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Edificio do secílo XIX com árvores e um céu azul
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Barata Salgueiro 21 reforça oferta de comércio de luxo na Av. da Liberdade

Com áreas locáveis de 206 m² e 86 m², as duas lojas afiguram-se como a morada ideal para marcas que procuram um espaço de qualidade situado junto ao principal hub do retalho de luxo em Portugal

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A JLL e a Cushman & Wakefield acabam de colocar no mercado as duas novas lojas do exclusivo Barata Salgueiro 21, um edifício de destaque naquela que é uma das mais prestigiadas localizações de comércio de rua na capital portuguesa. Com áreas locáveis de 206 m² e 86 m², distribuídas entre o piso térreo e a cave, as lojas afiguram-se como a morada ideal para marcas que procuram um espaço de qualidade situado junto ao principal hub do retalho de luxo em Portugal.

Promovido pela Primosfera, o Barata Salgueiro 21 localiza-se na rua homónima, naquela que é a principal passagem entre dois importantes corredores comerciais da zona: a Avenida da Liberdade e a Rua Castilho.

Trata-se de um edifício de escritórios, resultado da reabilitação de um imóvel do século XIX, com projeto assinado pelo arquiteto Manuel Aires Mateus e o qual se afirma pela sua qualidade construtiva e pelo diálogo da sua herança histórica com o futuro. Além dos dois espaços comerciais situados no piso térreo, com uma área total de 291 m2, o Barata Salgueiro 21 compreende cinco pisos de escritórios, com uma área total de 1.988 m² e 22 lugares de estacionamento.

“Numa zona dominada pelo sector da moda e que tem como vizinhos várias lojas de luxo, o Barata Salgueiro 21 assume um posicionamento diferenciado, ao aliar à sua localização exclusiva uma reabilitação que se apresenta como uma peça de arte. Por isso, não temos dúvidas que este será um espaço disputado por marcas de grande prestígio, que nele reconhecerão o local ideal para instalar a sua nova loja na capital portuguesa”, refere Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory da JLL.

“O Barata Salgueiro 21 é o mais recente exemplo de reabilitação na zona da Av. da Liberdade e devolve à cidade a beleza arquitectónica de um edifício que alia história à modernidade, arte e glamour. As lojas que disponibiliza são ideais para marcas que valorizem a localização e o prestígio num mesmo espaço”, reforça Sandra Campos, Partner e Head of Retail da Cushman & Wakefield,

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Fundos de investimento imobiliário atingiram os 10.9 MM€ em Dezembro

Os indicadores mensais dos fundos de investimento imobiliário, referente ao último mês de 2021 revelam que cerca de 47% do investimento imobiliário foi canalizado para o sector de serviços

Segundo as estatísticas divulgadas pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) em Dezembro de 2021, o valor sob gestão dos fundos de investimento imobiliário (FII), dos fundos especiais de investimento imobiliário (FEII) e dos fundos de gestão de património imobiliário (FUNGEPI) atingiu 10.923,5 milhões de euros, mais 109,7 milhões (1,01%) do que em Novembro.

O montante investido nos fundos de investimento imobiliário aumentou 0,7% para 8.198,1 milhões de euros. Nos FEII, o valor cresceu 0,40% para 2.323,1 milhões de euros e nos FUNGEPI cresceu 13,1% para 402,3 milhões de euros, refere a CMVM.

No período em análise, os países da União Europeia foram o destino da totalidade do investimento feito em activos imobiliários, tendo 47,7% da carteira dos FII e FEII abertos sido aplicados em imóveis do sector dos serviços. Também os investimentos realizados pelos FUNGEPI se destinaram, sobretudo, ao sector dos serviços (46,1%).
A Square AM (11,6%), a Interfundos (11,2%), e a Caixa Gestão de Activos (8,5%) detinham as quotas de mercado mais elevadas.

Em Dezembro foram constituídas a sociedade de investimento imobiliário “Reward Properties I – SICAFI, S.A.” gerida pela Insula Capital, a “Touchwise, SICAFI, S.A”, gerida pela LYNX Asset Managers e a “Castro Red Capital, SICAFI, S.A.”, gerida pela Silvip.

Foram liquidados o fundo especial de investimento imobiliário “Porto d’Ouro – Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado”, gerido pela Caixa Gestão de Activos e os fundos de investimento imobiliário “Montepio Arrendamento – Fundo de Investimento Imobiliário de Arrendamento Habitacional” e “Montepio Arrendamento II – Fundo de Investimento Imobiliário de Arrendamento Habitacional” geridos pela Montepio Valor.

Neste mês foi ainda declarada a insolvência do fundo de investimento imobiliário “Invesfundo II – Fundo de Investimento Imobiliário Fechado”, gerido pela Gesfimo.

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Terceiro empreendimento do Lago Altear com 60% de reservas

Este novo bloco oferece mais 63 apartamentos de tipologias T2 a T4, com áreas entre os 106 e os 247 m2 e ainda mais três espaços comerciais

O terceiro edifício do empreendimento Lago Altear, promovido pela Solyd Property Developers na Alta de Lisboa, já se encontra em fase de comercialização, “tendo registado, em menos de um mês, uma taxa de reservas de 60%”, segundo a empresa.

Este novo Bloco C, agora lançado, oferece mais 63 apartamentos de tipologias T2 a T4, com áreas entre os 106 e os 247 m2. Este edifício oferece ainda 3 espaços comerciais, e conta com a proximidade de escolas de referência, amplos espaços verdes, zonas comerciais, restauração, parques infantis, rede de transportes e bons acessos às principais artérias da capital.

Com vista para o “maior lago da cidade” e para os espaços verdes do Parque Oeste, cada apartamento oferece “acabamentos de superior qualidade e elevada eficiência energética, interiores luminosos e amplos, generosas varandas, uma piscina interior e ginásio privativo”, bem como estacionamento privativo para automóveis, com pré-instalação para veículos elétricos, incluindo para pessoas de mobilidade reduzida e para bicicletas, e arrecadações privativos.

O empreendimento foi criteriosamente desenhado com recurso a revestimentos de elevada qualidade, carpintarias lacadas, roupeiros embutidos e ar condicionado de elevada eficiência energética. As casas de banho estão equipadas com loiças e torneiras de marcas de referência. Por seu lado, os espaços das cozinhas estão equipados com electrodomésticos de topo, ecológicos e de alto desempenho. A Solyd oferece, ainda, a possibilidade de usufruir de consultoria especializada na decoração do apartamento em parceria com o gabinete de design de interiores DZINE.

O Lago Altear oferece, ainda, “o máximo conforto acústico e térmico”, que é garantido através do elevado nível de isolamento das fachadas, cobertura e áreas comuns, da caixilharia e vidros, com características térmicas e acústicas de elevado desempenho. Este empreendimento conta também com um sistema de climatização de elevado rendimento, um sistema de ventilação individualizado e um sistema de aquecimento de água com apoio de painéis solares, garantindo a certificação energética A em todos os apartamentos.

“A elevada eficiência energética está alinhada com a estratégia de sustentabilidade da promotora SOLYD, empenhada em contribuir para um futuro cada vez mais amigo do ambiente”, explica a promotora.

O Bloco C do Lago Altear é o sétimo lançamento do projecto ALTEAR que, no seu total, vai colocar no mercado mais de 500 apartamentos com diferentes tipologias e espaços comerciais variados, com uma área total de construção superior a 120.000 m2 e que nasce pelas mãos dos arquitectos Arnaldo Pimentel Barbosa, Miguel Saraiva, do atelier Saraiva + Associados, e Paulo da Gama.

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IHRU tem 20 M€ para aquisição de habitações em Lisboa, Porto e Algarve

O IHRU – Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, I.P., lançou uma consulta ao mercado para aquisição de prédios e fracções habitacionais nas áreas metropolitanas de Lisboa, Porto e da Região do Algarve

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O IHRU – Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, I.P., lançou uma consulta ao mercado para aquisição de prédios e fracções habitacionais nas áreas metropolitanas de Lisboa, Porto e da Região do Algarve.

Segundo informação do instituto “os imóveis a adquirir localizam-se em vários concelhos das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto e da região do Algarve”. No total são cerca de 43 os concelhos abrangidos pelo anúncio.

Podem apresentar propostas no âmbito da referida consulta qualquer pessoa singular ou pessoa colectiva que seja proprietária dos imóveis objecto da proposta, bem como empresas de mediação imobiliária devidamente licenciadas.
Relativamente aos valores, de acordo com o anúncio publicado, os valores máximos de proposta de venda não devem ultrapassar os 213 mil euros, para T1, 295 mil euros para T2, 373 mil euros no caso de T3 e 430 mil euros para a tipologia T4.

As propostas devem ser entregues até ao dia 11 de Fevereiro.

“Esta é mais uma iniciativa do IHRU integrada na sua estratégia para alargar a oferta habitacional pública a custos acessíveis e, desse modo, para garantir o acesso à habitação às famílias que não têm resposta por via do mercado, nomeadamente as populações com rendimentos intermédios”. A dotação para a aquisição de imóveis pelo IHRU, I.P., no âmbito da presente consulta é de 20 milhões de euros.

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Noto Office Center em comercialização

Promovido pelo IDS Group, empresa com áreas de actuação nos sectores imobiliário, financeiro e private equity o Noto Office Center estará concluído até ao final de Março

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Localizado na zona da Senhora da Hora e perto do Norteshopping, o edifício conta com um total de aproximadamente 8.100 metros quadrados, distribuídos por três pisos acima do solo, dos quais 4.700 metros quadrados se encontram actualmente disponíveis para arrendamento. Até ao final de Março de 2022, o edifício estará pronto a ser ocupado, tendo já um supermercado Pingo Doce em funcionamento nas áreas comerciais e três unidades de escritórios pré-arrendadas.

“Esta comercialização é uma mais-valia para Matosinhos, quer do ponto de vista da arquitectura do edifício, que dará um contributo à cidade em termos de reabilitação, quer ao nível da dinamização da economia local, com a criação de novos espaços para escritórios”, sublinha Eduardo Sardo, Fundador e CEO do IDS Group.

No edifício, destacam-se os pisos superiores (1º e 2º andares), com acesso independente das zonas comerciais, por escadas e elevador exclusivos, e oferecem áreas entre os 600 e 870 metros quadrados, com algumas unidades com acesso a terraços privativos. Todo o edifício iniciou agora uma obra de reabilitação completa, apresentando uma arquitectura contemporânea que o torna num novo ícone da cidade. O lobby da recepção também será reabilitado, com materiais nobres e contemporâneos.

“Este é um projecto muito importante e desafiante para a CBRE que irá, sem dúvida, contribuir para a consolidação e oferta do mercado de escritórios do Porto. A localização, as excelentes acessibilidades e a grande visibilidade são um conjunto de factores que irão atrair empresas com um posicionamento diferenciador”, destaca André Almada, Senior Director Offices Advisory & Transaction da CBRE, consultora que em conjunto com a Savills foi instruída para a comercialização, em regime de co-exclusividade, do Noto Office Center.

Todas as unidades serão entregues na categoria CAT-A, o que significa que estarão totalmente equipados com infraestrutura eléctrica, iluminação e sistema de ar condicionado. O Noto Office Center contempla, ainda, cerca de 80 lugares de estacionamento, dos quais 25 exteriores e os restantes distribuídos em cave.

Por sua vez, Francisco Megre, Offices Consultant da Savills Portugal, sublinha que a visibilidade é uma das características marcantes do Noto Office Center. “Se juntarmos a facilidade de acesso que a sua localização confere, conseguimos perceber o que o torna tão atractivo para quem procura escritórios no Porto. A comercialização deste prestigiado edifício marcará uma nova era no mercado imobiliário da cidade”, sublinha o responsável.

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Ria Shopping substitui Algarve Outlet em Olhão

O complexo comercial localizado em Olhão está a passar por um processo de reconfiguração passará a chamar-se Ria Shopping em meados de 2022

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O futuro Ria Shopping terá cerca de 14.000 m² distribuídos por dois pisos (R/C e 1.º andar) e será dotado de uma oferta comercial diversificada, procurando ir ao encontro das necessidades e interesses dos aproximadamente 45 mil habitantes de Olhão. O 2.º andar ficará reservado para um operador hoteleiro internacional, um ginásio, uma clínica de saúde e outras actividades que complementem a oferta disponível. Também um serviço de self storage está previsto para o shopping ao nível da zona de parking.

O projecto Ria Shopping irá desenvolver-se em 2 fases. Espera-se que a zona comercial abra as suas portas, totalmente renovada, já este ano de 2022 e a inauguração da unidade hoteleira está prevista para 2023.
Este foi o local escolhido pela marca norte americana Domino’s Pizza para inaugurar a sua presença no Algarve. A entrada foi assessorada pela consultora imobiliária internacional Savills. A marca norte-americana Domino’s Pizza conta actualmente com 44 lojas em todo o país, das quais 14 lojas contaram com o apoio da Savills
.
“Com a pandemia, acelerou-se a mudança do paradigma dos Centros Comerciais. Assistimos a uma alteração nos hábitos dos consumidores e, cada vez mais, fruto do teletrabalho e da diminuição de contacto entre as pessoas. O processo de compra é mais um acto de necessidade do que uma experiência de lazer”, explica Maria Luísa Branco, Retail Associate da Savills Portugal. Segundo a responsável, “o projecto de rebranding do Ria Shopping pretende ir ao encontro das novas necessidades, apostando num conceito de proximidade e conveniência para os residentes e todos os que visitam a cidade. O novo Ria Shopping antecipou-se, e com a pandemia viu uma oportunidade de se renovar e não uma ameaça, estando a trabalhar para um espaço comercial mais atractivo, sustentável e operacional em prol dos anseios da população de Olhão”, refere.

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Investimento imobiliário de rendimento excedeu os 2MM€ em 2021 e deverá ultrapassar os 3MM€ em 2022

A CBRE prevê que em 2022 o volume de investimento registe um aumento de 50% face a 2021, colocando novamente o mercado no patamar acima dos três MM€

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O investimento em imobiliário de rendimento alcançou os 2.2 mil milhões de euros em 2021, de acordo com o balanço divulgado pela CBRE. Apesar da pandemia e das diversas restrições e incertezas associadas, a dinâmica verificada no último ano é muito positiva. O volume de investimento foi menor do que no ano anterior, mas ainda assim o quinto melhor de sempre. Paralelamente, não só foram transaccionados diversos portefólios de elevado valor, como também se registou um número significativo de transacções (mais de 80), um indicador apenas superado nos anos de 2018 e 2019.

Segundo a CBRE, a consultora fechou o ano como líder de mercado, tendo participado em mais de 50% do volume de transacções e em seis dos dez maiores negócios em Portugal. “Verificámos um elevado interesse nas operações que lançámos em 2021. Em algumas, recebemos mais de dez propostas. Se considerássemos todas estas intenções de investimento não concretizadas triplicaríamos o volume de investimento registado em 2021”, afirma Francisco Horta e Costa, Director-Geral da CBRE Portugal.

O mercado de investimento revelou-se bastante activo no segundo semestre do ano, depois de nos primeiros seis meses terem sido investidos pouco mais de 500 milhões de euros, devido a um novo confinamento com repercussões nas visitas aos imóveis e nas viagens e consequentemente no fecho de negócios.

Outro factor destacado pela CBRE, e revelador de que se mantém a atractividade do País como destino de investimento, é a entrada de diversos novos players internacionais, inclusivamente em transacções de elevado valor. Seis das dez maiores transacções verificadas em 2021 envolveram a estreia em Portugal de investidores internacionais, nomeadamente os franceses Tikehau e Icade Santé, os norte-americanos da Jamestown, da Tishman Speyer e da Sixth Street, e os espanhóis da Azora. No total, dez investidores investiram pela primeira vez no País.

À semelhança de 2020, os investidores domésticos foram responsáveis por 25% do capital investido em imobiliário de rendimento em Portugal, enquanto EUA e França foram os principais mercados de origem internacional.

Em termos de alocação do capital por sectores, 40% foi canalizado para activos de escritórios, 22% para imóveis residenciais de arrendamento, incluindo residências de estudantes, e 15% para hotéis. Destaque para os activos de saúde que representaram 12% do volume de investimento, um peso recorde em Portugal.

De referir que a CBRE representou a Fidelidade naquela que é a maior transacção imobiliária no sector da saúde em Portugal, nomeadamente a venda do Fundo Saudeinveste à Icade Santé. “Este processo veio confirmar a apetência dos investidores para activos com risco operacional, geralmente associados a contratos de maior duração e taxas de rentabilidade superiores às tradicionais classes de activos de investimento e com fundamentais de mercado extremamente sólidos”, sublinha Nuno Nunes, Director da área de Investimento da CBRE Portugal.

O sector de retalho, que em anos anteriores ocupou sempre a primeira ou segunda posição (intercalado com o sector de escritórios) no ranking de volume de investimento por classe de activos, registou uma quebra no montante investido em 2021. Ainda que tenha perdido esta relevância devido ao reduzido número de transacções de centros comercias, verificou-se uma elevada procura para lojas de rua e unidades de retalho alimentar. Apesar de dominar as preferências dos investidores, também o sector logístico registou um reduzido volume de investimento devido à escassez de produto disponível para venda, uma situação que se deverá alterar em 2022.

“Vamos observar um peso cada vez maior de investimento em activos com uma elevada componente de operação, tais como unidades de saúde, residências para seniores e residências de estudantes, além dos hotéis. Por outro lado, prevê-se igualmente um aumento no volume de transacções de imóveis de logística, pois a escassez deste tipo de imóvel, disponível para venda, vai reflectir-se num acréscimo de negócios de forward funding e forward purchase, ou seja, antes da conclusão da obra dos edifícios. Os escritórios, apesar das dúvidas relativas ao modelo futuro do trabalho, continuarão a ser uma classe de activos com muita liquidez e interesse por parte dos investidores”, conclui Nuno Nunes.

A CBRE prevê que em 2022 o volume de investimento registe um aumento de 50% face a 2021, colocando novamente o mercado no patamar acima dos três mil milhões de euros.

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Município de Bragança abre Balcão Único do Prédio

Este espaço de atendimento permite identificar as propriedades rústicas localizadas no Concelho de Bragança de forma simples e gratuita

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O Município de Bragança já tem a funcionar o Balcão Único do Prédio (BUPi). Este espaço de atendimento permite identificar as propriedades rústicas localizadas no Concelho de Bragança de forma simples e gratuita e, assim, conseguir garantir a titularidade dos terrenos e marcar os respectivos limites.

O serviço de atendimento está localizado no piso 2 do Mercado Municipal de Bragança, com atendimento, de segunda a sexta-feira.

Neste Balcão, os munícipes podem registar os seus prédios rústicos, sem qualquer custo associado, necessitando, para isso, da localização e limites das suas propriedades e munir-se dos registos que comprovam a sua titularidade ou poderes de representação para o efeito.

Este projecto, que representou um investimento de perto de 700 mil euros, foi financiado em 85% pelo FEDER, no âmbito de uma candidatura supramunicipal apresentada pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Terras de Trás-os-Montes – “Cadastra & Capacita TTM” | Implementação do Sistema de Informação Cadastral Simplificada nas Terras de Trás-os-Montes, ao Programa Operacional Regional Norte 2020.

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CIUL promove Encontro de Urbanismo

Promovido anualmente, Ciclo de Conferências Encontro de Urbanismo centra-se na reflexão sobre Lisboa, na óptica do Urbanismo, A próxima sessão decorre no próximo dia 20 de Janeiro

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O CIUL – Centro de Informação Urbana de Lisboa, mais uma edição do Ciclo de Conferências Encontro de Urbanismo.
Promovido anualmente, desde 2013,centra-se na reflexão sobre Lisboa, na óptica do Urbanismo, abordando todos os anos um tema diferente.

Ao longo de seis sessões, uma por cada mês e ao final do dia, um painel de técnicos e especialistas é convidado a apresentar experiências e perspectivas sobre as temáticas lançadas, abrindo-se espaço ao debate e à troca de ideias.

Segundo a organização “edição deste ano convida-nos a descobrir o Património de Lisboa. Como se define e por que é considerado património? Quem o conhece? Quem dele cuida? Quem o divulga? Que mecanismos existem para melhor salvaguardar o legado que Lisboa herdou das gerações passadas? Como intervir no edificado e que usos se podem compatibilizar com o património existente? Que património se constrói hoje para o futuro?”, avança a organização.

A quarta sessão que tem como tema “Os valores imateriais na construção da identidade urbana”, tem lugar já no próximo dia 20 de Janeiro. No encontro participam Álvaro Tição da Direcção Municipal de Urbanismo, da CML, como moderador, e tem como oradores Inês Andrade, Associação Renovar a Mouraria, Luísa Ferreira, fotógrafa, e Sofia Tempero, do Departamento de Património Cultural da CML.

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Preço das casas em Portugal terminam 2021 com crescimento de 12,2%

Os resultados anuais do Índice de Preços Residenciais registam um crescimento. Trata-se de um dos aumentos anuais mais robustos do mercado desde 2007, revela o Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário

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O segundo ano da pandemia ficou marcado pela forte valorização da habitação, registando-se um crescimento de 12,2% nos preços das casas em Portugal (Continental) em 2021. Trata-se de um dos aumentos anuais mais robustos do mercado desde 2007, igualando 2017 e sendo apenas superado pela valorização de mais de 15,0% observada quer em 2018 quer em 2019. Os dados resultam do Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário apurado para Dezembro.

Em Dezembro de 2021, os preços acumulavam uma subida de 13,7% face ao início da pandemia, em Março de 2020. Grande parte desta valorização pós-Covid ocorreu nos últimos oito meses, mais concretamente a partir de Maio de 2021, já que, até Abril, a subida acumulada dos preços face ao início da pandemia mostrava-se pouco robusta, ficando em 3,5%.

O desempenho dos preços no pós-Covid, em que, como referido se acumula uma valorização de 13,7%, contrasta com o comportamento observado na anterior crise. No período em que o país esteve sob intervenção da Troika, nomeadamente entre Maio de 2011 e Maio de 2014, a habitação acumulou uma desvalorização de 7,4%.

Olhando para o desempenho dos preços apenas ao longo de 2021, identificam-se dois momentos marcantes. Por um lado, o 1º trimestre, que influenciado por um novo confinamento geral, deu ainda sequência à tendência de estabilização dos preços de venda das casas que se vinha fazendo sentir desde o início da pandemia. No final desse trimestre, registava-se um aumento trimestral nos preços de 1,2% e homólogo de 2,6%, o menos robusto dos últimos cinco anos. A partir de Abril, a subida de preços intensificou-se, destacando-se, nesse período, o último trimestre do ano, com aumentos mensais superiores a 1,0% e uma valorização trimestral que culminaria em 3,9%.

No final de 2021, o preço médio de venda das casas em Portugal atingiu os 1.822€/m2, praticando-se um valor médio de 2.826€/m2 na habitação nova e de €1.731€/m2 na habitação usada.

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Remodelação total do Edifício Latino Coelho 142

O Edifício Latino Coelho 142, no centro do Porto encontra-se em fase de remodelação com uma área total de 4000 m2, distribuídos ao longo de 6 pisos, inaugurando um novo conceito de “workplace” na baixa portuense

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O projecto delineado para o edifício contempla diferentes áreas em formato “open-space” com pavimento técnico sobrelevado; sistema de ar condicionado; instalações eléctricas; iluminação e instalações sanitárias em todos os pisos. De salientar ainda o terraço exterior a criar ao nível do terceiro piso com uma zona de lazer coberta.

“A centralidade do edifício; a proximidade da linha de metro; a existência de um parque de estacionamento privativo (raro no centro do Porto) e a possibilidade de ocupação imediata por parte dos arrendatários com a configuração total ao nível das infraestruturas são algumas das muitas vantagens deste empreendimento. Além disto, o facto de todos os espaços estarem organizados em formato “open-space” e poderem ser arrendados piso a piso, facilita muito a tarefa das empresas ao nível da sua configuração e organização face às suas necessidades actuais”, sublinha Graça Cunha, responsável pela comercialização do projecto na Predibisa.

O imóvel vai ao encontro das exigências do mercado. “O mercado de escritórios do Porto continua a ter uma procura forte tanto internamente como a nível internacional, sendo temporariamente condicionada pela adaptação das empresas ao actual momento e planeamento para um sistema híbrido de trabalho no futuro”, refere Francisco Megre, consultor de escritórios da Savill. “Com a oferta dos escritórios disponíveis no Edifício Latino Coelho 142”, continua o responsável, “vamos ao encontro daquilo que nos é pedido pelas empresas que precisam de instalações com uma localização central e equipadas com o que necessitam para atrair e reter os melhores recursos humanos. A existência de vários terraços e o design do edifício vêm premiar a nossa cidade com as últimas tendências da arquitectura comercial, colocando o Porto em pé de igualdade com outros destinos europeus”, sustenta.

O mais recente reconhecimento da Sumo Finans ao nomear o Porto como Best City in Europe to Live as a Family em 2021comprova que a cidade reforçou a sua atractividade. “Os investidores continuam a apostar na cidade e a criar produto de escritórios de elevadíssima qualidade e as empresas podem seleccionar o Porto como o destino preferencial para colocar as suas equipas, nomeadamente neste edifício que, quer pela localização quer pelas condições que oferece, certamente será um “key factor” na estratégia de qualquer organização para atrair e reter talento”, conclui André Almada, sénior director da área de Escritórios na CBRE.

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