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AICCOPN: Consumo de cimento aumenta 5,9% até Dezembro

Os números adiantados pela AICCOPN revelam também que o valor mediano da avaliação da habitação para efeitos de crédito bancário, no mês de Outubro, regista uma valorização de 10,6% em termos homólogos, em face de acréscimos de 11,8% nos apartamentos e de 6,7% nas moradias

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Os números adiantados pela AICCOPN revelam também que o valor mediano da avaliação da habitação para efeitos de crédito bancário, no mês de Outubro, regista uma valorização de 10,6% em termos homólogos, em face de acréscimos de 11,8% nos apartamentos e de 6,7% nas moradias

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O consumo de cimento no mercado nacional ao longo dos primeiros 10 meses de 2021, atingiu 3,19 milhões de toneladas, valor que representa um crescimento de 5,9% face a igual período do ano passado.

Segundo dados avançados pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), até ao final de Outubro, foram licenciadas pelas Câmaras Municipais 15.280 obras em edifícios residenciais, o que corresponde a um aumento de 8,8% face às 14.046 obras
licenciadas no período homólogo. No que diz respeito ao número de fogos licenciados em construções novas, apura-se um crescimento homólogo de 12,5% neste período, para 23.348 alojamentos.

Relativamente, ao novo crédito para aquisição de habitação concedido pelas instituições financeiras até Outubro, assiste-se a um aumento, em termos homólogos acumulados, de 36,9%, situando-se nos 12.420 milhões de euros.

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O valor mediano da avaliação da habitação para efeitos de crédito bancário, no mês de Outubro, regista uma valorização de 10,6% em termos homólogos, em face de acréscimos de 11,8% nos apartamentos e de 6,7% nas moradias.

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Reabilitação da Linha do Vouga acelera

Foi lançado concurso público para a renovação integral do troço entre Oliveira de Azeméis e Sernada do Vouga, da Linha do Vouga, um investimento estimado de 4,95 milhões de euros

A Infraestruturas de Portugal lançou o concurso público para a renovação integral do troço entre Oliveira de Azeméis e Sernada do Vouga, da Linha do Vouga, um investimento estimado de 4,95 milhões de euros, ao qual acrescem os encargos relacionados com os materiais a aplicar.

Esta empreitada integra o Plano de Reabilitação da Linha do Vouga que a IP tem em curso e que contempla a reabilitação da superestrutura de via, com a substituição integral de carril, travessas e fixações, a balastragem de via e ataque mecânico pesado, bem como a automatização de passagens de nível.

Com este investimento pretende-se melhorar os níveis de serviço e segurança da infraestrutura ferroviária, a executar de forma faseada até 2025, num montante global estimado de 34 milhões de euros. As intervenções a desenvolver abrangem os 96 quilómetros de extensão da Linha do Vouga, entre Espinho e Aveiro.

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Do conjunto de acções previstas, encontram-se já concretizadas a beneficiação da superestrutura de via no troço entre Águeda e Sernada do Vouga, a reabilitação de via na ponte rodoferroviária de Sernada do Vouga e a reabilitação estrutural e protecção anticorrosiva da Ponte do Águeda, intervenções no montante de três milhões de euros.

Actualmente está a ser executada a empreitada de renovação do troço entre Vila da Feira e Oliveira de Azeméis – adjudicada à empresa Steconfer, sendo a fiscalização assegurada por recursos internos da IP – envolvendo um investimento total de 3,5 milhões de euros (2,2 milhões de euros do valor da empreitada aos quais acresce 1,3 milhões de euros relativos a materiais).

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Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis recebe mais 15 M€

O Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis, foi reforçado em 15 milhões de euros. O programa tem agora uma dotação de 60M€, o dobro desde que foi criado em Junho de 2021

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O referido programa abriu a 21 de Junho de 2021 na plataforma do Fundo Ambiental com uma dotação inicial de 30 milhões de euros, provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência. Esta verba foi reforçada a 26 de Novembro com outros 15 milhões. O Plano de Recuperação e Resiliência conta com um total de 135 milhões de euros para aplicar, até 2025, na eficiência energética dos edifícios.

O montante já financiado corresponde ao apoio a 16.148 candidaturas, o que envolve um apoio global de 26,8 milhões de euros, de um total de 56.552 candidaturas submetidas.

As tipologias que reúnem mais candidaturas são as referentes a painéis fotovoltaicos (38,5%), janelas mais eficientes (34,5%) e bombas de calor (27%). Por regiões, Lisboa lidera as candidaturas (22,3%), seguida do Porto (11,7%), Setúbal (9%) e Braga (9%).

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O Orçamento de Lisboa para 2022, o novo retail de Portimão e as tendências no segmento das casas-de-banho no CONSTRUIR 450

A proposta de Orçamento da Câmara de Lisboa, recentemente apresentada, contempla um reforço das verbas destinadas à habitação. Saiba qual vai ser a aposta de Moedas numa edição onde lhe mostramos as linhas do novo retail de Portimão, assinado pela Ventura+Partners

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Lisboa: Aposta na Habitação
vai crescer em 2022

A proposta de orçamento da Câmara Municipal de Lisboa tem inscrita uma despesa de 1160 milhões de euros para este ano. Mas o orçamento não esta fechado, em particular no que à área da Habitação diz respeito

Metro de Lisboa: APA avalia
linha vermelha

O prolongamento da linha Vermelha está enquadrado no Plano de Recuperação e Resiliência 2021-2026 com um financiamento no montante global de 304 milhões de euros

Ventura+Partners recebe prémio internacional
Bouganvillas vence International Residential Architecture Awards, na categoria habitação multifamiliar. A distinção é atribuída pela The Architecture Community 2021

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20M€ para o novo retail park em Portimão
O novo espaço terá 22 mil metros quadrados de área bruta locável. O projecto de arquitectura tem assinatura da Broadway Malyan e a abertura está prevista para o primeiro semestre de 2023

Estética e conforto dominam tendências
Cada vez mais, a casa de banho caminha no sentido de ser um “prolongamento” da restante casa, no que diz respeito às tendências arquitectónicas. Afinal, dizem, é um dos sítios onde passamos mais tempo

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Traçado Regulador: 2022 arranca com construção de moradia de luxo

O escritório português dedicado ao desenvolvimento de projectos e à consultoria em arquitectura e engenharia, está a começar o ano com o início da construção de uma moradia luxuosa na Quinta do Peru, em Azeitão

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O projecto, com 796 m2 de área de construção e 2.284 m2 na totalidade do lote, distingue-se pelo uso de materiais naturais e a sua espacialidade interior rica, nomeadamente com a presença de um fantástico pé-direito no hall de entrada e na cozinha americana. Esta futura moradia representa um investimento em várias zonas exteriores de lazer, cada vez mais importantes e pedidas devido à pandemia, desde a varanda do 1º andar até aos espaços circundantes da piscina.

Adicionalmente, o projecto aposta em elevar os níveis de eficiência energética através da utilização de energia solar fotovoltaica, acompanhado com a classificação energética A+ e paredes com coeficiente de transmissão térmica de 0,2.

“É muito especial ver o início da construção deste projecto único, onde apostámos num criterioso jogo de transparência, de cheios e vazios, que dará uma relação especial com a natureza e o exterior. Tal é possível pela predominância de janelas e a casa literalmente virada a sul que permite uma luminosidade reforçada, também consideramos o duplo pé-direito como um factor chave onde se alcança uma volumetria simples, mas variada. Algo que nos deixa muito orgulhosos é o facto de não ser a primeira moradia que projectamos nesta zona, por isso é muito recompensador ver o cunho pessoal da Traçado Regulador presente na Quinta do Perú.” afirma João de Sousa Rodolfo, arquitecto e CEO da Traçado Regulador.

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A nova moradia ilustra uma forte presença de janelas que permitem uma conexão com a natureza no exterior e vista desafogada para o golfe e lago da Quinta do Perú, assim como a elevada luminosidade e uma linguagem contemporânea através de um criterioso jogo de transparência, cheios e vazios, luz e sombra.

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IP consigna obras de 1,2 milhões na EN 109 na Figueira da Foz

“Num investimento de cerca de 1,2 milhões de euros, a concretização desta empreitada irá assegurar importantes melhorias ao nível das condições de circulação, acessibilidade e segurança da EN 109”, salienta o comunicado da IP

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A Infraestruturas de Portugal (IP) consignou a obra de reforço da segurança rodoviária na Estrada Nacional (EN) 109 na Figueira da Foz, que representa um investimento de 1,2 ME (milhões de euros).

A IP refere, em comunicado, que a intervenção se vai desenvolver entre o quilómetro 101, no limite entre os concelhos da Figueira da Foz e de Cantanhede, no distrito de Coimbra, e o quilómetro 116, no início da Variante de Tavarede.

A obra tem um prazo de execução de 300 dias e envolve a “reformulação dos vários cruzamentos existentes ao longo deste lanço com quinze quilómetros, a beneficiação do pavimento, a substituição e reforço da sinalização e equipamentos de segurança e a melhoria da capacidade de drenagem da estrada”.

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“Num investimento de cerca de 1,2 milhões de euros, a concretização desta empreitada irá assegurar importantes melhorias ao nível das condições de circulação, acessibilidade e segurança da EN 109”, salienta o comunicado.

A nota refere que a IP tem vindo a executar um conjunto de intervenções de beneficiação daquela via, tendo concluído em Junho de 2021 a reabilitação do troço com cerca de 15,5 quilómetros, entre Figueira da Foz e Pombal.

As duas empreitadas representam mais de quatro milhões de euros na beneficiação de 30,5 quilómetros de via, “melhorando fortemente as condições de mobilidade e segurança dos milhares de automobilistas e peões que diariamente utilizam a EN109”, que liga Aveiro à Figueira da Foz e a Leiria.

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Lançado o concurso público para a reabilitação da EN362

A obra, orçada em 2M€, decorrerá num troço com cerca de nove quilómetros, na freguesia de Alcanede, concelho de Santarém, e visa a melhoria das condições de mobilidade e segurança rodoviária

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Foi publicado em Diário da República o concurso público para a empreitada de reabilitação do troço da EN362, que serve directamente a freguesia de Alcanede, no concelho de Santarém, com cerca de nove quilómetros.
A obra envolverá um investimento estimado em dois milhões de euros e pretende reforçar as condições de mobilidade e segurança da via, complementando a intervenção de reabilitação realizada anteriormente entre Alcanede (km 31,025) e Santarém (km 51,733), e que foi concluída em Março do ano passado.

No âmbito da obra está prevista a beneficiação integral do pavimento, a melhoria dos acessos da e para a rede viária local, o reforço e substituição da sinalização e dos equipamentos de segurança da via, e a reformulação dos sistemas de drenagem.

A EN362, entre os Km 22,433 e 51,733, constitui-se como um dos eixos rodoviários que assegura a ligação entre Santarém e Porto de Mós, atravessando a freguesia de Alcanede. O troço objecto da empreitada em concurso tem o início no limite de Concelho entre Porto Mós e Santarém (km 22,433) e termina em Alcanede (km 31,025).

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Cascais vai investir 200M€ em habitação

A Câmara de Cascais apresentou a sua Estratégia Local de Habitação (ELH) desenvolvida por uma equipa do município com académicos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

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A Câmara de Cascais apresentou a sua Estratégia Local de Habitação (ELH) desenvolvida por uma equipa do município com académicos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

A estratégia tem um desígnio: garantir acesso de todos a habitação condigna e desenvolver políticas de habitação transformadoras. Antes faz um retracto duro da realidade de Cascais no que diz respeito à população elegível para o Primeiro Direito.

Os dados apresentados referem que há 4085 famílias para realojar em Cascais. Destas, 2.384 famílias estão em situação de carência habitacional e 1.701 famílias) na situação que se convencionou de carência economia, ou seja, ou têm casa arrendada mas estão na iminência de despejo por dificuldades económicas.

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“A escassez de habitação é um problema transversal a diversas classes e estratos. O que implica que as soluções tenham de ser distintas ao abrigo de um grande programa de habitação pública que não se restringe às necessidades identificadas no programa 1ºDireito. Reabilitaremos o parque habitacional público que é hoje 2.8% do total de casas no concelho. Com a execução do nosso projecto, esse número chegará aos 3.3%”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Cascais Carlos Carreiras.

O responsável avançou que “a nossa ambição é que a habitação pública caminhe tendencialmente, ao longo dos próximo anos, até aos 30% do total do parque habitacional do concelho”.

Para lá chegar Cascais irá trabalhar em múltiplas frentes. Ao nível da construção nova “temos previstos 800 novos fogos, que já sinalizamos para candidatura a linhas de financiamento nacionais e europeias no valor aproximado de 165 milhões de euros, em todas as freguesias: Encosta da Carreira, Sassoeiros, Bairro Calouste Gulbenkian, Adroana, Fontaínhas, Rana e Bairro Marechal Carmona.”

O arrendamento acessível é outra das apostas e, por isso, o orçamento municipal de 2022 foi dotado “com verbas para programas de renda acessível não apenas para população vulnerável, mas também para professores e profissionais de saúde deslocados e estudantes. Outras formas de suporte, como apoio directo aos beneficiários, aquisição ou reabilitação também são equacionados”.

Ao nível da habitação partilhada e colaborativa. Carlos Carreiras afirmou que a intenção é a de “reinventar os bairros sociais de primeira geração com serviços partilhados”. Uma quarta linha diz respeito à regeneração e sustentabilidade. “Trabalhando os bairros para o conforto térmico e sustentabilidade ambiental e energética, um requisito essencial para o século XXI e que representa ganhos económicos para as famílias”.

O presidente anunciou ainda a criação de um Conselho Municipal de Habitação para acompanhar a execução do programa. “Criaremos os instrumentos, em conformidade com a Lei de Bases, a saber a “Carta Municipal de Habitação” e o “Relatório Municipal de Habitação”, e seremos muito criteriosos no modelo de governance deste programa de habitação pública. A política de habitação não rima com eleições – mas rima com gerações”, sustentou.

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mapa de intervenções do metro no campo grande
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Construção de novos viadutos na zona do Campo Grande têm início este mês

A construção da nova linha Circular irá implicar a construção no Campo Grande de um novo viaduto de cerca de 158 metros que permitirá “fechar” o anel no Campo Grande. A actual linha Amarela, na extensão Campo Grande/Odivelas, será também ligada ao actual troço de Telheiras, através de um viaduto de 428 metros

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O Metropolitano de Lisboa vai arrancar com as intervenções na zona do Campo Grande no âmbito do Plano de Expansão do ML para o Lote 3, que envolve a empreitada de projecto e construção dos toscos, acabamentos e sistemas para o prolongamento das linhas Amarela e Verde (viadutos do Campo Grande).

A construção da nova linha Circular irá implicar a construção no Campo Grande de um novo viaduto de cerca de 158 metros que permitirá “fechar” o anel no Campo Grande. A actual linha Amarela, na extensão Campo Grande/Odivelas, será também ligada ao actual troço de Telheiras, através de um viaduto de 428 metros implantado a norte dos viadutos já existentes.

A concretização destas intervenções implicará a introdução de alguns constrangimentos de trânsito na zona do Campo Grande, em particular no Terminal Rodoviário, bem como de circulação na Avenida Padre Cruz, já a partir do dia 19 de Janeiro. Assim, durante um período previsto de 17 meses, será encerrado o Ramo de Saída Av. Padre Cruz / Estrada de Telheiras para o Terminal Rodoviário e Estádio, dando lugar à mudança temporária do percurso dos transportes coletivos para o terminal do Campo Grande, passando a saída de passageiros a ser feita em frente ao edifício da NOS e sob o viaduto da Segunda Circular. Um dia depois, a 20 de Janeiro, e durante seis meses existirão constrangimentos na circulação rodoviária na Av. Padre Cruz na sequência da supressão da via esquerda tanto na faixa sentido Odivelas-Lisboa, como também na faixa sentido Lisboa-Odivelas, e de condicionamento de berma da Av. Padre Cruz no sentido Lisboa – Odivelas. “Por razões de segurança e adequada canalização do tráfego, este constrangimento levará também a uma supressão da via a montante, no acesso Campo Grande – Av. Padre Cruz”, refere o ML.

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edifício em reconstrução, estaleiro de obras
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Município de Lamego transforma antigo matadouro num polo cultural

O Município de Lamego está a transformar o antigo matadouro municipal, abandonado durante décadas e em estado de completa ruína, num moderno Centro Cívico. A reabilitação deste histórico edifício dará lugar, até ao final do ano, a um novo polo de criatividade e cultura. “O antigo matadouro de Lamego vai renascer como um local de… Continue reading Município de Lamego transforma antigo matadouro num polo cultural

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O Município de Lamego está a transformar o antigo matadouro municipal, abandonado durante décadas e em estado de completa ruína, num moderno Centro Cívico. A reabilitação deste histórico edifício dará lugar, até ao final do ano, a um novo polo de criatividade e cultura.

“O antigo matadouro de Lamego vai renascer como um local de criação e ganhar novas funções. Vamos resgatar este edifício para que seja um novo espaço de encontro que funcione como uma alavanca para a dinamização estratégica da zona envolvente, nomeadamente o novo Parque Urbano que está a nascer mesmo ali ao lado”, explica Francisco Lopes, Presidente da Câmara Municipal de Lamego.

Criado em 1937, o antigo matadouro municipal serviu nos últimos tempos para depósito de diversos materiais e de veículos abandonados recolhidos na via pública. As obras de reabilitação em curso incidem no corpo central do edifício e em duas alas laterais de menor porte, para além de um logradouro. Esta intervenção tem a preocupação de articular o imóvel com a envolvente urbana e paisagística, ligando-o ao futuro Parque Urbano, a maior zona verde pública da cidade que a autarquia está a construir.

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A empreitada foi adjudicada à firma “Manuel Pereira da Cruz & Filhos”, pelo valor de 824 mil euros, mais IVA, esta obra é concretizada no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), cofinanciado em 85% pelo FEDER. Dado o interesse arquitectónico e urbanístico do imóvel, a requalificação integra o Plano de Acção de Regeneração Urbana (PARU) da cidade de Lamego.

“Durante mais de 50 anos, o Rancho Regional de Fafel conseguiu preservar e divulgar a nossa cultura popular, espalhando-a por diversas geografias. Devido ao notável trabalho realizado, desde a sua fundação, como fiel depositária dos costumes e tradições do concelho e da região, acreditamos que esta colectividade garantirá a dinamização cultural e social do novo espaço”, afirma Francisco Lopes.

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Reabilitação das Villas da Vinha do Six Senses entregue à Tétris

A empreitada está Avaliada em 2,9 M€, e tem uma área de intervenção de cerca de 1.000 m2. dará lugar a nove quartos/suites e a duas villas independentes com mais dois quartos, totalizando assim um acréscimo de 11 quartos ao inventário do hotel

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A Tétris foi escolhida para executar os trabalhos de reabilitação das Villas da Vinha, aumentando assim a oferta do hotel Six Senses Douro Valley, situado no coração do Vale do Douro, perto de Lamego. Segundo avança nota enviada às redacções, esta unidade turística confiou à empresa de construção e arquitectura da JLL a realização desta obra, avaliada em 2,9 milhões de euros. A área de intervenção será de cerca de 1.000 m2 e dará lugar a nove quartos/suites e a duas villas independentes com mais dois quartos, totalizando assim um acréscimo de 11 quartos ao inventário do hotel.

“O Fundo Discovery, proprietário do hotel, e a Six Senses, que o explora, foram muito criteriosos na escolha do parceiro para executar esta obra, pois o objectivo é que os trabalhos realizados incorporem imaculadamente a sofisticação e requinte pretendidos. Fomos seleccionados pelos padrões de qualidade, acabamento e requinte que nos caracterizam em todas as áreas de intervenção, e os quais estamos a consolidar agora fortemente no segmento hoteleiro”, refere Calos Cardoso, Managing Director da Tétris, citado em comunicado.

A villa de maior dimensão tem nove quartos, além de piscina, jacuzzi exterior e sauna. Já a outra villa totaliza três quartos com sala, pátio exterior e piscina privada.

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De realçar que o hotel Six Senses Douro Valley, detido pelo Fundo Discovery e operado pela marca Six Senses, conta com 60 quartos, spa com 2.300 m2 e zonas de refeição e bar, bem como um centro de negócios. A oferta de acomodação inclui ainda diversas villas, sendo que todo o empreendimento está envolvido numa zona privada recentemente classificada como parte do portfólio dos Jardins Históricos de Portugal.

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