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Efacec seleccionada na primeira ronda do projecto europeu PITCCH

O desafio proposto pela Efacec – Smart Digital Transformer Management Solution – foi um dos sete seleccionados pelo consórcio formado por vários centros tecnológicos europeus que integram o Pan-european Open Innovation Network for Corporate Challenges in advanced technologies

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O desafio proposto pela Efacec – Smart Digital Transformer Management Solution – foi um dos sete seleccionados pelo consórcio formado pelos Centros Tecnológicos INL – International Iberian Nanotechnology Laboratory, TNO – Innovation for Life, Steinbeis 2i GmbH e RINA e pela agência Vitamina, no âmbito da primeira ronda de desafios do Projecto Europeu PITCCH (Pan-european Open Innovation Network for Corporate Challenges in advanced technologies), financiado pelo Horizonte 2020, o qual visa a promoção da colaboração efectiva entre grandes empresas (technology seekers) e PME e start-ups (technology providers) para o desenvolvimento de soluções inovadoras e tecnologicamente diferenciadas. O PITCCH pode ser visto como uma plataforma internacional colaborativa que visa impulsionar a inovação aberta.

“É com muito orgulho que chegámos até aqui, competindo com empresas referência na área da inovação tecnológica. Esta conquista atesta o compromisso da Efacec com uma inovação cada vez mais agregadora. E o “Smart Digital Transformer Management Solution” é um deles”, sublinhou Ricardo Ribeiro, director de I&D e da Gestão Digital de Activos da Efacec e responsável pelo projecto.

A Efacec foi a única empresa portuguesa entre as sete seleccionadas. O “Smart Digital Transformer Management Solution” é uma solução disruptiva de gestão digital de activos para transformadores e envolveu, num trabalho colaborativo de co-criação, três áreas de negócio: Service, Automação e Transformadores, e a Start-up IZUM.
O projecto encontra-se agora em fase final de desenvolvimento, com um protótipo “alfa” em fase de ensaio. A par, está também em fase de desenvolvimento o protótipo “beta”, que visa a pré-industrialização da solução e que será, entretanto, ensaiado em laboratório para posteriormente ser instalado num ambiente industrial. O objectivo passa por lançar a primeira versão do produto industrializado já em 2022.

Esta participação surge no âmbito da aposta da empresa portuguesa na inovação aberta e na promoção do trabalho colaborativo, tendo por base o lançamento da plataforma hop.in – Home of Open Innovation, em Abril do ano passado. A plataforma de inovação aberta cativou o interesse e o envolvimento de diversos empreendedores, start-ups, investigadores, PME, clientes, colaboradores, parceiros, que participaram na co-criação de soluções nas áreas de energia, mobilidade e meio ambiente.

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Efacec fornece transformadores para o complexo do Alto Tâmega

O complexo hidroeléctrico que vai assegurar 6% do consumo eléctrico do país tem data de conclusão prevista para Maio deste ano

A Efacec está a concluir o fornecimento de transformadores para o projecto de 1500 milhões de euros do Sistema Electroprodutor do Tâmega para a Iberdrola, que se destaca como um dos maiores projectos hidroeléctricos realizados na Europa nos últimos 25 anos para a empresa espanhola, que é o maior produtor de energias renováveis da Europa e dos EUA, uma das cinco maiores companhias eléctricas do mundo e o líder mundial em energia eólica.

“Este contrato foi conquistado pela Efacec após realização de um concurso internacional, no qual participaram as mais importantes empresas do sector, a nível mundial. Ao desempenhar um papel estratégico no Sistema Electroprodutor do Tâmega, a Efacec reforça o seu posicionamento de referência mundial no fornecimento de transformadores eléctricos”, sublinha Fernando Vaz, Administrador Executivo com o pelouro de Operações da Efacec.
O projecto compreendeu o fabrico e o fornecimento pela Efacec dos transformadores das três centrais que constituem o complexo hidroeléctrico que a Iberdrola desenvolveu no Alto Tâmega. No final de 2021 ficou concluído o fornecimento para a Central Hidroeléctrica de Daivões, consistindo em dois Transformadores de Potência de 65 MVA 400 kV e dois Transformadores de Distribuição de 2.5 MVA 15 kV. A estes juntou-se o fornecimento concluído em 2020 para a Central Hidroeléctrica de Gouvães de quatro Transformadores de Potência de 245 MVA 410 kV e dois Transformadores de Distribuição de 5,6 MVA 20 kV.

A última fase do Sistema Electroprodutor do Tâmega será realizada até ao final de Maio deste ano com a entrega dos quatro últimos transformadores: dois Transformadores de Potência de 90 MVA 410 kV e dois Transformadores de Distribuição de 2.5 MVA 15 kV.

O complexo hidroeléctrico integrou a construção de três barragens (Daivões, Gouvães e Alto Tâmega), promoveu a criação de 13.500 empregos directos e indirectos durante o período de maior volume dos trabalhos, contando com uma potência instalada de 1.158 megawatts (MW), podendo alcançar uma produção anual de 1.760 gigawatts hora (GWh), assegurando 6% do consumo eléctrico nacional.

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Mercadona investe mais 24,5 M€ no Bloco Logístico da Póvoa de Varzim

O novo investimento amplia a capacidade logística da operação Bloco Logístico da Póvoa de Varzim que arrancou em 2019 e cujo o investimento ultrapassa já os 84M€

A Mercadona ampliou a capacidade de armazenamento do Bloco Logístico da Póvoa de Varzim com a criação de uma nave de 12.000 m2. Este novo armazém, construído num terreno de 50.000 m2, adjacente ao que já tem a funcionar desde 2019, vem dar resposta à evolução do projecto de expansão da empresa em Portugal e representou um investimento de 24,5 milhões de euros.

Com a criação desta nave, que se junta às outras duas que a empresa já tinha em funcionamento, procedeu-se a uma reconfiguração total do espaço. Assim, os novos 12.000 m2 passarão a armazenar as frutas e legumes que diariamente saem para os supermercados da cadeia em Portugal. Além disso, fruto do seu modelo de logística sustentável e em colaboração com a Logifruit, haverá uma área, com cerca de 3.000 m2, dedicada à gestão de embalagens.

Adicionalmente, a superfície onde está inserido o novo armazém conta com uma área de 17.000 m2 de zonas verdes e 100 lugares de estacionamento, sendo que 2 são destinados ao carregamento de veículos eléctricos, ligados à rede MOBI.E.

Em 2019, a Mercadona arrancou com a operação do Bloco Logístico da Póvoa de Varzim com duas naves, tendo investido 60 milhões de euros. No total, a empresa já investiu 84,5 milhões de euros no desenvolvimento do Bloco Logístico da Póvoa de Varzim, que conta com três naves construídas numa área total de 100.000 m2, contabilizando 350 postos de trabalho, dos quais 20 foram criados para dar resposta a este novo projecto de ampliação.

“Estamos muito orgulhosos com a expansão do Bloco Logístico da Póvoa de Varzim, que representou, além da criação de mais emprego local, uma grande aposta na garantia de melhor serviço às nossas lojas, tendo em conta as necessidades dos “Chefes” (clientes). Acreditamos que esta é uma evolução natural para respondermos às necessidades de expansão em Portugal e esperamos que com o reforço da rede logística continuemos a assegurar a satisfação dos portugueses que escolhem diariamente a Mercadona como o seu supermercado de confiança” afirma Carlos Lopes, Director do Bloco Logístico da Póvoa de Varzim

Em 2021, a empresa anunciou o desenvolvimento de um futuro Bloco Logístico localizado em Almeirim, distrito de Santarém, cujo início das obras está previsto para este ano.

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PROBONO vai investir 25M€ em laboratórios de sustentabilidade

Projecto europeu envolve 47 parceiros de 15 países e pretende fomentar espaços sustentáveis de referência para o futuro, sendo um localizado em Portugal

O Sonae Campus, a sede do grupo localizada na Maia, vai tornar-se num laboratório vivo de inovação na área da sustentabilidade e eficiência de edifícios e comunidades. Esta evolução resulta da aprovação pela União Europeia do projecto PROBONO, que prevê um investimento superior a 25 milhões de euros e reúne 47 parceiros de 15 países. Em Portugal, o consórcio integra a Sonae e as suas participadas Sonae MC, Elergone e Sonae FS, bem como a Capwatt, empresa da Sonae Capital.

A ambição do projecto PROBONO é fornecer soluções validadas para o design, construção e operação tanto de edifícios novos como adaptados, com emissões reduzidas e energia positiva, contribuindo para comunidades mais sustentáveis. As soluções serão testadas através dos laboratórios vivos estabelecidos em seis países europeus: Sonae Campus, na Maia (Portugal), Madrid (Espanha), Dublin (Irlanda), Bruxelas (Bélgica), Aarhus (Dinamarca) e Praga (República Checa).

“A Sonae está fortemente comprometida em proteger o nosso planeta. Em 2015 assinamos o Acordo de Paris e em 2020 reforçámos esse objectivo ao assumir o compromisso de neutralidade carbónica das nossas operações já no ano 2040. O projecto PROBONO enquadra-se neste nosso esforço de tornar o grupo cada vez mais sustentável e, ao mesmo tempo, inspirar a mudança colectiva. Através do estímulo à inovação e à experimentação, bem como através do desenvolvimento de novo conhecimento na área da sustentabilidade, abriremos caminhos para que toda comunidade possa conhecer e adotar práticas e soluções mais amigas do planeta”, justifica João Günther Amaral, Chief Development Officer e membro da Comissão Executiva da Sonae.

O Sonae Campus integra edifícios que são uma referência em termos de ecoeficiência, como são o caso do Sonae Maia Business Center e do Sonae Tech Hub, que se situa nos 100 edifícios no mundo com a maior pontuação pelo United States Green Building Council no âmbito da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). No Sonae Campus, como resultado da colaboração entre as empresas do grupo ao abrigo do projecto PROBONO, serão investidos cerca de 1,37 milhões de euros, para teste de novas soluções em áreas como a biodiversidade, energia e sustentabilidade.

“A participação activa no living lab do Sonae Campus vem reforçar ainda mais o compromisso da Sonae Capital com a sustentabilidade. O projecto PROBONO, no qual participamos através da Capwatt, está alinhado com o seu propósito de implementar soluções integradas de energia, eficientes e sustentáveis, para promover e facilitar a transição energética e a descarbonização das empresas e dos países. Damos, assim, mais um passo sólido no caminho da neutralidade carbónica e criamos conhecimento para a Comunidade., avança Miguel Gil Mata, CEO da Sonae Capital
O projecto prevê a testagem das mais recentes tecnologias de energia verde e utilização da sede da Sonae para experimentações por terceiros na área da energia e biodiversidade, estando também previsto o teste de ferramentas de gestão e controlo para redução de emissões. O Sonae Campus vai também ser palco da implementação de novas soluções de aumento da biodiversidade, estando em estudo, designadamente, a construção de jardins verticais, casas para aves ou hortas.

O projecto irá arrancar em Janeiro de 2022 e terá a duração de cinco anos. Note-se que o PROBONO foi um dos três seleccionados entre as 115 propostas apresentadas a concurso para o Programa-Quadro Horizonte 2020 LC-GD-4-1-2020: Construir e renovar com eficiência em termos de energia e de recursos. O orçamento total ascende a 25,2 milhões de euros para o período de 2021-2026.

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Cleanwatts lança primeiro projecto de crowdlending para financiar novas comunidades

Através da plataforma GoParity o objectivo será criar uma comunidade de energia em Castelões, no concelho de Chaves, assim como na aldeia vizinha de Soutelinho da Raia

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A tecnológica portuguesa Cleanwatts, especialista em soluções digitais para o sector da energia, prepara-se para angariar a verba que necessita para instalar duas centrais fotovoltaicas através da plataforma de crowdlending (financiamento colaborativo) GoParity. O montante necessário, de cerca de 67 mil euros, irá permitir criar uma comunidade de energia em Castelões, freguesia de Calvão, no concelho de Chaves, assim como na aldeia vizinha de Soutelinho da Raia.

Esta é a primeira vez que, em Portugal, um projecto deste tipo é financiado através de crowdlending, uma forma de crowdfunding, mas com base em empréstimos e não em equity. Outra particularidade é o facto de resultar da união de esforços dentro da comunidade, uma vez que os terrenos onde irão ser instaladas as centrais fotovoltaicas serão cedidos por habitantes locais.

Esta iniciativa de financiamento colaborativo não tem encargos de subscrição, sendo o montante mínimo de 5€. Inicialmente, foi lançada em modo privado, para dar aos habitantes locais a possibilidade de serem os primeiros a investir, mas actualmente está aberta a todos. Em cerca de dez dias, foram angariados mais de 100 investidores.

“Será instalado um total de 171kWp de potência fotovoltaica em duas centrais que produzirão cerca de 140MWh de energia limpa por ano”, afirma Basílio Simões, presidente da Cleanwatts.

Os participantes nas Comunidades não terão de fazer nenhum investimento nem de alterar os seus contratos com o actual comercializador de energia, passando todavia a consumir, durante as horas de sol, uma parcela da energia de que necessitam a partir de uma fonte local, verde e sustentável, acelerando o processo de descarbonização destas aldeias.

A Cleanwatts levará também a cabo iniciativas de formação através das suas ferramentas digitais de gestão de energia – Kisense, Kiome e Kiplo Energy Communities, as quais serão disponibilizadas à comunidade para monitorizar a energia renovável gerada, a energia consumida e para identificar oportunidades adicionais de poupança através de medidas de eficiência energética e outras, como sejam a introdução de soluções de armazenamento de energia sempre que seja relevante.

As comunidades energéticas de Castelões e Soutelinho da Raia estão inseridas no programa “100 Aldeias” – recentemente premiado com o Prémio de Inovação Social Power Technology Excellence Awards, na categoria de “Impacto Social” – e que tem como objectivo “combater a pobreza energética, através da criação de comunidades locais de energia renovável e da promoção de boas práticas energéticas junto dessas mesmas comunidades”, conclui Basílio Simões.

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Efacec lidera o consórcio Ferrovia 4.0

Projecto visa o desenvolvimento de soluções inovadoras para o mercado ferroviário e envolve um contrato na ordem dos 8 M€

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O projecto Ferrovia 4.0, cofinanciado pelo COMPETE 2020, Lisboa 2020, Portugal 2020 e pela União Europeia (Fundos Europeus Estruturais e de Investimento), que tem como objectivo global desenvolver diferentes componentes, ferramentas e sistemas a serem testados em veículos e infraestruturas reais, que aumentem a competitividade, a qualidade e a segurança do serviço de transporte ferroviário, tem à frente a Efacec.

Com um investimento na ordem dos oito milhões de euros, o projecto teve início no final de 2020 e tem data de conclusão agendada para Junho de 2023.

O Ferrovia 4.0 pretende endereçar, de forma integrada, os desafios tecnológicos e de mercado que se têm colocado ao sector ferroviário global, dinamizando uma acção coletiva mobilizadora em torno de empresas e entidades do Sistema de I&I que integram o Cluster da Plataforma Ferroviária Portuguesa, na realização de actividades de inovação e de investigação industriais e no qual estão envolvidas, além da Efacec, empresas e entidades de Investigação, tais como Almadesign, Evoleo, FEUP, INEGI, ISEL, ISEP, ISQ, Instituto Politécnico do Porto, IST, IT, ITECONS, IP, LNEC, Mota-Engil, MCG, Nomad Tech, Solvit, Universidade de Coimbra, Universidade do Minho, e a colaboração da INOVA+.

Para Paulo Paixão, coordenador global do Ferrovia 4.0, “este projecto ambiciona o desenvolvimento de soluções que potenciem a sustentabilidade económica e ecológica do sistema ferroviário, destacando-se, na colaboração específica da Efacec, a redução de custos operacionais e de manutenção, assentes no desenvolvimento e disponibilização de sistemas de informação fiáveis de apoio à decisão e capazes de monitorizar a infraestrutura e o material circulante, desencadeando alertas e medidas na presença de eventos críticos de segurança.”

Estratégico para o sector ferroviário, o Consórcio estará representado na feira Hannover Messe2022 que decorre em Abril e, também, na Feira mundial de Transportes Innotrans2022, que será realizada em Berlim, em Setembro.

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CML inaugura BioLab Lisboa

Iniciativa insere-se na área da Biotecnologia para o desenvolvimento de cidades do futuro, resilientes e sustentáveis

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A Câmara Municipal de Lisboa (CML), em conjunto com a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Ciências ULisboa) e com a Associação para a Investigação e Desenvolvimento de Ciências (FCiências.ID) inauguraram o BioLab Lisboa (BLL).

O BLL integra o espaço municipal Fab Lab Lisboa (FLL), laboratório municipal de fabricação digital, experimentação e prototipagem aberto a todos os cidadãos e que permite a sinergia das diferentes valências que estes equipamentos oferecem. O novo espaço promoverá a Rede Bio Lisboa, uma estrutura multistakeholder para agregar e alinhar as cadeias de conhecimento e valor na cidade de Lisboa, com o intuito de a tornar mais resiliente e um município contribuidor efectivo dos objectivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas.

“O investimento em inovação é absolutamente fundamental para a competitividade da nossa Lisboa. Este Bio Lab que agora inauguramos, e que a todos deve orgulhar, permitirá dotar a cidade de maior capacidade de conhecimento científico e soluções inovadoras em áreas cruciais. Deve ser visto como mais um passo, numa estratégia global e consolidada, para criar em Lisboa um polo de inovação europeu, que permita atrair mais empreendedores, investimento e talento”, justificou Carlos Moedas, presidente da CML, que presidiu à cerimónia de inauguração do espaço.

O seu “conceito end-to-end irá permitir aos cidadãos, escolas secundárias, instituições de ensino superior e organizações públicas e privadas, a cocriação de novos conceitos para os cidadãos e para Lisboa através do conhecimento científico”, refere a CML. Esta parceria pretende promover a formação, capacitação, experimentação, prototipagem, prova de conceito, aceleração e criação de negócio na área da Biotecnologia, nomeadamente através da biofabricação, bioprodução e engenharia de sistemas biológicos. Exemplos concretos das acções previstas no plano do BLL para 2022/2024 incluem a realização de dias abertos, para que a comunidade possa activamente realizar os seus projectos e testar as suas próprias ideias; e a implementação de um programa ambicioso de workshops sobre as mais diversas temáticas, com o objectivo de capacitar os cidadãos para os conceitos emergentes da cidade do futuro. O primeiro destes encontros realiza-se já dia 18 e é dedicado aos bioplásticos.

“Esta iniciativa é crucial para a integração do cidadão no ecossistema de inovação, de modo a que todos juntos possamos produzir o conhecimento que nos ajudará a criar a cidade do amanhã. Uma cidade mais segura, resistente e resiliente aos futuros desafios societais”, afirmou ainda Luís Carriço, director da Ciências ULisboa.

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Globaldis apresenta catálogo de madeiras estruturais

Nos últimos anos a madeira tem assumido um papel crescente na Construção. Ciente da importância e da relevância das madeiras estruturais a Globaldis acaba de apresentar ao mercado o seu novo catálogo

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O novo catálogo de Madeiras Estruturais da Globaldis constitui uma ferramenta de apoio essencial para os profissionais do sector que procuram as melhores soluções de construção sustentável para os seus projectos. Nesse sentido, o novo guia técnico está dividido em duas categorias principais: madeiras estruturais lameladas (GL24 | GL75) e madeiras estruturais maciças (KVH® | Cofragem).

As vigas de madeira são produtos naturais de grande qualidade, que permitem uma variedade de aplicações. As suas características estéticas permitem-lhes harmonizar-se perfeitamente com outros materiais, criando ambientes inspiradores. São também uma opção ecológica, dada a proveniência de florestas sustentáveis e o baixo consumo de energia quando comparadas com outros materiais de construção.

A Globaldis reforça assim a sua posição enquanto player de referência capaz de dotar qualquer projecto com soluções construtivas modernas e com uma forte componente sustentável. Poderá consultar o catálogo no nosso website, onde encontrará todas as informações necessárias sobre a vasta gama de produtos e serviços da empresa.

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Vicaima lança novo catálogo Portaro

A Vicaima acaba de disponibilizar um novo catálogo de soluções Portaro, proporcionando aos profissionais do sector mais flexibilidade e versatilidade nos seus projectos

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O desenvolvimento de soluções flexíveis, com elevado desempenho e qualidade superior mantém-se uma das prioridades da Vicaima, um dos maiores players europeus no design e produção de portas de interior, aros, roupeiros, painéis e peças para mobiliário. Nesse sentido, a empresa acaba de lançar o novo catálogo de soluções Portaro.
Versátil e pronto a instalar, o conceito Portaro integra porta, aro e acessórios numa peça única, proporcionando aos profissionais do sector inúmeras possibilidades de aplicações.

O novo catálogo constitui uma ferramenta completa de apoio ao prescritor, reflectindo toda a gama de soluções, incluindo também um guia para escolha dos modelos de portas e revestimentos, bem como uma apresentação da gama de roupeiros Vicaima. Ao longo das 72 páginas, o mais recente catálogo apresenta não apenas informação técnica, mas também conteúdo inspiracional com um vasto leque de aplicações, que vão desde os projectos residenciais, a hotelaria e serviços.

A gama de produtos apresenta-se subdividida em 4 categorias principais: portas de interior, corta-fogo, corta-fogo e acústico e segurança. Com um amplo conjunto de designs e revestimentos, as soluções estão disponíveis em diferentes configurações, tais como, portas inverse faceadas, pivotantes, de correr ou de elevada dimensão, abrindo inúmeras possibilidades à arquitectura de interiores.

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Bruxelas aprovou o controlo da Lusoponte pela Vinci e Mota-Engil

A Comissão Europeia aprovou o controlo conjunto da Lusoponte, concessionária das duas pontes sobre o rio Tejo em Lisboa, pela francesa Vinci e pela Mota-Engil, depois da decisão de saída do grupo italiano

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“A Comissão Europeia aprovou, ao abrigo do Regulamento das Concentrações da UE, a aquisição do controlo conjunto da Lusoponte pela Lineas [do grupo Mota-Engil], ambas com sede em Portugal, e pela Vinci, com sede em França”, indica a agência Lusa, citando nota da instituição.

A nova estrutura accionista da Lusoponte, agora aprovada por Bruxelas, surge após a saída do grupo italiano Atlantia (ex-Autostrade), em Fevereiro do ano passado. A Atlantia detinha uma posição minoritária de 17,21% através da filial Autostrade. Por seu turno, a Mota-Engil e a Vinci tinham à data, 41,81% e 40,98% do capital da Lusoponte, respectivamente.

A Lusoponte é a concessionária das duas pontes sobre o rio Tejo em Lisboa, a Vasco da Gama e a 25 de Abril, cujo contrato expira em Março de 2030. A Lineas (do grupo Mota-Engil) gere participações em empresas que operam exclusivamente no sector público e privado de concessões rodoviárias, bem como em empresas que participam em contratos públicos e privados de concessões rodoviárias, ferroviárias e aeroportuária, estando activa em Portugal, Espanha e Brasil.

Por sua vez a Vinci actua principalmente nas concessões de autoestradas e pertence ao grupo com o mesmo nome que intervém, principalmente em França, nos domínios das concessões e infraestruturas, obras públicas e engenharia civil, engenharia eléctrica, climática e mecânica e obras rodoviárias.

“A Comissão concluiu que a transacção proposta não suscitaria preocupações em matéria de concorrência, dado o seu impacto limitado na estrutura do mercado. A operação foi examinada no âmbito do procedimento simplificado de controlo das concentrações”, adianta o executivo comunitário.

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Uma mesa e uma cama com uma parede branca de fundo
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O novo branco Perfeito da CIN

Branco Perfeito é a nova cor da CIN que promete marcar uma posição no infinito universo de brancos

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A nova cor da CIN funde a intemporalidade do branco à luminosidade e personalidade de uma cor. Branco Perfeito é a nova aposta da marca que nos convida a abrandar e a desfrutar de momentos de serenidade em nossas casas.

Em Portugal, e um pouco por todo o mundo, o branco é a cor mais vendida e mais consensual na decoração. A pensar nestes dados, a marca criou um novo branco – o Branco Perfeito – que promete aconchegar todos os amantes desta cor. “O novo Branco Perfeito da CIN é um branco suave, intemporal e que capta a luz de uma forma excepcional, oferecendo um conforto visual pelo tom equilibrado com que nos brinda”, refere a marca.

“O branco transmite-nos uma sensação de tranquilidade. Talvez seja um dos motivos pelos quais o branco é a cor mais usada em decoração. No entanto, a escolha do tom ideal de branco pode ser processo complexo, muitas vezes até doloroso, para quem quer pintar uma parede de um quarto, de uma sala ou até mesmo o tecto. O novo Branco Perfeito da CIN nasce da vontade de dar aos consumidores mais confiança nessa escolha”, justifica Céline de Azevedo, Colour Designer da CIN. “Se por um lado este é o tom ideal para amantes de ambientes tranquilos e minimalistas”, acrescenta a responsável, “o Branco Perfeito abre-nos também a imaginação no que toca à decoração, suportando muito bem os vários estilos, desde os mais clássicos, aos elementos mais coloridos e arrojados.”

O novo tom da CIN está disponível em VinylMatt e está à venda nas 80 lojas da marca e na sua rede de distribuidores, e na sua loja online.

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