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Venda de imóveis atinge valor mais elevado do ano em Dezembro

Segundo o barómetro Imovirtual, Portalegre, Setúbal e Lisboa são os distritos que se destacam com maior subida do preço médio de venda em Dezembro face ao mês passado

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O Imovirtual, Portal imobiliário de referência, acaba de divulgar um estudo, baseado em dados disponíveis na plataforma, no qual analisa a evolução dos preços médios anunciados de venda e arrendamento em Portugal.

O valor médio de venda em Dezembro de 2021 foi de 372.017 euros, o mais alto de 2021 depois de Julho (371.880€) e Setembro (370.372€). O preço sobe +6,8% em relação ao período homólogo do ano passado, quando o valor era de 348.223 euros. Os dados agora partilhados referem-se ao comparativo de Novembro com Dezembro deste ano e com o período homólogo do ano passado.

Portalegre, Setúbal e Lisboa são os distritos que se destacam com maior subida do preço médio de venda em Dezembro face ao mês passado. No caso do valor médio de arrendamento, o maior aumento este mês verifica-se em Viseu, Viana do Castelo, Braga e a Região Autónoma da Madeira.

No que diz respeito ao arrendamento, verifica-se um ligeiro aumento de +1,7% do preço médio anunciado, que passa de 1.048 euros em Novembro para 1.066 euros em Dezembro. Também em relação ao período homólogo do ano passado, quando o valor médio se fixava em 1.036 euros, houve um crescimento de +2,9%. 

Quanto aos distritos, Viseu é o que regista um maior aumento do valor médio das rendas (+7,8%) em relação a Novembro, passando de 498 euros para 537 euros. Viana do Castelo surge em segundo lugar (+6,9%), subindo de 535 euros para 572 euros.

Foram registados também aumentos de rendas mais ligeiros em Braga (+4,5%) e a Região Autónoma da Madeira (+4,2%), com rendas a fixarem-se respectivamente nos 704 euros e 954 euros. Bragança (-21%), Portalegre (-14,9%) e Guarda (-10,4%) registam o maior decréscimo este mês face ao mês de Novembro, com rendas de 437 euros, 366 euros e 440 euros, respectivamente.

Comparativamente com Dezembro de 2020, o Porto regista o maior aumento (+17,9%) no preço médio anunciado, subindo de 891 euros para 1.050 euros. A Região Autónoma da Madeira (+14,9%) e Évora (+14,2%) também registam aumentos significativos.

Beja foi novamente o distrito com maior quebra em Dezembro (-37,8%) face ao mesmo mês do ano anterior, passando de 714 euros para 444 euros. 

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Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis recebe mais 15 M€

O Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis, foi reforçado em 15 milhões de euros. O programa tem agora uma dotação de 60M€, o dobro desde que foi criado em Junho de 2021

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O referido programa abriu a 21 de Junho de 2021 na plataforma do Fundo Ambiental com uma dotação inicial de 30 milhões de euros, provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência. Esta verba foi reforçada a 26 de Novembro com outros 15 milhões. O Plano de Recuperação e Resiliência conta com um total de 135 milhões de euros para aplicar, até 2025, na eficiência energética dos edifícios.

O montante já financiado corresponde ao apoio a 16.148 candidaturas, o que envolve um apoio global de 26,8 milhões de euros, de um total de 56.552 candidaturas submetidas.

As tipologias que reúnem mais candidaturas são as referentes a painéis fotovoltaicos (38,5%), janelas mais eficientes (34,5%) e bombas de calor (27%). Por regiões, Lisboa lidera as candidaturas (22,3%), seguida do Porto (11,7%), Setúbal (9%) e Braga (9%).

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Investimento imobiliário de rendimento excedeu os 2MM€ em 2021 e deverá ultrapassar os 3MM€ em 2022

A CBRE prevê que em 2022 o volume de investimento registe um aumento de 50% face a 2021, colocando novamente o mercado no patamar acima dos três MM€

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O investimento em imobiliário de rendimento alcançou os 2.2 mil milhões de euros em 2021, de acordo com o balanço divulgado pela CBRE. Apesar da pandemia e das diversas restrições e incertezas associadas, a dinâmica verificada no último ano é muito positiva. O volume de investimento foi menor do que no ano anterior, mas ainda assim o quinto melhor de sempre. Paralelamente, não só foram transaccionados diversos portefólios de elevado valor, como também se registou um número significativo de transacções (mais de 80), um indicador apenas superado nos anos de 2018 e 2019.

Segundo a CBRE, a consultora fechou o ano como líder de mercado, tendo participado em mais de 50% do volume de transacções e em seis dos dez maiores negócios em Portugal. “Verificámos um elevado interesse nas operações que lançámos em 2021. Em algumas, recebemos mais de dez propostas. Se considerássemos todas estas intenções de investimento não concretizadas triplicaríamos o volume de investimento registado em 2021”, afirma Francisco Horta e Costa, Director-Geral da CBRE Portugal.

O mercado de investimento revelou-se bastante activo no segundo semestre do ano, depois de nos primeiros seis meses terem sido investidos pouco mais de 500 milhões de euros, devido a um novo confinamento com repercussões nas visitas aos imóveis e nas viagens e consequentemente no fecho de negócios.

Outro factor destacado pela CBRE, e revelador de que se mantém a atractividade do País como destino de investimento, é a entrada de diversos novos players internacionais, inclusivamente em transacções de elevado valor. Seis das dez maiores transacções verificadas em 2021 envolveram a estreia em Portugal de investidores internacionais, nomeadamente os franceses Tikehau e Icade Santé, os norte-americanos da Jamestown, da Tishman Speyer e da Sixth Street, e os espanhóis da Azora. No total, dez investidores investiram pela primeira vez no País.

À semelhança de 2020, os investidores domésticos foram responsáveis por 25% do capital investido em imobiliário de rendimento em Portugal, enquanto EUA e França foram os principais mercados de origem internacional.

Em termos de alocação do capital por sectores, 40% foi canalizado para activos de escritórios, 22% para imóveis residenciais de arrendamento, incluindo residências de estudantes, e 15% para hotéis. Destaque para os activos de saúde que representaram 12% do volume de investimento, um peso recorde em Portugal.

De referir que a CBRE representou a Fidelidade naquela que é a maior transacção imobiliária no sector da saúde em Portugal, nomeadamente a venda do Fundo Saudeinveste à Icade Santé. “Este processo veio confirmar a apetência dos investidores para activos com risco operacional, geralmente associados a contratos de maior duração e taxas de rentabilidade superiores às tradicionais classes de activos de investimento e com fundamentais de mercado extremamente sólidos”, sublinha Nuno Nunes, Director da área de Investimento da CBRE Portugal.

O sector de retalho, que em anos anteriores ocupou sempre a primeira ou segunda posição (intercalado com o sector de escritórios) no ranking de volume de investimento por classe de activos, registou uma quebra no montante investido em 2021. Ainda que tenha perdido esta relevância devido ao reduzido número de transacções de centros comercias, verificou-se uma elevada procura para lojas de rua e unidades de retalho alimentar. Apesar de dominar as preferências dos investidores, também o sector logístico registou um reduzido volume de investimento devido à escassez de produto disponível para venda, uma situação que se deverá alterar em 2022.

“Vamos observar um peso cada vez maior de investimento em activos com uma elevada componente de operação, tais como unidades de saúde, residências para seniores e residências de estudantes, além dos hotéis. Por outro lado, prevê-se igualmente um aumento no volume de transacções de imóveis de logística, pois a escassez deste tipo de imóvel, disponível para venda, vai reflectir-se num acréscimo de negócios de forward funding e forward purchase, ou seja, antes da conclusão da obra dos edifícios. Os escritórios, apesar das dúvidas relativas ao modelo futuro do trabalho, continuarão a ser uma classe de activos com muita liquidez e interesse por parte dos investidores”, conclui Nuno Nunes.

A CBRE prevê que em 2022 o volume de investimento registe um aumento de 50% face a 2021, colocando novamente o mercado no patamar acima dos três mil milhões de euros.

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CML inaugura BioLab Lisboa

Iniciativa insere-se na área da Biotecnologia para o desenvolvimento de cidades do futuro, resilientes e sustentáveis

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A Câmara Municipal de Lisboa (CML), em conjunto com a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Ciências ULisboa) e com a Associação para a Investigação e Desenvolvimento de Ciências (FCiências.ID) inauguraram o BioLab Lisboa (BLL).

O BLL integra o espaço municipal Fab Lab Lisboa (FLL), laboratório municipal de fabricação digital, experimentação e prototipagem aberto a todos os cidadãos e que permite a sinergia das diferentes valências que estes equipamentos oferecem. O novo espaço promoverá a Rede Bio Lisboa, uma estrutura multistakeholder para agregar e alinhar as cadeias de conhecimento e valor na cidade de Lisboa, com o intuito de a tornar mais resiliente e um município contribuidor efectivo dos objectivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas.

“O investimento em inovação é absolutamente fundamental para a competitividade da nossa Lisboa. Este Bio Lab que agora inauguramos, e que a todos deve orgulhar, permitirá dotar a cidade de maior capacidade de conhecimento científico e soluções inovadoras em áreas cruciais. Deve ser visto como mais um passo, numa estratégia global e consolidada, para criar em Lisboa um polo de inovação europeu, que permita atrair mais empreendedores, investimento e talento”, justificou Carlos Moedas, presidente da CML, que presidiu à cerimónia de inauguração do espaço.

O seu “conceito end-to-end irá permitir aos cidadãos, escolas secundárias, instituições de ensino superior e organizações públicas e privadas, a cocriação de novos conceitos para os cidadãos e para Lisboa através do conhecimento científico”, refere a CML. Esta parceria pretende promover a formação, capacitação, experimentação, prototipagem, prova de conceito, aceleração e criação de negócio na área da Biotecnologia, nomeadamente através da biofabricação, bioprodução e engenharia de sistemas biológicos. Exemplos concretos das acções previstas no plano do BLL para 2022/2024 incluem a realização de dias abertos, para que a comunidade possa activamente realizar os seus projectos e testar as suas próprias ideias; e a implementação de um programa ambicioso de workshops sobre as mais diversas temáticas, com o objectivo de capacitar os cidadãos para os conceitos emergentes da cidade do futuro. O primeiro destes encontros realiza-se já dia 18 e é dedicado aos bioplásticos.

“Esta iniciativa é crucial para a integração do cidadão no ecossistema de inovação, de modo a que todos juntos possamos produzir o conhecimento que nos ajudará a criar a cidade do amanhã. Uma cidade mais segura, resistente e resiliente aos futuros desafios societais”, afirmou ainda Luís Carriço, director da Ciências ULisboa.

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Município de Bragança abre Balcão Único do Prédio

Este espaço de atendimento permite identificar as propriedades rústicas localizadas no Concelho de Bragança de forma simples e gratuita

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O Município de Bragança já tem a funcionar o Balcão Único do Prédio (BUPi). Este espaço de atendimento permite identificar as propriedades rústicas localizadas no Concelho de Bragança de forma simples e gratuita e, assim, conseguir garantir a titularidade dos terrenos e marcar os respectivos limites.

O serviço de atendimento está localizado no piso 2 do Mercado Municipal de Bragança, com atendimento, de segunda a sexta-feira.

Neste Balcão, os munícipes podem registar os seus prédios rústicos, sem qualquer custo associado, necessitando, para isso, da localização e limites das suas propriedades e munir-se dos registos que comprovam a sua titularidade ou poderes de representação para o efeito.

Este projecto, que representou um investimento de perto de 700 mil euros, foi financiado em 85% pelo FEDER, no âmbito de uma candidatura supramunicipal apresentada pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Terras de Trás-os-Montes – “Cadastra & Capacita TTM” | Implementação do Sistema de Informação Cadastral Simplificada nas Terras de Trás-os-Montes, ao Programa Operacional Regional Norte 2020.

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CIUL promove Encontro de Urbanismo

Promovido anualmente, Ciclo de Conferências Encontro de Urbanismo centra-se na reflexão sobre Lisboa, na óptica do Urbanismo, A próxima sessão decorre no próximo dia 20 de Janeiro

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O CIUL – Centro de Informação Urbana de Lisboa, mais uma edição do Ciclo de Conferências Encontro de Urbanismo.
Promovido anualmente, desde 2013,centra-se na reflexão sobre Lisboa, na óptica do Urbanismo, abordando todos os anos um tema diferente.

Ao longo de seis sessões, uma por cada mês e ao final do dia, um painel de técnicos e especialistas é convidado a apresentar experiências e perspectivas sobre as temáticas lançadas, abrindo-se espaço ao debate e à troca de ideias.

Segundo a organização “edição deste ano convida-nos a descobrir o Património de Lisboa. Como se define e por que é considerado património? Quem o conhece? Quem dele cuida? Quem o divulga? Que mecanismos existem para melhor salvaguardar o legado que Lisboa herdou das gerações passadas? Como intervir no edificado e que usos se podem compatibilizar com o património existente? Que património se constrói hoje para o futuro?”, avança a organização.

A quarta sessão que tem como tema “Os valores imateriais na construção da identidade urbana”, tem lugar já no próximo dia 20 de Janeiro. No encontro participam Álvaro Tição da Direcção Municipal de Urbanismo, da CML, como moderador, e tem como oradores Inês Andrade, Associação Renovar a Mouraria, Luísa Ferreira, fotógrafa, e Sofia Tempero, do Departamento de Património Cultural da CML.

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Preço das casas em Portugal terminam 2021 com crescimento de 12,2%

Os resultados anuais do Índice de Preços Residenciais registam um crescimento. Trata-se de um dos aumentos anuais mais robustos do mercado desde 2007, revela o Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário

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O segundo ano da pandemia ficou marcado pela forte valorização da habitação, registando-se um crescimento de 12,2% nos preços das casas em Portugal (Continental) em 2021. Trata-se de um dos aumentos anuais mais robustos do mercado desde 2007, igualando 2017 e sendo apenas superado pela valorização de mais de 15,0% observada quer em 2018 quer em 2019. Os dados resultam do Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário apurado para Dezembro.

Em Dezembro de 2021, os preços acumulavam uma subida de 13,7% face ao início da pandemia, em Março de 2020. Grande parte desta valorização pós-Covid ocorreu nos últimos oito meses, mais concretamente a partir de Maio de 2021, já que, até Abril, a subida acumulada dos preços face ao início da pandemia mostrava-se pouco robusta, ficando em 3,5%.

O desempenho dos preços no pós-Covid, em que, como referido se acumula uma valorização de 13,7%, contrasta com o comportamento observado na anterior crise. No período em que o país esteve sob intervenção da Troika, nomeadamente entre Maio de 2011 e Maio de 2014, a habitação acumulou uma desvalorização de 7,4%.

Olhando para o desempenho dos preços apenas ao longo de 2021, identificam-se dois momentos marcantes. Por um lado, o 1º trimestre, que influenciado por um novo confinamento geral, deu ainda sequência à tendência de estabilização dos preços de venda das casas que se vinha fazendo sentir desde o início da pandemia. No final desse trimestre, registava-se um aumento trimestral nos preços de 1,2% e homólogo de 2,6%, o menos robusto dos últimos cinco anos. A partir de Abril, a subida de preços intensificou-se, destacando-se, nesse período, o último trimestre do ano, com aumentos mensais superiores a 1,0% e uma valorização trimestral que culminaria em 3,9%.

No final de 2021, o preço médio de venda das casas em Portugal atingiu os 1.822€/m2, praticando-se um valor médio de 2.826€/m2 na habitação nova e de €1.731€/m2 na habitação usada.

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O Orçamento de Lisboa para 2022, o novo retail de Portimão e as tendências no segmento das casas-de-banho no CONSTRUIR 450

A proposta de Orçamento da Câmara de Lisboa, recentemente apresentada, contempla um reforço das verbas destinadas à habitação. Saiba qual vai ser a aposta de Moedas numa edição onde lhe mostramos as linhas do novo retail de Portimão, assinado pela Ventura+Partners

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Lisboa: Aposta na Habitação
vai crescer em 2022

A proposta de orçamento da Câmara Municipal de Lisboa tem inscrita uma despesa de 1160 milhões de euros para este ano. Mas o orçamento não esta fechado, em particular no que à área da Habitação diz respeito

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O prolongamento da linha Vermelha está enquadrado no Plano de Recuperação e Resiliência 2021-2026 com um financiamento no montante global de 304 milhões de euros

Ventura+Partners recebe prémio internacional
Bouganvillas vence International Residential Architecture Awards, na categoria habitação multifamiliar. A distinção é atribuída pela The Architecture Community 2021

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20M€ para o novo retail park em Portimão
O novo espaço terá 22 mil metros quadrados de área bruta locável. O projecto de arquitectura tem assinatura da Broadway Malyan e a abertura está prevista para o primeiro semestre de 2023

Estética e conforto dominam tendências
Cada vez mais, a casa de banho caminha no sentido de ser um “prolongamento” da restante casa, no que diz respeito às tendências arquitectónicas. Afinal, dizem, é um dos sítios onde passamos mais tempo

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Globaldis apresenta catálogo de madeiras estruturais

Nos últimos anos a madeira tem assumido um papel crescente na Construção. Ciente da importância e da relevância das madeiras estruturais a Globaldis acaba de apresentar ao mercado o seu novo catálogo

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O novo catálogo de Madeiras Estruturais da Globaldis constitui uma ferramenta de apoio essencial para os profissionais do sector que procuram as melhores soluções de construção sustentável para os seus projectos. Nesse sentido, o novo guia técnico está dividido em duas categorias principais: madeiras estruturais lameladas (GL24 | GL75) e madeiras estruturais maciças (KVH® | Cofragem).

As vigas de madeira são produtos naturais de grande qualidade, que permitem uma variedade de aplicações. As suas características estéticas permitem-lhes harmonizar-se perfeitamente com outros materiais, criando ambientes inspiradores. São também uma opção ecológica, dada a proveniência de florestas sustentáveis e o baixo consumo de energia quando comparadas com outros materiais de construção.

A Globaldis reforça assim a sua posição enquanto player de referência capaz de dotar qualquer projecto com soluções construtivas modernas e com uma forte componente sustentável. Poderá consultar o catálogo no nosso website, onde encontrará todas as informações necessárias sobre a vasta gama de produtos e serviços da empresa.

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Vicaima lança novo catálogo Portaro

A Vicaima acaba de disponibilizar um novo catálogo de soluções Portaro, proporcionando aos profissionais do sector mais flexibilidade e versatilidade nos seus projectos

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O desenvolvimento de soluções flexíveis, com elevado desempenho e qualidade superior mantém-se uma das prioridades da Vicaima, um dos maiores players europeus no design e produção de portas de interior, aros, roupeiros, painéis e peças para mobiliário. Nesse sentido, a empresa acaba de lançar o novo catálogo de soluções Portaro.
Versátil e pronto a instalar, o conceito Portaro integra porta, aro e acessórios numa peça única, proporcionando aos profissionais do sector inúmeras possibilidades de aplicações.

O novo catálogo constitui uma ferramenta completa de apoio ao prescritor, reflectindo toda a gama de soluções, incluindo também um guia para escolha dos modelos de portas e revestimentos, bem como uma apresentação da gama de roupeiros Vicaima. Ao longo das 72 páginas, o mais recente catálogo apresenta não apenas informação técnica, mas também conteúdo inspiracional com um vasto leque de aplicações, que vão desde os projectos residenciais, a hotelaria e serviços.

A gama de produtos apresenta-se subdividida em 4 categorias principais: portas de interior, corta-fogo, corta-fogo e acústico e segurança. Com um amplo conjunto de designs e revestimentos, as soluções estão disponíveis em diferentes configurações, tais como, portas inverse faceadas, pivotantes, de correr ou de elevada dimensão, abrindo inúmeras possibilidades à arquitectura de interiores.

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Remodelação total do Edifício Latino Coelho 142

O Edifício Latino Coelho 142, no centro do Porto encontra-se em fase de remodelação com uma área total de 4000 m2, distribuídos ao longo de 6 pisos, inaugurando um novo conceito de “workplace” na baixa portuense

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O projecto delineado para o edifício contempla diferentes áreas em formato “open-space” com pavimento técnico sobrelevado; sistema de ar condicionado; instalações eléctricas; iluminação e instalações sanitárias em todos os pisos. De salientar ainda o terraço exterior a criar ao nível do terceiro piso com uma zona de lazer coberta.

“A centralidade do edifício; a proximidade da linha de metro; a existência de um parque de estacionamento privativo (raro no centro do Porto) e a possibilidade de ocupação imediata por parte dos arrendatários com a configuração total ao nível das infraestruturas são algumas das muitas vantagens deste empreendimento. Além disto, o facto de todos os espaços estarem organizados em formato “open-space” e poderem ser arrendados piso a piso, facilita muito a tarefa das empresas ao nível da sua configuração e organização face às suas necessidades actuais”, sublinha Graça Cunha, responsável pela comercialização do projecto na Predibisa.

O imóvel vai ao encontro das exigências do mercado. “O mercado de escritórios do Porto continua a ter uma procura forte tanto internamente como a nível internacional, sendo temporariamente condicionada pela adaptação das empresas ao actual momento e planeamento para um sistema híbrido de trabalho no futuro”, refere Francisco Megre, consultor de escritórios da Savill. “Com a oferta dos escritórios disponíveis no Edifício Latino Coelho 142”, continua o responsável, “vamos ao encontro daquilo que nos é pedido pelas empresas que precisam de instalações com uma localização central e equipadas com o que necessitam para atrair e reter os melhores recursos humanos. A existência de vários terraços e o design do edifício vêm premiar a nossa cidade com as últimas tendências da arquitectura comercial, colocando o Porto em pé de igualdade com outros destinos europeus”, sustenta.

O mais recente reconhecimento da Sumo Finans ao nomear o Porto como Best City in Europe to Live as a Family em 2021comprova que a cidade reforçou a sua atractividade. “Os investidores continuam a apostar na cidade e a criar produto de escritórios de elevadíssima qualidade e as empresas podem seleccionar o Porto como o destino preferencial para colocar as suas equipas, nomeadamente neste edifício que, quer pela localização quer pelas condições que oferece, certamente será um “key factor” na estratégia de qualquer organização para atrair e reter talento”, conclui André Almada, sénior director da área de Escritórios na CBRE.

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