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doValue Portugal participa na venda de terreno por mais de 2 M€

Terreno na Quinta dos Cónegos, no Carregado, tem cerca de 50 mil m2 e foi comprado por empresa internacional que opera no sector da logística

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A doValue Portugal, gestora de créditos e activos imobiliários, intermediou a venda de um terreno com cerca de 50 mil m2 a um operador internacional de logística por um valor superior a 2 milhões de euros, numa operação que foi concluída no final do mês de Novembro.

O terreno, para promoção industrial e logística e com uma área bruta de construção potencial de mais de 23 mil m2, está localizado na Quinta dos Cónegos, junto ao nó do Carregado, num local estratégico em termos geográficos e de acessibilidades, próximo da A1.

“A concretização desta operação demonstra que o sector da logística se encontra em franco desenvolvimento em Portugal, existindo boas oportunidades de investimento e de crescimento no país”, afirma João Ribeiro, director de Real Estate da gestora de créditos e activos imobiliários.

“É uma transacção que irá certamente beneficiar aquela região, trazendo potencialmente mais empregos e maior dinamismo”, remata o responsável.

A doValue Portugal, antiga Altamira Portugal, pertence à companhia de serviços financeiros italiana doValue (anteriormente doBank), cotada na Bolsa de Milão. O Grupo doValue é o maior servicer do sul da Europa, com uma carteira de activos financeiros e imobiliários superiores a 155 mil milhões de euros, em cinco países: Portugal, Espanha, Itália, Chipre e Grécia. A doValue Portugal, que iniciou a sua actividade com a gestão do portefólio Oitante, é hoje uma empresa de referência no mercado de Servicing, tendo sob gestão vários portefólios de distintas entidades, desde carteiras de Non Performing Loans a carteiras de activos imobiliários. Tem escritórios em Lisboa, Porto e Funchal.

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Lisboa aprova concurso extraordinário Renda Acessível

A Câmara de Lisboa aprovou um novo concurso do Programa Renda Acessível (PRA), de modo a abranger famílias cujos rendimentos são insuficientes para uma candidatura ao PRA mas são superiores aos que lhes permitem a afectação de uma casa no Programa de Arrendamento Apoiado

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A Câmara Municipal de Lisboa aprovou um novo concurso do Programa Renda Acessível (PRA), de modo a abranger famílias cujos rendimentos são insuficientes para uma candidatura ao PRA e são superiores aos que lhes permitem a afectação de uma casa no Programa de Arrendamento Apoiado (PAA), dirigido aos mais carenciados.

Este concurso extraordinário é dirigido a famílias com uma faixa de rendimentos entre os 6000 e 8000 mil euros, com a redução da taxa de esforço a aplicar na renda de 30 para 23%, de modo a aliviar o peso no rendimento. O valor de 23% corresponde ao valor da taxa de esforço máxima a aplicar no programa de arrendamento apoiado (PAA). O contrato de arrendamento será válido por 2 anos, renováveis por mais 3.

A vereadora da habitação, Filipa Roseta, saudou o envolvimento de todos os partidos na construção da versão final da proposta e concluiu que fica demonstrado que é possível unir esforços entre todo o executivo para encontrar soluções para a habitação em Lisboa: “Fico muito feliz por ver que podemos trabalhar todos juntos”.
O contributo do PS, aceite por todos, delimita esta edição do concurso ao conjunto específico de 38 casas que estava em cima da mesa, para em seguida avaliar a continuidade desta solução. Estas casas estão dispersas pela cidade, localizando-se em bairros municipais e no património disperso municipal. As tipologias também são diferenciadas (prevalecendo T1 e T2).

O BE propôs retirar a condição de ter candidatura aberta no programa de arrendamento apoiado (PAA), tendo esta medida sido aprovada com a abstenção da coligação Novos Tempos.

Recorde-se que o universo-alvo da proposta inicial incluía pessoas que concorreram ao PAA e que não conseguem a afectação de uma casa, número que se situa em 2 208 pessoas, sendo que o número de pedidos de habitação ronda os 6750.

Com a alteração, o concurso deixa de ser dirigido especificamente a estas pessoas que têm candidatura formalizada ao PAA, que no entanto se mantêm elegíveis, tendo o PCP sugerido que a CML as notifique aquando da abertura do concurso.

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Academia APEMIP lança Bolsa de Agentes Imobiliários

Para integrarem esta Bolsa, os formandos devem completar os três níveis das novas formações: Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API), Agente Imobiliário (AGI) e Desenvolvimento da Profissão Imobiliária (DPI)

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A Academia APEMIP prepara-se para lançar uma Bolsa de Agentes Imobiliários para as empresas suas associadas que pretendem contratar profissionais com competências comprovadas.

Os formandos devem completar os três níveis das novas formações da Academia APEMIP dedicadas ao setor: Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API), Agente Imobiliário (AGI) e Desenvolvimento da Profissão Imobiliária (DPI).

O primeiro nível de formação – Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API) – tem como objectivo garantir a aquisição e a atualização de conhecimentos essenciais ao exercício da actividade, como o código deontológico da actividade.

Já o nível de formação seguinte, Agente Imobiliário (AGI), que será lançado a 29 de Abril, pretende ajudar os profissionais a desenvolver os melhores métodos e técnicas de angariação imobiliária. Por último, os formandos devem realizar a formação Desenvolvimento da Profissão Imobiliária (DPI).

Após a frequência com aproveitamento destas três formações, os formandos que tiverem interesse em fazer parte deste serviço devem autorizar a APEMIP a utilizar os seus dados, para que as suas informações constem da Bolsa de Agentes Imobiliários da Associação.

Posteriormente, os Associados da APEMIP terão acesso à base de dados dos formandos que autorizarem a divulgação das suas informações, com o objectivo de encontrarem profissionais com competências comprovadas.

O serviço estará disponível ainda no decorrer deste ano, após o lançamento das formações seguintes ao primeiro nível – Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API).

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Volume de negócios da Zome aumenta 24% no primeiro trimestre

A mediadora imobiliária Zome atingiu um volume de negócios de 176,3 milhões de euros, nos primeiros três meses deste ano, o que representa um crescimento de 24% face ao período homólogo

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No primeiro trimestre, destaca-se ainda a expansão das unidades da rede, com a abertura de 11 novos hubs, o que se traduz num crescimento de cerca de 50% quando comparado com o período homólogo, com destaque para a estreia fora de Portugal Continental, na Madeira e Açores. No primeiro trimestre, foram mediadas 1.414 transacções pela Zome, que originaram uma facturação de 6,1 milhões de euros, mais 25% do que nos primeiros três meses do ano passado.

“Celebramos o nosso terceiro aniversário e fechamos este primeiro trimestre da melhor forma. Estes resultados enchem-nos de orgulho, mas acima de tudo, de motivação para continuarmos a fazer o percurso de crescimento que temos vindo a fazer até agora e a consolidar a nossa actividade em Portugal. Destacamos, nestes primeiros três meses do ano, a franca expansão de unidades da rede no Continente, e a estreia nas ilhas, que acreditamos que nos ajudará a continuar a crescer”, sublinha Patrícia Santos, CEO da Zome.

A Zome assinalou a 9 de Abril o terceiro ano de actividade, e com um crescimento assinalável. Só em 2021, aumentou em mais de 45% os hubs imobiliários abertos. Actualmente, a empresa conta com uma equipa de cerca de 1.500 colaboradores, repartidos por 34 hubs ibéricos (32 em Portugal e dois em Espanha) e o objectivo é chegar às 50 unidades até ao final do ano. No ano passado, a empresa registou um volume de negócios de 763,4 milhões de euros, o que representa um crescimento de 52,3% face ao ano anterior.

Em 2021, a Zome foi também eleita como Melhor Empresa Para Trabalhar no sector imobiliário e ficou em segundo lugar na classificação geral de grandes empresas. No início deste ano, em janeiro, foi distinguida pela primeira vez com o Prémio Cinco Estrelas, na categoria de “Melhor Rede de Franchising”.

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Fábrica 1921 arranca com conceito de regeneração urbana “Street Market”

A Fábrica 1921 é o novo projecto de regeneração urbana de Benfica. O empreendimento imobiliário é da Teixeira Duarte e tem data de conclusão prevista para o final de 2022

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O projecto de uso misto, composto por apartamentos e comércio, está focado “em elevar o significado de qualidade de vida”. “Trata-se de um processo de regeneração que converte as antigas instalações da Fábrica Simões & Cªa num novo projecto que promete criar um novo marco na cidade”, revela a Teixeira Duarte.

O projecto é marcado ainda pela criação do conceito “1921 Street Market”, um conceito de comércio pensado para a nova avenida, que atravessa o projecto Fábrica 1921 ligando a Rua Fernanda Botelho à Avenida Gomes Pereira. “Para este espaço, desde o primeiro momento, houve a vontade de desenvolver uma identidade forte e que ajudasse a cimentar o desenvolvimento desta artéria da cidade. Este espaço conta com cerca de 4.000 m2 de comércio e serviços, dividido em várias lojas, onde será também integrado um espaço que será cedido à Camara Municipal de Lisboa para a instalação de uma biblioteca municipal/ centro interpretativo da obra de Lobo Antunes onde estão previstas diversas iniciativas culturais e recreativas”, sublinha o promotor. Esta vontade de criar lugares vibrantes e dinâmicos materializa-se agora através do contrato com a Auchan Retail que irá colocar uma loja My Auchan num dos espaços do 1921 Street Market.

Este novo espaço da My Auchan, assegurado pela consultora Cushman & Wakefield, pretende dar continuidade às lojas de proximidade nas grandes áreas urbanas, contribuindo para reforçar a oferta de bairro e imprimir o carácter de conveniência, de acordo com as mais recentes tendências de retalho. Neste negócio, a Cushman & Wakefield actuou em representação do proprietário do espaço, a Teixeira Duarte.

“Acompanhar as tendências do mercado e perceber as necessidades actuais do consumidor, foi a chave para a implementação do novo conceito 1921 Street Market integrado neste projecto Fabrica 1921. Um dos principais cuidados neste projecto foi assegurar alguns serviços e comércio de conveniência à altura da exigência dos residentes e do consumidor actual. Neste sentido ancorámo-lo com uma unidade My Auchan”, explica Sandra Belo, associate do departamento de retalho da Cushman & Wakefield.

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Município do Porto e IHRU assinam acordo de 33,9M€

A Câmara do Porto, através da empresa municipal Porto Vivo SRU e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) assinaram um acordo de colaboração que ascende aos 33,9 milhões de euros destinados à reabilitação e construção de fogos no âmbito do 1.º Direito

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A Câmara do Porto, através da empresa municipal Porto Vivo SRU e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) assinaram um acordo de colaboração, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que ascende aos 33,9 milhões de euros para reabilitação e construção de fogos no âmbito do 1.º Direito.

O pacote agora assinado inclui ainda financiamento para reabilitação das lhas da Lomba, no Bonfim, na qual se prevê gastar 7,5 milhões de euros. O Porto conta com 957 “ilhas” (uma espécie de corredores estreitos e, compridos, com casas muito pequenas, em fila, de cada um dos lados do corredor), das quais três são propriedade municipal.
Um segundo acordo foi também assinado entre a autarquia e o IHRU, com um montante de 688 mil euros, enquadrado no programa 1º direito e comparticipado a 100% pelo PRR, que irá ser canalizado para a reabilitação de 55 fogos, dispersos pela cidade em regime de renda apoiada.

A cerimónia contou com a presença do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, e da secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves.

“O problema da habitação é complexo, multifacetado, e só terá resolução possível se for mobilizado um conjunto alargado de instrumentos e de iniciativas, públicas e privadas, de forma objectiva e pragmática”, acredita o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira.

Por sua vez, Pedro Nuno Santos assumiu que “o desafio da habitação é dos maiores que enfrentamos no país”, mas “finalmente temos uma política perene, consistente e com financiamento para dar resposta à população mais carenciada, mas também à classe média”.

No Porto, o ministro com a pasta da Habitação lembrou que este momento de assinatura dos acordos era o “assinalar de um trabalho que já tínhamos iniciado antes” com as autarquias e que o 1.º Direito “é uma política que vai continuar a existir” para lá das verbas do PRR, assegurando que outros contratos virão no futuro.

Acordos já assinados ascendem a cerca de 90 milhões de euros

Este é o segundo acordo de colaboração que o Município do Porto assina com IHRU, depois de um primeiro, em Novembro de 2020, no valor de 56 milhões de euros, que abrangeu 1.740 famílias.

Na sequência desse acordo, já foram apresentadas mais duas candidaturas a financiamento de habitação para 221 famílias, com um investimento de mais de 4,12 milhões de euros. Está neste momento em curso uma terceira candidatura para 132 famílias.

Os 33.981.750 euros agora acordados com a Porto Vivo, SRU vão definir “a programação estratégica das soluções habitacionais a apoiar ao abrigo do programa 1.º Direito”, que contempla 185 agregados, correspondentes a 445 pessoas, que vivem em condições habitacionais indignas, incluindo o projecto piloto nas ilhas da Lomba, projecto cujo investimento ronda os 7,5 milhões de euros.

Na cerimónia de assinatura dos novos acordos, Rui Moreira sublinhou como o Porto “esteve sempre na linha da frente” no que diz respeito a políticas de habitação centradas nas pessoas mais carenciadas. “O investimento de muitas décadas na construção de habitação pública no Porto resultou numa peculiar configuração do seu parque habitacional, única a nível nacional”, afirma, referindo-se aos 13% da população que habitam em fogos de propriedade pública, “uma percentagem sem paralelo no resto do país”. No total, são 50 bairros de habitação social, com perto de 13 mil fogos municipais e cerca de um milhar propriedade do Estado, via IHRU.

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Startup Tiko financia-se no mercado obrigacionista

O iBuyer espanhol Tiko, que chegou ao nosso país no final do ano passado, já está a emitir obrigações em bolsas internacionais como a Interbolsa Portugal e a MTF Viena

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Com um plano de crescimento ambicioso, o iBuyer espanhol Tiko, que chegou ao nosso país no final do ano passado, já está a emitir obrigações em bolsas internacionais como a Interbolsa Portugal e a MTF Viena. Com este movimento estratégico, a Tiko demonstra que “a inovação vai para além do desenvolvimento tecnológico e que o financiamento inicial já não é apenas equivalente a capital de risco ou empréstimos bancários”.

Nos últimos anos, o panorama das startups tem vindo a registar uma forte actividade financeira. Em 2012 menos de 59 mil milhões de dólares foram investidos globalmente, mas em 2021 este investimento alcançou os 643 mil milhões de dólares, um valor dez vezes superior. Só na Europa, ao longo de 2021 foram investidos mais de 116 mil milhões de dólares, o que traduz um aumento de 159% em comparação com os 45 mil milhões de dólares investidos no ano anterior.

Em linha com o resto do mundo, Espanha registou o melhor investimento em startups em 2021. Um dado que confirma que o ecossistema espanhol de startups está perfeitamente equilibrado e em perfeitas condições para continuar a crescer. No último ano, foram fechadas 409 operações de investimento, num total que rondou os 4,3 mil milhões de euros, de acordo com o Observatório do Ecossistema de Startups em Espanha da Fundação Bankinter.

As startups precisam de continuar a inovar, não apenas em tecnologia e processo, mas também em financiamento. É por isso que empresas como a Tiko têm visto a emissão de obrigações como uma nova forma de atrair investidores. “Há muito apetite, por parte de diferentes tipos de investidores, pelo nosso modelo de negócio; através da emissão de obrigações conseguimos adaptar-nos às necessidades de um maior número de investidores”, diz Sina Afra, CEO da Tiko, relativamente à emissão das suas obrigações nas bolsas de Portugal e Viena.

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JLL reforça equipa no sector Industrial & Logístico

A Consultora contratou três novos colaboradores para reforçar a aposta neste segmento que regista um forte crescimento em 2022

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Acompanhando o forte crescimento de um dos segmentos, que considera “estrela do imobiliário”, a JLL acaba de expandir a sua equipa para dar resposta ao mercado de Industrial & Logística com contratações para dinamizar as áreas de agência e investimento dedicadas a este tipo de activo. Pedro Trezentos e Tomás Bonifácio (em cima na imagem) integram o negócio de agência focado neste segmento e Nuno Esteves ingressa a área de Capital Markets (investimento).

Impulsionado pelas novas tendências de consumo que a pandemia consagrou, o imobiliário de Industrial & Logística verificou um forte incremento da actividade nos últimos dois anos, atingindo em 2021 um nível de ocupação recorde. Marcada pelas operações de expansão, pré-arrendamento de espaços logísticos e lançamento de novos projectos, a actividade neste segmento só não foi mais além devido à falta de oferta de espaços adequados à procura. Também na perspectiva do investimento, este tem sido um produto de crescente procura e a transacção deste tipo de activos foi travada apenas pela escassez de produto.

Sob a liderança de Mariana Rosa e parte do negócio de leasing markets advisory, a área de Industrial & Logística será agora apoiada por Tomás Bonifácio, que assume o cargo de senior consultant, sendo responsável por representar proprietários e potenciais inquilinos em todo o sector de I&L e Pedro Trezentos, que assume funções de consultant encarregando-se dos serviços direccionados à actividade ocupacional deste tipo de imóveis. Ao mesmo tempo, Nuno Esteves vem reforçar o departamento de capital markets, liderado por Gonçalo Santos. O novo membro da equipa de investimento da JLL desempenhará as funções de business developer Industrial & Logistics, integrando a área de retail & logistics investment, especializada em transacções deste tipo de activos, reportando a Marlene Tavares.

“Não há dúvida que 2022 deverá dar continuidade à forte procura por espaços de industrial e logística. Além disso, espera-se também um aumento do capital direccionado para o desenvolvimento de novos projectos. Há mais de um ano que temos um departamento de agência concentrado na prestação de serviços exclusivamente para este tipo de imobiliário e o balanço é excelente. É um sector de forte potencial onde queremos continuar a crescer e a aportar valor acrescentado aos nossos clientes”, considera Mariana Rosa, head of leasing markets advisory da JLL.

“Os activos logísticos e operacionais serão um foco importante para os investidores ao longo deste ano. E, dado o desequilíbrio entre uma forte procura ocupacional e a escassez de produto moderno já concluído, os planos de investimento neste segmento vão incluir não só a aquisição de activos para rendimento como também negócios de forward purchase/financing, em que os investidores se associam aos projectos na fase da promoção. Ou seja, antecipamos uma procura muito acentuada para investimento em industrial & logística, com diversas estruturas de operações, numa tipologia de imobiliário que tem muitas especificidades. Faz todo o sentido termos uma equipa especializada neste segmento, garantindo as melhores soluções para os nossos clientes”, salienta Gonçalo Santos, head of capital markets da JLL.

Nuno Esteves iniciou o seu percurso profissional em 2005, com forte ligação ao sector imobiliário e, em específico, ao segmento industrial e logístico, trabalhando de perto com promotores e investidores imobiliários. Também parte da equipa da consultora desde início de 2022, Tomás Bonifácio tem formação em arquitectura e gestão, com experiência nas áreas de escritórios/workplace, industrial e logística e desenvolvimento. Trabalha no sector imobiliário corporate desde 2012, com passagem pelo BNP Paribas, Deloitte e NOS. Antes de entrar na JLL, trabalhou como asset manager na Altamira/DoValue, gerindo uma carteira de activos avaliada em +80M€.

Já Pedro Trezentos trabalha no sector imobiliário há mais de 20 anos, igualmente com forte especialização no sector de industrial e logística, no âmbito do qual assumiu funções para a área de gestão de activos em várias empresas. mais recentemente desenvolveu o seu percurso ligado também ao segmento residencial de luxo. possui uma pós-graduação em strategy and operations pelo internacional business management institute em Berlim.

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Activos alternativos ganham expressão no mercado imobiliário nacional

CBRE fechou o primeiro trimestre de 2022 com avaliação de activos alternativos no valor de 172 milhões de euros, entre os activos avaliados constam escolas, residências seniores e de estudantes, e unidades de saúde

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A consultora registou, no primeiro trimestre de 2022, um valor de 172,5 milhões de euros na avaliação de activos alternativos, uma área onde a CBRE tem apostado cada vez mais e cujo expertise reforçou com novas contratações.

Nos primeiros três meses do ano, a consultora avaliou mais de uma dezena de activos alternativos relevantes, nomeadamente duas unidades de saúde, duas residências sénior, três residências de estudantes e três escolas. Além da contínua aposta nas áreas, como escritórios, retalho, industrial e logística, residencial, hotelaria e, mais recentemente, em agricultura, a CBRE avalia cada vez mais activos alternativos, uma classe que tem vindo a ganhar expressão no mercado imobiliário nacional.

Outro exemplo de activos em que o Departamento de Avaliações da consultora se especializou recentemente são os activos agrícolas, em que registou uma avaliação de mais de 30.000 hectares a nível Ibérico. Em Portugal, estes processos focaram-se, essencialmente, na região do Alqueva – que regista enorme interesse por parte de investidores locais e internacionais -, enquanto em Espanha foram realizados, sobretudo, nas regiões de Andaluzia e Extremadura. Esta actividade crescente de avaliações de propriedades agrícolas surge depois do lançamento, em 2020, da linha de negócio Agribusiness, que consiste na avaliação, transacção e consultoria para este tipo de activos.

“Terminamos o primeiro trimestre de 2022 com resultados que nos orgulham e cumprimos objectivos relevantes para a empresa, neste caso, na área das avaliações. Além de nos destacarmos na avaliação de activos alternativos, evidenciamo-nos na área agrícola, com a equipa portuguesa a avaliar não só em Portugal, como em Espanha. Grande parte dos bons resultados obtidos ocorrem pela consolidação do nosso Departamento de Avaliações, com a contratação de elementos-chave, para uma resposta mais rápida e uma maior oferta para o cliente”, sublinha Frederico Borges de Castro, senior director de Avaliações da CBRE Portugal.

Para alcançar estes resultados, o Departamento de Avaliações reforçou a equipa com a contratação de quatro novos elementos. Inês Marques Lopes, formada na área de engenharia agrónoma e galardoada com o prémio Talenta para o seu projecto “Ptachio” dedicado à agricultura e produção animal, está como consultant na área de avaliação de activos agrícolas e, Luís Madalena, com uma experiência consolidada em avaliação imobiliária, que passou por empresas como a Prime Yield e pelo Montepio Valor na função de portefólio manager, reforça agora a equipa como senior consultant. Mariana Santos junta-se também à CBRE como senior consultant, tendo uma experiência consolidada na função de client service office no BNP Paribas e com dez anos de trabalho na área de avaliação imobiliária. David Coelho, licenciado em gestão imobiliária e com passagens pelo Grupo Novo Banco e pela Premiumspot em áreas de avaliação e análise de investimentos imobiliários, completa a equipa como junior consultant.

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Portugal Sotheby’s Realty quer recrutar 50 colaboradores para reforçar escritórios do Estoril, Oeiras e Cascais

Marca de imobiliário residencial de luxo quer consolidar a sua presença e organiza um ‘Talent Day’, dando a oportunidade a potenciais candidatos de conhecer a empresa

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A Portugal Sotheby’s Realty, marca de imobiliário residencial de luxo,quer reforçar a sua presença na linha de Cascais com o recrutamento de meia centena de novos colaboradores para os seus escritórios do Estoril, Oeiras Restelo e Cascais.

Com o objetivo de conhecer os potenciais candidatos, a Portugal Sotheby’s Realty vai organizar um ‘Talent Day’, um evento de apresentação da empresa, no próximo dia 21 de abril, no Hotel Sheraton, em Cascais.

O plano de recrutamento de 50 novos colaboradores pretende responder ao crescimento robusto da empresa nos três escritórios da linha de Cascais. O escritório do Estoril – com os melhores resultados a nível nacional há três anos consecutivos – ganhará uma nova equipa comercial, assim como o de Oeiras Restelo, que tem uma nova liderança, desde o início do ano, em linha com os novos objectivos de expansão. Já o escritório de Cascais – inaugurado durante a pandemia e já com resultados que o grupo considera “excepcionais” – vai, igualmente, constituir uma nova equipa comercial.

Os novos colaboradores vão beneficiar de um período de formação que lhes permitirá conhecer a cultura, os valores e o modelo de trabalho da Portugal Sotheby’s Realty, tornando-os especialistas do mercado imobiliário residencial de luxo.

Além disso, os novos Private Brokers vão ter acesso ao novo modelo de comissionamento. Este modelo, que integra várias vertentes de desenvolvimento pessoal e profissional, inclui formações diferenciadoras (redes sociais, marketing digital, e ainda formações executivas de alto nível em gestão para os melhores Private Brokers).

As candidaturas devem ser enviadas até ao dia 19 de Abril.

“Mais do que encontrar novos talentos para acompanhar e reforçar o crescimento da empresa, concretamente nestes três importantes escritórios, queremos fomentar carreiras destas pessoas a longo prazo e promover o seu progresso nas várias áreas de negócio. A Linha de Cascais sempre foi uma zona muito atractiva e aliciante, quer para os investidores nacionais quer internacionais. Temos vindo a crescer muito em quota de mercado, tanto no segmento dos imóveis avulsos como no sector de novos empreendimentos. Sabemos que manter a nossa posição no mercado de luxo dependerá sempre da nossa capacidade de captar, reter e desenvolver os melhores talentos, dando muito importância à criação de um excelente ambiente de trabalho. Sabemos que tudo o que entregamos às pessoas é devolvido em dobro através de dedicação, brio profissional e espírito de união”, afirma Miguel Poisson, CEO da Portugal Sotheby’s Realty.

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Dstgroup investe 8 M€ em Barcelos

O MERECES 718, em Barcelinhos, é o primeiro edifício de um novo complexo multiusos que pretende criar uma “nova centralidade”. Com mais de 40% das unidades vendidas, este primeiro complexo prevê a construção de 36 apartamentos e duas lojas

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A dstrealestate, empresa do ramo imobiliário do dstgroup, acaba de anunciar o início da construção do MERECES 718, em Barcelinhos, o primeiro edifício de um novo complexo multiusos e que conta com um investimento estimado de 8 milhões de euros.

Com mais de 40% das unidades vendidas, o projecto está focado na criação de um ambiente de familiaridade e segurança. Este primeiro complexo prevê a construção de 36 apartamentos e duas lojas.

“O projecto MERECES 718 encontra-se numa área com cerca de 22 hectares, na margem esquerda do Cávado, onde se pretende potenciar a criação de uma nova centralidade de Barcelos”, refere Miguel Moreira, director geral da dstrealestate. “Procuraremos integrar o tradicional e o tecnológico, que permitam a vivência de bairro do séc. XXI”, conclui.

Envolvido numa paisagem idílica, o projecto desenhado pelo arquitecto Nuno Capa, integra o conceito de comunidade ao criar uma nova era habitacional, bairrista, em que as valências essenciais como zona comercial, edifício de serviços e co-living estarão acessíveis rapidamente, bem como os acessos a outras centralidades como Braga, Porto, Guimarães, Viana do Castelo ou mesmo a Serra do Gerês.

Este novo complexo habitacional vai contar ainda com mais de três hectares de infraestruturas de arruamentos, passeios, estacionamento e ciclovias, que permitem a ligação acessível e segura ao centro histórico da cidade; 11 hectares para áreas de zona verde de utilização pública, e cerca de 1,5km para equipamentos de utilização pública.

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