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IASFA lança novo concurso para arrendamento de 60 casas de renda económica

A concurso estão 60 habitações, situadas em Almada, Cacém, Coimbra, Elvas, Évora, Lisboa, Mem Martins, Ponta Delgada, Ramada, Seixal e Tomar

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Estão abertas as candidaturas para o arrendamento de casas de renda económica do Instituto de Acção Social das Forças Armadas (IASFA), que se encontram devolutas e a necessitar de obras. A concurso estão 60 habitações, situadas em Almada, Cacém, Coimbra, Elvas, Évora, Lisboa, Mem Martins, Ponta Delgada, Ramada, Seixal e Tomar.

O aviso de abertura, publicado em Diário da República, prevê a atribuição de casas de renda económica que se encontram devolutas ou a precisar de reabilitação. As obras necessárias para a utilização das fracções, com um custo máximo de cinco mil euros, acrescidos de IVA, deverão ser realizadas pelos arrendatários, sendo que o valor pago, até ao montante definido no concurso, será posteriormente descontado nas rendas mensais, no prazo máximo de 60 meses.

O concurso está aberto por 30 dias, até 5 de Fevereiro, e podem concorrer todos os militares e pessoal militarizado dos quadros permanentes das Forças Armadas, nas situações de activo, reserva e reforma.

Desde a alteração do regime jurídico do arrendamento das casas de renda económica do IASFA, em 2019, foram abertos três concursos para arrendamento de habitações: em 2019, para 55 casas prontas a habitar; em 2020, para 97 casas carecidas de obras e o presente concurso para 60 casas que também necessitam de obras de reabilitação.

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Mineiro Aires vai presidir ao Conselho Superior de Obras Públicas

A constituição deste organismo, que agora será presidido pelo antigo bastonário dos Engenheiros, permite a obtenção de pareceres não vinculativos de caráter técnico, económico e financeiro sobre programas de investimento e projetos de valor superior a 75 milhões de euros

Ricardo Batista

Carlos Mineiro Aires é o novo presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, órgão independente de consulta em matéria de infraestruturas que passa agora a ser liderado pelo antigo bastonário da Ordem dos Engenheiros.

Carlos Mineiro Aires exerceu as funções de bastonário da Ordem dos Engenheiros durante seis anos consecutivos, entre 2016 e 2022, tendo terminado o seu último mandato no dia 31 de Março deste ano altura em que, por limitação de mandatos, foi substituído no cargo pelo recém-eleito Fernando de Almeida Santos.

Durante a sua permanência na liderança desta Associação Profissional, a recuperação do Conselho Superior de Obras Públicas (CSOP), enquanto entidade independente de referência e dotada de competências técnicas e científicas em matéria de obras públicas, em linha com o relevante serviço que prestou ao País durante várias décadas, foi propósito pelo qual sempre pugnou.

Carlos Mineiro Aires é engenheiro civil, formado no Instituto Superior Técnico (IST). O engenheiro civil foi ainda eleito presidente do Conselho Nacional das Ordens Profissionais (CNOP) para o período 2020-2023, é membro do Conselho Económico e Social e do Conselho Económico e Social Europeu (2020-2025) e foi também presidente do Metropolitano de Lisboa.

A constituição deste organismo, que data de 2018, permite a obtenção de pareceres não vinculativos de caráter técnico, económico e financeiro sobre programas de investimento e projetos de valor superior a 75 milhões de euros. Do CSOP fazem parte representantes do Governo, concertação social, ordens profissionais, municípios, freguesias e ambientalistas. Por ocasião da apresentação deste organismo, o primeiro-ministro assegurava que Conselho Superior de Obras Públicas “vai pronunciar-se obrigatoriamente sobre os investimentos de maior montante, de forma a que a decisão seja informada e suportada não apenas num consenso político alargado, mas também num consenso social e territorial”.

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Exportação: Cimenteira do Louro com 2M€ de mercadoria afectada por problemas logísticos

A Cimenteira do Louro tem em atraso, em armazém, o equivalente a 450 camiões. São cerca de 2 milhões de euros de mercadoria que a empresa não consegue colocar nos mercados de destino por falta de transporte. O aumento dos custos e as dificuldades logísticas ameaçam o crescimento e o investimento realizado não só no aumento da produção, mas também em I&D e o problema agrava-se a cada semana

Pelo terceiro ano consecutivo a conjuntura internacional está a condicionar, e muito, a vida às empresas nacionais pondo em risco o seu crescimento e o investimento realizado. O disparar do preço dos combustíveis fez aumentar os custos com o transporte, agravando ainda mais os problemas logísticos.

Com mais de 45% da sua facturação dependente dos mercados externos A Cimenteira do Louro (ACL) tem visto a situação agravar-se nos últimos meses. Actualmente, por falta de transporte a empresa tem em armazém mais de 450 camiões de produtos que não consegue fazer chegar aquele que é o seu principal mercado de exportação, a França. “O mercado da bricolagem, do DIY, francês é um importante mercado, onde conquistámos uma importante presença. Por ano exportamos cerca de três mil camiões para França”, refere Dinis Silva, administrador da ACL em declarações ao CONSTRUIR.

De acordo com o responsável, os constrangimentos estão a afectar as vendas naquela que é a época do ano mais forte para a ACL. “Este é um mercado muito sazonal sendo que as campanhas lançadas no início da Primavera são as mais importantes para os nossos produtos neste mercado. O que está a acontecer agora é que nos preparámos, produzimos, fizemos o stock da mercadoria para conseguirmos responder a essa procura sazonal e não estamos a conseguir fazer chegar a mercadoria ao seu local de destino”, explica Dinis Silva.
Nos armazéns da ACL estão a aguardar transporte mercadoria no valor a dois milhões de euros e a situação agrava-se a cada semana que passa, uma vez que “o ritmo de escoamento dos produtos é muito lento, apesar de trabalharmos com todas as grandes empresas logísticas nacionais. São 450 camiões em atraso, com mercadoria que deveria estar nas lojas e que está a acumular-se semana após semana”.
A falta de resposta por parte da logística é explicada pelo disparo dos custos de combustível, pela falta de mão-de-obra e pelas dificuldades de garantir o transporte de mercadorias no regresso dos camiões a Portugal. Sob pena de ficarem com os motoristas retidos no estrangeiro à espera de carga, muitas preferem nem efectuar o serviço. A alternativa é aumentar ainda mais os custos para o exportador, duplicando a factura com o transporte.

Do betão à inovação: a estratégia para conquistar mercados

“Temos uma forte ligação ao saber técnico, ao design inovador, e apostamos na qualidade, na performance e na resistência dos nossos materiais e soluções”, sublinha o administrador. Esta é a segunda geração da família ao leme da ACL, uma empresa fundada na freguesia do Louro, Vila Nova de Famalicão, por Manuel Leitão, em 1975. De empresa especializada na produção de blocos em betão e canalizações em betão para infraestruturas, a empresa foi-se especializando e apostando na inovação e design.
“Temos um percurso de duas décadas de exportação, o que não é fácil porque estamos a falar de produtos em betão para construção que são pesados, pelo que o factor transporte tem uma grande componente na formação do preço. O mercado mais explorado é, sem dúvida, o francês graças ao mercado de bricolage, que tem já uma grande tradição neste país. Sendo que actualmente exportamos para mais de 40 países”, conta Dinis Silva.

A entrada em mercados maduros como o Reino Unido, Itália (onde detém uma presença física) ou os Estados Unidos foi favorecida pela aposta na diferenciação e na inovação. As suas linhas exclusivas de revestimentos e pavimentos em betão têm conquistado os mercados mais exigentes, o que não é alheio à aproximação de um público profissional composto por arquitectos e designers internacionais.
“Temos produtos únicos, desenvolvidos por nós como o Marmocim, um pavimento mono betão que hoje está presente no nosso parque escolar, na rede do metro em Portugal e no Panamá. Os nossos produtos inovadores estão em mercado distintos e é um dos factores que nos faz crescer no exterior face à concorrência nacional que tem níveis mais baixos de exportação”, explica Dinis Silva.

O ano passado a ACL facturou 22 milhões de euros, tendo crescido, pelo segundo ano consecutivo, cerca de 20%, consolidando a sua já forte posição na produção de pavimentos, revestimentos e outros produtos em betão, produzindo marcas próprias para alguns dos seus produtos exclusivos.

O Médio-Oriente é outro dos mercados de aposta do grupo, responsável por cerca de 25 milhões de facturação. “São empresas distintas que seguem linhas estratégicas diferentes. Em Omã temos duas unidades produtivas que produzem o que denominamos de commodities, os blocos de betão, os produtos para saneamentos, os lancis para as estradas, enfim tudo o que é mais tradicional e que tem uma forte procura graças ao desenvolvimento e crescimento das infraestruturas que esta região conhece”, explica o administrador.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Grupo CVM vai investir 140M€ nos próximos dois anos

O grupo CVM, Construções Vila Maior, vai investir 140 M€ até 2024 na construção de 15 edifícios, o correspondente a 825 fracções, das quais 425 já estão em curso e as restantes 400 irão iniciar-se até final do 1º trimestre de 2023

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O objectivo do grupo, que actua nas áreas da habitação nova, reabilitação e venda, é consolidar e expandir o negócio de promoção imobiliária em Vila Nova de Gaia, reforçar em Espinho e entrar em Matosinhos.

Do total do investimento a realizar no montante de 140 milhões de euros, a área de promoção imobiliária, através da empresa do grupo Dunaplana, assumirá 60 milhões de euros, enquanto os restantes 80 milhões de euros serão realizados através de empresas participadas do Grupo CVM.

O Grupo CVM anuncia também a entrada na área do arrendamento industrial, onde investirá 15 milhões de euros até final de 2023 em Santa Maria da Feira, Parque Empresarial A32, com 25.000m2, sendo sua intenção continuar a comprar e a apostar no segmento com a compra de novos activos.

“Com estes investimentos, estamos a reposicionar-nos, a expandir, mas também a diversificar investimento. O mercado, com a escassa mão de obra, vai mudar de direcção em 5 anos, obrigando a menos construção e por isso apostaremos mais no segmento prime, no design, em estruturas ajustáveis, gerando mais postos de trabalho onde possamos garantir a actividade a longo prazo”, considera Severino Ponte, CEO do Grupo CVM.

As parcerias são também um alvo para sustentar o futuro e o Grupo está aberto a novas parcerias estratégicas, com empresas nacionais ou internacionais, para reforçar a sua posição no mercado.

“Julgamos que a oferta e a procura de construção nova vai estabilizar em 5 anos e por isso estamos a prepararmo-nos para as alterações que se seguirão no mercado. No cenário traçado, a área da reabilitação e remodelação deverá pesar já 20% da nossa facturação em 2025”, conclui Severino Ponte.

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Os planos de expansão da Universidade do Porto, betão de cânhamo, a ‘nova’ escola da GNR em Portalegre e mais na edição 461 do CONSTRUIR

A Universidade do Porto tem previstos investimentos em torno dos 100 milhões de euros para modernizar e expandir as infra-estruturas. Contamos-lhe os planos da reitoria numa edição onde também lhe damos conta dos projectos em carteira da Fercopor. Mas há muito mais para ler nesta edição

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U. Porto tem plano
para modernizar campus avaliado em 100M€

Estes novos investimentos visam, segundo o reitor da Universidade do Porto, a requalificação do edificado e do património da Universidade, bem como a construção de equipamentos de raiz para investigação científica e inovação tecnológica, para alojamento, estudo e lazer e para a prática desportiva e a fruição cultural e artística

O potencial do betão leve de cânhamo
Rute Eiras estudou, pela primeira vez, o betão de cânhamo, naquela que “terá sido a primeira dissertação portuguesa a abordar o uso do cânhamo na construção”

Ordem apoia concurso para nova casa da GNR em Portalegre
As novas instalações do centro de formação e do destacamento territorial de Portalegre estão previstas surgir num terreno com 28 hectares. Investimento ronda 20M€

Fercopor com carteira 190 M€
São nove os empreendimentos que a promotora pretende começar a desenvolver entre 2022 e 2024, incluindo uma torre de escritórios de 17 andares. A região Norte do País irá manter-se o principal alvo de actuação

Dossier: Design, Inovação e Sustentabilidade
Sem surpresas, a Sustentabilidade impõe-se e inaugura quase que uma nova ordem estética, transversal a qualquer sector/actividade. Fomos saber o que pensa o mercado

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Sistema híbrido de construção da Casais acelera hotel B&B em Guimarães

O novo Hotel B&B em Guimarães, que resulta de um investimento de 11 M€, cuja construção iniciou-se no Fevereiro de 2022 deverá inaugurar já este ano. Este será o primeiro edifício a usar o sistema de construção CREE desenvolvido pela Casais

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Está em construção junto ao Pólo da Universidade do Minho, em Guimarães, o complexo que inclui um Hotel B&B com 95 quartos, 44 studios para arrendamento e um espaço comercial. A primeira pedra deste edifício foi lançada Fevereiro deste ano e cinco meses bastaram para que metade do empreendimento esteja já construído.

Este será o primeiro edifício híbrido construído com base no Sistema CREE desenvolvido pela Casais. O termo “edifícios híbridos” vem da combinação madeira-betão, sendo esta uma alternativa que beneficia duplamente o ambiente: pela redução de pelo menos 40% da utilização de betão e a utilização de madeira, um sequestrador de carbono natural.

Desta forma, além de reduzir a pegada de carbono incorporado na construção em mais de 60% quando comparado com um edifício tradicional, este é também um edifício inovador pelo seu processo de construção: foi desenvolvido com uma base BIM, numa lógica de indústria 4.0, com suporte em princípios de design for manufacturing and assembly. O processo de construção permite acrescentar um piso a cada dois dias, incorporando já todos os componentes de instalações técnicas e acabamento interior.

Com cerca de 10.000m2 construídos, inicia dentro de 10 dias a fase mais interessante da empreitada com uma orquestração logística de assemblagem. Trata-se de um projecto que conta com um investimento de cerca de 11 milhões de euros, com a assinatura do arquitecto Mário Fernandes e que será inaugurado ainda este ano.

Segundo a Casais, o sistema CREE apoia-se fortemente numa matéria-prima natural renovável – a madeira. A sua principal característica é o pré-fabrico padronizado de componentes individuais como painéis de tecto, painéis de fachada, pilares e estruturas. Estes podem ser rapidamente montados no local da obra, reduzindo as emissões de carbono, o ruído e as poeiras e permitindo economizar tempo, recursos e dinheiro.

As componentes industrializadas que vão ser aplicadas neste projecto, estão a ser fabricadas na Blufab, que é a unidade de construção off-site do Grupo Casais que abastece as obras com elementos fabricados e montados em fábrica.

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25M€ para a construção do novo centro de Formação e Comando Territorial da GNR

A construção do centro de Formação e Comando Territorial da GNR em Portalegre terá investimento de 25 milhões de euros. O investimento foi confirmado pelo ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro

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José Luís Carneiro falava após a cerimónia de Compromisso de Honra de 303 novos militares do 46.º curso de formação de Guardas da GNR, em Portalegre. O ministro afirmou que o Governo tem prevista, dentro de “um ano e meio”, a conclusão do projecto de concessão e de execução, sendo depois lançado o concurso para a obra.

“Já está previsto [o investimento] na Lei de Programação de Investimentos, Infraestruturas e Equipamentos. Estamos a falar de um investimento de um milhão de euros para o projecto, articulado com a Ordem dos Arquitectos e que, no fim, permitirá lançar o concurso, não apenas para as novas infraestruturas da escola da Guarda, mas também do futuro comando territorial”, explicou.

O actual Centro de Formação da GNR em Portalegre está instalado no Convento de São Bernardo, ao abrigo de um protocolo de cedência entre os ministérios da Defesa e da Administração Interna.

As novas instalações do centro de formação e do destacamento territorial ocuparão um terreno com 28 hectares, na zona industrial da cidade, assegurando o município de Portalegre a cedência do terreno e a infraestruturação e acessibilidades do espaço.

Durante a cerimónia foi também assinado o protocolo de colaboração entre a Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna e a Câmara Municipal de Portalegre, para a execução das obras nos arruamentos junto ao terreno onde serão construídas as futuras instalações.

“Saúdo, assim, o município de Portalegre, que também cedeu o terreno para a construção deste equipamento, por ser parceiro neste modelo que acreditamos ser o que melhor serve o interesse público. Este é um claro exemplo de como o Estado Central e autarquias locais podem e devem colaborar no sentido de melhorar as infraestruturas e as condições de trabalho das nossas forças de segurança”, afirmou José Luís Carneiro.

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Câmara de Oeiras vai construir 92 casas até 2024

No total, está prevista a construção no município de Oeiras de 691 fogos até 2026, num total de 12 empreendimentos distribuídos por quatro freguesias, representando um investimento global de 120 milhões de euros, com um financiamento estimado em 115 milhões

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A Câmara Municipal de Oeiras vai avançar, até 2024, com a construção de 92 casas destinadas a pessoas em situação de carência habitacional, num investimento de 19,2 milhões de euros, divulgou a autarquia.

As 92 casas serão as primeiras a serem construídas de um total de 691, previstas até 2026, para “fazer face” às carências habitacionais no concelho de Oeiras, sendo financiadas ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Em comunicado, a Câmara Municipal de Oeiras, no distrito de Lisboa, refere que o início do processo será oficializado na quinta-feira com a assinatura dos três primeiros contratos de financiamento entre o município e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU).

A cerimónia contará com a presença da secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, do presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais, e da presidente do conselho diretivo do IHRU, Isabel Dias.

Os três contratos, que representam um investimento global de 19,2 milhões de euros, terão uma comparticipação do PRR estimada em 15,8 milhões e preveem a construção de 92 casas, distribuídas por três edifícios, que estarão concluídos até 2024.

Os empreendimentos inserem-se nos Novos Programas de Habitação que assumem uma resposta efetiva às carências identificadas no Plano Municipal de Habitação de Oeiras 20|30. São respostas destinadas aos vários públicos que se encontram em situação de carência habitacional. Respostas para a população adulta, em idade ativa, jovens e seniores e que vão privilegiar de um regime de arrendamento apoiado”, justifica a autarquia.

No total, está prevista a construção no município de Oeiras de 691 fogos até 2026, num total de 12 empreendimentos distribuídos por quatro freguesias, representando um investimento global de 120 milhões de euros, com um financiamento estimado em 115 milhões.

“É um facto que as carências habitacionais presentes hoje no concelho de Oeiras, somadas às que se estimam vir a aparecer num futuro próximo, fruto do período pós pandémico que atravessamos e dos impactos de magnitude ainda incerta, resultante dos novos conflitos na Europa e da consequente reorganização geopolítica, para além de fazer repensar na alteração do paradigma do habitar, não se esgotam num curto período”, lê-se ainda na nota.

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TRADITERM NATURE um Isolamento Térmico Sustentável. Grupo Puma

TRADITERM NATURE. Sistema de Isolamento Térmico pelo Exterior com placas de aglomerado de cortiça natural

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Os Sistemas Traditerm do GRUPO PUMA são uma escolha segura para o isolamento das nossas fachadas. O Sistema Traditerm Nature também proporciona um importante grau de sustentabilidade, ao utilizar painéis de aglomerado de cortiça natural como material isolante.

A cortiça é um material 100% natural, reciclado e reciclável. As placas de aglomerado de cortiça natural utilizadas no Sistema Traditerm Nature são fabricadas a partir de resíduos de produtos de cortiça. Todas as aparas resultantes são acumuladas e prensadas, para que a própria resina que contém este material natural sirva de conglomerante, para posteriormente ser cortada na forma das placas que colocamos em obra. Dessa forma, o consumo de energia e a poluição na sua fabricação são minimizados ao máximo, para além de ser um produto totalmente reciclado.

Este material é extraído do sobreiro, que renova a sua casca a cada 10 a 11 anos aproximadamente, o que o torna um produto rapidamente renovável e não prejudica o ambiente durante a sua extração. É um material com um ciclo de vida ótimo, pois não polui durante a sua extração e requer pouquíssima energia durante todos os processos procedentes, além de ser um produto reciclável e reutilizável. Por outro lado, armazena CO2 no seu interior, pelo que a sua pegada de carbono é ainda mais reduzida.

Todas estas características somadas à sua capacidade de isolamento térmico, acústico e vibratório, o seu grau de impermeabilidade, a sua durabilidade, etc… tornam-no numa óptima escolha para o isolamento das nossas fachadas com ETICS (External Thermal Insulation Composite Systems).

O Sistema Traditerm Nature do GRUPO PUMA utiliza estas placas de aglomerado de cortiça natural na sua configuração e trabalha com materiais de alta performance para a sua colocação em serviço:

  • Ampla gama de Argamassas Traditerm para a sua fixação química. Dependendo da natureza do suporte, devemos escolher o produto mais adequado.
  • Estas Argamassas Traditerm servirão também para configurar a camada armada do sistema em conjunto com a Malha Traditerm, uma malha de fibra de vidro com fios de dupla torção.
  • Para o tratamento de pontos singulares que necessitem de reforços especiais, o GRUPO PUMA oferece-nos uma vasta gama de perfis que se ajustam a cada uma das necessidades do sistema.
  • As Traditerm Buchas de Ancoragem também são configuradas com diferentes características técnicas para realizar uma fixação mecânica correta e segura.
  • Dispomos do Fundo Morcemcril, um primário para a homogeneização da absorção do suporte e melhoria da aderência e aplicação da camada final de acabamento.
  • Por último, a gama Morcemcril dá-nos a possibilidade de ajustar o acabamento final em termos de textura, cor e desempenho químico e mecânico.

Desta forma, o Sistema Traditerm Nature proporciona uma solução completa e sustentável para o isolamento das nossas fachadas, quer se trate de um edifício de construção nova ou de uma reabilitação.

Para qualquer consulta sobre os sistemas e produtos do GRUPO PUMA, pode entrar em contato diretamente com a Oficina Técnica:

Email:  [email protected]

Web: www.grupopuma.com

 

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Mota-Engil ganha obra no México no valor de 580 M€

A adjudicação inclui o projecto, construção, operação e manutenção de 55 km de estradas, em Nayarit, nomeadamente 26 km de construção de greenfield, 18 km de obras a concluir e 11km de reabilitação inicial

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A Mota-Engil informa que foi adjudicada à sua participada Mota-Engil México um contrato com um valor total de 12,4 mil milhões de pesos, correspondendo a 580 milhões de euros.

Uma adjudicação que “confirma a capacidade da Mota-Engil como player de referência na construção e operação de infraestruturas no México e reforça o portfolio de concessões do Grupo e a sua carteira de encomendas no continente americano”, indica a empresa.

A adjudicação da concessão inclui o projecto, construção, operação e manutenção de 55 km de estradas, em Nayarit no México, nomeadamente 26 km de construção de greenfield, 18 km de obras a concluir e 11km de reabilitação inicial.

O período de construção previsto é de dois anos e a manutenção e funcionamento de oito anos com um total de 10 anos.

O projecto não tem qualquer risco de tráfego e tem cobertura contra a inflação, uma vez que os pagamentos de disponibilidade são actualizados pela taxa de inflação real.

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AEP regressa ao Egipto com sector da construção

O sucesso alcançado na edição do ano passado da BIG 5 Construct EGYPT levou a AEP a organizar a segunda participação na feira

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A AEP – Associação Empresarial de Portugal volta, esta semana, com cinco empresas nacionais, ao Egipto para participarem na BIG 5 Construct EGYPT, a mais importante feira da fileira da construção e materiais de construção, pedras e rochas ornamentais, tecnologias e ambiente, que acontece no Cairo, entre os dias 25 e 27 de Junho.

Para a AEP, que organiza a segunda participação portuguesa na BIG 5 Construct EGYPT, a deslocação, que tem como objectivo apoiar as empresas na diversificação de mercados para aumentar as exportações, é uma oportunidade para consolidar contactos feitos o ano passado e estabelecer outros com novos parceiros.

A AEP já desenvolve acções presenciais neste mercado desde 2010, através da organização de várias missões empresariais, mas o sucesso alcançado na edição do ano passado da BIG 5 Construct EGYPT, fez a associação regressar para realizar a segunda participação na feira.

Olhando para a economia do país, o presidente da AEP, Luís Miguel Ribeiro, recorda que “nos últimos seis anos, o governo egípcio tem mantido o investimento em novos projectos (New Mansoura City, New Administrative Capital, o comboio de alta velocidade) e que é o primeiro país da MENA a emitir green bonds, que permitem o desenvolvimento de projectos nas áreas da gestão de energia e transporte, saneamento e gestão de água e plataformas de energias sustentáveis.”

Na BIG 5 Construct EGYPT vão estar as empresas Balanças Marques (balanças industriais), Urbimagem (sistemas de arquitetura e construção), Catari (andaimes), Safina – Sociedade Industrial de Alcatifas (tapetes e carpetes) e Metalúrgica do Tâmega (centrais de britagem e crivos).

A edição de 2021 da feira contou com a participação de 196 expositores e 11 mil visitantes profissionais, oriundos de 16 países, fazendo da BIG 5 Construct EGYPT um evento à escala mundial e, por isso, uma oportunidade para abordar vários mercados e as potencialidades de negócio que apresentam.

O Egipto tem abundantes recursos naturais (petróleo e gás natural). A exploração do campo de gás natural de Zohr, a maior jazida do Mediterrâneo, veio consolidar o Egito como um importante exportador mundial.

O Canal do Suez – principal eixo de passagem dos fluxos de comércio entre a Europa, a bacia mediterrânica e o sudoeste asiático – é crucial para o desenvolvimento económico do Egipto.

Suportado pelo investimento e pela exportação de bens e serviços e ainda pelo bom desempenho dos sectores da energia, construção e turismo, entre 2019 e 2020, a economia do país sofreu o impacto da pandemia nos fluxos comerciais, no turismo e na procura interna. Para 2022, estima-se o aumento da procura global, das exportações e da retoma do turismo.

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