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    Lisboa, Oeiras e Cascais traçam estratégia comum para a zona costeira e ribeirinha

    Carlos Moedas, Isaltino Morais e Carlos Carreiras querem traçar plano comum para o desenvolvimento da zona ribeirinha e costeira. Os responsáveis dos três municípios, Lisboa, Oeiras e Cascais, querem discutir descentralização com o Governo

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    Carlos Moedas, Isaltino Morais e Carlos Carreiras querem traçar plano comum para o desenvolvimento da zona ribeirinha e costeira. Os responsáveis dos três municípios, Lisboa, Oeiras e Cascais, querem discutir descentralização com o Governo

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    Os presidentes das Câmaras Municipais de Lisboa, Carlos Moedas, Oeiras, Isaltino Morais e Cascais, Carlos Carreiras, estiveram reunidos para avaliar estratégias para dar respostas a problemas comuns aos três municípios.

    Na sequência deste encontro de trabalho, foi decidido que será necessário avançar para um plano macro para toda a longa zona costeira e ribeirinha, procurando agilizar meios e autonomia que determinem o aumento da capacidade de intervenção de cada um dos municípios nestas áreas.

    Deste primeiro encontro, e na sequência de vários temas abordados, foi decidido solicitar uma reunião ao ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

    Foram ainda discutidas algumas das questões que têm sido colocadas aos municípios e relacionadas com deficientes soluções para o processo de descentralização em curso.

    Este foi o primeiro de vários encontros que os três autarcas vão realizar com o propósito de aprofundar a cooperação municipal e desenvolver uma visão de futuro para os seus territórios.

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    Leiria investe 8M€ em plano de drenagem para resolver inundações

    A Câmara Municipal de Leiria vai investir mais de oito milhões de euros no plano de reabilitação e beneficiação do sistema de drenagem pluvial da cidade, que prevê intervenção em várias zonas em leito de cheia e pretende reduzir os episódios de inundação em diversos pontos da malha urbana

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    Esta estratégia do Município vem na sequência dos problemas de inundação registados nas últimas décadas, que resultam da falta de escoamento das águas pluviais, devido principalmente à limitação dos colectores, à escassez de energia gravítica, à falta de protecção eficaz, ao assoreamento e obstrução de colectores, com construção sob edifícios, e à não separação do sistema de drenagem das águas residuais domésticas.

    A executar até 2030, o documento define que são sete as áreas mais críticas que necessitam de intervenção a curto prazo: Rua da Restauração e Rua Dr. António Costa Soares, Rua de São Miguel e Rua Emídio Agostinho Marques, Urbanização de São Romão, Rua D. José Alves Correia da Silva e Rua dos Romeiros, Rotunda D. Dinis, Telheiro e centro histórico.

    No centro da cidade, está prevista a reabilitação do caneiro e a construção de colectores em pressão e de uma estação elevatória no Largo Papa Paulo VI, que irão conduzir e bombear a água directamente para o Rio Lis, sempre que se registar um caudal demasiado elevado.

    Além disso, o plano prevê também a criação de um dique de protecção, o desvio de caudais e o reforço da rede de águas pluviais na zona junto ao Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa.

    Para além deste planeamento, estão também definidas as boas práticas no desenvolvimento do espaço público, nomeadamente o controlo dos caudais na origem, cujo retorno é de longo prazo.

    É disto exemplo a criação de bacias de retenção (depressões no solo para retenção da água), a colocação de pavimento permeáveis, o aproveitamento das águas pluviais nos edifícios (construção sustentável), a instalação de coberturas e fachadas ajardinadas e a criação de poços e trincheiras que retêm a água antes de entrar no sistema de drenagem.

    Uma das outras medidas é a criação de um sistema de monitorização da precipitação, um projecto piloto que irá instalar dispositivos e medidores de caudal no caneiro, que atravessa o centro histórico.

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    Relatório final da CTI apresentado depois das eleições

    A Comissão Técnica Independente (CTI) vai apresentar, no próximo dia 22 de Março, o relatório final a remeter ao Governo

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    Segundo o jornal Publituris, a Comissão de Acompanhamento dos trabalhos da Comissão Técnica Independente (CTI) agendou para o dia 22 de Março a realização da sua 4.ª Reunião Ordinária. 

    O encontro, que acontecerá já depois das eleições legislativas, agendadas para 10 de Março, servirá para apreciação da versão final do “Relatório Ambiental” elaborado pela CTI e emissão do parecer escrito da Comissão de Acompanhamento a remeter ao Governo conjuntamente com o Relatório Final da Comissão Técnica Independente.

     

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    Mondim de Basto recupera edifício devoluto para arrendamento acessível

    O concurso público para a reabilitação e reconversão do edifício foi lançado com um preço base de 2,3 milhões de euros, e os interessados têm 15 dias para apresentar propostas

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    Um imóvel devoluto e inacabado desde a década de 80 do século passado, no centro da vila de Mondim de Basto, conhecido localmente como “Hotel das Rãs”, foi adquirido pelo município. Neste local irão nascer 18 novas habitações para arrendamento acessível.

    Em comunicado, a autarquia do distrito de Vila Real informou que o projecto promove a “inclusão social e territorial de pessoas e agregados familiares” e resolverá um “problema urbanístico já antigo, localizado no centro da vila”.

    O concurso público para a reabilitação e reconversão do edifício foi lançado com um preço base de 2,3 milhões de euros, e os interessados têm 15 dias para apresentar propostas. Após a adjudicação, o prazo de execução da obra é de 18 meses.

    A intervenção de “Reabilitação de Edifício de Habitação Multifamiliar — Edifício S. Tiago no âmbito do Programa 1.º Direito” realiza-se no âmbito da Estratégia Local de Habitação de Mondim de Basto.

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    Novo Vila Galé Collection Paço do Curutelo com investimento de 20M€

    Desenvolvido em parceria com o Grupo Madre, o novo projecto turístico prevê a criação de um hotel, enoturismo e produção de vinhos verdes, com data prevista de abertura para 2025

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    A Vila Galé está a desenvolver, em parceria com o Grupo Madre, um novo projecto turístico em Ponte de Lima. Em 2022, o promotor adquiriu o castelo de Curutêlo, datado de 1126 e localizado na freguesia de Ardegão, Freixo e Mato, em Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo.

    O novo projecto turístico prevê a criação de um hotel, enoturismo e produção de vinhos verdes, num investimento de 20 milhões de euros. A unidade tem data prevista de abertura para 2025.

    O Vila Galé Collection Paço do Curutelo será uma unidade com 69 quartos, piscinas exteriores para adultos e crianças, ‘satsanga spa & wellness’, salão de eventos para 600 pessoas, dois restaurantes, biblioteca, capela e um espaço museológico dedicado à história do local.

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    IHRU lança novo concurso para mais de 100 casas a renda acessível

    Os concursos do Programa Arrendar para Subarrendar e do Programa de Apoio ao Arrendamento ficaram disponíveis para candidatura no Portal da Habitação esta segunda-feira. São 102 casas em 18 concelhos que serão disponibilizadas com rendas acessíveis

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    tagsIHRU

    Abriram esta segunda-feira, dia 5 de Fevereiro, vários concursos para casas de renda acessível no âmbito do Programa de Apoio ao Arrendamento e do novo Programa Arrendar para Subarrendar. São 102 habitações em 18 concelhos do País.

    Os concursos do Programa Arrendar para Subarrendar e do Programa de Apoio ao Arrendamento, da responsabilidade do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), permitirão atribuir, por sorteio, habitações de tipologias T1 a T5, em Almada, Amadora, Aveiro, Entroncamento, Fafe, Figueira da Foz, Gondomar, Lisboa, Oeiras, Paredes, Ponte da Barca, Porto, Santiago do Cacém, Seixal, Setúbal, Sintra, Valongo e Vila Nova de Gaia.

    Os contratos de arrendamento destinam-se a habitação permanente dos agregados habitacionais, cuja taxa de esforço máxima com a renda não signifique mais de 35%.

    As habitações serão sorteadas de entre as pessoas e agregados familiares que apresentem candidatura até ao dia 18 de Março, desde que preencham as condições de elegibilidade dos programas e os requisitos do Aviso de cada concurso.

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    Vector Mais constrói primeiro hub tecnológico da KPMG em Portugal

    Para Sílvia Corrêa da Silva, COO/CFO da KPMG Portugal “o escritório em Évora transcende a função de um mero local de trabalho, é um manifesto do nosso compromisso em integrar de maneira inovadora a nossa identidade com a riqueza cultural da cidade”

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    Com o objectivo de “captar e apostar no talento” da Universidade de Évora e de outros politécnicos da região, a KPMG decidiu abrir o primeiro hub tecnológico na cidade alentejana. No seguimento dos projectos em Lisboa e Porto, a KPMG confiou novamente na Vector Mais para construir o novo escritório. Desenhado pela equipa de arquitectura da empresa de construção, o espaço de trabalho está instalado na nova ala do Parque do Alentejo de Ciência e Tecnologia (PACT) e caracteriza-se por um openspace e áreas dedicadas à colaboração e socialização.

    Para Sílvia Corrêa da Silva, COO/CFO da KPMG Portugal “o escritório em Évora transcende a função de um mero local de trabalho, é um manifesto do nosso compromisso em integrar de maneira inovadora a nossa identidade com a riqueza cultural da cidade, sendo, orgulhosamente, o primeiro hub tecnológico da nossa organização”.

    “Inovador”, o espaço representa a “fusão equilibrada entre a excelência tecnológica e a tradição da região”. Aproveitando a abundância de luz natural, o escritório destaca-se pela “cuidada conjugação de soluções e materiais” como as paredes em betão, o pavimento em tons naturais, as carpintarias personalizadas, o mobiliário confortável e o túnel da recepção.

    A sustentabilidade desempenhou um papel fulcral no desenvolvimento do projecto. “A selecção de materiais, produtos, mobiliário e iluminação recaiu sobre fornecedores nacionais e internacionais, com um compromisso evidente com a sustentabilidade, que promovam a economia de energia ou incorporem materiais reciclados ou recicláveis. A inserção de elementos naturais e vegetação ajudaram a humanizar o espaço e contribuem para reduzir o stress e aumentar a sensação de conforto e bem-estar dos utilizadores”, refere Miguel Pestana, arquitecto da Vector Mais.

    As referências ao Alentejo estão também presentes através de uma selecção de peças de artesanato, em cerâmica, cortiça, olaria figurativa e latoaria, que deram um toque “regional e humano a um escritório moderno e inovador,” conclui o arquitecto.

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    Hospital de Lisboa Oriental com apoio financeiro do BEI

    Projecto do novo hospital foi desenvolvido por um consórcio seleccionado no âmbito de uma parceria público-privada, que é composta maioritariamente por empresas do grupo Mota-Engil e conta com 875 camas de internamento

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    A construção do futuro Hospital de Lisboa Oriental vai ser financiada em 107 milhões de euros pelo Banco Europeu de Investimento (BEI), sendo o primeiro empréstimo dirigido a uma infraestrutura de saúde.

    O projeto para a construção do novo hospital, a cargo da Mota-Engil, está orçamentado em 380 milhões, podendo a contribuição do BEI “ascender a um máximo de 190 milhões de euros, num empréstimo a longo prazo”.

    O empréstimo concedido foi formalizado num acordo entre o BEI e o grupo Mota-Engil.

    O projeto do novo hospital foi desenvolvido por um consórcio selecionado no âmbito de uma parceria público-privada, que é composta maioritariamente por empresas do grupo Mota-Engil e conta com 875 camas de internamento.

    Ficará situado em Marvila, na zona oriental de Lisboa, substituindo as atuais instalações de cuidados de saúde situadas no centro da cidade.

    O BEI é a instituição de financiamento a longo prazo da União Europeia, cujo capital é detido pelos seus Estados Membros.

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    O futuro da Construção em congresso

    Com realização simultânea, o 5º Congresso Luso-Brasileiro de Materiais de Construção Sustentáveis e o Congresso Construção 2024, que têm lugar em Lisboa, de 6 a 8 de Novembro, irão discutir as inovações tecnológicas do sector

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    O 5º Congresso Luso-Brasileiro de Materiais de Construção Sustentáveis (CLBMCS 2024) irá realizar-se em Lisboa, Portugal, em Novembro de 2024, dando continuidade aos encontros bianuais do sector que se iniciaram em 2014, na Universidade do Minho, e já passaram por João Pessoa, Brasil, em 2016, Coimbra em 2018 e Salvador em 2022.

    O objectivo principal do encontro é o de proporcionar um fórum para a apresentação e discussão de inovações tecnológicas associadas aos materiais para construção civil que colaborem no desenvolvimento sustentável deste sector.

    À semelhança das edições anteriores o CLBMCS 2024 pretende juntar especialistas de diferentes áreas para debater a sustentabilidade dos materiais de construção, tanto da perspectiva do desenvolvimento de novos materiais ou da melhoria do desempenho de materiais tradicionais, como da sua integração mais sustentável nas construções, dos métodos de avaliação da sustentabilidade ou no desenvolvimento de mecanismos de promoção da sustentabilidade na construção.

    Em simultâneo com CLBMCS 2024 terá lugar o Congresso Construção 2024, o qual reúne especialistas do sector para apresentar resultados de investigações e discutir perspectivas de futuros desenvolvimentos relativos ao sector da construção. Este Congresso surge na sequência de congressos similares que decorreram em Lisboa (2001), Porto (2004), Coimbra (2007), Coimbra (2012), Lisboa (2015), Porto (2018) e Guimarães (2022), mantendo um âmbito holístico, envolvendo áreas tão diversas como os materiais de construção, a física das construções, as tecnologias construtivas, o controlo da qualidade, a gestão técnico-financeira, a patologia e reabilitação e a sustentabilidade na construção, entre outras.

    Promovido pelo Departamento de Engenharia Civil, Arquitectura e Ambiente (DECivil) do Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa, a organização conjunta do CLBMCS 2024 e do Construção 2024 procura potenciar a complementaridade e as sinergias resultantes do intercâmbio de ideias e experiências entre professores, investigadores, técnicos e estudantes de entidades do sector público (universidades, entidades gestoras) e privado (empresas de construção, fabricantes de materiais) de Portugal e do Brasil para o desenvolvimento e implementação de soluções mais sustentáveis. Será também uma oportunidade para promover a investigação futura, articulando a academia e a prática profissional em função das necessidades e desafios da sociedade nos domínios da engenharia civil, arquitectura e materiais.

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    Coimbra sinaliza 128 projectos para o PT 2030 no valor de 29 M€

    Em reunião de Executivo, o vereador Miguel Fonseca esclareceu também que, no âmbito do PRR, foram aprovados até ao momento 16 projectos municipais e outros 21 projectos estão a aguardar aprovação

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    A Câmara Municipal (de Coimbra sinalizou 128 projectos a submeter ao Acordo de Parceria entre Portugal e a Comissão Europeia – PT2030. Na última reunião do Executivo, onde deu a conhecer esta intenção, Miguel Fonseca, vereador com o pelouro da Economia, Contabilidade e Finanças, acrescentou, ainda, que este conjunto de projectos tem uma dotação programada inicial de 29 milhões de euros.

    O responsável esclareceu também que, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), foram aprovados até ao momento 16 projectos municipais com um financiamento total superior a 48 milhões de euros, entre os quais se destaca a construção de 268 fogos de habitação na Quinta das Bicas (no Alto de Santa Eufémia, em Taveiro). Oito destes projectos são na área da cultura, de que são beneficiários o Museu Nacional Machado de Castro, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, o Convento São Francisco, o Teatro da Cerca de São Bernardo, a Oficina Municipal de Teatro de Coimbra e o Centro de Arte Contemporânea, no montante total de 4,4 milhões de euros.

    Das candidaturas aprovadas, salienta-se ainda o financiamento de 3,3 milhões de euros para reabilitação de habitações no Planalto do Ingote e Bairro da Rosa, assim como 1,2 milhões de euros para investir na Baixa de Coimbra, no âmbito do projecto Bairros Comerciais Digitais, e cerca de 718 mil euros destinados à requalificação da Unidade de Saúde de Taveiro.

    O vereador deu, ainda, conta que foram submetidos pelo Município 21 outros projectos, a aguardar aprovação, que totalizam 8,4 milhões de euros, dos quais 5,9 milhões dizem respeito à reabilitação de habitações no Bairro da Fonte do Castanheiro. Refira-se ainda que, neste âmbito, foram apresentadas duas candidaturas à Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário (BNAUT), num valor superior a meio milhão de euros.

    No balanço apresentado, Miguel Fonseca evidenciou que o Município liderou, já no âmbito do PT 2030, uma candidatura ao Centro +Invest, em rede com 12 parceiros, tendo como objectivo a atracção de empresas intensivas em conhecimento e novos residentes para a Região Centro, com um orçamento total de 5,8 milhões de euros. Neste contexto, a CMM integrou também, com cinco parceiros, a candidatura Clima_Resiliente_Urbcentro, que visa promover a inovação e a cooperação na área da sustentabilidade ambiental em contexto urbano, no montante de 4,3 milhões de euros.

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    JEC World antecipa evento com conferência sobre construção de baixo carbono

    A conferência sobre “Compósitos: Moldando o futuro de construção de baixo carbono” acontece dia 4 de Março no Pavilhão Gabriel, no centro de exposições de Paris-Nord Villepinte, no âmbito da JEC World 2024

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    O centro de exposições Paris-Nord Villepinte, em França, recebe entre os dias 5 e 7 de Março a feira internacional dedicada à Construção e Infraestruturas JEC World. E para abrir a feira, em “jeito de antevisão”, segundo a organização, será organizado o evento sobre o tema “Compósitos: Moldando o Futuro de Construção de Baixo Carbono”.

    Dirigido a profissionais dos sectores da construção e infraestruturas a nível mundial, este evento pretende mostrar as vantagens dos materiais compósitos e as suas diversas aplicações para reduzir o impacto ambiental da construção, através da apresentação de diversos projectos.

    Além da necessidade, a nível mundial, de acesso à habitação “adequada e acessível”, também no domínio das infraestruturas, muitas pontes e túneis necessitam de reparações significativas, dois aspectos para os quais os compósitos oferecem alternativas sustentáveis aos profissionais.

    “Na verdade, os seus benefícios intrínsecos, sendo os mais conhecidos o design leve, a facilidade de transporte, a resistência, os baixos custos de manutenção e a durabilidade, podem enfrentar os desafios da construção, renovação e engenharia civil”, reforça a organização do evento em comunicado.

    Por outro lado, a recente introdução de códigos de construção, relacionados com compósitos nos Estados Unidos, juntamente com medidas semelhantes em curso na Europa, fornecem, agora, aos arquitectos e engenheiros estruturais directrizes claras para a utilização de materiais compósitos em estruturas de edifícios exteriores e interiores.

    Estas oportunidades são acompanhadas por um foco crescente em todos os aspectos da sustentabilidade relacionada com os compósitos. Assim, seja na construção convencional ou fora do local, a indústria dos compósitos está a adoptar uma abordagem proactiva aos desafios da sustentabilidade, reduzindo os seus impactos ambientais ao longo da cadeia de valor.

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