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    Homing Group reforça “proximidade com os clientes”

    “Tratamos de tudo” e as três palavras chaves de negócio do Grupo, “compre, venda e rentabilize” foram o mote da activação de marca que teve como objectivo “dar notoriedade à marca e despertar a curiosidade de potenciais clientes”

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    “Tratamos de tudo” e as três palavras chaves de negócio do Grupo, “compre, venda e rentabilize” foram o mote da activação de marca que teve como objectivo “dar notoriedade à marca e despertar a curiosidade de potenciais clientes”

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    A Homing Group, empresa especializada em Alojamento Local e de Mediação Imobiliária, saiu à rua numa iniciativa que visou “reforçar a proximidade com os clientes”. Desta forma, os consultores de Lisboa e do Porto, distribuíram brindes e sacos de pano aos proprietários das regiões. “Tratamos de tudo” e as três palavras chaves de negócio do Grupo, “compre, venda e rentabilize” foram o mote da activação de marca que teve como objectivo dar “notoriedade à marca e despertar a curiosidade de potenciais clientes”.

    Actualmente com quatro lojas, 250 propriedades para Alojamento Local e mais de 50 colaboradores, a Homing Group é composta por três marcas – Homing Short Term Rental, Homing Real Estate e Facility Care – que diversificam a sua oferta e rentabilizam a sua rede de contactos.

    João Boulou Vieira, CEO do Grupo Homing afirma que “consideramos a proximidade com o cliente um dos factores mais relevantes como sinónimo de confiança e credibilidade, por isso, vimos nos sacos a oportunidade de oferecer algo nesta quadra natalícia que fosse útil, suprisse uma necessidade e pudesse continuar com as pessoas mais do que uma vez e no seu futuro. Criando assim a relação de proximidade que procuramos com todas as acções que fazemos”

    Criada em 2016 e com capitais 100% portugueses, a sua “missão” assenta na “gestão e mediação de património imobiliário, de forma profissional e transparente e em garantir a confiança dos clientes”. Especializada em Alojamento Local de curta e média duração, encerrou o ano fiscal com mais de 250 unidades e, recentemente, apostou na mediação em compra e venda de imobiliário.

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    limehome entra em Portugal e quer chegar às 500 unidades no Porto

    A actividade em Portugal arranca com 48 apartamentos, no Porto e em Évora, mas o objectivo é alcançar rapidamente as 500 unidades no Porto e expandir para o resto do país. No primeiro trimestre do ano a carteira europeia da operadora de apartamentos turísticos ascendeu a 800 unidades

    A limehome, operadora de apartamentos turísticos na Europa, anuncia a sua actividade em Portugal com cinco propriedades no Porto e em Évora, numa oferta total de 48 apartamentos. “Continuamos em busca de parceiros, tal como de novas propriedades em Portugal e, especificamente, na área metropolitana do Porto. Prosseguimos o ambicioso objectivo de alcançar rapidamente as 500 unidades aqui e queremos crescer no país”, refere Xulio Rey, responsável pela expansão da limehome em Portugal e Espanha. “Com a maior popularidade de alojamentos alternativos à oferta hoteleira tradicional, há um aumento da procura por este tipo de estadia, especialmente por quem prefere uma experiência mais autêntica e local.”, sublinhou o responsável.

    No Porto uma majestosa casa tipicamente portuguesa, no nº 204 da Rua de Dom Manuel II, integra 8 unidades numa localização estratégica, a poucos minutos a pé do centro histórico da cidade. A renovação do edifício foi meticulosamente coordenada para manter elementos arquitectónicos distintivos, como tectos e janelas, preservando a sua essência, ao mesmo tempo que oferece todo o conforto de um apartamento contemporâneo. A Limehome está, também, na Rua Conceição 55, com um total de 17 apartamentos.

    A sul estão contratadas três novas propriedades em Évora, num total de 23 unidades. Dois destes projectos têm lugar na Rua de Machede, e o terceiro é no Largo dos Penedos.

    A nível internacional, a limehome aumentou a sua carteira em quase 14% no primeiro trimestre de 2024. No final de Março, a empresa tinha assinado contratos relativos a um total de 800 novos apartamentos, elevando assim a sua carteira europeia a ultrapassar os 6.800 apartamentos. Além de Portugal, a maioria dos novos contratos de arrendamento estão em Espanha, Áustria e Itália.

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    “Food Halls”: tendência mantém-se firme em toda a Europa

    Relatório da Cushman & Wakefield destaca o crescimento do subsector de Alimentação e Bebidas e a expansão que os mercados de restauração (“food halls”) estão a ter um pouco por toda a Europa, Portugal incluído 

    O número de mercados de restauração (food halls, no seu termo em inglês) na Europa aumentou quase 50% nos últimos sete anos, estando actualmente abertos 133 espaços deste género e pelo menos nove deverão abrir em breve, de acordo com o último relatório da Cushman & Wakefield (C&W) sobre os Food Halls na Europa

    O total actual representa um aumento em relação aos 90 espaços abertos ou em desenvolvimento em 2017, altura em que a empresa de serviços imobiliários, que prestou consultoria em mais de 1100 negócios no sector da alimentação e bebidas (F&B) na Europa nos últimos três anos, produziu pela primeira vez o seu estudo aprofundado sobre o subsector. Na altura, os mercados de restauração, que ofereciam comida e bebida autênticas, diversificadas e preparadas na hora, num ambiente comum, estavam a ganhar popularidade junto de uma geração mais jovem que procurava experiências únicas e esperava-se que o crescimento continuasse.

    Apesar dos confinamentos provocados pela pandemia e dos aumentos de custos imprevistos que obrigaram ao encerramento de alguns food halls, a tendência geral tem sido a adaptabilidade e o crescimento. O conceito tem vindo a ganhar força no Reino Unido e em França, onde 42 e 20 food halls, respectivamente, estão abertos/previstos, e entrou em novos países, incluindo a Bélgica (4), a República Checa e a Irlanda.

    Com algumas excepções, em que os proprietários lidam directamente com os comerciantes de produtos alimentares, a maioria dos food halls envolvem um operador que arrenda o espaço a um proprietário, normalmente por 10-15 anos. O operador é então responsável: pelo arrendamento aos comerciantes de produtos alimentares; pelos espaços de bar, de convívio e de lazer; pelos serviços de gestão, como a segurança e a limpeza; e pela criação da identidade do food hall. Para além disso, existem numa grande variedade de tamanhos – de 300 m2 a 10.000 m2 – e localizações.

    Catherine Stevenson, da equipa EMEA Cross Border Retail & Leisure da Cushman & Wakefield e coautora do relatório, afirmou: “Um food hall de sucesso é, naturalmente, aquele em que a qualidade da comida é uma prioridade. Os melhores aproveitam também as características únicas da história, da arquitectura e da cultura do seu local. Esta autenticidade transforma uma área de restauração de um local num ponto de referência, atraindo visitantes e desempenhando um papel fundamental na construção de um local. Isto é mais evidente no Time Out Market Lisboa, que se tornou uma das atracções mais populares e frequentemente visitadas em Portugal, transcendendo o seu papel de local para comer para um destino internacionalmente significativo que atrai visitantes de todo o mundo.”

    O relatório destaca vários temas-chave que a Cushman & Wakefield espera que influenciem o crescimento dos mercados de restauração nos próximos anos. Entre estes o crescimento do modelos multiusos, com oferta diversificada de actividades culturais, eventos ou actividades empresariais, novos formatos “é provável que estes formatos incluam locais de centros de transporte, oferecendo uma maior escolha e experiência aos viajantes, e versões mais pequenas em locais de bairro. A localização é fundamental, sendo necessária uma afluência suficiente de pessoas para apoiar as refeições durante todo o dia, sete dias por semana”, refere a consultora. A reconversão de uma antiga estação ferroviária em Nice que foi transformada num pavilhão alimentar com 2 400 m2 é um exemplo de reaproveitamento de edifícios. O efeito “regenerador” destes projectos é a terceira tendência identificada pela Cushman & Wakefield que dá ainda como exemplo o Cambridge Street Collective que inaugurou recentemente em Sheffield como o maior food hall construído para o efeito na Europa, com 2 500 m2, no âmbito de um projecto financiado pela autarquia e centrado na comunidade da cidade.

    “Os mercados de restauração continuam a ser o melhor local para se ir sem fazer reserva, com a garantia de qualidade e diversidade. Embora a comida continue a ser o centro das atenções, existe um interesse crescente nestes espaços como um destino de lazer para clientes de várias nacionalidades. Com o aumento dos custos, os mercados de restauração / food halls evoluíram para se tornarem centros sociais, fomentando um ambiente que incentiva o convívio e conexões significativas”, sublinha Sandra Belo, Associate de Retalho na Cushman & Wakefield, Portugal.

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    Lumare

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    Fercopor lança segundo projecto de luxo em Vilamoura

    O novo empreendimento Lumare conta com 62 apartamentos, com tipologias de T1 a T4 Penthouse, com assinatura do arquitecto João Vieira, do Studio JV

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    Menos de um ano depois do lançamento do projeto Serenity, a promotora imobiliária Fercopor reforça a aposta em Vilamoura no segmento da habitação de luxo. O novo empreendimento Lumare conta com 62 apartamentos T1 a T4 Penthouse, com assinatura do arquitecto João Vieira. No conjunto dos dois empreendimentos, a promotora prevê um investimento de 100 milhões de euros.

    “O mercado imobiliário do Algarve sempre foi dinâmico, mas sente-se uma crescente procura nacional e internacional por projectos de habitação, em que os critérios são diferentes, como o conforto ou a dimensão das áreas. Por isso, a nossa aposta tem sido de criar empreendimentos para quem procura residir ou passar longas temporadas nesta região, um perfil diferenciado no Algarve e em que vemos enorme potencial de crescimento”, afirma Mário Almeida, administrador da Fercopor.

    O novo projecto contempla quatro edifícios, onde se destacam as seis penthouses (duas T4 e quatro T3). Identificadas como Sky Residences, todas têm um amplo terraço e piscina com vista para o mar, em áreas exteriores que chegam aos 358 metros quadrados (m2). Os interiores são também os maiores de todo o empreendimento, chegando aos 195 m2.

    O projecto conta ainda com outros dois conceitos de habitação distintos: as Garden Residences, com jardins privativos no apartamento e as Essence Residences, que reforçam a tónica na dimensão dos espaços interiores e exteriores.

    Em comum, todas as fracções seguem características consideradas “chave” no perfil de habitação desenvolvido pela Fercopor em todos os seus projectos: áreas generosas, acabamentos de qualidade superior e ainda uma forte ligação entre o interior e exterior, que ganhou especial relevância numa região onde o sol e o mar marcam a paisagem.

    “A disposição em diferentes layers proporciona uma variedade de espaços, como terraços e saliências, oferecendo diversas experiências de luz e sombra, garantindo áreas tanto de privacidade quanto de exposição e vista”, explica o João Vieira, responsável pelo projecto.

    “Como resultado, as variações nas tipologias dos apartamentos em cada piso conferem ao edifício uma identidade única”, acrescenta o responsável do Studio JV, que fez valer neste projecto a sua experiência de mais de 20 anos e com projectos na Europa, América do Norte e América do Sul.

    Todas as fracções têm igualmente acesso exclusivo a um leque de comodidades, incluindo sala de massagem, sauna, ginásio e lounge. Do total de 7.794 m2 de terreno, mais de 30% são dedicados a espaços verdes do condomínio, onde se destaca o jardim central com piscina exterior que unifica todos os edifícios.

    O desenvolvimento do Lumare envolveu, por isso, um cuidadoso trabalho de arquitetura paisagista, a cargo do portuense Oh!Land Studio, que assumiu como prioridade a diversidade ecológica e climática, traduzida através da vegetação.

    Ainda este ano, a Fercopor prevê lançar mais dois novos projectos no Norte do Pais: um na Avenida da Boavista, junto ao Parque da Cidade do Porto, e outro em Vila do Conde. Actualmente, encontra-se em fase de construção dos empreendimentos Enlight, Pure e Prisma, na Boavista e o projecto Casa Verde, em Vila do Conde.

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    Bellevue

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    RE Capital inicia comercialização do Bellevue em Cascais

    Promovido pela RE Capital e pelo Grupo Santo, o Bellevue tem conclusão prevista para o primeiro semestre de 2026

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    A empresa RE Capital anuncia o início da comercialização do projecto residencial de luxo Bellevue, em Cascais. O projecto, promovido pela RE Capital e pelo Grupo Santo, entrou já na fase de construção, tendo conclusão prevista para o primeiro semestre de 2026. Com um investimento estimado de 27 milhões de euros, o Bellevue contará com 14 apartamentos.

    Com um traço cosmopolita, o Bellevue já é o segundo projecto da RE Capital com assinatura de arquitectura do atelier ARX Portugal – Arquitectos, que encontrou aqui a oportunidade de criar um condomínio exclusivo de raiz numa localização única. “Inspirado pela vista para o oceano e iluminado por uma exposição solar única, o empreendimento beneficia ainda da localização numa zona residencial seleccionada, composta maioritariamente por condomínios com parque privativo e algumas moradias isoladas com jardins privativos”, indicam os arquitectos.

    Também ao nível de design de interiores, o Bellevue trará a este condomínio de luxo uma “visão sofisticada e exclusive” do espaço como refere Nicola Vaughan Scott, head of Interior Design da RE Capital. “De destacar os acabamentos de máxima qualidade e elementos de design premium como por exemplo as cozinhas profundamente pensadas ao detalhe com assinatura da Poliform, o projecto de iluminação desenhado exclusivamente para o empreendimento, permitindo a melhor dinâmica de iluminação em cada espaço dos apartamentos ou a exaustiva e cuidadosa selecção de materiais e acabamentos, resultando numa harmoniosa relação entre elementos, materialidades e cor”, refere.

    O projecto oferece três conceitos distintos de apartamentos: Garden, Terrace e Penthouse, distribuídos por dois blocos de sete apartamentos cada um, com tipologias que variam do T2 ao T4, com áreas privativas interiores entre 147 metros quadrados (m2)  a 230m2 e todos com “amplas” varandas. Além disso, cada edifício reserva, ainda, os dois últimos pisos para uma magnifica Penthouse, em tipologias T3 duplex e T4 duplex (com áreas totais entre 486 m2 e 604 m2), onde se destaca a vista panorâmica de mar, rooftop e piscina privativos, bem como diversas zonas exteriores com amplos terraços.

    Todos os quartos do Bellevue são em suite para um maior conforto e, no espaço exterior, os residentes dispõem de uma piscina panorâmica e de um jardim de condomínio com a melhor exposição solar. Está também equipado com um ginásio, sauna e salas de massagens exclusivas do condomínio, bem como uma sala multifuncional que beneficia de apoio para food & beverage. O pack de serviços de condomínio propõe ainda Segurança 24/7 e serviço de Concierge a la carte.

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    Avenue investe 150 M€ em novo projecto no Porto

    Com traço da OODA, este condomínio privado distingue-se pelas suas soluções inovadoras, que unem tecnologia e sustentabilidade. A comercialização está a cargo, em-exclusividade pelas consultoras JLL, Luximos Christie’s e Savills/Predibisa

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    Com um investimento de 150 milhões, o Fernão Magalhães 127 conta com aproximadamente 49 mil metros quadrados (m2) de área residencial, comercial e de escritórios, e vem contribuir para a revitalização de uma zona nobre da Invicta. Os espaços já estão a ser comercializados, em co-exclusivo pelas consultoras JLL, Luximos Christie’s e Savills/Predibisa.

    Este novo condomínio privado, promovido pela Avenue, distingue-se pela implementação de soluções inovadoras, que unem tecnologia e sustentabilidade.

    “É um projecto” mixed use”, com principal foco na habitação, que vai não apenas requalificar uma importante área urbana, mas também reforçar o investimento da Avenue no Porto. É um empreendimento que reflecte o nosso compromisso com a cidade e com o bem-estar da comunidade local”, afirma Aniceto Viegas, CEO da AVENUE.

    O projecto residencial conta com 334 apartamentos, com tipologias T0 a T3+1, distribuídos por quatro edifícios autónomos entre si e com entradas independentes.

    Os apartamentos, com áreas entre os 35m2 e os 144m2, foram concebidos pela OODA. Cada espaço privilegia a elegância, o conforto e a maximização das tipologias, tornando-as verdadeiramente funcionais. Nos pisos superiores, as varandas e os terraços do Fernão Magalhães 127, têm uma vista desafogada 360º: mar, rio, serra e cidade.

    Os acabamentos, materiais e equipamentos são de qualidade superior, com destaque para marcas nacionais e para a eficiência ambiental, energética e ambiental.

    Está prevista a instalação de painéis fotovoltaicos para a produção de energia eléctrica e todos os apartamentos têm estacionamento privativo coberto, com pré-instalação para carregamento de veículos elétricos e parqueamento de bicicletas.

    Além de estar dotado de soluções técnicas que facilitam o dia a dia dos seus residentes, desde os acessos às instalações, à gestão dos equipamentos dentro de casa, o empreendimento está preparado para responder de forma activa aos desafios no âmbito da sustentabilidade ao integrar a certificação AQUA+ para todas as fracções, certificação energética A e a certificação Wired Score para uma conectividade digital mais rápida.

    O Fernão Magalhães 127 dispõe, ainda, zonas de co-working; espaços verdes com jardins e hortas urbanas, ginásio, pista de corrida, campo de Padel, sala de jogos e uma sala de condomínio e eventos.

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    Construção do empreendimento SAMA acelera

    Promovido pela TAN Investments, o SAMA deverá estar concluído dentro de um ano. Inserido numa área com mais de 86 000 metros quadrados (m²), o empreendimento é composto por 16 villas e o projecto de arquitectura tem a assinatura do atelier CHP Arquitectos

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    No Verão de 2025 o empreendimento turístico SAMA deverá ficar concluído, mas nos próximos meses de Agosto e Setembro já será possível ver a estrutura pronta em todas as 16 moradias e no edifício de recepção que compõem este  boutique resort localizado na região da Comporta.

    Com obra a cargo da empresa FCC Construcción, todas as moradias encontram-se actualmente com a estrutura subterrânea executada e mais de 80% das unidades têm a estrutura acima do solo em fase de execução. “A um ano do fim da construção, estamos focados em garantir um ritmo acelerado e contínuo na obra, com os trabalhos a decorrerem em diferentes fases na totalidade das moradias”, assegura a TAN Investments, promotora do empreendimento.

    Inserido numa área com mais de 86 000 metros quadrados (m²), o SAMA está a ser comercializado pela Athena Advisers. É composto por 16 villas de dois a cinco quartos com uma área bruta de construção acima do solo entre os 200 e os 500 m². Cada moradia inclui terraços panorâmicos sobre a paisagem envolvente e generosas áreas exteriores com piscina, privilegiando a privacidade e tranquilidade dos seus residentes. Os preços das propriedades oscilam entre 1,8 milhões de euros e 5,5 milhões de euros.

    Os futuros proprietários, que adquirem as moradias totalmente mobiladas e equipadas, têm ainda a possibilidade de operar a sua villa no mercado turístico com a equipa profissional de gestão hoteleira do SAMA, usufruindo ainda de todos os serviços do empreendimento.

    O resort inclui ainda uma recepção com o mesmo design das moradias, criada para oferecer serviços de concierge, uma área de refeições, bar e espaços exteriores para o convívio entre vizinhos e hóspedes.

    “Num destino que continua a ser dos mais procurados para a compra de propriedades em Portugal e onde o turismo continua a crescer, é com muito entusiasmo que vemos um dos projectos turísticos mais excepcionais da Comporta a avançar desta forma”, destaca David Moura-George, director geral da Athena Advisers Portugal. “Muitos clientes procuram propriedades prontas ou em construção e testemunhar este dinamismo dá uma segurança adicional aos investidores, sobretudo num produto com as características do SAMA, onde o retorno será potenciado por uma equipa de gestão hoteleira para operar as propriedades. Estamos, por isso, confiantes que o Verão vai trazer muito dinamismo às vendas na Comporta”.

    Arquitectura integrada na natureza

    Da autoria de Álvaro Manso, o projecto de arquitectura paisagista foi pensado para garantir a integração total das villas no ambiente natural, promovendo o bem-estar e a privacidade dos futuros residentes e hóspedes, que beneficiam de amplos espaços ao ar livre em conexão com a natureza. O projecto adopta ainda práticas sustentáveis, nomeadamente o uso eficiente de água.

    A arquitectura do resort, assinada pelo atelier CHP Arquitectos, é inspirada no estilo árabe, onde sobressaem fachadas em tons de terra e areia e interiores amplos de configuração simples. As grandes portas e janelas em vidro potenciam a entrada de luz natural e prolongam os espaços interiores para o exterior.

    Ainda que a privacidade da localização seja um privilégio do SAMA – situado entre a Comporta e Melides – a acessibilidade aos serviços e lazer da região é outro dos seus pontos fortes. A praia mais próxima, a do Carvalhal, fica apenas a 10 minutos de carro, o campo de golfe de Tróia está a meia hora e o centro da Comporta e de Grândola encontra-se a 17 minutos de condução.

    O empreendimento turístico goza ainda de todas as vantagens reconhecidas a este popular destino da costa alentejana a pouco mais de uma hora a sul de Lisboa: praias de extensos areais, dunas, arrozais, paisagens de pinheiros mansos e gastronomia de sabor alentejano servida nos inúmeros restaurantes da região.

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    Century 21 comercializa ‘Varandas do Moinho’

    Promovido pela Panóplia Urbana, os 72 apartamentos que compõem o Varandas do Moinho distinguem-se pelas suas áreas amplas, com os T1 a começar nos 80 metros quadrados (m2) e 35 m2 de terraço aos T3, com mais de 190 m2 e um terraço de 100 m2

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    O empreendimento Varandas do Moinho entrou na carteira de empreendimentos especiais da Century 21 Portugal. Em Vialonga, na zona Norte de Lisboa, encontra-se numa zona de construção consolidada, em comunhão com a reserva natural que o envolve e com vista rio.

    Promovido pela Panóplia Urbana, os 72 apartamentos que compõem o Varandas do Moinho distinguem-se pelas suas áreas amplas, com os T1 a começar nos 80 metros quadrados (m2) e 35 m2 de terraço aos T3, com mais de 190 m2 e um terraço de 100 m2.

    Localizado a minutos da cidade de Lisboa, o empreendimento foi pensado ao pormenor para promover a interação familiar, a conexão com o meio ambiente e o bem-estar no geral.

    “O Varandas do Moinho é uma evolução do bem-sucedido projecto Encosta do Moinho. Com uma visão centrada nos valores familiares e na harmonia com a natureza, este novo empreendimento oferece mais do que apenas um lugar para chamar de lar – é um convite para uma vida de conforto, sofisticação e sustentabilidade”, destaca Víctor Leão, responsável da Panóplia Urbana.

    . Com 72 apartamentos residenciais meticulosamente projetados, Varandas do Moinho é uma comunidade vibrante que integra espaços amplos, áreas verdes exuberantes e comodidades modernas, proporcionando um estilo de vida verdadeiramente excecional aos seus residentes”. E afirma: “Apraz-nos, igualmente, registar que continuamos a ter na Century 21 um parceiro de referência que tem vindo a promover os nossos projetos e nos quais mantemos a nossa confiança.”

    Também Pedro Maldonado, head of Developments da Century 21, destaca ainda que, “como âncora desta construção, encontramos um antigo moinho de vento, que está a ser renovado, e onde será criado um espaço comercial de serviço a todas as famílias desta encosta, alicerçado no parque infantil e no complexo de campos de padel, que aqui fará as delícias dos amantes de desporto. A união da natureza com o desporto e o bem-estar está bem presente neste projecto, já que a enorme zona verde envolvente é usufruída, com frequência, pelos residentes para a prática de agradáveis caminhadas, explorando os trilhos existentes, ou em passeios de BTT”.

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    Teixeira Duarte promove Vintage 18

    Em fase de construção e com conclusão prevista para 2026, o empreendimento apresenta um total de 80 apartamentos. O desenho da fachada, marcante, foi concebido para tirar partido da vista e da exposição solar

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    A Teixeira Duarte está a promover e a construir um novo projecto residencial inserido no Douro Design District. O Vintage 18, em Vila Nova de Gaia, apresenta uma localização “exclusiva”, numa zona em grande transformação e desenvolvimento, aliada a vistas “deslumbrantes” sobre o Rio Douro e “excelentes” acessibilidades.

    Em fase de construção e com conclusão prevista para o ano de 2026, o empreendimento apresenta um total de 80 apartamentos, que vão dos T1 até aos T4 duplex, e cujos diferentes layouts visam dar resposta à procura de vários segmentos de compradores.

    O Vintage 18 destaca-se pelo seu projecto de arquitectura, que apresenta um desenho de fachada marcante, concebido para tirar partido da vista e da exposição solar, conferindo ao edifício uma “personalidade e beleza incontornável”.

    Com desenho e conceito de fachada da Broadway Malyan, a planta de arquitetura, o layout dos apartamentos e das áreas comuns são da Architailors.

    As unidades residenciais tiram partido da orientação solar nascente poente, com as áreas sociais, como a cozinha e sala, localizadas na fachada virada para o nascer do sol, beneficiando das amplas varandas e caixilharia a toda a altura. As zonas dos quartos, localizadas no lado poente, apresentam-se para uma frente mais contida, calma, permitindo usufruir de uma maior privacidade.

    O Vintage 18 contempla, assim, quatro conceitos distintos. O Sky Villas, com uma área privativa entre os 165 metros quadrados (m2) e os 300 m2, no último piso do edifício, com apartamentos duplex de amplas áreas e vista sobre o rio Douro e as zonas históricas de Gaia e Porto. Os apartamentos Homes, entre 137 m2 e os 298 m2 de área, que além das amplas áreas interiores e exteriores, se destacam pelo “inovador” conceito de “varanda gourmet”. Já os Terrace, com uma área 129 a 354 m2, possuem, como o próprio nome indica, amplos terraços privativos e permitem “experienciar” o estilo de vida de uma moradia no centro da cidade. Os Flats, a proposta com a menor área mas que se distinguem pelo aproveitamento dos espaços, com um layout sofisticado.

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    Empreendimento Natura comercializado em 80%

    O empreendimento localizado em Matosinhos, nos terrenos da antiga fábrica da Efanor, é um exclusivo Savills/Predibisa. A arquitectura e design, os materiais de qualidade e os 30 mil m2 de jardins privativos têm atraído os compradores

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    A Savills/Predibisa está a comercializar as últimas fracções disponíveis do projecto Natura. Mais de 80% dos 146 apartamentos deste empreendimento localizado nos terrenos da antiga fábrica da Efanor, em Matosinhos, foram já colocados. Estão ainda disponíveis, na sua maioria, imóveis de tipologia T3.

    O Natura integra um condomínio fechado com quatro blocos comunicantes entre si, que se distingue pela “modernidade” da sua arquitectura e design, pela “qualidade superior” dos materiais utilizados e por apresentar cerca de 30 mil metros quadrados (m2) de jardins privativos com espelhos de água e percursos pedonais.

    A procura pelo Natura tem sido impulsionada por uma “combinação singular” de características que o tornam num local privilegiado para quem procura conciliar a vida urbana com a tranquilidade proporcionada pelas generosas áreas verdes circundantes, que o torna numa “excelente” opção para a vivência familiar, traduzindo-se num grande sucesso de comercialização, que acreditamos estar 100% comercializado muito em breve”, afirmou Ana Jordão, Residential Business Development Director – Porto Division da Savills Portugal.

    Situado numa das zonas mais procuradas da cidade que prima pela sua proximidade a pontos-chave da cidade, este empreendimento encontra-se a escassos minutos do centro do Porto, do NorteShopping, e das melhores praias da região. Com fáceis acessos às principais vias de circulação e a duas estações de metro, a sua envolvente caracteriza-se pela oferta de um leque abrangente de serviços como restaurantes, cafés, parques infantis, escolas, colégios e universidades.

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    Procura de alojamento residencial alternativo na Europa vai disparar até 2040

    Mudanças demográficas e o crescimento das cidades também estão a impulsionar a procura no setor residencial. Espera-se que as populações das grandes cidades cresçam entre 5 e 15% até 2040, continuando a ser um claro motor de procura no sector residencial na próxima década

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    O sector residencial europeu está a posicionar-se para um crescimento “substancial” até 2040. De acordo com o relatório Unpacking Europe’s Living Revolution (Desvendando a revolução residencial na Europa) da Cushman & Wakefield, a procura de diferentes tipos de alojamento residencial está a aumentar, em linha com alterações demográficas mais vastas e agentes específicos de mudança, incluindo a inacessibilidade dos preços de habitação tradicional, o crescimento das cidades, o envelhecimento da população e um nível mais elevado de habilitações.

    “Este estudo vem mostrar como Portugal se destaca como um dos países europeus com maior desequilíbrio no sector residencial, uma realidade que se acentua com as significativas mudanças demográficas em curso. A crescente chegada de imigrantes, o progressivo envelhecimento da população e o incremento da população estudantil são dinâmicas que intensificam a procura por habitações ajustadas a requisitos específicos, quer sejam económicos, de localização ou de serviços complementares”, comenta Ana Gomes, partner e head of New Business & Alternatives do departamento de Investimento da Cushman & Wakefield em Portugal.

    O aumento da procura por alojamento privado para arrendamento é sustentado por um declínio na acessibilidade dos preços da habitação em toda a Europa. A acessibilidade residencial tradicional diminuiu quase 30% no Reino Unido na última década e até 50% noutros países europeus, incluindo Portugal e Irlanda. A procura gerada por esta situação, apelidada de “geração do arrendamento”, combinada com a falta de oferta no mercado de arrendamento, contribuiu para um forte aumento dos preços das rendas em praticamente todos os países europeus. A Polónia lidera com um aumento de 29% nos últimos três anos, seguida de Portugal (15,2%), República Checa (12,9%) e Espanha (9,7%).

    Mudanças demográficas e o crescimento das cidades também estão a impulsionar a procura no setor residencial. Espera-se que as populações das grandes cidades cresçam entre 5 e 15% até 2040, continuando a ser um claro motor de procura no sector residencial na próxima década.

    Entretanto, estima-se que o número de pessoas com mais de 65 anos aumente entre 20 e 40%, impulsionando a crescente procura de alojamento para seniores com prestação de cuidados de saúde. Ao mesmo tempo, a Europa registou um aumento dos níveis de ensino superior, de 25% para 32% na última década, o que teve um impacto no extremo oposto do espectro etário. A necessidade de alojamento estudantil construído de propósito (PBSA) cresceu em conjunto com este aumento, bem como a migração de estudantes de países asiáticos e africanos para estudar na Europa.

    “O futuro deste sector encontra-se num ponto crítico. Sem a implementação de estratégias inovadoras e corajosas, o País poderá ser confrontado com uma crise habitacional de dimensões consideráveis. Porém, mediante as decisões correctas, Portugal possui a capacidade (e o interesse de promotores e investidores) de reverter este desafio ao potenciar a oferta de habitação acessível e de elevada qualidade para a totalidade dos seus habitantes”, conclui Ana Gomes.

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