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Jungheinrich entre as empresas “Top 1%” com certificação Platinum EcoVadis

A EcoVadis apontou as “intensas medidas de sustentabilidade do Grupo, principalmente nas categorias de meio ambiente, trabalho e direitos humanos e compras sustentáveis”, para a obtenção da certificação

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Jungheinrich entre as empresas “Top 1%” com certificação Platinum EcoVadis

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A especialista em soluções de intralogística Jungheinrich recebeu a Certificação Platinum, o mais alto certificado de sustentabilidade atribuído pela agência de classificação EcoVadis.

Sobre a atribuição deste certificado, Lars Brzoska, presidente do Conselho de Administração da Jungheinrich AG, considera que “isto significa, na prática, que combinamos a responsabilidade social e ecológica com o crescimento financeiro. Esta autoimagem leva-nos a moldar a intralogística e o armazém do futuro. O certificado de Platina EcoVadis é a confirmação do trabalho desenvolvido ao nível da responsabilidade corporativa e, claro, uma obrigação para continuarmos este caminho no futuro.”

A EcoVadis apontou as “intensas medidas de sustentabilidade do Grupo, principalmente nas categorias de meio ambiente, trabalho e direitos humanos e compras sustentáveis”, como a razão para a certificação de Platina da Jungheinrich. Por exemplo, “a Jungheinrich comprometeu-se há anos com o seu próprio código de trabalho e de direitos humanos em todas as suas unidades de vendas em 40 países”.

A Jungheinrich está claramente comprometida com a meta climática de 1,5 graus de Paris e anunciou a sua intenção de alcançar a neutralidade climática enquanto Grupo. Neste contexto, aderiu também à reconhecida iniciativa Science Based Targets.

De salientar que o Grupo já utiliza exclusivamente electricidade verde em todas as suas instalações alemãs e tem vindo a equipar várias unidades com sistemas fotovoltaicos para gerar sua própria energia solar.

Trata-se do terceiro prémio consecutivo da EcoVadis, após a atribuição dos certificados de ouro em 2019 e 2020.

Especialista mundial em avaliação de responsabilidade corporativa, a EcoVadis concede o status de platina apenas a 1% das empresas certificadas. No total, foram analisadas mais de 85.000 empresas.

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LIDL vai investir na modernização e abertura de novas lojas

A cadeia de retalho vai investir 200 milhões de euros até ao final do ano em Portugal. Deste 125 milhões de euros destinam-se à intervenção no parque de lojas

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Desde 2017, o investimento do Lidl em Portugal já contabilizou 1000 milhões de euros. A cadeia de retalho veio agora sublinhar o compromisso com o país e anuncia o investimento de 200 milhões de euros, a realizar até ao final do ano. A maior parte da verba, 125 milhões de euros, terá como destino “intervenção no parque de lojas (remodelações, modernizações e novas aberturas)”, sublinha a cadeia. “O Lidl contribuirá igualmente, de forma activa, para reabilitar as zonas envolventes, facilitando vida e apoiando as comunidades locais onde está inserido”, acrescenta em comunicado.

O investimento no país tem vindo a intensificar-se ao longo dos anos e, desde 2017, soma cerca de 1000 milhões de euros – em 2018, foi inclusive responsável por 1% do PIB nacional, segundo um estudo de impacto económico realizado pela consultora independente KPMG. Para além da contínua modernização e abertura de lojas, o Lidl inaugurou, em 2020, um novo entreposto em Santo Tirso, semi-robotizado, que levou ao desenvolvimento de uma nova zona industrial no Norte país e à criação de 200 novos postos de trabalho, estando também a construir um novo entreposto em Loures, para reforçar a capacidade de abastecimento e armazenamento das suas lojas da região centro.

Em Portugal há 27 anos, o Lidl tem actualmente uma rede de mais de 269 lojas, de Norte a Sul do país, e quatro entrepostos (Santo Tirso, Palmela, Sintra e Torres Novas), sendo que até ao final de 2022 a cadeia prevê intervir em cerca de 25 lojas, das quais 6 serão totalmente novas.

Actualmente com mais de 8200 colaboradores, e uma aposta numa oferta de emprego estável e de qualidade, as exportações de produtos portugueses que facilita para 29 dos 32 países onde está presente, representam 2% das exportações nacionais de produtos alimentares para países da União Europeia.

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Jorge Mira Amaral reeleito Presidente da ANIET

Apostar na indústria e manter o forte impacto económico na balança comercial é o objectivo para o próximo triénio

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Apostar na indústria e manter o forte impacto económico na balança comercial é o objectivo para o próximo triénio do presidente da Associação Nacional da Indústria Extrativa e Transformadora (ANIET). A reeleição decorreu em Assembleia Geral, onde ficaram definidos também o plano de actividades e os restantes órgãos sociais.

Jorge Mira Amaral foi reconduzido, por unanimidade, a novo mandato na presidência da ANIET. A Assembleia Geral aprovou o plano de actividades para os próximos três anos com foco na resposta às necessidades das empresas associadas.

“O nosso objectivo é continuar a servir os nossos associados, com dedicação e muita acção de proximidade, e aumentar o crescimento, cada vez mais sustentável, das exportações das rochas ornamentais, minerais industriais, metálicos e não metálicos. Somos um país rico em quantidade e em diversidade destes recursos e acreditamos que este sector tem de ser mais divulgado, compreendido e valorizado. Sem indústria extractiva não há presente, nem haverá futuro”, referiu Jorge Mira Amaral.

Tendo em conta obstáculos como o elevado custo de extracção e transformação, comparativamente com outros países concorrentes, a dificuldade em investir em inovação e emprego qualificado, a ANIET pretende “apoiar a internacionalização e exportação, desenvolver uma campanha de comunicação e imagem sobre a importância do sector e tornar possível, a todas as empresas, a sua integração numa economia circular”, acrescentou.

O plano de actividades definido em Assembleia Geral reflecte a preocupação da consolidação da actividade e da dinamização do sector.

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APCMC quer acelerar a digitalização na indústria dos materiais de construção

Parte central do projecto Speed up: Materiais de Construções a nova plataforma da APCMC já arrancou. A Datacheck vai colocar a indústria dos materiais de construção e as empresas distribuidoras a comunicar com base nos mesmos standards, acelerando a digitalização da indústria dos materiais de construção

Designado “Speed Up: Materiais de Construção 4.0” o projecto da Associação Portuguesa dos Materiais de Construção tem como principal objectivo “acelerar a transição dos materiais de construção para uma nova realidade de adopção tecnológica e digital nos processos de negócio das pequenas e médias empresas. Estas são condições essenciais ao desenvolvimento de uma abordagem integral e integrada na fileira da construção nacional. A criação de uma plataforma nacional de produtos para a construção – a datacheck – é o elemento central deste projecto. A plataforma está pronta agora é preciso a adesão da indústria como afirma José Matos, secretário-geral da Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção.

O que é a APCMC Datacheck?
É uma plataforma de gestão que será o garante da qualidade da informação sobre os produtos, a qual será directamente carregada e actualizada pelos fornecedores, num formato e com estrutura standard a nível europeu. A partir daí os comerciantes e distribuidores poderão, de forma simples fazer o download de toda a informação sobre os produtos, incluindo preços, imagens, fichas técnicas, etc, etc..

Qual o ponto de situação da implementação da Datacheck?
Este é um projecto que está a ser desenvolvido há cerca de 2 anos. Registou algum atraso devido à pandemia, mas não do ponto de vista do desenvolvimento tecnológico e deverá estar totalmente operacional até ao final do ano. É parte integrante de um projecto mais amplo o “Speed Up: Materiais de Construção 4.0”, que compreende várias componentes e acções no sentido de informação sobre processos e de capacitação das empresas de forma que estas possam tirar maior partido da digitalização nos seus processos internos, sejam eles logísticos, marketing, entre outros.

Qual é a referência base deste projecto?
O elemento mais importante do ponto de vista instrumental e prático é a criação de uma plataforma nacional, um percurso idêntico ao que o resto da Europa, em especial Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália ou Áustria tem vindo a fazer ao longo dos anos. Seguindo um movimento voluntário, quer das várias associações do sector dos distribuidores quer também da associação europeia de fabricantes que está neste momento em processo formal de criação de um guia europeu que permita standardizar e harmonizar todas estas plataformas nacionais. Este é um trabalho que tem sido feito nos últimos anos e neste momento está a ser criado o standard europeu destas plataformas para que haja uma interoperabilidade entre elas e para que os fabricantes e comerciantes europeus possam receber os dados nos mesmos formatos e não estar cada país a usar formatos diferentes e estruturas de dados diferentes.

Mas há uma obrigatoriedade do ponto de vista legal ou é uma mobilização da indústria/distribuidores?
É um processo voluntário não é obrigatória, mas que está a ser ajustado face às novas regras que estão a ser propostas nesta revisão de regulamento dos produtos de o qual prevê a criação de uma base de dados europeia sobre os produtos de construção, o que por sua vez está ligado à criação de um passaporte europeu de produtos de construção… mas todo este trabalho está a ser feito com base no que já existe na indústria. Não é algo absolutamente novo. Está-se a aproveitar algo que na Europa já é comum que são estas estruturas de dados que estão a ser comunicados dentro do sector por processos deste género e era muito importante que Portugal acertasse o passo com o resto da europa porque vêm aí as obrigações regulamentares.

Em que fase do processo é que estamos?
A plataforma está a funcionar. Obviamente que há ajustamentos que estamos a fazer de funcionalidade e de adaptação do funcionamento que se mostrem necessário que vão surgindo durante a sua utilização, mas neste momento já está a funcional. Temos entre 50 a 60 distribuidores registados na plataforma nacionais e 35 fabricantes registados, embora nem todos eles tenham ainda disponibilizado todos os dados. Este está a ser um processo lento porque apesar da informação existir nas empresas estas, em especial as de média e pequena dimensão, não têm recursos humanos suficientes para tratar os dados que têm em diferentes plataformas e em diferentes formatos ou em departamentos diferentes. A Datacheck tem cerca de 150 campos de informação que podem ser actualizadas permanentemente. Mas estamos a trabalhar com as empresas no sentido de as ajudar a fazer essa adaptação e acelerar esse trabalho.

Com quantas empresas estão a trabalhar?
Estamos a trabalhar com trinta e tal empresas nacionais e internacionais. Aliás, para estas últimas este é um processo mais fácil porque estão habituados a trabalhar desta forma nos mercados europeus e entendem a necessidade de harmonização.

Mas do ponto de vista nacional esta já é uma indústria exportadora…
E por isso também é importante para a indústria nacional, que esta a ter as solicitações noutros mercados e precisa de enviar os seus dados para data pools diferentes em formatos diferentes e, portanto, digamos que se fizer o processo a nível nacional fica com uma estrutura de dados europeia, o que lhe facilita o envio da informação para os seus clientes internacionais. Além disso, este trabalho de harmonização inclui a harmonização com o sistema de classificação de produtos internacional, o eTime.

O que está interligado com recolha de informação que é pedida pela Datacheck.
Exactamente. Tudo isso está integrado na plataforma se for indicado o sistema de classificação e a classe do produto automaticamente são indicadas as características técnicas do produto na própria plataforma. Se o fabricante não utilizar um sistema de classificação vai ter que identificar as características técnicas do produto na plataforma, o que também é possível.
É preciso não esquecer que a jusante desta indústria, estão os projectistas, arquitectos, construtores para quem esta informação e estes dados são importantes e que podem passar a ter acesso a informação estandardizada e que pode ser usada por outras ferramentas e software designadamente o BIM. Um dos elementos que pode acompanhar a informação produto é o objecto BIM que passa a estar disponível logo no artigo.

Quantas empresas já completaram o processo?
Como lhe disse temos registados entre 35 a 40 empresas, mas disponíveis a ser utilizados estão cinco, as restantes estão em diferentes fases do processo e algumas estão quase em fase de arranque outras têm o seu processo interno mais atrasado. Até ao final do contamos ter em funcionamento estas 35 a 40 empresas.

Face ao universo das empresas do sector este número representa quanto?
Em termas de empresas não representará mais de 20% das empresas fabricantes, mas representará em termos de volume de negócios se calhar 80%.

Para as empresas mais pequenas tem sido fácil explicar a importância e fazê-las aderir ao projecto?
É mais complicado porque as empresas têm poucos recursos humanos e estão mais limitadas, mas a aceitação e a adesão das empresas têm sido enormes, demora é tempo a concretizar-se.

Num mundo que já é globalizado só agora a indústria dos materiais de construção está a despertar para esta necessidade de harmonização?
O sector da construção está atrasado. Todos nós gostávamos de estar como o sector automóvel. Isto é um trabalho de fundo que na Europa se está a fazer há 30 anos e nós estamos a começar agora. Claro que aproveitamos tudo o que a Europa já produziu e todo o seu processo de aprendizagem. Hoje é mais fácil porque temos as ferramentas, a experiência, temos as empresas internacionais a trabalhar nos mesmos moldes e temos standards europeus que antes não existiam.
A implementação torna-se mais rápida, mas, ainda assim, é um trabalho que irá demorar meses, devemos atingir um patamar mínimo no final deste ano e depois esperamos que em dois a três anos se complete.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Corticeira Amorim: vendas crescem em todas as Unidades de Negócio

Apesar de alguns sinais de abrandamento no segundo trimestre, Corticeira Amorim regista crescimento em todas as Unidades de Negócio, não obstante o impacto das pressões inflacionistas, particularmente na energia, matérias-primas e transporte

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As vendas da Corticeira Amorim atingiram 546 milhões de euros no primeiro semestre de 2022, um crescimento de 25,9% face ao período homólogo do ano anterior. A consolidação, desde 1 de Janeiro, da actividade das empresas do Grupo SACI (SACI) contribuiu significativamente para as vendas consolidadas da Corticeira Amorim – excluindo este efeito, o crescimento das vendas teria sido de 12,7%.

Segundo o grupo, apesar de alguns sinais de abrandamento no segundo trimestre, todas as Unidades de Negócio (UN) registaram um crescimento das vendas. “Esta evolução reflecte a melhoria do mix de produto, a subida de preços e o crescimento de volumes. A evolução cambial teve também um impacto positivo nas vendas – excluindo este efeito, as vendas teriam subido 24,2% (+11,0% excluindo as alterações do perímetro de consolidação)”.

O EBITDA consolidado subiu para 98 M€ nos primeiros seis meses do ano, o que compara com 77 M€ no período homólogo. Excluindo o contributo da SACI, o crescimento do EBITDA foi de 13,2%, em linha com a evolução das vendas no período. “Ainda que as pressões inflacionistas, particularmente na energia, matérias-primas e transportes, tenham continuado a penalizar os resultados, os maiores níveis de actividade e a melhoria do mix de produto foram decisivos na protecção da rentabilidade. O rácio EBITDA/Vendas subiu para 18,0% (1S2021: 17,8%)”, refere o comunicado de imprensa.

Após resultados atribuíveis aos interesses que não controlam, o resultado líquido atingiu 48 M€ no final do primeiro semestre, uma subida de 20,6% face ao mesmo período de 2021. Excluindo as alterações no perímetro de consolidação, o resultado líquido cresceu 14,1%. No final de Junho, a dívida remunerada líquida ascendia a 71 M€ (12M21: 48 M€). O primeiro pagamento relativo à aquisição da participação de 50% na SACI (25 M€), a aquisição dos restantes 50% da Cold River’s Homestead (15 M€), o acréscimo das necessidades de fundo de maneio (41 M€), o aumento do investimento em activo fixo (34 M€) e o pagamento de dividendos(27 M€) contribuíram para o crescimento da dívida remunerada líquida face ao final do ano de 2021.

Desempenho por Unidade de Negócio
As vendas da UN Rolhas totalizaram 402 M€, um crescimento de 29,0% face ao primeiro semestre de 2021 (+10,7% excluindo alterações perímetro de consolidação).

A UN Revestimentos registou vendas de 77 M€ (+21,7% face ao período homólogo). Verificou-se um crescimento bastante equilibrado entre as vendas de produtos de trade e de produtos fabricados, destacando-se entre estes, a evolução das vendas dos produtos da linha Amorim WISE e dos produtos lançados recentemente. O EBITDA ascendeu a 2 M€ e o rácio EBITDA/Vendas cifrou-se em 2,8%, penalizado pelo agravamento dos custos, nomeadamente de energia e de matérias-primas não cortiça.

As vendas da UN Aglomerados Compósitos ascenderam a 62 M€ (+7,1% face ao período homólogo), apresentando um crescimento na grande maioria dos mercados onde opera. Sendo os EUA o mercado com o maior peso nesta UN, as vendas beneficiaram da valorização do dólar – excluindo esse efeito, as vendas subiram 4,3%. Os segmentos, Aerospace, Multi-purposes Seals & Gaskets e Mobility continuam a apresentar melhor desempenho, suportando uma melhoria significativa do mix de produto. As joint-ventures Amorim Sports, Corkeen e, a mais recente, Korko, mantiveram um grande dinamismo, permanecendo um importante motor de crescimento. O EBITDA da UN Aglomerados Compósitos subiu para 10 M€ e o rácio EBITDA/Vendas para 15,8% (1S2021: 9,0%).

A UN Isolamentos reverteu a contracção das vendas verificada nos primeiros três meses do ano, terminando o semestre com um crescimento de 10,6%. Os maiores custos operacionais (nomeadamente decorrentes do aumento do preço de energia) e o aumento do preço de consumo de cortiça penalizaram os resultados operacionais. O EBITDA totalizou 1 M€ e o rácio EBITDA/Vendas cifrou-se em 13,6% (1S2021: 19,2%).

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Gree apresenta Soyal, a nova série de Monosplits domésticos

Conectividade, silêncio, conforto, poupança e fácil manutenção, graças à protecção Blue Fin, um revestimento contra a corrosão que aumenta a vida útil do equipamento, são alguns dos atributos da nova gama Soyal

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A nova série de Monosplits Soyal da Gree já se encontra disponivel. A nova gama doméstica combina “elevadas prestações, eficiência energética e um design de vanguarda”.

Disponível em três potências – 2.700W em frio e 3.600W em calor, 3.530W em frio e 4.200W em calor e 5.300W em frio e 5.600W em calor – a série Soyal conta com “a última tecnologia orientada para o conforto do utilizador e oferece uma excelente eficiência energética com um design inovador e artístico”. Com apenas 280 mm de altura, permite, ainda, que possa ser ajustado a todo tipo de espaços. A série, oferece ainda um ampla utilização garantindo o seu funcionamento em condições climáticas extremas, de -15 a +52 °C em frio e de -25 a +24 °C em calor.

Com uma turbina de 120 mm, o Soyal alcança um nível sonoro ultra-baixo de 18 dB, facilitando uma temperatura agradável num ambiente silencioso. Conta também com controle via Wifi. Assim, os utilizadores podem configurar a função Smart Swing, ou modo Pausa, o nível sonoro do equipamento ou estabelecer as preferências, entre outras funcionalidades, através da Internet e um dispositivo móvel descarregando a App Gree+. A nova série de Monosplits da Gree é compatível com os principais assistentes de voz do mercado, Google Home e Alexa.

O Soyal também maximiza o conforto dos ocupantes graças a funções como a Difusão de Ar 3D, que optimiza a saída do ar da unidade interior através do swing vertical e horizontal; I Feel, para um controle de temperatura mais preciso através da sonda integrada no comando; Turbo Cooling, que consegue um maior caudal de ar para atingir mais rápido a temperatura seleccionada, ou Pré-aquecimento, que evita que o ar saia frio antes de ter alcançado a temperatura desejada aquecendo previamente o permutador de calor. O Soyal conta ainda com o modo Automático, modo Silencioso personalizável e um ventilador multivelocidade que permite ajustar diferentes níveis de velocidade conforme as necessidades do utilizador.

De classe energética A+++ em calor e A++ em frio, com um SEER de 9,4 e SCOP de 6,3, a série de Monosplits domésticos Soyal oferece uma eficiência excelente graças ao gás refrigerante ecológico R32; à tecnologia Inverter DC e ao seu design robusto, que assegura um rendimento eficiente em longos períodos de funcionamento. As unidades do Soyal ajustam a frequência e a potência do ventilador de forma automática e entram em modo Poupança de Energia uma vez alcançado o nível de conforto adequado.

A série Soyal da Gree também conta com um sensor infravermelho de presença, o que facilita ainda mais a poupança permitindo desligar automaticamente o equipamento quando não está ninguém no espaço, ao mesmo tempo que otimiza o conforto tornando possível a configuração do direcionamento de ar e modo ligar ou desligar.

A série de Monosplits Soyal é, também, muito mais fácil de manter graças à protecção Blue Fin, um revestimento contra a corrosão que aumenta a vida útil do equipamento em ambientes salinos; o descongelar inteligente, que também, reduz em 75% a perda de potência de calor; a função Auto Clean, que ativa um caudal de ar cruzado depois de desligar o equipamento para eliminar a condensação, mantendo-o limpo e em ótimas condições, ou o modo Fora de Casa, que impede que a temperatura ambiente baixe dos 8°C para proteger o edifício e as canalizações existentes no local com ausências prolongadas.

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Schneider Electric lança SpaceLogic Insight-Sensor

A empresa apresenta o SpaceLogi Insight-Sensor, o sensor de sala que disponibiliza informação em tempo real sobre a ocupação, iluminação, ruído, temperatura e humidade, para criar ambientes personalizados que equilibram o conforto e a eficiência energética

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O SpaceLogic Insight-Sensor é um sensor de tecto moderno, com um design cuidado, que obtém informação em tempo real sobre a contagem de pessoas, o ruído e as condições ambientais de uma divisão. Transforma as salas em espaços dinâmicos, saudáveis e produtivos, optimizando a qualidade do ar interior e a ventilação.

Ao contrário de outras soluções, o Insight-Sensor não utiliza câmaras nem microfones, preservando a privacidade dos ocupantes, e recorre a uma tecnologia de contagem de pessoas em tempo real. Isto permite activar a ventilação de acordo com a necessidade, com base na densidade dos ocupantes, economizando energia e custos. Assim, antes que as condições das salas se tornem desconfortáveis, os sistemas AVAC respondem de forma dinâmica às alterações na ocupação, optimizando as condições das salas de forma mais rápida e precisa.

Para além disso, o Insight-Sensor ajuda a que não se desperdice energia quando as salas estão desocupadas, e recolhe informação essencial para criar edifícios mais sustentáveis e sem emissões de carbono, para que os sistemas AVAC se utilizem apenas onde e quando é necessário.

“O SpaceLogic Insight-Sensor aporta valor aos proprietários, aos gestores e aos fornecedores dos edifícios. Promove a eficiência ao optimizar a utilização da energia, cria ambientes centrados nas pessoas que são confortáveis, produtivos e saudáveis, e ajuda a alcançar os objectivos de sustentabilidade dos edifícios e de bem-estar dos ocupantes. Para além de tudo isto, contribui ainda para a resiliência dos edifícios, com uma arquitectura preparada para o futuro que pode ser facilmente reconfigurada à medida que a utilização dos espaços muda,” afirmou Oscar Fernandez, digital buildings sales & marketing manager da Schneider Electric Iberia.

Devido às suas múltiplas características os sensores SpaceLogic Insight-Sensor ajudam a criar edifícios mais sustentáveis, flexíveis e preparados para o futuro, aumentando a satisfação dos ocupantes, reduzindo os custos de energia e melhorando a eficiência operacional. Também reforçam o valor dos edifícios, ao ajudá-los a atingir os níveis de energia e de bem-estar necessários para receberem as certificações LEED e BREEAM, entre outras.
Estes dispositivos fazem parte do EcoStruxure Connected Room Solutions, uma solução flexível e modular de espaços conectados, que moderniza a infraestrutura do edifício com uma rede estrutural IP. Integra os sistemas do edifício, como iluminação, estores, climatização e, agora, também a qualidade ambiental e do ar interior, simplificando a reconfiguração do espaço com base em dados reais.

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Hotel boutique no Reino Unido incorpora soluções Vicaima

The Heyford Hotel incorpora soluções Portaro nos seus corredores e quartos e Naturdor Stained para os revestimentos

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Foi recentemente inaugurado em Oxfordshire, no sudeste do Reino Unido, o The Heyford Hotel, um hotel boutique com 18 quartos. Desenhado para promover “um saudável equilíbrio entre a zona rural em que se encontra inserido e o lazer e diversão do seu interior”, o projecto incorpora diversos produtos da Vicaima nos seus corredores e quartos.

O “requinte” dita a tónica dos quartos do The Heyford Hotel, que proporciona aos visitantes uma “experiência relaxante e diferenciadora”, numa pitoresca localização a cerca de 30 minutos da cidade de Oxford. Situado no coração de uma antiga base aérea militar e com um nítido vínculo à herança histórica americana, o hotel inclui uma pista de bowling e um bar temático.

Esta já não foi a primeira vez que a Dorchester Living, responsável por este projecto, recorreu aos produtos da Vicaima e, desta vez, foram as soluções Portaro as escolhidas para as portas de entrada dos quartos e dos corredores. Constituídas por porta, aro e acessórios numa peça única, estas “reflectem a harmonia entre a decoração contemporânea e o respeito pelo património histórico que caracteriza todo o espaço”.

No que concerne ao revestimento, o The Heyford Hotel encontrou na gama Naturdor Stained o match ideal. A escolha recaiu sobre o revestimento em folha natural de freixo figurada, com um tom Marina Grey. O resultado final espelha “a envolvente híbrida do espaço, em perfeita sinergia com a Natureza e as extensas áreas verdes em que encontra inserido”.

À vasta oferta de soluções e possibilidades de personalização, a Vicaima soma a preocupação com a sustentabilidade, ao disponibilizar todos os seus produtos com certificação FSC® (Forest Stewardship Council®).

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Manvia e a Vibeiras vão passar a trabalhar sob a marca Mota-Engil ATIV

As duas empresas vão passar a integrar as actividades da nova marca do universo Mota-Engil, uma estratégia que “visa amplificar as capacidades” de cada empresa e a “promoção de sinergias”

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A nova marca do universo Mota-Engil vai integrar as actividades da Manvia, empresa que actua na gestão da manutenção e prestação de serviços técnicos especializados, nomeadamente em edifícios, na indústria e nas infraestruturas de água, entre outros, e ainda da Vibeiras, especializada no projecto, gestão, construção e manutenção de espaços exteriores, com relevo para parques e jardins, infraestruturas, floresta e relvados desportivos.

“Com esta nova marca vamos alavancar o reconhecido conhecimento e experiência de mais de trinta anos de actividade destas empresas. A nossa proposta de valor acrescentado assenta na amplificação das capacidades de cada empresa na promoção de sinergias no nosso portefólio de serviços, mais alargado e direccionado para os actuais desafios dos nossos clientes”, justifica Augusto Junqueiro, CEO da Mota-Engil ATIV, em carta enviada aos parceiros e clientes da Manvia e Vibeiras.

“Trabalhando em conjunto, e sob uma única marca, disponibilizamos ainda melhores soluções para a gestão e manutenção dos ativos, nas diferentes etapas do seu ciclo de vida. Com um investimento permanente em inovação e tecnologia, teremos com a Mota-Engil ATIV uma capacidade renovada de promover a optimização do desempenho operacional dos activos, assim como da sua eficiência energética, hídrica e carbónica”, sublinha o mesmo responsável.

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Revigrés distinguida como empresa “Inovadora 2022”

A empresa de revestimentos e pavimentos cerâmicos obteve, pelo segundo ano consecutivo, o estatuto INOVADORA COTEC, atribuído pela COTEC Portugal – Associação para a Inovação

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A empresa viu reconhecida “a sua capacidade para aliar solidez financeira ao investimento tecnológico e à convicção de que a Inovação é essencial para aumentar o potencial competitivo e resultados económicos”.
“Esta distinção é mais uma razão para prosseguirmos o nosso compromisso com a criação de processos de produção disruptivos e de soluções diferenciadoras, antecipando as exigências do sector e expectativas dos nossos parceiros.”, sublinha Victor Ribeiro, CEO da Revigrés.

A aposta da Revigrés na inovação resulta em soluções que contribuem significativamente para a promoção da sustentabilidade na construção. A empresa disponibiliza as referências de várias colecções do seu portfólio em Objectos BIM, utilizados pelos projectistas e arquitectos em modelos 3D interactivos com vista a uma projecção, conclusão e manutenção de edifícios mais rápida, económica e sustentável.

A empresa de revestimentos e pavimentos cerâmicos apresenta Declarações Ambientais de Produto (tipo III) que atestam o impacto dos seus produtos e processos na saúde humana, ecossistemas e consumo de recursos materiais e enérgicos. Desta forma, garante o cumprimento dos requisitos de diversos sistemas de certificação ambiental dos edifícios, entre os quais os sistemas BREEAM e LEED, contribuindo para sustentabilidade da construção e consequente valorização económica dos edifícios.

Para além disso, a empresa “desenvolve ainda produtos de design exclusivo e personalizado, adaptados às especificidades de cada projecto e às necessidades dos seus parceiros, ao mesmo tempo que investe na criação de ferramentas digitais que apoiam os consumidores e lhes permitem uma decisão de compra informada”, inúmera a Revigrés.

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Empresa de Famalicão com selo ambiental internacional para 39 produtos

A Cimenteira do Louro (ACL) obteve a certificação internacional Greenguard e Greenguard Gold para um total de 39 tipos de revestimentos de parede e pavimentos para espaços interiores e exteriores

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A Cimenteira do Louro (ACL) obteve a certificação internacional Greenguard e Greenguard Gold para um total de 39 tipos de revestimentos de parede e pavimentos para espaços interiores e exteriores.

“A certificação Greenguard garante que os nossos produtos em betão utilizados na arquitectura de interiores são de baixa emissão de substâncias químicas e contribui para ambientes internos mais saudáveis”, explica Dinis Silva, CEO da ACL. Segundo Dinis Silva, a certificação dos produtos da Cimenteira do Louro com os selos Greenguard e Greenguard Gold significa “o forte compromisso da empresa com os mercados mais exigentes do mundo e a saúde humana” e “mais um passo da Cimenteira do Louro na inovação e na sustentabilidade”, afirma.

A certificação GreenGuard e GreenGuard Gold, que para o responsável da Cimenteira do Louro, constitui “mais uma vantagem competitiva nos mercados mais exigentes”, abrange um total de 39 produtos em betão produzidos em Vila Nova de Famalicão, sendo 29 revestimentos de parede e 10 pavimentos.

Fundada em 1975, na freguesia do Louro, concelho de Vila Nova de Famalicão, A Cimenteira do Louro é uma empresa destaca-se na produção e exportação de pavimentos e revestimentos em betão. Contando com 150 trabalhadores, A Cimenteira do Louro facturou 22 milhões de euros em 2021. O mercado externo é responsável pelo grosso da facturação da empresa. No âmbito do processo de internacionalização, o grupo ACL, que comercializa os seus produtos em mais de 40 países, está presente em Omã, há 15 anos, através da Oman Portuguese Cement Products (OPCP).

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