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Construção

Judiciária de Braga terá nova casa em 2023

A Polícia Judiciária (PJ) de Braga vai instalar-se na antiga sede da Associação Industrial do Minho (AIMinho), um edifício com três pisos localizado numa área central da cidade que o Ministério da Justiça adquiriu por dois milhões e meio de euros

Ricardo Batista
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Judiciária de Braga terá nova casa em 2023

A Polícia Judiciária (PJ) de Braga vai instalar-se na antiga sede da Associação Industrial do Minho (AIMinho), um edifício com três pisos localizado numa área central da cidade que o Ministério da Justiça adquiriu por dois milhões e meio de euros

Ricardo Batista
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Deverão estar concluídos no próximo ano os trabalhos de reconversão das instalações da extinta Associação Industrial do Minho (AIMinho), edifício que, a partir do próximo ano, vai funcionar como a nova sede da Polícia Judiciária de Braga, um investimento de 2,5 milhões de euros promovido pelo Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça.

A Polícia Judiciária (PJ) de Braga, que tem um dos maiores Departamentos de Investigação Criminal do país, vai assim mudar para novas instalações em 2023, um dado confirmado pela ministra da Justiça que, por ocasião do Roteiro para a Justiça, recorda a precaridade das condições em que estão a operar actualmente os operacionais daquela unidade de investigação criminal. Em declarações aos jornalistas, após visitar as actuais e as futuras instalações da PJ de Braga, Catarina Sarmento e Castro assumiu que “são instalações que albergam um dos maiores Departamentos de Investigação Criminal da Polícia Judiciária, onde trabalham cerca de 90 pessoas, e trabalham numa situação muito deficitária. São instalações muito exíguas”, declarou a governante.

“As instalações ainda vão precisar de obras de beneficiação, mas o espaço é muito bom, já está previsto o orçamento e, portanto, contamos durante o próximo ano conseguir fazer essa mudança”, adiantou Catarina Sarmento e Castro. O ministério da Justiça diz que “existe um investimento estimado no valor de 2,5 milhões de euros, que será financiado por fontes de investimento, nas quais se incluem fundos na área da eficiência energética do PRR [Plano de Recuperação e Resiliência]”.

O Ministério da Justiça adquiriu, em 2021, as antigas instalações centrais da associação empresarial, naquela que é a concretização da “satisfação de uma necessidade há muito tempo sinalizada e que a breve trecho permitirá a instalação dos recursos humanos e materiais daquele departamento da PJ”, lê-se na nota publicada pela PJ na sua página na internet. “Com uma área total de 5.991 metros quadrados, vai permitir a instalação plena do Departamento de Investigação Criminal de Braga, bem como o desenvolvimento de meios e capacidades de resposta, no âmbito das respectivas competências, ao serviço da justiça”, enfatiza a mesma entidade.

Aposta na Justiça
Do ponto de vista do investimento no sector da Justiça, o Orçamento de Estado para 2022 prevê uma verba de “87,6 milhões de euros, dos quais 38,6 milhões de euros dizem respeito ao Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça (IGFEJ), destinados essencialmente ao financiamento de obras e/ou construção em edifícios do Ministério da Justiça (tribunais, estabelecimentos prisionais, instalações da Polícia Judiciária, entre outros), e 30,3 milhões de euros dizem respeito às verbas orçamentadas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)”.

O orçamento assume “o compromisso da requalificação e modernização das Infraestruturas da Justiça, designadamente dos estabelecimentos prisionais, tutelares educativos e de reinserção”. “Estamos a redefinir uma estratégia de futuro, que se quer também orientada por ferramentas tecnológicas que permitam bem gerir, seguindo critérios de racionalidade que deverão ser, igualmente, antecipatórios, devendo ser criada uma ferramenta partilhada de gestão”, afirmou. Para o efeito, o Governo avançará com “a construção de novas infraestruturas, e, concomitantemente, não será descurada a promoção das acessibilidades nos diversos tribunais, e a realização de múltiplas outras intervenções”, mobilizando o Fundo para a Modernização da Justiça e recorrendo a fundos ambientais e de eficiência energética. “A recuperação de infraestruturas permitirá” – conforme refere – “que se assuma o compromisso prioritário com a dignificação das condições de privação da liberdade no sistema prisional e de reinserção”.

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Construção

Horizonte Urbano Group investe 85M€ em hotel no Douro

O projecto envolve a criação de uma unidade hoteleira de 5 estrelas e de 90 villas individuais, além da aquisição e ampliação da Marina Angra do Douro. As obras de urbanização estarão concluídas no primeiro semestre de 2023 e a construção do hotel e das villas será desenvolvido durante num período de 36 meses

A Horizonte Urbano Group, empresa portuguesa de construção, reabilitação e promoção imobiliária, vai investir 85 milhões de euros na edificação do empreendimento “Porto Douro Marina & Villas” e na compra da Nordzee Náutica, empresa que actualmente explora a Marina Angra do Douro.

Com uma área de 213 mil m2 e localizado no concelho de Gondomar, nas margens do rio Douro, a montante da barragem Crestuma-Lever, o projecto prevê a construção de um hotel de 5 estrelas com 120 quartos, salas de conferência, SPA e piscinas. Contempla ainda a edificação de 90 villas, com áreas de construção compreendidas entre 250 e 500 m2, caracterizadas por uma arquitectura contemporânea e acabamentos de luxo.

A gestão e exploração da Marina de Angra do Douro e o aumento da sua capacidade de ancoragem em 40% – de 300 para 500 embarcações – fazem parte integrante do plano, pelo que a Horizonte Urbano acaba de formalizar a aquisição da Nordzee Náutica, empresa gestora da Marina.

As obras de urbanização estarão concluídas no primeiro semestre de 2023 e a construção do hotel e das villas será desenvolvido durante num período de 36 meses.

A 15 minutos do Porto e com ligação directa às principais vias de comunicação de entrada e saída da cidade, o empreendimento constitui-se como um grande atractivo para as famílias. “O projecto surge como uma excelente solução para quem quer viver fora dos grandes centros urbanos, mas dentro de um perímetro razoável, que permita aceder de forma rápida à oferta de produtos, serviços e cultura. Acreditamos que cada vez mais as pessoas procuram um tipo de vida tranquilo, em maior contacto com a natureza e rodeadas por uma bela paisagem. E a nossa oferta é, sem dúvida, uma resposta para esta nova postura de vida”, refere Nuno Esteves, CEO da Horizonte Urbano.

Para além da criação de emprego qualificado e outros benefícios para a comunidade em que se insere, esta construção trará inevitavelmente uma valorização ao local e à região e um natural aumento do turismo, dada a proximidade à cidade do Porto e à sua localização estratégica na rota da região do Douro.

A integração de todo o projecto com o meio ambiente, a preservação das características naturais do lugar e das espécies nativas, a utilização de materiais sustentáveis, a colocação de painéis fotovoltaicos e de vidros com protecção solar, as coberturas ajardinadas e a criação de amplas áreas verdes utilizáveis, são alguns exemplos de uma construção sustentável e que obedece a um conjunto de práticas que caracterizam de forma transversal a postura da empresa em toda a actividade que desenvolve.

“Não há outra forma de estar hoje neste sector. A sustentabilidade, juntamente com a inovação, o profissionalismo e a dedicação, faz parte integrante do ADN da Horizonte Urbano e é um dos valores que mais preservamos”, sublinha Nuno Esteves.

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GRUPO PUMA e a SUSTENTABILIDADE

Soluções inovadoras que melhoraram o impacto ambiental

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A inovação sustentável há muito se tornou o vetor transversal da ação do Grupo Puma. A busca contínua por soluções inovadoras que permitam gerir e melhorar o impacto ambiental e social, e influenciar diretamente na melhoria dos espaços habitados e no bem estar das pessoas.

Nesse caminho, o Grupo Puma associou-se no final de 2021 ao Pacto Mundial Red Espanhola e durante o ano de 2022 publicou o seu Primeiro Relatório Sustentável. Este marco representa um importante foco estratégico, pois nos desafia anualmente a estabelecer metas mensuráveis ​​para melhorar em todas as áreas da empresa. Trata-se de mostrar de forma pública e transparente a importância que o meio ambiente e a sustentabilidade têm para o Grupo Puma desde há muito tempo. Ser pioneiro no setor na ISO 9001, no desenvolvimento de DAPS para os produtos e em políticas de consumo de energia 100% renovável é reflexo do que falamos. Fomos os primeiros do setor a apresentar as DAPS de todos os produtos que fazem parte do nosso portfólio em 2016. As DAPS são declarações ambientais feitas voluntariamente, onde é apresentado o perfil ambiental do produto. É um documento que descreve o produto, o seu ciclo de vida e dados quantitativos e verificados de diferentes parâmetros ambientais estabelecidos.

O compromisso com o Pacto Mundial é trabalhar os ODS e as metas que mais impactam o dia a dia da empresa. Medir e planificar melhorias ano após ano, como o projeto de redução da pegada de carbono da empresa, é a resposta que o Grupo Puma oferece a um setor imerso em importantes desafios e mudanças. Os resultados mais significativos podem ser lidos no Relatório de Sustentabilidade 2021 encontrado em www.grupopuma.com.

Outra área de pesquisa que afeta diretamente a melhoria ambiental do planeta é o desenvolvimento de produtos comprometidos com a economia circular.

Avanços em sistemas como o ETICS, focados na poupança de energia, que vão mais longe tanto em isolamentos mais sustentáveis ​​e circulares, como a cortiça ou a lã de rocha. E nos acabamentos, trabalhando produtos com rendimentos e desempenhos melhorados.

Sistemas para pavimentos que permitem não demolir e ainda reabilitar pavimentos antigos.

A linha Pegoland Profissional de assentamento e rejuntamento cerâmico com tecnologia Tecno-Adapt focada em facilitar o assentamento para profissionais e com melhorias como 0 emissão de pó para não contaminar o ambiente.

Produtos de reparação e impermeabilização que prolongam a vida útil dos edifícios, reparando e protegendo estruturas e armaduras.

Um desafio baseado na promoção da construção saudável para as pessoas e para o planeta.

 

Para mais informações sobre qualquer um dos nossos sistemas ou produtos, o GRUPO PUMA
dispõe da Oficina Técnica:
Email: [email protected]
Web: www.grupopuma.com

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Coimbra candidata-se a 500M€ do próximo quadro comunitário

Se no caso da nova maternidade de Coimbra tudo está a correr tal como previsto no cronograma, já na área da justiça o presidente da Câmara aponta críticas à ausência de respostas do Governo para alguns investimentos fundamentais na cidade. “Fomos informados de que não há financiamento para o novo Palácio da Justiça

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A Câmara Municipal (CM) de Coimbra tem intenções de investimento de cerca de 500 milhões de euros para o próximo quadro comunitário, afirmou o presidente da Câmara de Coimbra, que assumiu funções há um ano.

Na página do município na Internet, que cita uma entrevista de José Manuel Silva à Lusa, o autarca sublinha que “há uma diferença significativa relativamente ao passado. Ao PT2020, a Câmara de Coimbra apresentou projetos no valor de 100 milhões de euros. Ao PT2030, a Câmara de Coimbra apresentou projetos no valor de 500 milhões de euros”, disse à agência Lusa José Manuel Silva, que tomou posse como presidente da CM de Coimbra há um ano. Segundo o presidente da Câmara de Coimbra, a autarquia tem “muitos projetos diferenciadores para a cidade”, sendo agora necessário “começarem as negociações” com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).

“Algo que também é consensual na CIM [Comunidade Intermunicipal] é de que o desenvolvimento de Coimbra é fundamental para o desenvolvimento da região. É importante que Coimbra se assuma como motor de desenvolvimento de toda a região e, nesse sentido, os projetos são fundamentais para alavancar o desenvolvimento de toda a região”, realçou. Entre os projetos previstos, está um “plano Marshall” para a Baixa da cidade de aquisição e requalificação de prédios naquela zona da cidade, o Centro de Arte Contemporânea de Coimbra e a transformação do antigo Pediátrico num espaço com valência de residências artísticas, mas que também acolha associações do concelho.

Nesse último caso, José Manuel Silva salientou que há abertura “total” do Governo para a transferência da dominialidade daquele antigo hospital para a Câmara de Coimbra. Questionado sobre a criação de um pavilhão para eventos de maiores dimensões, o autarca assumiu que Coimbra tem essa necessidade, mas a ideia inicial de o localizar “no espaço intramuros do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova” poderá não avançar face aos condicionamentos de utilização de parte daquele monumento para um projeto hoteleiro. Outra possibilidade, notou, será na construção da nova estação intermodal de Coimbra, já que o projeto inicial do arquiteto catalão Joan Busquets que o atual executivo recuperou previa “uma nave de eventos naquela zona”.

Em entrevista à agência Lusa, José Manuel Silva disse que a relação com o Governo tem sido “excelente”, apesar de não receber acolhimento de tudo o que é pedido pela autarquia.

Se no caso da nova maternidade de Coimbra tudo está a correr tal como previsto no cronograma, já na área da justiça o presidente da Câmara aponta críticas à ausência de respostas do Governo para alguns investimentos fundamentais na cidade. “Fomos informados de que não há financiamento para o novo Palácio da Justiça e não aceitaremos que Coimbra esteja à espera deste projeto há 50 anos e que o Governo considere na área da justiça qualquer outra obra prioritária que não o Palácio”, protestou. Relativamente à Prisão de Coimbra, o autarca também não aceita que a sua deslocalização seja “relegada para segundo plano”.

Questionado sobre o acordo de utilização do Estádio Cidade de Coimbra com a Associação Académica – Organismo Autónomo de Futebol, o presidente da Câmara referiu que, na revisão do acordo, que termina em 2024, estará “em debate o modelo de exploração” daquele espaço, nomeadamente um maior uso da infraestrutura para grandes eventos culturais e musicais. “Isso implica, desde logo, encontrar uma solução alternativa para a pista de ‘tartan’ e estamos a trabalhar nisso, num processo de triangulação com a Universidade de Coimbra e uma possível valorização do Estádio Universitário”, referiu.

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VGP Park Loures estará pronto no 1º semestre de 2023

O VGP Park Loures é o primeiro projecto dedicado à logística de last mile, depois da entrada do grupo belga em Portugal, em 2019. Este é já o segundo investimento do grupo em Portugal e o primeiro localizado na Área Metropolitana de Lisboa

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Foi lançada a primeira pedra do VGP Park Loures, o primeiro projecto dedicado â logística last mile que tem como promotor o grupo Belga VGP. O parque logístico está situado em Santo António dos Cavaleiros, junto ao nó das autoestradas A40/A9, muito perto daquele que será o novo entreposto logístico do Lidl em Loures, e a 15 minutos de distância do centro da cidade de Lisboa.

Num terreno com cerca de 53 mil metros quadrados e 20 mil metros quadrados de área bruta locável, totalmente dedicado à logística de última milha, o novo VGP Park Loures estará pronto no primeiro semestre de 2023, estando já cem por cento arrendado às empresas DPD e DHL, dois grandes players no panorama da logística mundial.

No dia em que foi lançada a primeira pedra, que assinalou o início da construção do VGP Park Loures, o presidente da Câmara Municipal de Loures, salientou que “este é o exemplo que queremos fazer”. “O que hoje aconteceu foi o resultado daquilo que é a função de uma Câmara Municipal. Alguém que escolheu Loures por aquilo que é, pela centralidade, pelas vias de comunicação e acessibilidades que tem. Somos um concelho que está no centro de tudo”.
Ricardo Leão agradeceu à VGP por ter escolhido Loures para fazer este investimento. “Este é um Município amigo do investimento privado. Encaro os parceiros privados como determinantes para o sucesso daquilo que é o objectivo de cada um dos concelhos, em particular, o de Loures. E é importante que o empresário sinta que valeu a pena escolher este território para investir”.

Segundo José Ferreira, country manager da VGP para Portugal, “este é o segundo projecto do grupo em Portugal, o primeiro na Área Metropolitana de Lisboa, neste caso, no concelho de Loures, e o primeiro cem por cento dedicado à logística de última milha”. “É um projecto desenvolvido essencialmente para duas grandes marcas mundiais, a DPD e a DHL, e que visa responder às preocupações ambientais de todos os intervenientes. Terá certificado Breem Excelente e será composto por materiais o mais sustentáveis possíveis, reduzindo a nossa pegada ecológica”, frisou.

Totalmente arrendado à DPD e à DHL, dois dos principais operadores logísticos mundiais, o VGP Park Loures pretende ser um exemplo da logística de last mile do futuro, de sustentabilidade e do uso de energias renováveis, estando dotado por um conjunto de infraestruturas rodoviárias e públicas para o funcionamento da logística de proximidade.

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Grupo Sacyr na fase final de concurso para hospital no Canadá

O Grupo Sacyr, do qual faz parte a empresa portuguesa Sacyr Somague, em consórcio com dois grupos locais, é finalista num concurso público em Ontário, no Canadá para a construção de um hospital no valor de 1000 milhões de dólares canadianos, aproximadamente 742 M€ à taxa de câmbio actual

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O vencedor do concurso será responsável pela concepção, construção, financiamento e manutenção da infraestrutura hospitalar de South Niagara, que será edificado próximo das famosas Cataratas do Niágara.
Este projecto faz parte do mais recente plano estratégico do Grupo multinacional, que consiste na expansão internacional, com um foco importante nos mercados anglo-saxónicos, nomeadamente o canadiano, onde no ano passado conquistou os seus dois primeiros contratos, com um valor de 50,5 milhões de euros, para expansão de um corredor ferroviário.

Posteriormente, o Grupo Sacyr conquistou também naquele país um projecto de 63 milhões de euros para o financiamento, concepção e construção de uma infraestrutura social para crianças com necessidades especiais, o Grandview Children’s Centre, também em regime de concessão.

O Grupo Sacyr tem no seu portfólio a construção ou renovação de mais de 60 hospitais, representando mais de 14.000 camas, em sete países. Através da subsidiária Sacyr Somague Concessões, destaca-se em Portugal por participar na gestão de três hospitais, que representam mais de 1.200 camas disponibilizadas e servem uma população de quase 2 milhões de utentes: Hospital de Vila Franca de Xira, Hospital de Braga e Hospital da Ilha Terceira.

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Novo Eurostars em Lisboa abre ao público em Dezembro

Com “alma portuguesa e vocação universal”, o hotel boutique inspira-se no conceito do famoso Elétrico de Lisboa. O design interior é rico em azulejos, veludos, mosaicos e tem até uma recriação da calçada portuguesa. O investimento rondou os 19 M€

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O Eurostars Baixa Lisboa 4*, na Rua da Prata, muito perto do elevador de Santa Justa e da Praça do Comércio, encontra-se num edifício clássico que ainda conserva a sua fachada original de estilo Pombalino. Esta é já a nona unidade hoteleira da Eurostars Hotel Company em Lisboa, a cadeia de hotéis do Grupo Hotusa e a 24ª em Portugal, cujo investimento rondou os 19 milhões de euros.

Em fase final de obra, o novo Eurostars Lisboa Baixa 4* tem previsto entrar em funcionamento ainda este ano, durante o mês de Dezembro.

Com “alma portuguesa e vocação universal”, o hotel boutique, inspira-se na cidade que o acolhe. O design interior é rico em azulejos, veludos, mosaicos e tem até uma recriação da calçada portuguesa, bem como fotografias que imortalizam a sua beleza nostálgica. O projecto de arquitectura tem assinatura do atelier espanhol TYPSA e o design de interiores da PF1 Interiorismo Contract.

Anteriormente conhecida como Rua Bella da Rainha, este enclave começou a albergar, no século XVIII, as oficinas dos ferreiros de prata e as lojas dos livreiros locais. Além disso, sob as suas típicas calçadas estão escondidas galerias romanas que foram descobertas após o terramoto de 1755.

A decoração do hotel, concebida em torno do conceito do famoso Elétrico de Lisboa, recorre a toda a história que o rodeia, permitindo aos hóspedes descobrir a capital portuguesa através dele.

O Eurostars Lisboa Baixa dispõe de 57 quartos (54 duplos, duas suites e um quarto adaptado para hóspedes com mobilidade reduzida) que combinam “tradição e modernidade”. Todos os quartos, onde predomina a utilização de madeira e mármore, têm janelas e murais inspirados nos azulejos tradicionais locais.

A unidade hoteleira inclui, ainda, um ginásio, restaurante e bar-cafetaria, estão equipadas com as últimas inovações tecnológicas.

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“É relevante para o Sector exigir uma adequada definição dos investimentos estruturantes e a respectiva calendarização”

Reis Campos lembra que este é o momento para um consenso político alargado em torno dos investimentos estruturantes para o País

Ricardo Batista

O presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário defende que este é o momento certo para promover consensos políticos alargados em torno dos projectos estruturantes para o País. Mas o Sector tem outros desafios pela frente, como explica Reis Campos em entrevista ao CONSTRUIR.

Mostrou-se recentemente ‘preocupado’ com a execução do PRR, nomeadamente pela calendarização das obras e pela falta de trabalhadores. Que medidas defende para responder a estas preocupações?
As empresas do Sector identificam, inequivocamente, enquanto principais constrangimentos operacionais, a anómala subida dos preços das matérias-primas, da energia e dos materiais de construção e a falta de mão-de-obra qualificada e, por isso, defendemos medidas orientadas para estas dificuldades. Uma primeira resposta por parte do Governo, foi a criação do novo Regime Excepcional de Revisão de Preços, publicado no passado dia 20 de Maio e que foi agora prorrogado até 30 de Junho de 2023, tratando-se de um importante mecanismo que tem de ser plenamente utilizado, mas há outras questões como, por exemplo, a necessidade de conferir maior celeridade às adjudicações já que é essencial assegurar a continuidade dos investimentos em curso e a execução daqueles que estão planeados. No que diz respeito à falta de mão de obra consideramos que é essencial reorientar a formação profissional, tirando partido dos centros formação de excelência do Sector, o CICCOPN e o CENFIC e, em simultâneo, promover uma maior mobilidade transnacional dos trabalhadores, questão a que o Governo tem procurado responder, tendo recentemente implementado alterações ao nível da legislação relativa à mobilidade e liberdade de circulação no espaço da CPLP. Estes são exemplos de medidas importantes, mas consideramos que é igualmente prioritário planear, calendarizar e contratualizar o investimento público que está previsto, quer no PRR, quer no PT2020 que encerra no final de 2023, já que esta definição é essencial neste contexto macroeconómico marcado pela incerteza e pelas pressões inflacionistas e, como temos afirmado, factores externos à dinâmica da produção do sector e não podem pôr em causa os investimentos planeados, sobretudo quando estamos perante um exigente calendário de execução.

Não há nenhum indicador, até ao momento, que aponte para uma recalendarização do PRR. Como avalia o risco de incumprimento dos compromissos assumidos e, por conseguinte, de perda de verbas destinadas ao Programa?
A perda de verbas é um cenário impensável, que não pode suceder e, como temos afirmado, há todas as condições para que os projectos sejam implementados como planeado e temos de trabalhar com a calendarização que foi apresentada à Comissão Europeia. É evidente que há riscos e isso exige uma acção firme, por parte do Governo, na implementação das medidas que temos vindo a identificar e um acompanhamento permanente da evolução desta conjuntura macroeconómica que está a ser profundamente marcada por elevados níveis de instabilidade. O Sector está, como sempre esteve no passado, preparado para responder aos desafios do País, pelo que reitero a importância de assegurar, como referi, o planeamento, a calendarização e a contratualização dos investimentos.

A alta-velocidade volta a estar na ordem do dia, depois da apresentação das linhas fortes do programa que vai executar as ligações entre Lisboa e Porto e ainda entre Porto e Vigo. Que avaliação lhe merece aquilo que foi apresentado?
Sempre entendi que o que é relevante para o Sector não é tomar posição sobre um qualquer projecto ou opção de natureza técnica ou política, mas sim exigir uma adequada definição dos investimentos estruturantes e a respectiva calendarização. Cabe ao Sector executar as obras que o País identifica como necessárias, pelo que a avaliação que faço é positiva, porque o Governo assumiu um conjunto importante de investimentos a realizar até 2030 e é muito importante para as empresas portuguesas saberem com o que podem contar. Esta ligação ferroviária de alta-velocidade representa, de acordo com o Governo, um montante total de 4,9 mil milhões de euros, mas recordo os demais projectos que integram o PNI – Programa Nacional de Investimentos 2030, o qual inclui os principais projectos em infra-estruturas e equipamentos a realizar entre 2021 e 2030, num total de 43 mil milhões de euros. Este é um momento em que, tal como sucede noutros países europeus, é indispensável a existência de um acordo de regime que assegure a estabilidade à execução destes investimentos estruturantes e o País não pode continuar a adiar o seu futuro pelo que este é o momento certo para que sejam assumidos os compromissos políticos firmes que são necessários e materializar os consensos suprapartidários que são indispensáveis a este nível.

Segundo a apresentação pública deste programa e olhando para a realidade ao ‘dia de hoje’, as empresas portuguesas estão capacitadas para ter uma parte activa relevante na alta-velocidade?
Claro que sim. A questão da capacidade técnica e da qualidade das empresas portuguesas não está em questão e temos provas dadas, quer no plano interno, quer nos mercados externos. O que é preciso é que as obras e os respetivos concursos sejam devidamente planeados e as empresas nacionais tenham oportunidade para se posicionarem de forma competitiva.
Olhando para o agravamento dos custos energéticos e mesmo da inflação, qual a expectativa para a evolução dos principais indicadores da Construção neste último trimestre?
Continua a ser uma expectativa positiva. Veja-se que, mesmo com as sucessivas revisões em baixa dos cenários macroeconómicos, continua-se a apontar para um crescimento do investimento e, recordo, o sector é responsável por 51,9% do investimento total da economia. A generalidade dos indicadores económicos mais recentes, continua a registar uma evolução positiva. O consumo de cimento no mercado nacional nos primeiros oito meses do ano apresenta uma variação homóloga de 2,1%, a área licenciada para habitação e para edifícios não residenciais aumentou, até Julho, respectivamente, 1% e 2,5% em termos homólogos e o número de fogos novos licenciados cresceu 3,2% no mesmo período. Os sinais que têm surpreendido pela negativa estão sobretudo associados aos volumes de contratos promovidos e celebrados e de empreitadas de obras públicas, que continuam em queda, trajectória que se espera que seja invertida, até porque temos de contratualizar o investimento público que está previsto.

Segundo os mais recentes barómetros, afectos à Reabilitação e Obras Públicas, o nível de actividade está em quebra (-4,6% na reabilitação), do mesmo modo que caíram os Concursos promovidos (-18%) e adjudicações (-47%). Que leitura faz destes números?
Não são números positivos, mas sabemos que o Orçamento do Estado para 2022 só entrou em vigor no final de Julho pelo que esperamos uma atitude diferente por parte das entidades públicas ao longo dos próximos meses, por forma a que sejam cumpridos os objectivos e as metas orçamentais que foram estabelecidos.

Que importância tem a extensão do regime de revisão de preços de contractos públicos até meados de 2023 e, já agora, que balanço faz da adopção desta medida, que remonta a Maio deste ano? Teve o efeito esperado? Carece de medidas complementares para potenciar o seu efeito? Quais?
É um mecanismo importante para as empresas e para os donos de obra pública porque permite fazer reflectir nos contratos as subidas anómalas dos preços das matérias-primas, da energia e dos materiais de construção que se tem verificado. Os parâmetros previstos são razoáveis atendendo à realidade actual, uma vez que basta verificar-se uma variação homóloga de 20% num qualquer tipo de material, de mão-de-obra ou equipamento de apoio que represente pelo menos 3% do total da empreitada para se poder aplicar este regime. Sobretudo, o que é necessário para potenciar este mecanismo é que os donos de obra pública sejam capazes de dar uma resposta adequada e célere às empresas e apliquem este instrumento na sua plenitude.

No contexto em que estamos e em que se desenvolve actualmente a actividade do Sector, que importância pode ter a chamada Construção 4.0?
A Construção 4.0. ou mais precisamente, a Construção e Reabilitação 4.0 representa o futuro do Sector e constitui um percurso essencial, que têm vindo a ser desenvolvido pelo tecido empresarial, mas que tem de ser intensificado e alargado à generalidade do tecido empresarial, em particular às micro e PME’s. Domínios como os novos materiais e processos construtivos, a construção industrializada, a reengenharia de procedimentos e a utilização de ferramentas digitais como o BIM – Building Information Modeling, são essenciais para promover maiores níveis de produtividade e de eficiência no uso de recursos, bem como soluções mais sustentáveis e competitivas e, consequentemente, são determinantes neste contexto de escalada de preços da energia e de todo o tipo de materiais utilizados no Setor. Por esse motivo temos defendido a criação de apoios à transição digital e tecnológica das empresas, já que estamos perante uma oportunidade única para desenvolver a formação em áreas de futuro, capazes de atrair os mais jovens e, também, de potenciar a inclusão de todos os trabalhadores, pelo que é imprescindível desenvolver uma agenda de mobilização e capacitação de todo o Sector.

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Vector Mais constrói interiores da nova sede da Cofidis

Os materiais de origem portuguesa como a madeira, o burel e a cortiça, assim como a utilização das cores que caracterizam a marca Cofidis, também desempenharam um papel essencial no projecto

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Com um investimento de 46,5 milhões de euros, as Natura Towers, localizadas em Telheiras, em Lisboa, marcam uma nova fase da empresa em Portugal e reflectem três eixos estratégicos: sustentabilidade, transformação e abertura ao exterior. As duas torres que compõem este empreendimento foram adquiridas, no âmbito do processo de liquidação da MSF Ativos Imobiliários, em maio de 2020.

No total, são 10.400 metros quadrados (m2) de superfície divididos por duas torres de escritórios que passam a acolher os cerca de 750 colaboradores da Cofidis, que até recentemente estavam distribuídos por dois edifícios. O projecto de interiores, da Cushman & Wakefield, o fit-out esteve a cargo da Vector Mais.

A inauguração coincide com um momento de transformação organizacional, com a empresa a promover o mindset colectivo, bem como a comunicação e trabalho de equipas multidisciplinares. O futuro passa por continuar a apostar no desenvolvimento da tecnologia e dados e na diversificação do modelo de negócio de forma a proporcionar experiências diferenciadoras a clientes e parceiros.

Além dos espaços de trabalho amplos e luminosos, a nova sede apresenta salas de colaboração inspiradas em ‘super-heróis’, escolhidos pelos próprios colaboradores, transformando o escritório num ambiente lúdico, inspirador e saudável.

Para isso, contribuem espaços como a sala de trabalho com longas mesas com plantas liofilizadas, o work café e restaurante, também abertos à comunidade, salão de jogos, área wellbeing (ginásios, espaços médicos e de aleitação). Existem ainda outros ambientes dinâmicos, como os lounges, phone booths, salas de reunião, formação e auditório, também acessível à comunidade.

Os materiais de origem portuguesa como a madeira, o burel e a cortiça, assim como a utilização das cores que caracterizam a marca Cofidis, também desempenharam um papel essencial no projecto, tornando a sede da Cofidis num ambiente de trabalho único e inovador.

É um espaço coerente com a evolução que assistimos, nas formas de trabalhar, de cooperar e comunicar, bem como facilitador da vida pessoal dos nossos colaboradores. Um espaço de inovação, assente numa cultura de sustentabilidade, confiança e feedback, tendo a particularidade de ser aberto a experiências com a comunidade. Um lugar, onde os colaboradores co-criam um futuro sustentável da empresa”, afirma Manuel Nóbrega, director de Risco e Ecossistema da Cofidis e coordenador do projecto.

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Programa BIPZIP a caminho de se tornar uma fábrica de startups sociais

O programa da Câmara Municipal de Lisboa para os bairros e zonas de intervenção prioritária entra na sua 12ª edição envolvendo 152 entidades, 249 actividades e o montante de 1,6 M€

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O BIP/ZIP, programa da Câmara Municipal de Lisboa para os bairros e zonas de intervenção prioritária reflecte a participação das pessoas nas políticas de desenvolvimento da cidade de Lisboa, através do seu envolvimento em iniciativas pensadas e propostas pelas mesmas. O programa, que já vai na 12.ª edição, envolve este ano 152 entidades, das quais 108 parceiras e 44 promotoras, bem como 249 actividades; abrange 51 territórios BIPZIP, 121 341 habitantes e um montante de 1 607 869 euros.

No total, 67 territórios BIPZIP em toda a cidade foram já abrangidos com projectos envolvendo directamente mais de 1/4 da população de Lisboa.

“Este é um programa pioneiro e original. (…) Queremos avançar neste programa de forma a tornar-se uma verdadeira fábrica de startups sociais que agora têm de ganhar maturidade para andar sozinhas”, sublinhou Filipa Roseta, vereadora da Habitação e Obras Municipais durante a cerimónia de assinatura dos protocolos com as diferentes entidades promotoras e parceiras do programa.

Nos últimos 11 anos foi possível apoiar 463 projectos, com a participação de 669 organizações (sem repetições), responsáveis pela promoção de 2 646 actividades locais.
O investimento municipal em territórios prioritários, até à data, foi aproximadamente de 18 milhões de euros, adicionados a recursos financeiros e não financeiros disponibilizados pelas organizações locais parceiras.

O grande impacto que o Programa BIPZIP tem nos territórios prioritários passa pela capacidade de promover formas criativas e inovadoras de parceria local, concorrendo para a melhoria da qualidade de vida das comunidades e cumprindo os objectivos da inclusão socioecónomica e territorial.

O trabalho de “imaginar” novos modelos de enraizamento e autonomização dos projectos nos territórios será feito em conjunto com os parceiros, referiu ainda a Vereadora, declarando que o ano de 2023 será dedicado ao desenvolvimento local, no âmbito das comemorações dos 30 anos do PER.

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Governo assina contratos-programa de 8,9M€ para acções de emergência na serra da Estrela

Governo assinou contratos-programa de apoio a acções de emergência nos cinco concelhos afectados pelo incêndio da serra da Estrela

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O Governo assinou contratos-programa, no valor global de 8,9 milhões de euros, para acções de estabilização dos solos e reabilitação de redes hidrográficas nos concelhos afectados pelo fogo de Agosto na serra da Estrela.
A cerimónia decorreu na Covilhã, distrito de Castelo Branco, e contou com a presença do Ministro do Ambiente e da Acção Climática, Duarte Cordeiro, e do Secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas, João Paulo Catarino, para além dos presidentes dos municípios abrangidos nestes contratos (Celorico da Beira, Guarda, Covilhã, Manteigas, Gouveia e Belmonte).

Os contratos foram assinados pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas e pela Agência Portuguesa do Ambiente.

Serão executados pelas cinco autarquias afectadas, bem como por entidades gestoras dos baldios e entidades gestoras de zonas de caça, visando dar resposta às “necessidades de estabilização urgentes” daquele território, destacou o Ministro.

“Tivemos uma época de incêndios exigente e intensa. Mas temos a nossa vontade, os nossos projectos. Temos a vontade de querer fazer melhor e, em conjunto, superar os obstáculos e darmos uma resposta aos que foram afectados. Estes contratos são expressão dessa solidariedade e do empenho, aqui renovado, do Governo, mas também do território, para continuarmos a trabalhar e atingirmos os nossos objectivos”, sublinhou Duarte Cordeiro.

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