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Eurofred compensa emissões de CO2 através da reflorestação de zonas incendiadas

Com as plantações existentes, o Grupo já compensou, em Portugal, as suas emissões de CO2 até 2036, em Itália até 2039 e em Espanha, França, Marrocos e Chile até um ano

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Eurofred compensa emissões de CO2 através da reflorestação de zonas incendiadas

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Em Portugal, entre 2018 e Março de 2022, a Eurofred, distribuidora de marcas como Fujitsu, General, Daitsu, Clint, Fuji Electric, Hiyasu y Montair, entre outras, de equipamentos para os sectores de ar condicionado doméstico, comercial e industrial, aquecimento e Horeca, reflorestou uma zona incendiada em Abrantes, na localidade de Concavada, em mais de 3.62 hectares, cerca de 2500 árvores da espécie Pinus pinaster. Os objectivos desta campanha, além da reflorestação, absorção e compensação, passam também pela criação de massas mais resilientes para o futuro, o fomento e o aumento da biodiversidade, a protecção do solo face a erosão e a compatibilidade, a médio prazo, com os chamados usos extensivos de pecuária.

No seu total Eurofred, e para além de Portugal, participa em mais cinco projectos que somam mais de 60 hectares e cerca de 45.000 árvores, nomeadamente, em Vall d’Ebo (Alicante), com a reflorestação de 20 hectares com 16.000 árvores, em Ejulve (Teruel), com a reflorestação de 8,70 hectares com 4.350 árvores, em Torremocha de Jarama (Madrid), com a reflorestação de 5,32 com 3.485 árvores, em Artana (Espanha), com a manutenção de 21,84 hectares com 16.000 árvores e em Pomino (Itália), através da manutenção de dois hectares com 2.500 árvores. 

No que diz respeito à compensação da pegada de carbono de 2019 e 2020, a empresa tem também projectos em curso na Extremadura e mais dois planeados: um nas Astúrias, que cobrirá 2,5 hectares, e outro em França, nas imediações de Paris, de dois hectares o que se traduz na compensação de cerca 800 toneladas de CO2.

“Estamos muito felizes com o progresso deste projecto uma vez que nos ajuda a eliminar a pegada de carbono associada à nossa actividade. Para além deste grande objectivo, estes projectos têm também a mais-valia de proporcionar formação e emprego aos trabalhadores locais, alguns em situações desfavorecidas, mas que graças a estas campanhas têm a oportunidade de descobrir novos percursos profissionais”, destaca Nathalia Acevedo, directora de Comunicação e RSE da Eurofred.

O Grupo Eurofred compensa a pegada de carbono emitida pelas suas empresas, localizadas na Europa, África e América do Sul, através da absorção gerada pela plantação de novas árvores em áreas que sofreram incêndios florestais. Com a mancha de plantações que a empresa tem actualmente, já compensou em Portugal as suas emissões de CO2 até 2036, em Itália até 2039 e, até um ano da sua actividade em Espanha, França, Marrocos e Chile.

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ADENE marca presença no Africa Energy Forum 2022

“É urgente unir esforços e tornar a União Europeia e o continente africano zonas livres da dependência dos combustíveis fósseis da Rússia, e esse objectivo só pode ser alcançado trabalhando em conjunto”, afirmou Nelson Lage, Nelson Lage, presidente da ADENE e da EnR

A importância da colaboração entre a União Europeia e o continente africano, as potencialidades destes países e aspectos-chave fundamentais para a descarbonização foram os temas abordados na mesa-redonda no African Energy Forum 2022 e na qual a ADENE esteve presente.

“No caminho do crescimento energético sustentável, que permitirá atingir a meta de zero emissões até 2050, não podemos deixar ninguém para trás, e temos a responsabilidade e a obrigação de manter viva a ambição do Acordo de Paris e de olhar para a COP27 com maior interesse e compromisso em agir”, referiu Nelson Lage, presidente da ADENE e da EnR para o ano de 2022, por ocasião da sessão de abertura, sobre o relacionamento da UE e África.

“Mais do que nunca, é urgente unir esforços e tornar a União Europeia e o continente africano zonas livres da dependência dos combustíveis fósseis da Rússia, e esse objectivo só pode ser alcançado trabalhando em conjunto em defesa de energias limpas, fiáveis e mais baratas”, acrescentou.

Também Carlos Zorrinho, presidente da Delegação do Parlamento Europeu para a Assembleia Parlamentar Paritária ACP-EU, presente na cerimónia de encerramento, focou a sua intervenção no papel de África nos desafios a transição energética, resumindo o posicionamento do continente africano na mudança de paradigma no sector energético, considerou que, “no futuro, África poderá ser um dos maiores beneficiários da transição para as energias limpas”.

Frans Timmermans, vice-presidente executivo da Comissão Europeia destacou que “o investimento em energias renováveis é a forma mais sustentável e barata de assegurar o acesso à energia por todos os que têm as tecnologias necessárias”.  No entanto, importa acelerar a passagem da assinatura de acordos de colaboração para a assinatura de contratos de investimento e passar de projectos piloto para projectos transformativos.

Desenvolver as energias renováveis no continente africano é não só importante para África, como para a Europa e, como tal, é preciso assegurar a ligação entre as prioridades da União Europeia e de África, pois “necessitamos uns dos outros” para a transição energética. “Precisamos de ser mais concretos e pragmáticos pois os investimentos nos países africanos devem corresponder a oportunidades e interesses específicos de cada país. No entanto se, por exemplo, não abraçarmos as oportunidades que o hidrogénio ou as renováveis permitem, isto é, se não investirmos já, perdemos o momento pois outros países do mundo estão já a avançar muito rapidamente”, ressalva.

Entre as intervenções dos representantes dos treze países africanos presentes, referindo as estratégias, as políticas e investimentos em curso ou planeadas, destacam-se São Tomé e Príncipe, República Democrática do Congo e Mauritânia. Por um lado, São Tomé e Príncipe, um país de emissões zero, apelou à solidariedade europeia, dada a vulnerabilidade dos pequenos estados insulares, os desafios que enfrentam no combate às alterações climáticas e as dificuldades na atracção de investimento em economias de pequena dimensão.

Por parte dos representantes das instituições financeiras, foi destacada a responsabilidade colectiva e a necessidade de abordar toda a cadeia de valor do abastecimento energético e a importância das redes para o escoamento da energia produzida a partir de fontes renováveis de energia. Para criar condições para a transição energética, o capital público permitirá o investimento em redes ou novas tecnologias energéticas, bem como o alavancar do capital privado. Apenas uma transição justa, sem vencedores ou vencidos, permitirá atingir os objectivos, explorando todo o tipo de fornecedores e fomentando a resiliência e a autonomia dos investimentos. A Comissão Europeia deu nota dos fundos disponíveis para melhorar a concepção dos projectos de investimento, num total de 3.5 biliões euros dos próximos cinco anos.

Vários intervenientes referiram, ainda, a importância de um esforço colaborativo para não considerar África como um continente pobre do ponto de vista da sustentabilidade. Não existe correlacção entre a pobreza energética que caracteriza a África actualmente e qualquer tipo de actuação pobre.

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Hikvision transforma coworking em Barcelona em smart building

O projecto, liderado pelo integrador Onsecur, inclui quatro áreas: controlo de acesso, videovigilância, detecção de intrusos e contagem de pessoas

A Hikvision, fornecedora líder de soluções AIoT e serviços de Big Data focados em segurança, forneceu a tecnologia para equipar o L’Illa & Co. Business Coworking, tornando-o um do smais avançados da Espanha. O equipamento de vídeo inteligente da Hikvision permitiu desenvolver quatro novos sistemas perfeitamente integrados: controlo de acesso, videovigilância, sistema anti-intrusão e contagem de pessoas. Os projectos de desenvolvimento foram dirigidos pela integradora Onsecur.

Deste forma, os terminais de controlo de acesso permitem o acesso de usuários autorizados, tanto ao coworking quanto a cada uma das salas. Estes dispositivos possuem reconhecimento facial, com tecnologia própria da Hikvision, leitor de cartão e leitor de QR code. E, além disso, possuem intercomunicadores para falar com a recepção.
O sistema de Videovigilânciaé é usado no interior de uma área. Para respeitar a privacidade dos inquilinos, está focado nas áreas comuns como os corredores e a recepção, mas não invadem os espaços privados dos clientes do coworking.

O recinto tem um sistema de detecção de intrusão, que reforça a segurança quando os escritórios estão fechados, mas sem limitar a possibilidade de acesso por um utilizador autorizado. Para além disso, o sistema oferece dados e análises sobre ocupação, horários e dias de maior afluência, salas com maior utilização, etc. Esta informação permite aos gestores de coworking optimizar pessoal e recursos.

Todos os sistemas são controlados pela plataforma HikCentral, que oferece uma convergência real entre todos eles, pois permite gerir todos os sistemas a partir de uma única plataforma.

O espaço L’Illa & Co. Business Coworking é um recinto de mais de 1000 metros quadrados, no centro financeiro de Barcelona (Avenida Diagonal). Abriu no início de 2022 e é um dos espaços de coworking mais avançados e inovadores daquele país. “A filosofia deste espaço —explica Óscar González, gerente de coworking— obedece a dois pilares básicos: um é a flexibilidade e o outro é a comunidade.” “O desafio era criar um espaço seguro, mas ao mesmo tempo flexível e confortável. E, para isso, era uma garantia ter a Hikvision, o fabricante número um do mundo”, explicou Casilda Díaz de Bustamante, directora de comunicação da Onsecur, empresa responsável pela instalação de todos os dispositivos de segurança. Por sua vez, Ada Fernández, Area Sales Manager da Hikvision, destacou o trabalho realizado pela Onsecur apostando no vídeo inteligente no coworking: “Este projecto responde ao conceito de smart building, algo que veremos cada vez mais em todos os tipos de instalações”, reforça.

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Schneider Electric lança Programa Global de Reconhecimento de Parceiros

O Schneider Electric Sustainability Impact Awards visa “reconhecer o papel fundamental que os parceiros da empresa desempenham na criação de um mundo eléctrico mais resiliente e sustentável”. As candidaturas serão oficialmente aceites a partir de sexta-feira, dia 1 de Julho e terminam a 25 de Novembro de 2022

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A Schneider Electric lançou a primeira iniciativa do programa Partnering for Sustainability. O Schneider Electric Sustainability Impact Awards visa “reconhecer o papel fundamental que os parceiros da empresa desempenham na criação de um mundo eléctrico mais resiliente e sustentável”. As candidaturas serão oficialmente aceites a partir de sexta-feira, dia 1 de Julho e terminam a 25 de Novembro de 2022. Todas as nomeações e candidaturas serão pré-seleccionadas para os Prémios Regionais, antes de se avançar para o Prémio Global. O vencedor final será anunciado em Janeiro de 2023.

“Estamos todos na mesma missão – acelerar o caminho para as emissões líquidas zero. Na Schneider Electric queremos reconhecer quem está a implementar mudanças positivas nas suas operações corporativas. Os parceiros que se distinguem neste aspecto estabelecem um precedente para outros seguirem,” comentou Rohan Kelkar, Executive vice president of Power Products da Schneider Electric.

O programa Partnering for Sustainability é uma extensão das iniciativas da Schneider Electric para capacitar o seu vasto ecossistema de parceiros a avançar em direcção a um futuro mais sustentável. O projecto inclui educação e formação abrangentes, um portefólio de produtos simplificado, um ecossistema de suporte aberto e colaborativo e acesso a conhecimentos e recursos sobre transformação digital. Concebido para ajudar os parceiros a tornar-se mais sustentáveis nas suas próprias práticas e a apoiarem os seus clientes no caminho para as emissões líquidas zero, o programa oferece quatro passos fáceis que os parceiros podem seguir para preparar as suas empresas para o futuro.

O Programa vai distinguir os parceiros em duas categorias, nomeadamente, Sustainability: Impact for my company (Sustentabilidade: Impacto para a minha empresa), para parceiros que demonstram liderança em sustentabilidade na descarbonização das suas operações e Sustainability and Efficiency: Impact for customers (Sustentabilidade e Eficiência: Impacto para os clientes), para parceiros que demonstram liderança em sustentabilidade ao ajudar os clientes a atingir os seus objetivos de descarbonização.

As inscrições serão avaliadas, considerando como os parceiros estão a tirar partido de soluções digitais de energia e de automação para electrificar as operações, reduzir o abastecimento de energia, aumentar a eficiência operacional e incorporar a circularidade ao longo da cadeia de valor.

Os prémios estão abertos a todas as organizações em todo o Mundo que trabalham com a Schneider Electric para possibilitar a eficiência e a sustentabilidade.

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Architect Your Home dá masterclass em Inglaterra

O Architect Your Home (AYH), marcou presença no Homebuilding and Renovating Show em Surrey (Inglaterra), com um stand próprio e como orador nas masterclasses do evento

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O Home Building and Renovation Show é um evento de destaque para arquitectos, decoradores e fornecedores da área da construção, que visa dar a conhecer as boas práticas do sector, ideias inovadoras e tendências da arquitectura, decoração e reabilitação.

Mariana Morgado Pedroso, Diretora Geral do AYH em Portugal e “Expert Advisor” do evento, conduziu a Masterclass: Interior Design Inspiration for the Ultimate Master Bedroom. “É um prazer voltar a este evento, após este intervalo devido à pandemia. Demos o nosso contributo para apresentar as tendências na área dos interiores em 2022, focando na questão da master suite. E é também muito interessante ver a dinâmica do mercado britânico, tão activo na área da reabilitação residencial e com um público interessado e participativo nestes eventos”, sublinhou Maria Morgado Pedroso.

Em cada edição o evento recebe milhares de participantes, de todo o mundo, entre marcas e profissionais, todos sob o mesmo tecto, disponíveis para aconselhamento personalizado e individualizado, que pode ir desde os materiais a usar até à gestão de orçamentos. Durante os dois dias do evento, foram promovidos múltiplos seminários, todos dirigidos por profissionais experientes, que têm sempre sala cheia e muita interacção com o público.

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Laskasas decora Praia do Canal Nature Resort

A Laskasas foi responsável pela decoração do Praia do Canal Nature Resort, uma nova unidade hoteleira localizada na Costa Vicentina

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Localizado no coração da Costa Vicentina, o Praia do Canal Nature Resort disponibiliza mais de 50 quartos e espaços comuns, que reflectem a natureza no seu estado mais puro, com cores quentes que atravessam todo o ano. O minimal design marca cada um dos recantos do hotel, onde cada peça foi pensada, ao pormenor, para o local onde se encontra, marcando a diferente não só pelo seu desenho, mas pelos diferentes materiais utilizados como as madeiras e as suas diferentes texturas.

“A principal preocupação foi a criação de um espaço onde a natureza serve de inspiração e é, simultaneamente, parte integrante de toda a decoração. Era importante que o hotel integrasse todos os elementos. Todo o projecto foi pensado para que o conforto e a elegância estivessem presentes, não apenas nos meses mais quentes, mas durante todo o ano”, refere Constança de Castro Fernandes, arquitecta responsável do projecto.

Celso Lascasas, CEO do grupo Laskasas, afirma que “sermos convidados para fazer parte de um projecto português é, para nós, enquanto empresa totalmente nacional, um orgulho. Trata-se não só de impulsionar outros negócios, mas sobretudo projectos que têm em si um conjunto de características incontornáveis para vingar no mercado. O Praia do Canal Nature Resort é um cartão de boas-vindas para uma das zonas mais bonitas de Portugal, permitindo a todos aqueles que o visitem descobrir um novo recanto a cada dia, seja através do nosso mobiliário e do seu conforto, como dos diferentes espaços do hotel”.

O Praia do Canal Nature Resort integra 25 quartos deluxe, 25 junior suites, 1 junior suite com rooftop, 2 suites familiares e uma grand suite – todas elas equipadas com varandas, terraços ou até áreas de jardim privadas. Há ainda dois restaurantes – o Azeitona e Zimbro – onde se podem degustar algumas das iguarias tradicionais da cozinha alentejana reinventadas, e um bar – Medronho – perfeito para um cocktail ao final da tarde acompanhado de um pôr-do-sol inesquecível.

O Esteva Spa & Fitness Room oferece ainda um conjunto de tratamentos corporais e faciais, com produtos naturais da região. Um conjunto de experiências, como picnics, lições de cozinha com o Chef do restaurante ou até aulas de surf nas eternas praias da Costa Alentejana podem ser igualmente solicitadas pelos hóspedes.

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Simon 270 obtém a certificação Cradle to Cradle e ganha um Product Design IF Award

O lançamento mais recente da Simon, tanto a série quanto a sua respectiva embalagem, ambas recebem o certificado Cradle to Cradle no nível bronze. A sua simplicidade, acessibilidade e sensibilidade, valeram-lhe um IF Award na categoria Building Technology

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A certificação Cradle to Cradle concedida pelo Cradle to Cradle Products Innovation Institute, representa a verificação independente da sustentabilidade da série Simon 270 em 5 categorias críticas: a Saúde dos materiais utilizados, a Circularidade da série, Ar limpo e protecção do clima, Utilização da água e do solo, bem como Justiça social.

Este certificado reconhece as opções a branco e preto da série, incluindo os espelhos, o mecanismo e a tomada disponíveis de 1 a 5 módulos, e também se estende à nova proposta de embalagem sustentável da Simon, que se baseia na oferta de uma solução realista, que destaque o material e, em última análise, uma embalagem mais honesta com o produto e a sustentabilidade.

O Cradle to Cradle pretende ser um guia para transformar o compromisso com a sustentabilidade em ‘acção’, pois oferece um quadro de referência das melhores práticas a seguir na concepção e fabrico de produtos, para além de fomentar a colaboração e a inovação em toda a cadeia de valor. Tudo isto, para que os produtos criados possibilitem um amanhã saudável, igualitário e sustentável.

Por outro lado, a série Simon 270 foi premiada na categoria Building Technology com um IF Award pelo IF International Forum Design. Esta série, que foi concebida com o lema “Para melhorar, simplifica” traz consigo todo um conceito em relação à importância de chegar ao essencial, retirando o acessório e preservando apenas o essencial, permitindo a simplificação das instalações para “democratizar” a tecnologia.
Simplificar também significa minimizar o impacto sobre o ambiente. É por isso que o plástico foi eliminado de todas as embalagens da colecção Simon 270. Pela primeira vez, são impressas com menos tintas, uma vez que apresenta pequenos detalhes em azul, evitando, assim, uma impressão monocromática total. Além disso, são fabricadas com materiais 100% reciclados. Um novo conceito, mais simplificado e que respeita o planeta que mereceu já, na edição anterior, um IF Design Award na categoria de embalagens.

O design desta série apresenta duas estéticas: a Mínima, com uma tecla estreita e essência minimalista; e a Icon, com uma tecla larga tradicional. Os interruptores desta série, com um design neutro e discreto, são 100% accionáveis, o que significa que voltam sempre à sua posição original, garantindo, assim, uma total harmonia. Contam com uma tecla elegante de superfície lisa, que procura a mínima intrusão e a máxima funcionalidade, e que se integra perfeitamente com o espelho da parede. Além disso, as suas tomadas Clean Schuko foram completamente reinventadas, incorporando uma superfície plana nivelada com a parede que permite a sua total integração e que se mantém sempre limpa.

O reconhecimento do design desta série também se deve à gama cromática que oferece e à selecção de 8 acabamentos, concebidos para se adequarem a qualquer estilo. Integra-se perfeitamente com todos os tipos de materiais, mobiliário e complementos decorativos. O design da série Simon 270 não se presta apenas a oferecer soluções estéticas, mas trata-se também de uma série de conectores em que os mecanismos incorporam tecnologia Wi-Fi para digitalizar qualquer casa sem instalação adicional.

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Os custos energéticos e a descarbonização da indústria em destaque no Ceramic Tech Days

Evento promovido pelo Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro (CTCV) acontece nos próximos dias 6 e 7 de julho, no Your Hotel & Spa, em Alcobaça

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O Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro (CTCV) promove, nos próximos dias 6 e 7 de Julho, no Your Hotel & Spa, em Alcobaça, a primeira edição do Ceramic Tech Days. Um evento que terá como foco temas que condicionam a recuperação e crescimento da indústria do sector, tais como “o aumento dos custos energéticos em contexto de descarbonização e a escassez de matérias-primas e recursos humanos”.

Entre os oradores destaca-se a presença de Isabel Apolinário, directora de Tarifas e Preços de Energia da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), que apresentará o Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia, que promove pela primeira vez, além das medidas de eficiência no consumo de electricidade, também medidas de gás natural, num contexto de um sistema energético integrado, que contribuirá para as metas definidas no Plano Nacional de Energia e Clima 2020-2030 (PNEC 2030), o principal instrumento de política energética e climática para a década 2021-2030.

O Ceramic Tech Days integra ainda durante os dois dias, uma Mostra de Tecnologia que pretende apresentar e dar a conhecer as inovações tecnológicas e as tendências de novos modelos de fabrico, automação, decoração de peças cerâmicas ou caracterização de materiais. Haverá também um espaço dedicado a projectos de I&D em produtos ou processos cerâmicos e a promoção de ecossistemas empreendedores na inovação e criação de valor na indústria.

Jorge Marques dos Santos, presidente do Conselho de Administração do CTCV, destaca a importância do evento “num período marcado por uma profunda crise económica e pela aceleração de tendências que irá determinar aquilo que será a retoma económica, as empresas do sector da cerâmica continuam a mostrar a sua resiliência, capacidade de adaptação e reinvenção”, refere.

O Ceramic Tech Days conta com o apoio da APICER, da Câmara Municipal de Alcobaça e de vários parceiros tecnológicos.

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Fóruns bilaterais com o Quénia e a Nigéria reforçam agenda africana

Esta semana terão lugar dois fóruns de negócio dedicados a duas economias africanas. Quénia, a 29 de Junho, e Nigéria, a 30 de Junho trarão África para a agenda empresarial portuguesa

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O primeiro destes dois encontros realiza-se a 29 de Junho, em Lisboa. O Fórum Económico Portugal-Quénia realiza-se no âmbito da visita a Portugal do Presidente do Quénia e é uma organização conjunta do governo deste país e da AICEP. O evento juntará no Picadeiro Real (antigo Museu dos Coches) representantes institucionais e empresariais dos dois países e pretende ser um espaço de debate de formas de colaboração, com foco em áreas temáticas em que as competências de Portugal e Quénia se possam complementar no sentido da criação ou reforço de parcerias, com destaque para o Ambiente, Infraestruturas e Economia do Mar.

A economia do Quénia é a terceira maior da África Subsaariana e uma das mais diversificadas do continente africano.
O encerramento do encontro será feito pelo Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, e pelo seu homólogo queniano, Uhuru Kenyatta.

Um dia depois, a 30 de Junho, o Centro de Congressos de Lisboa irá receber o segundo Fórum Economico Bilateral Portugal, Nigéria. O evento conta com a presença de representantes institucionais e empresariais dos dois países. A Nigéria é a maior economia da África Subsaariana e um dos principais exortadores de petróleo do continente. Os hidrocarbonetos do país geram cerca de 50% da receita do Governo e são responsáveis por mais 80% das receitas de exportação, mas a agricultura e os serviços superam a indústria dos combustíveis para a formação da riqueza nacional.

A sessão de encerramento contará, do lado de Portugal, com a presença de António Costa e Silva, responsável pela pasta da Economia e do Mar e do presidente nigeriano, Muhammadu Buhari.

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“Estudos mostram o excelente desempenho térmico do betão de cânhamo”

A aplicação do cânhamo na construção foi um dos temas em destaque no evento CannaPortugal 2022. O professor César Cardoso e a arquitecta Rute Eires apresentaram o processo de recuperação de uma casa-moinho com cânhamo e o seu bom desempenho enquanto regulador da humidade e da temperatura

Cidália Lopes

Actualmente professora do departamento de Engenharia Civil e membro do Centro de Território e Ambiente Construído da Universidade do Minho, foi em 2006 com a dissertação do mestrado que Rute Eiras estudou, pela primeira vez, o betão de cânhamo, também conhecido como “hempcrete”, naquela que “terá sido a primeira dissertação portuguesa a abordar o uso do cânhamo na construção”. À boleia de um maior interesse por materiais sustentáveis, também o interesse pelo cânhamo tem crescido. Neste sentido, Rute Eiras considera ser “a altura ideal” para dar um passo na transformação e passar a produzir este material também em Portugal.

Rute Eires

A falta de apoio tem sido o principal entrave para o crescimento da indústria do cânhamo em Portugal. “Todo o processo de separação da fibra do caule, sendo este último o utilizado no betão do cânhamo, requer muito investimento financeiro”, explica Rute Eires. O maior interesse neste material construtivo surge associado a um maior procura por materiais sustentáveis e, também, graças ao enquadramento que temos sobre as alterações climáticas que levou a uma mudança de mentalidade a nível global. Neste sentido, a arquitecta considera ser a “altura certa para concretizar o passo que falta na transformação e começar a ter cânhamo produzido em Portugal para ser utilizado na construção” e, desta forma, “tornar a matéria-prima um custo mais acessível e mais sustentável ainda”.

Não obstante, já é possível adquirir misturas de cânhamo para usar directamente em obra e também já existem blocos de betão de cânhamo produzidos em Portugal, ainda que com cânhamo importado nesta primeira fase.

Sustentável e Isolante
Tendo como principal vantagem a sustentabilidade, sobretudo se for produzido em Portugal, trata-se de um material “bastante isolante em termos térmicos e acústicos e tem que a capacidade de controlar a humidade do ambiente interior”. “Além disso, o betão de cânhamo capta dióxido de carbono e compostos poluentes do ar. Como tal, proporciona um ambiente saudável, confortável e reduz os gastos com aquecimento e arrefecimento.”, reforça Rute Eires.

Enquanto solução construtiva, esta apresenta-se, também, como opção relativamente fácil, já que “apenas precisa de reboco pelo lado exterior, sendo opcional, ter ou não revestimento pelo lado interior e não precisa de nenhum material de isolamento extra para cumprir o regulamento térmico, com apenas 20 cm de espessura mínima”.

Segundo alguns estudos, o cânhamo já foi aplicado na construção desde há cerca de 800 a.C. em argamassas em Ellora Caves, na India, também há referência ao seu uso numa ponte em França no Séc. VI. Hoje em dia, este material é utilizado em diversos edifícios contemporâneos e em reabilitações, em paredes, pisos e coberturas. É aplicado de diversas maneiras, compactado no local, em blocos ou projetado. Todavia, já existem estudos que mostram o excelente desempenho térmico do betão de cânhamo comparativamente à solução mais corrente de construção, a alvenaria de tijolo cerâmico, verificando-se, por exemplo, que durante o Inverno a temperatura dentro do edifício está 4◦C a 6◦C mais quente.

O bom desempenho do betão de cânhamo deve-se ao seu comportamento higrotérmico, ou seja, consegue regular a humidade e a temperatura do ambiente interior, tal como na construção em terra, mas com o cânhamo tem-se vantagem de se poder construir paredes com menor espessura.

O projecto da Casa-Moinho
A recuperação de uma casa-moinho, provavelmente da era medieval ou da idade moderna, cuja habitação no piso superior terá sido construída em 1928 e se encontrava em estado de degradação, foi um dos projectos em que utilizámos betão de cânhamo. O conceito de projecto foi de manter um compromisso entre o antigo e o contemporâneo, tanto nas técnicas de construção como nos detalhes de arquitectura. A opção pelo uso de materiais naturais e tecnologias de construção baseadas nas técnicas tradicionais tiveram influência na arquitectura, tendo sido considerados desde o início do projecto.

Deste modo, foi possível construir com paredes de espessura reduzida, mas mantendo um bom desempenho. A estrutura de madeira e taipa de fasquio continuam presentes, mas de uma forma mais contemporânea. O uso de betão leve de cânhamo industrial (cal com aparas de cânhamo industrial e fibras de celulose), seleccionado pelo excelente conforto térmico e acústico que proporciona, tem uma forte presença na casa, mantendo-se à vista em algumas paredes e no revestimento do tecto.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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Epiroc antecipa presença na Bauma 2022

Epiroc marcará presença na Bauma 2022. Já na sua 33ª edição a feira terá em destaque os temas da automação, digitalização e o desenvolvimento da produtividade impulsionada por dados

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A Epiroc marcará presença na Bauma 2022. A 33ª edição da feira mundial de máquinas de construção, máquinas para materiais de construção, máquinas de mineração, veículos de construção e equipamentos de construção realiza-se em Outubro, em Munique. Um certame que terá em destaque os temas da automação, digitalização e o desenvolvimento da produtividade impulsionada por dados. Temas que estão a transformar todo o sector da construção, desde a escavação de túneis e infraestruturas, até à demolição e gestão de resíduos.

O grupo, com sede em Estocolmo, na Suécia, desenvolve e fornece equipamentos inovadores, onde se incluem equipamentos de perfuração, escavação de rocha e acessórios para construção para aplicações de superfície e subterrâneas, emprega hoje cerca 14 000 funcionários, espalhados por cerca de centena e meia de mercados, com especial destaque para as indústrias mineiras e de infraestruturas. “As novas tecnologias são essenciais para ajudar os nossos clientes a manterem-se competitivos. O nosso objectivo é oferecer equipamento, software e serviços inovadores e garantir que os nossos clientes obtenham o máximo benefício da evolução digital em curso”, refere o grupo em comunicado.

Entre as várias novidades tecnológicas, a Epiroc levará a Munique a sua nova gama de fresadoras em forma de V, cujo lançamento decorreu em Abril último. A fresadora em V é uma nova forma de trabalhar com rochas, paredes de betão e saneamentos de superfícies, valas, escavação de rochas macias, escavação de solos congelados e demolição. Uma solução com patente pendente, que foi rigorosamente testada em todas estas aplicações.

“A montagem dos tambores numa forma em V permite um corte com uma base plana e nenhum material é intocável entre os tambores. Uma fresadora regular tem de deslocar-se lateralmente para criar uma vala uniforme, uma abordagem que causa desgaste adicional no braço da máquina portadora, a fresadora em V pode atingir o mesmo resultado seguindo a direito. Isto significa que o utilizador pode escavar uma vala mais precisa muito mais rapidamente. Basicamente, funciona como um balde, o que facilita a sua utilização, é mais amiga da máquina portadora e são necessários menos energia e tempo. Uma solução aparentemente simples com uma eficácia extraordinária, a fresadora em V permite poupanças de energia de até 40%, explica a Epiroc. Na Bauma, a empresa irá apresentar a mais recente adição à gama de fresadoras V – um modelo mais pequeno adequado para máquinas portadoras de 15-28 toneladas.

Sustentabilidade no seio da indústria
O tema da sustentabilidade marcará presença não só pela preocupação em desenvolver tecnologia mais eficiente e que exige menor consumo de energia, mais precisa, que reduz o impacto no meio ambiente, mas também menos poluente. É o caso da massa de lubrificação Bio da Epiroc que foi recentemente aprovada pela Comissão Europeia para utilização em aplicações ambientalmente sensíveis ao abrigo do certificado DE/027/243.

“Como parte do objectivo de protecção do ambiente, todos os novos martelos demolidores hidráulicos da Epiroc são agora fornecidos com a massa de lubrificação Bio da Epiroc.

Utilizada para lubrificar os casquilhos nos martelos demolidores hidráulicos, a massa de lubrificação Bio da Epiroc é produzida à base de ésteres sintéticos especiais que são facilmente biodegradáveis e desenvolvidos para os martelos demolidores hidráulicos. A massa ajuda a prevenir o desgaste dos casquilhos e prolonga a vida útil da ferramenta. A massa possui características de transporte de carga elevadas com uma capacidade de separação muito boa e oferece um excelente desempenho num amplo intervalo de temperaturas”, refere a Epiroc.

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