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Grupo Legendre avança com novos projectos imobiliários em 2022

Para 2022 o grupo tem em desenvolvimento a construção de um hotel e três novos projectos de uso residencial/multiusos, em Lisboa e Porto

Manuela Sousa Guerreiro
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Grupo Legendre avança com novos projectos imobiliários em 2022

Para 2022 o grupo tem em desenvolvimento a construção de um hotel e três novos projectos de uso residencial/multiusos, em Lisboa e Porto

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O ambicioso pipeline de projectos imobiliários da construtora francesa em Portugal para o futuro próximo é fruto de uma cautelosa estratégia de entrada no mercado nacional e assenta no estabelecimento de parcerias. A entrada da construtora em Portugal deu-se em 2019, na altura impulsionada pela possível participação na construção de um projecto industrial para um cliente do grupo. Esse projecto acabou por não avançar com a Legendre, ainda a dar os primeiros passos no país, mas o grupo acabou por encetar uma parceria com a portuguesa Tecnibuild e assim nasceu o Antas Build. O edifício de sete andares localizado nas Antas, tem assinatura do gabinete JBMM Arquitectos, compreende 93 apartamentos, t1 a t3, e espaços comerciais ao nível do solo. “É um projecto que em venda representa cerca de 26 milhões de euros. Arrancámos com a construção em 2019 e estamos agora a entregar. Dos 93 apartamentos apenas faltam comercializar sete”, conta Telmo Carriço, responsável pela agência (subsidiária) da Legendre em Portugal. Este projecto sintetiza bem aquilo que o grupo pretende com a sua internacionalização para o mercado nacional e que assenta no desenvolvimento conjunto das actividades de construção e de imobiliário. “Nós pensámos no que queríamos que fosse a Legendre em Portugal e achamos que não podemos chegar num país e impormo-nos como um player. Temos que ter alguma humildade e construir a nossa estratégia. Somos uma construtora e fazemos promoção imobiliária dos projectos que nós construímos, só dessa forma conseguimos garantir custos, prazos e qualidade”, refere Telmo Carriço.
O estabelecimento de parcerias é outra das características da actuação do grupo. Para além, da melhor percepção do mercado que este terá, também é uma forma de reduzir os custos com o investimento inicial. “Decidimos investir em Portugal cerca de 5 milhões de euros por ano, o que não é muito, se formos comparar com a entrada de outras empresas estrangeiras que escolhem entrar via aquisição de entidades nacionais. Não é essa a nossa estratégia e por isso as parcerias são muito bem-vindas. É uma forma inteligente de fazer negócio e em que entramos com a alavancagem financeira e, como somos construtores, com a optimização do projecto”, explica Telmo Carriço.

A parceria com a empresa sediada em Braga correu tão bem que as duas empresas decidiram avançar com a criação de uma marca, a SOLIVE, detida a 50% por cada uma, para o desenvolvimento de novos projectos imobiliários. “Criámos uma empresa em que cada parte, Grupo Legendre e Tecnibuild, detêm 50% e com a qual pretendemos comunicar, enquanto promotores, os futuros projectos imobiliários que venhamos a desenvolver”, adianta o responsável.

E são vários os projectos no pipeline de investimento. Numa fase mais avançada está já o projecto de construção de um hotel na Rua Júlio Dinis, no Porto. O grupo irá avançar com o desenvolvimento e construção do projecto, avaliado em 20 milhões de euros, mas tem em vista a posterior alienação do activo. “Neste momento o terreno já foi comprado, estamos a finalizar com o operador e esperamos em breve encontrar um investidor. Estamos a desenvolver um projecto chave na mão, mas depois não queremos manter o activo na nossa posse”, afirma Telmo Carriço. A empreitada deverá arrancar em Setembro de 2022. De acordo com o responsável da Legendre em Portugal também em estudo estão mais um projecto multiuso, no Porto, e dois outros residenciais em Lisboa, os quais poderão contar ainda com a participação de uma terceira entidade, um promotor imobiliário, no seu desenvolvimento. “Esperamos no final de 2022 e início de 2023 estarmos em construção com 3 a 4 projectos”, refere Telmo Carriço. Em cima da mesa das negociações está a possibilidade da empresa avançar, em parceria com um promotor, com um “mega projecto” mais a sul, no Algarve, direccionado para o segmento do turismo, dado o potencial da região. Projectos que o grupo quer acelerar em 2022.

Ainda em Lisboa, mas à margem da parceria com a Tecnibuild, a Legendre está a desenvolver o “Parque Atlântico” um projecto residencial de 8000 m², em parceria com o atelier de arquitectura Arqsize. “Foi uma parceria que surgiu quase em simultâneo com o Anta Build. Procuravam um parceiro com capacidade financeira, analisámos o projecto e decidimos avançar”, conta Telmo Carriço. O projecto de 31 milhões de euros deverá entrar em construção este mês de Dezembro, e tem já 36% dos 43 apartamentos vendidos e 10% em reserva. Dividido em três blocos de quatro e cinco andares cada, oferece apartamentos de t1 a t4, com terraços generosos e vistas desafogadas sobre o oceano, para além de áreas comuns.

Apesar de ser dirigido a um segmento médio alto Telmo Carriço faz questão de sublinhar que a aposta do grupo em Portugal não é no segmento de luxo, da mesma forma que o seu foco é na construção nova e não na reabilitação. Linhas estratégicas bem definidas que o responsável faz questão de sublinhar.

Reforço na internacionalização
Portugal é hoje o segundo mercado de internacionalização do grupo francês, depois da Inglaterra. Mas a estratégia de expansão do grupo para lá do seu mercado nacional será reforçada em breve. Em Novembro o grupo garantiu financiamentos no valor de 150 milhões de euros, que permitem aumentar significativamente os seus recursos “para apoiar o seu desenvolvimento futuro, nomeadamente o sector imobiliário” e também a entrada em novas geografias. Com mais de 2200 colaboradores o grupo regista em 2021, 770 milhões de euros de volume de negócios.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

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Cushman & Wakefield transforma escritório da Grünenthal

A intervenção, levada a cabo pela equipa de Gestão de Projecto da consultora, ocorreu numa área de 1800 m2, em que “foram conjugadas cores e materiais, bem como pensados espaços de trabalho confortáveis, para criar um ambiente moderno, estimulante e agradável”

A farmacêutica alemã Grünenthal, presente em Portugal desde 1955, remodelou os seus novos escritórios no nosso Páis, para o tornar “mais amigo do ambiente e moderno” e para esse efeito escolheu como parceiro a consultora Cushman & Wakefield. O projecto terminou recentemente, com a entrega oficial do espaço na semana passada.

A intervenção ocorreu numa área de 1800 m2, em que foram conjugadas cores e materiais, bem como pensados espaços de trabalho confortáveis, para criar um ambiente moderno, estimulante e agradável, destinado a uma equipa multicultural – tendo esta condição desempenhado um papel fundamental na materialização de uma atmosfera corporativa, mas, também, flexível.

De acordo com Ricardo Passarinho, da equipa de Gestão de Projecto da Cushman & Wakefield Portugal, “o principal foco do projecto passou por modernizar e adaptar os escritórios à realidade actual da empresa, sem descurar a sustentabilidade com a introdução de biodiversidade e imagem corporativa”, acrescentando, ainda, que, no interior do escritório, “foram idealizadas diferentes soluções práticas e estruturadas, proporcionando ambientes personalizados às várias necessidades do cliente”.

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Reserva Idiluz: Novo projecto elimina lotes e reconfigura traçado

Depois de uma Avaliação de Impacte Ambiental não favorável, encerrada no ano passado, a Reserva Idiluz, dos promotores Stone Capital, entra novamente em apreciação já com as alterações ao projecto inicial. Menos área de implantação possibilitaram a reconfiguração do projecto e até a extensão da unidade hoteleira prevista. Em consulta pública até 24 de Agosto

Localizado na Aldeia do Meco, em Sesimbra, a Stone Capital tem previsto desenvolver um empreendimento turístico. A Reserva Idiluz, considerada pelo promotor “um projecto inovador e ecológico”, encontra-se novamente em processo de consulta pública para Avaliação de Impacte Ambiental na CCDR – LVT (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo). O projecto inicial esteve em consulta pública no ano passado, não tendo obtido resposta favorável por parte daquela entidade para avançar por “desrespeitar inúmeras condicionantes do PDM de Sesimbra”. O novo período de consulta está disponível até 24 de Agosto.

Menos lotes e alteração de traçado

O projecto reformulado contém diversas alterações com vista a responder à necessidade de preservar os habitats prioritários ali existentes. Neste sentido, foram eliminados os edifícios administrativos próximos da entrada Sul para reduzir a área de implantação, minimizar o movimento de terras e redistribuir o programa hoteleiro, foram eliminadas as bolsas de estacionamento previstas, de forma “a salvaguardar a comunidade de thymus villosus presente no local”, e, em contrapartida, foi proposto a utilização de buggies dentro da propriedade e bolsas de estacionamento para carregamento de veículos elétricos “como alternativa de mobilidade menos impactante”.

A maior alteração proposta vai, ainda, incidir na área de implantação com a eliminação de 10 lotes e que irá, também, contribuir para “reduzir a intervenção, diminuir o impacte do projecto e salvaguardar habitats prioritários em bom estado de conservação”. Como consequência desta opção foi, também, necessário, reconfigurar os restantes lotes que irão manter-se, “de forma a compatibilizar a implantação dos mesmos com o objectivo da salvaguarda das manchas de habitats a conservar e valorizar”.

Com o mesmo objectivo, procedeu-se à alteração ao traçado na Rua F e que, desta forma, irá possibilitar a sua adaptação à nova configuração dos lotes e, por conseguinte, à reconfiguração do lote do futuro hotel, que “irá ganhar uma maior área e permitir uma implantação mais integrada no terreno”.

A alteração ao projecto da Reserva Idiluz prevê, ainda, a alteração do traçado do trilho da praia das Bicas, no troço compreendido entre a entrada pedonal e o trilho das lagoas e adaptação do desenho das lagoas e passadiços associados, com a eliminação da Lagoa, a nascente do Health Center, substituindo-a por uma piscina biológica. A nova proposta prevê, ainda, a alteração e eliminação de diversos traços e a alteração do caminho de apoio ao sector agrícola.

Com uma vertente de agricultura biológica, também esta teve alteração com a eliminação das estufas associadas à ruína e reorganização do programa de edifícios de apoio agrícola para menos 180 m2. Em vez dos quatro edifícios da versão anterior, o programa passa a organizar-se em dois – armazém e estabulo.

De acordo com o projecto agora em análise, a promotora espera que a Reserva Idiluz “contribua e potencie economicamente a paisagem natural e rural”. A arquitectura tem a assinatura da PMC arquitectos, a consultoria de engenharia da Nichos Urbanos e o paisagismo é da Topiaris.

Projecto inicial “com grandes impactes ambientais”

Além de se situar em plena Reserva Ecológica Nacional, Reserva Agrícola Nacional, Domínio Público Hídrico, o projecto encontra-se em solo classificado como agrícola, que integra, também, a Zona Especial de Conservação Arrábida / Espichel da Rede Natura 2000.

De uma forma geral, o Idiluz foi considerado de “grande escala” sobre a faixa costeira e a mata de Sesimbra, o que culminaria num projecto “com grandes impactes ambientais”, nomeadamente com a construção de habitação de grande volume e de estradas em solo classificado. O relatório da CCDR faz, ainda, referência à construção e habitação e de estradas em domínio hídrico, classificando-o como “completo desrespeito” por este ecossistema, assim como pela intenção de construir “em zonas de perigosidade de incêndio elevada e muito elevada”.

A área de implantação do projecto contava com 83,2 hectares, sendo que o projecto inicial do Idiluz previa ocupar uma área com cerca de 51,2 hectares, com 55 lotes destinados à edificação urbana para uma unidade de hotel – apartamento de quatro estrelas. Além desta, o projecto previa, ainda, um edifício administrativo, celeiro, health center /spa.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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Gavinho Properties investe em projecto turístico em bairro icónico de Lisboa

O complexo turístico residencial “Ourique” resulta da reabilitação de um antigo edifício de cariz industrial. Com características de co-living, o projecto irá contar com 22 unidades, num investimento que supera os oito milhões de euros

A promotora imobiliária portuguesa GAVINHO Properties anunciou o lançamento da construção de um complexo turístico, localizado em Campo de Ourique, um dos bairros mais prestigiados da área metropolitana de Lisboa. O projecto, um prédio de quatro andares com um passado histórico e industrial conta 22 unidades, cada uma com áreas que variam de 39 a 95 m2, e que pretende “unir a memória viva da comunidade local com um estilo de vida genuíno e moderno”. A data de conclusão do projecto está prevista para o fim de 2023, sendo que o investimento total supera os oito milhões de euros.

Assinado pelo próprio estúdio de design de interiores da Gavinho, “Ourique” abraça a ideia de “manter o ambiente de aldeia de outrora com interacção multicultural aberta, um profundo sentimento de apoio comunitário e um ambiente sustentável”.

Cada apartamento de estilo contemporâneo no complexo de co-living “Ourique” incluirá uma espaçosa sala de jantar com sistema audiovisual premium, um quarto com cama queen-size e guarda-roupa embutido, uma cozinha moderna totalmente equipada e uma casa de banho com banheira e chuveiro com pressão.

“Cada apartamento foi projectado para incorporar a vida social e privada, maximizando a luz e o espaço, mantendo as suas características de época. O prédio dá acesso à área de bem-estar social, cozinha gourmet, sala de trabalho, refeitório familiar e parque para bicicletas”, explica Inês Gavinho, directora criativa e sócia do Grupo Gavinho.

Repleto de lojas tradicionais, restaurantes e mercearias, o bairro de Campo de Ourique está densamente povoado, predominante de classe média com forte ênfase em profissões criativas.

“Para os padrões actuais, é provavelmente o bairro mais procurado para habitar e usufruir de um elevado padrão de vida na capital portuguesa”, afirma Inês Gavinho. “Ainda assim, a grande vantagem da residência de “Ourique” é que este bairro ainda não foi descoberto pelo turismo de massas, pelo que ainda se pode passear por este bairro com razoável tranquilidade”, ressalva.

O Grupo Gavinho é um atelier multidisciplinar, que se distingue por projectos emergentes em arquitectura e design de interiores, paisagismo, design de produto e consultoria de arte. Portugal, França, Emirados Árabes Unidos, Angola e Argélia são os países onde o Grupo tem deixado a sua ‘marca’, com destaque para a “personalização, o compromisso com a qualidade e os materiais nobres” de cada projecto.

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2ª edição do MBA em Gestão e Mediação Imobiliária com novo horário em pós-laboral

Com início a 19 de Outubro, além do horário normal, a formação ocorre, também, em horário pós-laboral, para que os profissionais do sector possam ter oportunidade de reforçar os seus conhecimentos

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A Escola Superior de Actividades Imobiliárias (ESAI) anunciou a 2ª edição do MBA em Gestão e Mediação Imobiliária, já com data marcada para 19 de Outubro. Nesta nova edição a coordenação decidiu introduzir um novo horário, agora em formato pós-laboral, para que os profissionais do sector imobiliário possam ter oportunidade de reforçar os seus conhecimentos.

A formação apresenta um corpo docente reconhecido no mercado nacional, onde através dos 18 módulos irá abordar diversas áreas de relevo para o mercado imobiliário, ajudando ainda mais à profissionalização do sector.

“A formação na área imobiliária tem sido cada vez mais procurada. É um claro sinal da profissionalização que se tem vindo a verificar no mercado nacional, especialmente por quem já tem um negócio ou uma carreira no sector.  É gratificante perceber que esta formação trouxe resultados imediatos, demonstrando assim a necessidade do sector para uma formação adequada. A ESAI é uma entidade de referência no ensino e na investigação do sector, como se pode comprovar nas inscrições do primeiro MBA que esgotaram rapidamente”, esclarece Bruno Coelho, coordenador do MBA em Gestão e Mediação Imobiliária. “Tendo em conta os diversos pedidos nesse sentido, reestruturamos a segunda edição que irá decorrer em horário pós-laboral, mais proficiente para os nossos alunos e, tendo em conta a qualidade e diversidade do programa, facultado de forma clara por um corpo docente reconhecido, prevemos que seja igualmente um sucesso, com as vagas exequíveis a esgotar de forma célere”, reforça o porta-voz da ESAI.

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Athena Advisers comercializa novo projeto de actividade turística em Lisboa

Os 72 apartamentos turísticos do Passos Manuel serão vendidos com um contrato de arrendamento realizado com a empresa de origem alemã NUMA. As obras deverão iniciar-se no último trimestre deste ano e as primeiras unidades entregues no 4º trimestre de 2024

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A zona de Arroios, no centro de Lisboa, vai acolher o empreendimento Passos Manuel, o novo projecto imobiliário de rendimento que pretende colocar no mercado um conjunto de 72 de apartamentos turísticos que serão vendidos com um contrato de arrendamento realizado com a Numa, uma empresa de origem alemã com operação nas principais cidades europeias. A comercialização será assegurada pela consultora Athena Advisers.

Os apartamentos localizam-se num edifício de sete pisos na Rua Passos Manuel que será reabilitado com projecto de arquitetura assinado pelo atelier Saraiva + Associados, cujas obras deverão iniciar-se no último trimestre deste ano. As primeiras unidades de alojamento estão previstas para o quarto trimestre de 2024.

A fachada original do edifício será preservada, ao passo que os interiores serão transformados para dar origem a espaços confortáveis de estilo contemporâneo e adaptados ao novo uso. Alguns apartamentos têm a vantagem de dispor de um terraço privado e todos são vendidos totalmente mobiliados, equipados e decorados, prontos para começar a gerar rendimento no ato da entrega.

O contrato com a Numa é celebrado por 15 anos e tem garantida aos proprietários dos imóveis uma yield líquida que será, em média, de 3,5% ao ano, com preços que variam entre 350.000 euros e 495.000 euros.  Os apartamentos, com licença para actividade turística e elegíveis para Golden Visa, estão disponíveis nas tipologias T0 e T1, com áreas entre 39 m² e 104 m².

“Estamos muito confiantes no sucesso de comercialização deste novo projecto, por ser uma oportunidade que actualmente escasseia em Lisboa. Com a entrada em vigor das novas regras do Golden Visa, a procura por imóveis comerciais intensificou-se e os produtos que oferecem um retorno financeiro imediato e constante ao longo dos anos, como é o caso do Passos Manuel, são os mais apetecíveis”, assegura David Moura-George, director-geral da Athena Advisers Portugal. “Além disso, o grande ganho neste tipo de produto está na renovação do contrato, já que o valor da yield nestas situações chega a duplicar.”

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Remax termina 1º semestre com movimento de 3,4 MM€

Das 39.962 transacções imobiliárias realizadas entre Janeiro e Junho, 30.932 foram de compra e venda (77,4%)

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A rede imobiliária Remax terminou o primeiro semestre de 2022 com um volume de preços na ordem dos 3,37 mil milhões de euros, relativos a 39.962 transacções, anunciou a mediadora.

“Os resultados mostram que os meses de Janeiro a Junho foram sinónimo de crescimento e forte dinamismo da marca. Pela primeira vez, a Remax transaccionou perto de 40 mil negócios num semestre, um resultado nunca antes alcançado na operação da rede no mercado nacional, sendo estes números expressivos e significativos, que confirmam a vitalidade e robustez da marca”, afirma Beatriz Rubio, CEO da Remax Portugal.

Deste volume, 77,4% são relativos a compra e venda de imóveis, a principal fatia do negócio, representando cerca de três em cada quatro imóveis transaccionados, refere a empresa, que considera, desta forma, ter registado aumentos em todos os indicadores face ao período homólogo, nomeadamente, um crescimento de 14,1% em volume de negócios e de 9,1% no número de transacções.

Continuam a ser os portugueses quem mais estão a adquirir ou a arrendar casa, contudo acentuou-se a tendência da crescente intervenção de clientes estrangeiros, que representam já cerca de 22%. Os investidores nacionais foram, assim, responsáveis por 78% das transacções da Remax entre Janeiro e Junho, seguindo-se os brasileiros (6,7%), os norte-americanos (1,7%) e os franceses (1,2%). Outro dado a assinalar é a subida ao top 10 de clientes ucranianos, que chegaram a Portugal em consequência do conflito armado naquela região. Neste período, os profissionais da RE/MAX transaccionaram com 106 nacionalidades diferentes.

Relativamente ao número de transacções Remax negociadas por distrito, Lisboa lidera o top 10 com um total de 15.816 transacções, o que corresponde a 39,6%. Salientar também os distritos de Viseu, Faro, Braga e Santarém pelos incrementos na actividade acima da média nacional, não obstante os distritos de Lisboa, Porto e Setúbal, que, no seu conjunto, representaram quase dois terços da actividade da marca.

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Oferta de residências de estudantes em Portugal continua abaixo da média europeia

Um estudo conduzido pela Cushman & Wakefield sobre o mercado de Purpose-Built Student Accommodation em Portugal refere que o país ainda não consegue dar resposta adequada às necessidades de alojamento de um número crescente estudantes

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O estudo, realizado pela equipa de Development & Living, da Cushman & Wakefield, investigou o panorama das residências estudantis em Portugal, bem como o investimento feito nesta área de imobiliário alternativo – sector que tem vindo a crescer significativamente nos últimos quatro anos, em Portugal, representando aproximadamente 6% do total dos investimentos realizados no primeiro trimestre de 2022.

O estudo concluiu que a percentagem de estudantes estrangeiros tem vindo a crescer constantemente, contribuindo significativamente para um aumento da procura por alojamento. O clima, o baixo custo de vida, os excelentes níveis de segurança e a qualidade e reconhecimento das universidades portuguesas têm sido factores cruciais para este desenvolvimento, com os números a duplicarem de 7% em 2011 para 15% em 2020;
De acordo com a consultora, o sector privado já representa cerca de um terço do número de camas do alojamento estudantil, em Portugal, com um total de cerca de 6.700 camas. A oferta do sector privado no alojamento para estudantes é mais relevante nas principais cidades, representando cerca de 60% da oferta total, sendo que os provedores públicos e religiosos cobrem, principalmente, a restante área do país.
As taxas de provisão em Lisboa e no Porto estão muito abaixo da média europeia. A oferta em Lisboa é especialmente baixa dada a dificuldade em identificar boas oportunidades de promoção a preços viáveis, uma vez que estas competem directamente com o mercado residencial, cada vez mais caro. Ainda há muito a cobrir no mercado de investimento PBSA em Portugal com apenas cinco transacções concluídas nos últimos quatro anos, duas das quais este ano – a aquisição do Projecto da Milestone, em Carcavelos, pela Catella, e a venda do Portfolio da Smart Studios.
Para Ana Gomes, Head of Development & Living da Cushman & Wakefield Portugal, “o país reúne todas as condições para continuar a verificar um aumento do investimento nas residências de estudantes, uma vez que existe uma margem substancial para o crescimento da área e falta de oferta perante a quantidade de interessados, tendo em conta a escolha do país para a realização de planos de estudos, como o ERASMUS”, afirma. Para Ana Gomes, “isto faz com que exista um interesse crescente por parte de investidores, o que nos próximos anos deverá resultar no surgimento de novos empreendimentos que reforcem o número de camas disponíveis para os estudantes universitários. Aliás, o número de novas camas já programadas para entrar no mercado nos próximos três anos é superior ao número de camas privadas já em operação”, sustenta.

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Preços das casas aumentam 10,9% no 1º semestre

Os preços de venda das casas em Portugal (Continental) cresceram 10,9% no 1º semestre do ano face ao semestre anterior. Em termos homólogos, o aumento é de 17,6%. Os dados resultam do Índice de Preços Residenciais apurado pela Confidencial Imobiliário

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O crescimento dos preços no 1º semestre reflecte o ciclo de fortes subidas mensais observadas ao longo do ano. Em Junho, os preços subiram 1,1% face a Maio, mantendo as variações mensais acima de 1,0%. Ainda assim, este último registo mensal é o menos robusto de todo o semestre, período em que em mais que uma ocasião os preços alcançaram aumentos mensais superiores a 2,0%. Desagregando por trimestre, observam-se taxas de variação idênticas, em torno dos 5,0%, em ambos os trimestres já decorridos deste ano.

Em Lisboa, os preços das casas registam uma subida semestral de 3,6% e homóloga de 10,6% no 1º semestre de 2022. No Porto, os aumentos foram de 11,1% e 19,6%, respectivamente.

No 1º semestre as vendas de habitação no país foram concretizadas por um preço médio de 2.046€/m2, conforme os dados do SIR-Sistema de Informação Residencial. Neste período, as vendas atingiram um preço médio de 4.220€/m2 em Lisboa de 2.985€/m2 no Porto.

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1.ª fase do Antas Atrium atinge os 75% de unidades vendidas

Cerca de 75% dos 176 apartamentos que compõem a primeira das seis fases do Antas Atrium, foram já comercializadas. Promotora antecipa o lançamento da próxima fase

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Promovido pela Albatross-Quantico, 75% dos 176 apartamentos que compõem a primeira das seis fases do Antas Atrium, foram vendidas. O empreendimento, que se localiza no Porto, iniciou a sua comercialização em Abril 2021. A construção, que começou em setembro 2021, tem a entrega da primeira fase já marcada para o último trimestre de 2023, com a obra a correr dentro do programado, atingindo já a estrutura o último piso do edifício.

As diversas fases a serem desenvolvidas resultarão num empreendimento em condomínio fechado e privado com um extenso centro verde e de lazer, com cerca de 15 500 m2, onde se poderão encontrar desde espaços infantis, áreas de lazer, hortas comunitárias, espaços para exercício ao ar livre, entre outros.

A elevada procura permitiu que se esteja já a programar o lançamento das próximas fases. Segundo o administrador Carlos Vasconcelos “tem sido surpreendente a reacção do mercado a este projeto, 75% vendido num ano é, sem sombra de dúvida, um indicador que prova claramente que o projecto foi pensado e desenhado com a aposta nos vectores diferenciadores. Estamos já a programar o lançamento da segunda-fase”, afirma.

O primeiro edifício a ser colocado no mercado conta com 176 apartamentos e quatro áreas comerciais, distribuídos em tipologias de T0 a T4, com amplas varandas e terraços privados, estacionamento para todas as unidades, bem como arrecadação e pontos de carga para carros eléctricos. Cada fase é composta pelas suas próprias amenities interiores como piscina, ginásio, área infantil, área de lavandaria e parque de bicicletas e uma área verde própria (2 300 m2) com parque infantil exterior, horta comunitária e zonas de relaxamento e bem-estar. Nesta fase, serão ainda colocadas no mercado quatro áreas comerciais, num total de cerca de 1 000 m2 de área bruta de construção.

Uma das vantagens competitivas do empreendimento é a sua localização. Esta área pretende assumir-se como um novo centro do Porto, perto de tudo, desde áreas comerciais, do centro comercial Alameda Shopping, estádio do Dragão, Loja do Cidadão, clínicas médicas, escolas, entre outros inúmeros serviços e opções de suporte ao dia a dia das famílias. A proximidade da ligação à VCI e à rede de transportes públicos que alimenta toda a zona das Antas torna o projceto de fácil acesso.

Posiciona-se em dois grandes mercados: as famílias residentes nacionais e os investidores que procuram soluções de rentabilidade interessante como alternativa de investimento. “No mercado internacional temos sentido um aumento crescente da procura quer para a opção de primeira habitação, quer e para segunda habitação em Portugal”, refere.
A Albatross-Quantico gere actualmente em Portugal projectos num valor superior a 1 000 milhões de euros, incluindo 6 000 unidades residenciais, 50 unidades comerciais e mais de 600 000 m2 em promoção imobiliária.

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Enlight: Procura gera 70% de vendas em menos de dois meses

A Fercopor aponta a localização e a diferenciação da arquitectura como os principais atractivos. Localizado junto ao antigo Centro Comercial Dallas, actualmente, apenas seis habitações estão disponíveis para venda

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A construção do Enlight está ainda em fase inicial, mas a sua comercialização já ultrapassou os 70%, com apenas seis apartamentos por vender. A promotora imobiliária do empreendimento, a Fercopor, aponta a localização e a diferenciação da arquitectura como os principais atractivos.

Cerca de um mês e meio depois do início da comercialização, estão já encontrados novos moradores para mais de 70% do total de 21 apartamentos que compõe o edifício, localizado junto ao antigo Centro Comercial Dallas. Actualmente, apenas seis habitações estão disponíveis para venda – três T3, dois T4 e apenas um T2.

“Registámos uma procura muito elevada, sobretudo de famílias portuguesas, movidas pelas áreas generosas das divisões, pela diferenciação do projecto arquitectónico e pela localização na Avenida da Boavista”, explica Mário Almeida, administrador da Fercopor. “Sentimos ainda um grande interesse na penthouse do Enlight, localizada no último piso, que também já foi comercializada”, acrescenta. 

O Enlight é assinado pelo arquiteto José Carlos Cruz e destaca-se pela forte ligação entre os espaços interiores, que chegam aos 280,5 m2, e os exteriores, com todas as fracções a apresentarem varandas, pátios ou jardins. O edifício de sete andares tem ainda um ginásio e uma sala comum. 

Este projecto é igualmente “especial” para a promotora porque assinala o regresso da Fercopor aos empreendimentos em plena Avenida da Boavista, onde ergueu o seu primeiro edifício em Portugal, em 1986.

É também nesta localização que a empresa prevê lançar um novo empreendimento de habitação de luxo ainda este ano. O novo projecto terá igualmente assinatura de José Carlos Cruz, que desenhou um condomínio fechado, pensado para a Rua Ciríaco Cardoso.

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