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    Meu Hotel Porto Gandra

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    Primeiro hotel da marca “Meu Hotel” abre em Paredes

    O “Meu Hotel Porto Gandra” está em regime de soft opening’ desde o dia 8 de Dezembro. Lançado pelo Grupo S. Pintos – Engenharia e Construção, conta com um investimento de cerca de 2 M€

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    Localizado na cidade de Gandra, Paredes, próximo do Porto, o Meu Hotel Porto Gandra abriu portas em regime de soft opening’ desde o dia 8 de Dezembro e irá manter esta modalidade até ao final do ano.

    Com 50 quartos, este novo hotel é o primeiro da marca “Meu Hotel” lançado pelo Grupo S. Pintos – Engenharia e Construção, uma sociedade que detém diversas empresas do sector da construção e imobiliário. Com um investimento de cerca de 2 milhões de euros e a criação de 10 postos de trabalho directos, a unidade hoteleira prevê facturar cerca de 500 mil euros em 2022.

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    “Esta abertura em regime de soft opening dá-nos a oportunidade para aperfeiçoar os serviços e o funcionamento das instalações, através do feedback dos clientes e visitantes do hotel, de modo a criarmos um maior conforto para os hóspedes”, defende Vasco Pinto, CEO da S. Pintos – Construção e Engenharia e administrador do Meu Hotel Porto Gandra.

    O empresário considera, ainda, que “o investimento em hotelaria diversifica as áreas de negócio do grupo e apesar da actual oscilação do mercado turístico devido à pandemia, Paredes necessitava de mais oferta hoteleira, com a proximidade à cidade do Porto e as boas acessibilidades, o Meu Hotel Porto Gandra é mais uma unidade com capacidade de resposta no alojamento de qualidade”.

    O design de interiores é da responsabilidade de Bárbara Neto, da LemonVariance e foi pensado para proporcionar conforto num ambiente alegre e descontraído. A decoração incorpora “elementos de natureza para conjugar em harmonia “a cidade e o campo”, optando pelos melhores equipamentos em todos os espaços, para que o hóspede se sinta bem e relaxado, e em total segurança, pois todos os seus materiais são de fácil limpeza e higienização.

    “O conceito do hotel foi inspirado no significado do nome, Gandra – “Vara de Urze branca”. A urze é uma planta que se caracteriza por uma imagem de simplicidade, isto permitiu-nos usar tonalidades e texturas da natureza. O uso da madeira em estado natural, mas que ao mesmo tempo, reflecte um toque moderno de sofisticação contemporânea, através das cores e formas. Os pisos estão divididos em cores alusivas à natureza”.

    Os 50 quartos (Duplo Superior, Twin Superior, Premium Duplo, Triplo, Triplo, Standard Twin e para Mobilidade Reduzida) estão equipados com Ar Condicionado, TV Cabo, telefone directo, tomadas USB, cofre, fechadura electrónica de segurança, WI-FI gratuito, casa de banho privativa, secador de cabelo, espelho, produtos de higiene pessoal gratuitos. Alguns quartos dispõem de varanda.

    O Meu Hotel Porto Gandra apresenta, ainda, um moderno Espaço Fitness com equipamentos de cardio, indoor cycling, musculação, entre outros aparelhos e ecrãs LCD.

    A unidade hoteleira está equipada, também, com sala de reuniões e eventos, bar e restaurante com sala para o pequeno-almoço, parque de estacionamento gratuito e vai disponibilizar, ainda, três lugares de carregamento para veículo eléctrico.

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    Fernando Pérez Borrachero é o novo diretor de Leasing da Klépierre Ibéria

    Com uma vasta experiência nos sectores do retalho, logística e imobiliário, Pérez Borrachero junta-se à Klépierre Ibéria para liderar o departamento de Leasing, uma área estratégica para a empresa

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    Detentor de uma vasta experiência nos sectores do retalho, logística e imobiliário, Fernando Pérez Borrachero junta-se à Klépierre Ibéria, proprietária de três espaços comerciais em Portugal – Parque Nascente no Porto, Espaço Guimarães e Aqua Portimão -, para liderar o departamento de Leasing, uma área estratégica para a empresa.

    O novo director de Leasing chega à Klépierre veio da Amazon, onde trabalhou nos últimos dois anos. Começou como Gestor de Transacções Imobiliárias da Amazon Logistics na Península Ibérica e, meses depois, foi nomeado director de Real Estate para liderar a equipa de transacções na Península Ibérica. Em Junho de 2022, acrescentou Itália aos territórios sob a sua responsabilidade. Este período na Amazon ajudou-o a desenvolver conhecimento em primeira mão no sector de logística e perceber o respectivo impacto no comércio online, ao concluir operações com os principais proprietários e promotores logísticos do sul da Europa.

    Pérez Borrachero iniciou a carreira em várias consultoras imobiliárias, sempre ligadas à locação de centros comerciais. Grande parte do seu percurso, com quase doze anos, teve lugar na IKEA (Grupo INGKA), onde ocupou múltiplos cargos como o de director de Leasing para Ibéria no negócio de centros comerciais (agora INGKA Centres) e director de expansão da IKEA Ibérica.

    “Estou muito entusiasmado com a oportunidade que a Klépierre me está a dar de poder voltar ao sector do retalho e integrar uma empresa com projectos e activos tão interessantes”, afirma Pérez Borrachero.

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    South responsável pela expansão do Hospital da Luz nas Torres de Lisboa

    A Torre H, antigamente ocupada pelo BPI, com mais 4.000 m2, foi arrendada ao Hospital da Luz. O cronograma das obras está actualmente em fase de definição, prevendo-se uma duração estimada de dois anos.

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    A South, empresa de gestão de activos imobiliários, formalizou em Julho o arrendamento pelo Hospital da Luz nas Torres de Lisboa da Torre H antigamente ocupada pelo BPI, com mais 4.000 m2.

    Com esta parceria, a South apoia a transformação das Torres de Lisboa num empreendimento “moderno, aberto ao publico e reafirma o seu compromisso em promover práticas sustentáveis e de eficiência energética”. Além disso, encontra-se, também, a desenvolver diversos projectos de modernização no empreendimento, para melhor servir os utilizadores das Torres de Lisboa.

    O cronograma das obras está actualmente em fase de definição, prevendo-se uma duração estimada de dois anos.

    Entretanto, as Torres E e G, parte do empreendimento das Torres de Lisboa já obtiveram a certificação BREEAM In-Use, com classificação “Very-Good”, durante o primeiro trimestre de 2023.

    O certificado BREEAM in-Use, o qual atesta o nível de desempenho dos edifícios em termos da sua sustentabilidade em operação, é resultado de uma série de medidas identificadas com o apoio da Átomo Capital Partners, player de relevo no sector da energia renovável e sustentabilidade.

    Entre as medidas de melhoria salienta-se a optimização da eficiência hídrica dos equipamentos instalados, a modernização das unidades de tratamento de ar, a substituição das caldeiras de aquecimento e a conversão integral da iluminação para tecnologia LED.

    As certificações de sustentabilidade desempenham um papel importante no sector imobiliário ao minimizar o impacto ambiental. Apesar da certificação energética de edifícios fornecer informações importantes sobre a eficiência energética e certos benefícios financeiros que podem advir, estas certidões vão além disso, ao abordarem aspectos cruciais como a saúde dos ocupantes, poluição, transporte, eficiência hídrica e gestão de resíduos. As certificações sustentáveis são voluntárias e não substituem a certificação energética.

    A Átomo Capital Partners, que recentemente subscreveu a Carta de Princípios do BCSD Portugal, reconhece a urgência da descarbonização, procurando com os seus serviços na área de Real Estate Sustainability contribuir para a redução das emissões de carbono e fomentar boas práticas na concepção, construção e operação de activos, identificando aspectos de melhoria que permitam que se tornem mais eficientes e, por consequência, mais sustentáveis.

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    Cushman & Wakefield reforça estrutura de investimento no Porto

    Com esta nova contratação, a consultora dá continuidade ao reforço da sua actividade no mercado do Grande Porto, onde tem registado um “crescimento significativo” desde que se estabeleceu nesta cidade com escritório próprio em 2016

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    A Cushman & Wakefield (C&W) anunciou a contratação de David Sousa para reforçar a equipa da consultora no Porto, mais especificamente na área de investimento.

    De acordo com a consultora, a integração do novo partner e director de Capital Markets, irá permitir-nos “prestar um excelente serviço aos clientes que procuram oportunidades de investimento no Porto e na região Norte”.

    Com esta nova contratação, a consultora dá continuidade ao reforço da sua actividade no mercado do Grande Porto, onde tem registado um crescimento significativo desde que se estabeleceu nesta cidade com escritório próprio em 2016. No ano passado, registou mesmo o seu melhor ano de sempre e as previsões apontam para novo recorde no ano de 2023.

    Com mais de cinco anos de experiência no mercado de trabalho, David Sousa iniciou o seu percurso profissional como arquitecto na Plaren e, ao longo da sua carreira, trabalhou também nas áreas de investimento e avaliação imobiliária.

    A nível académico, o David é mestre em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto e pós-graduado em Gestão e Avaliação Imobiliária pelo ISG – Instituto Superior de Gestão.

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    MaxFinance com 42 novas lojas no primeiro semestre de 2023

    A MaxFinance continua a apostar na proximidade, com o crescimento de 60% da sua rede de lojas especializadas em intermediação de crédito no primeiro semestre

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    Nos primeiros seis meses de 2023, a rede da MaxFinance, cresceu 60% relativamente ao período homólogo do ano passado, com a abertura de 42 novas lojas em Portugal.
    Com este crescimento, a rede que opera em modelo de franchising, reforçou ainda mais a sua liderança e capilaridade com novas lojas distribuídas por Lisboa (14), Porto (7), Setúbal (6), Aveiro (6), Santarém, (5) e Braga (4). Este desempenho representou também um aumento de 15% de colaboradores, totalizando 900 a nível nacional. Para além da expansão da rede, registou-se um aumento de 1.350 novos clientes, que representam um crescimento de 4,8%. O aumento da procura e de novas propostas registaram um crescimento de 20,5%, levando mais de 50% do total de clientes a concretizarem um processo contratado.

    “O aumento da inflação e das taxas Euribor levou a um aumento cada vez mais acentuado da procura da intermediação de crédito. A MaxFinance tem-se mostrado um parceiro de confiança para a maior parte das pessoas, graças à nossa estratégia de proximidade, com a expansão da nossa rede de lojas em todo o país. Sempre considerámos fundamental um acompanhamento presencial e personalizado e pretendemos chegar a cada vez mais portugueses que procuram soluções de crédito e financiamento. A MaxFinance é diligente ao ponto de fazer uma procura exaustiva junto da banca e entidades parceiras, para dar o melhor serviço ao cliente, aumentando os rácios de concretização, tornando-se assim um representante dos clientes juntos dos mesmos”, sublinha Beatriz Rubio, co-fundadora da MaxFinance Portugal.

    Fundada em 2008, a MaxFinance foi uma das primeiras entidades a obter a certificação por parte do Banco de Portugal, enquanto intermediário de crédito vinculado e é, hoje em dia, parceira de 12 entidades bancárias e financeiras de primeira linha em Portugal.

    Num total de 350 franchisados e uma equipa de 900 profissionais, dispõe da maior rede nacional de intermediação de crédito com ampla cobertura geográfica, formação certificada e uma ampla oferta de serviços na área financeira – crédito à habitação, crédito pessoal, crédito automóvel, soluções de renting e leasing, financiamento empresarial e seguros.

     

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    Keller Williams Portugal com forte crescimento no 1º semestre do ano

    A Keller Williams encerrou o primeiro semestre de 2023  um crescimento de 27% no número de angariações e observou um aumento de 13% no número de Market Centers. A consultora contou ainda com um total de 5.267 transacções, com um volume transaccionado superior a 1.2 mil milhões de euros

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    (Na imagem: Marco Tairum, CEO da KW Portugal)

    Na primeira metade do ano, a empresa registou um crescimento significativo nos principais indicadores de desempenho. O negócio dos consultores ultrapassou os 25 milhões de euros, e número de angariações cresceu 27% no primeiro semestre.

    Neste período, a empresa observou ainda um aumento de 13% no número de Market Centers, contando agora com um total de 34 tendo em média 85 consultores por Market Center. Em Maio, lançou a Keller Williams Luxury Portugal que conta já com mais de 100 consultores nacionais.

    “Estes resultados deixam-nos muito orgulhosos e incutem-nos uma imensa responsabilidade junto dos nossos consultores. A caminho de celebrar 10 anos, em Portugal, no próximo ano, estes resultados são um bom presságio. No passado, num contexto de mercado desafiante como o que vivemos hoje em dia, a KW nos USA cresceu e consolidou a sua posição no mercado. E estamos a assistir ao mesmo em Portugal, tivemos o melhor primeiro semestre de sempre, atingindo números que são históricos, mesmo num momento em que o mercado demostra um claro abrandamento”, afirma Marco Tairum, CEO da KW Portugal.

    O número de associados da Keller Williams Portugal também cresceu de forma significativa, atingindo um aumento de 10%, já o programa Growth Share, que que é o rendimento passivo que os todos os associados da Keller Williams podem receber, entregou, só neste semestre, aos associados meio milhão de euros.

    “O aumento do número de associados e a distribuição de meio milhão de euros através do programa de Growth Share, é resultado do incrível trabalho que todos temos realizado em fazer crescer a KW em Portugal. Acreditamos que a KW vai mudar Portugal. Queremos que cada pessoa que trabalha connosco tenha a vida que pretende. Seja dono do seu negócio e que cresça de forma contínua e, é por isso que oferecemos a cada um a melhor experiência, através de ferramentas como a nossa formação, reconhecida internacionalmente. Isto porque o nosso modelo de negócio entrega a melhor proposta de valor aos consultores em qualquer fase da sua carreira e apoia-os a prosperar os seus negócios e nas suas vidas.” refere o CEO da KW Portugal.

    Apesar das circunstâncias actuais do mercado imobiliário, a KW Portugal, contou ainda com um total de 5.267 transacções, com um volume transaccionado superior a 1.2 mil milhões de euros.

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    Procura de casas para férias em Portugal cresce 13% face a 2022

    De acordo com o portal imobiliário Imovirtual o Algarve lidera as pesquisas e São Martinho do Porto apresenta um aumento de 95% face ao ano anterior

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    O portal imobiliário Imovirtual  analisou a evolução da procura de casas de férias em Portugal, no próprio portal e no OLX, tendo por base os dados disponíveis nas plataformas. Desta forma, foi possível verificar que houve 374.968 visualizações de anúncios de casas de férias nos últimos 30 dias, reflectindo um aumento de 13% face ao mesmo período de 2022.

    Relativamente às zonas mais procuradas, a região do Algarve lidera as pesquisas, tendo o termo registado 47.727 visualizações, apresentando assim um crescimento de 19% em relação ao período homólogo. Por sua vez, em segundo lugar nas pesquisas, destaca-se o termo Faro com 20.756 visualizações, e um crescimento de 39% face a Julho do ano passado. Armação de Pêra e Portimão são alguns termos que também geram interesse entre quem procura uma casa de férias.

    No que diz respeito à oferta, no distrito de Faro, o preço médio para arrendar uma casa de férias fixa-se actualmente, em 997,89€, uma ligeira descida face a Julho de 2022, que custava 1.084,51 euros. Analisando as regiões mais procuradas, Armação de Pêra registou uma subida face ao ano anterior, no qual custava, em média, 982,31 euros, em Julho de 2022 e, este ano, custa, em média, 1.017,86 euros. Arrendar uma casa de férias em Portimão também ficou mais caro face ao mesmo período no ano passado, passando de 708,30 para 1.420,81 euros em Julho de 2023.
    De acordo com  “Temos verificado que, comparativamente com o ano passado, a procura por casas de férias no período do Verão tem aumentado por todo o país. Como é habitual, o Algarve apresenta- se em destaque, mas há também destinos menos óbvios e com valores de oferta competitivos que despertam, cada vez mais, o interesse de quem passa férias em Portugal e que começam a fazer parte dos principais roteiros de férias”, explica Sylvia Bozzo, marketing manager real estate Imovirtual & OLX Portugal,

    Exemplo esse, é São Martinho do Porto, que aparece em quarto lugar nas pesquisas, com 9.636 visualizações representando um aumento de 95% face a julho de 2022. Muita da sua popularidade é devido à sua praia que é considerada uma das mais bonitas do país, o seu formato em concha é único em Portugal e na Europa, assim como é lá que está localizada a maior duna do País – Duna de Salir. No concelho de Alcobaça, o preço médio de arrendamento de uma casa custa 404,32 euros, uma ligeira subida face ao Verão passado que custava 393,04 euros. Para além da procura ter tido um crescimento visível, verificámos, igualmente, uma subida, em termos de oferta, neste concelho, uma vez que houve um aumento de 69% dos anúncios comparativamente com Julho de 2022.

    Gerês e Setúbal encontram-se, também, nos destaques das pesquisas de casas para férias em Portugal. Com 3567 visualizações, o termo Gerês regista um aumento de 21% face a julho de 2022, ao passo que Setúbal, com 4609 visualizações regista um crescimento de 27% em relação ao período homólogo.

    Relativamente à oferta nestas áreas, no concelho do Gerês – Terras de Bouro, arrendar uma casa para férias custa, em média, 1138,25€. Já em Setúbal, custa 610,00 euros.

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    CORUM capta mais de 600M€ para aproveitar oportunidades no imobiliário comercial europeu

    A CORUM Investments captou mais de 600 milhões de euros junto dos aforradores europeus nos primeiros seis meses do ano

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    A Sociedade de Investimento Imobiliário, SCPI, de origem francesa manteve o elevado nível de captação de poupanças num período marcado pela inflação, a subida de juros por parte dos bancos centrais e a fraca rentabilidade oferecida pelos produtos de poupança tradicionais.

    “Assistimos a um crescente apetite por parte de cada vez mais investidores, tanto grandes investidores como pequenos aforradores, que procuram soluções de baixo risco mas que ofereçam retornos atractivos”, diz Miguel Costa Santos. Com a entrada de 608,7 milhões de euros, parte destes de aforradores nacionais, o valor sob gestão dos fundos CORUM elevou-se para cerca de 6,7 mil milhões de euros, dos quais 5,7 mil milhões em imobiliário.

    “Na CORUM, procuramos a todo o momento gerar retorno para os nossos investidores, via dividendos, mas também através da valorização das participações de cada um”, acrescenta o Country Manager da CORUM Portugal. Os fundos CORUM Origin e CORUM XL, disponibilizados em Portugal para pequenos aforradores, têm como objectivo alcançar rendibilidades de 6% e 5%, respectivamente, substancialmente superiores às dos produtos de poupança tradicionais. Esses objectivos têm sido conseguidos fruto, em parte, da estratégia de diversificação tanto em termos sectoriais como geográficos.

    O investimento em activos imobiliários comerciais revela-se particularmente eficaz em momentos de inflação como o actual ao garantir protecção contra a perda de valor das poupanças já que as rendas cobradas são, directa ou indirectamente, indexadas ao índice de preços no consumidor. E também porque o contexto de subida de juros cria oportunidades de investimento que asseguram taxas de rentabilidade elevadas através das rendas pagas por arrendatários de qualidade.

    No primeiro semestre, a CORUM reforçou os investimentos em imobiliário, com aquisições como a da sede da RTL na Bélgica por um valor próximo dos 33 milhões de euros, rendimento bruto implícito de mais de 8,3% , de um imóvel ocupado pela Henkel e pela Gi Group por 25 milhões, ou de outros dois edifícios, em Basingstoke (Inglaterra) e Glasgow (Escócia), por 26,7 e 45 milhões de euros, respectivamente. Já no início de Julho, foi adquirida a sede da Capgemini na cidade de Utrecht (Países Baixos) por 86 milhões de euros.

    A CORUM conta, actualmente, com 200 propriedades em 17 países europeus (15 deles em Portugal) e no Canadá, arrendadas a mais de 400 empresas. A taxa de ocupação ascende a 96%, isto depois de terem sido arrendados alguns dos poucos edifícios vagos da CORUM, entre eles o edifício em Braga, em Portugal. O imóvel que esteve arrendado à H&M conta agora com uma filial da Maxstock, um especialista do comércio a retalho israelita, como inquilino num contrato de arrendamento de 10 anos.

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    Honeysands Residences nasce na Lourinhã

    Este novo condomínio privado situado na Lourinhã, é constituído por 14 apartamentos T1 e T2 por três moradia de tipologia T3. A comercialização do empreendimento está a cargo da RE/MAX Collection

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    Este novo projecto habitacional, com 17 unidades de tipologias T1 a T3, aposta na sustentabilidade e no conceito de comunidade e tem conclusão prevista para final do ano.

    A apenas cinco minutos da praia da Areia Branca, a 10 minutos da Lourinhã e a 40 minutos do aeroporto de Lisboa, o HoneySands foi pensado para quem pretende viver com qualidade de vida e o máximo de conforto. Composto por um edifício principal, com 14 apartamentos com tipologias T1 e T2, e por três moradias T3 independentes, este condomínio com vista mar conjuga arquitetura contemporânea com um design de interiores moderno e acabamentos de luxo.

    Os apartamentos T1 e T2, com áreas privativas desde os 63 m2 a 196 m2, e com preços até 350.000 euros, todos com luz solar directa e amplas varandas com vista para o mar, dispõem de arrecadação, horta individual e lugar de estacionamento coberto, com acesso a todos os serviços comuns do condomínio. As moradias Honeysands Residences, com valores de venda de 635.000 euros, dispõem cada uma de uma área total de terreno privativo com 750 m2 , três quartos distribuídos por dois pisos, dois dos quais ensuite, uma área de estacionamento, jardim privado e uma piscina exclusiva. Cada unidade é inteiramente exclusiva, mas com acesso à piscina comum e a todas as amenities do condomínio, desde o ginásio, às hortas, às áreas de arrumação para bicicletas e pranchas de surf ou ao estacionamento coberto.

    A previsão de conclusão final da obra está prevista ainda para 2023.

    Para Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Collection, “A proximidade com a Costa de Prata, conhecida pelas praias do centro de Portugal na zona de Peniche, da região vinícola de Torres Vedras e de cidades históricas como Óbidos e a Lourinhã, fazem deste um projecto diferenciador e com um elevado potencial de investimento, para quem procura uma opção para viver fora das grandes cidades ou como casa de férias, sem abdicar do conforto e da exclusividade. Este conceito que alia o design e a arquitectura moderna, com a proximidade à natureza e um estilo de vida descontraído são a definição do verdadeiro luxo hoje em dia”.

     

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    O que atrai investidores para Portugal e as expectativas para o mercado de luxo

    O Relatório do Mercado Europeu de Verão 2023 da Berkshire Hathaway HomeServices, BHHS, apresenta a posição de especialistas sobre os mercados imobiliários da Grécia, Portugal, Espanha e Reino Unido

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    Portugal tornou-se um dos destinos preferidos dos investidores estrangeiros, muito graças às condições de vida favoráveis e aos incentivos governamentais. Apesar das mudanças anunciadas já este mês pelo Governo para o programa de Vistos Gold, ainda existem muitos motivos que atraem investidores do sector imobiliário para o país.

    Tatiana Vale, directora de marketing da Berkshire Hathaway HomeServices Atlantic Portugal considera que “o mercado de luxo em Portugal tem crescido significativamente nos últimos anos. Várias condições estão a ter um impacto positivo no mercado imobiliário, incluindo o estatuto de Portugal como o 4º país mais pacífico do mundo, a sua excelente qualidade de vida, a hospitalidade, os cuidados de saúde avançados, o clima… tudo isto contribui para que os investidores vejam Portugal como uma excelente opção.” Tatiana Vale refere que há três tendências que prevalecem no mercado de luxo português. A 1ª é a procura de propriedades com certificações ambientais, materiais sustentáveis e design amigo do ambiente; a 2ª é a conveniência e proximidade de comodidades que permitem aos compradores “viver a vida local” e, a 3ª tendência, propriedades que possibilitam um estilo de vida mais descontraído.
    De acordo com Tatiana Vale, o interesse dos americanos no mercado português está a crescer. “Eles emergiram como os principais compradores de propriedades de luxo na região de Lisboa”, explicou, acrescentando que, em 2022, 6% das compras de casas no país foram feitas por cidadãos estrangeiros. Os cidadãos americanos representam 15% desse número e 40% desses compradores americanos escolheram Lisboa. “Os preços competitivos e a valorização do dólar americano são alguns dos factores que aumentam o interesse dos americanos”, acrescenta.

    Por sua vez, Michael Vincent, CEO da Berkshire Hathaway HomeServices Portugal Property, refere que “33% dos compradores de imóveis transaccionados pela empresa em 2022 eram dos EUA e que a maioria procurava usufruir do Programa de Vistos Gold”. Para além das compras motivadas por este programa, “Portugal foi reconhecido como o melhor lugar do Mundo para a reforma no Global Retirement Index”, acrescentou Vincent.

    Relativamente ao preço a pagar por uma propriedade de luxo em Portugal, Michael Vincent afirma que “para a empresa, o nosso preço médio de venda é de cerca de 850.000 euros. Eu classifico o luxo como qualquer coisa acima de 500 000 euros, mas os preços vão até aos 40 milhões de euros para o crème de la crème. Em Vilamoura, por exemplo, 500 000 euros dão para comprar um belo apartamento. Nos Açores, consegue-se uma bela moradia de três quartos com vista para o mar e os Açores ficam a apenas 4,5 horas de Boston.” No que respeita a crescimento de vendas, Michael Vincent afirma que “no ano passado, registámos um aumento de 18% nos preços do imobiliário em Portugal. Espero um aumento de 10% para este ano”.

    Globalmente, o mercado imobiliário sofreu mudanças gigantescas nos últimos anos – desde o boom da pandemia, alimentado pelo desejo de espaço e pelas baixas taxas de juro, seguido de uma correção do mercado. Em toda a Europa, a proximidade de eleições pode influenciar o custo e a facilidade do investimento estrangeiro, bem como as alterações nos programas Golden Visa em alguns países. Estes factores são os mais importantes para o Reino Unido, Portugal e Grécia. Na Grécia, o limiar monetário para obter um visto de residência de cinco anos aumentará em 1 de Agosto de 2023 de 250 000 euros para 500 000 euros.

    Apesar de alguns investidores terem feito uma pausa, os preços das propriedades de primeira linha e dos alugueres para férias em toda a Europa estão a subir, com os americanos ainda muito activos em mercados como a Espanha, tendo-se registado um aumento de 25% de investidores americanos em Espanha entre 2019 a 2022.

    O aumento do interesse deve-se a uma grande variedade de factores, incluindo o custo de vida relativamente baixo, taxa de câmbio favorável relativamente ao dólar americano, infraestrutura de transportes de classe mundial – a rede ferroviária de alta velocidade de Espanha só fica atrás da China em termos de dimensão – e um clima político e económico estável.

    As cidades com mudanças mais rápidas na Europa são aquelas que beneficiam da instalação de empresas. Málaga é um excelente exemplo desta situação, tendo recebido empresas como a Google, a Bombardier, a Siemens e a Oracle.

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    Alteração do PDM permite legalizar construções no Bairro São João de Brito

    A Câmara Municipal de Lisboa desbloqueou um impasse de vários anos graças a uma alteração do Plano Director Municipal que irá permitir a legalização de construções no Bairro São João de Brito

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    Esta solução foi possível com um trabalho de concertação do Urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR LVT), que permitiu reverter o parecer negativo da CCDR LVT e chegar a um acordo quanto a pequenas alterações necessárias para realizar a alteração ao PDM.
    Através da solução agora aprovada será possível incluir mais moradores no processo de legalização.
    “Este é um momento histórico. Há um consenso unânime neste processo, que já tinha sido aprovado por unanimidade em Reunião de Câmara. Esta situação arrasta-se há anos e finalmente chega agora a uma decisão que permite legalizar habitações de quem vive na Rua das Mimosas”, afirmou a vereadora do Urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa, Joana Almeida.
    A proposta foi aprovada esta semana em reunião da Assembleia Municipal de Lisboa, com votos favoráveis de todas as forças partidárias com representação e gerou aplausos no momento da aprovação.
    O processo avança agora para a próxima fase, na qual a Câmara Municipal de Lisboa irá contar com o apoio fundamental da Junta de Freguesia de Alvalade. “Não ficamos por aqui. O próximo passo é alterar o loteamento para incluir esta rua, e vamos apoiar os moradores no processo de legalização das construções”, garantiu a vereadora Joana Almeida.

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