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Eurofred compensa emissões de CO2 através da reflorestação de zonas incendiadas

Com as plantações existentes, o Grupo já compensou, em Portugal, as suas emissões de CO2 até 2036, em Itália até 2039 e em Espanha, França, Marrocos e Chile até um ano

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Eurofred compensa emissões de CO2 através da reflorestação de zonas incendiadas

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Em Portugal, entre 2018 e Março de 2022, a Eurofred, distribuidora de marcas como Fujitsu, General, Daitsu, Clint, Fuji Electric, Hiyasu y Montair, entre outras, de equipamentos para os sectores de ar condicionado doméstico, comercial e industrial, aquecimento e Horeca, reflorestou uma zona incendiada em Abrantes, na localidade de Concavada, em mais de 3.62 hectares, cerca de 2500 árvores da espécie Pinus pinaster. Os objectivos desta campanha, além da reflorestação, absorção e compensação, passam também pela criação de massas mais resilientes para o futuro, o fomento e o aumento da biodiversidade, a protecção do solo face a erosão e a compatibilidade, a médio prazo, com os chamados usos extensivos de pecuária.

No seu total Eurofred, e para além de Portugal, participa em mais cinco projectos que somam mais de 60 hectares e cerca de 45.000 árvores, nomeadamente, em Vall d’Ebo (Alicante), com a reflorestação de 20 hectares com 16.000 árvores, em Ejulve (Teruel), com a reflorestação de 8,70 hectares com 4.350 árvores, em Torremocha de Jarama (Madrid), com a reflorestação de 5,32 com 3.485 árvores, em Artana (Espanha), com a manutenção de 21,84 hectares com 16.000 árvores e em Pomino (Itália), através da manutenção de dois hectares com 2.500 árvores. 

No que diz respeito à compensação da pegada de carbono de 2019 e 2020, a empresa tem também projectos em curso na Extremadura e mais dois planeados: um nas Astúrias, que cobrirá 2,5 hectares, e outro em França, nas imediações de Paris, de dois hectares o que se traduz na compensação de cerca 800 toneladas de CO2.

“Estamos muito felizes com o progresso deste projecto uma vez que nos ajuda a eliminar a pegada de carbono associada à nossa actividade. Para além deste grande objectivo, estes projectos têm também a mais-valia de proporcionar formação e emprego aos trabalhadores locais, alguns em situações desfavorecidas, mas que graças a estas campanhas têm a oportunidade de descobrir novos percursos profissionais”, destaca Nathalia Acevedo, directora de Comunicação e RSE da Eurofred.

O Grupo Eurofred compensa a pegada de carbono emitida pelas suas empresas, localizadas na Europa, África e América do Sul, através da absorção gerada pela plantação de novas árvores em áreas que sofreram incêndios florestais. Com a mancha de plantações que a empresa tem actualmente, já compensou em Portugal as suas emissões de CO2 até 2036, em Itália até 2039 e, até um ano da sua actividade em Espanha, França, Marrocos e Chile.

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OBO Bettermann com proteção certificada contra incêndio

Deste modo, os autores de projetos e instaladores encontram-se mais protegidos, na medida em que a aprovação dos sistemas instalados é rigorosa e garantida pelos certificados emitidos, que comprovam a utilidade e adequação dos produtos em questão

A OBO Bettermann Portugal, fabricante de material elétrico especialista em soluções para instaladores, está na vanguarda da certificação contra incêndios e assegura que os seus sistemas
antifogo estão equipados de acordo com as classificações e normas mais recentes em vigor. Deste modo, os autores de projetos e instaladores encontram-se mais protegidos, na medida em que a aprovação dos sistemas instalados é rigorosa e garantida pelos certificados emitidos, que comprovam a utilidade e adequação dos produtos em questão. Para garantir que a instalação corre em conformidade com o certificado, a OBO Bettermann disponibiliza os seus peritos que oferecem aconselhamento e assistência para cada situação de instalação.

A existência de ductos antifogo na construção constitui um requisito para edifícios onde existe elevado tráfego, nomeadamente hospitais, hotéis ou túneis. Em caso de incêndio, os sistemas elétricos e a sua função devem ser assegurados, garantindo o seu fornecimento sem interrupção. Para este efeito a OBO disponibiliza ductos antifogo e sistemas de
caminhos de cabos, verificados e certificados pela DIN 4102 parte 12.

As vias de evacuação e saídas de emergência podem ser protegidas através dos ductos antifogo, com revestimento que protege os cabos contra o efeito do incêndio, existindo um “encapsulamento” dos componentes inflamáveis dos cabos elétricos. Assim, as vias de evacuação e saídas de emergência continuam a poder ser utilizadas pelas pessoas, sem a presença de fogo ou fumo.
As calhas de instalação encontram-se certificadas de acordo com a Classificação Técnica Europeia, EN 1366 parte 5, oferecendo uma segurança de 30 segundos a 120 segundos.

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Casa Peixoto chega aos Açores

A Casa Peixoto Açores enquadra-se no seguimento da expansão da marca. Com uma área de cerca de 1000 m2 e um conceito contemporâneo de showroom, inclui uma oferta abrangente de materiais de construção e artigos de decoração

A Casa Peixoto, empresa nacional de comércio de materiais de construção, casas de banho, pavimentos e revestimentos, decoração, bricolagem e jardim, vai inaugurar a primeira loja no arquipélago dos Açores. Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, é o local escolhido, que se junta à rede de lojas da marca que passa agora a contar com oito lojas, sete das quais em território nacional.

A Casa Peixoto Açores enquadra-se no seguimento da expansão da marca que, em 2022, assinalou a abertura da sua maior loja no Porto.

Com uma forte aposta num serviço altamente personalizado, assegurado por profissionais especializados, a nova Casa Peixoto nos Açores, com uma área de cerca de 1000 m2, inclui uma oferta abrangente de materiais de construção e artigos de decoração dispostos em dezenas de ambientes diferentes que dão resposta às necessidades dos profissionais destes sectores (arquitectos, empreiteiros, donos de obra, entre outros) bem como do público em geral.

Com um conceito contemporâneo de showroom e ambientes, as lojas Casa Peixoto, destacam-se pela sua modernidade e inovação com uma exposição renovadora dos materiais de construção que proporciona uma nova experiência ao cliente.

Para responsável da nova loja nos Açores, a marca nomeou Daniel Avelar, com 10 anos de experiência no sector, que ficará encarregue das operações e expansão da empresa no arquipélago açoriano.

A cerimónia de inauguração da nova loja, com abertura oficial no dia 1 de Fevereiro, vai contar com a presença do sócio e administrador, Augusto Peixoto, juntamente com a equipa técnica e com mais de uma dezena de colaboradores dos diversos departamentos.

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UHU lança nova gama para profissionais

Com cinco novos produtos no mercado, a UHU Pro pretende ser “uma solução rápida e duradoura” a pensar nos “acabamentos e renovações em espaços interiores e exteriores”

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Concebida para “acabamentos e renovações em espaços interiores e exteriores” a UHU acabou de lançar a sua nova gama para profissionais. Com cinco novos produtos no mercado, a UHU Pro pretende ser “uma solução rápida e duradoura”.

Ideal para colar e fixar diversos tipos de materiais em distintas superfícies – lisas, porosas e não porosas, a cola e veda de construção universal “conta com uma tecnologia única de Polímeros SM”. Sem solventes, é, igualmente, resistente aos raios UV, água e alterações de temperatura.

Pensado para a colagem de todo o tipo de materiais de construção, a nova cola de montagem universal, à base de neoprene de borracha, conta com uma aderência extra directa devido ao método único de ligação de potência. Além disso, é resistente à água e a produtos químicos.

Disponível em transparente e branco, o selante Pro é um vedante de silicone permanentemente elástico, resistente ao bolor, à água do mar, aos raios UV e a produtos químicos. Além disso conta, ainda, com uma excelente colagem sem primário e seca muito rápido, em apenas duas horas. É adequado para vedações sanitárias, selagem de juntas, fissuras e fendas.

Também o silicone neutro “de alta qualidade”, disponível em transparente, branco, alumínio, cinzento, preto, castanho e verde, mantém a sua elasticidade ao longo do tempo e ástico, ideal para a adesão universal em todos os materiais de construção. É resistente à água do mar, aos raios UV e ao bolor.

Para selar juntas e fissuras, a gama Pro apresenta o acrílico “de elevada qualidade e de fácil aplicação”. Disponível em branco, pode ser pintado, resistente à humidade e conta com uma excelente colagem sem primário.

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Jungheinrich em processo de aquisição do grupo Storage Solutions

Operação visa reforçar a sua posição no mercado de automação dos EUA e acesso aos principais centros logísticos daquele país

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A intralogistica alemã Jungheinrich está em processo de aquisição do grupo Storage Solutions, um fornecedor de soluções de racking e automação de armazéns sedeado em Indiana, nos EUA.

A operação tem como intuito “reforçar o seu acesso ao atraente mercado de armazenamento e automação dos EUA”. Neste sentido, a Jungheinrich assinou um acordo de compra de acções com a Merit Capital Partners, a MFG Partners e a gestão da Storage Solutions para a aquisição de 100% do capital social da Storage Solutions.

A contrapartida total, acordada no âmbito do contrato de compra de acções, consiste num preço de compra de aproximadamente 375 milhões de dólares (que está sujeito a ajustes finais) e de uma componente flexível e baseada no desempenho na faixa percentual média a alta de um só dígito do preço de compra, que pode ser alcançado pela gestão da Storage Solutions durante três anos após a conclusão da transacção. A aquisição será financiada com os fundos disponíveis e débito com um impacto de alavancagem limitado.

Para a Jungheinrich, esta aquisição complementa a sua pegada global e reforçará ainda mais a posição de mercado da empresa. É uma oportunidade única para entrar num grande segmento de mercado de crescimento rápido, com uma posição estratégica nos EUA. A cobertura de mercado da Storage Solutions proporcionará à Jungheinrich o acesso aos principais centros logísticos nos EUA e a oportunidade de apoiar a actual base de clientes europeia neste mercado. A aquisição será complementar e não terá qualquer impacto na parceria existente da Jungheinrich com a Mitsubishi Logisnext Americas (MLA), que continuará a ser a única actividade da Jungheinrich no mercado norte-americano de empilhadores.

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OLI supera os 75,5 M€ em 2022 e prevê crescer 8% em 2023

Em 2022, o maior produtor de autoclismos da Europa do Sul, registou um volume de negócios de 75,5M€, o que representa um crescimento homologo de 7% e o volume de negócios mais elevado de sempre da empresa portuguesa. Para 2023, é estimado um crescimento global de 8%

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Os resultados da empresa são impulsionados pelo crescimento nos mercados externos. Em 2022, as exportações da OLI cresceram 16% e representaram 75,6% do total de vendas. As soluções de banho desenvolvidas e produzidas no complexo industrial em Aveiro, nomeadamente autoclismos, placas de comando e mecanismos, foram enviadas para mais de 85 países dos cinco continentes.

O crescimento internacional foi impulsionado, sobretudo, pelos mercados do Norte de África, em particular o Egipto e a Tunísia, que aumentaram 142%. No sentido inverso, na Europa geografia onde a marca tem crescido continuamente nos últimos anos, as vendas abrandaram, tendo registado nos mercados da Europa central e de Leste, uma diminuição de 2% das vendas.

A guerra entre a Rússia e a Ucrânia teve um impacto negativo no exercício de 2022 da OLI, com as vendas nestes dois países a serem residuais. Antes do conflito, em 2021, a Rússia e a Ucrânia representavam 6.3% das vendas totais da empresa.

Portugal foi a excepção na Europa tendo as vendas no mercado interno crescido 9%, representando 23% das vendas totais de 2022. O país voltou a destacar-se nas contas de 2022 desta feita pelo investimento. Cerca de 12M€ foram aplicados na ampliação do complexo industrial, cuja inauguração está prevista para o primeiro semestre de 2023, no aumento da capacidade produtiva, no desenvolvimento de novos produtos e no reforço dos Sistemas e Tecnologias de Informação.

“Em 2023, conscientes da incerteza e da instabilidade na Europa, iremos apostar em geografias como o norte de África e o Médio Oriente, onde queremos consolidar os resultados obtidos no ano passado e crescer ainda mais em vendas. Para concretizarmos os objectivos de crescimento, iremos apostar na melhoria do serviço ao cliente e no lançamento de novos produtos com maior incorporação de tecnologia e valor acrescentado com benefícios ao nível da sustentabilidade e da saúde e bem-estar das pessoas”, afirma, António Ricardo Oliveira administrador da OLI.

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Segunda fase da ‘Primeira Pedra’ leva exposição pelo País

Seis anos de trabalho, 36 autores e 77 obras produzidas em mármore, calcário, granito, xisto e ardósia, culminaram na exposição ‘Primeira Pedra – 2016/2023’, que vai agora, durante três anos, ‘viajar’ por Portugal numa mostra inédita

Cidália Lopes

Título: Segunda fase da ‘Primeira Pedra’ leva exposição pelo País

A exposição ‘Primeira Pedra 2016/2022’, que se encontrava no Museu dos Coches, em Lisboa, encerrou um ciclo de seis anos de trabalho e de investigação na área da cultura contemporânea, mas prepara-se para entrar numa segunda fase. Com a designação ‘O Viajante’, as obras originais vão agora passar pelos municípios portugueses. Trata-se de uma iniciativa cujo protocolo irá permitir ceder cada uma das peças por três anos.

Segundo Miguel Goulão, presidente da Assimagra, associação que representa a indústria portuguesa dos recursos minerais, “esta segunda fase vai ter moldes diferentes já que não será possível deslocalizar a totalidade das peças de uma só vez, por questões de espaços”.

Confirmada que está a primeira parceria com a vila de Porto de Mós, as peças a mostrar serão as que estão actualmente no interior do museu”. Entretanto, tanto a Assimagra como a experimentadesign, curadora da exposição, mantêm conversações com vários municípios, nomeadamente Porto e Lisboa.

A ideia é que esta exposição possa ‘viajar’ por diferentes pontos do País e que seja adaptável aos espaços expositivos. Isto porque as peças têm tamanhos muito diferenciados e os de maior tamanho não se conseguem colocar em todos os espaços.

Tendo sido a maior iniciativa de sempre do género, Miguel Goulão considerou que o desafio, “gigantesco”, irá permitir “impulsionar novas opções estratégicas” no futuro. Também Guta Moura Guedes, da experimentadesign, revelou que “reposicionar o valor da pedra portuguesa” foi o objectivo desta iniciativa desde o início. Nesta segunda fase do programa, também a cargo da experimentadesign, pretende-se reforçar a “relação de Portugal com o Mundo” pela multidisciplinariedade e multiculturalidade que a exposição encerra.

Apenas duas peças ficarão em permanência no Museu dos Coches, cujo depósito foi assinalado na cerimónia de encerramento da exposição: a “Hell’s Kitchen Bench”, da autoria de Álvaro Siza e “Petra”, da autoria de Alexandre Faro, mais conhecido como Vhils.

O programa ‘Primeira Pedra’, cofinanciado pelo FEDER, no âmbito do Compete2020 / Portugal 2020, foi promovido pela Assimagra e produzido pela experimentadesign.

Viagem de seis anos

Depois de uma série única de projectos ter sido mostrada de forma parcial em Londres, Milão, Nova Iorque, São Paulo, Veneza, Weil am Rhein, Basileia e Dubai, em alguns dos mais proeminentes museus, instituições e eventos contemporâneos, a exposição, com a totalidade das suas peças, terminou uma viagem de seis anos em Lisboa, onde se encontrava desde Junho de 2022.

Um programa que convocou o tecido económico e o sector cultural – a arquitectura, o design e as artes plásticas – reunindo 36 autores de 14 países e 28 empresas nacionais em torno da pedra portuguesa, e que resultaram num total de 77 obras originais produzidas em mármore, calcário, granito e, também, xisto e ardósia.

O evento de encerramento da exposição contou com a presença e participação de Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República Portuguesa, Pedro Adão e Silva, ministro da Cultura e, ainda, muitos dos autores que integram a Primeira Pedra, entre os quais os arquitectos Eduardo Souto Moura e João Luís Carrilho da Graça, os artistas Vhils e Fernanda Fragateiro e os designers Pedro Falcão e R2, bem como vários dos empresários do sector e outros convidados do sector diplomático, económico e cultural nacional.

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Cidália Lopes

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Export Home e IDF Spring regressam à Exponor

O projecto conceptual de um hotel, com curadoria de Fabián Pellegrinet Conte, o novo prémio “Export Home Sustentabilidade e Inovação”, em parceria com a Universidade de Aveiro, talks sobre tendências dos materiais, pegada ecológica e casas inteligentes e o desafio “Makers Showcase”, lançado à nova geração de marcas e designers são algumas das iniciativas previstas

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Mobiliário, design e decoração são os temas que vão compor o cenário da Exponor – Feira Internacional do Porto, entre os dias 2 e 5 de Março. Export Home e IDF Spring são as feiras que protagonizam as novidades e as tendências destes sectores, em contexto nacional e internacional.

Há 30 anos que a Export Home se apresenta como ponte entre os principais fabricantes portugueses e os prescritores e potenciais compradores, oriundos de todo o mundo. Este ano, regressa para apresentar ao mercado as novas ofertas da fileira casa e design de interiores, sob um tema que remete ao futuro: “Designing Tomorrow”.

Uma das inovações trazidas pela Export Home, em 2022, regressa nesta edição. Traduz-se na apresentação de um projecto conceptual de um hotel, com a curadoria de Fabián Pellegrinet Conte. O designer de interiores e mobiliário recria variadas propostas através das soluções presentes na feira, num exercício criativo e envolta das tendências, conduzindo o visitante a uma experiência diferenciadora e imersiva.

Mostrar o que de melhor se tem realizado no sector é um dos principais motes desta feira, por isso, a Exponor aliou-se à Universidade de Aveiro para criar o prémio “Export Home Sustentabilidade e Inovação”. Este concurso, que celebra a sua terceira edição, visa estimular a adopção de boas-práticas de sustentabilidade nos processos de produção e desenvolvimento de novos produtos. Podem concorrer todas as empresas expositoras na Export Home e na IDF Spring 2023 e as inscrições estão já a decorrer.

A edição de 2023 contará, ainda, com momentos de talks que vão percorrer variados temas, passando pelas tendências dos materiais, sem esquecer a pegada ecológica do sector. A temática das casas inteligentes estará, também, presente em debate.

Paralelamente, acontece a IDF Spring. Com duas edições por ano – Spring e Fall – a edição de primavera vai fazer da natureza o cenário principal, através do tema “Blended with Nature”. Desta forma, a IDF “afirma-se com a disponibilização de espaços-tendência, adaptados aos diferentes públicos”. “Makers Showcase” é um deles, que surge do desafio lançado à nova geração de marcas e designers para apresentarem conceitos criativos e novas abordagens, mais contemporâneas e sustentáveis. Juntam-se a esta edição os seguintes Makers: Joana Nogueira, Teresa Branco, Silvia Couto, bem como os projetos Pássaro de Seda, Pedras de Papel e Luzita

Por sua vez, o “Pure Edition” apresenta-se como um espaço de inspiração e negócio onde vão ser exibidas, em primeira mão, novas colecções de tecidos e revestimentos de decoração.

Em 2023, a instalação preparada tem como tema “Plantscaping”, conceito que tem vindo a marcar presença em projectos de design de interiores. A arquitecta e criadora de conteúdos Joana Luís vai protagonizar este desafio, num exercício de criatividade que combina a importância das plantas na criação de distintas atmosferas, aliadas às novas coleções apresentadas no evento.

Nesta Feira vai ainda celebrar-se o concurso “Presente – A Melhor Loja”, organizado pela Exponor. O concurso tem como objetivo premiar o melhor retalhista em Portugal no âmbito dos setores de decoração, utilidades domésticas, design, papelaria ou gift. A concurso podem submeter-se todas as pessoas singulares ou coletivas que explorem estabelecimentos comerciais de venda de artigos de decoração, design e utilidades para a casa, junto do consumidor final, com atividade em funcionamento.

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SunEnergy regista crescimento de 50% em 2022

Em 2022 o volume de negócios da SunEnergy somou 12 milhões de euros. Valor que representa um aumento de 50% face ao período homólogo

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A SunEnergy manteve a tendência de crescimento dos últimos anos e instalou, em 2022, 17.000 painéis solares fotovoltaicos para a produção de energia eléctrica a partir do sol em modelo de autoconsumo, o que correspondeu a 7 MW de potência instalada, num total de energia produzida de 10 MWh, que daria para alimentar mais de 3 mil casas. Estes projectos vão permitir uma poupança anual acumulada de 1.400.000€ e uma redução de 3.000 toneladas de emissões de CO2 por ano.

No ano transacto, a SunEnergy iniciou também uma nova área de negócio, que passa pela instalação e operação de Postos de Carregamento de Viaturas Eléctricas, a qual deu um forte contributo para o crescimento do seu volume de negócios. Ainda durante este ano, foram inauguradas novas delegações, num total de 20, que vão contribuir decisivamente para o crescimento futuro da marca.

O ano de 2022 ficou igualmente marcado pela entrada de um novo accionista de referência, o Grupo Sorigué, o qual permitirá à empresa portuguesa aproveitar as sinergias e oportunidades associadas a um Grupo que factura cerca de 700 milhões de euros por ano.

“Em 2022 reforçámos o nosso posicionamento enquanto marca de referência da energia solar em Portugal. As nossas perspectivas para 2023 continuam a ser positivas, apesar das incertezas que poderão impactar negativamente a Economia Mundial”, afirma Raul Santos, CEO da Sunenergy. “Em termos de projectos, em breve pretendemos abrir uma nova delegação na área metropolitana do Porto e também uma sucursal na Galiza. Temos também como objectivo relançar a campanha “Vem Ligar Portugal ao Sol” e, dessa forma, expandir a nossa presença no território nacional, o que nos permitirá crescer a um bom ritmo nos próximos anos”, avança o responsável.

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Aerial view of Vilamoura with charming marina and wide sandy beach, Algarve, Portugal

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Engexpor regista o melhor ano de sempre na área de Advisory Services

A aposta crescente da empresa na área de Advisory Services, a par com a forte actividade do mercado na transacção de imóveis e promoção imobiliária, mais do que duplicou a facturação desta área de negócio desde 2019

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Após quatro anos de crescimento consecutivo, a área de Advisory Services da Engexpor registou em 2022 o melhor ano de sempre, consolidando a sua actividade face a 2021, altura em que a reorganização dos serviços de advisory e reforço da equipa deram um enorme impulso a este negócio.

Em quatro anos, a empresa que tem como actividade principal a gestão de projectos e de construção, mais do que duplicou a sua facturação na área de advisory services, liderada pela actuação em serviços de technical due diligence (auditoria técnica), com um crescimento que ultrapassou os 114% entre 2019 e 2022. O ano de 2022 foi ainda de crescimento desta actividade, embora condicionada pela redução do número de transacções de investimento imobiliário a que se assistiu no quarto trimestre.

A compra e venda de activos comerciais e a promoção imobiliária (reabilitação e construção nova) suportam a área de tecnical due diligence da Engexpor e, só no ano passado, a empresa esteve envolvida em auditorias que somam uma área aproximada de 1,2 milhões de metros quadrados (m²). Já entre 2019 e 2021, a empresa realizou due diligences para activos e portefólios com uma área agregada que ultrapassa os 2,7 milhões de m².

Neste seu histórico, e entre outras operações, contam-se as auditorias técnicas que apoiaram algumas das maiores transacções de investimento realizadas no mercado português, entre as quais o maior negócio de 2022, respeitante à compra de uma parte significativa do portefólio da ECS Capital pela Davidson Kempner, a venda de um portefólio de supermercados Continente à ORES Capital, anunciada também em 2022;, a compra do Vilamoura World por um grupo de investidores nacionais incluindo a Norfin, em 2021, a aquisição de activos na Herdade da Aroeira por um investidor estrangeiro representado pela Norfin e ainda a due diligence técnica de um portefólio de supermercados para a LCN Capital Partners, operações estas anunciadas já este ano. Da sua carteira de clientes fazem parte, entre outros, a Square Asset Management, Avenue, Norfin, BNP Paribas, Explorer, Quantico ou CGD.

“Desde sempre que a Engexpor está comprometida em disponibilizar um serviço 360º aos seus clientes e, como tal, faz todo o sentido fortalecer cada vez mais a área de advisory services. Esta aposta, juntamente com a intensa actividade do mercado imobiliário em Portugal nos últimos anos, seja no desenvolvimento de novos projectos ou na transacção de imóveis, tem-nos permitido crescer muito nesta área através da qual apoiamos investidores, promotores, proprietários ou entidades que medeiam negócios de compra e venda de activos”, explica Miguel Alegria, CEO da Engexpor.

Em linha com a actividade do mercado nacional, os sectores da hotelaria, residencial e escritórios são os que têm maior peso nos serviços de Advisory da Engexpor, ainda que ao longo dos últimos quatro anos (2019-2022) as auditorias técnicas efectuadas pela empresa abranjam todas as áreas do imobiliário.

A hotelaria foi a mais activa, contabilizando uma área superior a 1,7 milhões de m², seguida do segmento residencial, um dos mais dinâmicos dos últimos anos, no qual foram concretizadas due diligences para uma área conjunta superior a 510.000 m², que incidiram essencialmente sobre edifícios para reabilitação e terrenos para promoção imobiliária. No sector de escritórios foram efectuadas auditorias que agregam uma área próxima dos 280.000 m².

O sector logístico tem vindo a ganhar cada vez mais expressão no mercado imobiliário português e na actividade da Engexpor, e as auditorias técnicas realizadas, no período em questão, compreendem uma área agregada de 815.000 m², reflectindo não só o bom momento deste sector mas também a dimensão dos imóveis industriais e logístico.

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Greenvolt desenvolve Comunidade de Energia Renovável em Setúbal para empresas do Grupo Sapec.

O Parque Industrial Sapec Bay vai receber um total de 298 painéis solares fotovoltaicos numa área de cerca de 1.500 m2. Estes painéis terão uma capacidade total de mais de 162 kWp, sendo capazes de gerar 238 MWh anualmente

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A Greenvolt Comunidades, empresa do Grupo Greenvolt, vai criar uma Comunidade de Energia Renovável (CER) com várias empresas do Grupo Sapec que desenvolvem a sua actividade no Parque Industrial Sapec Bay na Zona Industrial da Mitrena, em Setúbal. Posteriormente, o objectivo é alargar os benefícios da CER a outras empresas.

Vão ser instalados 298 painéis solares fotovoltaicos numa área de cerca de 1.500 metros quadrados. Estes painéis terão uma capacidade total de mais de 162 kWp, sendo capazes de gerar 238 MWh anualmente. A energia gerada permitirá alimentar a unidade de produção de sulfato de alumínio e outras actividades da Sapec, proporcionando uma independência face à energia da rede de cerca de 22%, numa primeira fase, sendo que o projecto terá mais UPAC’s no futuro.

“Este é um projecto particularmente relevante para a Greenvolt Comunidades já que está localizado no Parque Industrial Sapecbay. Proporcionaremos energia mais barata e limpa às empresas do Grupo Sapec, mas sabemos que essa mesma energia chegará tanto a outras empresas do grupo como às restantes, instaladas num parque e zona altamente industrializada”, refere José Queirós de Almeida, ceo da Greenvolt Comunidades.

Numa fase inicial serão instalados painéis em duas das empresas do Grupo Sapec, que desenvolvem a actividade no Parque Industrial Sapecbay, onde recentemente foi também anunciado o projecto Aurora (Galp/NorthVolt). A Greenvolt Comunidades e a Sapec têm como objectivo alargar esta comunidade a outras empresas presentes na Península da Mitrena, desde que localizadas num raio até 4 km.

“Com este projecto, o Grupo Sapec pretende, na sequência dos investimentos nas suas actividades tradicionais e em novos negócios que recentemente tem integrado no seu portfolio, continuar a reforçar o seu contributo para a sustentabilidade”, diz António Marques, CEO da Sapec.

A Greenvolt Comunidades, que resulta da decisão estratégica do Grupo Greenvolt de apostar na promoção da geração distribuída de energia renovável, tanto para autoconsumo como através do conceito de comunidades de energia, actua no mercado desde Abril de 2022, com mais de 40 projectos de norte a sul do país, correspondendo a mais de 30MWp.

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