Edição digital
Assine já
    PUB
    Imobiliário

    Santa Clara Residences nasce no Vale do Ave

    O novo empreendimento, composto por doze habitações, é promovido pela Rodiefe Construções e conta com a assinatura do gabinete Minimalismos – Arquitectura e Design, coordenado por Ricardo Reis

    CONSTRUIR
    Imobiliário

    Santa Clara Residences nasce no Vale do Ave

    O novo empreendimento, composto por doze habitações, é promovido pela Rodiefe Construções e conta com a assinatura do gabinete Minimalismos – Arquitectura e Design, coordenado por Ricardo Reis

    CONSTRUIR
    Sobre o autor
    CONSTRUIR
    Artigos relacionados
    Obras de reabilitação e modernização do Túnel do Grilo até ao primeiro trimestre de 2025
    Construção
    Diminuíram as transacções de alojamentos no 1.º Trimestre de 2024
    Construção
    4ª edição “ReBuild Ukraine” agendada para Novembro
    Construção
    Angolana Power2Build quer entrar na Europa via Portugal
    Construção
    Construção do empreendimento SAMA acelera
    Imobiliário
    Ordem dos Engenheiros e Brisa reforçam colaboração para promover a engenharia
    Engenharia
    Century 21 comercializa ‘Varandas do Moinho’
    Imobiliário
    IP inicia acção de capacitação para Ministério das Obras Públicas de Moçambique
    Construção
    Prémios Portugal Smart Cities com candidaturas até 13 de Setembro
    Construção
    II Encontro Nacional do Sector da Pedra Natural reúne principais players
    Empresas

    Na vila de Joane, situada a meio do caminho entre as cidades de Vila Nova de Famalicão e Guimarães, no coração do Vale do Ave, está a começar a construção do Santa Clara Residences, um empreendimento com 12 casas individuais, que estará pronto a habitar em Junho de 2024. O empreendimento é promovido pela empresa Rodiefe Construções, enquanto o projecto é do gabinete de arquitectura e design Minimalismos, do arquitecto Ricardo Reis.

    Comercializado em exclusivo pela agência imobiliária Medium, o empreendimento Santa Clara Residences coloca no mercado 12 moradias de tipologia T3, com área bruta de construção entre os 281,83 metros quadrados e os 296,57 metros quadrados e preços a partir de 315 mil euros.

    “São moradias de grande qualidade, situadas num lugar tranquilo e muito bem situado, a poucos metros da estrada nacional Famalicão-Guimarães e da via intermunicipal Joane-Vizela, com acesso directo à rede de autoestradas, pelo que, cidades como Guimarães, Porto ou Braga encontram-se a poucos minutos de distância”, sublinha Diana Araújo, consultora da agência Medium e responsável pela comercialização deste empreendimento.

    Diana Araújo lembra ainda que na vila de Joane e suas imediações existem infantários, escolas básicas e secundárias, bem como supermercados de várias insígnias e outros equipamentos.

    Edificadas em lotes de terreno com áreas entre os 299,7 metros quadrados e os 395,25 metros, as moradias do Santa Clara Residences terão a área habitável concentrada no primeiro piso, enquanto a garagem, a lavandaria e zona de arrumos ocuparão o rés-do-chão. Existe ainda a possibilidade de integração de piscina.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Artigos relacionados
    Obras de reabilitação e modernização do Túnel do Grilo até ao primeiro trimestre de 2025
    Construção
    Diminuíram as transacções de alojamentos no 1.º Trimestre de 2024
    Construção
    4ª edição “ReBuild Ukraine” agendada para Novembro
    Construção
    Angolana Power2Build quer entrar na Europa via Portugal
    Construção
    Construção do empreendimento SAMA acelera
    Imobiliário
    Ordem dos Engenheiros e Brisa reforçam colaboração para promover a engenharia
    Engenharia
    Century 21 comercializa ‘Varandas do Moinho’
    Imobiliário
    IP inicia acção de capacitação para Ministério das Obras Públicas de Moçambique
    Construção
    Prémios Portugal Smart Cities com candidaturas até 13 de Setembro
    Construção
    II Encontro Nacional do Sector da Pedra Natural reúne principais players
    Empresas
    PUB
    Imobiliário

    Construção do empreendimento SAMA acelera

    Promovido pela TAN Investments, o SAMA deverá estar concluído dentro de um ano. Inserido numa área com mais de 86 000 metros quadrados (m²), o empreendimento é composto por 16 villas e o projecto de arquitectura tem a assinatura do atelier CHP Arquitectos

    No Verão de 2025 o empreendimento turístico SAMA deverá ficar concluído, mas nos próximos meses de Agosto e Setembro já será possível ver a estrutura pronta em todas as 16 moradias e no edifício de recepção que compõem este  boutique resort localizado na região da Comporta.

    Com obra a cargo da empresa FCC Construcción, todas as moradias encontram-se actualmente com a estrutura subterrânea executada e mais de 80% das unidades têm a estrutura acima do solo em fase de execução. “A um ano do fim da construção, estamos focados em garantir um ritmo acelerado e contínuo na obra, com os trabalhos a decorrerem em diferentes fases na totalidade das moradias”, assegura a TAN Investments, promotora do empreendimento.

    Inserido numa área com mais de 86 000 metros quadrados (m²), o SAMA está a ser comercializado pela Athena Advisers. É composto por 16 villas de dois a cinco quartos com uma área bruta de construção acima do solo entre os 200 e os 500 m². Cada moradia inclui terraços panorâmicos sobre a paisagem envolvente e generosas áreas exteriores com piscina, privilegiando a privacidade e tranquilidade dos seus residentes. Os preços das propriedades oscilam entre 1,8 milhões de euros e 5,5 milhões de euros.

    Os futuros proprietários, que adquirem as moradias totalmente mobiladas e equipadas, têm ainda a possibilidade de operar a sua villa no mercado turístico com a equipa profissional de gestão hoteleira do SAMA, usufruindo ainda de todos os serviços do empreendimento.

    O resort inclui ainda uma recepção com o mesmo design das moradias, criada para oferecer serviços de concierge, uma área de refeições, bar e espaços exteriores para o convívio entre vizinhos e hóspedes.

    “Num destino que continua a ser dos mais procurados para a compra de propriedades em Portugal e onde o turismo continua a crescer, é com muito entusiasmo que vemos um dos projectos turísticos mais excepcionais da Comporta a avançar desta forma”, destaca David Moura-George, director geral da Athena Advisers Portugal. “Muitos clientes procuram propriedades prontas ou em construção e testemunhar este dinamismo dá uma segurança adicional aos investidores, sobretudo num produto com as características do SAMA, onde o retorno será potenciado por uma equipa de gestão hoteleira para operar as propriedades. Estamos, por isso, confiantes que o Verão vai trazer muito dinamismo às vendas na Comporta”.

    Arquitectura integrada na natureza

    Da autoria de Álvaro Manso, o projecto de arquitectura paisagista foi pensado para garantir a integração total das villas no ambiente natural, promovendo o bem-estar e a privacidade dos futuros residentes e hóspedes, que beneficiam de amplos espaços ao ar livre em conexão com a natureza. O projecto adopta ainda práticas sustentáveis, nomeadamente o uso eficiente de água.

    A arquitectura do resort, assinada pelo atelier CHP Arquitectos, é inspirada no estilo árabe, onde sobressaem fachadas em tons de terra e areia e interiores amplos de configuração simples. As grandes portas e janelas em vidro potenciam a entrada de luz natural e prolongam os espaços interiores para o exterior.

    Ainda que a privacidade da localização seja um privilégio do SAMA – situado entre a Comporta e Melides – a acessibilidade aos serviços e lazer da região é outro dos seus pontos fortes. A praia mais próxima, a do Carvalhal, fica apenas a 10 minutos de carro, o campo de golfe de Tróia está a meia hora e o centro da Comporta e de Grândola encontra-se a 17 minutos de condução.

    O empreendimento turístico goza ainda de todas as vantagens reconhecidas a este popular destino da costa alentejana a pouco mais de uma hora a sul de Lisboa: praias de extensos areais, dunas, arrozais, paisagens de pinheiros mansos e gastronomia de sabor alentejano servida nos inúmeros restaurantes da região.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Century 21 comercializa ‘Varandas do Moinho’

    Promovido pela Panóplia Urbana, os 72 apartamentos que compõem o Varandas do Moinho distinguem-se pelas suas áreas amplas, com os T1 a começar nos 80 metros quadrados (m2) e 35 m2 de terraço aos T3, com mais de 190 m2 e um terraço de 100 m2

    CONSTRUIR

    O empreendimento Varandas do Moinho entrou na carteira de empreendimentos especiais da Century 21 Portugal. Em Vialonga, na zona Norte de Lisboa, encontra-se numa zona de construção consolidada, em comunhão com a reserva natural que o envolve e com vista rio.

    Promovido pela Panóplia Urbana, os 72 apartamentos que compõem o Varandas do Moinho distinguem-se pelas suas áreas amplas, com os T1 a começar nos 80 metros quadrados (m2) e 35 m2 de terraço aos T3, com mais de 190 m2 e um terraço de 100 m2.

    Localizado a minutos da cidade de Lisboa, o empreendimento foi pensado ao pormenor para promover a interação familiar, a conexão com o meio ambiente e o bem-estar no geral.

    “O Varandas do Moinho é uma evolução do bem-sucedido projecto Encosta do Moinho. Com uma visão centrada nos valores familiares e na harmonia com a natureza, este novo empreendimento oferece mais do que apenas um lugar para chamar de lar – é um convite para uma vida de conforto, sofisticação e sustentabilidade”, destaca Víctor Leão, responsável da Panóplia Urbana.

    . Com 72 apartamentos residenciais meticulosamente projetados, Varandas do Moinho é uma comunidade vibrante que integra espaços amplos, áreas verdes exuberantes e comodidades modernas, proporcionando um estilo de vida verdadeiramente excecional aos seus residentes”. E afirma: “Apraz-nos, igualmente, registar que continuamos a ter na Century 21 um parceiro de referência que tem vindo a promover os nossos projetos e nos quais mantemos a nossa confiança.”

    Também Pedro Maldonado, head of Developments da Century 21, destaca ainda que, “como âncora desta construção, encontramos um antigo moinho de vento, que está a ser renovado, e onde será criado um espaço comercial de serviço a todas as famílias desta encosta, alicerçado no parque infantil e no complexo de campos de padel, que aqui fará as delícias dos amantes de desporto. A união da natureza com o desporto e o bem-estar está bem presente neste projecto, já que a enorme zona verde envolvente é usufruída, com frequência, pelos residentes para a prática de agradáveis caminhadas, explorando os trilhos existentes, ou em passeios de BTT”.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Teixeira Duarte promove Vintage 18

    Em fase de construção e com conclusão prevista para 2026, o empreendimento apresenta um total de 80 apartamentos. O desenho da fachada, marcante, foi concebido para tirar partido da vista e da exposição solar

    CONSTRUIR

    A Teixeira Duarte está a promover e a construir um novo projecto residencial inserido no Douro Design District. O Vintage 18, em Vila Nova de Gaia, apresenta uma localização “exclusiva”, numa zona em grande transformação e desenvolvimento, aliada a vistas “deslumbrantes” sobre o Rio Douro e “excelentes” acessibilidades.

    Em fase de construção e com conclusão prevista para o ano de 2026, o empreendimento apresenta um total de 80 apartamentos, que vão dos T1 até aos T4 duplex, e cujos diferentes layouts visam dar resposta à procura de vários segmentos de compradores.

    O Vintage 18 destaca-se pelo seu projecto de arquitectura, que apresenta um desenho de fachada marcante, concebido para tirar partido da vista e da exposição solar, conferindo ao edifício uma “personalidade e beleza incontornável”.

    Com desenho e conceito de fachada da Broadway Malyan, a planta de arquitetura, o layout dos apartamentos e das áreas comuns são da Architailors.

    As unidades residenciais tiram partido da orientação solar nascente poente, com as áreas sociais, como a cozinha e sala, localizadas na fachada virada para o nascer do sol, beneficiando das amplas varandas e caixilharia a toda a altura. As zonas dos quartos, localizadas no lado poente, apresentam-se para uma frente mais contida, calma, permitindo usufruir de uma maior privacidade.

    O Vintage 18 contempla, assim, quatro conceitos distintos. O Sky Villas, com uma área privativa entre os 165 metros quadrados (m2) e os 300 m2, no último piso do edifício, com apartamentos duplex de amplas áreas e vista sobre o rio Douro e as zonas históricas de Gaia e Porto. Os apartamentos Homes, entre 137 m2 e os 298 m2 de área, que além das amplas áreas interiores e exteriores, se destacam pelo “inovador” conceito de “varanda gourmet”. Já os Terrace, com uma área 129 a 354 m2, possuem, como o próprio nome indica, amplos terraços privativos e permitem “experienciar” o estilo de vida de uma moradia no centro da cidade. Os Flats, a proposta com a menor área mas que se distinguem pelo aproveitamento dos espaços, com um layout sofisticado.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Empreendimento Natura comercializado em 80%

    O empreendimento localizado em Matosinhos, nos terrenos da antiga fábrica da Efanor, é um exclusivo Savills/Predibisa. A arquitectura e design, os materiais de qualidade e os 30 mil m2 de jardins privativos têm atraído os compradores

    CONSTRUIR

    A Savills/Predibisa está a comercializar as últimas fracções disponíveis do projecto Natura. Mais de 80% dos 146 apartamentos deste empreendimento localizado nos terrenos da antiga fábrica da Efanor, em Matosinhos, foram já colocados. Estão ainda disponíveis, na sua maioria, imóveis de tipologia T3.

    O Natura integra um condomínio fechado com quatro blocos comunicantes entre si, que se distingue pela “modernidade” da sua arquitectura e design, pela “qualidade superior” dos materiais utilizados e por apresentar cerca de 30 mil metros quadrados (m2) de jardins privativos com espelhos de água e percursos pedonais.

    A procura pelo Natura tem sido impulsionada por uma “combinação singular” de características que o tornam num local privilegiado para quem procura conciliar a vida urbana com a tranquilidade proporcionada pelas generosas áreas verdes circundantes, que o torna numa “excelente” opção para a vivência familiar, traduzindo-se num grande sucesso de comercialização, que acreditamos estar 100% comercializado muito em breve”, afirmou Ana Jordão, Residential Business Development Director – Porto Division da Savills Portugal.

    Situado numa das zonas mais procuradas da cidade que prima pela sua proximidade a pontos-chave da cidade, este empreendimento encontra-se a escassos minutos do centro do Porto, do NorteShopping, e das melhores praias da região. Com fáceis acessos às principais vias de circulação e a duas estações de metro, a sua envolvente caracteriza-se pela oferta de um leque abrangente de serviços como restaurantes, cafés, parques infantis, escolas, colégios e universidades.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Procura de alojamento residencial alternativo na Europa vai disparar até 2040

    Mudanças demográficas e o crescimento das cidades também estão a impulsionar a procura no setor residencial. Espera-se que as populações das grandes cidades cresçam entre 5 e 15% até 2040, continuando a ser um claro motor de procura no sector residencial na próxima década

    CONSTRUIR

    O sector residencial europeu está a posicionar-se para um crescimento “substancial” até 2040. De acordo com o relatório Unpacking Europe’s Living Revolution (Desvendando a revolução residencial na Europa) da Cushman & Wakefield, a procura de diferentes tipos de alojamento residencial está a aumentar, em linha com alterações demográficas mais vastas e agentes específicos de mudança, incluindo a inacessibilidade dos preços de habitação tradicional, o crescimento das cidades, o envelhecimento da população e um nível mais elevado de habilitações.

    “Este estudo vem mostrar como Portugal se destaca como um dos países europeus com maior desequilíbrio no sector residencial, uma realidade que se acentua com as significativas mudanças demográficas em curso. A crescente chegada de imigrantes, o progressivo envelhecimento da população e o incremento da população estudantil são dinâmicas que intensificam a procura por habitações ajustadas a requisitos específicos, quer sejam económicos, de localização ou de serviços complementares”, comenta Ana Gomes, partner e head of New Business & Alternatives do departamento de Investimento da Cushman & Wakefield em Portugal.

    O aumento da procura por alojamento privado para arrendamento é sustentado por um declínio na acessibilidade dos preços da habitação em toda a Europa. A acessibilidade residencial tradicional diminuiu quase 30% no Reino Unido na última década e até 50% noutros países europeus, incluindo Portugal e Irlanda. A procura gerada por esta situação, apelidada de “geração do arrendamento”, combinada com a falta de oferta no mercado de arrendamento, contribuiu para um forte aumento dos preços das rendas em praticamente todos os países europeus. A Polónia lidera com um aumento de 29% nos últimos três anos, seguida de Portugal (15,2%), República Checa (12,9%) e Espanha (9,7%).

    Mudanças demográficas e o crescimento das cidades também estão a impulsionar a procura no setor residencial. Espera-se que as populações das grandes cidades cresçam entre 5 e 15% até 2040, continuando a ser um claro motor de procura no sector residencial na próxima década.

    Entretanto, estima-se que o número de pessoas com mais de 65 anos aumente entre 20 e 40%, impulsionando a crescente procura de alojamento para seniores com prestação de cuidados de saúde. Ao mesmo tempo, a Europa registou um aumento dos níveis de ensino superior, de 25% para 32% na última década, o que teve um impacto no extremo oposto do espectro etário. A necessidade de alojamento estudantil construído de propósito (PBSA) cresceu em conjunto com este aumento, bem como a migração de estudantes de países asiáticos e africanos para estudar na Europa.

    “O futuro deste sector encontra-se num ponto crítico. Sem a implementação de estratégias inovadoras e corajosas, o País poderá ser confrontado com uma crise habitacional de dimensões consideráveis. Porém, mediante as decisões correctas, Portugal possui a capacidade (e o interesse de promotores e investidores) de reverter este desafio ao potenciar a oferta de habitação acessível e de elevada qualidade para a totalidade dos seus habitantes”, conclui Ana Gomes.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    Herdade Real de Santiago, Pegões

    Imobiliário

    JPS Group conclui venda da primeira fase da ‘Herdade Real de Santiago’

    A segunda fase disponibiliza mais de 60 fracções com uma oferta de Villas de V2 a V4 com garagem, jardim privativo e piscina

    CONSTRUIR

    A primeira fase do novo projecto residencial da JPS Group, a ‘Herdade Real de Santiago’ já foi totalmente vendida, anunciou a promotora, devendo dar início à venda da segunda fase. As obras só deverão começar no final de 2025.

    Localizado em Pegões, no concelho do Montijo, a primeira fase do empreendimento foi “totalmente vendida” ainda em planta e foi um “enorme sucesso” de vendas devido à grande procura por famílias e investidores e ao seu potencial de valorização.

    Neste sentido, a promotora prevê uma valorização mínima do imóvel na ordem dos 40% até ao início de obra, e superiores a 60% até à conclusão da obra.

    “Como a procura de casa a sul do Tejo, continua a superar significativamente a oferta disponível, a Herdade Real de Santiago, em Pegões, a poucos minutos do novo aeroporto “Luís de Camões”, das novas infraestruturas de transportes, da nova centralidade e a proximidade à capital, apresenta uma oportunidade única para quem procura um imóvel com um grande potencial de valorização numa região atractiva e uma alternativa mais barata à vida na capital”, afirma João Sousa, CEO da JPS Group.

    Neste sentido, a promotora prevê uma valorização mínima do imóvel na ordem dos 40% até ao início de obra, e superiores a 60% até à conclusão da obra.

    A Herdade Real de Santiago será construída em três fases, com o custo total do investimento que ronda os 220 milhões de euros.

    Entretanto, vai dar início a segunda fase de vendas para as Villas Arinto, Syrah e Alicante, com tipologias de V2 a V4. De design “contemporâneo, elegantes e funcionais”, as casas são “espaçosas”, com iluminação natural, pé direito alto e cozinha em open space. Cada ‘Villa’ tem, ainda, jardim e garagem privativos, podendo ter também como opção uma piscina privativa. De forma, a dar resposta às necessidades dos diferentes públicos, brevemente iremos disponibilizar a pré-venda de apartamentos T1 e T2, nos edifícios Cabernet e Merlot.

    Nas áreas comuns os moradores terão acesso à piscina comum coberta e descoberta, ginásio, court de ténis, estacionamento, e muitos espaços verdes, com uma praça central com espelhos de água, um parque infantil e circuitos de manutenção. Inclui, ainda, um serviço especial de apoio a residentes seniores, ideal para quem está reformado ou em vias de se reformar, garantindo qualidade de vida numa comunidade inclusiva.

    Tendo em conta as preocupações ambientalistas, este projecto privilegia o baixo consumo de água e de energia e as melhores soluções de aquecimento das águas, entre outros. Com uma extensa área verde, ciclovia e circuito de manutenção para os residentes, promove, ainda, uma mobilidade sustentável e qualidade de vida.

    A ‘Herdade Real de Santiago’ é o maior projecto da JPS Group e um dos maiores a nível nacional com cerca de 1200 fracções, composta por villas, apartamentos e espaços comerciais, em 45 hectares de terreno e rodeada de espaços verdes.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    Novo escritório da Seven Principles no Porto

    Imobiliário

    Escritórios: Lisboa e Porto mantêm tendência de forte crescimento

    Segundo a análise da Savills para Lisboa e Porto, os números registados entre Janeiro e Maio levam a acreditar que 2024 será um ano “muito positivo”

    CONSTRUIR

    A mais recente análise da Savills ao mercado de escritórios de Lisboa e Porto revela que, até Maio de 2024, este segmento tem mantido uma trajectória de forte crescimento nas duas principais urbes nacionais.

    Com uma subida de mais de 300% no volume de absorção, face ao ano anterior, o mercado de escritórios de Lisboa tem registado um crescimento “impressionante”, afirma Frederico Leitão de Sousa, head of Offices da Savills Portugal.

    “Estes números registados entre Janeiro e Maio levam-nos a acreditar que 2024 será um ano muito positivo e revelam a grande capacidade da capital para atrair empresas nacionais e internacionais”, acrescenta.

    Também Graça Ribeiro da Cunha, Offices associate da Savills Portugal | Porto Division, sublinha o “crescente” número de novas empresas de sectores estratégicos que continuam a escolher a região para se instalarem, reveladores do “grande dinamismo” e “capacidade de atracção” do Porto.

    Lisboa

    De Janeiro a Maio de 2024, Lisboa registou 118.786 metros quadrados (m2) de volume de absorção, mais que triplicando os 34.739 m2 do período homólogo de 2023. No total, neste período, foram fechadas 72 operações, o que representa um aumento de 20% face ao mesmo período de 2023. A zona do Parque das Nações com 48.233 m2 e a Nova Zona de Escritórios com 28.042 m2 registaram as melhores performances, com uma representação de 64% no volume total de absorção.

    Neste período foram registadas 21 operações acima dos mil m2, num total de 100.069 m2, valores muito acima dos observados no mesmo período de 2023. Os espaços flexíveis representaram 6,8% do volume total de absorção neste período acumulado.

    O sector financeiro foi responsável por 43% das operações fechadas, enquanto que o das TMT´s & Utilities correspondeu a 18%.

    A renda prime manteve-se estável nos 28€/m²/mês, posicionando novamente Lisboa como uma das cidades europeias com valor de renda prime mais competitivo, concorrendo com mercados como Atenas, Praga e Varsóvia.

    Porto

    No Porto, o mercado de escritórios registou no período acumulado de Janeiro a Maio de 2024 um volume total de absorção de 21.284 m2, reflectindo um aumento de 36% em relação ao mesmo período de 2023.

    Foram concluídas 38 operações neste período temporal, o que representa um aumento de 46% em relação ao ano anterior.

    A Zona de Matosinhos, com um peso de 38% no volume de absorção total, detém o maior volume de absorção acumulado neste período com um total de 10.327 m2. Seguido pela zona CBD Boavista com um volume de absorção total de 9.141 m2, num total de 19 operações e uma área média ocupada de 481 m2.

    Neste período o mercado de escritórios do Porto continuou a receber um número crescente de novas empresas (mais 61% face ao anterior), prova da sua atractividade crescente, em particular para o sector das TMT´s que contabilizou 52% do volume de absorção no período em análise. A renda prime manteve-se estável nos 19€/m²/mês.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Cushman & Wakefield entra na área de agribusiness & forestrybusiness

    A C&W disponibiliza agora soluções personalizadas que abrangem avaliações, estudos de mercado, análise de investimento, estratégias de desenvolvimento sustentável (ESG), análise de projetos de crédito de carbono, bem como apoio especializado na área transacional, permitindo aos seus clientes capitalizar as oportunidades emergentes e gerar um impacto positivo neste mercado

    CONSTRUIR

    A Cushman & Wakefield (C&W), consultora líder global em serviços imobiliários, anuncia a integração de serviços de agribusiness & forestrybusiness na sua oferta em Portugal, que contemplam assessoria de investimento, avaliações e consultoria estratégica nos setores agrícola e florestal.

    Com o crescente interesse por parte de investidores nacionais e internacionais nestes setores, a consultora procura dar respostas imediatas, disponibilizando serviços para apoiar investidores a identificar novas oportunidades e a perceber o valor dos seus portfólios de ativos agrícolas e florestais. A nova área de negócio está integrada no departamento de Valuation & Advisory, contando com profissionais dedicados a esta àrea de negócio.

    Tomás Araújo foi o especialista escolhido para assumir a coordenação desta área, sendo licenciado em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais pelo Instituto Superior de Agronomia, e conta com uma pós-graduação em Gestão e Conservação de Recursos Naturais pela mesma faculdade. Detém ainda um MBA em Avaliações Imobiliárias pela Escola Superior de Atividades Imobiliárias.

    “Nos últimos anos, temos assistido a um crescimento notável do agribusiness em Portugal. As condições edafoclimáticas de eleição, a disponibilidade hídrica e as taxas internas de rentabilidade associadas a este tipo de ativos, aliadas à inovação e ao empreendedorismo, têm despertado o interesse nacional e internacional de players que veem neste setor uma oportunidade de negócio promissora”, comenta Tomás Araújo, responsável pela nova área de negócio em Portugal.

    Através das novas linhas de prestação de serviços nestas áreas, a Cushman & Wakefield temo como objetivo apoiar os diversos stakeholders em toda a cadeia de valor. A C&W disponibiliza agora soluções personalizadas que abrangem avaliações, estudos de mercado, análise de investimento, estratégias de desenvolvimento sustentável (ESG), análise de projetos de crédito de carbono, bem como apoio especializado na área transacional, permitindo aos seus clientes capitalizar as oportunidades emergentes e gerar um impacto positivo neste mercado. Além da análise de ativos de natureza agrícola, os novos serviços de consultoria abrangem também ativos de natureza florestal.

    “Na Cushman & Wakefield, reconhecemos a importância deste setor na definição do futuro dos sistemas alimentares globais e do desenvolvimento económico nacional. Com a nossa dedicação, excelência e carater inovador, estamos ansiosos por estabelecer parcerias com os nossos clientes para desbloquear todo o potencial destes mercados dinâmicos e em rápida evolução”, acrescenta Tomás Araújo.

    Ricardo Reis, Partner e diretor do departamento de Avaliação & Advisory da Cushman & Wakefield Portugal, “a Cushman & Wakefield tem como uma das suas principais características a sua capacidade de antecipar as tendências de mercado, adaptando-se às necessidades que os diferentes clientes têm nas áreas onde intervém. Os mercados de agribusiness & forestrybusiness, que outrora eram considerados nichos, estão agora a ganhar um impulso significativo, e a Cushman & Wakefield tem estado focada nesta transformação. Já há vários anos trabalhamos nestas áreas, mas reconhecendo a necessidade de uma abordagem mais proativa para maximizar o potencial destes setores, oferecemos soluções personalizadas e estratégicas que aceleram o processo de tomada de decisão dos diversos stakeholders que atuam nestas áreas. A nossa experiência e conhecimento do mercado permitem-nos fornecer insights valiosos que ajudam os nossos clientes a navegar com sucesso no complexo cenário do agribusiness & forestrybusiness.”

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Xior adquire residência de estudantes no Campo Pequeno por 58 M€

    Esta operação, assessorada pela CBRE, segue a mesma linha estratégica do Grupo, que em Abril, havia vendido os seus activos à canadiana CPP Investments

    CONSTRUIR

    A residência de estudantes no Campo Pequeno, em Lisboa, que estava a operar sob a marca Nido Living, foi vendida à Xior por 58 milhões de euros. A transacção foi anunciada pela CBRE, que assessorou a joint venture formada pela TPG e Round Hill Capital.

    Esta operação segue a mesma linha estratégica do Grupo, que em Abril, havia vendido os seus activos de residências de estudantes à canadiana CPP Investments e representa a conclusão do planeamento estratégico para este projeto de desenvolvimento da joint venture.

    A residência de estudantes, inaugurada em setembro de 2022, está localizada no coração do Campo Pequeno, uma zona de enorme centralidade, rodeada de transportes públicos e a poucos minutos a pé de diversas universidades como o Instituto Superior Técnico, a Nova ou a Cidade Universitária, dispõe de 380 camas / quartos, distribuídos por cinco pisos em cerca de 17 mil metros quadrados (m2)

    “Esta operação demonstra a atractividade do sector das residências estudantis em Portugal. Lisboa é a capital europeia com menos camas disponíveis por número de estudantes, e o desequilíbrio entre a oferta e a procura é bastante evidente, pelo que quando surgem boas oportunidades com activos em operação, é natural que gerem muito interesse e apetite por parte dos principais investidores e operadores”, afirma Igor Borrego, head of Capital Markets da CBRE Portugal.

    Esta transacção segue-se a outras que a CBRE concluiu em 2023, nomeadamente a venda da unidade Milestone Olaias à M&G, a venda das unidades da Odalys no Porto e Lisboa à Ageas e a venda da Unidade da Xior Alvalade a um investidor privado.

    A equipa ESG da CBRE foi também responsável pela certificação BREEAM In Use Very Good do edifício, essencial para responder às exigências de potenciais compradores no processo de venda.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Carlos Morgado assume direcção executiva da Alma Development

    O novo director executivo da Alma Development vai liderar a próxima fase de crescimento da promotora, com foco na expansão e diversificação dos seus projectos imobiliários em Portugal

    CONSTRUIR

    A Alma Development anuncia a nomeação de Carlos Morgado como novo director executivo.
    Carlos Morgado possui uma vasta experiência profissional, com mais de 20 anos de experiência em diversos sectores, nomeadamente enquanto docente universitário, mas também em empresas como a Casais, a Nexity, a Garcia Garcia e o Nelson Group. Ao longo de sua carreira, Carlos Morgado participou no desenvolvimento de negócios e projectos em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente Bélgica, Moçambique, Angola e Brasil.

    O novo director executivo da Alma Development possui uma Licenciatura em Filosofia e Gestão pela Universidade Católica Portuguesa, mas também diversa formação pós-graduada, da qual se destaca Contabilidade, Finanças e Mercados Financeiros pelas Universidade do Minho, Universidade de Coimbra, do Porto e pela Euronext.

    Neste novo desafio, Carlos Morgado vai liderar a Alma Development na sua próxima fase de crescimento, com foco na expansão e diversificação dos projectos imobiliários da empresa em Portugal.

    “Estou muito entusiasmado por me juntar à Alma Development e liderar uma equipa tão talentosa e dedicada”, afirma Carlos Morgado. “Acredito haver um enorme potencial para continuarmos a crescer, e crescer bem, consolidando a nossa posição como uma das principais referências no mercado imobiliário.”

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB

    Navegue

    Sobre nós

    Grupo Workmedia

    Mantenha-se informado

    ©2024 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.