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Novo Lar de Idosos na Carapinheira vai custar cerca de 1,5M€

A instituição conta com o apoio da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho e com o apoio da própria população local para conseguir concretizar “este velho sonho de toda a população da Carapinheira”

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O Centro Social e Paroquial da Carapinheira, em Montemor-o-Velho, vai investir cerca de 1,5 milhões de euros na construção de um Lar de Idosos, para 40 utentes.

O Centro Social e Paroquial da Carapinheira assinou com o Instituto de Segurança Social os contratos de comparticipação financeira, no âmbito do PARES 3.0 – Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais de 3.ª Geração.

Este apoio financeiro, no âmbito daquele programa, no valor de cerca de 1,082 milhões de euros destinam-se à construção de uma estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI), a residencial (lar) de Nossa Senhora das Dores.

“O Centro Social e Paroquial da Carapinheira há muito que anseia a construção de uma ERPI”, sublinhou o presidente da Direcção daquela instituição, Vítor Travassos, citado pela imprensa local.

“Contamos agora lançar, logo que a Segurança Social nos dê autorização, o concurso público para a construção de uma residencial para 40 lugares que vem colmatar uma falha muito grande não só na freguesia, como também nas freguesias limítrofes”, frisou.

Vítor Travassos, deu ainda nota de que, para além do apoio do programa PARES 3.0, a instituição conta com o apoio da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho e com o apoio da própria população local para conseguir concretizar “este velho sonho de toda a população da Carapinheira”.

Para isso, o Centro tem promovido vários eventos para angariação de verbas, como feiras, actividades culturais, caminhadas, entre outras iniciativas.

A construção do Lar envolve a ampliação do edifício existente do Centro Social e Paroquial da Carapinheira e prevê a criação de mais cinco postos de trabalho.

Segundo Vítor Travassos, a ERPI estará a funcionar, “numa conjectura normal”, daqui a “dois anos”. O contrato foi assinado na sexta-feira, sendo que o próximo passo é proceder à abertura do concurso público, assim que haja autorização por parte da Segurança Social.

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Os planos de expansão da Universidade do Porto, betão de cânhamo, a ‘nova’ escola da GNR em Portalegre e mais na edição 461 do CONSTRUIR

A Universidade do Porto tem previstos investimentos em torno dos 100 milhões de euros para modernizar e expandir as infra-estruturas. Contamos-lhe os planos da reitoria numa edição onde também lhe damos conta dos projectos em carteira da Fercopor. Mas há muito mais para ler nesta edição

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Sistema híbrido de construção da Casais acelera hotel B&B em Guimarães

O novo Hotel B&B em Guimarães, que resulta de um investimento de 11 M€, cuja construção iniciou-se no Fevereiro de 2022 deverá inaugurar já este ano. Este será o primeiro edifício a usar o sistema de construção CREE desenvolvido pela Casais

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Está em construção junto ao Pólo da Universidade do Minho, em Guimarães, o complexo que inclui um Hotel B&B com 95 quartos, 44 studios para arrendamento e um espaço comercial. A primeira pedra deste edifício foi lançada Fevereiro deste ano e cinco meses bastaram para que metade do empreendimento esteja já construído.

Este será o primeiro edifício híbrido construído com base no Sistema CREE desenvolvido pela Casais. O termo “edifícios híbridos” vem da combinação madeira-betão, sendo esta uma alternativa que beneficia duplamente o ambiente: pela redução de pelo menos 40% da utilização de betão e a utilização de madeira, um sequestrador de carbono natural.

Desta forma, além de reduzir a pegada de carbono incorporado na construção em mais de 60% quando comparado com um edifício tradicional, este é também um edifício inovador pelo seu processo de construção: foi desenvolvido com uma base BIM, numa lógica de indústria 4.0, com suporte em princípios de design for manufacturing and assembly. O processo de construção permite acrescentar um piso a cada dois dias, incorporando já todos os componentes de instalações técnicas e acabamento interior.

Com cerca de 10.000m2 construídos, inicia dentro de 10 dias a fase mais interessante da empreitada com uma orquestração logística de assemblagem. Trata-se de um projecto que conta com um investimento de cerca de 11 milhões de euros, com a assinatura do arquitecto Mário Fernandes e que será inaugurado ainda este ano.

Segundo a Casais, o sistema CREE apoia-se fortemente numa matéria-prima natural renovável – a madeira. A sua principal característica é o pré-fabrico padronizado de componentes individuais como painéis de tecto, painéis de fachada, pilares e estruturas. Estes podem ser rapidamente montados no local da obra, reduzindo as emissões de carbono, o ruído e as poeiras e permitindo economizar tempo, recursos e dinheiro.

As componentes industrializadas que vão ser aplicadas neste projecto, estão a ser fabricadas na Blufab, que é a unidade de construção off-site do Grupo Casais que abastece as obras com elementos fabricados e montados em fábrica.

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25M€ para a construção do novo centro de Formação e Comando Territorial da GNR

A construção do centro de Formação e Comando Territorial da GNR em Portalegre terá investimento de 25 milhões de euros. O investimento foi confirmado pelo ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro

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José Luís Carneiro falava após a cerimónia de Compromisso de Honra de 303 novos militares do 46.º curso de formação de Guardas da GNR, em Portalegre. O ministro afirmou que o Governo tem prevista, dentro de “um ano e meio”, a conclusão do projecto de concessão e de execução, sendo depois lançado o concurso para a obra.

“Já está previsto [o investimento] na Lei de Programação de Investimentos, Infraestruturas e Equipamentos. Estamos a falar de um investimento de um milhão de euros para o projecto, articulado com a Ordem dos Arquitectos e que, no fim, permitirá lançar o concurso, não apenas para as novas infraestruturas da escola da Guarda, mas também do futuro comando territorial”, explicou.

O actual Centro de Formação da GNR em Portalegre está instalado no Convento de São Bernardo, ao abrigo de um protocolo de cedência entre os ministérios da Defesa e da Administração Interna.

As novas instalações do centro de formação e do destacamento territorial ocuparão um terreno com 28 hectares, na zona industrial da cidade, assegurando o município de Portalegre a cedência do terreno e a infraestruturação e acessibilidades do espaço.

Durante a cerimónia foi também assinado o protocolo de colaboração entre a Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna e a Câmara Municipal de Portalegre, para a execução das obras nos arruamentos junto ao terreno onde serão construídas as futuras instalações.

“Saúdo, assim, o município de Portalegre, que também cedeu o terreno para a construção deste equipamento, por ser parceiro neste modelo que acreditamos ser o que melhor serve o interesse público. Este é um claro exemplo de como o Estado Central e autarquias locais podem e devem colaborar no sentido de melhorar as infraestruturas e as condições de trabalho das nossas forças de segurança”, afirmou José Luís Carneiro.

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Câmara de Oeiras vai construir 92 casas até 2024

No total, está prevista a construção no município de Oeiras de 691 fogos até 2026, num total de 12 empreendimentos distribuídos por quatro freguesias, representando um investimento global de 120 milhões de euros, com um financiamento estimado em 115 milhões

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A Câmara Municipal de Oeiras vai avançar, até 2024, com a construção de 92 casas destinadas a pessoas em situação de carência habitacional, num investimento de 19,2 milhões de euros, divulgou a autarquia.

As 92 casas serão as primeiras a serem construídas de um total de 691, previstas até 2026, para “fazer face” às carências habitacionais no concelho de Oeiras, sendo financiadas ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Em comunicado, a Câmara Municipal de Oeiras, no distrito de Lisboa, refere que o início do processo será oficializado na quinta-feira com a assinatura dos três primeiros contratos de financiamento entre o município e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU).

A cerimónia contará com a presença da secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, do presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais, e da presidente do conselho diretivo do IHRU, Isabel Dias.

Os três contratos, que representam um investimento global de 19,2 milhões de euros, terão uma comparticipação do PRR estimada em 15,8 milhões e preveem a construção de 92 casas, distribuídas por três edifícios, que estarão concluídos até 2024.

Os empreendimentos inserem-se nos Novos Programas de Habitação que assumem uma resposta efetiva às carências identificadas no Plano Municipal de Habitação de Oeiras 20|30. São respostas destinadas aos vários públicos que se encontram em situação de carência habitacional. Respostas para a população adulta, em idade ativa, jovens e seniores e que vão privilegiar de um regime de arrendamento apoiado”, justifica a autarquia.

No total, está prevista a construção no município de Oeiras de 691 fogos até 2026, num total de 12 empreendimentos distribuídos por quatro freguesias, representando um investimento global de 120 milhões de euros, com um financiamento estimado em 115 milhões.

“É um facto que as carências habitacionais presentes hoje no concelho de Oeiras, somadas às que se estimam vir a aparecer num futuro próximo, fruto do período pós pandémico que atravessamos e dos impactos de magnitude ainda incerta, resultante dos novos conflitos na Europa e da consequente reorganização geopolítica, para além de fazer repensar na alteração do paradigma do habitar, não se esgotam num curto período”, lê-se ainda na nota.

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TRADITERM NATURE um Isolamento Térmico Sustentável. Grupo Puma

TRADITERM NATURE. Sistema de Isolamento Térmico pelo Exterior com placas de aglomerado de cortiça natural

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Os Sistemas Traditerm do GRUPO PUMA são uma escolha segura para o isolamento das nossas fachadas. O Sistema Traditerm Nature também proporciona um importante grau de sustentabilidade, ao utilizar painéis de aglomerado de cortiça natural como material isolante.

A cortiça é um material 100% natural, reciclado e reciclável. As placas de aglomerado de cortiça natural utilizadas no Sistema Traditerm Nature são fabricadas a partir de resíduos de produtos de cortiça. Todas as aparas resultantes são acumuladas e prensadas, para que a própria resina que contém este material natural sirva de conglomerante, para posteriormente ser cortada na forma das placas que colocamos em obra. Dessa forma, o consumo de energia e a poluição na sua fabricação são minimizados ao máximo, para além de ser um produto totalmente reciclado.

Este material é extraído do sobreiro, que renova a sua casca a cada 10 a 11 anos aproximadamente, o que o torna um produto rapidamente renovável e não prejudica o ambiente durante a sua extração. É um material com um ciclo de vida ótimo, pois não polui durante a sua extração e requer pouquíssima energia durante todos os processos procedentes, além de ser um produto reciclável e reutilizável. Por outro lado, armazena CO2 no seu interior, pelo que a sua pegada de carbono é ainda mais reduzida.

Todas estas características somadas à sua capacidade de isolamento térmico, acústico e vibratório, o seu grau de impermeabilidade, a sua durabilidade, etc… tornam-no numa óptima escolha para o isolamento das nossas fachadas com ETICS (External Thermal Insulation Composite Systems).

O Sistema Traditerm Nature do GRUPO PUMA utiliza estas placas de aglomerado de cortiça natural na sua configuração e trabalha com materiais de alta performance para a sua colocação em serviço:

  • Ampla gama de Argamassas Traditerm para a sua fixação química. Dependendo da natureza do suporte, devemos escolher o produto mais adequado.
  • Estas Argamassas Traditerm servirão também para configurar a camada armada do sistema em conjunto com a Malha Traditerm, uma malha de fibra de vidro com fios de dupla torção.
  • Para o tratamento de pontos singulares que necessitem de reforços especiais, o GRUPO PUMA oferece-nos uma vasta gama de perfis que se ajustam a cada uma das necessidades do sistema.
  • As Traditerm Buchas de Ancoragem também são configuradas com diferentes características técnicas para realizar uma fixação mecânica correta e segura.
  • Dispomos do Fundo Morcemcril, um primário para a homogeneização da absorção do suporte e melhoria da aderência e aplicação da camada final de acabamento.
  • Por último, a gama Morcemcril dá-nos a possibilidade de ajustar o acabamento final em termos de textura, cor e desempenho químico e mecânico.

Desta forma, o Sistema Traditerm Nature proporciona uma solução completa e sustentável para o isolamento das nossas fachadas, quer se trate de um edifício de construção nova ou de uma reabilitação.

Para qualquer consulta sobre os sistemas e produtos do GRUPO PUMA, pode entrar em contato diretamente com a Oficina Técnica:

Email:  [email protected]

Web: www.grupopuma.com

 

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Mota-Engil ganha obra no México no valor de 580 M€

A adjudicação inclui o projecto, construção, operação e manutenção de 55 km de estradas, em Nayarit, nomeadamente 26 km de construção de greenfield, 18 km de obras a concluir e 11km de reabilitação inicial

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A Mota-Engil informa que foi adjudicada à sua participada Mota-Engil México um contrato com um valor total de 12,4 mil milhões de pesos, correspondendo a 580 milhões de euros.

Uma adjudicação que “confirma a capacidade da Mota-Engil como player de referência na construção e operação de infraestruturas no México e reforça o portfolio de concessões do Grupo e a sua carteira de encomendas no continente americano”, indica a empresa.

A adjudicação da concessão inclui o projecto, construção, operação e manutenção de 55 km de estradas, em Nayarit no México, nomeadamente 26 km de construção de greenfield, 18 km de obras a concluir e 11km de reabilitação inicial.

O período de construção previsto é de dois anos e a manutenção e funcionamento de oito anos com um total de 10 anos.

O projecto não tem qualquer risco de tráfego e tem cobertura contra a inflação, uma vez que os pagamentos de disponibilidade são actualizados pela taxa de inflação real.

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AEP regressa ao Egipto com sector da construção

O sucesso alcançado na edição do ano passado da BIG 5 Construct EGYPT levou a AEP a organizar a segunda participação na feira

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A AEP – Associação Empresarial de Portugal volta, esta semana, com cinco empresas nacionais, ao Egipto para participarem na BIG 5 Construct EGYPT, a mais importante feira da fileira da construção e materiais de construção, pedras e rochas ornamentais, tecnologias e ambiente, que acontece no Cairo, entre os dias 25 e 27 de Junho.

Para a AEP, que organiza a segunda participação portuguesa na BIG 5 Construct EGYPT, a deslocação, que tem como objectivo apoiar as empresas na diversificação de mercados para aumentar as exportações, é uma oportunidade para consolidar contactos feitos o ano passado e estabelecer outros com novos parceiros.

A AEP já desenvolve acções presenciais neste mercado desde 2010, através da organização de várias missões empresariais, mas o sucesso alcançado na edição do ano passado da BIG 5 Construct EGYPT, fez a associação regressar para realizar a segunda participação na feira.

Olhando para a economia do país, o presidente da AEP, Luís Miguel Ribeiro, recorda que “nos últimos seis anos, o governo egípcio tem mantido o investimento em novos projectos (New Mansoura City, New Administrative Capital, o comboio de alta velocidade) e que é o primeiro país da MENA a emitir green bonds, que permitem o desenvolvimento de projectos nas áreas da gestão de energia e transporte, saneamento e gestão de água e plataformas de energias sustentáveis.”

Na BIG 5 Construct EGYPT vão estar as empresas Balanças Marques (balanças industriais), Urbimagem (sistemas de arquitetura e construção), Catari (andaimes), Safina – Sociedade Industrial de Alcatifas (tapetes e carpetes) e Metalúrgica do Tâmega (centrais de britagem e crivos).

A edição de 2021 da feira contou com a participação de 196 expositores e 11 mil visitantes profissionais, oriundos de 16 países, fazendo da BIG 5 Construct EGYPT um evento à escala mundial e, por isso, uma oportunidade para abordar vários mercados e as potencialidades de negócio que apresentam.

O Egipto tem abundantes recursos naturais (petróleo e gás natural). A exploração do campo de gás natural de Zohr, a maior jazida do Mediterrâneo, veio consolidar o Egito como um importante exportador mundial.

O Canal do Suez – principal eixo de passagem dos fluxos de comércio entre a Europa, a bacia mediterrânica e o sudoeste asiático – é crucial para o desenvolvimento económico do Egipto.

Suportado pelo investimento e pela exportação de bens e serviços e ainda pelo bom desempenho dos sectores da energia, construção e turismo, entre 2019 e 2020, a economia do país sofreu o impacto da pandemia nos fluxos comerciais, no turismo e na procura interna. Para 2022, estima-se o aumento da procura global, das exportações e da retoma do turismo.

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Câmara de Faro e IHRU assinam compromisso para construção de 71 casas

A Estratégia Local de Habitação do Município de Faro implica um investimento total superior a 25 milhões de euros, com impacto em mais de 350 famílias, entre arrendamento apoiado e vendas a custos controlados

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O presidente da Câmara de Faro, Rogério Bacalhau, assinou com o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, na pessoa da sua presidente, Isabel Dias, dois contratos destinados a cofinanciar a construção de um total de 71 novos fogos no concelho, no âmbito do Programa 1.º Direito, com financiamento do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR).

Um dos contratos assinados prevê o financiamento de 22 novas habitações na Rua Ludovico Menezes, destinados a famílias com carência económica, a atribuir através de concurso, num investimento total de 2,22 milhões de euros (de que o IHRU financiará 1,92 milhões de euros).

O outro contrato prevê a construção de 49 novos fogos em Montenegro, num investimento total de 5,47 milhões de euros – com financiamento do IHRU de 5,22 milhões de euros -, para realojar 49 famílias que actualmente residem na Praia de Faro.
O presidente do Município, Rogério Bacalhau, revelou “uma enorme satisfação por celebrar estes dois tão importantes contratos destinados a cofinanciar um total de 71 novos fogos, cuja construção só se torna possível através das candidaturas do Município” no âmbito deste programa com financiamento do PRR.

“O financiamento, estatal ou comunitário, assume, aliás, um papel absolutamente fulcral no processo de construção de habitação, social ou municipal, tornando-se impossível que este seja integralmente suportado pelos municípios, tendo em conta os recursos limitados de que dispõem e o cada vez maior leque de competências que são chamados a assumir”, acrescentou Rogério Bacalhau, adiantando, que, no entanto, e à luz da receite Lei de Bases da Habitação, “o Estado não pode descurar a efectiva garantia do direito à habitação digna a todos os cidadãos, que se constitui como uma das expressões mais visíveis da condição social das nossas populações”.

No âmbito da cerimónia de assinatura dos contratos, a secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, respondeu ao apelo do autarca garantindo que o Estado “não pode achar que os municípios resolvem sozinhos o problema da habitação”, adiantando que o Município de Faro pode continuar a contar com o Estado para ajudar a assegurar este seu direito.

Neste âmbito, a Câmara Municipal e a Assembleia Municipal de Faro aprovaram, em Novembro de 2018, a Estratégia Local de Habitação do Município de Faro – que tornaram possíveis as candidaturas a estes dois financiamentos – que visa a necessidade de desenvolver medidas para facilitar o acesso à habitação a todos os seus munícipes, em particular àqueles com maiores carências financeiras, os que vivem em condições precárias de alojamento ou os mais jovens.

De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Faro, o Município perspectiva já novas candidaturas para esta área, além da revisão da Estratégia Local de Habitação, de forma a contemplar novos projectos, nomeadamente cerca de 200 novos fogos para venda a custos controlados em Estoi.

Ao todo, a Estratégia Local de Habitação do Município de Faro implica um investimento total superior a 25 milhões de euros, com impacto em mais de 350 famílias, entre arrendamento apoiado e vendas a custos controlados.

À margem da cerimónia, a comitiva liderada pelo presidente da Câmara Municipal visitou ainda as obras de construção de 90 novos fogos a custos controlados, que já decorrem a bom ritmo, na Rua Capitães de Abril.

De acordo com Rogério Bacalhau, está neste momento a ser elaborado o regulamento de candidatura para atribuição destas habitações, que deverá ser votado em reunião de câmara no próximo mês. “O regulamento estará depois em discussão pública e se tudo correr bem poderemos no início de 2023 fazer a atribuição destes fogos às famílias”, concluiu Rogério Bacalhau.

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Secil Lobito é um dos 44 processos que Angola quer resolver até final de 2022

Está a decorrer o concurso público para a alienação dos 49% do capital social que o Estado angolano detém da cimenteira. Este é um dos 44 processos em curso. O PROPRIV já permitiu a Angola o encaixe de 1, 9 MM€

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Está a decorrer até 30 de Junho o concurso público para a alienação dos 49% do capital social que o Estado angolano detém da Secil Companhia de Cimentos do Lobito SA. Este é um dos 44 processos que estão a decorrer no âmbito do Programa de Privatizações, PROPRIV, e que o Estado angolano espera concluir até ao final deste ano.

No âmbito do PROPRIV o Estado angolano já arrecadou 919,84 mil milhões de kwanzas (cerca de 1,9 mil milhões de euros) com contratos de privatização de 88 activos e empresas, que lhe permitiram um encaixe de 534,97 mil milhões de kwanzas (1,1 mil milhões de euros).

A Comissão Nacional Interministerial responsável pela implementação do Programa de Privatizações (CNI-PROPRIV) reuniu, em Luanda, para analisar o nível de execução do Programa de Privatizações. A reunião foi orientada pelo Ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, e nela foi apresentado um ponto de situação sobre o PROPRIV, com destaque na execução da lista de activos do PROPRIV.

A “programação” do PROPRIV para este ano prevê concluir 44 processos, com destaque, para além da Secil Lobito, para a conclusão dos processos no sector financeiro (BCGA, BODIVA), sector das telecomunicações (TV Cabo), no sector industrial (4.ª fase de privatização dos activos da ZEE e Unidades Industriais do Universo CIF), no sector da construção (Mota Engil Angola), e no sector da agricultura (Fazenda de Sanza Pombo e Empreendimento do Cubal – Fábrica de Farinha de Milho do Cubal).

Detida pelo Estado angolano e pelo Grupo Secil (51% do capital) a empresa de direito angolano detém uma quota de mercado de 4% com uma capacidade de produção de 300.000 Toneladas. O sector tem 5 operadores principais, sendo que 85% da produção de mercado é detida pelos três maiores produtores (CIF, CIMANGOLA, FCKS). O mercado tem um consumo anual de 1,9 milhões de toneladas por ano, enquanto a capacidade máxima de produção pode chegar a 8,3 milhões de toneladas.

A Comissão Nacional destacou que “dos 88 activos privatizados, o sector da agricultura já permitiu a criação de 397 postos de trabalho directos; o sector industrial (unidades da ZEE e Têxteis) gerou 1 750 postos de trabalho directos, por fim no sector do turismo, foi possível manter os 105 postos de trabalho existentes, perspectivando-se a criação de mais posto trabalho”. A Comissão Nacional Interministerial integra responsáveis de vários departamentos ministeriais, nomeadamente, Ministério das Finanças, Ministério da Economia e Planeamento, Ministério do Comercio e Indústria, Ministério dos Recursos Minerais e Petróleo, Ministério dos Transportes, Banco Nacional de Angola, o IGAPE, a Sonangol E.P. bem como, outras instituições envolvidas na implementação do PROPRIV.

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Lisboa, Oeiras e Cascais traçam estratégia comum para a zona costeira e ribeirinha

Carlos Moedas, Isaltino Morais e Carlos Carreiras querem traçar plano comum para o desenvolvimento da zona ribeirinha e costeira. Os responsáveis dos três municípios, Lisboa, Oeiras e Cascais, querem discutir descentralização com o Governo

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Os presidentes das Câmaras Municipais de Lisboa, Carlos Moedas, Oeiras, Isaltino Morais e Cascais, Carlos Carreiras, estiveram reunidos para avaliar estratégias para dar respostas a problemas comuns aos três municípios.

Na sequência deste encontro de trabalho, foi decidido que será necessário avançar para um plano macro para toda a longa zona costeira e ribeirinha, procurando agilizar meios e autonomia que determinem o aumento da capacidade de intervenção de cada um dos municípios nestas áreas.

Deste primeiro encontro, e na sequência de vários temas abordados, foi decidido solicitar uma reunião ao ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

Foram ainda discutidas algumas das questões que têm sido colocadas aos municípios e relacionadas com deficientes soluções para o processo de descentralização em curso.

Este foi o primeiro de vários encontros que os três autarcas vão realizar com o propósito de aprofundar a cooperação municipal e desenvolver uma visão de futuro para os seus territórios.

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