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Bowe Intralogistics expande portfolio com novo classificador de bolsas

“Automatizar o processo de classificação dos artigos tornou-se crucial tanto a nível de eficiência como de redução dos custos logísticos, principalmente em períodos de picos de vendas, como o Natal e Black Friday”

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A Bowe Intralogistics, divisão especializada em intralogística do Bowe Group, sediado na Alemanha e com actividade em Portugal, expandiu a sua gama de soluções de automação com um novo classificador de bolsas (Pouch Sorter) altamente flexível.

O classificador de bolsas é um sistema de transporte suspenso automatizado para tarefas de classificação de alto volume que possibilita lidar com diferentes canais de vendas em paralelo, nomeadamente e-commerce e retalho omnicanal. Fornece acesso automático a itens únicos e permite efectuar pedidos individuais. Moda (peças de vestuário dobradas e penduradas) bem como papel, produtos impressos e personalizados são aplicações típicas. As áreas de classificação são instaladas perto do tecto, libertando área no chão do centro de distribuição. O alto nível de automação do sistema de transporte suspenso diminui significativamente as actividades manuais durante o processo de classificação e distribuição e garante o manuseamento seguro das mercadorias.

Um único classificador de bolsas pode transportar, separar, armazenar peças de vestuário, produtos planos, itens individuais e até caixas pequenas de até 2,5 kg. Pode classificar até 7.200 itens por hora. Cada bolsa é equipada com um chip RFID ou código de barras, compatível com o item físico específico.

“A integração dos canais de vendas online e offline apresenta desafios significativos para a intralogística dos retalhistas, exigindo entregas na loja a um número crescente de pedidos de e-commerce e devoluções para serem tratados da forma mais eficiente possível”, explica Miguel Lachat, responsável em Portugal pela Intralogistics Business Line. A necessidade de expandir a gama de produtos e, simultaneamente, aumentar as expectativas do cliente para entrega no dia seguinte veio aumentar a pressão por parte do retalho. “Assim, automatizar o processo de classificação dos artigos tornou-se crucial tanto a nível de eficiência como de redução dos custos logísticos, principalmente em períodos de picos de vendas, como o Natal e Black Friday”, comenta o responsável.

Além de permitir o armazenamento temporário dinâmico de itens, o classificador de bolsas oferece suporte à gestão eficiente de devoluções com a redução de custos. Seguindo o lema “buffer storage, not re-storage”, os produtos mais vendidos e devolvidos pelos clientes podem ser prontamente recolhidos e temporariamente estacionados num sector de transição. Os itens já disponíveis no classificador de bolsas são posteriormente priorizados e evitam um novo procedimento de picking.

Este sistema destaca-se, ainda, pelas suas bolsas especiais de descarga rápida ou a capacidade de escolher entre diferentes métodos de classificação. “Graças à sua arquitectura modular e flexível, o sistema pode ser adaptado à procura crescente, aumentando a capacidade e o desempenho”, acrescenta.

Enquanto fornecedor de serviços completos, a Bowe Intralogistics disponibiliza, ainda, sistemas de transporte e tecnologia de transporte de materiais, soluções de picking e um conjunto de outras soluções de classificação e fornece soluções end-to-end de automação, cobrindo toda a cadeia de valor interna – da entrada de mercadorias à saída de mercadorias. Esta gama de equipamentos é complementada pelas soluções de software IoT da Bowe IQ, desde controlos de máquinas inteligentes a sistemas complexos de Warehouse Management e Warehouse Control Systems a soluções de entrega de última milha.

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OE22: AEP alerta para “ausência de medidas decisivas para apoiar as empresas”

“A melhor resposta que o Governo pode dar à actual crise é mitigar o mais possível a subida dos custos de produção das empresas, pois ainda vigora a flexibilidade europeia das regras das contas públicas e o BCE tem mecanismos para travar a subida das taxas de juro soberanas”, considera a AEP

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Recentemente anunciado, o Orçamento de Estado (OE) para 2022 não encontra eco nas Pequenas e Médias Empresas que não se revêm nas medidas apresentadas. Em comunicado a Associação Empresaria de Portugal (AEP) alerta para “ausência de medidas decisivas para apoiar as empresas e melhorar de forma duradoura a competitividade”, considerando, ainda, que a segunda proposta de OE é “um misto da primeira proposta − onde não havia qualquer foco no apoio ao potencial produtivo − com as recentes medidas apresentadas pelo Governo para mitigar a crise, que apesar de positivas, são tardias, insuficientes e apenas conjunturais”.

“Para a AEP continuam a faltar medidas decisivas para apoiar as empresas nesta difícil conjuntura e para melhorar de forma mais duradoura a sua competitividade”. Alguns aspectos como o regresso do lay-off simplificado e do banco de horas individual, suspensão do pagamento de moratórias e reorientação de verbas do PRR para os sectores mais afectados, assim como a redução significativa da carga fiscal, nomeadamente ao nível do IRC e impostos sobre energia, continuam a falhar nos apoios às empresas.

“A melhor resposta que o Governo pode dar à actual crise é mitigar o mais possível a subida dos custos de produção das empresas, mesmo que à custa de um défice público mais alto, pois ainda vigora a flexibilidade europeia das regras das contas públicas e o BCE tem mecanismos para travar a subida das taxas de juro soberanas”, considera a AEP.

Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP, reforça, também, a importância de melhorar aspectos da primeira proposta orçamental, em particular o Incentivo Fiscal à Recuperação, cujas exigências e limitações penalizadoras devem ser eliminadas. “Só desta forma se evitará uma escalada de falências e desemprego e uma potencial espiral inflacionista e de perda de poder de compra, que penalizaria o consumo e poderia mesmo levar a uma recessão”.

Sendo a melhor estratégia de resposta à crise a redução dos custos das empresas, a AEP considera fundamental que o Governo afaste totalmente ou adie várias propostas do seu programa que agravam fortemente a rigidez e os custos laborais, como é o caso de vários aspectos da Agenda do Trabalho Digno e outras propostas penalizadoras da competitividade, nomeadamente a subida do peso dos salários no PIB, que em 2021 estava já acima da UE, e a discussão extemporânea da semana de trabalho de quatro dias.

Estas medidas laborais são contraditórias face às recentes propostas de mitigação dos custos das empresas, que são incorporadas no Orçamento do Estado, sendo que a reduzida flexibilidade do trabalho outros dos aspectos penalizadores, considera a Associação. Por outro lado, aumentar os salários não será possível sem que sejam adoptadas medidas decisivas para aumentar a produtividade das empresas, onde Portugal compara mal no contexto da UE – o PIB por hora trabalhada em paridade de poderes de compra é de apenas 64,2% da média europeia, o terceiro valor mais baixo a nível europeu”, recorda o presidente da AEP. “O aumento da produtividade é crucial para elevar de forma sustentada o nível de vida e impedir que Portugal continue a cair para a cauda da Europa. Recorde-se que em 2021, foi já o sétimo mais baixo da União Europeia”, destaca.

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Export Home: Países que procuram visitar nova edição da feira aumentam 58% face a 2019

“Estamos expectantes com esta edição da feira, que marca o regresso ao seu formato presencial, e que espera mais de mil visitantes oriundos dos quatro cantos do mundo”, refere Amélia Estevão, directora de Marketing da Exponor

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Três décadas depois da sua primeira edição, a Export Home regressa à Exponor entre 21 a 24 de Abril 2022, para dar a conhecer as últimas novidades e tendências em mobiliário, iluminação e estofo. Sobre o tema “Reconnect”, a próxima edição da exposição vai centrar-se na resposta aos desafios da pandemia e do mercado. Outro aspecto a destacar é o grande interesse de compradores estrangeiros para participarem na feira que,  este ano, atingiu um valor record, com um aumento de 58% de países inscritos na feira face à sua última edição. A Export Home prepara-se, assim, para receber mais de mil profissionais provenientes de todos os continentes.

“Estamos expectantes com esta edição da feira, que marca o regresso ao seu formato presencial, e que espera mais de mil visitantes oriundos dos quatro cantos do mundo. Sentimos muito o impacto da crescente procura de compradores no mercado nacional e assistimos a um interesse e a uma valorização real no sector do mobiliário. Temos inscritos oriundos de países tão distintos como a África do Sul, a Argélia, Brasil, Estados Unidos da América, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Israel, Dinamarca, Turquia e mesmo a Austrália não fica de fora”, explica Amélia Estevão, directora de Marketing da Exponor.

Destaque, para o espaço “Talk The Future”, dedicado à descoberta, interação e (re)conexão entre profissionais do setor, com um programa rico e diversificado de workshops e conferências. Este programa reflete o propósito de promover o diálogo entre talentos estabelecidos e jovens designers, líderes da indústria e jornalistas.

Uma das inovações da nova edição da Export Home é uma área conceptual, com a curadoria do reconhecido designer de interiores e mobiliário Fabián Pellgrinet Conte, que recria várias propostas de espaços num exercício de pura criatividade e visão de tendências, que envolve o visitante e o instiga a conhecer, de forma diferenciadora, produtos e soluções de empresas portuguesas. O designer, servindo-se de várias marcas que estarão presentes no certame, desenvolverá conceitos para vários ambientes, dos quartos aos espaços lounge, incluindo diversas soluções de mobiliário, iluminação, têxtil e soluções de banho.

A apresentar algumas ofertas inovadoras que têm para hotelaria, estarão a exibir neste espaço empresas como a Fenabel, a Anaric, a Brifour, a Mercado da Madeira, o Atelier do Estofo, a Pombo, a Torneiras Roriz, a W7, a Banhoazis, a Vispring, a Metalurgica Recor, a New Terracota, a Elaston e a Pedro Tavares Têxteis.

Em simultâneo, decorre a IDF Spring – Feira de Design e Decoração, que se apresenta com quatro “espaços-tendência”, adaptados aos diferentes públicos, que juntam novas marcas àquelas que dão os primeiros passos no mercado. O espaço “Makers Showcase” surge do desafio lançado pela Exponor Exhibitions a marcas e designers para apresentarem os seus conceitos criativos, numa iniciativa que pretende destacar novas abordagens, mais contemporâneas e sustentáveis. Por outro lado, a feira apresenta o “Makers Spot” que, numa era marcada pela valorização do design de autor e da manufatura, pretende apoiar uma nova geração de criativos na consolidação dos seus contactos. Já a área “Pure Collection” resulta de um espaço colectivo de empresas de segmento médio-alto de cerâmica e têxteis-lar, que retrata a reinvenção de formas de exposição e apresentação de produtos. Por sua vez, o “Pure Edition” apresenta-se como um espaço de inspiração e negócio onde vão ser exibidas, em primeira mão, novas colecções de tecidos e revestimentos de decoração. Aqui, será desenvolvida uma instalação com tecidos de decoração recorrendo à técnica de moulage, num exercício de criatividade da autoria do estilista Eduardo Amorim, que permite conjugar os vários padrões, cores e texturas das colecções a apresentar durante o evento.

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Grupo Electrolux reduz em 78% as emissões de gases com efeito de estufa

Segundo o Relatório de Sustentabilidade de 2021, a redução das emissões apresentadas são comparativas a 2015 e, segundo a empresa revelam esta “está 4 anos à frente do seu plano, com uma meta de redução de 80% até 2025”

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No final de 2021, a Electrolux reduziu as emissões de gases com efeito de estufa (directas e indirectas) em 78% em relação a 2015, anunciou o Grupo. Isto significa que “a empresa está quatro anos à frente do seu plano, com uma meta de redução de 80% até 2025”, segundo o novo Relatório de Sustentabilidade do Grupo Electrolux referente a 2021, apresentado recentemente.

Outro dos destaques do relatório recai sobre as emissões de âmbito 3 do Grupo (quando os produtos estão em uso), que também diminuíram cerca de 20% em relação a 2015, o que coloca o Grupo Electrolux no caminho certo para cumprir a sua meta. O relatório abrange, ainda, os progressos da companhia no que se refere às suas metas de sustentabilidade, de acordo com o seu programa de sustentabilidade For the Better 2030.

“O programa de sustentabilidade orienta a nossa jornada no sentido de nos tornarmos numa melhor empresa, com melhores soluções e que procura construir uma vida melhor para todos, de forma que nos tornemos neutros em termos climáticos até 2050”, diz Jonas Samuelson, CEO do Grupo Electrolux. “O nosso foco e empenho colocaram-nos quatro anos à frente do objectivo de reduzir as nossas emissões de gases com efeito de estufa nas operações e continuaremos a caminhar nesta direcção, com base neste fantástico resultado”.

Durante o ano, o Grupo foi também reconhecido pela sua liderança em sustentabilidade com uma pontuação de prestígio atribuída pelas suas acções sobre o Clima e a Água, tendo sido considerado um líder de contratação de fornecedores pela CDP, uma entidade sem fins lucrativos.

“Estamos particularmente orgulhosos dos progressos que fizemos em 2021 em direção ao nosso objetivo de base científica e do reconhecimento da liderança que recebemos da CDP”, diz Vanessa Butani, VP Group Sustainability. “Além disso, o nosso trabalho com uma perspectiva de futuro mais aproximada dos jovens foi muito importante, uma vez que contribuirá para moldar a nossa abordagem de inovação sustentável nos próximos anos, de modo a satisfazer as necessidades das gerações futuras”.

Neste sentido, o Grupo realizou, em 2021, um inquérito a aproximadamente 14 mil jovens de 13 países distintos, para conhecer as suas perspectivas e preocupações para o futuro nos temas-chave da alimentação, cuidados com a roupa e bem-estar em casa. O Relatório dos Produtores de Mudança permitiu identificar um elevado número de preocupações para o futuro entre os jovens, resultando também numa profunda compreensão dos desafios enfrentados pela sociedade e na convicção de que as novas gerações podem fazer parte da solução.

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Cleanwatts lança “Clean Talks”

Empresa vai organizar duas sessões por mês para ligar os cerca de 70 colaboradores espalhados pelo mundo, estando ainda previsto abrir este espaço ao público

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A tecnológica portuguesa Cleanwatts e responsável pela implementação da primeira CER em Portugal, está a organizar uma série de sessões internas de partilha de conhecimento, aberta a todos os funcionários e em formato online, as Clean Talks. “A ideia é aproveitar as diversas áreas de conhecimento que há dentro da Cleanwatts e partilhar esse activo entre todos”, explica Luísa Matos, cofundadora responsável pelas áreas da inovação e das operações da empresa.

“Depois da pandemia, todos nós sentimos uma necessidade ainda maior de partilha. O teletrabalho tem várias vantagens, mas é preciso continuar a encontrar espaço, tempo e lugar para partilhar conhecimento e experiências de forma descontraída entre as equipas. E é isso que nos propomos a fazer e a fomentar com as Clean Talks”, explica a CIO/COO, acrescentando: “Já somos uma equipa de quase sete dezenas de pessoas, de variadíssimas áreas de actividade e conhecimento, o que para além de melhorar muito o trabalho do dia-a-dia, também permite uma troca de aprendizagens, boas práticas e a discussão aberta de novas ideias que muito nos podem enriquecer pessoalmente e profissionalmente”.

As Clean Talks irão ocorrer em duas sessões por mês, com temas variados e com espaço para perguntas, dúvidas e troca de ideias. “E não há um modelo fechado”, garante Luísa Matos. “A ideia é que as sessões evoluam com os contributos de todos”. Para já, as sessões são online, mas a empresa espera que, com o tempo, seja possível passar ao modelo presencial ou misto. A primeira sessão esteve a cargo do CEO da empresa, Michael Pinto, que, com mais de vinte anos de experiência como executivo, partilhou “exemplos e boas práticas na configuração de OKRs”. Embora as Clean Talks tenham sido pensadas numa lógica interna, o objectivo é abri-las à comunidade. “Não queremos que as sessões aconteçam em circuito fechado, o nosso objectivo é trazer convidados de fora, de outras organizações e de outras áreas de actividade, que possam vir cá dentro, partilhar experiências e conhecimentos connosco”. “Quanto mais holística, melhor será a partilha e é esse o nosso objectivo”, conclui a responsável.

A Cleanwatts foi fundada em 2020 com a missão de “simplificar, amplificar e acelerar a descarbonização energética para empresas e comunidades em todo o mundo”. Para isso, assenta a sua oferta nas plataformas avançadas de gestão de energia e know-how da Virtual Power Solutions, agora uma subsidiária dedicada à área de Digital Services. Para isso, a empresa fornece soluções “chave na mão” às empresas e comunidades que procuram energia verde e económica.

 

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LG lança “Future Home Global Innovation Challenge”

Em parceria com o Wolves Summit, a empresa lança concurso para encontrar tecnologias e soluções inovadoras para uma vida melhor em casa

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A LG Electronics vai realizar em Varsóvia, na Polónia, o LG Future Home Global Innovation Challenge. O evento, que irá decorrer no âmbito do Alpha Wolves Summit, é orientado para start-ups e empresas de rápido crescimento e visa procurar inovações e soluções para uma vida em casa mais conveniente, conectada e saudável.

O Alpha Wolves Summit é um evento especial, que se realizou no dias 7 e 8 de abril, organizado pelo Wolves Summit, uma plataforma híbrida para investidores e empresas de tecnologia da Europa Central e Oriental que procura conectar players estabelecidos da indústria de tech com gestores de fundos e novos e promissores projectos. A LG e o Wolves Summit têm trabalhado em estreita colaboração enquanto parceiros no LG Future Home Global Innovation Challenge.

As inscrições no LG Future Home Global Innovation Challenge devem concentrar-se em soluções relacionadas com uma de quatro categorias: New Features, Accessories or Services for LG Upgradeable Appliances; Home Appliances Reflecting New Lifestyle Trends; New Innovations in Home Appliance Materials, Components and Control; e Future Transformation of Home Appliances.

Esperando atrair um interesse global, o desafio pede aos participantes para enviarem “as suas melhores ideias” relativas a inovações com a capacidade de melhorar a qualidade de vida e experiências de utilização em casa. Os vencedores terão depois oportunidade de trabalhar com a LG Future Home, a nova unidade dedicada a ventures da empresa, e receberão recursos e financiamento para ajudar a desenvolver os seus conceitos e elevar os seus negócios a um novo estágio. Os 10 finalistas serão convidados a fazer uma apresentação na principal conferência anual do Wolves Summit, que se irá de 24 a 27 de Maio em Varsóvia.

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OLI equipa “casa mais sustentável” de Espanha

A Casa Sophia, com 260 m2, distribuídos por dois pisos, conta com autoclismos hidricamente eficientes OLI74 Plus, placas de comando “Trumpet”, desenhada por Siza Vieira, “Less is More”, da autoria do arquitecto Alessio Pinto e a mais premiada Globe e Oceania

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Considera “a casa mais sustentável de Espanha”, vai contar com equipamentos da OLI para equipar os seus espaços de banho. Neste projecto de construção, de referência internacional, a marca portuguesa, apresenta um conjunto de produtos com uma “constelação de estrelas”.

Os autoclismos hidricamente eficientes OLI74 Plus, com dupla entrada de água potável e água não potável reciclada, permitem, por exemplo, utilizar as águas pluviais da cobertura da casa para as descargas do autoclismo em substituição da água potável. Adicionalmente, a abertura retardada do reservatório da água do autoclismo, graças à torneira Plus, assegura uma poupança adicional do consumo hídrico.

À sustentabilidade junta-se o design das placas de comando “Trumpet”, desenhada pelo arquitecto Álvaro Siza Vieira, “Less is More”, da autoria do arquitecto italiano Alessio Pinto e a mais premiada internacionalmente, Globe e Oceania.

O nome Sophia (que em grego significa sabedoria) dá nome a esta casa que se apresenta como “plena de sabedoria”, porque foi pensada e desenvolvida com os pressupostos da bioconstrução, da máxima eficiência energética e hídrica e da preservação da saúde daqueles que a habitam.

A Casa Sophia é uma casa de 260 m2, distribuídos por dois pisos, que se assume como um laboratório de trabalho e de investigação. Aqui são mostrados os sistemas e os materiais utilizados que possibilitam a construção mais sustentável da Europa.

“A escolha das soluções de banho da OLI para este projecto de construção de referência europeu é o reconhecimento da sua estratégia de inovação, orientada para a criação de uma casa de banho hidricamente eficiente, confortável e segura para todos, e da sua aposta no design de autor, desenvolvida através de parcerias com arquitectos e designers de renome mundial”, afirma António Ricardo Oliveira, administrador da OLI.

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Remax: Volume de transacções de prédios aumentou 38,1% em 2021

Transacções corresponderam a um volume de preços na ordem dos 175 M€, que, na sua maioria teriam como objectivo a reabilitação dos imóveis, segundo a imobiliária

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Em 2021, a Remax foi responsável por um total de 634 transacções imobiliárias, mais 38,1% que em 2020, correspondendo a uma média de 52,8 transacções por mês. O valor médio por prédio fixou-se nos 515 mil euros, a que corresponde um volume de preços na ordem dos 175 milhões de euros, e, de acordo com a empresa, e grande parte destas transacções teriam como objectivo a reabilitação dos imóveis.

Os dados agora revelados indicam que a maioria dos prédios comercializados destina-se a reabilitação, contribuindo, neste sentido, para a revitalização de várias áreas urbanas subvalorizadas e para um consequente desenvolvimento sustentável do mercado habitacional.

“O segmento da reabilitação urbana tem revelado bons índices de crescimento e existe um enorme potencial de desenvolvimento, por via de um relativo atraso acumulado ao longo de décadas. Os municípios devem assumir que algumas da suas áreas carecem de uma intervenção mais profunda, de uma forma integrada e articulada, com o objectivo não apenas de reabilitar edifícios, mas também o requalificar todo o seu tecido urbano. O segmento habitacional será, logicamente, sempre o de maior interesse, pelo facto de ser o mais urgente para a retenção das populações e o que apresenta um retorno mais rápido do investimento”, explica Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal.

A responsável sublinha que “no último ano, a rede RE/MAX registou um crescimento significativo na venda de prédios, com estes primeiros meses do ano a reflectirem a mesma trajectória de crescimento, reflexo de vários factores, como o aumento da dimensão orgânica da rede, o crescimento do dinamismo do mercado imobiliário e, claro, um aumento dos investidores internacionais, após um ano de 2020 pautado por uma certa estagnação causada pela pandemia”.

Dos compradores, a grande maioria são nacionais (84,5%), com o distrito de Lisboa a ser o mais representativo. Nos dois primeiros meses de 2022, a rede vendeu já o dobro dos prédios comercializadas em igual período de 2021, o que revela uma tendência de crescimento.

Dos compradores nacionais, a maior percentagem de transacções em 2021 verificou-se no distrito de Lisboa. Já os distritos de Setúbal e Porto assumem a 2ª e 3ª posição, representando cerca de 15,8% e 10,7%, respectivamente, a nível nacional. Não obstante, há também registo de prédios comprados em vários outros distritos como são o caso de Coimbra (7,3%), Leiria (5,2%), Castelo Branco (4,1%), entre outros. Realçar que nos primeiros dois meses de 2022, o distrito de Leiria tem ganho importância, já ultrapassando, neste período, o de Coimbra.

Ao nível dos compradores internacionais, o destaque em termos do número de imóveis vai para a nacionalidade chinesa (1,9%), seguindo-se a francesa (1,7%), alemã (1,6%), brasileira (1,4%), inglesa (1,3%) e norte-americana (1,2%). Outro dado a reter foi o facto de o segmento ter contado com intervenção de mais de 30 nacionalidades, oriundas dos cinco continentes

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Reynaers Aluminium abre novas portas em Pombal e Lisboa

Ambos os espaços destinam-se “a apresentar soluções técnicas para janelas, portas e fachadas, e permitem experimentar, e sentir, a qualidade, robustez e cuidado com os detalhes de cada solução”

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A Reynaers Aluminium renovou os seus showrooms de Pombal e Lisboa. Uma necessidade que surge “na sequência de uma afirmação cada vez maior da marca no mercado português, onde está desde 2008, enquanto especialista no desenvolvimento de soluções sustentáveis em alumínio para a arquitectura”, como explica a empresa em comunicado.

Ambos os espaços destinam-se “a apresentar soluções técnicas para janelas, portas e fachadas, e permitem experimentar, e sentir, a qualidade, robustez e cuidado com os detalhes de cada solução”.

É em Pombal que se encontra a sede da Reynaers Aluminium e, como tal, é aqui que o showroom assume a sua máxima expressão. Pré-inaugurado em Novembro de 2021, este espaço estende-se por uma área aproximada de 265 m2, a pensar sobretudo nos instaladores, parceiros Reynaers Aluminium, e, também, em todos os intervenientes de um projecto, seja o dono de obra, o arquitecto ou o construtor. Aqui, encontra-se tudo sobre o universo Reynaers Aluminium, quer seja sobre a história da empresa, os factos da matéria-prima, as gamas de produto e soluções técnicas, bem como os serviços disponibilizados aos profissionais do sector.

Sendo especialistas em soluções de alumínio, neste local é ppossível conhecer um pouco mais sobre a matéria-prima: o alumínio. Desde a matéria orgânica – verdadeiramente sustentável – ao produto final, é possível descobrir o que é a alumina, a bauxite, o bilete, a matriz, a bitola, o pó de lacagem e entender melhor todo o processo, nomeadamente as suas vantagens no que diz respeito à economia circular, à durabilidade e à capacidade de ser reciclado a 100%.

Por último, e fazendo jus ao nome, o novo showroom é, naturalmente, o espaço dedicado a apresentar janelas, portas e fachadas em alumínio e aço. Nessa medida, os visitantes podem aqui conhecer todas as soluções Reynaers e Forster, concebidas para proporcionar uma vida com todo o conforto e qualidade.

Com dezenas de amostras diferentes, na Parede de Cores é possível ver, tocar e comparar inúmeras variantes, dos lacados mate e brilho, aos texturados e metalizados, passando pelos lacados anódicos, clássicos efeitos madeira ou anodizados.

As novas tecnologias ficam dentro de portas neste showroom. Como tal, o que não se consegue ver ou tocar, consegue-se simular como realidade. Como? Através do sistema HTC Vive, que funciona como uma pequena amostra “portátil” da tecnologia de ponta que a empresa coloca ao serviço de todos os seus parceiros na Sala AVALON do Reynaers Campus, em Duffel (Bélgica). Através desta tecnologia, é possível utilizar a Realidade Virtual como um sistema de prototipagem rápida, explorando os projetos desde o seu interior, ainda em fase de desenho.

Resultante de uma parceria com a Genievision, é possível, ainda, explorar o plano virtual sobre o espaço concreto. O software de Realidade Aumentada da Genievision introduz no local objectos virtuais com os quais é possível interagir, permitindo confirmar que o que está previsto em projecto, está correcto em obra, assinalando disfuncionamento, se for o caso.

O showroom de Pombal reflecte, ainda, a sua forte ligação à comunidade, no que diz respeito à formação, através de uma colaboração próxima com a ETAP – Escola Tecnológica, Artística e Profissional de Pombal.

Já em Lisboa, mais do que uma renovação do espaço, há mesmo a mudança de morada. Situado igualmente no Parque das Nações junto à Marina, muito próximo do anterior, o Espaço Reynaers Lisboa tem agora praticamente 100 m2. Aqui não faltam as soluções mais recentes e actuais, como o SP 68, o MasterLine 8 com folha oculta, as pivotantes MasterLine 8, o precursor do mercado SlimLine 38 ou o sistema em harmónio CF 77. Também foi Lisboa que recebeu o Paralline, que se encontra a revestir uma parede do espaço.

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Casa Peixoto inaugura nova loja no Porto

Com uma área comercial superior a 8 mil m2, “o espaço foi projectado para proporcionar uma nova experiência ao consumidor e pretende destacar-se como um local de referência”

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A Casa Peixoto, empresa nacional de comércio de materiais de construção e decoração inaugurou a sua nova loja no Porto. Em Paranhos, na estrada da Circunvalação, próximo ao Lidl, no Porto, foi o local escolhido para acolher a maior loja da Casa Peixoto no país

Com mais de quatro décadas de existência, a Casa Peixoto apresenta agora um conceito inovador e uma nova estética. Apresentando uma área comercial superior a 8 mil metros quadrados, a nova loja representa o maior desafio da marca, desde a abertura da loja de Aveiro. “O espaço foi projectado para proporcionar uma nova experiência ao consumidor e pretende destacar-se como um local de referência na apresentação das últimas tendências de decoração e materiais de construção”, refere a marca em comunicado.

Com um conceito de estética diferenciado, semelhante a uma galeria de arte, são apresentados milhares de produtos expostos em áreas amplas e organizadas, no qual se destacam marcas nacionais premium, entre muitas outras seleccionadas pela sua qualidade, selecção de matérias-primas e produção, seguindo os mais importantes critérios de sustentabilidade.

Com uma forte aposta num serviço altamente personalizado, assegurado por profissionais com um know how especializado, a nova Casa Peixoto vende projectos à medida na área das cozinhas, casas de banho, climatização e iluminação, entre outros. Além disso, inclui uma oferta abrangente de materiais de construção inovadores e artigos de decoração dispostos em dezenas de ambientes diferentes que dão resposta às necessidades dos profissionais destes setores (arquitectos, empreiteiros, donos de obra, entre outros,) bem como do público em geral.

Este investimento enquadra-se na estratégia de expansão das lojas físicas da Casa Peixoto a nível nacional. Recorde-se que em 2021, a empresa abriu uma loja em Aveiro e um segundo centro de logística em Portugal, realizando um volume de investimento de aproximadamente 10 milhões de euros nestes projectos. O plano de expansão da Casa Peixoto para Portugal contempla ainda a abertura de uma nova loja na zona oriental de Lisboa, um projecto em que a Casa Peixoto já está a trabalhar.

Actualmente, a empresa conta com seis lojas físicas nas cidades de Viana do Castelo, Braga, Guimarães, Porto, Aveiro e Lisboa, além de um representante em Paris, assim como presença online.

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Volume de Fusões e Aquisições regista diminuição de 20% no primeiro trimestre de 2022

O mercado transaccional português registou no primeiro trimestre de 2022, 98 operações com valor total de 977 milhões de euros. Estes números representam uma diminuição de 20% no número de transacções em comparação ao mesmo período de 2021, bem como uma queda de 74% do capital mobilizado

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O mercado transaccional português registou no primeiro trimestre de 2022, 98 operações com valor total de 977 milhões de euros, no qual 43% do total das transacções possuem os valores revelados, de acordo com o mais recente relatório do Transactional Track Record em colaboração com o Intralinks.

Estes números representam uma diminuição de 20% no número de transacções em comparação ao mesmo período de 2021, bem como uma queda de 74% do capital mobilizado. Em termos sectoriais, o sector de Real Estate foi o mais activo no primeiro trimestre, com 25 transacções, seguido pelo sector de Business & Professional Support Services, com 10 operações.

No âmbito Cross-Border, quanto à número de transacções, a Espanha foi o país que mais investiu em Portugal no período, contabilizando 10 transacções. Em segundo lugar está os Estados Unidos com oito operações. Em sentido inverso, as empresas portuguesas escolheram a Itália e a França como principal destino de investimento, com três e duas transacções, respectivamente.

As empresas norte-americanas diminuíram em 11% suas aquisições no mercado português, no primeiro trimestre de 2022. As aquisições estrangeiras no sector de Tecnologia e Internet diminuíram 25% em comparação ao mesmo período de 2021.

Em relação aos fundos estrangeiros de Private Equity e Venture Capital que investem em empresas portuguesas, houve uma diminuição de 60% no período.

Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions
No primeiro trimestre foram contabilizadas quatro transacções Private Equity com um total de 26 milhões de euros. Tendo-se registado uma diminuição de 42% no número de operações em comparação ao mesmo período de 2021.
Em Venture Capital, foram realizadas 15 rodadas de investimentos com um total de 70 milhões de euros, representando uma diminuição de 42% no número de transacções. No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 29 transacções com um valor de 400 milhões de euros, representando uma queda de 17% no número de operações.

Transacção do trimestre
A transacção destacada pelo TTR no primeiro trimestre de 2022 foi a conclusão da venda pela Atlantia, de participação de 17,21% na Lusoponte, para a VINCI Highways e Lineas – Concessões de Transportes, subsidiária da Mota-Engil. O valor da transacção é de 55,70 milhões de euros. A operação contou com a assessoria jurídica dos escritórios Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados; Sérvulo & Associados e CS’Associados; e VdA – Vieira de Almeida.

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