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2022 será um ano de retoma para o mercado imobiliário

As perspectivas para 2022 apontam para uma retoma dos volumes de investimento para níveis pré-pandemia, sendo já hoje identificáveis mais de 2,1 mil milhões de euros de negócios em diversas fases de negociação, refere a Cushman & Wakefield

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No arranque do ano a Cushman & Wakefield avança com o resumo da actividade do mercado imobiliário nacional em 2021 e com as suas perspectivas para 2022.

“2021 foi um ano de recuperação para o imobiliário nacional. Face à fraca actividade no primeiro semestre, o mercado de investimento imobiliário comercial deverá ficar na ordem dos dois mil milhões de euros, uma quebra de 30% face a 2020 (um ano excelente por influência de algumas transacções de dimensão relevante). Já o mercado ocupacional revelou uma retoma da procura, embora com comportamentos díspares entre os diversos segmentos. Quanto à actividade da Cushman & Wakefield em Portugal, obtivemos um resultado muito positivo, tendo em conta os desafios que continuámos a enfrentar. A generalidade dos departamentos registou bons níveis de facturação e fomos, uma vez mais, distinguidos como a melhor consultora imobiliária em Portugal, atribuído pela Euromoney, em conjunto com a atribuição dos prémios de melhor consultora nacional a nível de transacções e research”, refere Eric van Leuven, director-geral da consultora em Portugal.

Relativamente à actividade de investimento em imobiliário comercial de rendimento em 2021 esta “foi caracterizada por um forte abrandamento no primeiro semestre, com um volume na ordem dos 570 milhões de euros, seguido de uma aceleração da retoma ao longo da segunda metade do ano. A consultora contabiliza até ao final de 2021 um total investido de 1,83 mil milhões de euros, o que representaria uma quebra de 35% face a 2020 (em que se atingiu o terceiro máximo histórico por influência de três grandes transacções). Para os resultados do ano transacto contribuíram as perto de duas dezenas de operações de portfólios, os quais foram responsáveis por 60% do volume total transaccionado. No entanto, “o elevado número de operações que terão sido concluídas nos últimos dias do ano (e cuja confirmação está ainda pendente) leva-nos a estimar um volume na ordem dos dois mil milhões de euros, reflectindo uma quebra homóloga de 30%”.

À semelhança dos anos anteriores, o capital estrangeiro dominou a actividade do mercado, agregando 70% do volume investido em imobiliário em 2021. A sua grande maioria teve origem na Europa, com destaque para os investidores franceses, 505 milhões de euros, e espanhóis, 246 milhões de euros. Por seu lado, o capital nacional cresceu em representatividade, atingindo um volume na ordem dos 550 milhões de euros.
No que respeita à actividade de promoção e reabilitação urbana, a consultora avança que em 2021 se tenha registado uma quebra de 10%, com um volume alocado a este tipo de operações na casa dos 465 milhões de euros.
Verificou-se uma contínua aposta dos investidores em sectores estratégicos, com destaque para escritórios, com perto de 40% do volume investido, seguido dos segmentos alternativos, com 34%.
Em termos de ocupação, o sector de escritórios registou novamente um comportamento díspar nas duas principais cidades do país, com um aumento homólogo de 17% na Grande Lisboa e uma quebra de 10% no Grande Porto.
O aumento da actividade no mercado de industrial e logística consolidou-se, com os volumes de absorção a atingir um máximo histórico anual nos três primeiros trimestres de 2021.

Após as quebras acentuadas em 2020, os sectores de retalho e hotelaria registaram um desempenho mais positivo no ano transacto – o primeiro registou estabilidade no número de abertura de novas lojas, com os alojamentos hoteleiros a crescer 30% nas dormidas e 46% nos proveitos totais.
No que diz respeito a previsões para 2022, Eric van Leuven avança que “as perspectivas são mais optimistas, suportadas numa expectativa de maior controlo da pandemia e consequente consolidação da retoma da economia mundial”. Desta forma, “embora os primeiros meses do ano possam ser uma vez mais caracterizados por uma cautela acrescida no mercado ocupacional, antecipa-se que os indicadores de final de ano ultrapassem de forma transversal os registados no ano anterior”, refere o responsável.
Relativamente à actividade de investimento institucional, o reconhecimento da boa resposta que o país tem tido face à pandemia e a pressão dos elevados níveis de liquidez deverão continuar a contribuir para uma manutenção do interesse no mercado nacional. Neste contexto, “as perspectivas para 2022 apontam para uma retoma dos volumes de investimento para níveis pré-pandemia, sendo já hoje identificáveis mais de 2,1 mil milhões de euros de negócios em diversas fases de negociação, com destaque para o portfolio de unidades hoteleiras gerido pela ECS, aos quais poderão acrescer perto de 600 milhões de euros em transacções actualmente suspensas, mas com possibilidade de conclusão até ao final do ano”.

Face ao contínuo interesse dos investidores internacionais em categorias que registam escassez de oferta em Portugal, nomeadamente os segmentos de logística e residencial para arrendamento (ou PRS – private rented sector), deveremos continuar a registar uma maior pressão para a colocação de produto transaccionável no mercado, inclusive através da promoção deste tipo de activos.
O teletrabalho, o comércio electrónio e a crescente importância dos critérios ESG no ciclo imobiliário, continuaram a marcar 2022.

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Investimento captado pelos Vistos Gold no 1º semestre do ano cresceu 33%

Em Junho foram atribuídos 155 vistos, dos quais 126 através da aquisição de bens imóveis, que totalizaram um investimento de 62,3 milhões de euros. A maioria, 68, foi canalizada para projectos de reabilitação urbana

No primeiro semestre deste ano, o investimento captado através da concessão de Vistos Gold atingiu os 316,2 milhões de euros, mais 33% face a igual período de 2021. Neste período, foram atribuídos 649 ARI. No período em análise Junho é o mês que se destaca já que o investimento captado superou os 77,9 milhões de euros, representando mais 44% face a Maio, mês em que o investimento captado foi de 53,8 milhões de euros.

Assim, em Junho foram atribuídos 155 vistos, dos quais 126 através da aquisição de bens imóveis, que totalizaram um investimento de 62,3 milhões de euros. A maioria, 68, foi canalizada para projectos de reabilitação urbana, para a qual foi canalizada cerca de 24 milhões de euros. No período o montante canalizado para a aquisição de imóveis (58 ARI) foi de 38,4 milhões de euros.

Ainda nesse mês, 28 autorizações de residência foram atribuídas com o argumento de transferência de capitais, cerca de 15,6 milhões de euros e uma para criação de postos de trabalho.

Em Junho, foram atribuídos 30 vistos a cidadãos da China, 30 dos Estados Unidos, 14 da Turquia, 11 da índia e 10 do Brasil. Foram também concedidas 204 autorizações de residência a familiares reagrupados, que somam os 735 no acumulado do ano.

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CBRE assegura gestão do edifício Classique do grupo AGEAS em Lisboa

O imóvel, que conta com cerca de 2.253 metros quadrados, 9 pisos, e 42 lugares de estacionamento, tem como inquilinos a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), a Nutribalance, a Pares Advogados e a Valores Exclusivos

A CBRE recebeu a instrução pelo Grupo Ageas Portugal para assegurar a gestão do Edifício Classique, localizado no número 23 da Rua Alexandre Herculano em Lisboa.

O imóvel, que conta com cerca de 2.253 metros quadrados, 9 pisos, e 42 lugares de estacionamento, tem como inquilinos a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), a Nutribalance, a Pares Advogados e a Valores Exclusivos, empresa de investimentos imobiliários.

“O Edifício Classique é um imóvel com história, mas moderno no seu interior e adaptado aos actuais funcionamentos de escritórios. Esta gestão junta-se a tantas outras do nosso portefólio de activos e vai permitir optimizar o nosso know-how nesta área, com mais um imóvel relevante no mercado”, sublinha Frederico Mondril, Offices and Logistics Property Management Director da CBRE Portugal.

Até ao momento, a CBRE é responsável pela gestão de 140 activos de escritórios e logística no mercado.

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Hipoges: resultados do 1º semestre de 2022 com crescimento transversal

Crescimento de quase 20.000 milhões de euros em activos sob gestão, situando-se agora nos 46.000 milhões de euros, aumento do volume de negócios em 73% dos Corporate Services e criação de novas entidades, traduzem o dinamismo da actividade nos primeiros seis meses do ano

A Hipoges empresa que actua no sector de asset management, viu reforçada a sua actividade, em toda a linha, nos primeiros seis meses do ano. A começar pelo significativo aumento do valor de activos sob gestão do servicer. Só no primeiro semestre do ano, a Hipoges registou um crescimento de quase 20.000 milhões de euros em activos sob gestão, situando-se agora nos 46.000 milhões de euros. A este resultado somam-se também a aquisição de novos clientes e carteiras, o desenvolvimento de novas linhas de negócio e novas empresas e a expansão da equipa com a integração de mais profissionais experientes e dedicados.

“Contra todas as expectativas, 2022 iniciou-se com um volume muito elevado de operações e estamos convencidos de que vamos poder desempenhar um papel muito relevante no mercado como aconteceu nos últimos anos”, sublinha Claudio Panunzio, Managing Partner da Hipoges.

No início do ano os departamentos de Valuations da Hipoges de Portugal e Espanha passaram a ser regulados pela RICS, uma instituição internacional de qualificação e normalização de terrenos, imóveis e construção. No primeiro semestre de 2022 o grupo criou a Hemisphere, uma nova empresa que actuará de forma autónoma na área das avaliações em Portugal, mas que contará com o apoio do servicer como consultor de mercado, e que servirá para “reforçar a posição do grupo neste sector”.

Noutros serviços, os bons resultados do primeiro semestre do ano estão associados, sobretudo, ao aumento do volume de negócios. É o caso do departamento de Corporate Services, uma equipa dedicada à gestão de veículos de investimento imobiliário e especializada na prestação de serviços corporativos, de contabilidade, tax compliance e reporte financeiro, bem como na gestão de tesouraria e administração, cujo volume de negócios cresceu 73% no período em análise.

O mesmo acontece nos serviços de Securitization Vehicles e Advisory. No que diz respeito ao primeiro, o departamento da Hipoges responsável pela oferta de serviços especializados na constituição e gestão de veículos de titularização e respectivas emissões de valores mobiliários no mercado nacional adianta que, até ao primeiro semestre de 2022, foram emitidos cumulativamente mais de 3.2 mil milhões de euros de notas. Já a equipa de Advisory, cuja actividade assenta na prestação de serviços de assessoria a investidores institucionais e no apoio ao grupo nas suas actividades de expansão noutras linhas de negócio e nas várias operações de aquisição, revela que já assessoraram centenas de operações de crédito e imobiliárias no valor de dezenas de milhões de euros.
Também o departamento de Real Estate esteve em grande destaque nos primeiros seis meses deste ano com um aumento do volume de vendas e com a criação de uma nova secção dedicada a investidores profissionais na sua plataforma imobiliária Portal Now.

“O valor acrescentado dos serviços do grupo encontra-se nas sinergias e no know-how gerado pela actividade de servicing da Hipoges, sendo pioneiros em oferecer aos nossos clientes dados analíticos para cada categoria de ativo”, explica Nuno Godinho, chief corporate services. Já Mário Neves, associate director valuation & technical due diligence do departamento de valuations do servicer, acrescenta que “a “cultura” e conhecimento do mercado imobiliário no grupo Hipoges é um ponto chave para o nosso constante e contínuo desenvolvimento, que sustenta e fortalece o nosso valor”, constata.

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1º direito em Angra do Heroísmo com 68 milhões do PRR

O município de Angra do Heroísmo, nos Açores vai investimento de 68 milhões de euros na reabilitação dos bairros sociais do município

O município assinou um acordo com o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) para aceder ao Programa de Apoio ao Acesso à Habitação 1.º Direito. Esse acordo vai vigorar durante seis anos e possibilitar a reabilitação dos bairros sociais do município, muitos dos quais construídos após o sismo de 1980, que destruiu a cidade.

“O acordo de colaboração assinado permite um investimento de 68 milhões de euros, bastante considerável, e poderá ter um financiamento de 100%, no âmbito das verbas do PRR”, afirmou, em conferência de imprensa, a vereadora da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo Fátima Amorim.

O acordo abrange a reabilitação do parque do município destinado à habitação social, o que compreende cerca e 448 casas. A intenção do município é a de arrendar outras habitações, subarrendando-as a famílias carenciadas, por um preço mais baixo.

A Câmara pretende acelerar as obras de reabilitação, de modo a estarem concluídas até Junho de 2026 e o investimento do município poder ser comparticipado a 100% pelo PRR.

“Temos de andar rápido para termos um financiamento do PRR a 100%. Caso não seja possível concluirmos até Junho de 2026, o contrato é por seis anos, podemos também continuar a beneficiar de verbas através do 1.º Direito, não do PRR, mas de outro fundo, que não é a 100%”, sublinhou Fátima Amorim. Segundo a vereadora, a Estratégia Local de Habitação do município vai permitir “implementar soluções habitacionais para 500 agregados familiares e 1500 pessoas”.

O acordo prevê ainda a candidatura a apoios para reabilitação de habitações por parte de privados, num montante de 24 milhões de euros. O que permitirá criar habitação para mais 200 agregados familiares, num total de cerca de 700 pessoas, de acordo com as contas da autarquia.

A Estratégia Local de Habitação do município teve por base um diagnóstico que identificou “737 agregados familiares a viver em situações de carência habitacional, o que corresponde a 2.174 pessoas”. “Este diagnóstico permitiu tipificar as carências existentes no concelho em termos de precariedade, sobrelotação, inadequação e salubridade”, explicou a vereadora.

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Mercadona abre no Santarém Retail Park

O Santarém Retail Park, gerido pela CBRE Portugal e situado a escassos minutos do centro da cidade de Santarém, inaugura em Agosto uma nova imagem e amplia a sua oferta comercial

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Para além do novo supermercado da Mercadona, o primeiro da região, o retail park oferece um leque de outras ofertas, desde decoração à bricolage, electrónica, peças e acessórios de automóvel e restauração. Entre as diferentes insígnias presentes, destacam-se a Leroy Merlin, a Hôma, a Jysk, a Rádio Popular, a Centroxogo, a Feira dos Sofás, a Espaço Casa, a Giulietta (restaurante/pizzaria) e a Feuvert. De salientar que, até ao final do ano, prevê-se ainda a inauguração de mais quatro lojas, entre as quais, a Kiwoko e a Calçado Guimarães, sendo que haverão mais novidades para breve.

A Mitiska REIM, actual proprietária do Santarém Retail Park (e de mais 95 retail parks pela Europa), em conjunto com os seus parceiros e property manager, tem vindo a implementar o seu plano de iniciativas value-add e rebranding do activo, que passa essencialmente por criar um destino de conveniência para todos os consumidores e um retail park ancorado por um supermercado. O investimento no parque comercial não só se traduziu numa melhor atratividade do retail park, garantindo a preferência local pelo consumidor, como também num aumento do número de postos de trabalho e de trocas comerciais na região de Santarém.

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JLL vende projecto para habitação em Campolide

Activo ‘Campolide Nova Goa’, sob gestão da Hipoges, prevê a construção de cerca de 7.500 m2 acima do solo, distribuídos por 59 apartamentos

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A JLL acaba de lançar ao mercado um novo projecto de promoção imobiliária numa zona central de Lisboa, mandatada pela Hipoges, com mais de 45 mil milhões de euros em activos sob gestão em Portugal. O projecto Campolide Nova Goa prevê a construção de cerca de 7.500 m2 acima do solo, distribuídos por 59 apartamentos. “A relevância deste projecto faz com que ambas as entidades, uma vez mais, colaborem num esforço conjunto que pretende alavancar e dar continuidade a uma parceria que se tem revelado profícua em diversos momentos”, indica a consultora em comunicado.

Este projecto nascerá no quarteirão entre a rua Conde Nova Goa e a Rua de Campolide, junto à Universidade Nova de Lisboa com ligação directa à Praça de Espanha, zona que tem emergido como uma nova centralidade residencial em Lisboa após ter sido alvo de uma profunda requalificação. Com características distintivas em termos de acessibilidades de circulação dentro e para fora de Lisboa, todo este eixo é igualmente bastante bem servido a nível de comércio e serviços, com destaque para o eixo entre as Amoreiras e o financial district, na José Malhoa.

Luís Silveira, RE Director da Hipoges, realça “a excelência da intervenção urbanística deste loteamento que é a face de uma Lisboa nova, mais cosmopolita e vibrante, em que este projecto se destaca pela integração arquitectónica em perfeita harmonia com a envolvente. Com vistas únicas e inalteráveis para Monsanto e uma exposição solar óptima, este é um projecto singular que será sem dúvida uma referência no mercado residencial “high-end” da cidade nos próximos anos. O cuidado e todo o investimento que foi tido no programa de loteamento assegura o sucesso deste projecto que, a meu ver, é mais um contributo para a modernização urbanística de qualidade na cidade.”

Já Gonçalo Ponces, head of Development da JLL destaca que a “procura final de habitação para este projecto é bastante promissora”, tendo em conta as características dos apartamentos, assim como vista para toda a mancha verde de Monsanto. “Não temos dúvidas de que este será um activo que muitos promotores vão querer desenvolver, especialmente numa altura em que a oferta nova é escassa, com tendência a comprimir ainda mais devido ao incremento nos custos de construção”, acrescenta.

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Volume de negócios da Zome ultrapassa os 350 M€ no primeiro semestre

Nestes primeiros seis meses do ano, a mediadora destaca a expansão da rede com a abertura de mais 25 hubs e um aumento da facturação em cada unidade de negócio

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tagsZome

A mediadora nacional Zome fechou o primeiro semestre do ano com um volume de negócios de 353,5 milhões de euros, o que representa um crescimento de 12% face ao período homólogo do ano passado. Durante este período, destaca-se ainda o aumento da facturação dos hubs, que atingiu os 12,1 milhões de euros, com um total de 2.891 transacções mediadas, representando um crescimento de 16% face ao mesmo período do ano transacto.

Durante os primeiros seis meses do ano, a Zome registou um aumento de cerca de 40% na rede de hubs, em comparação com o mesmo período do ano passado. Actualmente, a Zome conta com 34 hubs ibéricos (32 em Portugal e dois em Espanha), e o objectivo é chegar às 50 unidades em 2022.

A mediadora, tem vindo a consolidar a sua presença no mercado, desde o primeiro dia. Só nos primeiros três meses deste ano, a Zome abriu 11 novos hubs imobiliários em território nacional, o que representa um aumento de cerca de 50% na rede de unidades de negócios quando comparado com o mesmo período do ano passado, destacando-se a estreia da Zome fora de Portugal Continental, na Madeira e Açores.

Patrícia Santos, CEO da Zome, refere que “nestes primeiros seis meses do ano, é importante destacar a expansão da nossa rede, com a abertura de mais 25 hubs, e um aumento da facturação em cada unidade de negócio, que demonstra bem a ambição que temos em crescer e continuar a multiplicar o ADN Zome um pouco por todo o País”.

“A produtividade individual dos nossos consultores é o nosso principal foco, e temos um sentimento de dever cumprido quando verificamos, no final do primeiro semestre, que os nossos consultores, em média, conseguem que o dobro dos proprietários confiem os seus imóveis para serem vendidos, quando comparado com a média dos consultores da maior rede a operar em território nacional.”, acrescenta Patrícia Santos.

Em Janeiro deste ano, a Zome foi galardoada com o Prémio Cinco Estrelas, na categoria de “Melhor Rede de Franchising”. Em 2021, foi também eleita como Melhor Empresa Para Trabalhar no sector imobiliário e ficou em segundo lugar na classificação geral de grandes empresas.

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JLL comercializa espaços comerciais do LX Living

Disponíveis para arrendamento, as seis lojas deverão agradar a um “perfil de consumidor bastante exigente e aberto a novos conceitos e experiências, que valoriza as vantagens do comércio de conveniência e proximidade”

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Numa das zonas mais dinâmicas de Lisboa, as Amoreiras, chegam agora ao mercado seis novas lojas do novo projecto LX Living, promovido pela RE Capital. A comercialização é da JLL, cujo processo está a ser liderado pela equipa de Retail Leasing. Ao todo são mais de 1.200 m² destinados ao comércio de rua, distribuídos por seis espaços independentes com áreas entre os 117 m² e os 276 m², que podem ser interligadas.

Beneficiando de uma localização central num dos eixos prime para o comércio e serviços em Lisboa, o LX Living é um novo empreendimento residencial, cujos espaços do piso térreo estão destinados a comércio. Disponíveis para arrendamento, as seis lojas encontram-se naquele que é um dos mais dinâmicos centros comerciais e de negócios de Lisboa, contando ainda com a proximidade a vários projectos de referência, nomeadamente o Amoreiras Shopping Center ou o Amoreiras Plaza, a par com as sedes de várias multinacionais, bancos, hotéis e vários outros espaços de lazer. As lojas são também servidas por uma boa rede de transportes públicos nas imediações.

“Por se tratar de uma referência quer no mercado de escritórios quer enquanto bairro residencial, é uma localização premium onde reside um perfil de consumidor bastante exigente e aberto a novos conceitos e experiências, que valoriza as vantagens do comércio de conveniência e proximidade. Acreditamos que, pela sua versatilidade e caraterísticas, estes espaços do Lx Living se adaptam perfeitamente à procura que está activa neste mercado”, considera Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory da JLL.

O LX Living traduz-se num dos maiores projetos do grupo em Portugal e conta ainda com 150 apartamentos e um conjunto de amenities de luxo como uma piscina exterior na cobertura, um ginásio e piscina coberta, para uso exclusivo dos residentes.

A previsão de conclusão da obra é para o final do ano e o empreendimento conta já com 130 unidades vendidas.

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FVC Group atribuiu à CBRE a gestão do World Trade Center (WTC)

O empreendimento vai compreender um total de 25 mil metros quadrados de escritórios, com uma capacidade para acolher três mil utilizadores

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FVC Group atribuiu à CBRE a gestão do World Trade Center (WTC) Lisboa, localizado no Oeiras Valley. O WTC tem prevista a conclusão das obras no terceiro trimestre de 2022 e será ocupado por empresas como a Worten, Bayer e Helm, entre outras.

O FVC Group, juntamente com a CBRE, tem como principal objetivo responder às necessidades dos utilizadores, bem como estar a par das tendências e conceitos de trabalho mais atuais. No novo edifício, vão ser implementadas práticas e ações sustentáveis que respeitem o meio ambiente e criadas condições que tenham em atenção o bem estar físico e emocional de todos os utilizadores do espaço, de forma a obter a certificação LEED Gold e WELL Gold.

“A gestão do WTC é um grande orgulho para a CBRE. Podermos juntar este ativo ao nosso portfolio reforça a posição de liderança neste segmento. Pretendemos que este espaço tenha elevados padrões de qualidade que respeitem três pilares: o bem-estar, a flexibilidade e a tecnologia . Um dos nossos primeiros passos será implementar um programa de hospitalidade inspirado em padrões de serviço de hotelaria, proporcionando uma experiência de ambiente de trabalho única e um serviço de excelência aos utilizadores”, afirma Frederico Mondril, diretor de Property Management para as áreas de Escritórios e Logística da CBRE Portugal.

O empreendimento vai compreender um total de 25 mil metros quadrados de escritórios, com uma capacidade para acolher três mil utilizadores. Contará com quatro mil metros quadrados de área de comércio e serviços, incluindo um supermercado Continente, uma farmácia, uma clínica de bem-estar e ainda 10 mil metros quadrados de áreas exteriores destinadas a trabalho, desporto e lazer.

Uma das principais inovações será a App Host, a primeira a ser implementada em Portugal, através da qual os utilizadores poderão participar em eventos e atividades exclusivas, aceder a um variado conjunto de amenities disponíveis de forma gratuita, como carregadores de telemóvel, empréstimos de guardas-chuva ou kits de costura, e ainda contratar serviços de conveniência que facilitem a resolução de necessidades diárias como lavagem automóvel, serviços de engomadoria, entrega de cabazes biológicos, entre outros.

“O nível de excelência do WTC expressa-se não apenas no edifício em si mas também nos serviços prestados. Partilhamos com a equipa CBRE essa ambição. Uma parceria que se estende a outros projetos do grupo e que aqui nos oferece um desafio de inovação constante, de que é exemplo a app host, uma entre as muitas disrupções que vamos trazer para o mercado de escritórios em Portugal”, refere Vasco Fonseca, COO do FVC Group.

O WTC Lisboa terá, ainda, equipamentos como, balneários equipados para os que pretendam praticar atividade física, vending machines, com uma oferta variada de produtos alimentares saudáveis, e postos de trabalho flexíveis e dotados de tecnologia de última geração, que permitem aos utilizadores conectarem-se em qualquer ponto do complexo.

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Salgueiral Residences vendido na totalidade

Situado na cidade de Guimarães, o empreendimento conta com promoção da dstrealestate e comercialização da dipe. O investimento global ultrapassou os 13 M€

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O empreendimento Salgueiral Residences, situado no centro da cidade de Guimarães, tem as fracções habitacionais 100% vendidas. Promovido pela dstrealestate, o grupo esteve ainda representado por mais quatro empresas: a dst, dstsolar, tagregados, tbetão, sendo que o investimento global do grupo ultrapassou os 13 milhões de euros.

Segundo Miguel Moreira, director geral da dstrealestate, o sucesso do Salgueiral deve-se em parte à “evidente carência de imóveis prontos a habitar na cidade de Guimarâes”. “Podemos considerar que esta foi uma aposta ganha, uma vez que, ainda em fase construção, foram vendidas 85% das fracções. Este sucesso motiva-nos ainda mais para os desafios que se seguem”, acrescenta.

Por sua vez, Diogo Antunes, CEO da dipe, imobiliária responsável pela comercialização, que conta com mais de 25 anos de experiência no mercado, destaca a elevada aceitação por parte dos clientes. “Pela localização atractiva, pelas áreas espaçosas e pelas generosas varandas voltadas a Sul, sabíamos que este empreendimento seria um sucesso de vendas”, começa por dizer Diogo Antunes, que revela a elevada procura por parte de investidores: “a DST é uma referência, não só em Portugal, mas também no estrangeiro”.

Os Salgueiral Residences contemplam “os mais elevados padrões de conforto, aliados à tecnologia mais sofisticada, com o máximo aproveitamento da exposição solar, amplas áreas e cuidado em cada detalhe”. Além do corpo habitacional, o complexo integra, ainda, seis espaços comerciais, uma zona de uso colectivo para festas, reuniões e convívios, e uma área de lazer reservada.

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