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Angola: Construção do sistema de transferência de água com projecto Prospectiva

As intervenções estão incluídas num investimento total superior a 100 M€, integradas no Programa de Acções Estruturantes de Combate aos Efeitos da Seca, na Província do Cunene

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As intervenções estão incluídas num investimento total superior a 100 M€, integradas no Programa de Acções Estruturantes de Combate aos Efeitos da Seca, na Província do Cunene

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Encontra-se em fase de conclusão a construção do sistema de transferência de água do Rio Cunene, da localidade de Cafu para a região das Chanas na província do Cunene, em Angola, cujo projecto foi elaborado pela Prospectiva e executado para a empresa Sinohydro.

As intervenções estão incluídas num investimento total superior a 100 milhões de euros, integradas no Programa de Acções Estruturantes de Combate aos Efeitos da Seca na Província do Cunene, em Angola, para fazer face aos longos períodos de seca que afectam de modo dramático pessoas e animais.

Com esta obra o Instituto Nacional de Recursos Hídricos (INRH) de Angola pretende criar as condições propícias para o desenvolvimento da agricultura e pecuária, aumento da resiliência às alterações climáticas nesta região, praticamente deserta do Sul de Angola, sujeita a frequentes secas prolongadas, beneficiando centenas de milhares de habitantes e cabeças de gado, bem como fornecendo água para irrigação numa área estimada em 5.000 hectares.

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2M€ para a eficiência energética de instalações desportivas

Vai ser lançada a 7ª edição do Programa de Reabilitação de Instalações Desportivas (PRID), programa que terá uma dotação de dois milhões de euros e que em 2023 visará exclusivamente o apoio a projectos de melhoria da eficiência energética destas infraestruturas

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Dado o contexto geopolítico e ambiental que actualmente se atravessa, mas também a urgência do combate às alterações climáticas, decidiu-se que o 7º PRID, gerido pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), seria totalmente canalizado para apoiar os clubes na racionalização do uso de energia, de água e gás, tal como já havia sido anunciado pelo Secretário de Estado da Juventude e do Desporto na audição parlamentar da Comissão de Orçamento e Finanças, no dia 28 de Outubro. As candidaturas serão abertas durante o mês de Janeiro de 2023.

O IPDJ já tinha publicado um conjunto de recomendações aos proprietários/gestores de instalações desportivas de forma a minimizar o impacto dos aumentos dos custos energéticos, consequentes da referida conjuntura (que pode ser consultado neste link). Com a próxima edição, será também proporcionada formação nestas matérias aos clubes.

Algumas das recomendações estruturais podem servir de guia para a apresentação de projectos ao PRID 2023, designadamente, entre outras: a reconversão dos sistemas de iluminação tradicionais para sistemas de tecnologia LED, tanto nas instalações de apoio como nas Instalações Desportivas; instalação de meios de energia renovável, por exemplo, painéis fotovoltaicos entre outros, para produção de energia para autoconsumo, sempre que tal se afigure viável; e instalação de sistemas solar térmico para produção de Águas Quentes Sanitárias (AQS).

O PRID é direccionado a clubes e associações desportivas de Portugal continental e destina-se a promover a requalificação das instalações desportivas ao serviço das comunidades, com o principal objectivo de melhorar as condições de prática desportiva.

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Investimento de 120M€ no Terminal de Contentores Alcântara apresentado esta sexta-feira

A Yilport Ibéria, concessionária do terminal, vai apresentar o investimento de 123 milhões de euros realizado na reconversão e expansão do Terminal de Contentores de Alcântara e onde se inclui a instalação de quatro novas gruas

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O Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, marcará presença na apresentação pública do Investimento de Modernização do Terminal de Contentores de Alcântara, da gestora portuária Yilport Liscont, que se realiza no próximo dia 10 de Novembro, na Gare Marítima de Alcântara, em Lisboa. O projecto de investimento de cerca de 123 milhões de euros inclui quatro novas gruas que chegaram no primeiro dia de 2022.

O evento tem como objectivo revelar o investimento privado de reconversão e expansão que foi feito no Terminal de Contentores de Alcântara, e no qual se inclui a instalação de quatro novas gruas, fabricadas pela empresa japonesa Mitsui, que chegaram a Lisboa, vindas do porto japonês de Oita, no dia 1 de Janeiro de 2022. O investimento engloba seis E-RTG (eléctricos e com operação remota), ECO – Reach Stackers, repavimentação de todo o pátio de contentores e novos edifícios: um para operações/manutenção e outro para inspecções de alfândega e PIF.

Este investimento permitiu introduzir melhorias significativas não só a nível ambiental, como no incremento de segurança das operações quer para os próprios trabalhadores, como para todos aqueles que diariamente prestam a sua actividade no terminal. Em específico, as novas gruas, totalmente eléctricas, vêm possibilitar a movimentação de mercadorias com menores impactos, nomeadamente a diminuição das emissões de CO2 durante as operações.
Estima-se que esta modernização permita aumentar a capacidade de recepção de navios de maior dimensão, reduzir os custos de transporte na cadeia logística, com ganhos nas exportações nacionais e assim atrair mais carga para serem movimentadas em Portugal.

“Este investimento terá um retorno muito revelante para a economia nacional e o hinterland do Porto de Lisboa. Vai permitir diminuir significativamente a emissão de CO2 e contribuir para a sustentabilidade ambiental da operação portuária. De igual forma, a operação remota e semi-automática de equipamentos vai melhorar as condições de trabalho e segurança dos nossos trabalhadores. Finalmente é nossa convicção que o investimento na modernização desta infraestrutura portuaria vai atrair novos serviços e escalas directas transatlânticas para o Porto de Lisboa, que vão por si só alavancar a vocação exportadora da economia nacional”, explica Nuno David Silva, director geral regional da Yilport Ibéria.

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Caminhos para cumprir o PRR na Habitação

Conferência Internacional em Lisboa debate soluções para a execução dos fundos de recuperação disponibilizados pela União Europeia

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A Câmara Municipal de Lisboa, a Housing Europe, a Gebalis e a Associação Portuguesa de Habitação Municipal organizam nos dias 10 e 11 de Novembro a Conferência Internacional “Social Housing and the Recovery Plans – pathways to solutions”, que decorrerá no Fórum Lisboa.

Na conferência serão apresentados os Planos de Recuperação e Resiliência de diversos países no âmbito da habitação pública, nas suas várias vertentes, desde a construção de novas habitações, à melhoria da eficiência energética dos edifícios ou a inclusão habitacional. Estarão presentes representantes das instituições europeias que apresentarão o enquadramento deste fundo financeiro e a sua conjugação com outros fundos disponibilizados pela União Europeia.
Num momento em que cresce a indefinição e a incerteza sobre a capacidade dos países cumprirem os planos aprovados – face às múltiplas adversidades a nível europeu e mundial que têm surgido –, e estando em discussão a necessidade e a possibilidade de alterar ou adaptar os planos para que sejam exequíveis, a conferência Social Housing ganha especial relevância.

Portugal destaca-se no conjunto dos planos de recuperação e resiliência apresentados pelos vários países europeus pelo grande investimento na construção de habitações acessíveis, sofrendo, no entanto, as consequências da escalada de preços da construção, escassez de matérias-primas e, até, pela inexistência de uma indústria de construção com dimensão para responder a estes objectivos.

Neste sentido, a conferência porá o foco sobre a necessidade de monitorização contínua dos Planos de Recuperação e Resiliência nacionais, num evento que é, além de um momento de partilha, um encontro de oportunidade.

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Delegação moçambicana acompanhou formandos no CICCOPN

A formação profissional de jovens moçambicanos no sector da construção civil e obras públicas em Portugal surge depois do acordo assinado em 2021 entre o Governo moçambicano e o CICCOPN

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O Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (CICCOPN) recebeu a visita de uma delegação composta por Agostinho Milton, Cônsul-Geral de Moçambique no Porto e Zona Norte de Portugal, e Carla Caomba, Directora-Geral do Instituto de Bolsas de Estudo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da República de Moçambique.

A visita teve lugar na sequência do programa de colaboração rubricado em 2021, no âmbito da formação profissional de jovens moçambicanos no sector da construção civil e obras públicas, entre o Instituto de Bolsas de Estudo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da República de Moçambique e o CICCOPN.

À margem da visita, Carla Caomba explicou que “esta oportunidade é única para os jovens, complementando aqueles que são os esforços do Governo de Moçambique na formação do capital humano e social, sobretudo na componente técnico-profissional”.

Depois de uma visita ao Centro, Carla Caomba referiu ainda que “o feedback dos formandos é muito positivo, por causa das instalações, mas também pela recepção acolhedora de todos no CICCOPN, fazendo com que estes jovens oriundos das várias províncias de Moçambique se sintam em casa”.

Já no final da visita, a delegação saudou e felicitou os 37 novos formandos, que chegaram de Moçambique a 2 de Novembro deste ano e que agora terão a oportunidade de estudar em Portugal, com bolsas de estudo que garantem benefícios idênticos aos dos formandos portugueses.

Estes jovens poderão levar o conhecimento de volta para o país de origem ou, se preferirem, poderão integrar o sector da Construção em Portugal, com condições e salários dignos. No momento da realização do estágio, que é parte integrante da formação, os jovens poderão escolher entre empresas a operar em Portugal e empresas portuguesas com operações em Moçambique.

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Conheça os nomeados dos Prémios CONSTRUIR 2022 e vote até 17 de Novembro

Pelo 15º ano consecutivo, o jornal CONSTRUIR volta a promover a entrega dos troféus que distinguem a qualidade da obra materializada entre 1 de Janeiro de 2021 e 30 de Setembro de 2022, numa lista da exclusiva e inteira responsabilidade da equipa editorial do CONSTRUIR

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A espera acabou. Pode, desde já, votar nos seus favoritos para eleger os melhores projectos e empresas do último ano, numa votação que decorrerá na página oficial do evento, disponível em https://premios.construir.pt/

Pelo 15º ano consecutivo, o jornal CONSTRUIR volta a promover a entrega dos troféus que distinguem a qualidade da obra materializada entre 1 de Janeiro de 2021 e 30 de Setembro de 2022, numa lista da exclusiva e inteira responsabilidade da equipa editorial do CONSTRUIR.

Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário têm nomeadas obras e empresas que se destacaram pelo trabalho desenvolvido ao longo do período em apreciação; capacidade de inovação, visibilidade mediática, distinções nacionais e/ou internacionais, dados estatísticos oficiais, entre outros; Obra pública, obra privada, Internacionalização, Reabilitação, Sustentabilidade são apenas algumas das áreas que os leitores do jornal CONTRUIR vão poder distinguir.

O acesso ao formulário de votação será feito após introdução do endereço de email com que está registado como assinante do CONSTRUIR e/ou como subscritor da Newsletter do CONSTRUIR, sendo que não são aceites novos registos até à data de fecho de votações.

As votações decorrem até dia 17 de Novembro às 18h00. A entrega dos troféus aos projectos consagrados e empresas vencedoras decorre no Cineteatro Capitólio, em Lisboa, no próximo dia 21 de Novembro, a partir das 21h30.

Os Prémios CONSTRUIR 2022 contam com a Ledvance como mainsponsor. Bosch, Cimpor, Efaflu, Jung, KNX, OLI, Otis, Recer, Saint-Gobain, Umbelino Monteiro e Victoria Seguros são os patrocinadores da edição deste ano dos prémios que distinguem os melhores de 2022 naquela que é a única iniciativa a reconhecer as principais áreas da Fileira da Construção.

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A comemorar 12 anos a Melom prevê fechar 2022 com facturação de 40M€

No ano em que comemora o seu 12º aniversário a Melom faz o balanço: 210 mil obras realizadas, num valor global de 329 mil milhões de euros, 141 franchisados, 600 colaboradores directos e cerca de 2000 indirectos. No final deste ano, tem como objectivo atingir os 39 franchisados e facturar perto de 40M€

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tagsMelom

A Melom celebra o 12º aniversário, com cerca de 210 mil obras realizadas em casa dos portugueses num valor global de 329 mil milhões de euros, assinalando mais de 468 mil pedidos de obras e 441 mil orçamentos concluídos.

Ao longo do tempo, a Melom tem contribuindo para a profissionalização do sector. “Quando começamos em 2010 existia um enorme potencial no mercado e uma tendência para que se tornasse mais profissional e aberto, estávamos a atravessar um período de crise onde os portugueses não conseguiam ter acesso fácil a crédito e estavam obrigados a fazer obras em vez de trocarem de casa. No início a maior dificuldade era demonstrar aos profissionais do sector as vantagens de estarem associados a uma marca, regras, formação, tecnologia e marketing”, refere João Carvalho, co-fundador da Melom. O responsável considera que a subida dos números das remodelações em casa pode ser explicada pela escassez ou preços em alta das casas novas. “Os portugueses preferem a realização e personalização de casas usadas, uma tendência para a qual contribui a diferença de preço entre os imóveis novos e usados, uma situação agravada com a guerra na Ucrânia e a inflação. Os preços na construção têm aumentado, por via da interrupção de algumas cadeias de abastecimento de matérias-primas e pela falta de mão-de-obra, o que torna a construção das casas mais cara. Um imóvel usado não tem este problema de forma directa, muitas das casas usadas precisam de obras, mas os proprietários têm a oportunidade de investir de acordo com o seu budget e o seu timing”, acrescenta.

Pandemia COVID-19 e novas realidades
Com a pandemia verificou-se uma subida exponencial dos pedidos relacionados com a renovação de casas, uma tendência que se mantém com a procura a suplantar a oferta. As remodelações gerais estão no topo da lista e o valor médio de obra é hoje mais elevado. “O nosso cliente procura cada vez mais uma solução global para a sua casa com o controlo de um budget pré-definido, os nossos franchisados têm sabido responder a esta procura com uma oferta que vai desde a concepção da obra em projecto, planeamento de melhor eficiência energética e inclusivamente em alguns casos decoração com aplicação ou construção de mobiliário à medida. Durante a pandemia os portugueses tiveram a consciência de que as suas casas precisavam de ser melhoradas e alteradas para a nova vivência pós-pandemia”, refere João Carvalho.

Com o teletrabalho a assumir maior protagonismo, têm surgido também pedidos específicos relacionados com a readaptação de espaços e uma maior preocupação com o conforto térmico e acústico das casas, bem como com a melhoria de consumos energéticos. Mas o aumento da procura tem também o reverso da medalha, com as dificuldades que o sector da construção enfrenta no que respeita à carência de profissionais qualificados ou ao fornecimento de materiais atempadamente.

141 franchisados, 600 colaboradores
Actualmente a Melom, juntamente com o Querido Mudei a Casa Obras (QMACO), especializada em pequenas intervenções, contabilizam 141 franchisados (77 correspondem ao QMACO e 64 à Melom), sendo 600 o número de pessoas que trabalham directamente para as insígnias, embora indirectamente o negócio seja potenciado a mais de 2000 trabalhadores por conta própria ou empresas subempreitadas. No final deste ano a Melom tem como objectivo atingir os 39 franchisados e estima fechar o ano a facturar perto de 40 milhões de euros.

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Semana da Reabilitação Urbana reúne câmaras do Porto, Gaia, Matosinhos e Maia para debater habitação

O evento vai decorrer de 22 a 24 de Novembro no Palácio da Bolsa, no Porto. A décima edição reúne as quatro autarquias para uma reflexão de âmbito metropolitano

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A Semana da Reabilitação Urbana conta com o apoio da Câmara Municipal do Porto, a que se juntam, pela primeira vez, na qualidade de Municípios Parceiros, as Câmaras Municipais da Maia, de Matosinhos e de Vila Nova de Gaia. A iniciativa reúne o apoio das principais Associações do sector da construção e do imobiliário, das Ordens Profissionais e da Academia.

Mantendo o seu carácter multidisciplinar, a Semana da Reabilitação Urbana apresenta uma ampla programação que integra conferências, workshops e seminários. Ao todo são 12 sessões plenárias, a decorrer no Pátio da Nações, no Palácio da Bolsa, e a que acrescem três seminários jurídicos e outras sessões paralelas, envolvendo mais de 100 oradores ao longo de três dias.

Entre os temas centrais da edição deste ano da Semana da Reabilitação Urbana do Porto destacam-se o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o acesso à habitação, a habitação multifamiliar para arrendamento ou built to rent, mas também dinâmicas de mercado tão importantes para a cidade, e para o país, como são o turismo e o investimento imobiliário.

No palco da Semana da Reabilitação Urbana do Porto estará também de forma muito premente o tema da sustentabilidade e da energia com foco, nomeadamente, no desafio que representam os edifícios NZEB e no potencial da estratégia do Porto “Pacto do Porto para o Clima”. Incluem-se também vários temas da tecnologia, desde logo o potencial do BIM (Building Information Modeling), da construção modular e dos novos materiais.

Reforçando a importância da reabilitação urbana na valorização da cidade, a intervenção de reabilitação e modernização do Mercado do Bolhão ganha destaque na programação da 10.ª edição da Semana da Reabilitação Urbana do Porto.

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Câmara de Lisboa cria Laboratório Urbano para “aproximar os que vivem e fazem cidade”

0 Projecto Smartdest, conduzido pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa é o primeiro desafio do LUL e está a ser implementado na freguesia da Misericórdia

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0 Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL) criou, recentemente, o Laboratório Urbano  de Lisboa (LUL). O objectivo passa por aproximar, cada vez mais, aqueles que vivem e aqueles que pensam e fazem cidade.

0 LUL é um espaço colaborativo de observação, auscultação, desenho, teste e validação de soluções para problemas urbanos, que promove a participação cidadã e a criação de uma ideia de cidade, que se quer actual, sustentável, resiliente, inclusiva e adaptada às necessidades da comunidade

Pretende, ainda, através das suas actividades experimentais, locais e de natureza participativa, criar e testar soluções urbanas inovadoras para o futuro das cidades e, ao mesmo tempo, contribuir para o aumento da literacia em Urbanismo.

0 Projecto Smartdest – “Cities as mobility hubs: Tackling social exclusion through ‘smart’ citizen engagement”, conduzido pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa é o primeiro desafio do LUL e está a ser implementado na freguesia da Misericórdia. Após uma primeira fase de estudo qualitativo aprofundado o LUL levou a cabo um conjunto de acçöes com vista à auscultação, debate e co-construção de soluções para os problemas identificados.

Entretanto, o programa prevê alargar a sua participação a outras áreas da cidade de Lisboa e encontra-se em fase de candidatura a novos projectos.

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Programa nacional de habitação vai ter investimento de 2.377 M€ até 2026

O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei que prevê o Programa Nacional de Habitação. O PNH tem um horizonte temporal até 2026, uma dotação de 2.377 milhões de euros e contempla 22 medidas

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O Conselho de Ministros aprovou a proposta de lei sobre o Programa Nacional de Habitação (PNH), previsto na Lei de Bases da Habitação e que congrega o quadro de políticas para o sector da habitação, identificando as principais carências, instrumentos e objectivos para a sua progressiva eliminação. O Programa tem um âmbito temporal de 2022-2026 e abrange todo o território nacional.

Na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, o Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, referiu que os desafios actuais nas políticas de habitação consistem em «garantir que todos os agregados têm acesso a uma habitação digna e adequada aos seus rendimentos e à sua dimensão» e «garantir que, a médio prazo, o peso da oferta pública no mercado habitacional é capaz de dar resposta às necessidades e contribuir para a regulação do mercado».

O Programa Nacional de Habitação (PNH) é acompanhado de um compromisso orçamental plurianual, com reflexo já no ano de 2023, abrange todo o território anual, tem um âmbito temporal até 2026 e um investimento previsto de 2.377 milhões de euros. Como avançou o ministro da Habitação e das Infraestruturas, tem como objectivo central o alargamento do parque publico português, uma matéria onde Portugal “compara mal com o resto da Europa”. Apenas 2% do alojamento em Portugal é público quando em vários países europeus essa percentagem é de 30%.

Ao todo estão previstas 22 medidas, com o ministro a salientar aqueles que são os quatro pilares do programa. Entre eles está o 1.º direito, que visa apoiar as famílias mais carenciadas e contando com um envelope financeiro de 1.311 milhões de euros até ao final de 2026. Nesse contexto, o ministro sublinhou que “a esmagadora maioria dos municípios conta com estratégias locais de habitação”, soma já cerca de 300 pedidos de financiamento, respeitantes a 5600 habitações e a 65 municípios, das quais cerca de 1 200 casas já entregues.

Outra das medidas contempla o apoio a população de rendimentos intermédios, classe média, para a qual está a ser construído “um parque publico dirigido à população de rendimentos intermédios e aqui o objectivo principal é mobilizar imóveis do estado que estejam devolutos (incluindo edifícios e terrenos) destinados para a construção ou reabilitação de imóveis. Actualmente estão em curso 870 habitações em projecto em Lisboa, 1.250 em Almada, 200 em Matosinhos e 600 em Oeiras. “Este é um programa que arrancou e dará acesso a 6.800 famílias de classe média”, sublinhou o governante. O investimento previsto para esta alínea é de 859 milhões de euros.

O ministro disse também que 48 milhões de euros vão ser destinados à reabilitação do parque habitacional do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), bem como outros 159 milhões de euros “para aquisição de imóveis por parte do Estado”.

Um terceiro pilar destina-se “encontrar soluções temporárias para situações inesperadas sejam calamidades ambientais, fluxos migratórios ou violência de género”, onde se inclui a Porta de Entrada e a Bolsa de Alojamento Temporário. Neste âmbito serão construídos cerca de 2 mil imóveis, financiados pelo PRR.

O quarto pilar é o da “mobilização do sector privado” onde se inclui “um conjunto de incentivos à oferta privada e social de arrendamento a custos acessíveis”.

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INSURE.hub debate Inovação, Sustentabilidade e Regeneração

A iniciativa é da Universidade Católica Portuguesa e da Planetiers New Generation e vai reunir profissionais, académicos e líderes nas áreas da Sustentabilidade e Regeneração que estão envolvidos em projectos disruptivos, circulares e sustentáveis

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Inspirar, desafiar e promover a mudança nas áreas da Sustentabilidade e Regeneração são os grandes objectivos do INSURE.hub. Uma iniciativa da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, através das Faculdades – Católica Porto Business School e Escola Superior de Biotecnologia – e da Planetiers New Generation.

A 2ª Conferência Internacional do INSURE.HUB – Innovation in Sustainability and Regeneration Hub estará dividida em dois momentos: de manhã será apresentado pela academia o estado de arte da Sustentabilidade e Regeneração, e de tarde serão debatidos vários casos de estudo inovadores a nível nacional e internacional. O melhor artigo científico, apresentado durante a manhã, será distinguido com o MDS Best Paper Award.

“Pretendemos que esta conferência demonstre a importância do INSURE.hub como iniciativa transformadora e de partilha de conhecimento transdisciplinar e inovador, essencial para o cumprimento das metas da Europa para 2030 e do Pacto Ecológico Europeu”, reitera João Pinto, vice-presidente da Universidade Católica Portuguesa no Porto.

“Inovação circular e disruptiva”, “Transformação digital e negócios sustentáveis”, “Investimento e financiamento sustentável”, e “Do lixo ao produto” são alguns dos casos de estudo que serão apresentados na 2ª Conferência Internacional do INSURE.HUB – Innovation in Sustainability and Regeneration Hub. Estarão presentes John Melo (CEO da Amyris), Sónia Cardoso (diretora de Sustentabilidade da SONAE SGPS), Martim Santos (Senior Manager KPMG Advisory) e Benedita Chaves (diretora da Unidade de Investigação, Desenvolvimento e Inovação da LIPOR). A mesa redonda “Construir um futuro robusto e sustentável em tempos turbulentos” contará com a presença de Fernando Leite (CEO LIPOR), Filipe Araújo (vice-presidente da Câmara Municipal do Porto), de Mário Vinhas (COO da MDS), e de Paul Hodges (Chairman da New Normal Consulting & Infinity Recycling, The World Economic Forum Global Expert).

Alinhado com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, das metas definidas para a Europa em 2030 e com a Estratégia do Pacto Ecológico Europeu. o INSURE.hub ambiciona contribuir para tornar Portugal num dos mais progressivos países da União Europeia nas áreas da Sustentabilidade e da Regeneração.

A 2ª Conferência Internacional do INSURE.HUB – Innovation in Sustainability and Regeneration Hub decorrerá a 17 de Novembro na Universidade Católica Portuguesa no Porto.

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