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Remax com crescimento de 19% no 1º trimestre desde ano

Nos dados agora apresentados, as regiões do Centro de Lisboa e do Grande Porto continuam a representar cerca de 30% das transacções. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros continuam a ser aqueles que mais negoceiam em imobiliário

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Remax com crescimento de 19% no 1º trimestre desde ano

Nos dados agora apresentados, as regiões do Centro de Lisboa e do Grande Porto continuam a representar cerca de 30% das transacções. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros continuam a ser aqueles que mais negoceiam em imobiliário

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A rede imobiliária Remax registou nos primeiros três meses do ano um volume de preços de cerca de 1,74 mil milhões de euros, relativos a 19.669 transacções, 76,7% das quais de compra e venda de imóveis, o que representa o melhor primeiro trimestre de sempre. A empresa finaliza este período com um incremento no número total de transacções, com mais 19,1%, e um volume de preços superior em 31%, quando comparado com igual período de 2021. Num sector que continua a dar provas de grande dinamismo, a Remax cresce em todos os indicadores de actividade.

Continuam a ser os portugueses quem mais está a adquirir ou a arrendar casa, com os investidores nacionais a serem responsáveis por 79,8% das transacções da Remax neste período. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros reforçaram a segunda posição daqueles que mais negoceiam em imobiliário – entre Janeiro e Março, as transacções com  os cidadãos brasileiros a representarem 6,5%, a que se seguiram norte-americanos (1,5%) e franceses (1,2%). Destaque para a nacionalidade norte-americana, que face ao trimestre homólogo de 2021, cresceu 143,3% no número de transacções, subindo quatro posições.

Nos dados agora apresentados, as regiões do Centro de Lisboa e do Grande Porto continuam a representar cerca de 30% das transacções da rede, não obstante os seus crescimentos não terem sido tão acentuados quanto à média nacional (19%). Por seu lado, a Margem Sul revelou um nível de actividade praticamente similar ao verificado nos três primeiros de 2021, em contraste com as regiões do Algarve, Linha de Cascais e Linha de Sintra, que verificaram crescimentos superiores a 30%.

Numa análise por distrito e apenas considerando aqueles que registaram mais de 200 transacções, o destaque vai para os distritos de Viseu (41,6%), Faro (41%) e Braga (26,4%), aqueles que mais cresceram face a igual período do ano passado. Lisboa com um incremento de 10,7%, o Porto 9,9% e Setúbal com 3%, registaram também bons níveis de crescimentos, atendendo ao enorme peso que representam na rede.

Tal como em ciclos anteriores, os apartamentos e as moradias são os dois tipos de propriedade que a rede mais comercializa, representando 62,7% e 20,8% do total, respectivamente, o que corresponde a cerca de 83,5% das transacções da rede no trimestre. Já as restantes foram referentes a terrenos (6,1%), lojas (4,1%), quintas (1,2%) e outros (5,1%). Salientar que com a retoma da actividade económica, sendo que o primeiro trimestre de 2021 foi pautado por um novo período de confinamento, entre Janeiro e Março deste ano houve um forte incremento na procura de lojas, o que originou um crescimento de 54,1% no número de transacções.

Actualmente, a rede imobiliária conta com total de 383 agências e ultrapassou já os 10 mil consultores.

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Explorer e Pedro Seabra adquirem gestora de fundos imobiliáros Refundos

A aquisição desta entidade gestora de activos, investimentos e fundos imobiliários permite a reorganização do negócio da área de real estate da Explorer, que passa a ser gerida pela sociedade Refundos-Explorer

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A Explorer e Pedro Seabra adquiriram a Refundos SGOIC à Rivercrown Real Estate Management. A aquisição desta entidade gestora de activos, investimentos e fundos imobiliários permite a reorganização do negócio da área de real estate da Explorer, que passa a ser gerida pela sociedade Refundos-Explorer.

A nova sociedade passa a ser investment advisor do Explorer Real Estate Fund I, fundo criado em 2017, e co-investidor responsável pela gestão do activo da CPHP (Penha Longa Resort). Na sua nova actividade de entidade gestora de veículos de investimento colectivo encontra-se já neste momento a constitur três SICAFIs que ficarão sobre a sua gestão.

A Refundos-Explorer vai ser liderada por Pedro Seabra, responsável pela área de Real Estate, fazendo parte do conselho de administração Elizabeth Rothfield e Frederico Arruda Moreira, que transita da gestão da Refundos.

A equipa acompanha de forma contínua o mercado para identificação de novas oportunidades e conta com inúmeros casos de sucesso nas várias áreas em que tem actuado, entre os quais se podem destacar a renovação e reposicionamento de edifícios de escritórios como é exemplo a nova sede da Cuatrecasas em Lisboa.

Para Pedro Seabra “esta aquisição e este reposicionamento, dando-nos  a capacidade de gerir veículos regulados pela CMVM, dá-nos uma maior projecção e abrangência como gestores de imobiliário. A junção das duas equipas dá-nos mais força e solidez para actuar neste mercado que continua atractivo para investidores nacionais e internacionais e com enorme potencial”.

Criada em 2003 por Rodrigo Guimarães e Elizabeth Rothfield, a Explorer gere e assessora fundos com activos superiores a 1,4 mil milhões de euros, divididos em três áreas de negócio: Private Equity, Turismo e Imobiliário.

Já a Refundos foi fundada em 1993 e, em 2007, adquirida pela Sonagi SGPS (Grupo Queiroz Perreira – Semapa) e depois, em 2019, pelo Grupo Rivercrown, com Frederico Arruda como sócio. A principal actividade da Refundos foi a gestão do Maxirent Fundo De Investimento Imobiliário Fechado cotado na Euronext, Lisboa.

A Refundos foi distinguida com o MSCI European Property Investment Award pela carteira especializada com melhor desempenho no mercado português por atingir o maior retorno total (8,67%) relativamente ao benchmark do sector imobiliário anualizado ao longo de três anos até dezembro de 2021.

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Alojamento local em Lisboa e Porto recupera 2.500 apartamentos no último ano

Entre Abril e Junho, Lisboa e o Porto somavam, em conjunto, 6.500 fogos T0/T1 activos no Alojamento Local, de acordo com os dados do SIR-Alojamento Local, gerido pela Confidencial Imobiliário. Ainda assim, a oferta mantêm-se 35% abaixo do pré-covid

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Os dados incidem sobre apartamentos de tipologia T0 e T1 com registo de Alojamento Local listados nas plataformas de reserva e que exibem actividade de vendas e ocupação regulares.

Trata-se de uma oferta que recupera cerca de 2.500 fogos para a actividade do Alojamento Local face ao mesmo período do ano passado, quando o número de apartamentos T0/T1 com actividade regular nas plataformas de reserva em Lisboa e Porto rondava apenas as 4.000 unidades, repartidas equitativamente entre as duas cidades.

Apesar desta trajectória de recuperação da oferta activa no Alojamento Local, o mercado continua subdimensionado face ao período pré-Covid. No final de 2019, Lisboa e o Porto contabilizavam, em conjunto, cerca de 10.000 fogos T0/T1 com actividade regular no Alojamento Local. Do volume de fogos em actividade neste período, cerca de 6.000 situavam-se em Lisboa e 4.000 no Porto.

De acordo com Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário, “a redução da oferta activa foi um dos efeitos mais vincados da pandemia. O regresso dos alojamentos ao mercado tem sido lento, reflectindo a desconfiança dos proprietários face a uma actividade que se manteve anémica durante muito tempo. Desde o Verão passado que se nota um regresso paulatino de apartamentos ao AL e o actual nível de oferta, embora ainda distante dos padrões pré-pandemia, reflecte a maior confiança dos proprietários neste mercado, o qual alcançou no Verão indicadores de desempenho que não só deixam para trás o período do Covid, como estabelecem novos máximos”.

De acordo com os dados do SIR-Alojamento Local, apesar de ser um mercado de menor dimensão face ao pré-Covid, o Alojamento Local registou no 2º trimestre deste ano um desempenho em máximos históricos. Lisboa rompeu recordes de ocupação, rentabilidade e diárias, registando uma ocupação média de 73%, um RevPAR de 78€ e uma diária média de 108€. No Porto, as diárias médias também estão em máximos, atingindo os 91€ no 2º trimestre, ao passo que o RevPAR alcançou o anterior recorde, de 53€, e a ocupação está a aproximar-se dos níveis máximos do mercado, ao atingir 58% no 2º trimestre deste ano.

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Fortera e Horizonte Urbano Group reforçam activos na Área Metropolitana do Porto

A CBRE, em representação dos proprietários e da Sociedade Gestora Interfundos vendeu dois edifícios localizados em Gaia e no Porto à Fortera e ao Horizonte Urbano Group, respectivamente. O primeiro será reconvertido num edifício de escritórios, no segundo em residencial

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(na imagem: Via Gaia)
O edifício Via Gaia localiza-se numa zona central da cidade de Gaia, a poucos minutos da Ponte da Arrábida e perto da rotunda VL8. Com uma área superior a sete mil metros quadrados, este edifício vai beneficiar da proximidade à futura linha de metro que ligará Gaia ao Porto. O seu novo proprietário é a Fortera que vai promover uma transformação profunda ao edifício e aí vai instalar a sua sede.


(Porto, Júlio Dinis)

“Estamos a projectar uma remodelação que posicionará este edifício como um dos melhores escritórios em Gaia. Oferecerá todas as amenidades aos seus inquilinos, como rooftop com vista para o Douro, ginásio, restaurantes e amplos espaços de trabalho. Esta será ainda, no futuro, a nova sede da Fortera, que muito orgulho nos trará”, refere Elad Dror, CEO do Grupo Fortera.

Já o edifício Júlio Dinis, localizado no centro do Porto, a escassos minutos da rotunda da Boavista e muito próximo do Palácio de Cristal e da baixa da cidade, é um edifício de escritórios com quatro mil e oitocentos metros quadrados que será remodelado e convertido em residencial, indo ao encontro da procura de gama alta que se encontra nesta zona.

“Esta é mais uma importante aquisição para o nosso portfolio e será sem margem para dúvidas, um projecto residencial de referência no centro da cidade. Vamos desenvolver um empreendimento de grande qualidade, flexível e perfeitamente adaptado às novas tendências do sector”, sublinha Nuno Esteves, CEO da Horizonte Urbano Group.

“A Área Metropolitana do Porto tem gerado crescente interesse em diferentes perfis de investidores, tanto privados como institucionais, nacionais e internacionais. Estas duas transações vêm comprovar a forte dinâmica que se vive no mercado de escritórios e residencial, com especial foco em ativos para reposicionar. É previsível que toda a Área Metropolitana do Porto continue a ganhar relevância no panorama nacional nos próximos meses, com várias outras transações em fase de conclusão.”, afirma Miguel Alvim, Head of Development Properties da CBRE Portugal.

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Cushman & Wakefield vende terreno industrial em Loures

A propriedade, com uma área total de, aproximadamente, 53 mil m2, e uma área bruta locável de cerca de 20 mil m2. foi adquirida pela VGP ao Grupo Odivel-lar

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A Cushman & Wakefield, anuncia a venda, em representação do Grupo Odivel-lar, de um terreno industrial em Loures, junto à loja BricoDepot, com uma área total de, aproximadamente, 53.000m2, e uma área bruta locável de cerca de 20.000m2.

A propriedade foi adquirida pela VGP, uma promotora gestora e proprietária pan-europeia de imóveis logísticos e semi-industriais de alta qualidade, que opera com um modelo de negócios totalmente integrado com recursos e experiência de longa data em toda a cadeia de valor.

Fundada em 1998 como uma incorporadora imobiliária familiar belga na República Checa, a VGP conta, actualmente, com uma equipa de cerca de 380 colaboradores e opera em 19 países europeus. A empresa possui um banco de terrenos de desenvolvimento (próprio ou comprometido) de 11,31 milhões de m² e o seu foco estratégico é o desenvolvimento de parques empresariais.

O terreno tem excelentes acessibilidades, está localizado no cruzamento A40 e A9 (CREL – Circular Externo de Lisboa), a 13km do centro da cidade de Lisboa e a 7km do centro de Loures, e será o novo parque para as actividades logísticas e industriais da DPD e DHL, ocupantes de renome, que o irão utilizar para servir toda a Área Metropolitana de Lisboa.

Para Sérgio Nunes, director de industrial, Logística e Terrenos da Cushman & Wakefield, “Esta transacção demonstra o dinamismo e crescimento da logística urbana na zona de Loures, bastante atractiva para as empresas dado as excelentes ligações ao interior e exterior da cidade de Lisboa. Na nossa opinião, a aposta dos futuros ocupantes, vem responder à maior exigência dos consumidores em obter os seus produtos com maior qualidade e em menos tempo”.

Com 31 anos de actividade em Portugal, a Cushman & Wakefield participou nas operações imobiliárias mais emblemáticas das últimas três décadas e é considerada, pelos Euromoney Awards, a melhor consultora imobiliária em Portugal – 2015, 2018, 2020 e 2021 – e no mundo – 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022.

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Escritórios: 2022 já é o melhor ano de sempre

No final de Setembro, o mercado de escritórios de Lisboa somava uma ocupação acumulada de 248.000 m², tendo superado a marca de 230.000 m2, registada em 2008 e praticamente triplicado a totalidade do ano de 2021 (162.000 m²)

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A um trimestre do seu fecho, 2022 já é o melhor ano de sempre no mercado de escritórios de Lisboa, superando a marca de 230.000 m2, registada em 2008. No final de Setembro, o mercado somava uma ocupação acumulada de 248.000 m², praticamente triplicando o nível de actividade do período homólogo e excedendo em 53% o volume de ocupação registado na totalidade do ano de 2021 (162.000 m²), conclui o Office Flashpoint da JLL.

O crescimento foi também expressivo no que toca ao número de operações concretizadas, ou seja, 162, o que se traduziu num aumento de 76%. Deste total, 47 envolveram espaços superiores a 1.000 m², contribuindo para o apuramento de uma área média por operação de 1.530 m². No acumulado do ano, a procura foi liderada pelas empresas de “Serviços Financeiros” (36% do take-up) e mostrou-se mais dinâmica no Parque das Nações (28% da ocupação).

Setembro foi, também, o segundo melhor mês do ano, logo atrás de Abril, com 21 operações concluídas que somaram 40.600 m², duplicando o nível de actividade face a agosto. A zona histórica e ribeirinha foi a mais activa no mês, sendo a morada de 45% da área ocupada, ao passo que o sector “Outros Serviços” foi o mais dinâmico do lado da procura, sendo responsável por 50% da ocupação registada.

Num mês em que a área média por operação se cifrou em 1.934 m², foram concretizados oito negócios com áreas superiores a 1.000 m², com destaque para a colocação de 17.750 m² na zona 4, naquela que foi a maior operação do mês e uma das maiores do ano. A JLL actuou em seis negócios em Setembro, metade dos quais com áreas superiores a 1.000 m², caso da instalação da Pleo no DP11 (2.750 m²) e dos CTT no Green Park (2.350 m²).

Sofia Tavares, head of Office Leasing da JLL, comenta que “Setembro acabou por ser um mês ainda mais dinâmico do que o antecipado, fazendo com que a três meses do final do ano já tenham sido ultrapassadas as projecções com que tínhamos iniciado 2022.  Este já é o melhor ano de sempre no mercado de escritórios lisboeta e, tendo em conta que ainda temos um trimestre pela frente, a manter-se o ritmo que temos observado até aqui, podemos vir a aproximar-nos dos 300.000 m² este ano, o que seria um feito inédito”.

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B. Prime coloca a CCE no Edifício PRIME

A empresa com actividade no sector da construção civil, a sede vai ser deslocada do Alfrapark para o piso 7 do edifício Prime, localizado na zona dos Cabos d’Avila. O edifício Prime está a ser comercializado em regime de co-exclusividade pela B. Prime e pela Worx

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A equipa de agência da B. Prime colocou a Construction Concept Europe no Prime, edifício gerido pela sociedade gestora Southcap SGOIC. Devido ao plano de expansão desta companhia, com actividade no sector da construção civil, a sede vai ser deslocada do Alfrapark para o piso 7 do edifício Prime, localizado na zona dos Cabos d’Avila, na ligação com a estrada IC 19 e a autoestrada A5, junto ao polo comercial de Alfragide.

O imóvel, com uma fachada totalmente envidraçada, com excelente exposição solar e que permite uma vista panorâmica sobre o rio Tejo, a cidade de Lisboa e a margem Sul, tem uma área total de 7.975 m2 e 291 lugares de estacionamento, em cave, sendo composto por nove pisos destinados a escritórios em open space.

Segundo Paulo Henriques, Partner da B. Prime “a CCE procurava um espaço que lhe permitisse acomodar o crescimento orgânico e, de preferência, na mesma zona em que já se encontravam localizados. A opção pelo edifício Prime acabou por ser natural dada a proximidade das instalações que ocupavam. A excelente relação qualidade/preço que o edifício Prime oferece aos seus inquilinos, foi outro factor fundamental.”

A Construction Concept Europe (CCE), detentora de diversos certificados europeus e nacionais, é uma empresa com alvará de Construção Civil e Obras Públicas, constando no seu currículo diversas empreitadas de edificação de estruturas de betão para edifícios industriais, residenciais e obras subterrâneas, nomeadamente túneis rodoviários e ferroviários. A sede da CCE que foi agora colocada pela B. Prime, tem igualmente delegações em Portugal, Países Baixos, Alemanha e Bélgica.

O edifício Prime está a ser comercializado em regime de co-exclusividade pela B. Prime e pela Worx.

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Volume de vendas de habitações em resorts aumenta 20% no 1º semestre de 2022

Segundo o relatório “Portuguese Resorts Market Report”, produzido pela Confidencial Imobiliário, em parceria com a Associação Portuguesa do Turismo Residencial e Resorts e apoiada pelo Turismo de Portugal, revela que os britânicos representam mais de 50% da procura em Albufeira-Loulé

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De acordo com o mais recente relatório “Portuguese Resorts Market Report”, produzido pela Confidencial Imobiliário, em parceria com a Associação Portuguesa do Turismo Residencial e Resorts e apoiada pelo Turismo de Portugal, o número de unidades transaccionadas em resorts aumentou 20% no primeiro semestre de 2022 em relação ao segundo semestre de 2021.

A maior diversidade de nacionalidades nos vários destinos e o reforço dos britânicos no seu mercado tradicional são algumas das razões para o crescimento semestral de 20% nas unidades transaccionadas para um dos níveis de actividade mais elevados desde 2017. Albufeira-Loulé e a Costa Atlântica são responsáveis por cerca de um terço das vendas cada. Já o Barlavento e o Sotavento em torno de 20% cada. Em termos de preço médio, Albufeira-Loulé registou preços médios de venda de 4625 euros/m2. O Barlavento e a Costa Atlântica registaram vendas em níveis idênticos ao do seu padrão habitual, respectivamente em torno dos 3000 euros/m2 e dos 3800 euros/m2.

Depois de em 2021 terem diversificado os destinos para investir, os britânicos voltaram a focar-se no principal eixo do Algarve para a compra de habitação em resort, ou seja, o eixo Albufeira-Loulé. Conforme os resultados do SIR-Resorts, esta nacionalidade fez 56% das aquisições internacionais nesse eixo no primeiro semestre de 2022, voltando a posicionar a sua quota acima dos 50%. Esta tinha sido o padrão do mercado internacional entre 2018 e 2020, mas em 2021 os britânicos perderam expressão neste eixo (para cerca de 40%) e deram sinais de abertura aos mercados fora do Algarve. No ano passado, lideraram mesmo as compras internacionais de resorts na Costa Atlântica (entre a região do Oeste e o Litoral Alentejano), com uma quota na ordem dos 20% neste destino.

Depois de assinalarem uma forte subida no final de 2021 (+13%), os preços da habitação integrada em resorts exibem um comportamento de estabilização no 1º semestre deste ano, apresentando uma variação semestral de 1,5%, de acordo com o Índice de Preços de Resorts. Não obstante, em termos homólogos, a valorização mantém-se robusta (+14,6%), reflectindo ainda o crescimento semestral consecutivo dos preços nos últimos dois anos. Esta nota de estabilidade semestral sucede a um aumento semestral de 13% no segundo semestre de 2021, a qual poderá ter reflectido o final das restrições de mobilidade associadas à pandemia, pese embora que as principais preocupações com o covid relativas à dinâmica deste mercado pareçam ter sido a nível de vendas e não tanto de preços, como sugerem os resultados do inquérito de confiança Resort Market Survey ao longo de 2020.

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Predibisa e Savills comercializam edifício de escritórios no Campo Alegre

Localizado numa zona de referência na cidade do Porto, o edifício é propriedade do Fundo de Investimento Imobiliário AF Portfólio gerido pela Interfundos – Gestão de Fundos de Investimento Imobiliário, num total de 1.479 m² de escritórios

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A Predibisa e a Savills Portugal irão comercializar o edifício de escritórios localizado na Rua do Campo Alegre, números 1340 a 1386, no Porto, num mandato em co exclusividade. As consultoras irão comercializar os espaços disponíveis propriedade do Fundo de Investimento Imobiliário AF Portfólio gerido pela Interfundos – Gestão de Fundos de Investimento Imobiliário,num total de 1.479 m² de escritórios, num edifício de referência no Campo Alegre.

O edifício dispõe de 3 pisos com luz natural e beneficia de 24 lugares de estacionamento (6 duplos e 18 simples); soluções de gabinetes amovíveis e um pequeno anfiteatro, traduzindo-se numa oportunidade relevante para a instalação de empresas de diversos sectores.

De salientar que neste imóvel estão disponíveis para venda a totalidade das fracções (escritórios com 1.479m² e os 24 lugares de estacionamento).

“O edifício “Campo Alegre” apresenta-se como uma solução ideal, dada a sua localização, área e número de lugares de estacionamento com grande potencial para empresas ou investidores poderem vir a adaptar o espaço para diversas realidades empresariais no sector dos serviços”, salienta Graça Cunha, responsável pela área de Offices & Retail na Predibisa

Localizado na rua do Campo Alegre, muito próximo das principais artérias da cidade do Porto, nomeadamente: o Campus Universidade do Porto; a Avenida da Boavista e o acesso à VCI, o edifício beneficia de uma excelente localização, numa zona de referência e de uma rede de transportes públicos que dão resposta às necessidades de mobilidade quer no interior da cidade, quer na sua ligação interurbana.

“Este edifício representa uma oportunidade única para empresas de diferentes sectores se instalarem numa zona prime da cidade do Porto, entre a Foz do Douro e a Boavista. Com excelente visibilidade e áreas de grande dimensão, tem disponível também um jardim privativo e vários espaços verdes nas imediações”, refere Francisco Megre, responsável pelo Departamento de Escritórios da Savills Portugal.

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Castle Capital Management e Norfin apostam na Alta de Lisboa

O ‘Lisbon Heights’, com assinatura do gabinete Intergaup, terá um investimento de 41 M€. A construção arranca neste mês de Outubro, estando a conclusão prevista para Dezembro de 2024. A comercialização é da Castelhana e Century 21 Alismédia

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Inserido numa antiga quinta, na Alta de Lisboa, o Lisbon Heights pretende ser o novo refúgio na cidade. Este condomínio privado promovido pela Castle Capital Management e gestão da Norfin, alia o tradicional da traça antiga dos edifícios já existentes ao modernismo das linhas do projeto, onde o verde marca presença em 6.000 metros quadrados (m2). Lançado oficialmente esta quinta-feira, dia 20 de Outubro, conta já com 35% das unidades reservadas, resultantes de vendas privadas. No total, serão investidos 41 milhões de euros, sendo que a construção arranca neste mês de Outubro, estando a conclusão prevista para Dezembro de 2024.

O Lisbon Heights ocupará uma área de cerca de 20,000 me é constituído por 95 unidades, divididas entre 13 moradias, de V1 a V5, e 82 apartamentos, de T0 a T4, aos quais se juntam 7 espaços comerciais.

Henrique Rodrigues da Silva, COO da Norfin, explica que “o Lisbon Heights concilia a história inerente ao empreendimento com um design moderno ao contemplar dois conceitos distintos de habitação, villas e apartamentos. Aliado à sua localização privilegiada, privacidade e variedade de serviços, que terá ao seu dispor, tornam este projeto único e distinto”.

Entre as comodidades exclusivas do Lisbon Heights, que se alinham com os requisitos mais modernos e sofisticados, incluem-se áreas de lazer, fitness e relaxamento, piscina, ginásio, espaço externo para cross training, espaço de co-work e sky lounge, mas também pet care station, car-wash e CTT locker.

“Estamos muito satisfeitos por sermos os promotores de um projecto tão diferenciador em Lisboa. Temos participado em vários nos últimos anos, mas o Lisbon Heights destaca-se pela sua centralidade e diversidade, aliando o tradicional com o moderno e conciliando, harmoniosamente, villas com apartamentos”, acrescenta Isaac André, CEO da Castle Capital Management.

Da responsabilidade do gabinete de arquitetura Intergaup, o empreendimento é comercializado pela Castelhana e Century 21 Alismédia.

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“REvolution – An ESG roadmap for Real Estate”

A PwC Portugal, a Worx Real Estate Consultants, a CCR Legal – Sociedade de Advogados e a Átomo Capital Partners, organizam o evento de lançamento do estudo “REvolution – An ESG roadmap for Real Estate”

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Este estudo, que surge no seguimento de um inquérito realizado a proprietários e a ocupantes de edifícios de escritórios, teve como objectivo perceber de que forma os temas de ESG impactam as tomadas de decisão e estão presentes no dia-a-dia das organizações.

Adicionalmente, o estudo está focado particularmente na sustentabilidade do sector imobiliário de escritórios e procurou avaliar de que forma as preocupações com edifícios sustentáveis e eficientes são já uma preocupação real e presente nas organizações em Portugal.

Neste evento, além da apresentação do relatório final do referido estudo, será apresentada a legislação no sector imobiliário, bem como a forma como poderemos repensar a sustentabilidade no imobiliário.

Este será um momento de discussão sobre os principais desafios e oportunidades do ESG no sector imobiliário, trazendo para cima da mesa não só dados concretos sobre o sector, mas também dando voz a especialistas nesta matéria, a proprietários e investidores, e ainda aos inquilinos que ocupam os edifícios de escritórios.
O evento vai decorrer no edifício da PwC Portugal no Porto, no Porto Office Park, no dia 25 de Outubro

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