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    6,9 M€ para reabilitação de Viaduto Duarte Pacheco

    O Viaduto Duarte Pacheco, em Lisboa, vai ser alvo de obras de reabilitação e de reforço sísmico, devendo a empreitada arrancar no segundo semestre deste ano

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    De acordo com a Infraestruturas de Portugal, o contrato de empreitada aguarda o visto do Tribunal de Contas. “Somente após a concessão do referido visto poderá a empreitada ser consignada e ter início no terreno, o que se estima possa ocorrer no segundo semestre deste ano”, lê-se na mesma informação.

    Segundo a Infraestruturas de Portugal, estão previstos “trabalhos de reabilitação geral da estrutura, em particular das pilastras P2 e P3, a repavimentação da camada de desgaste, bem como a pintura das superfícies de betão e dos elementos metálicos, de forma a aumentar a durabilidade da obra de arte, e garantir melhores condições de segurança”.

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    O Viaduto Duarte Pacheco foi projectado em 1937 pelo engenheiro João Alberto Barbosa Carmona, tendo a obra sido executada entre Abril de 1939 e Dezembro de 1944. Duarte Pacheco era o ministro das Obras Públicas na altura.

    A estrutura, integralmente realizada em betão armado, divide-se em cinco partes: duas passagens superiores em arco (arcos laterais), uma sobre a linha de caminho de ferro e outra sobre a Avenida do Parque Florestal de Monsanto; dois viadutos com uma extensão de 85,80 metros entre eixos e uma passagem superior central (arco central) sobre a Avenida de Ceuta.

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    Fecho da Circular Urbana de Barcelos vai avançar por 8,8M€

    De acordo com o procedimento, ao qual o CONSTRUIR teve acesso, o projecto, concebido pela Geestrada contempla a construção da ligação à variante da E.N. 103, em Rio Côvo Santa Eugénia, da qual faz parte uma rotunda desnivelada que se articula com aquela via através de quatro ramos de ligação, sendo o atravessamento da EN 103 através de passagem superior à rotunda

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    Está formalmente lançado o concurso público com vista à execução do fecho da Circular Urbana de Barcelos, que vai ligar Rio Covo Santa Eugénia à Estrada Nacional 103, um investimento estimado em 8,8 milhões de euros e promovido pelo Município de Barcelos.

    A intervenção, cujo procedimento foi já publicado em Diário da República, é encarada como um passo determinante para concretizar uma obra muito importante para as acessibilidades à cidade de Barcelos.
    De acordo com o procedimento, ao qual o CONSTRUIR teve acesso, o projecto, concebido pela Geestrada contempla a construção da ligação à variante da E.N. 103, em Rio Côvo Santa Eugénia, da qual faz parte uma rotunda desnivelada que se articula com aquela via através de quatro ramos de ligação, sendo o atravessamento da EN 103 através de passagem superior à rotunda. A rotunda onde convergem os Ramos A, B, C e D, e a Ligação a Barcelos situa-se em nível inferior ao da EN 103, praticamente à cota do terreno natural, visto aquela estrada nacional se encontrar em aterro neste local. A Ligação a Barcelos desenvolve-se com uma geometria em planta adaptada ao espaço disponível e uma inclinação suave, apresentando um perfil transversal com duas vias. Os Ramos A, B, C e D têm inclinações acentuadas, mas dentro dos limites admissíveis, inserindo-se na EN 103 com vias de abrandamento ou de aceleração com extensões normais do lado poente e adaptadas, do lado Nascente, aos condicionantes locais, nomeadamente, os acessos às propriedades existentes nas margens da estrada nacional. A ligação à EN 103 (Antiga) fica também assegurada através do Ramo A e do Prolongamento da Rua do Pinheiro cujo traçado, desenvolvendo-se entre aquela estrada e a futura Ligação a Barcelos, assume a função de complementar o conjunto dos movimentos assegurados por este Nó. O acesso aos edifícios existentes do lado norte da antiga EN 103 intersectado pela nova Ligação a Barcelos será restabelecido através dos arruamentos existentes, permitindo-se também uma saída para rotunda.

    A intervenção, cujo procedimento foi já publicado em Diário da República, é encarada como um passo determinante para concretizar uma obra muito importante para as acessibilidades à cidade de Barcelos

    Acessos

    O acesso à Quinta do Desterro manter-se-á apenas por uma das entradas existentes encerrando-se a que se situa mais a Poente por ficar intersectada pelo Ramo D. Com o esquema de circulação proposto, para além de se estabelecer uma ligação desnivelada com a nova Ligação a Barcelos, melhoram-se significativamente as condições de segurança na EN 103 onde apenas se permitem saídas e entradas na mão.  O perfil transversal previsto para a Estrada Nacional é constituído por duas faixas de rodagem com quatro metros de largura cada, um separador de 60 centímetros de largura materializado coo uma guarda de segurança rígida do tipo ‘New Jersey’ e bermas interiores e exteriores com 1 e 2,5 metros respectivamente. O perfil transversal tupo da rotunda é constituído por uma faixa de rodagem de duas vias e 9,6 metros de largura. As bermas exteriores e interiores têm a largura de um metro.

    O município disponibiliza a título gratuito os terrenos que forem necessários para a obra, na parte em que esta interfira com o domínio rodoviário nacional (EN103). Também fica estabelecido que o Município de Barcelos se assume como dono da obra, competindo-lhe lançá-la, geri-la, executá-la e fiscalizá-la desde o procedimento pré-contratual até ao seu encerramento contabilístico. Cabe igualmente ao município a responsabilidade pela execução material, financeira e contabilística da obra. Por seu lado, cabe à IP autorizar o início dos trabalhos, procedendo ao acompanhamento dos trabalhos da empreitada.

    Durante a execução da empreitada, quaisquer alterações efectuadas ao plano de trabalhos devem ser comunicadas à IP, com a indicação das razões que determinaram essa alteração. No âmbito do acordo de gestão, fica também estabelecido que a IP se reserva o direito de efectuar ensaios em obra, com vista ao cumprimento integral dos requisitos constantes no caderno de encargos. A IP procederá também ao acompanhamento dos trabalhos, sendo da responsabilidade do município fazer cumprir pelo empreiteiro todas as orientações que a IP lhe venha a transmitir, designadamente no que respeita ao planeamento da obra, cumprimento do projecto de execução e da qualidade dos materiais.

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    Blocotelha avança para a última fase de construção do ITER

    O projecto, que teve início em 2020 para a empresa de Porto de Mós, foi adjudicado por um valor superior a 15 milhões de euros e tem previsto o fornecimento e montagem de mais de 2.000 toneladas de estruturas metálicas, 11.000 m2 de coberturas e 17.000m2 de revestimentos

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    A Blocotelha anuncia a entrada na que será a última fase da sua participação no projecto de construção do ITER, que consiste na finalização dos edifícios pelos quais a empresa está responsável (B71, B75, B34 e B37) e das pontes Cryoline, Busbar M1 e Busbar M2, estando prevista a sua conclusão antes do final do ano. O projecto, que teve início em 2020 para a empresa de Porto de Mós, foi adjudicado por um valor superior a 15 milhões de euros e tem previsto o fornecimento e montagem de mais de 2.000 toneladas de estruturas metálicas, 11.000 m2 de coberturas e 17.000m2 de revestimentos.

    O ITER está a ser construído no sul de França, concretamente em Saint-Paul-lès-Durance, com a colaboração de 35 países. O projeto visa a construção do maior Tokamak do mundo, um dispositivo de fusão magnética criado para provar a viabilidade da fusão como uma fonte de energia em grande escala e livre de carbono, com base no mesmo princípio que alimenta as estrelas e o Sol.

    Enquanto parceira do consórcio europeu, a empresa tem 20 profissionais alocados ao projecto com a responsabilidade de fornecimento e montagem das estruturas metálicas, revestimentos e coberturas dos quatro edifícios (B71, B75, B34 e B37) e das três pontes (Cryoline, Busbar M1 e Busbar M2). Depois de praticamente concluída a montagem da estrutura metálica dos edifícios, e com mais de 70% dos revestimentos colocados, serão iniciados os trabalhos de elevação da última ponte (Busbar M2) ao mesmo tempo que são finalizadas as restantes, já elevadas.

    Sofia Filipe, Responsável de Qualidade e Coordenadora de Soldadura na BLOCOTELHA, comenta: “A construção do ITER apresenta diversos desafios técnicos significativos, inerentes à complexidade do projecto e aos requisitos envolvidos na criação de uma instalação de fusão nuclear. A construção de uma instalação tão complexa requer planeamento detalhado, coordenação eficiente entre equipas multidisciplinares e resolução de problemas em tempo real. O ITER é um projecto de grande escala, uma obra que se distingue pela grande exigência ao nível da qualidade e da segurança”.

    “O projecto ITER apresenta-se, e é na realidade, um grande desafio. Mas, ao mesmo tempo, é muito gratificante podermos contribuir e colaborar com peritos de todo o mundo, num projecto com impacto tão significativo no futuro da energia e no mundo”, acrescenta Erico Ferraria, Chief Commercial Officer, BLOCOTELHA.

    Desenvolvido pela primeira vez no final dos anos 1950, o Tokamak foi adoptado em todo o mundo como a configuração mais promissora do dispositivo de fusão magnética. O ITER será o maior tokamak do mundo, com o dobro do tamanho da maior máquina atualmente em operação, com um volume da câmara de plasma dez vezes maior. A Europa é responsável pela maior parcela dos custos de construção do ITER (45,6%), estando o restante dividido igualmente por China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Rússia e Estados Unidos.

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    IP entrega Telemática da Modernização da Linha do Oeste à Efacec por 3,35M€

    A nova empreitada de concepção e construção vem reforçar a capacidade e eficiência do serviço de transporte ferroviário através da melhoria dos níveis de disponibilidade e da redução dos tempos de percurso

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    A Efacec foi seleccionada pela Infraestruturas de Portugal, S.A. (IP) para conceber e implementar as soluções de Telemática a aplicar na Modernização da Linha do Oeste, no Troço que liga Meleças às Caldas da Rainha, que vão contribuir para uma maior fiabilidade e segurança do sistema ferroviário, assim como para uma maior qualidade do serviço prestado às populações.

    No valor de 3,35M€, a nova empreitada de concepção e construção vem reforçar a capacidade e eficiência do serviço de transporte ferroviário através da melhoria dos níveis de disponibilidade e da redução dos tempos de percurso.

    O empreendimento, já em curso, considera duas empreitadas de electrificação para o troço Meleças – Caldas da Rainha, numa extensão de cerca de 85km, o desenvolvimento e implementação dos sistemas de sinalização e a construção de uma subestação de tracção eléctrica em Runa, já adjudicada também à Efacec.

    Os sistemas de Telemática, objecto da empreitada, incluem, entre outros, os sistemas de alimentação, a rede de dados de suporte à exploração, a rede telefónica de exploração, o sincronismo horário, o sistema de supervisão técnica das infraestruturas e a rede física de transmissão.

    “A Efacec congratula-se por voltar a merecer a preferência da Infraestruturas de Portugal (IP), reforçando a sua participação na modernização da linha do Oeste. Um projecto que reforça um portfólio desenvolvido para a Infraestruturas de Portugal, que se estende ao longo de mais de 50 anos e que traduz a confiança depositada na tecnologia Efacec e na capacidade de execução das suas equipas”, refere Ângelo Ramalho, Chairman e CEO da Efacec.

    O sector da mobilidade é uma das principais áreas de actividade da Efacec e o fornecimento de soluções tecnológicas para projectos metro-ferroviários tem sido desenvolvido em conjunto com importantes players internacionais e em diversos mercados, com especial foco na Europa do Norte.

    Actualmente, a empresa está a participar na construção da Linha Sydavnen do Metro de Copenhaga (Dinamarca), na renovação do Centro de Comando do Metro de Dublin (Irlanda), na extensão da Linha Amarela e nova Linha Circular do Metro do Porto (Portugal), bem como na concepção, construção e manutenção do Sistema de Mobilidade do Mondego (Portugal).

     

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    Engexpor gere obras do recinto Parque Tejo

    A intervenção no espaço que agora acolhe as principais cerimónias do evento mundial requalifica a área urbana junto à foz do rio Trancão com o Tejo e dá origem a um parque verde e de lazer para usufruto futuro, com uma extensão de 100 hectares

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    A escassos dias do início oficial da Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023 (JMJLisboa 2023) o recinto do Parque Tejo está pronto a receber as cerimónias que a organização deste evento mundial planeou para este espaço e que decorrem na capital de 1 a 6 de Agosto.

    Grande parte dos trabalhos no recinto foram acompanhados pela Engexpor, que teve a cargo a gestão de projecto e de construção das obras executadas no lado do concelho de Lisboa, numa empreitada adjudicada pela Sociedade de Reabilitação Urbana, SRU.

    Realizada em tempo recorde, com a Engexport a iniciar  os seus serviços em Agosto do ano passado, a intervenção no lado de Lisboa estende-se por 38 hectares e dela resulta um espaço com todas as condições e equipamentos para receber algumas das principais cerimónias do evento.

    Além do altar-palco, o recinto conta uma rede de caminhos e infraestruturas de apoio aos peregrinos, nomeadamente áreas dedicadas a primeiros socorros e de posto médico, tendas de controlo de acessos, estruturas para comunhão e de auxílio aos bispos, media centre, hospital de campanha, instalações sanitárias, entre outros equipamentos.

    Os trabalhos contemplaram ainda os arranjos paisagísticos de todo o recinto e a reabilitação do antigo aterro sanitário de Beirolas, numa intervenção que foi planeada com o objetivo de regenerar toda a área urbana junto à foz do rio Trancão com o Tejo.

    De acordo com Tiago Barros, managing director da Engexpor, “para nós é um motivo de orgulho termos acompanhado a execução desta obra, que não só transforma e prepara o espaço para receber em Lisboa um evento tão relevante, como tem o mérito de dar continuidade à requalificação da zona ribeirinha oriental. Depois da Engexpor ter estado fortemente envolvida na construção do recinto que acolheu a Expo’98 é com muito agrado que passadas quase três décadas regressámos a esta zona com o mesmo propósito: ajudar a construir o espaço de um evento mundial, regenerando uma área abandonada”, sublinha o responsável.

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    Arranque do projecto europeu de investigação RAIL4CITIES

    Um dos objectivos deste projecto é tornar as estações ferroviárias novos centros urbanos vitais para estimular cidades sustentáveis. O projecto arrancou no início de Julho e estará concluído em 2025

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    O projecto Railway stations for green and socially-inclusive cities (RAIL4CITIES) arrancou no dia 1 de Julho de 2023 e terá uma duração de 24 meses. O consórcio integra perto de duas dezenas de empresas europeias ligadas ao sector ferroviário, entre elas a Infraestruturas de Portugal (IP).

    O projecto RAIL4CITIES tem tês objectivos principais: tornar as estações ferroviárias como novos centros urbanos vitais para estimular cidades sustentáveis; desenvolver e publicar uma metodologia e ferramenta com aplicação ao nível europeu; e focar na activação do ecossistema para replicação e sustentabilidade após o término do projecto. O projecto compreende cinco grandes grupos de trabalho, integrando a empresa portuguesa o grupo responsável pela criação de living labs nas estações ferroviárias. Neste âmbito serão realizados três estudos de caso em Portugal, testando especificamente como as estações ferroviárias da futura Linha de Alta Velocidade Porto-Lisboa podem desempenhar um papel relevante no desenvolvimento urbano sustentável.

    Do ponto de vista Científico, o projecto pretende desenvolver o modelo SCP, a ferramenta de análise de impacto e o modelo europeu para a transformação efectiva e sustentável de estações ferroviárias. A nível económico/tecnológico a intenção é que os living labs demonstrem o potencial das estações para se desenvolverem como novos centros urbanos reunindo múltiplos serviços para utilizadores e cidadãos e levando à concepção de serviços e soluções inovadoras com impacto nas vertentes económica, ambiental e social.

    O RAIL4CITIES é financiado pela Europe’s Rail Joint Undertaking Call Proposals 2022-02 (HORIZON-ER-JU-2022-02).

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    Central Fotovoltaica Bolama. Créditos: iandaguine.org

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    Prospectiva presente na construção da nova Central Solar Fotovoltaica de Bolama

    Para esta empreitada, a Prospectiva foi responsável pela elaboração do caderno de encargos e pela supervisão e fiscalização da obra e dos fornecimentos

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    A obra de construção da Central Solar Fotovoltaica e de uma mini-rede eléctrica em Bolama, na Guiné-Bissau, já está a decorrer e conta com o contributo da Prospectiva não só para a elaboração do caderno de encargos e para a supervisão e fiscalização da obra e dos fornecimentos, como para a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental Simplificado prévio.

    Esta nova Central, a maior em termos de potência daquele País, terá uma potência total de 600 KWp distribuída por diversas redes de Baixa Tensão, Média Tensão e de iluminação pública para toda a cidade. Até ao final do mês de Maio, haviam sido instalados mais de 50% dos painéis solares e fixados todos os postes da rede de distribuição.

     A Central Solar Fotovoltaica de Bolama faz parte do Programa Ianda Guiné! Acção IG! Lus ku Iagu, levado a cabo por entidades como a Associação para o Desenvolvimento (TESE), a ADPP-GB – Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo, e a Associação de Saneamento Básico, Protecção da Água e Ambiente de Bafatá (ASPAAB) que tem como objectivo melhorar o acesso aos serviços de água potável, energia e saneamento básico das populações rurais e semiurbanas da Guiné-Bissau.

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    Ordem dos Engenheiros assina protocolo com ASAVAL

    A colaboração visa a “promoção conjunta de acções de formação e conferências, com vista à partilha de conhecimento e boas práticas no âmbito da avaliação”

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    Tendo como objectivo a “promoção conjunta de acções de formação e conferências, com vista à partilha de conhecimento e boas práticas no âmbito da avaliação”, a Ordem dos Engenheiros (OE) acaba de assinar um Protocolo de Cooperação com a Associação das Sociedades de Avaliação e Avaliadores de Portugal (ASAVAL). Desta forma os membros da Região Sul poderão usufruir das mesmas condições em vigor para os membros da ASAVAL.

    “Na sequência da estratégia de estreitar relações com as entidades transversalmente relacionadas com a actividade da avaliação imobiliária, a ASAVAL assinou um protocolo de colaboração com a Ordem dos Engenheiros – Região Sul que visa aumentar a colaboração ao nível da formação dos avaliadores, em especial, aqueles que têm formação de base em Engenharia, bem como desenvolver actividades de promoção da actividade e colaboração em eventos de relevância para o mercado imobiliário”, afirma Paulo Barros Trindade, presidente da Direcção da ASAVAL.

    Na cerimónia, que teve lugar na sede da Região Sul da OE, em Lisboa, estiveram presentes António Carias de Sousa, presidente do Conselho Directivo Região Sul, Paulo Barros Trindade, presidente da direcção da ASAVAL, assim como Luís do Carmo Benedito e José Morgado Silva, vice-presidente e vogal da Direcção da associação, respectivamente. 

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    Resultados do projecto Ferrovia 4.0 apresentados a 20 de Julho

    Ao fim de três anos, está a terminar o Projecto Mobilizador Ferrovia 4.0. O evento Final do Projecto Ferrovia 4.0IP está agendado para o próximo dia 20 de Julho, no Instituto Superior de Engenharia do Porto

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    O Projecto Mobilizador Ferrovia 4.0 é composto por um consórcio de 22 entidades nacionais pertencentes ao Cluster da Plataforma Ferroviária Portuguesa, liderado pela EFACEC.

    O projecto teve como objectivo o desenvolvimentos de componentes, ferramentas e sistemas, a serem testados em veículos e infraestruturas reais, visando aumentar a competitividade e qualidade do serviço de transporte ferroviário e orientados para: a sustentabilidade do sistema ferroviário, eficiência energética, economia circular, redução da pegada ambiental e atracção de mais passageiros; a redução de custos operacionais e de manutenção, monitorização do sistema ferroviário, de modo a evitar falhas e períodos de inactividade e a optimizar o ciclo de vida dos equipamentos: a potenciação de sistemas de informação fiáveis de apoio à tomada de decisão na gestão de activos, com integração de diferentes fontes de dados do material circulante e da infraestrutura; e a segurança da circulação, monitorização das condições de segurança das infraestruturas e do material circulante, através de sistemas de alerta para desencadear medidas de protecção/intervenção.

    Este evento final marca o culminar do trabalho realizado no âmbito do projecto, onde serão partilhados os resultados e conquistas obtidas no caminho trilhado em direcção a uma ferrovia mais inteligente, sustentável e tecnologicamente avançada.

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    Pedro Faria, Ana Chung, Paula Morais

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    Cientistas UC estudam processo inovador para recuperação de materiais valiosos da indústria electrónica

    Um grupo de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) está a estudar um novo processo para a recuperação de materiais ligados à indústria dos electrónicos. Esta investigação decorre no âmbito da Agenda Microeletrónica do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), financiada com 30 milhões de euros

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    tagsFCTUC

    (Na imagem Pedro Faria, Ana Chung e Paula Morais)

    Actualmente, o lixo electrónico é um dos resíduos sólidos com uma elevada taxa de acumulação, chegando a quase 10 milhões de toneladas por ano na União Europeia, sendo que apenas cerca de 15 a 20% desses resíduos são reciclados. Em 2021, a produção estimada de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (EEEW) foi de 55,2 milhões de toneladas em todo o mundo.

    Tendo em vista a resolução desta problemática, a equipa de investigadores da FCTUC está a desenvolver uma investigação ligada à tarefa “E-Waste Recycling to Foster a Circular and Sustainable Economy”, que pretende contribuir para a criação e definição de processos industriais relacionados com a economia circular e a reciclagem de produtos do sector da Microelectrónica. Este projecto tem como foco principal a recuperação e tratamento de dispositivos electrónicos, para que as matérias-primas possam ser novamente incorporadas na cadeia de valor.

    «A ideia é encontrar um processo combinado, químico e biológico, para a recuperação de metais críticos e de alto valor a partir de resíduos eléctricos e electrónicos de computador», explica Paula Morais, docente da FCTUC e investigadora no Laboratório de Microbiologia do Centro de Engenharia Mecânica, Materiais e Processos (CEMMPRE).

    «Para a criação deste processo, a metodologia aplicada terá por base um estudo de diagnóstico inicial para identificar e mapear o ecossistema português do sector da Microelectrónica e, posteriormente, o foco da investigação na FCTUC serão os processos microbiológicos e químicos de reciclagem de metais preciosos», revela a investigadora.

    Assim, «serão desenvolvidos processos de bio-lixiviação, a partir de resíduos gerados por parceiros industriais no projecto, bem como de bioacumulação selectiva de metais após tratamento químico dos resíduos. O sistema de recuperação de metais por ser misto (químico-biológico) é extremamente inovador», assegura o grupo de Microbiologia. «Entre os materiais que se pretendem recuperar destacam-se os metais valiosos como ouro, platina e prata, e os metais críticos índio e gálio, a partir de computadores e equipamentos de telecomunicações em fim de vida», conclui.

    Este projecto teve inicio em Janeiro de 2023 e, neste momento, o consórcio, que envolve 17 entidades, encontra-se ainda a trabalhar na clarificação dos fluxos de resíduos e na caracterização dos materiais que serão utilizados para criar este novo processo, bem como a definir a estratégia integrada entre os parceiros da FCTUC para fazer esta recuperação de metais.

    Para além do CEMMPRE, estão envolvidos nesta Agenda José António Paixão, do Centro de Física da Universidade de Coimbra (CFisUC), e também Licínio Ferreira, do Centro de Investigação em Engenharia dos Processos Químicos e dos Produtos da Floresta (CIEPQPF).

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    IP inicia empreitada de reabilitação da Ponte sobre o Rio Zêzere

    A Infraestruturas de Portugal vai iniciar a empreitada de reabilitação da Ponte sobre o Rio Zêzere, na ER348, entre Ferreira do Zêzere e Vila de Rei. O valor do investimento é de 4M€

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    A reabilitação e reforço estrutural da Ponte sobre o Rio Zêzere, localizada ao quilómetro 87,690 da ER348, envolve um investimento de perto de 4 milhões de euros e irá garantir a beneficiação geral da ponte e o reforço das condições de circulação e segurança da travessia que liga os concelhos de Ferreira do Zêzere, no distrito de Santarém, e de Vila de Rei, no distrito de Castelo Branco.

    A Ponte sobre o rio Zêzere, sobre a albufeira de Castelo de Bode, apresenta uma altura de 100 metros acima do leito do rio e uma extensão total de 385 metros. Caracteriza-se por ser uma estrutura em arco e possuir um vão de 224 metros.

    Consignada no passado dia 14 de Junho, a obra tem um prazo de execução de 420 dias. No âmbito desta empreitada serão desenvolvidos trabalhos de substituição/reparação de aparelhos de apoio, tratamento da fendilhação, zonas porosas e delaminação por corrosão na face inferior da laje, das vigas e das carlingas, impermeabilização e pavimentação do tabuleiro, tensionamento dos cabos de pré-esforço e pintura geral da ponte.

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