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Concursos públicos noruegueses para empresas portuguesas

Como membro do Espaço Económico Europeu (EEA), a Noruega implementou a directiva 2014/24/UE sobre os seus contratos públicos, harmonizando assim a sua legislação com a actual aplicável da União Europeia

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Concursos públicos noruegueses para empresas portuguesas

Como membro do Espaço Económico Europeu (EEA), a Noruega implementou a directiva 2014/24/UE sobre os seus contratos públicos, harmonizando assim a sua legislação com a actual aplicável da União Europeia

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Como membro do Espaço Económico Europeu (EEA), a Noruega implementou a directiva 2014/24/UE sobre os seus contratos públicos, harmonizando assim a sua legislação com a actual aplicável da União Europeia.

Um contrato público pode ser publicado na respectiva base de dados online norueguesa Doffin, ou através da base de dados online europeia, Tenders Electronic Daily (TED).

Todos os contratos de fornecimento, obras ou contratos de serviço com um valor estimado acima do valor limite nacional de 1,3 milhões de NOK devem ser tornados públicos na base de dados norueguesa, onde apenas são emitidos em norueguês. Para todos os contratos com um valor estimado acima dos valores-limite da UE, a publicação deve ser feita no TED, onde todos os avisos de concurso são publicados em inglês. Os documentos por outro lado, na sua maioria são redigidos em norueguês.

De forma geral, todas as propostas para o sector público norueguês devem ser apresentadas em norueguês. A AICEP recomenda que as empresas encontrem um parceiro com conhecimento do mercado local e que seja fluente em norueguês para facilitar as traduções caso necessário.

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Cleanwatts lança academia de investigação

Através da Cleanwatts Academy candidatos europeus a mestrado e doutoramento podem realizar projectos de tese ou estágios sobre temas inovadores e disruptivos relacionados com a transição energética

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Com o objectivo de promover “a inovação no sector da energia e formar os novos líderes verdes do futuro”, a Cleanwatts lançou um novo programa de investigação. A Cleanwatts Academy oferecerá oportunidades para que candidatos europeus a mestrado e doutoramento realizem projectos de tese ou estágios sobre temas inovadores e disruptivos relacionados com a transição energética.

A Cleanwatts Academy será liderada por Andreia Carreiro, directora de Estratégia de Inovação da Cleanwatts, e vencedora do prémio “Women in Energy” 2022 dos European Sustainable Energy Awards, da Comissão Europeia.

“Nunca houve tanta procura de jovens investigadores talentosos que se dediquem a resolver um dos desafios mais urgentes do nosso tempo: acelerar a mudança para tecnologias verdes. A Cleanwatts Academy irá orientar e apoiar os líderes verdes do futuro, dando-lhes experiência em I&D, em primeira mão, e a oportunidade de trabalhar ao lado de especialistas numa das principais empresas de tecnologia climática da Europa”, afirmou Andreia Carreiro.

A Cleanwatts Academy vai, ainda, procurar parcerias estratégicas com as principais entidades de I&D para desenvolver novos projectos que apoiem o desenvolvimento de comunidades de energia renovável (REC).

Os projectos de investigação elegíveis serão concluídos num período de, pelo menos, três meses. As inscrições podem ser feitas através do site da Cleanwatts Academy.

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STET representa a Pronar em Portugal

A marca de origem polaca oferece um vasto leque de soluções para o sector da reciclagem, respondendo às crescentes necessidades da sociedade actual

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A STET o mais recente distribuidor de equipamentos da Pronar em Portugal. A marca de origem polaca e de abrangência internacional, oferece um vasto leque de soluções para o sector da reciclagem, respondendo às crescentes necessidades da sociedade actual, garantindo a sustentabilidade e apoiando os seus clientes no cumprimento das normas europeias.

O seu portfólio de soluções inclui máquinas para aplicações agrícolas, florestais, de reciclagem e construção.

A linha de equipamentos da Pronar é fabricada com a mais alta tecnologia do mercado, com uma gama completa de crivos trommel sobre rodas e equipamentos móveis de trituração/destruição de resíduos, prensas de enfardamento, revolvedores de composto e prensas de enfardamento.

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Grupel fornece geradores para World of Wine

Como elemento diferenciador deste projecto, destaca-se a automatização adoptada para a gestão das cargas, que, “em função do consumo real da instalação e de forma totalmente automatizada, permite ligar e desligar as cargas, garantindo a estabilidade da rede”

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A Grupel forneceu um projecto com quatro geradores de 550kVA (cada) para o World of Wine (WoW), em Vila Nova de Gaia, que se juntam a um quinto gerador anteriormente instalado no mesmo espaço.

Para assegurar a fiabilidade de energia, os geradores eléctricos que compõem este projecto têm motor Iveco, alternador Leroy Somer e controlador DeepSea, e podem funcionar em paralelo, assegurando um fornecimento contínuo de energia, mesmo em caso de falha da rede eléctrica.

O projecto foi acompanhado pela equipa da Grupel, desde a concepção até ao comissionamento, e demonstra a importância da utilização de geradores no turismo e nas actividades deste sector.

A escolha de utilizar quatro geradores em paralelo deveu-se ao facto de o projecto ter sido desenvolvido em várias fases. A primeira fase, que começou em 2019, envolveu a instalação de 2 geradores de 550kVA, que alimentariam apenas as cargas resgatadas, excluindo o equipamento AVAC. Em 2021, surgiu o Projeto K, a segunda fase, cuja principal condição é garantir o funcionamento contínuo do equipamento de ar condicionado, mesmo em caso de corte de energia. Este projecto incluiu dois novos geradores de 550kVA que, em paralelo com os iniciais, seriam capazes de suportar toda a carga da instalação, incluindo o ar condicionado.

A LGE – Instalações Elétricas, cliente da Grupel, foi a empresa responsável pela instalação do equipamento no local. O principal desafio para a equipa técnica da LGE foi estudar e desenvolver a solução técnica tendo em conta a localização dos novos grupos geradores. “Sendo esta uma urbanização que preserva os edifícios históricos das caves do Vinho do Porto, na encosta de Vila Nova de Gaia, a sala técnica disponível fica a centenas de metros dos grupos geradores. Com isto em mente, assegurar o sincronismo entre os equipamentos era o principal desafio técnico”, refere Luís Loureiro, engenheiro da empresa.

Como elemento diferenciador deste projecto, destaca-se a automatização adoptada para a gestão das cargas. “Utilizámos um sistema de gestão técnica centralizada (GTM) que, em função do consumo real da instalação e de forma totalmente automatizada, permite ligar e desligar as cargas, garantindo a estabilidade da rede”, acrescenta.

O WoW é ‘quarteirão cultural’, que reúne sete museus, doze restaurantes e cafés, bem como uma galeria de exposições e lojas. Inaugurado em 2020, tem uma superfície de 55 mil m², num investimento inicial de 107 milhões de euros.

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A Capital do Móvel está de regresso à Alfândega do Porto

A 58.ª Edição do certame organizado pela Associação Empresarial de Paços de Ferreira está de regresso a Alfândega do Porto entre os dias 26 de Novembro e 4 de Dezembro

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A Associação Empresarial de Paços de Ferreira, AEPF, está em contagem decrescente para a inauguração da 58ª edição do evento Capital do Móvel, a maior feira de mobiliário e decoração do país, que abrirá portas na Alfândega do Porto, no último fim-de-semana de Novembro. O evento irá antecipar algumas tendências do sector para 2023.

“Dada a grande diversidade de produtos, reconhecidos pela sua qualidade e durabilidade, o sector do mobiliário português tem conquistado o seu espaço no mercado internacional. A escolha das matérias-primas é uma das preocupações das nossas empresas, desde a madeira ao mármore, bem como a cortiça, o vidro e a cerâmica, que pretendem satisfazer as necessidades dos seus clientes, sendo que para isso apresentam produtos únicos”, destaca a presidente da direcção da AEPF, Ana Rita Pacheco.

De acordo com dados do Banco de Portugal, este sector é constituído por mais de 4 mil empresas que empregam mais de 45 mil trabalhadores. “O mobiliário português está hoje presente em cerca de 160 mercados, tendo como principais mercados França, Espanha e Estados Unidos da América”, acrescenta Ana Rita Pacheco.

“Ao longo dos nove dias do certame apresentaremos uma grande variedade de peças de mobiliário e decoração para as várias divisões da casa, com linhas mais modernas, mas também com modelos mais tradicionais, e os visitantes poderão ainda observar duas exposições: uma fotográfica, que pretende mostrar a evolução do evento Capital do Móvel; e outra sobre a evolução da indústria do mobiliário”, conclui a presidente da direcção da AEPF, Ana Rita Pacheco.

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Grupo Velux encomenda à BayWa r.e. a construção de dois parques solares

Os novos parques solares irão assegurar a ambição da Velux para 2030, que visa reduzir em 100% as emissões de CO2 nas acções 1 e 2 (produção e actividades)

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O Grupo Velux e a BayWa r.e. anunciaram um acordo com vista a construir dois parques solares, em Espanha. O objectivo é que, até 2024, o Grupo possa ‘alimentar’ as suas operações europeias com electricidade verde.

Os Contratos de Aquisição de Energia (Power Purchase Agreement – PPA) vão impulsionar o desenvolvimento de dois novos parques solares no sul de Espanha, um próximo de Sevilha e o outro em Granada. Este último, denominado Parque Solar de Alhendín, inclui a primeira instalação da BayWa r.e. da tecnologia inovadora Agri-PV, em Espanha, que permitirá o cultivo de plantações entre os painéis solares.

Ligando-se à rede em 2023 e 2024, as duas centrais irão gerar 167 GWh de electricidade renovável, por ano, para a Velux, o que equivale ao consumo de aproximadamente 45 mil lares europeus. 80% do total da electricidade produzida pelas plantações nas centrais será obtida através dos PPAs com a Velux.

Numa base anual, o novo PPA reduzirá a pegada de carbono da VELUX em cerca de 40 mil toneladas de CO2e provenientes das operações e actividades europeias da empresa.

“Na nossa empresa comprometemo-nos a combater a crise climática e a mostrar uma liderança sustentável. E, com este acordo, estamos no bom caminho para atingir o nosso objetivo de reduzir em 100% as nossas emissões das operações até 2030“, afirmou Lars Petersson, ceo do Grupo Velux.

Cerca de 10% do Parque Solar de Alhendín será uma instalação Agri-PV, uma nova aplicação solar que combina a produção de energia com a produção de alimentos, da qual a BayWa r.e. é pioneira e líder. Esta instalação será especialmente concebida com linhas de painéis mais altas e mais espaçadas, de modo a permitir a agricultura continua e a passagem de máquinas agrícolas modernas entre as linhas de painéis, neste caso, para a produção das plantações. Os módulos PV serão também utilizados para recolher a água da chuva, ajudando os agricultores a gerir os riscos contínuos causados pelas alterações climáticas, numa área conhecida por ser demasiado seca.

Uma vez ligadas à rede, as novas plantações solares permitirão à Velux atingir a sua meta de 2030, de redução em 100% das emissões das suas próprias operações e actividades. Este objetivo faz parte do compromisso estratégico de sustentabilidade da empresa para 2030, derivada de uma ação pioneira que diz respeito ao clima e à natureza.

O acordo pressupõe, ainda, a formação de um grupo interdisciplinar de investigação cujos resultados acabarão por dar resposta a uma estratégia abrangente e personalizada do local. Para este efeito, a BayWa r.e. fará uma parceria com as universidades próximas, nomeadamente, a Universidade Autónoma de Madrio e a Universidade de Córdoba.

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EDP financia nove projectos de acesso a energia limpa em África

A EDP vai apoiar mais nove projectos que promovem o acesso a energia renovável em comunidades remotas e vulneráveis em quatro países africanos: Moçambique, Nigéria, Angola e Maláui. O financiamento total de um milhão de euros é garantido pelo Fundo A2E

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Apoio de um milhão de euros, no âmbito da quarta edição do Fundo de Acesso à Energia, reforça estratégia de impacto social da EDP em economias emergentes e o seu foco em assegurar uma transição energética justa. Os projectos agora seleccionados irão beneficiar perto de um milhão de pessoas nos quatro países africanos. O financiamento total de um milhão de euros – garantido pelo Fundo A2E (Access to Energy) – terá impacto directo em áreas prioritárias como a saúde, agricultura, educação ou acesso a água potável, envolvendo mais de um milhão de beneficiários directos e indirectos.

O recurso a energia solar descentralizada e a tecnologias de armazenamento de energia estão na base de todos os projectos seleccionados nesta quarta edição do Fundo A2E, num total de 158 candidaturas. Entre esses projectos, destacam-se, por exemplo, um sistema de malas solares que fornecem energia para maternidades, micro-redes eléctricas para abastecer postos clínicos, sistemas solares para produção agrícola ou câmaras frigoríficas em mercados locais.

“O acesso a electricidade é crucial para garantir a segurança e o desenvolvimento de qualquer comunidade – e é um problema impactante em muitas comunidades remotas ou em situações mais vulneráveis na África Subsariana. O nosso compromisso, agora reforçado com o financiamento de mais nove projectos, é de continuar a contribuir para facilitar esse acesso a energia limpa, segura e a baixo custo nestas comunidades, e assim promover a inclusão energética”, adianta Vera Pinto Pereira, administradora da EDP, responsável pela estratégia global de impacto social do grupo.

Mais um milhão de pessoas beneficiadas
A Nigéria, com quatro projectos, e Moçambique, com três, voltam a ser os países com mais propostas seleccionadas nesta quarta edição do Fundo A2E. No que diz respeito à Nigéria, os promotores escolhidos são a We Care Solar (energia para maternidades), a Konexa (electrificação de postos clínicos e comunidades adjacentes), a Reeddi (cápsulas solares para famílias e pequenos negócios) e a Optimal Greening Foundation (projecto de água potável e saneamento básico).

Em Moçambique, as entidades seleccionadas foram a Associação Educafrica (electrificação de equipamentos escolares e comunitários numa ilha piscatória), a ADPP Moçambique (sistema de refrigeração para mercado de peixe) e a Fundación Energia sin Fronteras (electrificação de herdade agrícola de orfanato). A Fundação Cuerama, com um projecto de electrificação de equipamentos que servem uma comunidade, é o promotor seleccionado em Angola, e a aQysta Malawi, com um sistema de processamento agrícola alimentado a energia solar, é o projecto escolhido no Maláui.

Com esta quarta edição do Fundo A2E – fundo de responsabilidade social corporativa que duplicou o valor de financiamento para um milhão de euros em 2022 –, a EDP dá continuidade ao programa iniciado em 2018. Nas três edições anteriores, o fundo já disponibilizou um total de 1,5 milhões de euros para apoiar 20 projectos em sete países africanos (Angola, Maláui, Moçambique, Nigéria, Quénia, Ruanda e Tanzânia) que contribuíram para melhorar a vida de 80 mil pessoas directamente e indirectamente, mais de um milhão. Um impacto positivo que sai reforçado nesta nova edição do programa, estimando-se que beneficie directamente mais de 40 mil pessoas e, indiretamente mais de 900 mil nesses territórios.

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Yard Properties reabilita casas de acolhimento da “Novo Futuro”

Com esta iniciativa a promotora pretende afirmar-se no mercado “como uma ‘marca’ forte associada a solidez e confiança, à responsabilidade Ambiental e Social e à Inovação”

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A Yard Properties, empresa de promoção e investimento imobiliário do Grupo liderado por David Rabbi, vai dar início à reabilitação de uma das oito casas de acolhimento da “Novo Futuro”, sendo que o objectivo “é recuperar e requalificar, pelo menos, quatro dos oito imóveis”. Esta iniciativa vai no seguimento da intenção de se afirmarem no mercado “como uma ‘marca’ forte associada a solidez e confiança, à responsabilidade Ambiental e Social e à Inovação”, enfatiza José Pedro Borges, director executivo da empresa em Portugal.

“Não pretendemos actuar sós, mas chamar à participação nesta causa solidária outras empresas, desde logo os nossos parceiros neste projecto que estamos a promover na Avenida 5 de Outubro”, sublinha José Pedro Borges, gestor da empresa.

“O nosso objectivo é contribuir para o bom desempenho de uma instituição a que comunidade muito deve e que passou por um período muito difícil durante a pandemia. Ficaremos muito contentes e gratos se outras empresas e instituições se quiserem juntar a nós neste desígnio”, acrescenta.

A organização, fundada em Portugal em 1996 e ligada a uma Federação Internacional presente no Perú, Espanha, Colômbia e São Tomé e Príncipe, possui no nosso país oito Casas de Acolhimento (seis no distrito de Lisboa e duas no distrito do Porto), onde residem cerca de 75 crianças.

Enquanto se dedicam a causas sociais, a Yard Properties mantém a sua estratégia de desenvolvimento de empreendimentos para o segmento de luxo. O primeiro, no nº 355 da Avenida 05 de Outubro, em Lisboa, tem já a estrutura concluída e a construção, a cargo da empresa Alves Ribeiro e deverá estar concluída em Fevereiro de 2023. O imóvel disponibiliza 18 luxuosos apartamentos, com 2 e 3 quartos, bem como um apartamento duplex de cinco quartos na cobertura do edifício.

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Portugal entre os países mais atractivos do mundo para investir em renováveis

Para além de Portugal, também Marrocos e Chile superam as expectativas no novo índice normalizado da última edição do Renewable Energy Country Attractiveness Index elaborado pela consultora EY

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No mais recente Renewable Energy Country Attractiveness Index (RECAI), ranking semestral elaborado pela consultora EY que classifica os 40 principais mercados do mundo em função das oportunidades de investimento e de desenvolvimento no sector das energias renováveis, Portugal posiciona-se em 25.º lugar na lista dos países mais atractivos para o investimento neste sector, mas em 8.º lugar no primeiro ranking RECAI normalizado.

O RECAI utiliza várias dimensões e critérios para comparar a atractividade dos mercados de energias renováveis, mas boa parte reflecte a dimensão absoluta da oportunidade de investimento renovável. O que faz com que o índice beneficie, naturalmente, as grandes economias. Esta edição inclui uma nova visão do índice, que normaliza o produto interno bruto (PIB), mostrando assim mercados que estão a ter um desempenho acima das expectativas face à dimensão do seu PIB.

“O ranking RECAI destaca os mercados globais de energias renováveis mais atraentes com maiores fluxos de capital e capacidade. O índice normalizado destaca os mercados mais pequenos com um forte empenho nas energias renováveis – demonstrado através de políticas de apoio governamentais e de projectos bem estruturados – criando alternativas atrativas para potenciais investidores”, explica Arnaud de Giovanni, Leader de Global Renewables da EY.

Esta nova análise da EY mostra Portugal (ranking RECAI normalizado: 8 versus RECAI ranking: 25) como um bom exemplo do compromisso do governo face à importância das energias renováveis e, por exemplo, bem à frente de Espanha (ranking RECAI normalizado:14; RECAI ranking: 8).

“Embora as energias hídrica e eólica tenham sido o foco na última década, 2019 marcou o ponto de inflexão para Portugal e para a energia solar fotovoltaica. Após vários anos de subinvestimento nesta tecnologia, os leilões solares e a nova capacidade do contexto português (cerca de 2,3 GW a mais) mudaram o mercado. Portugal está actualmente no caminho certo para que, até 2030, 80% da sua geração de electricidade advenha de fontes renováveis”, justifica Pedro Subtil, Líder de Energia e Recursos da EY.

Já Marrocos (ranking RECAI normalizado:1, RECAI ranking:19) está a aproveitar as suas características topográficas para introduzir flexibilidade no respectivo sistema energético, prevendo-se que a energia eólica ultrapasse a energia solar na próxima década e que a energia hídrica com armazenamento por bombagem seja desenvolvida nas suas zonas montanhosas. O hidrogénio verde, por sua vez, é visto como um factor chave da descarbonização no Chile (ranking RECAI normalizado: 5, RECAI ranking: 17), que espera tornar-se um exportador de referência do combustível.

Índice PPA

Este RECAI salienta que, após um período de crescimento exponencial prolongado – em virtude dos elevados preços de energia e da extrema volatilidade do mercado – o volume da geração de energia eléctrica autorizado através de Contratos de Aquisição de Energia (CAE) empresariais em 2022 deverá ser inferior a 2021, embora se espere que exceda o ano de 2020. Espanha continua a ser um dos principais mercados de CAE, representando cerca de um terço da capacidade dos novos CAE na Europa em 2022 até ao presente.

A análise da EY realça ainda que a necessidade de resiliência energética nunca foi tão urgente. O aumento da geração de energias renováveis, a aceleração da diversificação energética e o aumento do armazenamento de energia são prioridades globais. Com isto vem outra proposta experimental: como acelerar a integração de maiores quantidades de energia renovável nas redes.

“Para atingir emissões net zero, a integração das energias renováveis tem de melhorar significativamente. Os recursos energéticos distribuídos têm um papel vital a desempenhar, permitindo a integração de uma série de fontes de energia verde na rede. Ademais, o investimento em redes inteligentes será fundamental para assegurar o fornecimento de energia e fazer com que o mundo atinja emissões net zero até 2050”, afirma Arnaud de Giovanni.
Este último RECAI mostra que os governos do mundo estão a acelerar os respectivos programas de energias renováveis, para ajudar na redução da sua dependência de energia importada face às contínuas tensões geopolíticas e à incerteza económica. O relatório classifica os 40 maiores mercados do mundo na atractividade dos seus investimentos em energias renováveis.

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NaturaAqua Compacto é o novo termoacumulador da Vulcano

Com uma potência de 1,2kW e 2,0kW e diferentes capacidades – 30l, 50 l e 80l – o NaturaAqua é adequado para espaços reduzidos

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O termoacumulador eléctrico NaturaAqua Compacto, é a nova solução da Vulcano para aquecimento de água, fiável, económica e adaptável, e adequado  a espaços reduzidos.

O NaturaAqua Compacto apresenta uma construção de elevado nível estético e potências de 1,2kW e 2,0kW. Com diferentes capacidades – 30l, 50 l e 80l – é compatível com soluções solares, funcionando também como equipamento de apoio eléctrico, oferecendo, por isso, um óptimo grau de versatilidade, qualidade e conforto.

Com soluções para todas as necessidades de utilização, permitem usufruir do maior grau de conforto, ao disponibilizar água quente sempre que necessário, de forma rápida, com pressão e temperaturas constantes, garantindo o maior grau de poupança.

Com uma barra de fixação é possível mudar o aparelho sem acessório adicional de montagem universal, “o que o torna mais fácil a sua instalação, utilização e manutenção”, na medida em que as resistências são acessíveis sem necessidade de esvaziar o termoacumulador ou retirá-lo da parede.

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CIN participa nas obras de requalificação da Ponte Luiz I

A CIN é uma das entidades envolvidas na requalificação do tabuleiro inferior da ponte Luiz I, no Porto, cujas obras arrancaram há já um ano

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(foto: @André Rolo | Global Imagens)

Inaugurada em 1886, esta ponte histórica, que liga a margem norte à margem sul do rio Douro, permitindo a passagem do Porto para Vila Nova de Gaia, representa um dos mais recentes projectos de grande envergadura da CIN.
Embora a marca esteja presente em muitos projectos de reabilitação, o carácter histórico desta obra revelou-se um grande desafio. Ana Luísa Seara, responsável de marketing técnico da CIN Performance Coatings explica que “a Ponte Luiz I é composta por uma estrutura metálica mista, com muitos detalhes que exigem especiais cuidados nos trabalhos de requalificação e pintura”.

A obra, que teve início a 14 de Outubro de 2021, vai permitir requalificar o tabuleiro inferior da emblemática ponte do Douro. Para este projecto, a CIN forneceu uma solução para a protecção anticorrosiva da estrutura metálica, constituída pelo C-POX PRIMER ZN810, um primário rico em zinco, C-POX PRIMER ZN205, um revestimento epóxi multifuncional pigmentado com óxido de ferro micáceo, pigmento que pela sua forma lamelar potencia a protecção anticorrosiva, e C-THANE S258, um esmalte poliuretano alifático brilhante de excelente resistência à intempérie e à radiação ultravioleta, com performance comprovada na vizinha ponte D. Maria Pia, um projecto de 2009 onde a CIN esteve também envolvida. Por sua vez, a protecção do betão é assegurada pelo produto C-CRYL W680 MATT, um produto com Marcação CE, caracterizado pelas suas excelentes propriedades anticarbonatação.

Com um amplo portfólio nesta área, a CIN já deu cor a várias pontes de norte a sul do país. São várias as referências de obras realizadas em betão, com especial destaque para a Ponte Infante Dom Henrique, Ponte Internacional Vila Nova de Cerveira, Ponte de Mosteiró, Viaduto sobre a autoestrada A4, Ponte da Figueira da Foz e Viaduto sobre o Rio Vouga na autoestrada A1, situadas na região Norte. Por outro lado, no centro do país, distingue-se o Viaduto da Cachofarra, Viaduto Sul da Ponte da Lezíria na Autoestrada A10 e o Viaduto sobre o rio Trancão na autoestrada A1.

Infraestruturas de renome, como a Ponte 25 de Abril (Lisboa), Ponte de São João (Porto), D. Maria Pia (Porto), Ponte Ferroviária de Caminha (Viana do Castelo), Ponte D. Luís (Santarém) ou mesmo a Ponte Eiffel (Viana do Castelo), foram também algumas das infraestruturas, nas quais a CIN esteve presente com os seus produtos

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