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Novo parque empresarial em expansão em Famalicão

Localizado em Vilarinho das Cambas, o Patamar Business Campus terá um total de 17 pavilhões e outras infraestruturas de apoio. O investimento surge em resposta à dinâmica economia da região

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Em Abril foi lançada a segunda fase do empreendimento que compreende a construção de dois blocos com 13 pavilhões, depois do lançamento dos primeiros quatro pavilhões, ainda em 2021.

Os primeiros quatro armazéns já foram entregues e vendidos, enquanto os 13 lançados agora deverão ser entregues no próximo mês de Dezembro, no caso dos espaços de menor dimensão, enquanto os maiores estarão concluídos em Junho de 2023. Os armazéns estão à venda com preços a partir de 295 mil euros.

A nascer nos arredores de Vila Nova de Famalicão, junto à auto-estrada Famalicão-Vila do Conde, o Patamar Business Campus está situado a cerca de dois quilómetros da rede nacional de auto-estradas (A7 e A3) e do futuro Terminal Ferroviário de Mercadorias de Famalicão, em Lousado, e a menos de 30 minutos do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, na Maia, e do terminal de Leixões, em Matosinhos.

A localização e as respectivas acessibilidades são o grande trunfo do novo centro de negócios, que promete dar resposta à dinâmica economia da região norte, que lidera, por regiões. as exportações portuguesas.

“Investir nos pavilhões do Patamar Business Campus é uma excelente opção estratégica para qualquer negócio que precise de espaços até cerca de mil metros quadrados”, explica Miguel Marques, responsável pelo segmento corporate da Medium, agência imobiliária que comercializa os imóveis em exclusivo.

Os armazéns do Patamar Business Campus têm áreas de 295 metros a 1100 metros quadrados. Neste último caso, serão os maiores armazéns do centro empresarial, que apresentam “características diferentes”, revela Miguel Marques, adiantando que “todos os armazéns terão um pé direito de sete metros, acesso a camiões de grande porte e espaços verdes”.

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Savills coloca ANACOM no edifício Ramalho Ortigão 51

Este é o primeiro arrendamento do edifício depois de ter sido adquirido pela Incus Capital em Janeiro deste ano. A ANACOM vai ocupar quatro pisos do edifício

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A consultora Savills foi responsável pelo primeiro arrendamento do exclusivo edifício de escritórios Ramalho Ortigão 51 – RO51, em Lisboa. O novo tenant é a Autoridade Nacional de Comunicações, ANACOM, que irá ocupar quatro pisos, o que corresponde a metade do edifício, ficando apenas disponíveis os últimos quatro pisos.

Localizado na zona da Praça de Espanha, o RO51 conta com mais de 24 mil m2 e com 296 lugares de estacionamento. O edifício foi totalmente remodelado em 2019 e está, actualmente, a ser alvo de uma intervenção de modernização das áreas comuns com o objectivo de atingir o nível de Certificação BREEAM Excellent.

Quanto aos requisitos, a ANACOM procurava um edifício com uma localização central, próxima da actual, que lhe permitisse centralizar num único espaço as instalações até agora dispersas em dois edifícios na Avenida José Malhoa (edifícios n.º 12 e alguns pisos do nº 14). A oferta de infraestruturas comuns a ser utilizada exclusivamente pelos inquilinos e que inclui uma sala de conferências, balneários, estacionamento com carregadores eléctricos e com lugares para bicicletas, pesou na escolha.

A Incus Capital, proprietária do imóvel, considera o arrendamento do RO51 valida a estratégia de investimento do grupo no sentido de melhorar a oferta de escritórios em Lisboa e Porto.

“Estamos muito entusiasmados em ter a ANACOM como inquilina e também com o desenvolvimento do projecto que irá dotar o RO51 de várias infraestruturas de uso comum importantes para as novas formas de trabalho e também com a certificação de Sustentabilidade BREEAM. Adicionalmente, contamos em valorizar as zonas exteriores para uso exclusivo dos utilizadores do RO51 promovendo uma forte relação com as zonas verdes envolventes”.

Frederico Leitão de Sousa, head of Corporate Solutions, Savills Portugal sublinha, ainda, que “com a aquisição do RO51 por parte da Incus Capital em Janeiro de 2022, a Savills teve um papel preponderante na representação do proprietário ao concluir uma das mais relevantes transacções do ano. O prestígio inegável de ter um tenant como a ANACOM num edifício que pertence ao portfólio da Incus Capital há menos de um ano, oferece solidez e preservação ao proprietário de um dos edifícios mais icónicos da cidade de Lisboa.”

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Estaleiros da Soares da Costa dão lugar a centro comercial e empresarial

Promovido pelo Grupo Ferreira Martins, o Gaia Park, em Vila Nova de Gaia, vai contar com seis blocos, num total de 70 mil m2 e uma Área Bruta de Construção de 24.480m2

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Os antigos estaleiros da Soares da Costa vão dar lugar a um empreendimento de cariz comercial e empresarial, promovido pelo Grupo Ferreira Martins (GFM). O Gaia Park, em Vila Nova de Gaia, no gaveto da EN1/Rua da Rechousa com a A29, conta com “excelente visibilidade e boas acessibilidades às principais vias envolventes”.

O terreno com cerca de 70 mil m2 e uma Área Bruta de Construção (ABC) de 24.480m2 vai contar com seis blocos. O edifício A, com uma área de terreno de cerca de 10.000m2 e uma ABC de 3.660m2, destina-se a comércio e serviços e que irá albergar na íntegra uma insígnia de retalho alimentar. A abertura está prevista para o final de 2023.

Os edifícios B, C e D, com um total de ABC de 19.150m2, destinam-se a comércio, serviços e armazenagem e os edifícios E e F, com 1.670m2, destinam-se a escritórios e serviços e cujo layout da futura construção poderá ser adaptado às necessidades do cliente.

O novo centro empresarial e comercial Gaia Park irá contar, ainda, 750 Lugares de estacionamento e cerca de oito mil m2 de espaços verdes de uso comum.

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Kronos Homes inicia construção e 2ª fase de vendas do Distrikt

O empreendimento irá contar com um total de 214 apartamentos distribuídos por quatro torres residenciais, com 14 pisos cada, acima do embasamento comum, para o qual estão previstos um jardim e duas piscinas

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O projecto residencial Distrikt, promovido pela Kronos Homes, vai iniciar os trabalhos de execução da estrutura, tendo já 80% das vendas alcançadas na primeira fase de vendas. Os mais de 100 apartamentos já reservados de um total de 128, fazem parte dos primeiros dois edifícios deste inovador condomínio, que está a nascer na zona do Parque das Nações, em Lisboa.

Destacando-se pela sua arquitectura única e pela área de lazer, este empreendimento irá contar com um total de 214 apartamentos distribuídos por quatro torres residenciais, diferenciadas pela sua “forte personalidade “geométrica de 14 pisos cada, acima do embasamento comum, para o qual estão previstos um jardim e duas piscinas, destinados exclusivamente aos futuros moradores. Com tipologias que vão desde o T1 ao T3, o empreendimento contará, ainda, com uma zona destinada a comércio. O projecto de arquitectura é assinado pelo Estúdio Morph e por Bak Gordon Arquitectos.

“Este projecto distingue-se pela arquitectura com a melhor orientação solar e rotação de 45 graus dos edifícios, que garante o máximo contacto com o exterior das salas principais e, na grande maioria das casas, com a melhor vista panorâmica. Os elementos arquitectónicos mais poderosos do projecto são as varandas, com formas curvas que se destacam nas fachadas”, explica César Frías Enciso, arquitecto da Morph Studio, responsável pelo desenho do projecto.

O Distrikt situa-se a 5 minutos do aeroporto e a menos de 20 minutos a pé de um dos maiores centros comerciais da capital e da estação do Oriente. Ao seu redor conta ainda com espaços verdes, passadiços à beira do rio Tejo e uma vasta oferta cultural e de serviços hospitalares e educativos. Com o melhor da cidade à porta de casa, irá distinguir-se pelos traços arrojados e pela preocupação com o urbanismo sustentável, dentro e fora do edifício.

Além do Distrikt, a Kronos Homes detém dois projectos de turismo residencial no Algarve, o Palmares Ocean Living & Golf, em Lagos, e o Amendoeira Golf Resort, em Silves, e o projecto residencial The One, em Lisboa. Este edifício, que já está em construção, conta com 60% das unidades vendidas, tendo apenas 23 unidades disponíveis.

A promotora iniciou a sua actividade no sector residencial espanhol em 2015, momento desde o qual tem vindo a aumentar a sua carteira de negócios e o investimento destinado ao desenvolvimento dos mesmos. Chegou a Portugal no final de 2017, iniciando assim a sua expansão internacional. Tem actualmente 29 projectos em curso em ambos os mercados.

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Estudo: Portugal pode tornar-se o hub do “reshoring” da Europa

O recente estudo da JLL – “Supply Chain Disruptions” – mostra como os negócios estão a realocar os seus postos de produção nos países de origem das empresas para protegerem os seus stocks. Pelo seu posicionamento Portugal pode ser beneficiado

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As empresas europeias procuram na região de EMEA (que abrange a Europa, o Médio Oriente e África) uma alternativa à produção e abastecimento na Ucrânia e na Ásia, após meses de interrupção da cadeia de abastecimento, conforme concluiu o relatório “Supply Chain Disruptions”, promovido pela JLL.

O mesmo estudo revela que são várias as empresas que operam nos sectores do retalho e manufactura que já decidiram realocar parte ou totalidade da sua produção. Os dados internos da JLL mostram que os novos beneficiários europeus do “reshoring” são a Europa Central e a Roménia, à medida que as fronteiras europeias da Turquia e Marrocos estão também no radar.

Esta tendência surge no seguimento da pandemia, que provocou uma quebra nas redes de distribuição e um grave estrangulamento nos portos e aeroportos, pelo que as empresas começaram a optar pelo “reshoring” como tentativa de solução para fazer face às interrupções nas cadeias de abastecimento. A JLL antecipa ainda que a escassez de terrenos e de mão-de-obra contribuirão para o aumento da procura na Europa Central, do mercado primário até ao secundário e terciário, estes estrategicamente localizados.

Dados do Flexport mostram que uma viagem média de contentores da Ásia para a Europa quase duplicou desde 2019, enquanto a investigação da Buck Consultants International (BCI) confirma o mesmo que a JLL: mais de 60% das empresas americanas e europeias estão a planear alocar parte da sua produção de volta ao seu país de origem.

Considerando as redes de transporte actuais e os gateways logísticos, pode-se dizer que as mercadorias circularão, sobretudo, ao longo de dois corredores de distribuição: a tradicional Dorsal Europeia (do centro de Inglaterra ao norte de Itália) e a emergente “Black Sea Banana”, que liga Budapeste ao Mar Negro.

“A discussão sobre o nearshoring (quando as operações são movidas para um país próximo ao de origem, por oposição ao offshoring) não é recente. Uma relação custo/risco mais favorável e o facto de se terem perdido muitas infraestruturas de produção na Europa, continuaram a garantir ao continente asiático a vantagem para a localização dos grandes hubs de distribuição e produção de uma vasta gama de produtos. Este cenário está agora a mudar, devido à recente conjuntura e também pelos novos hábitos de consumo. Neste contexto Portugal apresenta vantagens competitivas, ligadas ao seu posicionamento geográfico e demografia muito aliciantes que nos colocam numa posição de destaque na estratégia europeia de nearshoring”, afirma Marlene Tavares, head of Retail & Logistics Investment da JLL.

Na perspectiva das responsáveis, as alterações nas estratégias das empresas no que respeita a relocalização dos seus hubs de produção e distribuição para mais perto do consumidor europeu, podem beneficiar o mercado português, que dispõe de um posicionamento geográfico estratégico na ligação entre o continente europeu e o continente americano. O imobiliário deste segmento poderá ser alvo de um forte aumento de procura para ocupação e investimento.

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Luís Lopes eleito para presidência da nova direcção da ASMIP

Nos próximos três anos, a nova direcção pretende “continuar a garantir uma posição credível e reconhecida junto das empresas, que permita apresentar e defender os interesses, quer das suas associadas, quer da classe em geral”

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A Associação dos Mediadores do Imobiliário de Portugal (ASMIP) elegeu a nova direcção para o triénio 2023/2025. Luís Lopes, da Forma de Saída, será o novo presidente da direcção, tendo como vice-presidente Francisco Bacelar, da Forma Régia, que ocupou a presidência nos últimos dois mandatos. Luís Ribeiro, da Figueira Center Imobiliária preside à Assembleia Geral e Mário Matos, da IMA, estará à frente do Conselho Fiscal.

Ao iniciar esta nova etapa, a nova direcção destaca um conjunto de desafios que vão nortear o caminho nos próximos três anos, sendo que o primeiro e mais importante é continuar a garantir uma posição credível e reconhecida da ASMIP, junto das empresas que representam e de todas as entidades com quem se relaciona, que permita apresentar e defender os interesses, quer das suas associadas, quer da classe em geral.

Luís Lopes destaca que “ao longo do nosso percurso o reconhecimento tem sido crescente em diversas instituições públicas e privadas. O mais recentemente, por exemplo, depois de um primeiro passo como observadores nas reuniões do Conselho Nacional de Habitação, foi sermos reconhecidos como membros nas reuniões deste importante órgão consultivo do Governo, no domínio da política nacional de habitação, criado no âmbito da Lei de Bases da Habitação”.

Outro dos desafios passa pela contínua formação dos profissionais da mediação. “Nesse sentido estaremos empenhados em alargar a diversidade de oferta formativa, com mais áreas abrangidas, novos temas, e novos formadores”, acrescenta.

Do conjunto de dezena e meia de iniciativas e desafios que a nova direcção da ASMIP quer ver implementados no próximo triénio, destaque também o lançamento de um portal, com o objectivo de fazer dele uma alternativa válida para a geração de leads que façam movimentar o negócio das empresas associadas, e demais empresas aderentes, tendo como objectivo secundário a partilha de negócio entre todos os seus utilizadores.

Continuar a garantir o apoio jurídico aos associados; incrementar as parcerias e participações; estabelecer pontes com organismos nacionais e internacionais; apoiar eventos como o Imobinvest e a participação no SIL, são um conjunto de outras iniciativas que vão continuar a ser privilegiadas.

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Oriflame escolhe Edifício Adamastor para o seu escritório em Lisboa

A marca sueca de cosméticos é o novo inquilino do Edifício Adamastor, no Parque das Nações. As consultoras imobiliárias Worx e CBRE foram responsáveis por esta colocação

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O Edifício Adamastor, propriedade da Imopolis, está localizado na Av. D. João II, a artéria mais importante do Parque das Nações. Esta é uma zona que se tem afirmado, cada vez mais, como uma excelente opção para empresas que procuram arrendar escritórios novos. Este edifício destaca-se pela sua arquitectura moderna e qualidade, mas também pela excelente localização, a uma curta distância da Gare do Oriente e do aeroporto.

“Esta localização e novas instalações, aproximam a Oriflame dos seus parceiros de marca e clientes, com espaços disponíveis que permitem a experiência de marca, cocriação, e centro de networking. Também para os nossos funcionários temos condições melhores e mais ajustadas à nova realidade do mercado, e que promovem os valores fundamentais da empresa de união, espírito e paixão”, justifica Rui Matias da Silva, director geral da Oriflame em Portugal.

A Oriflame vai ocupar no Edifício Adamastor uma área de 360 metros quadrados, no 13º piso, o que permite uma vista privilegiada e desafogada sobre o rio Tejo. Na opção por este edifício pesaram factores como o espaço de escritórios em condições que permitiam uma mais rápida utilização do espaço, a localização central e os acessos rodoviários e de transportes públicos. Toda a envolvente do Parque das Nações, com espaços de lazer, comércio e serviços, fez também com que o Edifício Adamastor se destacasse entre outras opções.

“O Edifício Adamastor responde às necessidades da Oriflame, pelas suas excelentes características e localização. A vista rio acabou por ser um plus interessante, pelo ambiente que proporciona aos seus colaboradores”, refere Jorge Telles de Carvalho, consultant da Worx Real Estate Consultants, que representou a Imopolis (proprietária do edifício).

“O Parque das Nações é um dos destinos mais atractivos para as empresas na cidade de Lisboa. Temos a certeza que o Edifício Adamastor é a escolha mais acertada para a Oriflame ao selecionar esta localização para a sua nova sede e que irá responder às suas exigências e necessidades”, comenta André Almada, senior director offices advisory & transaction na CBRE.

O empreendimento Adamastor é composto por duas torres de escritórios, numa localização privilegiada no Parque das Nações. Com excelentes infraestruturas, estacionamento e rodeado de serviços e comércio, é um edifício de relevo no mercado de escritórios em Lisboa.

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Acciona inaugura o edifício Priority 1907

Com promoção da Acciona e da CleverRed e empreitada da Baltor, o antigo edifício do século XX dá lugar a com 18 novos apartamentos

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Perto da estação ferroviária de Alcântara Terra, no início da Rua Prior do Crato, encontra-se o recém-inaugurado Priority 1907. O projecto renovou o edifício mais emblemático da Rua Prior do Crato, que pertenceu à escola de artes da Fundação Ricardo Espírito Santo, preservando a autenticidade histórico-arquitectónica do imóvel, cuja construção original data de 1907. O edifício manteve a sua fachada intacta mas embelezada, as suas colunas de ferro fundido e grandes janelas ganharam vida e a estrutura interior foi respeitada e melhorada com a criação de 14 lofts e 4 apartamentos. Com promoção da Acciona e da CleverRed, a empreitada esteve a cargo da Baltor.

Segundo Andrés Pan de Soraluce, CEO da divisão imobiliária da Acciona, “Lisboa é um mercado estratégico para a Acciona, onde temos uma carteira de quase 600 casas para continuar a desenvolver o nosso compromisso com a sustentabilidade em Portugal, através de projectos que cuidam do meio ambiente e melhoram a vida das pessoas”.

Também Carlos Cercadillo, ceo da CleverRed, confirmou a intenção de “continuar a apostar na cidade de Lisboa e de desenvolver, conjuntamente com Acciona, uma empresa de nível mundial, muitos mais projectos em Lisboa”.

Também em Alcântara, os dois parceiros têm outro projecto residencial de 74 apartamentos de nova construção – o Alcântara Rio 2 – que irá dar continuidade ao projecto inicialmente apresentado pela extinta Obriverca e que há muito espera para sair do papel.

Além destes dois empreendimentos, a empresa formada pela Acciona e a CleverRed tem um grande projecto de uso misto na Avenida Alfredo Bensaúde, nos Olivais. Com aproximadamente 70 mil m2 de área construída, o projecto combinará vários usos, tais como escritórios, comércio a retalho, habitação para arrendamento, habitação para venda e uma grande área verde.

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Limehome assina primeiro projecto em Portugal

O Porto foi a cidade de entrada num mercado que terá um papel de relevo no crescimento da empresa que tem já outros projectos em negociação em Portugal

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A Limehome empresa de tecnologia hoteleira e operador de serviced apartments totalmente digitalizados, entra no mercado português com a assinatura do primeiro projecto no Porto. Desenvolvido com a Ratisbona, o parceiro local, o projecto compreende um empreendimento de um andar que inclui apartamentos tipo estúdio e de 1 e 2 quartos com terraço e com vista para o rio Douro, a ponte Luís I e monumentos como o Mosteiro da Serra do Pilar.

Devido à sua localização estratégica, os apartamentos enquadram-se perfeitamente na cidade, revitalizando a área próxima ao centro histórico como ponto de encontro, não só para os visitantes, como também para os habitantes da cidade do Porto. O edifício consistirá num empreendimento de altura reduzida de serviced apartaments e a Limehome participará nas obras necessárias.

“Limehome está actualmente a analisar diferentes projectos em Portugal que estão numa fase avançada, não só no Porto, mas também em outras cidades portuguesas. Portugal é um país muito atraente tanto para hóspedes em lazer, como para hóspedes corporativos, com uma procura internacional crescente” afirma Jose Llosa, growth and real estate head na Limehome Iberia.

Para a empresa Lisboa e Porto são cidades chave para o seu crescimento e posicionamento no mercado português mas os seus responsáveis não descartam outros destinos potencialmente interessantes para o seu modelo de negócio, o que lhe permite operar em cidades de diferentes dimensões, tanto capitais como cidades mais pequenas, com diferentes tipos de procura, bem como numa grande variedade de bens imobiliários.

“Portugal tornou-se um destino turístico internacional muito atraente para os nómadas digitais. Temos recebido muito atenção por parte de investidores, family office e fundos de investimento que estão a olhar para Portugal e para o Sul da Europa com interesse no desenvolvimento deste tipo de activos caracterizados pela sua flexibilidade em estadias curtas e médias e uma conta operacional com custos de estrutura reduzidos, graças à digitalização em todos os nossos processos e experiência do cliente”, esclarece Ricky Bichel, Head of International Expansion na sede Limehome em Munique.

Além da assinatura desta operação no Porto, a Limehome acaba de fechar uma ronda de financiamento de 45 milhões de euros. Actualmente, a empresa está presente em 53 cidades, distribuídas por sete países diferentes. Com este capital, a empresa sediada em Munique prepara-se para expandir para outros mercados europeus. Os investidores HV Capital, Picus Capital e Lakestar continuam a participar na ronda, enquanto novos investidores AW Rostamani Group e Capital Four se juntam à ronda.

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Venda de carteiras de crédito malparado em Portugal deverá cair mais de 40% para 1.7MM€

O país perdeu também ritmo na redução do crédito malparado do sistema financeiro. Em Junho de 2022 existiam 7.5 MM€ em crédito em incumprimento nos bancos portugueses, reduzindo apenas 200 M€ face ao final de 2021. Este stock representa 3,3% do total de crédito concedido. Os dados são revelados pela Prime Yield no seu mais recente estudo “Investing in NPL in Iberia 2022”

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O investimento em carteiras de crédito malparado (Non-Performing Loans, NPL na sigla inglesa) deverá travar significativamente este ano, estimando-se que a venda de portfólios deste tipo de activos ascenda a 1.7 mil milhões de euros, de acordo com a Prime Yield no seu mais recente research sobre este mercado na Ibéria. “Investing in NPL in Iberia” acaba de ser lançado e assinala já a sua quinta edição.

Este volume apresenta uma queda de 44% face aos 3 mil milhões de euros transaccionados em 2021, ano em que a actividade recuperou após a travagem de 2020, quando as transacções não foram além dos 1,0 mil milhões de euros, reflectindo o impacto da pandemia.

De acordo com, “Os valores agora apurados contrariam bastante as estimativas que tínhamos no início do ano, as quais apontavam para a continuação da retoma da actividade para os níveis pré-Covid, cujos padrões se situavam entre os 6.5 mil milhões de euros e os 8.0 mil milhões de euros anuais. Mas, na realidade, já vimos que a conjuntura tem, a capacidade de se alterar de forma muito rápida e, também neste mercado surgiram alguns factores que, conjugados, acabaram por resultar num arrefecimento da actividade transaccional”, explica Nelson Rêgo, CEO da Prime Yield.

De acordo com a Prime Yield, esta perda de ritmo face a 2021 fica a dever-se à conjugação essencial de três factores: Em primeiro lugar, as carteiras que estão activas no mercado são de menor dimensão do que antes, afectando o volume global transaccionado. O volume de vendas de 2021 reflecte a negociação de 13 portfólios, enquanto 2022, apesar da quebra assinalável no montante, sinaliza um número semelhante de operações (11).
Em segundo lugar, há uma efectiva redução do número de carteiras a surgir no mercado, pois não só o stock de malparado não aumentou, como se observou a entrada de vários servicers no mercado, os quais actuam numa fase prévia da recuperação do crédito, limitando as carteiras que chegam ao mercado para investimento final.
Por último, continua a existir um desencontro forte nas expectativas de preço entre vendedores e compradores. A Banca tem hoje menor pressão para vender, tentando obter melhor preço pelos portfólios. Já os investidores mostram-se menos abertos a pagar mais, daí decorrendo um desajuste de preços e uma maior demora na concretização dos negócios.

Na perspectiva de Nelson Rêgo, “Portugal continua a apresentar excelentes oportunidades e o fluxo de carteiras a surgir no mercado vai continuar, especialmente ao longo de 2023. A conjuntura económica marcada por uma elevada inflação e o aumento das taxas de juro deverá ter impacto no crescimento do crédito malparado, embora a próxima onda de carteiras em incumprimento deva surgir apenas no final de 2023 e no ano seguinte. Numa primeira fase, o incumprimento deverá afectar mais o segmento de empresas, especialmente as PMEs, e numa segunda fase o crédito às famílias, nomeadamente no âmbito do financiamento para aquisição de habitação”, sustenta.

Para já, a perda de dinâmica na venda de NPL foi acompanhada por uma redução bastante mais lenta do volume de crédito malparado no sistema financeiro português. No 2º trimestre deste ano, Portugal contabilizava 7.5 mil milhões de euros de crédito em incumprimento nos Bancos nacionais, um montante que corresponde a 3,3% do crédito total concedido no país. Este volume fica apenas 200 milhões de euros abaixo do final de 2021, mas reduz em 1.3 mil milhões de euros face aos 8.8 mil milhões de euros contabilizados no mesmo período de 2021.

No contexto europeu, Portugal é o país com o décimo maior volume de NPL, embora possuindo um stock bastante inferior aos dos líderes França, que detém cerca de 109.7 mil milhões de euros, de Espanha, com 78.9 mil milhões de euros, ou de Itália, onde ainda permanecem 51.8 mil milhões de euros. Para mais, o NPL no sistema financeiro português equivale actualmente a um terço do registado há três anos, quando o stock ascendia a 21.3 mil milhões de euros.

Em termos do crédito malparado atual, as empresas representam a maior fatia, nomeadamente 64% do stock contabilizado no país, o equivalente a €4.8 mil milhões. Deste volume, 73% está concentrado nas PME’s (3.5 mil milhões de euros), sendo que 42% do crédito malparado às empresas está garantido por imobiliário corporativo, no valor de 2.0 mil milhões de euros. O segmento das famílias contabiliza 2.7 mil milhões de euros em malparado, o que representa 36% do stock total. Deste valor, 1.1 mil milhões de euros diz respeito a crédito à habitação.

A Prime Yield lança anualmente o relatório” Investing in NPL in Iberia”, onde estima o potencial de transacção de crédito malparado em Portugal e Espanha. O estudo apresenta um balanço da actividade transaccional de NPL em 2022, além de analisar o stock e rácio deste tipo de crédito no respectivo sistema financeiro, disponibilizando ainda um olhar sobre a economia e o mercado imobiliário.

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Preços na baixa e centro histórico do Porto descem 6,4% no 1º trimestre do ano

No 1º semestre deste ano, os preços da habitação no conjunto das áreas de reabilitação urbana da baixa e centro histórico do Porto registaram uma queda de 6,4% face ao semestre anterior

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Trata-se de uma inversão face à subida semestral de 11,6% que os preços tinham observado no 2º semestre de 2021
O comportamento dos preços neste território é monitorizado pela Confidencial Imobiliário através do Índice de Preços da Baixa e Centro Histórico do Porto.

Este contraste no desempenho semestral dos preços na Baixa e Centro Histórico não é inédito, já que ao longo dos últimos quatro anos é comum observarem-se oscilações entre variações positivas e negativas, algumas das quais com amplitudes vincadas.

A quebra que sucedeu a uma forte valorização em termos semestrais, impactou desde logo a variação homóloga dos preços, que se manteve em terreno positivo, mas que travou de 13,7% no 2º semestre de 2021 para os actuais 4,4%.
Contudo, anteriormente as oscilações acentuadas entre as variações semestrais observaram-se em contextos de contracção ou estabilização do investimento imobiliário, ao passo que agora se verifica num momento de expansão da actividade. Designadamente, no 1º semestre de 2022 foram investidos 141,8 milhões de euros na aquisição de imóveis nas ARUs da Baixa e Centro Histórico, volume que aumentou 28% face ao semestre anterior e que recoloca a actividade nos níveis pré-Covid.

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