterior. Na verdade, desde Outubro do ano passado que a subida mensal dos preços supera a marca de 1,0%, levando a uma intensificação da variação trimestral, a qual passou de 2,1% no 3º trimestre de 2021 para 3,9% no 4º trimestre, e para os actuais 5,5%. Esta última subida trimestral é a mais elevada desde que este Índice monitoriza o comportamento dos preços de venda da habitação no País, em 2007.

Em termos homólogos, os preços apresentam uma subida de 17,0% em Março, quase cinco pontos percentuais mais do que os 12,2% que este indicador registava no final do ano passado.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Comporta: Vanguard Properties e GreenVolt anunciam parceria para “maior comunidade de energia da Europa”

Todos os edifícios no projecto Terras da Comporta estarão ligados à comunidade energética descentralizada, onde 35.000 m² de painéis fotovoltaicos irão garantir uma autonomia de pelo menos 80%. O investimento total, repartido entre a Vanguard Properties e a GreenVolt, é de até 11 M€

CONSTRUIR

A Vanguard Properties e a Energia Unida, do Grupo Greenvolt, anunciaram uma parceria para desenvolver uma comunidade de produção descentralizada de energia para o projecto imobiliário “Terras da Comporta”. Este projecto engloba os loteamentos Torre, em Alcácer do Sal e o Dunas, em Grândola, num total de 1.376 hectares. Todos os edifícios que serão construídos no projecto “Terras da Comporta” estarão ligados à comunidade energética descentralizada, o que significa que serão simultaneamente produtores e consumidores de energia, o que inclui os dois campos de golfe, loteamentos residenciais, hotéis, hotéis-apartamento, aldeamentos turísticos e equipamentos logísticos e comerciais.

De acordo com a promotora, “esta será a maior comunidade energética de Europa” e deverá contar com uma produção estimada de cerca de 7MW através da instalação de 35.000 m² de painéis fotovoltaicos. Desta forma estarão garantidos “uma autonomia energética de pelo menos 80%, através da produção própria a partir de fontes renováveis” para os projectos imobiliários.

O investimento previsto é de até 11 milhões de euros, sendo que até sete milhões de euros serão investidos por parte da Energia Unida e até quatro milhões nas estruturas de car-park, a cargo da Vanguard Properties, sobre os quais serão instalados os painéis.

Para José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties, “a parceria com a Energia Unida para criação da maior comunidade energética da Europa está perfeitamente alinhada com os valores e posicionamento de um projeto imobiliário que se distingue pela visão de desenvolvimento para a região e que assume como pilares a mobilidade, a inovação, a sustentabilidade ambiental, a ligação às pessoas e aos seus ambientes e o respeito pela diferença e tradição. Pretendemos que o ‘Terras da Comporta’ seja uma referência não apenas a nível nacional, mas também internacional“.

O conceito de comunidade energética consiste na produção descentralizada de energia e partilha com os membros da comunidade. A título de exemplo, no caso do “Terras da Comporta”, cada casa, cada unidade hoteleira ou espaço comercial terão instalados painéis fotovoltaicos que estarão a produzir energia para consumo próprio ou para partilha com a comunidade, sempre que não haja necessidade de consumo ou em caso de excesso de produção. Desta forma, há uma optimização da produção e do consumo com benefícios muito significativos para os consumidores que podem atingir uma redução do custo de energia de cerca de 40%. Por outro lado, tratando-se de produção de energia a partir de fontes renováveis vai contribuir para o grande objectivo de sustentabilidade do projeto, que passa por garantir que todos os edifícios construídos sejam neutros em emissões de carbono (Net Zero Carbon Buildings).

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Cushman & Wakefield reforça a Norte

Depois de reforçar as áreas de business space (escritórios e logística) e capital markets (investimento e promoção imobiliária), a consultora anuncia agora a integração de Susana Pires na equipa de retalho do seu escritório no Porto

CONSTRUIR

Depois de reforçar as áreas de business space (escritórios e logística) e capital markets (investimento e promoção imobiliária), a consultora anuncia agora a integração de Susana Pires na equipa de retalho do Porto.

Com esta nova contratação, a consultora dá continuidade ao aumento da sua actividade no mercado do Grande Porto, onde tem registado um crescimento significativo desde que se estabeleceu nesta cidade com escritório próprio em 2016.

Com mais de 15 anos de experiência no sector imobiliário, Susana Pires especializou-se no segmento de retalho, tendo trabalhado com os mais diversos formatos, como centros comerciais, lojas de rua ou retail parks. Antes de integrar a equipa da Cushman & Wakefield, foi responsável por toda a actividade de retail leasing na zona Norte e Centro para a Widerproperty, onde liderou com sucesso várias operações. No passado, esteve também envolvida em grandes projectos a nível nacional, onde acompanhou entidades como a CGD, o BPI, a Mota Engil a ECS, entre outras.

“O Porto tem tido uma importância crescente no panorama imobiliário em Portugal, havendo um grande interesse por parte de ocupantes e investidores nesta cidade. Acreditamos que, com a experiência e senioridade da Susana, estamos bem posicionados para sermos cada vez mais um player de referência no mercado de retalho no Norte do país, prestando um serviço completo e próximo dos nossos clientes”, refereEric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield,

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.