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Sesimbra: MAP Engenharia conclui construção do condomínio Jardins do Mar (c/ galeria e vídeo)

Diogo Guerra Abecasis, cofundador e administrador da MAP Engenharia, explica em primeira mão ao CONSTRUIR que “este foi sem dúvida um projecto residencial diferente e muito desafiante, dos demais construídos pela MAP”

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Sesimbra: MAP Engenharia conclui construção do condomínio Jardins do Mar (c/ galeria e vídeo)

Diogo Guerra Abecasis, cofundador e administrador da MAP Engenharia, explica em primeira mão ao CONSTRUIR que “este foi sem dúvida um projecto residencial diferente e muito desafiante, dos demais construídos pela MAP”

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Estão concluídos os trabalhos de construção do mais recente empreendimento, uma obra promovida pela CETIM e cuja construção esteve a cargo da MAP Engenharia.

O condomínio Jardins do Mar, desenhado pelo atelier Fragmentos, é constituído por 28 apartamentos de luxo, de tipologias T2 e T3 e áreas entre os 90 e os 200m2, distribuídos por 7 pisos, que se desenvolvem ao longo da encosta. A obra, que se distingue pela proximidade à praia e pelo seu design e arquitectura moderna, está marcada por acabamentos de alta qualidade, com amplos terraços ou jardins, “com uma incrível luminosidade e vista para o mar, bem como arrecadação e estacionamento subterrâneo privativo”.

Diogo Guerra Abecasis, cofundador e administrador da MAP Engenharia, explica em primeira mão ao CONSTRUIR que “este foi sem dúvida um projecto residencial diferente e muito desafiante, dos demais construídos pela MAP. Desde vários imprevistos relacionados com as condições do Edifício existente, à sua localização geográfica, só foi mesmo possível atingir este resultado final, de alta qualidade,
graças ao excelente trabalho realizado por todas as equipas envolvidas neste projecto ao longo de todo o processo.”

Para Michael Van Cutsem, Project Manager da CETIM, empresa que lidera a operação e da qual fazem igualmente parte investidores belgas, mostra-se igualmente orgulhoso por “este projecto de revitalização de um edifício abandonado, que conferia uma má imagem à vila de Sesimbra. Hoje, a qualidade e a originalidade do novo edifício destacam-se de uma forma muito positiva na região. Estamos satisfeitos por termos sido capazes de vender todas as fracções disponíveis, muito em particular graças à criação de um apartamento modelo,
que permitiu aos compradores projectar o seu futuro apartamento enquanto o edifício estava a ser construído.”

Por sua vez, o arquitecto Pedro Silva Lopes, sócio do atelier Fragmentos, acrescenta que “este foi um projecto muito desafiante, partindo de uma pré-existência construída na transição das décadas 80 e 90, que, apesar de concluída, nunca tinha sido utilizada, tendo sido vandalizada até um estado de degradação próximo da ruína”. Segundo o autor do projecto, “tirámos partido de uma estrutura existente e alterámos a lógica de organização das fracções, para uma organização horizontal, que tirou partido dos espaços exteriores e da fantástica vista de mar. Transformámos pequenos apartamentos, entre corredores, em menos unidades e maiores com terraços generosos, explorando o espaço exterior, a sua vivência e a vista de mar. Do projecto à obra foi um processo complexo, mas o resultado final enche o atelier de orgulho, bem como o árduo trabalho de todos os envolvidos, desde o Promotor, Projectistas e Empreiteiro Geral.”

Já para Carlos Oliveira, director geral da DDN, empresa responsável pela fiscalização dos trabalhos, “esta foi uma obra que iniciou em 1991 com outro Promotor, esteve inacabada cerca de 33 anos e foi agora concluída com um padrão completamente novo, que atende aos desafios actuais, graças às Equipas de excelência envolvidas.”

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Desde Janeiro que as exportações e importações entre Angola e Portugal cresceram 50%

O crescimento do comércio bilateral foi avançado pelo secretário de Estado para a Economia português durante a visita de trabalho que realiza a Angola

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João Neves, que se encontra em Luanda em visita de trabalho, assinalou a recuperação da colaboração económica entre Angola e Portugal neste ano, depois de dois anos considerados muito difíceis, devido à pandemia. “Este ano está a ser marcado por um forte crescimento das relações. Temos quer do lado das importações quer do lado das exportações um crescimento de cerca de 50% face ao ano anterior e a perspectiva que temos é de continuar a reforçar a colaboração entre os dois países e as empresas de ambos”, afirmou o governante português.

Segundo o responsável político as importações e exportações entre Angola e Portugal atingiram este ano um crescimento de cerca de 50% face ao ano anterior, admitindo João Neves o “reforço contínuo” da cooperação.
Em declarações após inaugurar e visitar as novas instalações do grupo ISQ APAVE em Luanda, João Neves disse que está em Angola em busca de soluções para que a colaboração entre Angola e Portugal, sobretudo no ramo económico, seja “mais intensa”.

“Está é uma visita de trabalho, teremos com certeza oportunidades (para assinar acordos), em função do trabalho que vamos realizar a partir de agora e ter ao longo do próximo ano acordos firmados em diferentes áreas”, frisou em declarações à Lusa.

Portugal “quer muito reforçar os instrumentos de qualificação profissional em Angola em função dos objectivos de investimento que as empresas portuguesas possam ter no país”. “E temos com certeza muitos investimentos que as empresas estão a ponderar em diferentes áreas para que este processo de qualificação profissional tenha concretização efectiva”, salientou.

Mais de quatro mil empresas portuguesas exportam produtos e serviços para Angola e têm as “preocupações naturais” de um mercado com características diferentes do mercado europeu, frisou o secretário de Estado português,
“Temos de lidar com aquilo que é o ambiente económico e a perspectiva é encontrar soluções para os problemas que existem. Foi esse o sentimento que encontrei nas conversas com as empresas portuguesas que aqui estão”, realçou.
Para o governante português, as preocupações das empresas portuguesas em Angola são ultrapassáveis, perspectivando para os próximos anos uma forte recuperação do seu nível de actividade no mercado angolano.

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ITeCons discute estratégias para a transformação digital das PME do sector da construção

O ITeCons, em Coimbra, vai receber a sessão Estratégias para a transformação digital de PMEs do Sector da Construção, no dia 3 de Novembro, no âmbito do projecto PEACOC

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O projecto PEACOC – PErsonAlised e-Business Coaching for Construction SMEs é um projecto ERASMUS+ cujo objectivo é promover a adopção do comércio electrónico pelo sector da construção, em particular através do desenvolvimento e fornecimento de uma estrutura de formação inovadora para apoiar a qualificação das Pequenas e Médias Empresas (PME).

Neste evento serão apresentadas ferramentas digitais desenvolvidas ao longo do projecto PEACOC, as quais pretendem oferecer uma formação personalizada indo ao encontro dos desafios e necessidades características das empresas. Serão também debatidos os principais desafios inerentes ao processo de digitalização de PME do sector da construção.

Entre os oradores convidados estarão João Gabriel. do Instituto Pedro Nunes, Paulo Duarte, da Plataforma Ferroviária Portuguesa, Rita Moura, da Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção e Vasco Lagarto, do Pólo das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónico.

Actualmente, verifica-se que a adopção do comércio electrónico é vantajosa tanto para as empresas, com a possibilidade de aumento do volume de negócio, como para os consumidores, com o aumento da facilidade de compra e de troca de informação. Contudo, esta transformação digital, a qual requer recursos não só recursos materiais (TICs), como também recursos humanos qualificados, representa actualmente um investimento que poderá não estar facilmente ao alcance das pequenas e médias empresas. Neste contexto, surge a necessidade de se desenvolverem estratégias que as auxiliem esta transição.

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CML destina 200 casas para programa de renda apoiada

Estão concluídas as obras em 25 habitações e, de acordo com a Gebalis, prevê-se a conclusão das obras em cerca de 100 casas até ao final de 2022 e nas restantes durante o primeiro semestre de 2023

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A Câmara Municipal de Lisboa destinou ao Programa de Arrendamento Apoiado (PAA) 200 fogos já em processo de reabilitação pela empresa de gestão da habitação municipal, Gebalis. A entrega das casas deverá ocorrer ainda este ano.

Das casas disponibilizadas, 28 são de tipologia T3 e 12 T4, um conjunto maior do que o total afecto desde o início do programa. Até ao presente foram atribuídos 18 T3 e 3 T4, procurando assim aumentar a capacidade de resposta para as famílias de maior dimensão.

“Com a disponibilização deste grande pacote de casas municipais, dá-se mais um passo no esforço por aumentar a oferta pública de habitação na cidade de Lisboa e concretiza-se o objectivo pelo qual se dotou a Gebalis de 19 milhões de euros”, esclarece Filipa Roseta, vereadora da Habitação. Permitir intervenções de reabilitação de fogos municipais e devolvê-los à sua função social é o objectivo.

Estão concluídas as obras em 25 habitações e, de acordo com a Gebalis, prevê-se a conclusão das obras em cerca de 100 casas até ao final de 2022 e nas restantes durante o primeiro semestre de 2023.

Está, também, em preparação a proposta de uma nova edição do Programa de Renda Acessível (PRA) dirigido às famílias com baixos rendimentos que nem conseguem obter casa por via do PAA nem por via do PRA normal. Para este novo programa foram já destinadas 50 casas.

Até Setembro deste ano, a Câmara Municipal entregou 549 casas, das quais 279 em regime de renda acessível (PRA) e 270 em regime de arrendamento apoiado (PAA). Foi, também, aprovada a atribuição de cerca de 250 subsídios municipais ao arrendamento acessível (SMAA).

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Passadiços do Mondego abrem ao público a 6 de Novembro

O percurso de 12 km pelas margens do rio Mondego e seus afluentes custou 4 milhões de euros e promete “marcar” o turismo da Guarda e da região do Alto Mondego

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(foto: Rui Neto, CMG)
A data de abertura para os Passadiços do Mondego foi anunciada pelo presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa. “Garanto-vos que haverá um antes e um depois dos Passadiços do Mondego. Este é um investimento fundamental para o Turismo da Guarda e para toda a Região. Esta obra será a referência para o turismo e lazer do nosso Concelho e de todo o nosso território, com a qual poderemos pensar positivamente no seu sucesso futuro. A Guarda está pronta para começar a sua viagem, para o sucesso na atracção do turismo e da actividade económica a nível nacional e internacional”, referiu o autarca no anúncio da data de.

Recorde-se que se trata de um investimento na ordem dos 4 milhões de euros, em parte co-financiados a 85 por cento por fundos europeus, no âmbito do Centro 2020, FEDER. A inauguração contará com a presença da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.

Com um percurso pelas margens do rio Mondego e os seus afluentes de cerca 12 km, os Passadiços começam junto à Barragem do Caldeirão, estendendo-se depois pelo vale, nos territórios das localidades de Trinta, Vila Soeiro e terminando já na montanha, em Videmonte.

O percurso aproveita 5Km de caminhos já existentes e integra uma zona de 7km de travessias, passadiços e três pontes suspensas com paisagens de cortar a respiração e onde abundam as veredas, açudes, cascatas, levadas e moinhos. Os Passadiços do Mondego estão integrados no Parque Natural da Serra da Estrela e no Estrela Geopark Mundial da UNESCO.

O Itinerário compreende Geossítios como o Miradouro do Mocho Real, escombreiras e cascalheiras, do Alto Mondego e ainda os vestígios de património industrial de antigas fábricas e engenhos de lanifícios ou de produção de electricidade, nos Trinta, testemunhos de um passado ligado à indústria têxtil deste território, onde teve origem o afamado cobertor de papa. Mas também vestígios mais antigos como uma ponte medieval (entre Pêro Soares e Mizarela) que se acredita ter surgido sobre uma ponte já existente da época romana. Muito para descobrir e aprender num local onde podemos ver a Natureza em harmonia com a passagem humana pela paisagem.
Esta é uma obra de valorização do património natural da Guarda que pretende mostrar a importância deste rio para a região e para o país, destacando o valor cultural e paisagístico das aldeias de montanha que atravessa.

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Lousã no top 8 dos municípios com melhores índices de sustentabilidade

A Lousã foi distinguida como um dos municípios mais sustentáveis do país, com um índice superior a 80%, estando no “top 8” das autarquias com melhores índices de sustentabilidade municipal, de acordo com o galardão de Bandeira Verde ECOXXI

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O ECOXXI é um Programa implementado desde 2005 pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), que visa reconhecer as melhores práticas de sustentabilidade ao nível municipal, através da avaliação, por um conjunto de peritos, de 21 indicadores e 70 subindicadores nas áreas ambiental, social e económica.

A avaliação destes indicadores permite aferir a grande maioria das metas estabelecidas nos 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), incidindo no planeamento e gestão de recursos, bem como na protecção e salvaguarda do património cultural e natural, dando particular ênfase ao cumprimento do ODS de Cidades e Comunidades Sustentáveis e ao da Produção e Consumo Sustentáveis.

Para a edição deste ano foram apresentadas 59 candidaturas e o município da Lousã destacou-se pelas boas práticas, com um índice superior a 80% no conjunto dos indicadores em avaliação.

Depois de escrutinado por aquele grupo de peritos que integram a Comissão Nacional (envolvendo 34 entidades, entre as quais se contam a Agência Portuguesa do Ambiente, a Agência para a Energia, Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, entidades reguladoras e universidades), a Lousã ficou posicionada num grupo restrito de 10 municípios que obtiveram mais de 80%, e que inclui os municípios de Pombal, Santo Tirso, Torres Vedras, Águeda, Braga, Oeiras, Sintra, Leiria e Valongo.

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Câmara de Braga tem um orçamento de 165M€ para 2023

O Município de Braga vai gerir, no próximo ano, um orçamento na ordem dos 165 milhões de euros, que representa um aumento de cerca de 33 milhões de euros, relativamente ao ano anterior

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Os documentos fundamentais à gestão autárquica são apreciados esta Sexta-feira, dia 28 de Outubro, em reunião do Executivo Municipal. O orçamento para 2023, no valor de 165 milhões de euros, apresenta um aumento de cerca de 33 milhões de euros, relativamente a 2022. Um acréscimo que se deve, sobretudo, “à descentralização administrativa nas áreas da Saúde, Educação e Acção Social que irão receber mais 19 milhões de euros, assim como à comparticipação de Fundos Comunitários e do Plano de Recuperação e Resiliência, responsáveis por mais 10 milhões de euros adicionais”, explica o executivo camarário

“Comprometido com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2023 foram elaborados no cumprimento dos princípios orçamentais e contemplam os projectos, obras e iniciativas estratégicas e prioritárias para a concretização do projecto autárquico, tendo em conta o enquadramento macroeconómico nacional e internacional, a proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2023, as consequências da pandemia, da crise energética, da inflação e da guerra na Ucrânia”, sublinha nota da autarquia.

Neste sentido, o Orçamento do Município de Braga para 2023 é de 164.990.000 euros, as Grandes Opções do Plano ascendem a 111,9 milhões de euros, que compreende o Plano Plurianual de Investimentos (PPI) no montante de 47,1 milhões de euros, e as Actividades Mais Relevantes, no valor de 64,8 milhões de euros.

“A proposta de orçamento assume um conjunto de medidas que visam dar resposta aos desafios da sustentabilidade ambiental e materializam iniciativas de apoio social articuladas aos recursos disponíveis para ajudar as famílias a enfrentar crises de origem diversa”, refere Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga.
Estes instrumentos de gestão, “concretizam um conjunto de projectos e acções fundamentais para a prossecução do desenvolvimento do Concelho, de forma a afirmar Braga como Capital de Cultura, mas também a inovar e reforçar respostas sociais e educativas, a liderar nas políticas de sustentabilidade, a promover uma comunidade activa e saudável e a melhorar a rede de acessibilidades rodoviárias e a qualificar o espaço público”, considera Ricardo Rio.

Os projectos prioritários

Na agenda para 2023 consta projectos como o Festival Internacional Literário que está a ser desenhado para substituir a Feira do Livro, o lançamento da Musealização da Insula das Carvalheiras, bem como a conclusão da intervenção do Convento de São Francisco de Real. No próximo ano a câmara conta terminar a primeira parte da requalificação da escola Francisco Sanches e a sua transformação num Centro Cultural. Será ainda lançado o concurso para a construção do Media Arts Center, no antigo Cinema São Geraldo.

Ao nível dos apoios sociais o município pretende desenvolver em 2023 o programa municipal de Combate à Pobreza Energética. Dessa forma, o valor do RADA – programa de apoio de renda apoiada para famílias mais desfavorecidas irá duplicar em relação ao início do mandato (+ 200 mil euros em 2023, passando a totalizar 1,2 milhões de euros).
Ao nível do parque escolar, será reforçada a requalificação do parque escolar, para a qual está reservada uma verba de 7 milhões de euros. Com o executivo a prometer também “um maior investimento em parques infantis, no sentido de criar novas valências e substituir algumas antigas. Irá também ser terminada uma intervenção com vista à Regularização do Rio Torto/Variante Cávado, uma aspiração antiga desta parte do concelho, bem como a Requalificação das Margens da Ribeira de Castro, cerca de 1 milhão de euros.
No próximo ano irá avançar o programa faseado para a implementação da neutralidade energética nos edifícios municipais (incluindo escolas).

Em 2023, a Autarquia Bracarense irá prosseguir com a infra-estruturação do Concelho, com o término da requalificação do Pavilhão das Goladas, a requalificação da Piscina da Ponte ou com o início da construção do Pavilhão da Ginástica. Em 2023 será também realizado o projecto para a requalificação do Estádio 1º de Maio, e continuará a ser implementado o plano faseado de requalificação e certificação dos Parques Infantis.
Ao nível das intervenções estratégicas para o Concelho, destacam-se a requalificação do Túnel da Avenida, juntamente com a Avenida da Liberdade. O Município vai continuar a criar condições para uma mobilidade mais suave, com o lançamento de novas intervenções do “Eu Já Passo Aqui” e da criação de novas ciclovias, bem como dotar as ruas de melhores condições para os peões e pessoas com dificuldades motoras.

Não havendo nenhum imprevisto legal e ou administrativo, em 2023 a Câmara considera haver condições para avançar com a requalificação da antiga Fábrica da Confiança para uma Residência Universitária.

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Docapesca inicia obra de meio milhão de euros no Porto de Pesca de Aveiro

A obra de dragagem de fundos do Porto de Pesca de Aveiro vai permitir atingir as cotas de serviço estabelecidas, assegurando o reforço da segurança das embarcações, a capacidade de tráfego e o estacionamento de embarcações de maiores dimensões

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A Docapesca – Portos e Lotas, tutelada pelo ministério da Agricultura e Alimentação e pelo ministério das Finanças, iniciou a obra de dragagem de fundos do Porto de Pesca de Aveiro, que representa um investimento de cerca de 483 mil euros.

Esta intervenção vai permitir atingir as cotas de serviço estabelecidas, assegurando assim o reforço da segurança das embarcações, da capacidade de tráfego e o estacionamento de embarcações de maiores dimensões neste porto.

As operações vão decorrer entre a face norte da ponte-cais n.º 1 e o cais de abastecimento de combustíveis e junto ao cais de descarga da lota.

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“Queremos fazer da Decorhotel um evento nacional de relevância”

Depois de uma edição forte em 2021, a organização da feira espera “superar as expectativas” com a 5ª edição da DecorHotel. Um evento que irá “primar pela diferença e qualidade das empresas expositoras” e que espera vir a receber “mais de 15 mil visitantes profissionais”

Cidália Lopes

Ao CONSTRUIR, José Frazão, administrador da Exposalão, falou sobre a evolução do sector, as dificuldades, mas também a facilidade de adaptação e resiliência. Além das marcas e os empresários que trabalham neste sector, a Decorhotel procura que, também, os arquitectos estejam cada vez mais presentes, pela forma empenhada como têm contribuído para a “requalificação e renovação dos espaços, garantindo intemporalidade e adaptação às novas tendências”

Depois do interregno provocado pela Covid e a edição do ano passado ainda com constrangimentos, que feira podemos esperar este ano? E que novidades?
Acreditamos que este é um evento que está em constante evolução e resulta de um esforço muito grande por parte dos arquitectos, que têm ao longo dos últimos anos trabalhado de forma muito empenhada nos novos projectos, oferecendo-lhes novo valor, e também na requalificação e renovação dos espaços, garantindo intemporalidade e adaptação às novas tendências. Estes são os profissionais que queremos que estejam presentes na Decorhotel.
Privilegiamos as oportunidades de negócio e acreditamos que essa é a principal matriz da Decorhotel. Todos os aspectos que visam melhorar o evento são tidos em conta. Ouvimos aquilo que são as expectativas das empresas expositoras e dos profissionais e tentamos responder-lhes da melhor forma possível.
Estamos a preparar a nova edição da Decorhotel há vários meses e percebemos desde o início, que este ano tínhamos de elevar a fasquia e chegar mais longe. A última edição em Lisboa foi um verdadeiro sucesso e mantemos a confiança de que vamos superar as expectativas acumuladas. Os expositores elogiaram, os profissionais também. Estamos certos de que temos as empresas mais prestigiadas do sector connosco e aquelas que despertam particular interesse aos visitantes, que participam em fóruns desta dimensão.

Superar a marca dos 15 mil visitantes
Qual o número de expositores esperado e que área irá ocupar esta 5ª edição?

Contamos com grande adesão do sector e isso deixa-nos muito confiantes em relação aquilo que será o evento. Este ano, a Decorhotel conta cerca de 300 empresas expositoras e mais de 500 marcas. Esperamos superar a marca dos 15 mil visitantes profissionais e o preenchimento prévio das acreditações para os profissionais do sector dão-nos já garantia de que teremos uma forte de participação da hotelaria e do turismo.
Se falarmos no evento de uma forma mais abrangente, incluindo as feiras Expoalimenta e Expocarne, falamos de um espaço com cerca de 16 mil m2, 500 empresas e quase 1000 marcas. Dois espaços a funcionar durante todo o dia para receber todos os profissionais que fazem parte da indústria e querem ficar a par das novas propostas do mercado e aprender para melhorar os seus negócios.

Apesar da sua ‘tenra idade’ a Decor Hotel tem já o seu espaço firmado no sector, não só como uma das feiras mais importantes, mas também como uma “incubadora de tendências”. Neste sentido, e pelo perfil de expositores que a feira vai ter, quais as principais tendências que podemos antecipar?
Temos um evento que serve as necessidades do sector e ainda acrescenta valor. Acreditamos que a Decorhotel prima pela diferença e qualidade das empresas expositoras. Actualmente, o sector tem mais desafios para responder e por isso há uma necessidade de encontrar novas soluções e propostas para cada cliente. As empresas que vão estar na Decorhotel estão preparadas para responder a todos os desafios que lhes forem lançados. Isto traduz a facilidade de adaptação e resposta por parte das empresas.
Em Portugal são produzidos produtos de grande qualidade, desenhados pelos nossos arquitectos e decoradores, que concedem qualidade e design, e os nossos eventos têm ajudado a prová-lo. As características da produção portuguesa são reconhecidas em todo o Mundo pela sua excelência. Temos profissionais qualificados de muita competência na linha da frente das cadeias de produção e por isso conseguimos garantir que aquilo que é feito em termos de design no nosso País é de elevada qualidade em qualquer parte do Mundo.

Depois de ter sido um dos sectores mais afectados com a pandemia, o turismo recuperou os números de 2019. Na vossa opinião e apesar dos custos dos materiais e de energia é expectável que o sector cresça? De que forma é que questões como a energia e a sustentabilidade poderão impactar o sector?
O sector já está a sentir inevitavelmente estes desafios dos tempos actuais e na verdade somam-se aqueles que têm marcado os últimos dois/três anos. O que podemos concluir é que embora haja dificuldades, há uma enorme resiliência e vontade da indústria hoteleira e dos profissionais que nela trabalham com grande empenho em melhorar o serviço. Não há dúvidas que Portugal sabe receber. Fazemo-lo de forma única e para quem chega pela primeira vez ao País e é surpreendido com um serviço de elevada qualidade e que supera quaisquer expectativas anteriores.
Enquanto empresário hoteleiro, acredito que essa filosofia vai manter-se no presente e no futuro, embora as actuais dificuldades sejam uma realidade. O espírito é positivo e o ambiente de trabalho quer-se igual. Se trabalharmos todos com o mesmo objectivo, conseguiremos com certeza superar todas as dificuldades que apareçam.

No que diz respeito à Decorhotel podemos contar com uma próxima edição em 2023 e em Lisboa? O sistema rotativo Porto – Lisboa irá manter-se?
A Decorhotel regressa a Lisboa em Outubro de 2023. A última edição na capital correu muito bem e ficámos de imediato com a certeza de que era importante voltar para atingir novos resultados. Agora, estamos focados e empenhados na organização na edição de 2022, que acreditamos que será um grande sucesso. Estamos ao lado das empresas e os seus empresários, que também contribuem para esta dinâmica. Queremos fazer da Decorhotel um evento nacional de relevância por isso a sua localização pode acompanhar as necessidades do mercado, dos expositores e dos próprios profissionais que visitam a feira.

Sobre o autorCidália Lopes

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Horizonte Urbano Group investe 85M€ em hotel no Douro

O projecto envolve a criação de uma unidade hoteleira de 5 estrelas e de 90 villas individuais, além da aquisição e ampliação da Marina Angra do Douro. As obras de urbanização estarão concluídas no primeiro semestre de 2023 e a construção do hotel e das villas será desenvolvido durante num período de 36 meses

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A Horizonte Urbano Group, empresa portuguesa de construção, reabilitação e promoção imobiliária, vai investir 85 milhões de euros na edificação do empreendimento “Porto Douro Marina & Villas” e na compra da Nordzee Náutica, empresa que actualmente explora a Marina Angra do Douro.

Com uma área de 213 mil m2 e localizado no concelho de Gondomar, nas margens do rio Douro, a montante da barragem Crestuma-Lever, o projecto prevê a construção de um hotel de 5 estrelas com 120 quartos, salas de conferência, SPA e piscinas. Contempla ainda a edificação de 90 villas, com áreas de construção compreendidas entre 250 e 500 m2, caracterizadas por uma arquitectura contemporânea e acabamentos de luxo.

A gestão e exploração da Marina de Angra do Douro e o aumento da sua capacidade de ancoragem em 40% – de 300 para 500 embarcações – fazem parte integrante do plano, pelo que a Horizonte Urbano acaba de formalizar a aquisição da Nordzee Náutica, empresa gestora da Marina.

As obras de urbanização estarão concluídas no primeiro semestre de 2023 e a construção do hotel e das villas será desenvolvido durante num período de 36 meses.

A 15 minutos do Porto e com ligação directa às principais vias de comunicação de entrada e saída da cidade, o empreendimento constitui-se como um grande atractivo para as famílias. “O projecto surge como uma excelente solução para quem quer viver fora dos grandes centros urbanos, mas dentro de um perímetro razoável, que permita aceder de forma rápida à oferta de produtos, serviços e cultura. Acreditamos que cada vez mais as pessoas procuram um tipo de vida tranquilo, em maior contacto com a natureza e rodeadas por uma bela paisagem. E a nossa oferta é, sem dúvida, uma resposta para esta nova postura de vida”, refere Nuno Esteves, CEO da Horizonte Urbano.

Para além da criação de emprego qualificado e outros benefícios para a comunidade em que se insere, esta construção trará inevitavelmente uma valorização ao local e à região e um natural aumento do turismo, dada a proximidade à cidade do Porto e à sua localização estratégica na rota da região do Douro.

A integração de todo o projecto com o meio ambiente, a preservação das características naturais do lugar e das espécies nativas, a utilização de materiais sustentáveis, a colocação de painéis fotovoltaicos e de vidros com protecção solar, as coberturas ajardinadas e a criação de amplas áreas verdes utilizáveis, são alguns exemplos de uma construção sustentável e que obedece a um conjunto de práticas que caracterizam de forma transversal a postura da empresa em toda a actividade que desenvolve.

“Não há outra forma de estar hoje neste sector. A sustentabilidade, juntamente com a inovação, o profissionalismo e a dedicação, faz parte integrante do ADN da Horizonte Urbano e é um dos valores que mais preservamos”, sublinha Nuno Esteves.

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GRUPO PUMA e a SUSTENTABILIDADE

Soluções inovadoras que melhoraram o impacto ambiental

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A inovação sustentável há muito se tornou o vetor transversal da ação do Grupo Puma. A busca contínua por soluções inovadoras que permitam gerir e melhorar o impacto ambiental e social, e influenciar diretamente na melhoria dos espaços habitados e no bem estar das pessoas.

Nesse caminho, o Grupo Puma associou-se no final de 2021 ao Pacto Mundial Red Espanhola e durante o ano de 2022 publicou o seu Primeiro Relatório Sustentável. Este marco representa um importante foco estratégico, pois nos desafia anualmente a estabelecer metas mensuráveis ​​para melhorar em todas as áreas da empresa. Trata-se de mostrar de forma pública e transparente a importância que o meio ambiente e a sustentabilidade têm para o Grupo Puma desde há muito tempo. Ser pioneiro no setor na ISO 9001, no desenvolvimento de DAPS para os produtos e em políticas de consumo de energia 100% renovável é reflexo do que falamos. Fomos os primeiros do setor a apresentar as DAPS de todos os produtos que fazem parte do nosso portfólio em 2016. As DAPS são declarações ambientais feitas voluntariamente, onde é apresentado o perfil ambiental do produto. É um documento que descreve o produto, o seu ciclo de vida e dados quantitativos e verificados de diferentes parâmetros ambientais estabelecidos.

O compromisso com o Pacto Mundial é trabalhar os ODS e as metas que mais impactam o dia a dia da empresa. Medir e planificar melhorias ano após ano, como o projeto de redução da pegada de carbono da empresa, é a resposta que o Grupo Puma oferece a um setor imerso em importantes desafios e mudanças. Os resultados mais significativos podem ser lidos no Relatório de Sustentabilidade 2021 encontrado em www.grupopuma.com.

Outra área de pesquisa que afeta diretamente a melhoria ambiental do planeta é o desenvolvimento de produtos comprometidos com a economia circular.

Avanços em sistemas como o ETICS, focados na poupança de energia, que vão mais longe tanto em isolamentos mais sustentáveis ​​e circulares, como a cortiça ou a lã de rocha. E nos acabamentos, trabalhando produtos com rendimentos e desempenhos melhorados.

Sistemas para pavimentos que permitem não demolir e ainda reabilitar pavimentos antigos.

A linha Pegoland Profissional de assentamento e rejuntamento cerâmico com tecnologia Tecno-Adapt focada em facilitar o assentamento para profissionais e com melhorias como 0 emissão de pó para não contaminar o ambiente.

Produtos de reparação e impermeabilização que prolongam a vida útil dos edifícios, reparando e protegendo estruturas e armaduras.

Um desafio baseado na promoção da construção saudável para as pessoas e para o planeta.

 

Para mais informações sobre qualquer um dos nossos sistemas ou produtos, o GRUPO PUMA
dispõe da Oficina Técnica:
Email: [email protected]
Web: www.grupopuma.com

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