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Grupo Preceram apoia duas exposições sobre a evolução da Arquitetura e Design

Estão neste momento em Lisboa, no CCB e MNAC, duas exposições de Arquitetura, patrocinadas pelo Grupo Preceram, que vale a pena visitar.

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Diferentes na sua essência, têm em comum terem como base as soluções em placas de gesso Gyptec.

Arquitetura & Jogo é uma exposição a propósito de brincadeira e imaginação, de experiências construídas e narrativas mitológicas. Centra-se na ideia de «Criação de Mundos» e aproxima duas personagens: o arquiteto e a criança. A imaginação é a essência desta exposição, em que os lugares de recreio da infância e o dos arquitetos, artistas e designers se encontram.

At Play: Arquitetura & Jogo, pode ser visitada até dia 30 de janeiro, no Centro Cultural de Belém no espaço da Garagem Sul | Exposições de Arquitetura.

Mais informação em https://solucoesparaconstrucao.com/gyptec-apoia-exposicao-de-arquitectura-at-play-arquitetura-jogo/

No Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), Eileen Gray: E.1027 Arte Total vai estar disponível até dia 24 de abril.

A exposição apresenta o quarto, à escala real, da casa E.1027, um dos mais icónicos projetos modernistas, da autoria da arquiteta anglo-irlandesa Eileen Gray (1878-1976). A mostra reproduz todos os elementos que compõem o quarto principal da casa E.1027, para a qual a arquiteta concebeu, não só a arquitetura do espaço, mas também praticamente todos os objetos e peças de mobiliário, criando uma obra de arte total.

Saiba mais em https://solucoesparaconstrucao.com/exposicao-eileen-gray-e1027-lisboa/

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Autor: Grupo Preceram

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Empresas do setor apostam na construção industrializada ou “off-site”

A tecnologia na construção: uma parceria que chegou para ficar Os números impressionam e são os alicerces da questão. Se a população mundial continuar a crescer nas próximas décadas ao ritmo que está a crescer atualmente, estima-se que seja necessário construir mais 13 mil edifícios por dia até ao ano de 2050. Aquele que muitos… Continue reading Empresas do setor apostam na construção industrializada ou “off-site”

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A tecnologia na construção: uma parceria que chegou para ficar

Os números impressionam e são os alicerces da questão. Se a população mundial continuar a crescer nas próximas décadas ao ritmo que está a crescer atualmente, estima-se que seja necessário construir mais 13 mil edifícios por dia até ao ano de 2050.

Aquele que muitos projetam como o planeta “10 biliões de pessoas” representa uma oportunidade para a arquitetura, para a engenharia, mas também para a indústria da construção.

Para corresponder à dimensão deste desafio a construção tem de reinventar como indústria. A tecnologia é, necessariamente, umas das componentes fundamentais neste novo desígnio da indústria da construção.

Uma das questões que mais se tem levantado nos últimos anos no setor está relacionada com a falta de mão de obra especializada na construção. Para além disso, os preços elevados de matérias-primas – como o alumínio e o cobre – e os custos cada vez mais elevados da construção têm formado algumas nuvens escuras.

Problemas à vista? Já sabemos: a tecnologia ajuda.

Construção e tecnologia

Apesar da tecnologia ter estado sempre presente na construção, este setor é, ainda, um pouco conservador. Isso parece estar a mudar. De acordo com o Engenheiro Civil Bruno Carvalho de Matos em um artigo publicado na Visão – “Revolução Industrial na Construção: onde estamos e para onde vamos?” – a tecnologia tem-se apresentado ao serviço com vários contributos importantes nos últimos tempos: “robótica e automação, incluindo tecnologias como impressão 3D, laser scanner e drones, para o levantamento de informação ou implementação no local; big data, inteligência artificial e machine learning, permitindo realizar análises preditivas e tomar decisões mais informadas no âmbito da conceção, construção e operação, por meio de algoritmos inteligentes; internet of things (IoT), possibilitando, através de um conjunto de dispositivos/sensores conectados entre si, controlar remotamente e automatizar a gestão de operações, estaleiros, equipamentos, aprovisionamentos, estruturas, etc.”

Outra das tendências é a construção off-site. Isto é, a construção realizada fora do local onde o projeto será executado – também conhecida como construção industrializada.

De acordo com o Idealista, que cita declarações de Manuel Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) ao Jornal de Negócios, este método “tem inúmeras vantagens”, como “maior controlo dos recursos e materiais, menor desperdício, produção mais rápida, menos deslocação de recursos e construção mais sustentável”. O artigo refere dados interessantes sobre a redução de custos inerentes à construção off-site:

  • Redução de 30% em transportes;
  • Redução de 40% dos materiais;
  • Redução de 40% de tempo;
  • Redução de 80% em CO2.
  • Entre as vantagens da construção off-site estão, assim, a redução dos custos de produção e o consequente aumento da competitividade.

    Para além disso, a inovação associada a este método possibilita uma execução mais lesta, com mais qualidade e menos erros. Este novo paradigma traz diferentes responsabilidades, que podem ser resumidas em vários pontos:

  • Deve-se continuar a apostar em boas máquinas de construção dos principais fabricantes;
  • As empresas que fornecem componentes e sistemas de construção devem fornecer seu produto aplicado na obra, sendo responsabilizados pelo projeto, fabricação, montagem e manutenção;
  • Essa qualidade deve ser aferida pelo cumprimento de normas, durabilidade e manutenção;
  • O setor industrial deve ser mais colaborativo entre si. As empresas de arquitetura, engenharia e construção, devem adaptar as suas operações, processos e procedimentos à inovação tecnológica da indústria;
  • O ambiente legislativo e regulatório deve ser renovado a pensar nas vantagens construção off-site e agilizar-se perante a utilização de novas tecnologias na indústria da construção;
  • Do ponto de vista estatal, e de acordo com Bruno Carvalho de Matos na Visão “o governo deverá igualmente assumir um papel ativo, criando sistemas de incentivo, estabelecendo normas e regulação, e definindo ambientes colaborativos, para facilitar a implementação da IC na indústria. Isto pode incluir, por exemplo, o financiamento de empresas e centros de investigação; a definição de requisitos para a transformação digital nas organizações e no desenvolvimento de empreendimentos; e alterações legislativas no âmbito da consulta e contratação de projetos e obras”;
  • – É preciso capacitar todos os players da indústria: CEOs, arquitetos, engenheiros, administrativos, agentes imobiliários, etc. Para isso são necessários produtos pedagógicos com conteúdo atualizado nas áreas técnicas, de arquitetura e engenharia, para formar nova gente e reciclar os recursos humanos técnicos no setor da construção.
  • É caso para dizer que o futuro já está a ser construído – off-site. O desafio está lançado.

     

    *conteúdo exclusivo da responsabilidade da Unik Seo

     

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    Porquê utilizar TRADITERM – ETICS, sistemas de isolamento térmico pelo exterior, em obras de construção nova?

    TRADITERM – ETICS

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    As alterações regulamentares ocorridas a nível nacional nos últimos anos tal como as constantes necessidades de melhoria das condições de habitabilidade, segurança e impacto no meio ambiente, têm vindo a aumentar os requisitos de qualidade e desempenho das envolventes das fachadas dos nossos edifícios, especialmente a partir do ponto de vista do isolamento térmico, resolução de pontes térmicas, proteção contra humidade, isolamento acústico e resistência a incêndios.

    O SISTEMA TRADITERM – ETICS do Grupo Puma constitui uma solução das envolventes de fachada ideal para técnicos, promotores e clientes finais, pois facilita o cumprimento dos vários requisitos atuais na conceção destes revestimentos de edifícios, em especial:

    REH: Poupança Energética

    O combate às alterações climáticas pressupõe a redução do impacto ambiental da atividade humana, com o compromisso dos governos de limitar gradualmente o consumo energético dos edifícios e sendo um ponto fundamental o aumento contínuo das exigências em matéria de isolamento térmico nos nossos edifícios.

    As revisões contínuas sobre o tema, optam por reduzir os limites de transmissão térmica dos acabamentos de fachada em todas as zonas climáticas do país, traduzindo-se esta tendência na necessidade de aumentar progressivamente a espessura do isolamento térmico na envolvente da fachada.

    Os sistemas ETICS (External Thermal Insulation Composite System) são soluções construtivas ideais para atender aos requisitos do REH (Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Habitação), pois adaptam-se facilmente às espessuras de isolamento térmico exigidas e praticamente eliminam 100% das pontes térmicas da envolvente da fachada com elementos de construção, como pilares e bordos de laje.

    A combinação do ETICS com carpintaria, caixilharia e instalações térmicas adequadas permite obter edifícios com classificação energética A e B de uma forma relativamente simples.

    SCIE: Segurança em caso de incêndio

    Na revisão do documento sobre a propagação de incendio em fachadas, realizada em Junho de 2020 (portaria 135/2020), consta a classe de reação ao fogo exigida aos sistemas construtivos de fachadas, em que os materiais são classificados quanto à sua contribuição para o desenvolvimento e propagação de incêndios, e devido à evolução que vêm apresentando, inclui-se o sistema ETICS pois é um recurso cada vez mais comum.

    Para limitar o risco de propagação exterior do incêndio na fachada, a regulamentação não permite aos materiais a formação de gotas ou partículas inflamáveis ​​na envolvente durante um incêndio, aumentando significativamente a segurança dos edifícios. Para edifícios, no que respeita à altura, também se requer uma contribuição ao fogo muito limitada da envolvente da fachada, requisitos que os sistemas ETICS atendem nas suas respetivas homologações.

    Higiene e Saúde

    Os sistemas ETICS justificam facilmente o cumprimento dos requisitos de proteção contra a humidade, proporcionando um excelente grau de impermeabilidade e permitindo a sua aplicação em toda a geografia portuguesa. Possuem um revestimento externo de altíssima resistência à infiltração, adaptável aos movimentos do suporte e que garante aderência ao mesmo, proporcionando também alta permeabilidade ao vapor de água.

    Proteção contra o ruído

    Embora o papel principal no cumprimento dos valores mínimos exigidos para o isolamento acústico a sons aéreos de uma envolvente de fachada assente sobretudo na conceção base, resulta que os sistemas ETICS são especialmente interessantes para melhorar o isolamento acústico a sons aéreos da fachada, sobretudo o isolamento de lã mineral, devido às excelentes propriedades acústicas proporcionadas por este tipo de material.

    Por tudo isso e por características como: desempenho, durabilidade ao longo do tempo e custo-benefício, os sistemas TRADITERM – ETICS do Grupo Puma estão claramente em ascensão e constituem uma ferramenta ideal para atender a todos os requisitos, principalmente a nível térmico, sendo soluções construtivas cada vez mais comuns em edifícios para consumo energético quase nulo.

    Fonte: Grupo Puma

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    KeepOn continua a reforçar a presença no mercado B2B (Business to Business)

    A KeepOn, empresa de instalação e manutenção, continua a consolidar a sua presença no mercado nacional, junto de vários clientes de referência.

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    Um dos grandes objetivos para 2022 é continuar a marcar fortemente a sua presença no mercado B2B e mostrar o porquê de ser a escolha mais acertada no mercado empresarial de eficiência energética!

    Desde a instalação e manutenção de sistemas fotovoltaicos, passando pelos sistemas AVAC (Aquecimento Ventilação e Ar Condicionado) e Instalações Elétricas, sistemas solares térmicos, e ainda pela operação e manutenção de sistemas de tratamento de águas, diversidade e excelência são as palavras de ordem na KeepOn, empresa nascida no seio do grupo Sotecnisol, presente no mercado da construção há mais de 50 anos.

    Depois de ter concluído instalações para clientes de renome nacional, como é o caso da Guarda Nacional Republicana, da Polícia Judiciária e da Agriloja, e ter garantido vários contratos de manutenção para tantos outros, como o Instituto Português de  Oncologia de Lisboa de Francisco Gentil e Instituto de Oftalmologia Gama Pinto, o ano de 2022 apresenta-se como mais um ano de crescimento e de desafios.

    “Começámos o ano com algumas adjudicações importantes, como é o caso de obras na Ravasqueira, Proresi, SMAS de Almada, entre outras, e que espelham o bom trabalho que temos vindo a desenvolver nos últimos anos. Paralelamente, estamos a finalizar projetos do último trimestre de 2021, para clientes como a Galp Solar, Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Águas Públicas do Alentejo. É extremamente satisfatório começar o ano com este ‘push’ de confiança e poder continuar a contribuir para a eficácia dos serviços dos que se mantêm do nosso lado há anos”, afirma o gestor da empresa, Filipe Carneiro Pinto.

    KeepOn: 1 parceiro “chave-na-mão”

    Com uma equipa multidisciplinar e certificada em todas as áreas de negócio onde atua, a KeepOn, garante ao cliente um negócio integrado tipo ‘chave-na-mão’, desde o estudo e conceção, passando pela instalação e terminando na manutenção e assistência técnica. “Propomos sempre um serviço chave-na-mão, que permite ao cliente focar toda a sua atenção no seu negócio e libertar as suas equipas para outras tarefas. Assumimos uma responsabilidade acrescida, pois todo o processo depende de nós”, garante Filipe Carneiro Pinto.

    A importância da transição digital na manutenção

    Para Filipe Carneiro Pinto “a forte presença no mercado B2B, obrigou a KeepOn a enveredar pela transição digital na manutenção, investindo em sistemas de monitorização e alarmística e num software para reporte das intervenções”.

    E acrescenta: “Outro passo bastante importante, foi a sensibilização de todos colaboradores da empresa, para que utilizassem e tirassem o melhor partido dos investimentos feitos na digitalização. Os processos internos da empresa, tornaram-se mais automáticos e foi possível, cada um de nós, criar mais valor, desempenhando outras tarefas”.

    O responsável refere ainda que “esta transição digital foi preponderante para o negócio da empresa, pois foi necessário começar a ganhar competências digitais e também ao nível liderança. A KeepOn tornou-se mestre digital, por força das ‘exigências’ do mercado”.

    Perspetivas para o futuro

    Em termos futuros, a KeepOn pretende “crescer a um ritmo elevado nos próximos 4-5 anos, com uma taxa de crescimento anual média de 40% a 45% no seu volume de negócios, posicionando a sua oferta para setores de elevado potencial de crescimento e de valor acrescentado e mantendo o foco na digitalização, pois até agora tem-se revelado um fator crítico para o sucesso, em termos de organização e competitividade, para este mercado cada vez mais exigente”.

    Contactos:

    Tel: 800 91 80 80

    email: [email protected]

    Rua do Ferro – Fetais

    2681 – 502 Camarate

     

    Autor: KeepOn

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    Construir edifícios à prova de futuro

    Um desafio para esta geração que impactará as gerações vindouras. Não é isto sustentabilidade?

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    Todos temos consciência do edificado que temos em Portugal, das suas principais patologias e das queixas de quem lá vive, trabalha ou estuda: frio no inverno e demasiado calor no verão, paredes com fungos e dificuldade em climatizar os espaços.

    Expressões como “é com certeza uma casa fria portuguesa” ou “sinto mais frio em casa do que na rua”, percorrem os cabeçalhos da imprensa quando o frio aperta.

    Sabendo ainda que os portugueses não têm recursos suficientes para aquecer os seus edifícios, a tão falada “pobreza energética”, torna-se evidente que a aposta no isolamento é o caminho certo.

    A melhor energia é a que não se gasta e sabemos que nos edifícios grande parte da energia perde-se pelas paredes, pavimento e cobertura: a envolvente opaca.

    Por tudo isto, é de aplaudir o reforço do Fundo Ambiental ao Programa de Apoio Edifícios + Sustentáveis, tanto no aumento em mais 15 milhões de euros da dotação orçamental como no limite máximo do apoio ao isolamento de paredes em mais 50%.

    Desta forma materializa-se um apoio concreto que financia, a fundo perdido, a reabilitação energética da sua habitação. Por exemplo, reembolsam-lhe 7.500 euros se investir no isolamento das paredes e cobertura da sua casa, isto se utilizar um isolamento de base natural como a lã mineral Volcalis.

    Caso opte por um material dito convencional, derivado do petróleo, o apoio ainda é possível, mas é inferior.

    Claro que estamos a falar de edifícios de habitação própria e numa quase auto reabilitação, caso a caso e dependente da capacidade financeira do proprietário.

    Intervenções mais profundas e integradas, bem como a construção nova, exigem outro tipo de abordagem. Mas no essencial comungam dos mesmos princípios: edifícios mais confortáveis que consumam menos energia e tenham uma pegada ambiental menor.

    E, rumo a uma neutralidade carbónica, as empresas e os investidores estão preocupados com o perfil dos seus produtos e carteira de investimentos. 2050 aproxima-se e um edifício, em projeto hoje, nessa data estará em meia vida. Quais os materiais que incorpora?

    O consumidor também está atento e valoriza o sustentável. A utilização de materiais de base natural ou que incorporem materiais reciclados, como é o caso do isolamento térmico e acústico Volcalis e das placas de gesso Gyptec, contribuem para a construção de edifícios à prova de futuro.

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    Fonte: Grupo Preceram

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    Volcalis já está no APCMC Datacheck

    A Volcalis é a primeira empresa a integrar a plataforma digital da APCMC

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    A partir de agora os clientes Volcalis podem aceder a toda a informação da gama de produtos, inclusive preços e respetivas atualizações, através do serviço APCMC Datacheck.

    Para o tal, deverão preencher o formulário de adesão ao serviço (aqui). Os serviços da Associação dos Materiais de Construção (APCMC) criarão o perfil de distribuidor na plataforma APCMC Datacheck e enviar-lhes-ão um email para definir a respetiva password de acesso e concluir o registo.

    Terminado este processo, poderão os distribuidores aceder à plataforma https://apcmc.itek.de/ e através dela solicitar à Volcalis o acesso à informação, que, depois de concedido, lhes permitirá efetuar a sua descarga, sendo notificados de todas as alterações posteriores.

    Este registo é único e a partir dele os distribuidores poderão solicitar acesso à informação de todos os fornecedores/marcas que venham posteriormente a aderir.

    Adira aqui

    O que é o APCMC Datachek?

     Esta plataforma de gestão é o garante da qualidade da informação sobre os produtos, a qual será diretamente carregada e atualizada pelos fornecedores, num formato e com estrutura standard a nível europeu. A partir daí os comerciantes, clientes desses fornecedores, poderão fazer de forma simples o download de toda a informação sobre os produtos, incluindo preços, imagens e fichas técnicas, etc., bem como as respetivas atualizações, numa vulgar folha de Excel.

    Quem vai usar?

    Todos os associados, distribuidores e fornecedores da fileira da construção.

    A APCMC disponibiliza a estrutura de dados em Excel e o respetivo Guia para que possam começar a adaptar os respetivos sistemas internos de informação para tirar partido deste novo serviço.

    Saiba mais em: https://www.apcmc.pt/datacheck/

    Autor: Grupo Preceram

     

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    LAMPOCEM

    LAMPOCEM é um ligante pré-misturado em pó composto por cimentos de elevada resistência e aditivos especiais realizado segundo uma fórmula desenvolvida nos laboratórios de investigação Mapei.

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    LAMPOCEM, misturado com água dá origem a uma argamassa de consistência plástico-tixotrópica, fácil de aplicar, tanto na vertical como na horizontal, sem necessidade de cofragem.

    VANTAGENS DO PRODUTO

    Consistência plástico-tixotrópica e, portanto, aplicável na horizontal e na vertical sem escorrer e sem necessidade de cofragem.

    Tempo de presa muito rápido (cerca de 3 min. a +20 ºC).

    Elevadas resistências mecânicas após poucas horas.

    Baixa retração e, portanto, não fissura.

    Nenhum decréscimo de desempenho ao longo tempo.

    Adequado para fixações rápidas de:

  • Tampas de caixas de visita em estradas.
  • Grampos, tubagens, louças sanitárias e dobradiças.
  • Aduelas de madeira e metal.
  • Caixas e calhas elétricas.
  • Buchas de madeira.
  • Selagens de condutas em cimento, esgotos, cisternas, etc.
  • Bloqueio de pequenas infiltrações de água em estruturas enterradas, caves e caixas de elevadores.
  • Mais informações aqui

    Fonte: MAPEI

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    Mapei na IX Semana da Reabilitação Urbana do Porto

    Para a Mapei a reabilitação nunca foi um spot publicitário. Está no nosso ADN e é um compromisso e uma aposta em todos os países em que estamos presentes.

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    É por isso que, no regresso ao formato presencial, a Mapei marca presença na 9ª edição da Semana da Reabilitação Urbana do Porto, que se realiza entre 23 e 25 de novembro no Centro de Congressos da Alfândega do Porto.

    A Semana da Reabilitação Urbana é uma iniciativa da Vida Imobiliária, propõe o debates sobre os temas estruturantes da reabilitação e regeneração urbana, neste caso, com um olhar especial sobre a realidade da cidade do Porto, a Semana da Reabilitação Urbana do Porto.

    Entre os grandes temas da edição de 2021 da Semana da Reabilitação Urbana do Porto destacam-se a habitação multifamiliar para arrendamento ou “built to rent”, a habitação acessível e o senior living. Bem como a dinâmica do mercado de escritórios da cidade e o potencial dos grandes projetos mobilizadores da cidade, tais como o Terminal Intermodal de Campanhã ou o Matadouro, projetos-âncora que estão já hoje a alavancar a transformação da zona oriental da cidade.

    No palco da Semana da Reabilitação Urbana do Porto estarão também de forma muito premente os temas da sustentabilidade, com foco no ‘Impacto da mobilidade verde e o desafio dos edifícios NZEB’, uma sessão organizada com o apoio da Ordem dos Engenheiros Técnicos (OET), e ‘Os apoios públicos à descarbonização, desafios e oportunidades para o setor da energia/edifícios’, uma sessão organizada com o apoio da Adene – Agência para a Energia.

    A tecnologia, desde logo o potencial do BIM, bem como os desafios da industrialização e dos custos na construção, encontram na Semana da Reabilitação Urbana os especialistas e o público certos para traçar as perspetivas sobre futuro do setor.

    O evento é de acesso livre, e dirige-se quer a profissionais quer a particulares. Para marcar presença na Semana da Reabilitação Urbana basta fazer AQUI a sua inscrição gratuita e selecionar as conferências a que pretende assistir. Saima mais AQUI sobre a Semana da Reabilitação urbana do Porto.

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