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Fonte: (TIMDAVIDCOLLECTION/Shutterstock.com)

Empresas do setor apostam na construção industrializada ou “off-site”

A tecnologia na construção: uma parceria que chegou para ficar Os números impressionam e são os alicerces da questão. Se a população mundial continuar a crescer nas próximas décadas ao ritmo que está a crescer atualmente, estima-se que seja necessário construir mais 13 mil edifícios por dia até ao ano de 2050. Aquele que muitos… Continue reading Empresas do setor apostam na construção industrializada ou “off-site”

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Empresas do setor apostam na construção industrializada ou “off-site”

A tecnologia na construção: uma parceria que chegou para ficar Os números impressionam e são os alicerces da questão. Se a população mundial continuar a crescer nas próximas décadas ao ritmo que está a crescer atualmente, estima-se que seja necessário construir mais 13 mil edifícios por dia até ao ano de 2050. Aquele que muitos… Continue reading Empresas do setor apostam na construção industrializada ou “off-site”

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A tecnologia na construção: uma parceria que chegou para ficar

Os números impressionam e são os alicerces da questão. Se a população mundial continuar a crescer nas próximas décadas ao ritmo que está a crescer atualmente, estima-se que seja necessário construir mais 13 mil edifícios por dia até ao ano de 2050.

Aquele que muitos projetam como o planeta “10 biliões de pessoas” representa uma oportunidade para a arquitetura, para a engenharia, mas também para a indústria da construção.

Para corresponder à dimensão deste desafio a construção tem de reinventar como indústria. A tecnologia é, necessariamente, umas das componentes fundamentais neste novo desígnio da indústria da construção.

Uma das questões que mais se tem levantado nos últimos anos no setor está relacionada com a falta de mão de obra especializada na construção. Para além disso, os preços elevados de matérias-primas – como o alumínio e o cobre – e os custos cada vez mais elevados da construção têm formado algumas nuvens escuras.

Problemas à vista? Já sabemos: a tecnologia ajuda.

Construção e tecnologia

Apesar da tecnologia ter estado sempre presente na construção, este setor é, ainda, um pouco conservador. Isso parece estar a mudar. De acordo com o Engenheiro Civil Bruno Carvalho de Matos em um artigo publicado na Visão – “Revolução Industrial na Construção: onde estamos e para onde vamos?” – a tecnologia tem-se apresentado ao serviço com vários contributos importantes nos últimos tempos: “robótica e automação, incluindo tecnologias como impressão 3D, laser scanner e drones, para o levantamento de informação ou implementação no local; big data, inteligência artificial e machine learning, permitindo realizar análises preditivas e tomar decisões mais informadas no âmbito da conceção, construção e operação, por meio de algoritmos inteligentes; internet of things (IoT), possibilitando, através de um conjunto de dispositivos/sensores conectados entre si, controlar remotamente e automatizar a gestão de operações, estaleiros, equipamentos, aprovisionamentos, estruturas, etc.”

Outra das tendências é a construção off-site. Isto é, a construção realizada fora do local onde o projeto será executado – também conhecida como construção industrializada.

De acordo com o Idealista, que cita declarações de Manuel Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) ao Jornal de Negócios, este método “tem inúmeras vantagens”, como “maior controlo dos recursos e materiais, menor desperdício, produção mais rápida, menos deslocação de recursos e construção mais sustentável”. O artigo refere dados interessantes sobre a redução de custos inerentes à construção off-site:

  • Redução de 30% em transportes;
  • Redução de 40% dos materiais;
  • Redução de 40% de tempo;
  • Redução de 80% em CO2.

Entre as vantagens da construção off-site estão, assim, a redução dos custos de produção e o consequente aumento da competitividade.

Para além disso, a inovação associada a este método possibilita uma execução mais lesta, com mais qualidade e menos erros. Este novo paradigma traz diferentes responsabilidades, que podem ser resumidas em vários pontos:

  • Deve-se continuar a apostar em boas máquinas de construção dos principais fabricantes;
  • As empresas que fornecem componentes e sistemas de construção devem fornecer seu produto aplicado na obra, sendo responsabilizados pelo projeto, fabricação, montagem e manutenção;
  • Essa qualidade deve ser aferida pelo cumprimento de normas, durabilidade e manutenção;
  • O setor industrial deve ser mais colaborativo entre si. As empresas de arquitetura, engenharia e construção, devem adaptar as suas operações, processos e procedimentos à inovação tecnológica da indústria;
  • O ambiente legislativo e regulatório deve ser renovado a pensar nas vantagens construção off-site e agilizar-se perante a utilização de novas tecnologias na indústria da construção;
  • Do ponto de vista estatal, e de acordo com Bruno Carvalho de Matos na Visão “o governo deverá igualmente assumir um papel ativo, criando sistemas de incentivo, estabelecendo normas e regulação, e definindo ambientes colaborativos, para facilitar a implementação da IC na indústria. Isto pode incluir, por exemplo, o financiamento de empresas e centros de investigação; a definição de requisitos para a transformação digital nas organizações e no desenvolvimento de empreendimentos; e alterações legislativas no âmbito da consulta e contratação de projetos e obras”;
  • – É preciso capacitar todos os players da indústria: CEOs, arquitetos, engenheiros, administrativos, agentes imobiliários, etc. Para isso são necessários produtos pedagógicos com conteúdo atualizado nas áreas técnicas, de arquitetura e engenharia, para formar nova gente e reciclar os recursos humanos técnicos no setor da construção.

É caso para dizer que o futuro já está a ser construído – off-site. O desafio está lançado.

 

*conteúdo exclusivo da responsabilidade da Unik Seo

 

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A caixa de derivação estanque da Hensel: Uma história de sucesso!

A Hensel desenvolveu a caixa de derivação “ENYCASE” para uma proteção superior contra a humidade, resistência ao impacto e às poeiras.

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Os produtos Hensel garantem a máxima segurança sempre que as condições ambientais de pó e humidade coloquem elevados requisitos nas instalações elétricas.

De acordo com o projeto, selecione a caixa mais indicada:

  • Para espaços interiores em ambientes normais e exteriores protegidos
  • Para espaços exteriores com resistência a intempéries
  • À prova de água, para enchimento
  • Aprovadas para integridade funcional em ambiente de fogo e para integridade de isolamento

A CAIXA DE DERIVAÇÃO DA HENSEL: VERSATILIDADE, ROBUSTEZ E FLEXIBILIDADE

 

Vantagens funcionais das caixas Hensel:

Entrada de cabos versátil: inserção e vedação simples

  • Entrada de cabos através de membranas elásticas integradas para uma rápida eletrificação com índice de proteção até IP66.
  • Possibilidade de colocação de bucins como alternativa, removendo as membranas elásticas e o anel de expansão.
  • Entrada de cabos pela base da caixa.

 

Tecnologia moderna de ligadores: inovadora e flexível

  • Mais espaço para eletrificação.
  • Diferentes posições de ligadores.
  • Possibilidade de colocação de dois ligadores.
  • Todos os bornes com 2 pontos de ligação por polo.
  • Ligadores compatíveis com diferentes tipos de secções e condutores.

 

Muitos acessórios para uma instalação perfeita

  • Acessório de fixação contra a queda e perda da tampa.
  • Abas de fixação laterais fornecidas em todas as referências.
  • Fecho rápido com um quarto de volta.
  • Personalização de etiquetas via Internet.

 

CAIXAS DE DERIVAÇÃO DK  – PARA A INSTALAÇÃO PROTEGIDA

Entrada de cabos através de membranas elásticas integradas ou entradas métricas pré-marcadas:

  • Com membranas elásticas integradas para entrada de cabos até IP66, opcionalmente removíveis para colocação de bucins;
  • Entradas métricas pré-marcadas disponíveis para diferentes tamanhos de bucins;
  • Índice de proteção: IP66;
  • Material: polipropileno ou policarbonato;
  • Comportamento ao fogo: teste de fio incandescente IEC 60695-2-11:750 ºC, resistente à chama, auto-extinguível;
  • Cor: cinzento, RAL 7035.

 

OUTRAS OPÇÕES DA GAMA DK

KF – Caixas de derivação DK, resistentes a intempéries, para a instalação no exterior

 

  • Entrada de cabos através de entradas métricas pré-marcadas;
  • Testadas de acordo com a VDE, n.º de certificado DNV GL: TAE00000EE
  • Índice de proteção IP 66/IP 67/IP 69 com bucins fornecidos como acessórios, submersão temporária até 1 metro por um período máximo de 15 minuto;
  • Livre de halogéneo: baixa toxicidade, baixa emissão de fumo;
  • Índice de proteção IP 66/IP 67/IP 69 com bucins fornecidos como acessórios, submersão temporária até 1 metro por um período máximo de 15 minuto;
  • Livre de halogéneo: baixa toxicidade, baixa emissão de fumo

WP – Caixas de derivação DK para submersão na água até 20 metros

  • Entrada de cabos através de entradas métricas pré-marcadas;
  • Índice de proteção não aplicável: para caixas de derivação completamente vedadas, o índice de proteção IP não é aplicável de acordo com a norma DIN EN 60529;
  • Gel de vedação para enchimento adequado ao produto: a quantidade de gel de vedação necessário, estando sempre ajustado à caixa – não deve ser colocado em falta ou em excesso;
  • Medições e reajustes: a tampa pode ser retirada para efetuar medições. O gel de vedação pode ser retirado facilmente para reparações ou inspeções subsequentes, sem oxidação dos terminais;
  • Material: Policarbonato com GFS Comportamento ao fogo: teste de fio incandescente de acordo com IEC 60695-2-11: 960 °C, retardador de chama, auto-extinguível;
  • Cor: cinzento, RAL 7035 ou preto, RAL 9011.

 

FK – Caixas de derivação DK com integridade funcional

  • Entrada de cabos através de entradas métricas pré-marcadas;
  • Integridade funcional de acordo com a Norma DIN 4102, parte 12, em combinação com os cabos com retenção funcional;
  • Integridade de isolamento PH120 de acordo com a Norma BS EN 50200 em combinação com cabos isolados com retenção; Parafusos de fixação, ligador em cerâmica resistente a elevadas temperaturas E30 a E90 e bucins incluídos em todas as referências da gama;
  • Entradas métricas pré-marcadas disponíveis para diferentes tamanhos de bucins;
  • Material: Policarbonato com GFS;
  • Cor: cor de laranja, RAL 2003.
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Engenharia

Câmara de Aveiro lança concurso para postos de carregamento de ferry por 1,3M€

Os sistemas de carregamento, que ficarão localizados em plataforma específicas instaladas em zona próxima aos Cais de atracação do navio, em São Jacinto e no Forte da Barra, poderão ser operados por sistema automático ou manualmente, factor por demais importante na operacionalidade das travessias e no cumprimento dos horários dos transportes fluviais de Aveiro

CONSTRUIR

O Executivo Municipal de Aveiro deliberou autorizar a abertura do Concurso Público que vai permitir a execução dos sistemas de carregamento para operação do novo Ferryboat 100% Elétrico, na ligação entre São Jacinto e o Forte da Barra, pelo valor base de 1.330.000€.

O lançamento do Concurso Público acontece depois de, na mesma Reunião, o Executivo Camarário ter aprovado o projeto de execução dos sistemas de carregamento para o novo Ferryboat que teve um custo de 130 mil euros.

O Projeto de Execução permitiu definir com exatidão as necessidades para construção dos sistemas de carregamento, nos dois cais de atracação. Esta decisão teve por base a informação técnica conhecida (que é escassa) sobre os carregadores elétricos a instalar em navios (em nada semelhante ao sistema utilizado em automóveis) e nas condições da Ria de Aveiro.

Os sistemas de carregamento, que ficarão localizados em plataforma específicas instaladas em zona próxima aos Cais de atracação do navio, em São Jacinto e no Forte da Barra, poderão ser operados por sistema automático ou manualmente, factor por demais importante na operacionalidade das travessias e no cumprimento dos horários dos transportes fluviais de Aveiro.

O novo Ferryboat 100% Elétrico, a primeira embarcação com esta característica a ser desenvolvida inteiramente em Portugal, está a ser construída pelo Grupo ETE para a CMA num investimento da Autarquia de 7.326.490,13€, para integrar a operação da Aveirobus.

O navio vai contribuir com zero emissões de CO2, o que permitirá a redução da emissão de cerca de 300 toneladas de CO2 libertadas pelo atual modelo, reduzindo igualmente em cerca de 30% o consumo energético. Aos baixos níveis de ruído e ao conforto para os passageiros introduzidos por esta embarcação alia-se ainda a capacidade reforçada para o transporte de viaturas (+ 30%) e de passageiros (+ 90%).

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NURON – A NOVA PLATAFORMA HILTI SEM FIOS QUE VAI REVOLUCIONAR O MERCADO DA CONSTRUÇÃO

A Hilti lançou uma nova plataforma sem fios, a Nuron, que simplifica radicalmente o trabalho em obra, melhora a gestão do parque de ferramentas, impulsiona o desempenho para níveis muito superiores e melhora a proteção da saúde do operador. A Nuron é baseada num único sistema de bateria que abrange todas as aplicações relevantes desde as mais ligeiras às mais intensivas.

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Nos estaleiros, os clientes muitas vezes deparam-se com o problema da necessidade de diferentes fontes de energia para as suas ferramentas. Existem plataformas sem fios com diferentes tensões para várias aplicações, ferramentas com fio e ferramentas alimentadas a gasolina. Isso leva à procura das ferramentas e baterias certas, implicando múltiplos carregadores, passar cabos e combustível de mistura. Com a Nuron, a Hilti propõe acabar com estes e outros problemas em obra.

Uma só plataforma com um desempenho inigualável

Todas as baterias e carregadores podem ser usadas em todas as ferramentas Nuron, o que é fundamental para otimizar os parques de ferramentas e reduzir os custos das empresas. A plataforma sem fios de 22 volts oferece um desempenho sem precedentes, o que também permite aplicações intensivas que antes se restringiam a sistemas com fio, alimentados a gasolina ou com baterias de alta tensão. A base para isto é a interface da bateria completamente inovadora, exclusiva e patenteada que assegura uma transferência de potência superior à da rede elétrica com fio e, assim, maior desempenho.

As baterias Nuron são mais duradouras e incluem um compartimento novo e robusto, reforçado com fibra de vidro e amortecedores de choque externos o que oferece proteção extra mesmo nas condições mais difíceis. A eletrónica está completamente selada para proteção contra a humidade, poeira e outros contaminantes do local de trabalho.

Ligação à nuvem para aumentar a produtividade

Além disso, a Nuron traz a inteligência para o centro da plataforma – todas as ferramentas geram dados que são armazenados nas baterias e enviados de forma segura para a nuvem em cada carregamento sem interação do operador. Os dados recolhidos incluem informação sobre a utilização da ferramenta, local de carregamento e estado de saúde da bateria, assegurando que os operadores trabalham com baterias em condições ideais. Esta informação pode ser usada para alertar de imediato as pessoas, se for necessária qualquer ação ou pode ser acedida a pedido conforme necessário e ser disponibilizada nas plataformas móvel e de computador através do software de gestão de ativos ON!Track. Juntamente com alguns serviços Hilti, como a Gestão de Frota, os dados da ferramenta podem ser usados para reduzir os períodos de inatividade e otimizar a utilização das ferramentas, aumentando a produtividade do cliente.

Novas funcionalidades para aumentar a saúde e segurança no local de trabalho

O Sistema de Remoção de Pó (DRS) e o Controlo Ativo de Binário (ATC) da Hilti estão agora disponíveis com todas as ferramentas relevantes. A Redução Ativa da Vibração (AVR), outra funcionalidade-chave para o conforto e proteção da saúde, foi expandida para muitas mais ferramentas da plataforma Nuron. Além disso, a conceção de todas as 70 ferramentas que estarão disponíveis no lançamento, a ergonomia, peso e robustez foram otimizados e compatibilizados com as correias de segurança para evitar que as ferramentas caiam ao trabalhar em altura.

As parcerias da Hilti com os profissionais da construção, permitiram desenvolver duas novas tecnologias para segurança acrescida com rebarbadoras ou ferramentas de corte/desbaste. O sistema “3D ATC” desliga a ferramenta e ativa o travão de disco quando existe um movimento súbito, descontrolado em qualquer direção. A mesma função de redução de risco é incluída com o novo sistema “SensTech”, que deteta quando a mão do operador é removida, p. ex., quando a ferramenta cai acidentalmente.

Os produtos da Nuron já estão à venda em Portugal e podem ser encontrados numa loja física ou online, em www.hilti.pt.

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Schindler Ahead Conecta: A tecnologia revolucionária para resolução remota de avarias em transporte vertical

A Schindler continua a desenvolver tecnologias inovadoras, neste caso, um sistema para resolução remota de avarias em transporte vertical, Schindler Ahead Conecta.

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Esta tecnologia revolucionária, que reforça o posicionamento da empresa na vanguarda da indústria de transporte vertical, proporciona um maior conforto e bem-estar aos seus Clientes. Neste caso, Schindler Ahead Conecta é um novo sistema de resolução de avarias à distância, eficiente, rápido e que permite poupar tempo a solucionar as mesmas.

Este sistema baseia-se na monitorização contínua dos equipamentos (todos os que possuem a tecnologia Cube e manobras compatíveis) que enviam informação contínua para o Technical Operation Center (TOC). Desta forma, quando ocorre uma possível falha, o TOC realiza um diagnóstico personalizado que atribui uma ação específica. Em situações em que tal é possível e não há risco físico, é desencadeada uma resolução remota. Se a recuperação não alcançar o seu objetivo, será enviado um técnico que já terá toda a informação sobre o problema.

O inovador sistema Schindler Ahead Conecta consegue aumentar a eficiência do processo de resolução de avarias, reduzindo o tempo de inatividade do equipamento, os tempos de reparação e por vezes até evita a necessidade da deslocação de um técnico. Com este inovador sistema de serviço de avarias, não só revolucionámos a forma de resolver problemas de forma remota, segura e eficiente, como também melhoramos a experiência do Cliente ao proporcionar segurança e confiança, com um serviço rápido e eficaz que, com monitorização constante, nos permite conhecer o estado do equipamento”, refere Antonio Baldellou, Diretor de Instalações Existentes e Modernizações da Schindler Ibéria. Trata-se assim de um serviço integral em melhoria contínua, dado que cada reparação ou incidência num elevador da Schindler recolhe informação para as seguintes.

Para mais informações sobre esta solução, aceder a https://www.schindler.pt/pt/servicos/digitais/conecta

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ACO ShowerDrain S+, um canal de chuveiro surpreendentemente simples

ACO ShowerDrain S+

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O novo canal de chuveiro ACO ShowerDrain S+ combina um design elegante com um sistema de drenagem para casas de banho de alto desempenho e funcional. O ACO ShowerDrain S+ combina as vantagens de um canal de chuveiro convencional com as facilidades de manutenção de um sumidouro com acesso livre e fácil aos componentes interiores do canal.

ACO ShowerDrain S+ é a nova proposta de design do canal de chuveiro que se integra perfeitamente na estética global da casa de banho e, ao mesmo tempo, proporciona uma forma simples de a manter limpa e em perfeitas condições. Isto é obtido graças à função “tip & flip” que permite levantar a grelha e removê-la com uma simples pressão de dedos na lateral, sem precisar de ferramentas adicionais, evitando arranhões e danos no material ou outros inconvenientes.

A elegância do canal ACO ShowerDrain S+ também pode ser vista no seu acabamento de superfície. As partes exteriores fabricadas em aço inoxidável receberam um tratamento especial de eletropolimento que as torna 50% mais lisas e ainda mais brilhantes.

Em termos de instalação, o sistema vem pré-montado com tela de impermeabilização e tem um declive integrado para assegurar uma drenagem ideal da água. Isto melhora substancialmente a capacidade de autolimpeza do canal e reduz consideravelmente a quantidade de águas residuais estagnadas e as manchas de calcário resultantes. Todos os componentes internos podem ser facilmente removidos, o que assegura o livre acesso às tubagens e facilita possíveis trabalhos de manutenção e limpeza.

O ACO ShowerDrain S+ está disponível em comprimentos de 800, 900, 1000 e 1200 mm, e com dois modelos de grelha: Stripes ePlate. É uma solução ideal para projetos de casas de banho que requerem um chuveiro ao nível do chão que para além de expandir as possibilidades de design, facilita a acessibilidade.

Mais informações: Tel. 0034 972 859 300 – [email protected]www.aco.es

Canal de chuveiro ACO ShowerDrain S+ com grelha Plate
Elevação da grelha do canal de chuveiro ACO ShowerDrain S+ com grelha Stripes

 

Sobre a ACO Iberia

A ACO Iberia é uma empresa industrial fundada em 1998 que oferece uma ampla gama de canais de drenagem, sumidouros, tampas de registo, separadores de hidrocarbonetos e gorduras, tubagens em aço inoxidável e estações de bombagem, entre outros. A sua sede central localiza-se em Maçanet de la Selva (Girona), conta com escritórios comerciais em Madrid, Porto e Lisboa e emprega 64 pessoas, conseguindo ultrapassar o número de 20 milhões de euros em 2021. A partir de Espanha distribui também as suas soluções e sistemas na Colômbia, Chile e Brasil, países onde conta com filial própria e unidade de produção no Brasil.

A ACO Iberia é a filial na Península Ibérica do Grupo ACO; uma empresa familiar de origem alemã, líder mundial em sistemas de drenagem de águas pluviais, industriais e de utilização doméstica. O grupo está presente em 46 países em todo o mundo, com um total de 36 unidades de produção nos cinco continentes. Com uma equipa humana formada por mais de 5000 pessoas, o grupo gerou um volume de negócios superior a 1000 milhões de euros em 2021.

Sobre o autormmagalhaes

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O que é preciso para ser Decorador de Interiores

A área da decoração é muito desafiante e requer criatividade.

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Para ser decorador de interiores precisa de ter sentido estético, orientação para o cliente, atenção ao detalhe e saber trabalhar com programas de desenho e projeto de espaços. Como conseguir tudo isto? A formação é a base, depois é preciso continuar a ser curioso, manter-se a par das tendências e continuar a adquirir conhecimentos para ser um profissional de sucesso.

Mas comecemos pelo princípio de tudo: a formação. Neste artigo vai saber onde estudar decoração de interiores e como trabalhar como decorador.

Onde estudar Decoração de Interiores

A oferta de cursos de decoração de interiores pode ser vasta, mas há certas variáveis que deverá ter em conta antes de decidir. A escolha do local certo para se especializar pode não ser fácil, mas é importante ter em conta se terá acesso a certificado de conclusão do curso, quais as modalidades disponíveis ou ainda qual o apoio que terá por parte da equipa docente.

Na Master D todas estas questões estão asseguradas até porque, estes centros formativos, têm mais de 25 anos de experiência na área da formação online e semipresencial e a quantidade de cursos é grande. Na área da decoração, estão disponíveis três cursos de formação: curso de Decoração de Interiores, curso de Visual Merchandising e Vitrinismo e o curso Avançado de Decoração de Interiores, Visual Merchadising e Vitrinismo.

No curso de Decoração de Interiores da Master D os formandos aprendem a projetar espaços e a pensá-los mediante o seu uso, nunca esquecendo a estética e as características do cliente. O decorador pode decorar espaços de raiz, ou refazê-lo, combinando as funções do espaço, dos gostos do cliente, orçamento e tendências, tornando-o prático e visualmente agradável.

Se procura uma formação também focada na área do vitrinismo pode optar pelo curso Avançado de Decoração de Interiores, Visual Merchadising e Vitrinismo. Se prefere uma formação mais focada nos espaços comerciais, a Master D tem ainda o curso de Visual Merchandising e Vitrinismo.

Nestas formações, vai ainda aprender a trabalhar em AutoCAD, ferramenta essencial, para quem desempenha funções na área da decoração, bem como aprender a comunicar ideias, distinguir materiais, elaborar projetos ou gerir orçamentos.

Trabalhar em decoração

Se optar por ser um autodidata, chegar ao lugar que ambiciona pode ser bem mais difícil já que muitas empresas preferem contratar pessoas com formação. Com um curso de decoração, as hipóteses de emprego são variadas e podem passar por ateliês de arquitetura, empresas de construção civil, ateliês de engenharia e design ou até pela criação de um negócio próprio.

Em Portugal, e segundo dados do diretório de empresas do Jornal de Notícias, há 36.767 empresas na área da promoção imobiliária, 29.640 ligadas à construção e 2.600 de engenharia civil. Se falarmos de ateliês de arquitetura, são mais de 350 registados no diretório de empresas do Jornal de Negócios.

Estes números demonstram haver muitos locais onde pode trabalhar e áreas a explorar mediante o seu gosto e preferências.

Agora que já sabe o que precisa para ser decorador de interiores, saiba mais sobre os cursos da Master D e invista na sua formação.

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