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Porto de Aveiro vai ter novo terminal

O Porto de Aveiro vai construir um novo terminal intermodal e expandir o feixe de linhas para a recepção e expedição de mercadorias em comboios de 750 metros, um projecto avaliado em 16 milhões de euros

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Segundo notícia da Lusa, que refere fonte portuária, o projecto, que visa permitir a circulação de comboios até 750 metros, tem já garantido financiamento comunitário e a obra deverá iniciar-se em Janeiro de 2023, prevendo-se a sua conclusão até ao final do ano seguinte.

De acordo com o ‘site’ da Administração do Porto de Aveiro (APA SA), o projecto encontra-se em fase de avaliação ambiental, processo que aquela entidade espera ver concluído até Setembro.

O projecto de construção do Terminal Intermodal e melhoria dos feixes ferroviários na Zona de Actividades Logísticas e Industriais do Porto de Aveiro (ZALI) foi submetido a financiamento comunitário pela administração portuária, destinando-se à expansão da capacidade e melhoria das infra-estruturas ferroviárias do porto.

Segundo é anunciado pela administração do porto, o projecto “consiste na construção de terminal intermodal com 9,4 hectares de área e na expansão do feixe de linhas de recepção/expedição de composições ferroviárias de modo a permitir a operação de comboios até 750 metros de comprimento e um aumento da eficiência dos serviços ferroviários prestados”.

“Preconiza-se com a execução do presente investimento o reforço da conectividade do Porto de Aveiro no corredor Aveiro-Salamanca-Valladolid/Madrid, de modo a proporcionar a captação de novos negócios para o porto e o aumento da sustentabilidade ambiental dos fluxos logísticos”, justifica.

A área de implantação do novo Terminal Intermodal tem um investimento previsto de cerca de 16 milhões de euros e possui financiamento aprovado de cerca de 47,3%, através do mecanismo Connecting Europe Facility (CEF 2).
O objectivo da administração do porto em criar condições para passar a receber comboios de 750 metros está alinhado com a estratégia definida pela Infraestruturas de Portugal (IP) de “dotar os principais corredores ferroviários de mercadorias, designadamente as ligações fronteiriças”, de condições para a circulação de comboios desse comprimento.

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Aeroporto: Montijo passa a solução complementar e Alcochete avança

O objectivo do Governo é arranjar uma solução de curto e de longo prazo, sendo que a construção do Montijo é para arrancar no início de 2023. Alcochete será a solução definitiva, mas sem antes ser feita a Avaliação Ambiental Estratégica, da responsabilidade do LNEC

Depois do impasse em torno do concurso para o novo aeroporto de Lisboa, o Governo decidiu avançar com uma nova proposta, sendo que Montijo passa a solução complementar e Alcochete vai receber o novo aeroporto que, no futuro, irá substituir, o actual aeroporto Humberto Delgado.

Segundo avança o jornal Expresso, “a decisão terá de aguardar a Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), que será realizada pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e que deverá estar pronta até ao final do ano. O objectivo do Governo é arranjar uma solução de curto e de longo prazo, sendo que a construção do Montijo é para arrancar no início de 2023″.

O aeroporto complementar do Montijo, que contará apenas com uma pista, deverá ficar pronto em quatro anos para depois se avançar com Alcochete, cuja conclusão aponta para 2035. No futuro, o aeroporto Humberto Delgado será desmantelado. O Governo estima que a construção do aeroporto em Alcochete, com duas pistas, demore cerca de 13 anos.

O plano de investimento inicial está avaliado em 300 milhões de euros, avança o DN, e inclui não só Montijo e Alcochete, mas também um reforço de capacidade do Aeroporto da Portela.

Com a entrega da avaliação ambiental ao LNEC, será anulado o  concurso ganho entretanto pelo consórcio internacional composto pela empresa portuguesa de engenharia COBA e pela Ingeniería Y Economía Del Transporte – INECO, que participou na estruturação dos aeroportos de Espanha.

Recorde-se que em 2021, tal como avançou o Construir, estavam em ‘cima da mesa’ três possíveis cenários: Montijo como aeroporto complementar (que chegou a ter autorização ambiental), Montijo como aeroporto principal e manutenção da Portela e Alcochete como o novo aeroporto construído de raiz e em substituição da Portela. No entanto, para executar esta avaliação, o Ministério das Infraestruturas evitou recorrer ao LNEC, optando por um concurso público internacional a lançar pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes. À data, o presidente da ANA salientou que se tivesse sido cumprido o acordo assinado com o Governo em 2016, que previa a construção do novo aeroporto no Montijo, em 2024 o país teria “uma nova infraestrutura aeroportuária”.

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Remax Collection comercializa Belas Clube de Campo

De acordo com Beatriz Rubio, CEO da Remax Collection, a comercialização do empreendimento vai ao encontro da estratégia de crescimento da empresa neste segmento

A Remax Collection acrescentou ao seu portefólio a comercialização do empreendimento Belas Clube de Campo – Lisbon Green Valley, anunciou a mediadora. De encontro à sua estratégia de crescimento neste segmento, a Remax Collection realiza esta quinta-feira, dia 30 de junho, um evento de apresentação, que irá decorrer no local do empreendimento.

Para Beatriz Rubio, CEO da Remax Collection, o Belas Clube de Campo – Lisbon Green Valley “é um conceito de habitação verdadeiramente singular”. Além de valorizar o concelho de Sintra, pela zona privilegiada onde está inserido, o empreendimento destaca-se, também, pelo seu “carácter sustentável e pelo facto de este ser o primeiro empreendimento certificado pela norma de Resiliência às alterações climáticas”, acrescenta.

A responsável antevê, ainda, que a comercialização seja um sucesso, pelo facto de “ser um investimento seguro no segmento residencial premium e este ser um projecto que une a natureza à vida urbana, sinónimo de qualidade de vida.”

Composto por apartamentos, townhouses e lotes para construção de moradias, o Belas Clube de Campo – Lisbon Green Valley conta com tipologias que oscilam entre o T1 e T4, com 52 apartamentos já vendidos. A poucos minutos de Lisboa, Cascais e Sintra, continua a atrair elevada procura por parte de compradores nacionais e internacionais, já que além da “oferta diferenciadora de habitação”, apresenta um conjunto de serviços no empreendimento, como escola, healthclub, restaurantes, minimercado, golfe, ténis, padel, entre outros.

O empreendimento foi já distinguido com diversos prémios, o AQUA+, o novo índice de eficiência hídrica dos edifícios, atribuído pela ADENE. Em 2019, as townhouses do empreendimento foram distinguidas no âmbito dos Prémios SIL do Imobiliário 2019, na categoria da “Construção Sustentável e Eficiência Energética”e, no ano seguinte, foram distinguidas na categoria “Eficiência Energética” nos Prémios do Imobiliário, do Expresso e da SIC Notícias. As townhouses são ainda as primeiras casas em Portugal a atingir valores de certificação Nearly Zero Energy Building (NZEB). Ainda em 2020, o Belas Clube de Campo foi certificado pela norma de Resiliência às alterações climáticas e outros, pelo Sistema LiderA, atribuídas ao Lisbon Green Valley, obtendo um grau elevado de resiliência (Classe A).”

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Schneider Electric lança Programa Global de Reconhecimento de Parceiros

O Schneider Electric Sustainability Impact Awards visa “reconhecer o papel fundamental que os parceiros da empresa desempenham na criação de um mundo eléctrico mais resiliente e sustentável”. As candidaturas serão oficialmente aceites a partir de sexta-feira, dia 1 de Julho e terminam a 25 de Novembro de 2022

A Schneider Electric lançou a primeira iniciativa do programa Partnering for Sustainability. O Schneider Electric Sustainability Impact Awards visa “reconhecer o papel fundamental que os parceiros da empresa desempenham na criação de um mundo eléctrico mais resiliente e sustentável”. As candidaturas serão oficialmente aceites a partir de sexta-feira, dia 1 de Julho e terminam a 25 de Novembro de 2022. Todas as nomeações e candidaturas serão pré-seleccionadas para os Prémios Regionais, antes de se avançar para o Prémio Global. O vencedor final será anunciado em Janeiro de 2023.

“Estamos todos na mesma missão – acelerar o caminho para as emissões líquidas zero. Na Schneider Electric queremos reconhecer quem está a implementar mudanças positivas nas suas operações corporativas. Os parceiros que se distinguem neste aspecto estabelecem um precedente para outros seguirem,” comentou Rohan Kelkar, Executive vice president of Power Products da Schneider Electric.

O programa Partnering for Sustainability é uma extensão das iniciativas da Schneider Electric para capacitar o seu vasto ecossistema de parceiros a avançar em direcção a um futuro mais sustentável. O projecto inclui educação e formação abrangentes, um portefólio de produtos simplificado, um ecossistema de suporte aberto e colaborativo e acesso a conhecimentos e recursos sobre transformação digital. Concebido para ajudar os parceiros a tornar-se mais sustentáveis nas suas próprias práticas e a apoiarem os seus clientes no caminho para as emissões líquidas zero, o programa oferece quatro passos fáceis que os parceiros podem seguir para preparar as suas empresas para o futuro.

O Programa vai distinguir os parceiros em duas categorias, nomeadamente, Sustainability: Impact for my company (Sustentabilidade: Impacto para a minha empresa), para parceiros que demonstram liderança em sustentabilidade na descarbonização das suas operações e Sustainability and Efficiency: Impact for customers (Sustentabilidade e Eficiência: Impacto para os clientes), para parceiros que demonstram liderança em sustentabilidade ao ajudar os clientes a atingir os seus objetivos de descarbonização.

As inscrições serão avaliadas, considerando como os parceiros estão a tirar partido de soluções digitais de energia e de automação para electrificar as operações, reduzir o abastecimento de energia, aumentar a eficiência operacional e incorporar a circularidade ao longo da cadeia de valor.

Os prémios estão abertos a todas as organizações em todo o Mundo que trabalham com a Schneider Electric para possibilitar a eficiência e a sustentabilidade.

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Arranque da empreitada de Modernização do troço da Linha do Oeste entre Torres Vedras e Caldas da Rainha

A empreitada é desenvolvida no âmbito do programa de expansão e modernização da Rede Ferroviária Nacional, Ferrovia 2020, e representa um investimento de 38,4 milhões de euros, comparticipado com fundos da União Europeia no âmbito do COMPETE 2020

“Os atrasos que hoje temos na Linha do Oeste são de décadas e a diferença hoje, face a estas décadas, é que não estamos a dizer que vamos fazer. Hoje estamos a assinar a consignação deste troço e já temos o anterior em obra”, afirmou o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos. O Ministro falava na cerimónia de assinatura do Auto de Consignação do Troço Torres Vedras – Caldas da Rainha (Modernização da Linha do Oeste), nas Caldas da Rainha.

O investimento, em execução, na modernização da Linha do Oeste entre Meleças e Caldas da Rainha tem como principais objectivos o reforço da capacidade e eficiência do serviço de transporte ferroviário, através da melhoria dos níveis de disponibilidade e da redução dos tempos de percurso.

O projecto foi dividido em duas grandes empreitadas. A primeira corresponde à electrificação e modernização do troço entre Mira Sintra-Meleças e Torres Vedras, no valor de 61,5 milhões de euros está já em execução. A segunda empreitada, que agora arranca visa a modernização e electrificação do troço entre Torres Vedras e Caldas da Rainha.
A capacitação da Linha do Oeste, até Caldas da Rainha, para a utilização de material circulante de tracção eléctrica, de modernos sistemas de sinalização e telecomunicações e a optimização do traçado de via, possibilitarão a redução do tempo de viagem entre Caldas da Rainha – Lisboa e Torres Vedras – Lisboa em cerca de 30 minutos. A infraestrutura estará habilitada para permitir o aumento da oferta, das actuais 16 circulações para 48 (2 sentidos) no troço a sul das Caldas da Rainha.

A empreitada de modernização da Linha do Oeste entre Torres Vedras e Caldas da Rainha consiste na electrificação integral do troço e modernização da via numa extensão de 44 quilómetros. A presente acção integra a candidatura aprovada no âmbito do COMPETE 2020, com a designação “Linha do Oeste – Modernização do Troço Meleças-Caldas da Rainha”, referente à qual se prevê um financiamento comunitário de 38,74%.

Pedro Nuno Santos afirmou que este investimento se insere “numa grande revolução que estamos a fazer na ferrovia», relembrando que Portugal tem «praticamente toda a nossa rede ferroviária em obra”. “O primeiro objectivo do nosso investimento esteve concentrado no transporte de mercadorias e na electrificação da rede ferroviária, mas o próximo ciclo, que já começamos a dar os primeiros passos, estará mais focado no passageiro”, afirmou.

Segundo o Ministro, o distrito de Leiria beneficiará, assim, “de um dos maiores investimentos ferroviários que o País alguma vez conheceu ou vai conhecer”, uma vez que a nova linha – que ligará Lisboa ao Porto – permitirá uma viagem entre a capital e Leiria em 35 minutos.

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Architect Your Home dá masterclass em Inglaterra

O Architect Your Home (AYH), marcou presença no Homebuilding and Renovating Show em Surrey (Inglaterra), com um stand próprio e como orador nas masterclasses do evento

O Home Building and Renovation Show é um evento de destaque para arquitectos, decoradores e fornecedores da área da construção, que visa dar a conhecer as boas práticas do sector, ideias inovadoras e tendências da arquitectura, decoração e reabilitação.

Mariana Morgado Pedroso, Diretora Geral do AYH em Portugal e “Expert Advisor” do evento, conduziu a Masterclass: Interior Design Inspiration for the Ultimate Master Bedroom. “É um prazer voltar a este evento, após este intervalo devido à pandemia. Demos o nosso contributo para apresentar as tendências na área dos interiores em 2022, focando na questão da master suite. E é também muito interessante ver a dinâmica do mercado britânico, tão activo na área da reabilitação residencial e com um público interessado e participativo nestes eventos”, sublinhou Maria Morgado Pedroso.

Em cada edição o evento recebe milhares de participantes, de todo o mundo, entre marcas e profissionais, todos sob o mesmo tecto, disponíveis para aconselhamento personalizado e individualizado, que pode ir desde os materiais a usar até à gestão de orçamentos. Durante os dois dias do evento, foram promovidos múltiplos seminários, todos dirigidos por profissionais experientes, que têm sempre sala cheia e muita interacção com o público.

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Laskasas decora Praia do Canal Nature Resort

A Laskasas foi responsável pela decoração do Praia do Canal Nature Resort, uma nova unidade hoteleira localizada na Costa Vicentina

Localizado no coração da Costa Vicentina, o Praia do Canal Nature Resort disponibiliza mais de 50 quartos e espaços comuns, que reflectem a natureza no seu estado mais puro, com cores quentes que atravessam todo o ano. O minimal design marca cada um dos recantos do hotel, onde cada peça foi pensada, ao pormenor, para o local onde se encontra, marcando a diferente não só pelo seu desenho, mas pelos diferentes materiais utilizados como as madeiras e as suas diferentes texturas.

“A principal preocupação foi a criação de um espaço onde a natureza serve de inspiração e é, simultaneamente, parte integrante de toda a decoração. Era importante que o hotel integrasse todos os elementos. Todo o projecto foi pensado para que o conforto e a elegância estivessem presentes, não apenas nos meses mais quentes, mas durante todo o ano”, refere Constança de Castro Fernandes, arquitecta responsável do projecto.

Celso Lascasas, CEO do grupo Laskasas, afirma que “sermos convidados para fazer parte de um projecto português é, para nós, enquanto empresa totalmente nacional, um orgulho. Trata-se não só de impulsionar outros negócios, mas sobretudo projectos que têm em si um conjunto de características incontornáveis para vingar no mercado. O Praia do Canal Nature Resort é um cartão de boas-vindas para uma das zonas mais bonitas de Portugal, permitindo a todos aqueles que o visitem descobrir um novo recanto a cada dia, seja através do nosso mobiliário e do seu conforto, como dos diferentes espaços do hotel”.

O Praia do Canal Nature Resort integra 25 quartos deluxe, 25 junior suites, 1 junior suite com rooftop, 2 suites familiares e uma grand suite – todas elas equipadas com varandas, terraços ou até áreas de jardim privadas. Há ainda dois restaurantes – o Azeitona e Zimbro – onde se podem degustar algumas das iguarias tradicionais da cozinha alentejana reinventadas, e um bar – Medronho – perfeito para um cocktail ao final da tarde acompanhado de um pôr-do-sol inesquecível.

O Esteva Spa & Fitness Room oferece ainda um conjunto de tratamentos corporais e faciais, com produtos naturais da região. Um conjunto de experiências, como picnics, lições de cozinha com o Chef do restaurante ou até aulas de surf nas eternas praias da Costa Alentejana podem ser igualmente solicitadas pelos hóspedes.

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Simon 270 obtém a certificação Cradle to Cradle e ganha um Product Design IF Award

O lançamento mais recente da Simon, tanto a série quanto a sua respectiva embalagem, ambas recebem o certificado Cradle to Cradle no nível bronze. A sua simplicidade, acessibilidade e sensibilidade, valeram-lhe um IF Award na categoria Building Technology

A certificação Cradle to Cradle concedida pelo Cradle to Cradle Products Innovation Institute, representa a verificação independente da sustentabilidade da série Simon 270 em 5 categorias críticas: a Saúde dos materiais utilizados, a Circularidade da série, Ar limpo e protecção do clima, Utilização da água e do solo, bem como Justiça social.

Este certificado reconhece as opções a branco e preto da série, incluindo os espelhos, o mecanismo e a tomada disponíveis de 1 a 5 módulos, e também se estende à nova proposta de embalagem sustentável da Simon, que se baseia na oferta de uma solução realista, que destaque o material e, em última análise, uma embalagem mais honesta com o produto e a sustentabilidade.

O Cradle to Cradle pretende ser um guia para transformar o compromisso com a sustentabilidade em ‘acção’, pois oferece um quadro de referência das melhores práticas a seguir na concepção e fabrico de produtos, para além de fomentar a colaboração e a inovação em toda a cadeia de valor. Tudo isto, para que os produtos criados possibilitem um amanhã saudável, igualitário e sustentável.

Por outro lado, a série Simon 270 foi premiada na categoria Building Technology com um IF Award pelo IF International Forum Design. Esta série, que foi concebida com o lema “Para melhorar, simplifica” traz consigo todo um conceito em relação à importância de chegar ao essencial, retirando o acessório e preservando apenas o essencial, permitindo a simplificação das instalações para “democratizar” a tecnologia.
Simplificar também significa minimizar o impacto sobre o ambiente. É por isso que o plástico foi eliminado de todas as embalagens da colecção Simon 270. Pela primeira vez, são impressas com menos tintas, uma vez que apresenta pequenos detalhes em azul, evitando, assim, uma impressão monocromática total. Além disso, são fabricadas com materiais 100% reciclados. Um novo conceito, mais simplificado e que respeita o planeta que mereceu já, na edição anterior, um IF Design Award na categoria de embalagens.

O design desta série apresenta duas estéticas: a Mínima, com uma tecla estreita e essência minimalista; e a Icon, com uma tecla larga tradicional. Os interruptores desta série, com um design neutro e discreto, são 100% accionáveis, o que significa que voltam sempre à sua posição original, garantindo, assim, uma total harmonia. Contam com uma tecla elegante de superfície lisa, que procura a mínima intrusão e a máxima funcionalidade, e que se integra perfeitamente com o espelho da parede. Além disso, as suas tomadas Clean Schuko foram completamente reinventadas, incorporando uma superfície plana nivelada com a parede que permite a sua total integração e que se mantém sempre limpa.

O reconhecimento do design desta série também se deve à gama cromática que oferece e à selecção de 8 acabamentos, concebidos para se adequarem a qualquer estilo. Integra-se perfeitamente com todos os tipos de materiais, mobiliário e complementos decorativos. O design da série Simon 270 não se presta apenas a oferecer soluções estéticas, mas trata-se também de uma série de conectores em que os mecanismos incorporam tecnologia Wi-Fi para digitalizar qualquer casa sem instalação adicional.

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Vanguard Properties investe mais de 25 M€ em unidade industrial de construção sustentável

Unidade em Esposende irá fabricar casas em madeira com alta eficiência energética e uma pegada ambiental neutra ou negativa. Está prevista a produção de mil casas para os projectos Terras da Comporta e Muda Reserve

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A Vanguard Properties celebrou um acordo de entrada no capital da Black Oak Company, empresa de construção em madeira que detém uma unidade industrial em Esposende. No âmbito deste investimento estratégico superior a 25 milhões de euros, a Black Oak Company passa para o controlo da Vanguard Properties.

A promotora imobiliária pretende expandir a fábrica com vista à duplicação da área de implementação para 20 mil metros² e aumentar a capacidade instalada para uma produção anual de 200 estruturas de casas de madeira (woodframe) e mil em CLT (cross-laminated timber) e customizáveis. Ao longo dos próximos meses, a fábrica em Esposende será reforçada com o aumento da força de trabalho passando de 40 para 100 colaboradores.

A empresa Black Oak Company irá operar no mercado com a marca KŌZŌWOOD (Kōzō = “estrutura”, em Japonês), numa estratégia de rebranding alinhada com o posicionamento nos mercados internacionais.

Para a Vanguard Properties este é um investimento estratégico que alia a inovação à sustentabilidade, alterando o paradigma no imobiliário em geral e no método construtivo em particular, com casas que são Net Zero Carbon Buildings, isto é, com alta eficiência energética e uma pegada ambiental neutra ou negativa e 90% do processo de construção off-site. Desta forma, a promotora imobiliária estará na vanguarda do setor e tem já previsto a produção de mil casas sustentáveis para os projetos Terras da Comporta e Muda Reserve, cujo início de produção está previsto para o início do quarto trimestre.

Os sistemas woodframe e CLT partilham a vantagem de utilizarem um material natural, renovável e reciclável, que promove o reflorestamento, retém o dióxido de carbono e não requer a queima de combustíveis fósseis durante a sua produção.

O desenvolvimento de novas tecnologias na engenharia e na arquitetura já permitem que a construção a partir de estruturas em madeira seja hoje uma solução sustentável e competitiva face às estruturas de aço, betão ou alvenaria. Oferecem ainda maior resistência aos fogos e aos sismos, maior facilidade de transporte e montagem, melhor relação peso/resistência e maior economia dos custos.

As casas de madeira comercializadas pela KŌZŌWOOD terão ainda a vantagem de serem produzidas off-site, com cerca de 90% da estrutura em madeira a ocorrer em ambiente fabril e controlado. Este método construtivo permite fixar os colaboradores da unidade industrial na região de Esposende, evitando deslocações desnecessárias, promovendo o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, e também reduz a poluição atmosférica, visual e ambiental. Além disso, estas casas de estrutura em madeira garantem maior proteção da paisagem natural por serem 85% mais leves do que edifícios em betão e são, assim, menos exigentes ao nível das estruturas de suporte.

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Designer Outlet Algarve classificado como melhor Outlet em Portugal

O relatório “Outlet Centre Performance Report Europe”, relativo a 2021, realizado pela consultora alemã Ecostra, baseia-se num inquérito a nível europeu realizado aos fabricantes de marcas internacionais sobre o desempenho económico das lojas

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O Designer Outlet Algarve foi classificado como o melhor Outlet em Portugal, no âmbito do relatório “Outlet Centre Performance Report Europe”, relativo a 2021, realizado pela consultora alemã Ecostra. Este é o único estudo a nível europeu sobre o desempenho económico das lojas e é considerado como a referência para a indústria europeia de Outlets.

O relatório baseia-se num inquérito a nível europeu realizado aos fabricantes de marcas internacionais sobre o desempenho económico das lojas, que operam nos diferentes outlets. Este inquérito é feito anualmente e os resultados são actualizados com a mesma regularidade. Para além de uma classificação completa dos centros, de acordo com o seu desempenho económico e avaliação do desempenho dos operadores individuais pelos lojistas, desta vez foram feitas várias perguntas sobre o impacto da pandemia.

Por outro lado, pelo segundo ano consecutivo, a ROS Retail Outlet Shopping, operadora austríaca que gere o Designer Outlet Algarve, ocupa o terceiro lugar como melhor operadora Europeu de Outlet a lidar com os desafios apresentados pela pandemia da Covid-19. O Grupo ocupa ainda o quarto lugar no ranking como melhor operadora europeu de Outlet em termos de Leasing, Gestão e Marketing, registando a maior melhoria de todos os operadores europeus.

O Designer Outlet Algarve foi inaugurado em 2017 e dispõe neste momento de 54 lojas numa área de 13 mil m2, que permite aos visitantes desfrutar de grandes marcas premium com promoções durante todo o ano.

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Os custos energéticos e a descarbonização da indústria em destaque no Ceramic Tech Days

Evento promovido pelo Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro (CTCV) acontece nos próximos dias 6 e 7 de julho, no Your Hotel & Spa, em Alcobaça

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O Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro (CTCV) promove, nos próximos dias 6 e 7 de Julho, no Your Hotel & Spa, em Alcobaça, a primeira edição do Ceramic Tech Days. Um evento que terá como foco temas que condicionam a recuperação e crescimento da indústria do sector, tais como “o aumento dos custos energéticos em contexto de descarbonização e a escassez de matérias-primas e recursos humanos”.

Entre os oradores destaca-se a presença de Isabel Apolinário, directora de Tarifas e Preços de Energia da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), que apresentará o Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia, que promove pela primeira vez, além das medidas de eficiência no consumo de electricidade, também medidas de gás natural, num contexto de um sistema energético integrado, que contribuirá para as metas definidas no Plano Nacional de Energia e Clima 2020-2030 (PNEC 2030), o principal instrumento de política energética e climática para a década 2021-2030.

O Ceramic Tech Days integra ainda durante os dois dias, uma Mostra de Tecnologia que pretende apresentar e dar a conhecer as inovações tecnológicas e as tendências de novos modelos de fabrico, automação, decoração de peças cerâmicas ou caracterização de materiais. Haverá também um espaço dedicado a projectos de I&D em produtos ou processos cerâmicos e a promoção de ecossistemas empreendedores na inovação e criação de valor na indústria.

Jorge Marques dos Santos, presidente do Conselho de Administração do CTCV, destaca a importância do evento “num período marcado por uma profunda crise económica e pela aceleração de tendências que irá determinar aquilo que será a retoma económica, as empresas do sector da cerâmica continuam a mostrar a sua resiliência, capacidade de adaptação e reinvenção”, refere.

O Ceramic Tech Days conta com o apoio da APICER, da Câmara Municipal de Alcobaça e de vários parceiros tecnológicos.

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