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Efacec seleccionada na primeira ronda do projecto europeu PITCCH

O desafio proposto pela Efacec – Smart Digital Transformer Management Solution – foi um dos sete seleccionados pelo consórcio formado por vários centros tecnológicos europeus que integram o Pan-european Open Innovation Network for Corporate Challenges in advanced technologies

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O desafio proposto pela Efacec – Smart Digital Transformer Management Solution – foi um dos sete seleccionados pelo consórcio formado pelos Centros Tecnológicos INL – International Iberian Nanotechnology Laboratory, TNO – Innovation for Life, Steinbeis 2i GmbH e RINA e pela agência Vitamina, no âmbito da primeira ronda de desafios do Projecto Europeu PITCCH (Pan-european Open Innovation Network for Corporate Challenges in advanced technologies), financiado pelo Horizonte 2020, o qual visa a promoção da colaboração efectiva entre grandes empresas (technology seekers) e PME e start-ups (technology providers) para o desenvolvimento de soluções inovadoras e tecnologicamente diferenciadas. O PITCCH pode ser visto como uma plataforma internacional colaborativa que visa impulsionar a inovação aberta.

“É com muito orgulho que chegámos até aqui, competindo com empresas referência na área da inovação tecnológica. Esta conquista atesta o compromisso da Efacec com uma inovação cada vez mais agregadora. E o “Smart Digital Transformer Management Solution” é um deles”, sublinhou Ricardo Ribeiro, director de I&D e da Gestão Digital de Activos da Efacec e responsável pelo projecto.

A Efacec foi a única empresa portuguesa entre as sete seleccionadas. O “Smart Digital Transformer Management Solution” é uma solução disruptiva de gestão digital de activos para transformadores e envolveu, num trabalho colaborativo de co-criação, três áreas de negócio: Service, Automação e Transformadores, e a Start-up IZUM.
O projecto encontra-se agora em fase final de desenvolvimento, com um protótipo “alfa” em fase de ensaio. A par, está também em fase de desenvolvimento o protótipo “beta”, que visa a pré-industrialização da solução e que será, entretanto, ensaiado em laboratório para posteriormente ser instalado num ambiente industrial. O objectivo passa por lançar a primeira versão do produto industrializado já em 2022.

Esta participação surge no âmbito da aposta da empresa portuguesa na inovação aberta e na promoção do trabalho colaborativo, tendo por base o lançamento da plataforma hop.in – Home of Open Innovation, em Abril do ano passado. A plataforma de inovação aberta cativou o interesse e o envolvimento de diversos empreendedores, start-ups, investigadores, PME, clientes, colaboradores, parceiros, que participaram na co-criação de soluções nas áreas de energia, mobilidade e meio ambiente.

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Lisboa antecipa em 20 anos meta para a neutralidade carbónica

Para que Lisboa seja uma cidade climatericamente neutra, a aposta recai na iluminação pública através de LED, o projecto Lisboa Solar, a utilização das águas residuais para a rega e lavagem das ruas e a gratuitidade dos transportes públicos

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O município de Lisboa vai antecipar em vinte anos os objectivos traçados para a descarbonização da cidade, inicialmente previstos para 2050. O anúncio foi feito por Filipe Anacoreta Correia, vice-presidente da Câmara, durante o debate “Autarcas pelo Clima”, que decorreu hoje na Nova BSE, acrescentando que Lisboa “está na vanguarda da neutralidade carbónica”.

A selecção de Lisboa pela Comissão Europeia como uma das cidades para participar na Missão da UE para 100 cidades neutras e inteligentes até 2030, a chamada “Missão Cidades”, vai permitir “desbloquear oportunidades de financiamento europeias e nacionais para atingir esses objectivos”, disse Filipe Anacoreta Correia. “Apesar de as metas fixadas serem muito exigentes, a Câmara de Lisboa vai antecipar grande parte delas para 2030”, sublinhou o vice-presidente da autarquia da capital, acrescentando que uma das prioridades da autarquia é “ganhar contratos climáticos”.

Para que Lisboa seja uma cidade climatericamente neutra, muito contribuirá a aposta do executivo camarário na iluminação pública através de LED, o projecto Lisboa Solar (instalação de sistemas solares nos edifícios municipais) e a utilização das águas residuais para a rega e para a lavagem das ruas.

A gratuitidade dos transportes públicos é outra das medidas, uma vez que “mais de 50% das emissões de carbono está ligada aos transportes”, acrescentou.

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astratec “deu” luz ao Tesouro Real

A astratec foi responsável pelo projecto de iluminação do novo Museu do Tesouro Real, na nova ala do Palácio Nacional da Ajuda. Um projecto que durou quatro anos, necessitou de 537 projectores e quase quatro quilómetros de fibra

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Levar o visitante a ter uma experiência única, onde através do percurso vai conhecer um pouco da história portuguesa e ver a riqueza das peças em exposição foi o grande desafio colocado à astratec.

“Quisemos garantir que o visitante tem a percepção da verdadeira beleza de cada peça, e numa caixa-forte com níveis de luz reduzidos, com 736 peças em exibição, muitas delas pela primeira vez, foi necessário recorrer a software especial que permitisse modular tridimensionalmente todos os espaços”, afirma Pedro Telhado, CEO da astratec.

O projecto teve a duração de 4 anos, e a solução encontrada passou pela utilização de Fibra Óptica em todas as vitrines, que consiste num sistema em que a fonte de luz, onde há consumo de energia eléctrica, produção de calor e radiações nocivas, fica no exterior da vitrine, sendo a luz conduzida para o interior através de um conjunto de fibras ópticas de material acrílico, e termina com os diversos projectores onde a luz é controlada e é a focada no objecto a iluminar. Desta forma é possível retirar todo o calor, radiação nociva e energia eléctrica do interior da vitrine, assegurando que a integridade das peças é salvaguardada.

Em todo o Museu foram utilizadas tonalidades quentes, mais adequadas para estes níveis de luz mais reduzidos, mas também para realçar a maioria das peças em ouro. No entanto, pela especificidade de algumas das valiosas peças em exposição, foram criadas soluções adequadas para algumas peças de forma individual, como por exemplo na vitrine da Baixela de Germain, onde foi utilizada uma tonalidade mais fria, ou na vitrine da Ordem do Tosão, onde foram colocados vários pontos de luz para provocar diversos brilhos quando o visitante se move em torno da vitrine.

Toda a iluminação tem nos bastidores um sistema de controle, que permite actuar em cada aparelho se necessário, regulando a sua intensidade, criando assim o cenário perfeito para o visitante, mas assegurando, níveis bem mais elevados para limpeza e manutenção.

“Desde o primeiro momento sentimos que fazíamos parte de um projecto único, com enorme responsabilidade e que o desafio nos iria impor um enorme rigor e dedicação profissional. Entrámos numa fase inicial e saímos na véspera da inauguração, assegurando a nosso apoio a todas equipas que fizeram este projecto avançar”, reforça Pedro Telhado.

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Gree apresenta Pular, a nova série de Monosplits da gama doméstica

De classe energética A++ em modo de arrefecimento e A+++ em modo de aquecimento, com um melhorado SEER de 7 e SCOP de 5,1, a série Pular oferece uma eficiência elevada devido ao gás refrigerante ecológico R32

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A nova série Pular da Gree apresenta-se em quatro potências distintas – 2,7, 3,5, 5 y 7 kW. Com um design cuidado e minimalista e uma ampla variedade de funções, tornando-se na melhor opção para qualquer espaço. Além disso, a série de Monosplits da Gree, que inclui painel retroiluminado, oferece rendimentos e características que permitem chegar às necessidades de eficiência energética e conforto dos utilizadores.

De classe energética A++ em modo de arrefecimento e A+++ em modo de aquecimento, com um melhorado SEER de 7 e SCOP de 5,1, a série Pular oferece uma eficiência elevada devido ao gás refrigerante ecológico R32. Também a tecnologia Inverter DC, que melhora significativamente a poupança, para além da fiabilidade, a protecção e o controle do equipamento, e o modo Poupança de Energia, que regula o sistema on/off das unidades para permitir reduzir mais o consumo eléctrico.

Com a série Pular, a Gree visa também maximizar o conforto e a comodidade dos seus utilizadores. Com as funções do Turbo Cooling é possível alcançar a temperatura desejada de forma mais rápida, o I Feel ajusta o funcionamento do equipamento a todo o momento através do sensor de temperatura integrado no controle remoto e o Desumidificador, extrai a humidade do espaço secando o ambiente para melhorar o conforto.

À semelhança de outros equipamentos de última geração, também estes podem ser controlado através do WiFi, através de um Smartphone e, agora também, através dos assistentes de voz mais populares, Google Home e Alexa. A série Pular conta, ainda, com funcionalidades que facilitam a sua operação como o Modo Fora de Casa, que impede que a temperatura do espaço baixe dos 8°C para proteger o edifício e as canalizações, ou o Reinício Automático Inteligente. Este último permite que, após um corte de electricidade, as unidades voltem a activar-se automaticamente no último modo configurado.

A série de Monosplits Pular conta com a função Auto Clean X-Fan, que evita a formação de bolor mantendo em funcionamento o ventilador da unidade interior até eliminar a condensação assim que desligamos. Também a Protecção Blue Fin, que previne a corrosão, e o Descongelação Inteligente, que minimiza o tempo em que deixa de sair ar quente pela unidade interior enquanto se descongela o exterior.

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Jeroen Dickhoff é a nova aposta da Schindler Ibéria para liderar departamento de Novas Instalações

Com esta contratação a empresa espera fazer grandes avanços na área de gestão e captação de Clientes

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A Schindler Ibéria reforçou a sua equipa com Jeroen Dickhoff, que se juntará à multinacional suíça a partir de 1 de Agosto, como director de Novas Instalações para Espanha e Portugal.

Licenciado em Negócios Internacionais pela Universidade de Tilburg (Holanda), Dickhoff tem mais de 17 anos de experiência nas áreas de ferramentas eléctricas e tecnologias, materiais e indústria da construção.

Em 2005 iniciou a sua carreira no departamento Comercial e Vendas da Robert Bosch, onde passou a maior parte da sua carreira em diferentes cargos, especializando-se em vendas, marketing e gestão de equipas e projectos.

Desde Abril de 2021 ocupava o cargo de director geral da divisão Danogips, na multinacional Knauf, um dos principais fornecedores de materiais de construção. A sua especialização em vendas, marketing e gestão de equipas e projectos, combinada com a visão holística que tem de viver em sete países, dotou-o de fortes competências na área da análise de dados, gestão, tomada de decisões e uma filosofia de trabalho orientada para os resultados.

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Sierra evitou custos de 14,5 M€ com a implementação de medidas de ecoeficiência

O Programa de eficiência energética criado pela Sierra permite poupar mais de 20 mil MWh anualmente. A Sierra reduziu as suas emissões de CO2 em 84% desde 2005 e o consumo de electricidade em 66% desde 2002

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Há mais de duas décadas que a Sonae Sierra integrou a sustentabilidade na sua estratégia de negócio e desde então sempre a manteve como pilar do posicionamento em todos os eixos e áreas de negócio, para continuar a entregar soluções com valor partilhado para o negócio, o ambiente e a sociedade. A estratégia de gestão sustentável permitiu à empresa evitar 14,5 milhões de euros em custos operacionais em 2021.

Só o programa de eficiência energética Bright, criado pela Sierra, permitiu identificar mais de 700 oportunidades de melhoria desde 2012, que geram uma poupança potencial de mais de 7 milhões de euros ao ano. Em 2021 a Sierra evitou 12,3 milhões de euros em custos com energia e o consumo de electricidade baixou 2% desde 2020.

“O novo ciclo iniciado pela Sierra em 2021 reforça a estratégia de sustentabilidade da empresa, que sempre representou um elemento de diferenciação no mercado. Temos apresentado resultados muito positivos graças a uma gestão racional dos recursos naturais e da melhoria das condições de segurança e saúde, mantendo sempre a ambição de melhoria. Queremos alcançar a neutralidade carbónica em 2040, o que significa antecipar em 10 anos a meta da Comissão Europeia”, avança Elsa Monteiro, directora de Sustentabilidade da Sonae Sierra

A empresa reduziu as suas emissões de CO2 em 84% desde 2005 e o consumo de electricidade em 66% desde 2002. A percentagem de reciclagem de resíduos cresceu 239% desde 2002 e, no que toca ao consumo de água, este diminuiu 41% desde 2003. A percentagem de água reciclada e reutilizada situa-se nos 6%.

No final do ano passado, cerca de 58% dos activos sob gestão da Sierra detinham a certificação de sustentabilidade ambiental de edifícios BREEAM. 38% estão certificados com a norma de gestão ambiental ISO 14001 e com a norma de Gestão da Segurança e Saúde ISO 45001.

A empresa foi também a primeira do sector imobiliário em Portugal a refinanciar parte da sua dívida através da emissão de obrigações ligadas a sustentabilidade (Sustainability-Linked Bonds), nomeadamente às emissões de CO2 e às taxas de reciclagem dos Centros Comerciais por si geridos e detidos.

Ainda em 2021, a Sierra alcançou, pelo 12.ª ano consecutivo, o nível Green Star no GRESB Benchmarking. Os fundos Sierra Prime e Iberia Coop obtiveram a classificação 5 estrelas, atribuída pela GRESB Real Estate Assessment, uma organização que avalia o desempenho Ambiental, Social e de Governação de activos imobiliários à escala mundial. Ao longo do ano, a Sierra deu aos seus colaboradores mais de 14 mil horas de formação e registou um aumento de 2,6% no número de mulheres que ocupam cargos de liderança.

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Rehau desenvolve sistema para renovação do ar interior

O Awadukt Thermo oferece todas as possibilidades de instalação possíveis, uma vez que proporciona aos arquitectos a máxima liberdade de desenho graças aos seus tubos de ar enterrados a uma profundidade de aproximadamente 1,5 metros

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Na Rehau, conscientes da importância da renovação do ar interior e com o objectivo de oferecer “as melhores soluções aos seus utilizadores”, a empresa desenvolveu o sistema Awadukt Thermo.

Se pensarmos que o ar condicionado, clima, ventilação e segurança impede frequentemente que novos edifícios e edifícios eficientes do ponto de vista energético abram janelas para ventilar os espaços e que cada pessoa precisa de aproximadamente 600 litros de ar novo por hora para que não surjam problemas de concentração, fadiga, irritação e baixa produtividade podem ser sentidos, o sistema de ventilação antimicrobiana sustentável Awadukt Thermo “garante ar novo, limpo e higiénico”.

O sistema adequado a todas as causas de estagnação do ar evita todos os problemas graças às suas tubagens de parede lisa. “Este sistema é também o único no mercado com um revestimento antimicrobiano, impedindo assim a formação de germes”, refere a empresa.

Além disso, é 30% mais rápido de instalar do que o betão porque os tubos são 90% mais leves e fornecidos em varas com comprimentos maiores.

O Awadukt Thermo da REHAU oferece todas as possibilidades de instalação possíveis, uma vez que proporciona aos arquitectos a máxima liberdade de desenho graças aos seus tubos de ar enterrados a uma profundidade de aproximadamente 1,5 metros. Desta forma, a energia geotérmica é aproveitada com a utilização da capacidade de armazenamento de energia do subsolo, recorrendo a tubos enterrados horizontalmente neste. Desta forma, as necessidades de aquecimento e arrefecimento podem ser reduzidas sem sacrificar o conforto interior.

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“Os Dias da Madeira” em análise no 7º congresso da AIMMP

Encontro acontece nos dias 14 e 15 de Julho, em Braga e irá permitir debater assuntos como perspectivas de crescimento e apoios, o marketing e as novas tendências de mercado, o financiamento, entre outros

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A Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP) anuncia o 7º congresso da indústria da Madeira e Mobiliário para os dias 14 e 15 de Julho, em Braga.

Sob o tema “Os dias da madeira”, o encontro irá permitir ao sector debater assuntos tão relevantes como: As perspectivas de Crescimento e Apoios para Portugal: a Indústria 4.0 e seu desenvolvimento; O Marketing ao serviço das novas tendências de mercado; O financiamento às empresas do sector; A gestão do talento e a atractividade do sector; e o Desenvolvimento e Protecção da Floresta e combate à escassez de matéria-prima.

“A fileira da madeira e mobiliário reforçou as exportações em 1,6 milhões de euros face a 2019 e tem como objectivo reforçar a presença no Médio Oriente, nos próximos cinco anos”, garante o Presidente da Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP). Recorde-se que este sector registou vendas recorde ao exterior de 2587 milhões de euros.

A abertura e boas-vindas será realizada por Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, e caberá a João Paulo Catarino, secretário de Estado da Conservação da Natureza, o encerramento da iniciativa. O programa inclui, ainda, uma visita técnica para os participantes ao novo projecto de construção off-site do Grupo Casais “BLUFAB”, no dia 15 de Julho.

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Eaton introduz “Building as a Grid” para potenciar a transição energética

A abordagem ” Buildings as a Grid” baseia-se no conceito conhecido como acoplamento sectorial, Num edifício comercial, por exemplo, esta abordagem exigiria a combinação de um sistema de armazenamento de energia com a produção no local e serviços de carregamento de veículos eléctricos

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Numa altura em que as tensões geopolíticas estão a ter um grande impacto nos mercados energéticos em todo o mundo, muitos países estão a mudar dos combustíveis fósseis para fontes de energia menos intensivas em carbono, em conformidade com o Acordo de Paris.

De acordo com o relatório da McKinsey, Climate risk and the opportunity for Real Estate, o imobiliário gera aproximadamente 39% das emissões totais do mundo. Destes, 11% são produzidos durante o fabrico dos materiais utilizados, enquanto os restantes são emitidos pelos próprios edifícios e pela geração da energia que estes necessitam.

A Eaton, especialista em gestão de energia, apresenta a sua abordagem “Buildings as a Grid” que, na sua essência, permite que os edifícios comerciais actuem como hubs de energia, ao satisfazer as suas próprias necessidades energéticas ao mesmo tempo que apoiam as das cidades nas mesmas redes, avançando para a descentralização da indústria energética.

“Nos próximos anos veremos uma tendência para a descentralização energética, o que significará um maior envolvimento dos utilizadores na produção e gestão da energia. A grande diferença em relação ao passado é que será energia com baixo teor de carbono, na sua maioria proveniente de fontes renováveis. Por ser um recurso volátil, a sua gestão torna-se essencial e tanto o utilizador como a rede necessitarão de flexibilidade. Neste contexto, os veículos eléctricos desempenharão um papel fundamental na gestão energética dos edifícios, uma vez que, além de consumirem energia, as suas baterias poderão armazená-la e devolvê-la à rede”, explica José Antonio Afonso, chefe do segmento Commercial Building da Eaton Iberia.

A abordagem ” Buildings as a Grid” baseia-se no conceito conhecido como acoplamento sectorial, que procura uma utilização mais eficiente da energia, especialmente das energias renováveis, através do acoplamento do consumo com a produção. Num edifício comercial, esta abordagem exigiria a combinação de um sistema de armazenamento de energia com a produção no local e serviços de carregamento de veículos eléctricos.

“Com esta abordagem estaríamos a caminhar para a descarbonização de uma forma significativa, uma vez que se consome menos energia da rede e se utiliza mais energia de carbono zero da geração no local, o que também significa uma maior resiliência à escassez de energia e às flutuações de preços”, esclarece José Antonio Afonso.

Este caminho, definido por “Buildings as a Grid”, permite transformar um edifício num centro energético seguindo os requisitos do novo paradigma energético, gerir melhor a infraestrutura elétrica existente e prepará-la para as necessidades energéticas futuras.  Em suma, uma abordagem concebida para desenvolver sistemas energéticos flexíveis, acelerar a descarbonização, reduzir os custos energéticos e criar novas fontes de receitas.

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ADENE marca presença no Africa Energy Forum 2022

“É urgente unir esforços e tornar a União Europeia e o continente africano zonas livres da dependência dos combustíveis fósseis da Rússia, e esse objectivo só pode ser alcançado trabalhando em conjunto”, afirmou Nelson Lage, Nelson Lage, presidente da ADENE e da EnR

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A importância da colaboração entre a União Europeia e o continente africano, as potencialidades destes países e aspectos-chave fundamentais para a descarbonização foram os temas abordados na mesa-redonda no African Energy Forum 2022 e na qual a ADENE esteve presente.

“No caminho do crescimento energético sustentável, que permitirá atingir a meta de zero emissões até 2050, não podemos deixar ninguém para trás, e temos a responsabilidade e a obrigação de manter viva a ambição do Acordo de Paris e de olhar para a COP27 com maior interesse e compromisso em agir”, referiu Nelson Lage, presidente da ADENE e da EnR para o ano de 2022, por ocasião da sessão de abertura, sobre o relacionamento da UE e África.

“Mais do que nunca, é urgente unir esforços e tornar a União Europeia e o continente africano zonas livres da dependência dos combustíveis fósseis da Rússia, e esse objectivo só pode ser alcançado trabalhando em conjunto em defesa de energias limpas, fiáveis e mais baratas”, acrescentou.

Também Carlos Zorrinho, presidente da Delegação do Parlamento Europeu para a Assembleia Parlamentar Paritária ACP-EU, presente na cerimónia de encerramento, focou a sua intervenção no papel de África nos desafios a transição energética, resumindo o posicionamento do continente africano na mudança de paradigma no sector energético, considerou que, “no futuro, África poderá ser um dos maiores beneficiários da transição para as energias limpas”.

Frans Timmermans, vice-presidente executivo da Comissão Europeia destacou que “o investimento em energias renováveis é a forma mais sustentável e barata de assegurar o acesso à energia por todos os que têm as tecnologias necessárias”.  No entanto, importa acelerar a passagem da assinatura de acordos de colaboração para a assinatura de contratos de investimento e passar de projectos piloto para projectos transformativos.

Desenvolver as energias renováveis no continente africano é não só importante para África, como para a Europa e, como tal, é preciso assegurar a ligação entre as prioridades da União Europeia e de África, pois “necessitamos uns dos outros” para a transição energética. “Precisamos de ser mais concretos e pragmáticos pois os investimentos nos países africanos devem corresponder a oportunidades e interesses específicos de cada país. No entanto se, por exemplo, não abraçarmos as oportunidades que o hidrogénio ou as renováveis permitem, isto é, se não investirmos já, perdemos o momento pois outros países do mundo estão já a avançar muito rapidamente”, ressalva.

Entre as intervenções dos representantes dos treze países africanos presentes, referindo as estratégias, as políticas e investimentos em curso ou planeadas, destacam-se São Tomé e Príncipe, República Democrática do Congo e Mauritânia. Por um lado, São Tomé e Príncipe, um país de emissões zero, apelou à solidariedade europeia, dada a vulnerabilidade dos pequenos estados insulares, os desafios que enfrentam no combate às alterações climáticas e as dificuldades na atracção de investimento em economias de pequena dimensão.

Por parte dos representantes das instituições financeiras, foi destacada a responsabilidade colectiva e a necessidade de abordar toda a cadeia de valor do abastecimento energético e a importância das redes para o escoamento da energia produzida a partir de fontes renováveis de energia. Para criar condições para a transição energética, o capital público permitirá o investimento em redes ou novas tecnologias energéticas, bem como o alavancar do capital privado. Apenas uma transição justa, sem vencedores ou vencidos, permitirá atingir os objectivos, explorando todo o tipo de fornecedores e fomentando a resiliência e a autonomia dos investimentos. A Comissão Europeia deu nota dos fundos disponíveis para melhorar a concepção dos projectos de investimento, num total de 3.5 biliões euros dos próximos cinco anos.

Vários intervenientes referiram, ainda, a importância de um esforço colaborativo para não considerar África como um continente pobre do ponto de vista da sustentabilidade. Não existe correlacção entre a pobreza energética que caracteriza a África actualmente e qualquer tipo de actuação pobre.

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Hikvision transforma coworking em Barcelona em smart building

O projecto, liderado pelo integrador Onsecur, inclui quatro áreas: controlo de acesso, videovigilância, detecção de intrusos e contagem de pessoas

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A Hikvision, fornecedora líder de soluções AIoT e serviços de Big Data focados em segurança, forneceu a tecnologia para equipar o L’Illa & Co. Business Coworking, tornando-o um do smais avançados da Espanha. O equipamento de vídeo inteligente da Hikvision permitiu desenvolver quatro novos sistemas perfeitamente integrados: controlo de acesso, videovigilância, sistema anti-intrusão e contagem de pessoas. Os projectos de desenvolvimento foram dirigidos pela integradora Onsecur.

Deste forma, os terminais de controlo de acesso permitem o acesso de usuários autorizados, tanto ao coworking quanto a cada uma das salas. Estes dispositivos possuem reconhecimento facial, com tecnologia própria da Hikvision, leitor de cartão e leitor de QR code. E, além disso, possuem intercomunicadores para falar com a recepção.
O sistema de Videovigilânciaé é usado no interior de uma área. Para respeitar a privacidade dos inquilinos, está focado nas áreas comuns como os corredores e a recepção, mas não invadem os espaços privados dos clientes do coworking.

O recinto tem um sistema de detecção de intrusão, que reforça a segurança quando os escritórios estão fechados, mas sem limitar a possibilidade de acesso por um utilizador autorizado. Para além disso, o sistema oferece dados e análises sobre ocupação, horários e dias de maior afluência, salas com maior utilização, etc. Esta informação permite aos gestores de coworking optimizar pessoal e recursos.

Todos os sistemas são controlados pela plataforma HikCentral, que oferece uma convergência real entre todos eles, pois permite gerir todos os sistemas a partir de uma única plataforma.

O espaço L’Illa & Co. Business Coworking é um recinto de mais de 1000 metros quadrados, no centro financeiro de Barcelona (Avenida Diagonal). Abriu no início de 2022 e é um dos espaços de coworking mais avançados e inovadores daquele país. “A filosofia deste espaço —explica Óscar González, gerente de coworking— obedece a dois pilares básicos: um é a flexibilidade e o outro é a comunidade.” “O desafio era criar um espaço seguro, mas ao mesmo tempo flexível e confortável. E, para isso, era uma garantia ter a Hikvision, o fabricante número um do mundo”, explicou Casilda Díaz de Bustamante, directora de comunicação da Onsecur, empresa responsável pela instalação de todos os dispositivos de segurança. Por sua vez, Ada Fernández, Area Sales Manager da Hikvision, destacou o trabalho realizado pela Onsecur apostando no vídeo inteligente no coworking: “Este projecto responde ao conceito de smart building, algo que veremos cada vez mais em todos os tipos de instalações”, reforça.

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