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Lançado portal para listar imóveis em criptomoeda

A Zome lançou esta segunda-feira, o Cryptohouses, o primeiro portal de uma rede imobiliária a listar imóveis integralmente em criptomoeda

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No novo site, será possível consultar todas as informações sobre imóveis disponíveis para permuta com activos virtuais, os respectivos valores de transacção convertidos nos vários criptoativos, e solicitar visitas. A Zome, em parceria com a sociedade de advogados Antas da Cunha ECIJA, assegurará o acompanhamento próximo em todas as fases do processo, da pesquisa à escritura.

O anúncio foi feito no primeiro dia do evento anual Zome Summit2022, no Tróia Design Hotel, em Tróia. Um encontro que todos os anos reúne os colaboradores da empresa para partilha de resultados, conquistas e objectivos.

“O lançamento deste portal reforça a nossa vontade de estar na vanguarda das tendências do sector, e poder anunciá-lo a todos os colaboradores da Zome em Portugal e Espanha, é também uma forma de mostrar a cada um deles que são a nossa inspiração e motivação para continuarmos a evoluir. Acreditamos que os criptoativos farão parte do futuro e as plataformas digitais abrem um novo mundo de oportunidades para a mediação”, sublinha Patrícia Santos, CEO da Zome.

Este é mais um passo para a mediadora imobiliária portuguesa neste novo segmento do mercado da mediação. Recorde-se que a 4 de Maio, a Zome e a sociedade de advogados Antas da Cunha ECIJA, montaram em conjunto a primeira escritura pública de venda em criptoativos, sem necessidade de conversão para euros antes do acto da escritura. A primeira transferência de um activo digital para um activo físico – uma casa – sem qualquer conversão para euros, na Europa, foi concretizado com um apartamento T3, em Braga.

Todos os negócios que decorrem a partir do novo portal, serão acompanhados por especialistas do departamento de Crypto Negócios, criado pela Zome para assegurar toda a componente processual e legal das transacções, e todos os passos do processo de permuta de uma casa em criptoativos. O compliance legal de origem dos fundos activos de acordo com os requisitos legais em vigor, será assegurado pela sociedade de advogados Antas da Cunha ECIJA.

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CBRE instala Spaces no Joana d’Arc em Matosinhos

O imóvel, propriedade da Geo Investimentos, representada pela CBRE na transacção, oferece uma localização de excelência, onde o Spaces ganhará muita visibilidade

A CBRE foi responsável pela colocação, em Matosinhos, da primeira unidade Spaces na zona Norte do país. Spaces é a marca de flexible workspace do Grupo IWG que oferece ambientes de trabalho criativos, com espírito empreendedor e um conceito de comunidade único.

A Spaces vai ocupar a totalidade do edifício Joana d’Arc, antiga sede da Sociedade de Conservas Joana d’Arc, em Matosinhos Sul, que será convertido num espaço de escritórios e estacionamento, com uma área bruta de construção de 8.500 m2. Numa demonstração de responsabilidade urbanística, a fachada do Joana d’Arc foi integralmente mantida e recuperada, e vai contrastar com um interior moderno e atractivo.

Mais do que um simples lugar para ligar o computador, o conceito do Spaces centra-se na disponibilização de espaços de trabalho flexíveis, em localizações prime, onde cada empresa pode configurar o escritório à medida das suas necessidades. Os centros Spaces estão em funcionamento 24 horas por dia, durante todo o ano, e oferecem, para além de escritórios privativos, zonas de cowork e colaborativas, salas de reuniões e escritórios virtuais.

O imóvel, propriedade da Geo Investimentos, representada pela CBRE na transacção, oferece uma localização de excelência, onde o Spaces ganhará muita visibilidade. A meio caminho entre a praia e o parque da cidade, numa zona repleta de ameneties que incluem todo o tipo de comércio e serviços, o Joana d’Arc está também próximo do metro e dos principais acessos rodoviários da cidade, o que completa o leque de características que fazem deste edifício uma excelente opção de localização para qualquer empresa que procure a região do Porto para se instalar.

“O mercado de flexs tem registado um forte crescimento e está a tornar-se uma opção para determinado tipo de projectos e empresas, que procuram flexibilidade contratual e espaços de ultima geração em termos tecnológicos e de conceito, sem investimento. Assim, conseguimos oferecer à Spaces o seu primeiro espaço a Norte do País, com uma excelente localização na região do Porto. Esta é uma zona que, pelo estilo de vida que oferece, se tem tornado um polo de captação de conceitos inovadores e diferenciados”, afirma André Almada, Senior Director Offices Advisory & Transaction da CBRE.

Este é a quinta unidade do Grupo IWG na zona Norte, onde opera centros Regus há mais de uma década, e a primeira sob a marca Spaces. A marca nasceu em Amesterdão e reflecte o espírito livre e descontraído da cidade, tendo chegado a Portugal em 2020, com a abertura da sua primeira unidade em Lisboa.

“Há várias décadas que estamos na vanguarda das novas formas de trabalhar, desenvolvendo uma rede global de flexible workspaces que possibilita às empresas e profissionais optar por soluções de trabalho híbridas. A crescente procura destes espaços exige que continuemos a ampliar a nossa rede e por isso trazemos para Matosinhos o nosso conceito mais contemporâneo. Spaces, mais que um espaço de trabalho flexível e com um design fantástico, é também uma comunidade de empreendedores de enorme diversidade, um conceito novo mas que encaixa na perfeição no espírito de uma região cujo tecido económico respira empreendedorismo” afirma Jorge Valdeira, Country Manager da IWG Portugal.

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Revive lança concurso para Casa Grande de Pinhel

Vai ser lançado o concurso para a concessão de uma casa nobre, da primeira metade do século XVIII, em Pinhel, tendo em vista a sua exploração com fins turísticos. Este é o 27º imóvel colocado a concurso no âmbito do Revive

Conhecido por “Casa Grande”, este imóvel histórico pertenceu, inicialmente, à família Antas e Menezes, que na época detinha a alcaidaria-mor da vila. Durante as Invasões Francesas o edifício foi ocupado pelas tropas francesas, que aí se instalaram no ano de 1810. Mais tarde, passou a pertencer à família Noronha e Avilez e em finais do século XIX foi vendido ao Conde de Pinhel.

No século XX a Casa dos Condes de Pinhel tornou-se sede do Grémio da Lavoura e nos anos 1973-1974 a cooperativa agrícola cedeu o espaço à Câmara Municipal de Pinhel. O solar, que estava então adossado ao edifício dos Paços do Concelho, foi objecto de algumas obras de conservação, passando depois a desempenhar funções de sede da autarquia. Actualmente, está desocupado e sem utilização.

O imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de 5.869,57 euros. Os investidores interessados terão um prazo de 120 dias para apresentação de propostas que, além da recuperação do imóvel, promovam a sua valorização através da exploração turística e contribuam para atrair turistas para a região e para gerar novas dinâmicas na economia local.

A “Casa Grande” em Pinhel foi um dos 16 imóveis integrados na segunda fase do programa REVIVE, uma iniciativa dos ministérios da Economia, da Cultura, das Finanças e da Defesa, que conta com a colaboração das autarquias locais, e pretende recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atractividade dos destinos regionais.

“A implementação do programa Revive segue a bom ritmo e o lançamento deste concurso contribui de forma evidente para dinamizar o turismo e todas as actividades com ele relacionadas – restauração, comércio, cultura, artesanato, e outras – em zonas menos densamente povoadas e economicamente desenvolvidas, promovendo uma maior coesão territorial e a prosperidade para as comunidades locais residentes, que recordo são dois importantes objectivos da Estratégia 2027 para um turismo mais sustentável”, sublinhou a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, no lançamento daquele que é o 27º imóvel colocado a concurso no âmbito do Revive.

O programa foi lançado em 2016 com um lote inicial de 33 imóveis, tendo, em 2019, sido integrados mais 16 imóveis e já em 2021 foram incluídos três novos imóveis de um terceiro lote, cujo concurso será anunciado até ao final de 2022. O programa integra, actualmente, um total de 52 imóveis, 23 deles situados em territórios de baixa densidade.

Foi já adjudicada a concessão de 19 destes imóveis, representando mais de 142,5 milhões de euros de investimento privado na recuperação de património público e rendas anuais a rondar os 2,5 milhões de euros.

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JLL celebra 25 anos no imobiliário em Portugal

A marcar o quarto de século no país a consultora imobiliária organizou uma conferência que serviu para debater os desafios do sector

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“Há precisamente 25 anos que a JLL está ao lado dos seus clientes a concretizar ideias e projectos, ajudando a transformar os espaços e as cidades. É um marco incontornável para fazermos um balanço de tudo o que tem acontecido no mercado nacional, mas também para celebrar o futuro. E hoje, mais do que nunca, temos um futuro que se adivinha desafiante, com a certeza – como nos mostraram os dois últimos anos – de que tudo pode mudar, de forma muito rápida e intensa. Vamos reunir toda a nossa equipa e stakeholders neste evento, para debater os temas que vão marcar o futuro do imobiliário, sem esquecer o admirável percurso que o nosso mercado fez até hoje”, realça Pedro Lancastre, CEO da JLL Portugal.

“O imobiliário nacional percorreu um longo caminho, mas continuamos a ter muitos quilómetros por descobrir. Mesmo com os desafios que todos enfrentamos hoje – com o aumento dos custos de construção e dos combustíveis, o impacto da subida da taxa de inflação e a incerteza e complexidade do conflito Ucrânia/Rússia – o mercado imobiliário em Portugal vai continuar a liderar o caminho da projecção internacional do nosso país. Este é um sector que já deu provas da sua resiliência e atractividade, enfrentando, com distinção, diferentes ciclos económicos ao longo das duas últimas décadas e mostrando que tem capacidade de se reinventar”, acrescenta Pedro Lancastre.

A tecnologia, sustentabilidade e os novos espaços onde vamos viver e trabalhar, foram alguns dos temas de um debate que contou com várias intervenções de directores nacionais e internacionais da JLL, a par da apresentação das oportunidades de investimento em Lisboa e Porto pelos responsáveis máximos das duas cidades, Carlos Moedas e Rui Moreira. A Paulo Portas coube uma reflexão sobre a situação geopolítica e geoeconómica actual.

Em termos de retrospectiva, o evento fez um balanço da evolução do sector imobiliário em Portugal, num percurso com vários momentos marcantes vividos pela consultora. Desde logo, no final dos anos 90, quando a JLL se estabelecia em Portugal (1997) e o país vivia uma conjuntura especialmente positiva, animada pela Expo 98 e pelo forte investimento que este acontecimento mobilizou. O imobiliário dava, então, passos firmes na profissionalização e este evento foi um importante trampolim para a exposição internacional do mercado, com a revitalização urbana de um grande território da cidade a ganhar protagonismo além-fronteiras.

Retalho foi a estrela dos anos 2000
A primeira década do novo milénio deu sequência a este bom momento, num período de grande dinâmica para o sector imobiliário, que tinha no retalho o seu segmento estrela, com a JLL a conseguir vários projectos premiados internacionalmente. Os centros comerciais portugueses eram, então, o principal foco da atenção dos investidores estrangeiros em Portugal, numa altura em que o mercado era ainda fortemente dominado por operadores, promotores e investidores domésticos. Este segmento atravessava um forte crescimento, prevendo-se que fossem inaugurados mais 700.000 m2 de centros comerciais entre 2005 e 2007, o que representava um aumento de 25% do stock. Nesta altura, vários projectos de referência do país e em que a JLL esteve envolvida, como o primeiro centro comercial da IKEA ou o Alegro Alfragide, abriam portas com ocupações a 100%, ao mesmo tempo que começavam a proliferar os projectos de retalho em cidades secundárias e que os retail parks emergiam em força, com Portugal a registar um dos maiores crescimentos deste formato no contexto europeu. Nesse período, o investimento em imobiliário terciário rondava os 1.400 milhões de euros, impulsionado precisamente pelo sector de retalho, e a ocupação de escritórios também estava forte, com mais de 200.000 m2 tomados em 2007 e as multinacionais a começarem a seleccionar Portugal com mais interesse.

O ano de 2010 foi já de conjuntura marcadamente adversa, depois de um 2009 em que o volume de investimento imobiliário passou pouco de 350 milhões de euros e o take-up de escritórios se situou em torno dos 130.000 m2. Nos centros comerciais e retail parks, o boom de aberturas estava ultrapassado e começava a desenhar-se a tendência de renovação do stock, com remodelações, reposicionamentos ou ampliações, identificando-se mais de 400.000 m2 de stock passível de intervenções desse tipo.

Imobiliário como motor da economia
“O arranque da década de 2010 pressionou os níveis de actividade do imobiliário em baixa, ficando muito aquém dos registos de 2007, que tinha sido um dos melhores anos do sector. E quando todos tínhamos a esperança de que a retracção poderia durar pouco, fomos confrontados com a chegada da Troika, ainda no 1º semestre de 2011” relembra o CEO da JLL. “Adivinhavam-se tempos difíceis, mas a verdade é que foi um momento de reformas estruturais que alteraram o panorama imobiliário, de tal forma que este sector acabaria por ser um dos motores da recuperação económica na segunda metade da década”, acrescentou.

Entre as reformas implementadas destacou-se a alteração à lei do arrendamento, uma medida que permitiu impulsionar a reabilitação urbana dos centros da cidade, com forte impacto nos mercados de habitação e do comércio de rua. Na sequência deste movimento, Lisboa e Porto foram alvo de um círculo virtuoso de revitalização, acolhendo cada vez mais pessoas, mais empresas e mais marcas, com uma enorme projecção internacional.

“Estávamos sob os holofotes de todo o mundo pelo facto de sermos intervencionados pela Troika pela segunda vez em menos de trinta anos, mas daqui surgiu a oportunidade de mostrarmos que estávamos a avançar de forma muito positiva. Começámos a ser vistos com outros olhos por todo o mundo e ganhámos um lugar de destaque a nível internacional, em que o imobiliário foi o grande íman de atracção de investimento. O nosso sector foi o espelho mais fiel da transformação positiva das cidades e foi o trampolim para a recuperação económica do país”, reforçou Pedro Lancastre.

Além do retalho, que sempre foi o grande foco do investimento estrangeiro, o imobiliário nacional passou a estar no mapa global, também como destino sólido para instalação de empresas, para viver e para visitar. Assim, em 2015, mais de 80 nacionalidades compravam casa em Lisboa, numa diversificação que se tem mantido. A projecção internacional valeu também ao mercado, nos últimos anos, um investimento médio anual em torno dos 3 mil milhões de euros, ou seja, quase dez vezes mais do que os níveis registados no final da primeira década. Este ano, essa marca deverá ser de novo atingida e os escritórios mostram também a sua vitalidade, com cerca de 150.000 m2 ocupados em Lisboa nos primeiros cinco meses.

Pedro Lancastre terminou concluindo que “o sector mostrou, na pandemia e agora já neste novo ciclo, que esta é a realidade consolidada do mercado. O percurso que fizemos nos últimos anos, de diversificação em termos de fontes de procura, segmentos, localizações e origem dos investidores já não se desfaz. Portugal está no radar mundial do imobiliário de forma definitiva e tem provado, cada vez mais, que é um mercado preparado, não só para enfrentar desafios, como para estar na linha da frente”, sublinhou.

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Interesse de estrangeiros na compra de casa aumenta 29% no 2º trimestre

Segundo o Imovirtual, Brasil, França e Estados Unidos são os países com mais utilizadores a procurar casa em Portugal

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O tráfego internacional relativo à procura de casa em Portugal cresceu +29% no segundo trimestre do ano, em comparação com o período homólogo, segundo o portal Imovirtual. Segundo os dados disponíveis na plataforma, além do aumento exponencial do tráfego americano, destaca-se o aumento do tráfego francês no mesmo período de análise (+84%).

Os utilizadores estrangeiros que mais procuraram casa em Portugal neste período são oriundos do Brasil (28% do tráfego internacional total), França (14%), Estados Unidos (9%), Suíça (9%) e Reino Unido (8%). “Face a igual período de 2021, há um aumento generalizado da procura vinda dos principais países analisados”, destacando-se também a Bélgica (+25%), Reino Unido (+19%), e Angola (+16%). Apenas há decréscimo no caso da Suíça (-17%) e Alemanha (-2%).

“Este é um sinal do regresso do investimento estrangeiro na nossa oferta imobiliária. Apesar do sector se ter mantido sempre dinâmico, sentimos alguma quebra do interesse estrangeiro associado às limitações da circulação entre países que foram uma condicionante. No entanto, estes valores de crescimento em comparação com o ano passado demonstram um momento de retoma completa e um futuro com múltiplas oportunidades para potenciar negócios” explica Ricardo Feferbaum, director geral do Imovirtual.

Em relação ao primeiro trimestre de 2022, o segundo trimestre deste ano revela um ligeiro decréscimo da procura (-12%). Há uma quebra generalizada do interesse no mercado nacional por parte dos países que mais procuram casa em Portugal, com excepção do crescimento significativo vindo dos Estados Unidos (+64%).

Lisboa, Porto, Braga, Leiria e Aveiro são as cidades mais procuradas por estrangeiros que querem comprar casa em Portugal.

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Cushman & Wakefield alerta para o impacto do ESG no custo dos imóveis

Os investidores procuram imóveis “à prova do futuro”, e isso será fortemente determinado pela adesão estrita a critérios ESG – não só na questão ambiental, mas também nos âmbitos social e de governança”, indica Paulo Sarmento, da Cushman & Wakefield Portugal

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Em Portugal, à medida que são implementados requisitos regulamentares para o aumento das normas de eficiência na energia, qualidade do ar ou emissões de carbono, a sustentabilidade torna-se um tema imprescindível.

Segundo a Cushman & Wakefield, existem vários factores que levam a um maior investimento em políticas ESG. Desde logo, a mudança de paradigma regulatório quanto às emissões de dióxido de carbono e às mudanças climáticas. A chegada dos millennials – sobretudo das mulheres – a posições de topo é também uma mudança geracional importante.  As iniciativas ESG ajudam a mitigar o risco de obsolescência dos imóveis, melhoram as relações das empresas com a comunidade e, consequentemente, o impacte social do imobiliário. Tudo isto ajuda a atrair e reter talento, e também capital – já que este tema é hoje a primeira prioridade dos grandes investidores. O próprio financiamento bancário ao imobiliário estará, também ele, cada vez mais condicionado ao cumprimento de critérios ESG.

Para Paulo Sarmento, international partner & head of Transactional Services da Cushman & Wakefield Portugal, “os edifícios que não cumpram os requisitos ESG terão maior dificuldade em obter investidores e ocupantes, num mercado em que a sustentabilidade é uma aposta essencial. Com efeito, o valor dos imóveis será muito condicionado pela sua resiliência a longo prazo. Os investidores procuram imóveis “à prova do futuro”, e isso será fortemente determinado pela adesão estrita a critérios ESG – não só na questão ambiental, mas também nos âmbitos social e de governança”.

Esta é uma das principais conclusões do estudo sobre ESG (Environmental, Social and Governance), o seu impacto na economia e a influência no sector imobiliário, que consultora publicou recentemente.

Com mais de 30 anos de história em Portugal, a Cushman & Wakefield foi considerada pelos Euromoney Awards, a melhor consultora imobiliária em 2015, 2018, 2020 e 2021 e no mundo em 2018, 2019, 2020 e 2021.

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Jamestown altera nome do edifício JQOne para IDB Lisbon – Innovation & Design Building

Edifício de escritórios com 48 mil m2, conhecido como antigo Entreposto, será reposicionado como polo de inovação e centro para a comunidade local

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A empresa de investimento e gestão imobiliária Jamestown que ingressou no mercado português em 2021, anunciou o rebranding do edifício JQOne para IDB Lisbon – Innovation & Design Building Lisbon. O novo nome “reflecte a visão da empresa” para o edifício de escritórios com 48 mil metros quadrados, anteriormente conhecido como Entreposto, e que “agora passará a ser um hub para empresas inovadoras e com um forte foco em design”, explica a empresa.

“A nossa visão para o IDB Lisbon passa por tornar este espaço num ecossistema de interconexão de negócios, onde um ambiente colaborativo e inclusivo permitirá gerar inovação e criatividade”, explica Michael Phillips, presidente da Jamestown. “Além dos espaços de trabalho revolucionários, o IDB Lisbon será também um ponto de encontro para a comunidade local, onde serão proporcionadas experiências de arte e cultura. Contamos com um histórico de desenvolvimento de ambientes criativos e dinâmicos nos Estados Unidos, e estamos ansiosos por trazer este conceito para Lisboa”.

Nos Estados Unidos, a Jamestown é conhecida pelos seus projectos de reabilitação de edifícios, tais como o Industry City em Brooklyn, o Ponce City Market em Atlanta, e o The Innovation and Design Building (The IDB) em Boston. Na sequência das iniciativas de curadoria de espaços da Jamestown, o The IDB em Boston tornou-se uma âncora da economia de inovação da cidade e o lar de centenas de inquilinos de diversos sectores de actividade, incluindo design, biotecnologia, investigação e engenharia. A Jamestown pretende recriar esse sucesso com o IDB Lisbon, que consiste no primeiro investimento da empresa no mercado ibérico.

O novo nome é o primeiro passo de uma série de mudanças que a Jamestown planeia para o edifício, quer ao nível das suas funcionalidades, quer da sua imagem global. A empresa pretende melhorar a experiência global do edifício através da oferta de melhores instalações e áreas comuns mais envolventes, para além de utilizações adicionais em toda a propriedade, como forma de criar um melhor ambiente para inquilinos e visitantes.

As mudanças incluem, também, uma nova utilização do rooftop do edifício, que incluirá um restaurante, actividades desportivas e culturais. A abertura ao público deste novo rooftop está prevista para Julho. O IDB Lisbon será, também, palco de uma exposição do MUDE FORA DE PORTAS intitulada “O mundo vai continuar a não ser como era! – 100 anos de design de publicidade na Colecção Carlos Rocha”. Organizada pela Câmara Municipal de Lisboa/MUDE – Museu do Design e da Moda, a mostra gráfica irá estar disponível ao público, de 21 de Julho a 27 de Novembro reunindo uma selecção de obras que evidenciam as grandes mudanças na vida quotidiana em Portugal e os seus diferentes contextos políticos e socioeconómicos, desde 1930 até ao início do século XXI.

A aposta da Jamestown nesta colaboração com o MUDE – Museu do Design e da Moda realça a estratégia definida pela empresa em tornar o IDB Lisbon num espaço promotor da arte nacional, evidenciado também pelo conjunto de instalações artísticas presentes no edifício que fazem parte do Collision Project. utilização do espaço construído como tela, tornando a arte numa experiência.

O IDB Lisbon faz parte da estratégia de expansão da Jamestown na Europa, que agora inclui mais de 1,1 mil milhões de euros em activos sob a sua gestão desde 31 de Março de 2022. No ano passado, a empresa garantiu um mandato para administrar um portefólio de propriedades em toda a Europa em nome de um de seus parceiros de investimento institucionais e co-investidores, o E.ON Pension Trust, fundo de pensões de uma das maiores empresas de energia alemãs. Já em 2020, a Jamestown havia comprado dois edifícios em Amesterdão e um activo de escritórios composto por três edifícios em Colónia, na Alemanha e, em 2019, adquiriu o icónico Groot Handelsgebouw em Roterdão, um dos maiores edifícios de uso misto na Holanda, que actualmente acolhe mais de 450 empresas.

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ESAI lança segunda fase de candidaturas para as licenciaturas de Gestão Imobiliária

A ESAI tem vindo todos os anos a conquistar maior reputação e procura pela sua oferta formativa, tendo no binómio 2021/2022 apresentado um crescimento de 27% no que diz respeito às inscrições em licenciaturas, quando comparado com o período homólogo anterior

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A Escola Superior de Atividades Imobiliárias (ESAI) está já a promover uma nova fase de candidaturas para as licenciaturas de Gestão Imobiliária e Gestão de Edificação e Obras bem como, para o Mestrado em Avaliação e Gestão de Ativos Imobiliários. As candidaturas nesta 2ª fase vigoram até ao final do mês de Julho.

Segundo Julie Lefebvre, presidente da ESAI, “a taxa de crescimento de inscrições no anterior binómio revela que a ESAI tem vindo a responder às exigências do mercado e sobretudo à exigência dos nossos alunos. A resposta formativa da ESAI garante que este crescimento aconteça. Somos sem dúvida uma Instituição que promove o debate e a troca de opinião, em que se discute vivamente e com muita tolerância tudo aquilo que está a acontecer, sobretudo no setor do Imobiliário. Dotamos os nossos alunos de ferramentas e conhecimentos que fazem com que tenham carreiras de sucesso num mercado altamente competitivo.”

A Licenciatura em Gestão Imobiliária visa dotar os discentes de uma visão do futuro do imobiliário permitindo aprofundar conhecimentos sobre a teoria e prática da gestão imobiliária, bem como um entendimento mais profundo de temas económicos, sociais, políticos e financeiros. Destina-se a todos os que pretendem integrar empresas e instituições que necessitam de quadros altamente especializados na área do imobiliário.

Já a Licenciatura em Gestão da Edificação e Obras une o conhecimento técnico da construção com a gestão, num peso equitativo entre os conhecimentos de Engenharia e Gestão. Esta Licenciatura conta com uma estreita parceria entre a ESAI e o Instituto Politécnico de Tomar (IPT), garantindo uma formação altamente especializada.

No que diz respeito ao Mestrado em Avaliação e Gestão de Ativos Imobiliários tem como objetivo formar profissionais orientados para avaliação imobiliária e gestão do património edificado, capacitando com métodos de investigação e de trabalho que garantam desempenhos de excelência, sustentados por competências inovadoras, desenvolvidas num ambiente académico vocacionado para a realidade imobiliária e os seus intervenientes.

Os alunos que pretendam ingressar no Mestrado têm de ser detentores de grau académico superior nacional ou estrangeiro equivalente ao 1º ciclo nas áreas das finanças, da gestão imobiliária, gestão, economia, contabilidade, matemática aplicada à economia e à gestão, engenharia, direito e arquitetura, com experiência profissional mínima de cinco anos e/ou formação anterior nas áreas científicas de Gestão e Avaliação Imobiliária.

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MatosinhosHabit no debate europeu sobre habitação social

A empresa municipal marcou presença na 3ª edição do Internacional Social Housing Festival (Festival Internacional de Habitação Social), uma iniciativa organizada pela Federação Europeia de Habitação, Housing Europe

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A MatosinhosHabit marcou presença na 3ª edição do Internacional Social Housing Festival (Festival Internacional de Habitação Social), uma iniciativa organizada pela Federação Europeia de Habitação – Housing Europe, que decorreu em Helsínquia, com o objectivo de promover o debate sobre a habitação social e pública, abordando as políticas locais e internacionais, tendo em conta 3 eixos fundamentais: Qualidade da habitação como qualidade de vida, Sustentabilidade na habitação, Direito à habitação.

A MatosinhosHabit que esteve representada através da sua administradora Executiva, Helena Vaz, faz oficialmente parte da Housing Europe – Federação Europeia de Habitação Pública, Cooperativa e Social, uma associação que reúne mais de 40 federações nacionais e regionais, a nível europeu.

A Associação Housing Europe implementada em 1988, agrega 44 federações nacionais e regionais, reunindo perto de 43 mil parceiros no domínio da habitação pública, social bem como cooperativas de habitação, oriundos de 23 países. No total, a Housing Europe abrange mais de 26 milhões de habitações, representando assim cerca de 11% dos domicílios públicos existentes na União Europeia.

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RE/MAX Collection promove oito novos empreendimentos

Para a CEO da RE/MAX Collection, Beatriz Rubio, “ao nosso portefólio, que dispõe de uma vasta carteira de empreendimentos de luxo, entre os quais novas construções exclusivas, juntam-se agora mais oito projetos imobiliários verdadeiramente diferenciadores”

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A RE/MAX Collection, imobiliária especializada no segmento de luxo, apresenta oito novos empreendimentos residenciais premium, localizados na região da Grande Lisboa. São eles o Edifício Heritage 52, Linea Residences, NooBa, Gestilar Residences Miraflores, Villas do Carmo, empreendimento Aurya, Montisnávia e Bom Sucesso.

A mediadora imobiliária, que dispõe atualmente de 979 consultores certificados neste segmento, junta assim ao seu portefólio oito empreendimentos de caraterísticas únicas como o Edifício Heritage 52, em Lisboa, na Avenida Miguel Bombarda, com sete frações T2, T4 e T5, uma por piso entre 260m2 a 300m2 e jardim privativo comum a todas as frações. Outro dos destaques é o Linea Residences, edifício focado na sustentabilidade e eficiência energética, localizado nas Avenidas Novas, em Lisboa, que conta com 36 apartamentos de tipologias T1 a T4 duplex, duas Urban Villas com piscina e terraço exclusivos e ainda duas lojas.

Já no Barreiro, na margem sul do Tejo, destaca-se o NooBa, um novo e moderno empreendimento habitacional com apartamentos à beira-rio, com tipologias que variam de T1 a T5 duplex e uma piscina no topo do edifício. Um outro edifício que se junta ao portefólio da RE/MAX Collection é o edifício residencial Gestilar Residences Miraflores, situado em Oeiras, próximo do Parque Urbano de Miraflores e do Parque Florestal de Monsanto, composto por 111 apartamentos, de tipologias T2, T3 e T4.

Em destaque outro empreendimento, Villas do Carmo, um condomínio privado de luxo, que contará com quatro imóveis denominados de “Villas” e que se situa nas Avenidas Novas, em Lisboa. Villa Pombal é um desses quatro imóveis, sendo composto por 46 apartamentos, com áreas privativas de 53 a 118m2 no caso dos T1, de 89 a 122m2 no caso dos T2 e de 167 a 196m2 no caso dos T3, e ainda quatro espaços de comércio de 37m2 a 57m2. Em evidência também o Aurya, um novo empreendimento que irá nascer na Quinta do Conventinho em Loures e que irá dispor de apartamentos com duas tipologias de apartamentos, T2 e T3.

Foram ainda apresentados outros dois empreendimentos, um deles o edifício Montisnávia, situado na zona de Alcântara, em Lisboa, e que nasce da união e restauro de uma casa e uma antiga fábrica, dispondo de apartamentos T1 a T4, todos com terraço ou jardim privativo. O outro imóvel designa-se por Bom Sucesso, localiza-se também em Lisboa, concretamente em Belém, agrega um conjunto de quatro edifícios e contempla apartamentos T1 a T5.

Para a CEO da RE/MAX Collection, Beatriz Rubio, “ao nosso portefólio, que dispõe de uma vasta carteira de empreendimentos de luxo, entre os quais novas construções exclusivas, juntam-se agora mais oito projetos imobiliários verdadeiramente diferenciadores. A relação entre a qualidade do nosso portefólio e a formação especializada dos agentes da RE/MAX Collection tem justificado a confiança de quem nos procura, sejam eles investidores nacionais ou internacionais, pelo que acreditamos que estes novos ativos imobiliários representam um investimento seguro, e que, por certo, serão sinónimo de grande procura.”

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Bonjardim comercializa espaços comerciais

São 16 os espaços comerciais inseridos no condomínio residencial, que já se encontra em fase de construção. Com promoção da Avenue, a comercialização está a cargo da Predibisa e da JLL

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Localizado no centro da cidade do Porto, entre a Avenida dos Aliados e a Rua Sá da Bandeira, o Bonjardim – City Center Living prossegue este mês com a comercialização da área desenvolvida para o sector do retalho, composta por 16 espaços comerciais inseridos no condomínio residencial, já em fase de construção.

Com 93 apartamentos, onde se inclui também um hotel, um coworking, um supermercado e um parque de estacionamento, o Bonjardim – City Center Living, é um projecto da autoria da Promontório. A promoção está a cargo da Avenue e a comercialização é da Predibisa e da JLL.

“Pensamos na concepção de espaços amplos e luminosos, facilmente adaptáveis à realidade de cada negócio na área da restauração, comércio ou até mesmo serviços pelas facilidades de acesso, através das ruas circundantes e da praça central do empreendimento, que convidará certamente a muitos momentos de lazer, compras ou a simplesmente tomar um café e a aproveitar a descontracção das esplanadas. No piso térreo, o jardim será aberto à comunidade”, explica Aniceto Viegas, CEO da Avenue.

Também segundo João leite Castro, director corporate da Predibisa, “este é um novo ponto de destaque no centro da cidade do Porto, pela localização singular e diferenciada, especialmente para marcas de referência, novas ou já consagradas, que se querem reafirmar e/ou lançar, até porque as diferentes frentes de rua, a praça central e a permeabilidade permitida pelo conceito desenvolvido encontram-se muito próximas dos mais importantes espaços culturais da cidade”.

De salientar, ainda, que o projecto Bonjardim é representativo de um “encontro único entre a inspiração clássica e a arquitetura contemporânea”, através da reabilitação das fachadas do século XIX, existentes na Rua Sá da Bandeira, onde os pormenores arquitectónicos de época se fundem com o “tawny” das novas fachadas em construção para uma harmonia de contrastes, que aspiram a uma nova existência desta nova zona comercial, que já começa a ganhar vida no centro da cidade.

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