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CBRE vende activos industriais no polo Efacec na Maia

A consultora actua em nome do proprietário que detém os dois activos, o lote 2 e o lote 8, ambos em bom estado de conservação

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A CBRE foi instruída, em regime de exclusividade, para a venda de dois activos industriais no Polo Efacec, na zona industrial da Maia. Nesta operação, a consultora actua em nome do proprietário que detém os dois activos, o lote 2 e o lote 8, ambos em bom estado de conservação.

O lote 2 beneficia de um terreno com 18.150 metros quadrados (m2), uma área bruta de construção de 12.164 m2 num edifício independente com logradouro. No caso do lote 8, o terreno oferece 17.926 m2 e uma área bruta de construção de 3.261 m2, igualmente num edifício independente com logradouro, e com um pé direito entre 8 e 21 metros de altura.

“Esta é mais uma importante operação para a equipa de Industrial e Logística da CBRE, que tem agora a oportunidade de ser a responsável pela venda destes dois activos com bastante potencial de investimento. Estes têm ainda a vantagem estratégica de speed to market, dispensando os potenciais compradores de encargos com os preços de construção, processos de licenciamento lentos, escassez de terrenos industriais, entre outras burocracias associadas aos projectos especulativos e BTS (Build to Suit)”, sublinha Michael Costa Gabriel, consultant Industrial & Logistics – Advisor & Transaction Services da CBRE Portugal.

Considerada um “condomínio industrial de eleição”, a zona industrial da Maia encontra-se numa localização de “excelência” de ponto de vista logístico, com bons acessos aos principais eixos rodoviários do Porto e zona Norte, através da A41 – CREP, e acesso ao Metro do Porto, “o que a torna ainda mais atractiva do ponto de vista de investimento e estabelecimento de negócios para várias empresas”.

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Keller Williams Portugal atinge volume de facturação recorde de 56 M€

Segundo a consultora, 2022 terminou “com o melhor resultado de sempre”, tendo apresentado um crescimento de 35% em relação a 2021

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A Keller Williams Portugal terminou 2022 “com o seu melhor resultado de sempre”, tendo apresentado um crescimento de 35% em relação a 2021, alcançando 56 milhões de euros de facturação. Tendo as angariações aumentaram em 15% e o volume das transacções em 75%.

Os resultados anuais mostram, ainda, que dos 32 market centers, 20 atingiram um valor de facturação superior a um milhão de euros, nove uma facturação superior a dois milhões de euros e quatro market centers uma facturação superior a três milhões. 

“As nossas operações funcionam como verdadeiros centros de negócio que aceleram a carreira e a produtividade dos nossos consultores através de um ambiente único de partilha de negócio e melhores práticas. Este ambiente é potenciado pela qualidade internacionalmente reconhecida da nossa formação, a aposta ganha numa tecnologia desenhada para escalar o negócio dos consultores e finalmente numa cultura forte, agregadora e que proporciona oportunidades de crescimento para todos” menciona Marco Tairum, regional director da Keller Williams em Portugal.

Além do crescimento na facturação, a KW Portugal viu crescer ainda o número de associados, contando agora com 2900, mais 17% que em 2021 e atingiu a liderança de mercado em número de consultores em mercados como a Madeira, Faro e Aveiro.

“Esta é uma proposta de valor única no mercado. A solidez do nosso negócio associada aos modelos e sistemas, torna-nos na solução para todos os consultores imobiliários qualquer que seja a fase da sua carreira, que queiram prosperar nos seus negócios e na sua vida”, acrescenta Marco Tairum.

A Keller Williams Portugal, acredita na partilha de negócio, melhores práticas, mas também na partilha de resultados. Por isso, distribuiu ainda 1 milhão de euros aos seus associados que participam no programa de Growth Share, um sistema com o qual a Keller Williams reconhece e recompensa quem os ajuda a fazer crescer a família Keller Williams– desde 2014 mais de 4,2 milhões de Euros já foram distribuídos em Portugal para os associados.

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Surfliving lança Ribeira D’Ilhas Villas sobre o mar da Ericeira

A Athena Advisers iniciou a comercialização deste novo condomínio privado localizado na Ericeira, composto por oito vilas, com assinatura do atelier MIMA Housing. O investimento, de 3M€, é do grupo brasileiro Surfliving

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O topo da falésia de Ribeira D’Ilhas, a mais célebre do conjunto das sete praias que formam a Reserva Mundial de Surf da Ericeira e centro da vida surfística da região, é o cenário que vai acolher um novo projecto residencial. O Ribeira D’Ilhas Villas é um condomínio privado composto por oito villas exclusivas com piscinas e jardins privativos, além de uma ampla área verde comum com vista panorâmica para o oceano e equipada com sunset lounge, parque infantil e mini rampa de skate.

O empreendimento, a escassos minutos do centro da vila da Ericeira, é o mais recente lançamento da consultora internacional Athena Advisers, que pretende atrair para o projecto “entusiastas de surf, trabalhadores remotos e famílias que apreciam o estilo de vida ao ar livre e em contacto com a natureza ou ainda investidores atraídos pelo potencial de uma zona turística em expansão”, nota Rita Cunha Ferreira, consultora da Athena Advisers Portugal.

O Ribeira D’Ilhas Villas chega ao mercado com a chancela da Surfliving, empresa que integra um grupo brasileiro de promoção imobiliária, sediado em Salvador da Bahia, cuja actividade é focada no segmento high end do mercado residencial do Brasil. A Surfliving irá realizar um investimento de 3 milhões de euros neste projecto, que deverá iniciar a construção no próximo mês de Maio.

A suas 8 villas são de tipologia T1 a T3, com áreas totais (interiores, piscina, deck e jardim) que variam entre 132 e 247 metros quadrados (m²), onde as zonas sociais comunicam com os exteriores, prologando a vivência dos espaços. O projecto de arquitectura, da autoria do atelier MIMA Housing, reservou ainda cerca de 2.500 m² da propriedade para a criação de uma área verde que preserva a vegetação existente, na qual sobressaem as zonas sociais e de entretenimento com vista para o Atlântico e a praia de Ribeira D’Ilhas. Os preços das casas, que dispõem também de estacionamento, variam entre €430.000, para o T1 ,e os €850.000, para os T3.

“Entendemos que o mercado da Ericeira está carente de projectos pensados para um conceito de vida moderno, prático e focado no estilo de vida que o local já oferece”, comenta Junior Mendonça, sócio da Surfliving. De acordo com o empresário, “a busca pela qualidade de vida cresce a cada dia, em especial após a pandemia, e isto tornou Portugal ainda mais atraente aos olhos do mundo e, nesse olhar, a Ericeira é a Califórnia portuguesa. Acreditamos, por isso, que a procura pela região irá crescer em força na próxima década, estimulando o desenvolvimento de novos projectos imobiliários, até porque, hoje o maior luxo é viver em contacto com a natureza e o desporto.”

Rita Cunha Ferreira adianta ainda que “a zona da Ericeira, além de um destino mundial de surf, começa a alargar a sua oferta para um segmento mais premium, com a chegada recente do primeiro hotel de 5 estrelas e de alguns restaurantes com assinatura, confirmando a atractividade da região e despertando o interesse da procura e do investimento imobiliário”. De acordo com dados do Airbnb, divulgados no final de 2022, o número de estadias na Ericeira fora da época de surf aumentou 150%, “tornando este destino atractivo durante os 12 meses do ano”, conclui a consultora.

Arquitectura de autor para um estilo de vida prático

A par da localização, a arquitectura das casas é outro factor diferenciador do projecto de Ribeira D’Ilhas, dando forma a um conceito que se identifica com a envolvente e o estilo de vida da região. Para isso, a MIMA Housing optou por uma “linguagem de sofisticação despojada e despretensiosa, numa arquitetura que é de luxo pela sua qualidade intrínseca”, uma característica que define, aliás, o trabalho deste atelier fundado pelos arquitetos Mário Sousa e Marta Brandão, que procura “produzir arquitetura de excelente qualidade de uma forma simples e eficiente.”

Outro dos elementos que mereceu particular atenção foi “o desenho das coberturas inclinadas, que além de conferirem uma estética especial ao projeto, emprestando-lhe uma identidade própria, engrandecem os espaços interiores e destacam a zona comum de cada casa com um pé direito mais alto e generoso”, explicam os arquitectos, destacando ainda a eficiência dos interiores, a funcionalidade dos espaços exteriores e a maximização da luz natural e da exposição solar.

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Projectos em pipeline e intenções de investimento crescem à boleia da procura

De acordo com o Portuguese Investment Property Survey, o número de promotores com novos projectos em pipeline aumentou para 74% e outros tantos dizem estar activamente à procura de terrenos para novos desenvolvimentos. Em qualquer dos casos, trata-se de um nível recorde em termos das intenções de investimento

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Apesar de anteciparem uma contracção nas vendas de habitação e a travagem na subida de preços para os próximos três meses, os promotores imobiliários continuam bastante confiantes na capacidade do mercado residencial, de acordo com o Portuguese Investment Property Survey, inquérito trimestral conduzido pela Confidencial Imobiliário e pela APPII.

De acordo com o último inquérito, o número de promotores com novos projectos em pipeline aumentou para 74%, uma fatia semelhante à dos inquiridos que diz estar activamente à procura de terrenos para novos desenvolvimentos. Em qualquer dos casos, trata-se de um nível recorde em termos das intenções de investimento.

Admitindo um contexto de perda de poder de compra por parte das famílias portuguesas, os inquiridos apontam, contudo, a falta de procura como o último dos obstáculos à sua actividade. Com um índice de pressão de apenas 26% (numa escala de 0 a 100%), desde meados de 2021 que essa deixou de ser uma preocupação para estes agentes. A encabeçar as preocupações dos promotores continuam a estar os tempos de licenciamento, cujo índice de pressão atinge um recorde 97%. Este factor é seguido de outros relacionados com os custos de construção, custos dos terrenos e fardo fiscal. Pela positiva, alguns aspectos como o outlook económico e mesmo o acesso a financiamento bancário mantêm-se em patamares baixos de pressão.

De qualquer forma, há uma percepção de que o mercado irá abrandar no curto-prazo, com as expectativas relativas à evolução das vendas no 1º trimestre de 2023 a posicionarem-se em -57 pontos. É o terceiro trimestre consecutivo em que este indicador está em terreno negativo, mas é a primeira vez, desde a pandemia que gera simultaneamente expectativas de travagem no crescimento dos preços, com um indicador em -2 pontos. Ou seja, a percentagem de promotores que apontam para uma descida de preços supera em 2% a dos que apontam para uma subida.

Há, contudo, um reposicionamento dos projectos em desenvolvimento, com um reforço do direccionamento para a procura internacional e uma aposta renovada na cidade de Lisboa. Depois de quase dois anos a perder peso no novo pipeline de promoção, Lisboa observa agora uma pequena recuperação, sendo citada como primeira localização em 46% dos casos (43% no trimestre anterior). Em paralelo, a promoção para internacionais abarca agora 27% das novas intenções de promoção, depois de ter estado em 7% no começo do ano de 2022. Da promoção remanescente, 27% dirige-se ao mercado nacional e os demais 46% a um público misto (nacional/internacional).

Hugo Santos Ferreira, presidente da APPII, nota que “é caso para reflectirmos como, num contexto de perda de poder de compra das famílias e de forte aumento dos custos de construção, a grande preocupação dos promotores imobiliários continue a ser o tempo de licenciamento de obras e todo o ciclo burocrático. Temos de resolver esta questão, assim como a do forte fardo de impostos que recai sobre a construção e promoção, se queremos criar oferta habitacional acessível, pois estes dois factores inviabilizam projectos e fazem aumentar o valor dos imóveis.”

Por sua vez, Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário, explica que “a falta de oferta é o grande garrote no mercado. Nessa medida, apesar da expectativa de algum arrefecimento no futuro próximo, os promotores antecipam, desde já, o que esperam vir a ser a normalização do mercado, após um período de maior impacto provocado pelo aumento da inflação e dos juros. No entanto, na ausência de medidas de reforma do mercado, essa oferta tende a refugiar-se em mercados de maior valor.”

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Fundo CA Património Crescente adquire edifício de 9 andares em Lisboa

Localizado no número 26 da Avenida Almirante Gago Coutinho, o edifício de escritórios com 9 pisos, totalmente ocupado pelo BNP Paribas, foi adquirido pelo fundo gerido pela Square Asset Management

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Segundo a Cushman & Wakefield, que representou o proprietário GamaLife, este edifício construído no final dos anos 70, foi alvo de uma reabilitação significativa em 2015/2016. Compreende aproximadamente 8.200 m2 de área bruta construtiva distribuída por 9 pisos e, ainda, 55 lugares de estacionamento. Está totalmente ocupado, desde 2015, pelo BNP Paribas.

No âmbito do processo de comercialização, a Cushman & Wakefield apresentou a oportunidade de investimento ao Fundo CA Património Crescente, Fundo de Investimento Imobiliário Aberto gerido pela Square Asset Management, que acabou por adquirir o respectivo edifício.

David Lopes, MRICS, Partner e Head of Capital Markets da Cushman & Wakefield Portugal salienta, a propósito, a confiança dos investidores pelo mercado imobiliário nacional. “Numa altura de relativa incerteza, esta transacção reflecte a continuada confiança dos investidores institucionais no mercado de escritórios de Lisboa”, refere o responsável.

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Promiris: Coimbra, Aveiro e Faro são mercados atractivos para o segmento das residências de estudantes

Em parceria com a belga Cetim, a Promiris tem já em desenvolvimento projectos neste segmento no Porto e em Lisboa. O primeiro, o Odalys Porto Granjo Centro, com assinatura do atelier Fragmentos, já se encontra em operação

Cidália Lopes

O primeiro projecto da belga Odalys entrou em Portugal através da Promigranjo, representante das empresas de origem belga, Promiris e Cetim, em 2022, com a inauguração da Odalys Porto Granjo Centro, no Porto e cuja projecto de reabilitação tem assinatura da Fragmentos. Este foi também o primeiro projecto concluído da promotora, numa parceria que será para continuar.

“Tendo em conta a imensa procura que este tipo de equipamento tem tido durante os últimos anos”, Carlos Marnoto, project manager da Promiris, revelou ao CONSTRUIR quais os próximos projectos neste segmento, confirmando tratar-se de uma estratégia de investimento do Grupo para os próximos anos.

“A Promiris foi um dos primeiros players a identificar, em Portugal, a necessidade de residências estudantis que fossem construídas por operadores profissionais e internacionais, de forma a garantir o melhor conforto, segurança e apoio aos alunos e aos pais. Esta forma de alojamento é predominante no Norte da Europa e acreditamos que gradualmente, irá substituir a opção de alojar estudantes de forma local e sem controle. Além disso, privilegiamos sempre a reabilitação de edifícios e a eficiência energética, acessibilidade e qualidade de vida”, referiu Christian Terlinden, managing partner da Promiris, à data da inauguração do espaço.

Sem revelar valores de investimento, o Grupo tem neste momento mais dois projectos de residências de estudantes em desenvolvimento. Um também no Porto, no campus universitário da Asprela, com projecto do atelier de Miguel Saraiva, a ser desenvolvido com o operador Xior Student Housing, que, entretanto, adquiriu, numa operação de forward funding, os restantes 50% que pertenciam aos grupos Promiris e Cetim, já que a primeira aquisição aconteceu em 2019 aquando da constituição da parceria. A operação foi assessorada pela PLMJ.

Em Lisboa, nas Lamas (Junqueira) está também já aprovado o projecto para 124 quartos, que conta com a assinatura do arquitecto Capinha Lopes e que também será desenvolvido com o grupo belga Cetim.

Futuro aponta para Coimbra, Aveiro e Faro

Carlos Marnoto refere que “estão a analisar outros possíveis investimentos nesta área” Coimbra, Aveiro e Faro são outras “potenciais localizações” de forma a “avançarmos com a nossa estratégia de desenvolvimento deste tipo de produto” sem, contudo, deixar de parte as cidades de Lisboa e Porto, onde futuramente poderão vir a surgir mais projectos.

Esta estratégia tem vindo a avançar “de forma concertada no mercado português”, em parceria com o operador Odalys, cujo produto “profissional e diferenciado” é fruto da sua especialização neste tipo de operação desde 2011, onde tem actuado em mercados como França, Bélgica ou Espanha.

As diferentes valências que este tipo de equipamento oferece em complemento ao alojamento aos estudantes, nomeadamente, segurança, videovigilância, ligação à internet, limpeza e cafetaria, recepção, espaço de coworking, ginásio, espaços para convívio, estudo e refeições, e ainda, um jardim exterior. Estão também disponíveis serviços opcionais, como televisão, lavandaria e serviços de pequeno-almoço.

“Reabilitação sempre que possível”
Localizada a 600 metros da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (UP), a 2,5kms da Faculdade de Direito da UP e de diversas outras instituições e pontos centrais da cidade, a Odalys Porto Granjo Centro oferece uma localização privilegiada, com fácil acesso à rede de transportes públicos e perto de escolas e universidades.

Composta por 212 quartos, 20 deles com carácter de alojamento turístico, totalmente equipados e mobilados, os espaços estão divididos entre zona de dormir, casa de banho, espaço para refeições com kitchenette e zona de trabalho com ligação a internet de alta velocidade. Na Residência, os estudantes podem ainda usufruir de vários outros serviços e espaços, que incluem recepção e segurança 24h, serviço de limpeza, lavandaria, cafetaria, ginásio, sala de convívio, áreas de coworking e um jardim com 2.000m2.

Esta nova residência, para além de responder ao forte crescimento do número de estudantes nacionais e internacionais do ensino superior no Porto, vem também potenciar o espaço onde está inserido, reconstruindo um local que estava devoluto e dando-lhe uma nova vida e dinâmica. Mantendo a arquitectura original do edifício, inclusivamente a fachada e a chaminé industrial existente, o espaço foi reabilitado de forma a manter a sua identidade original, mas tornando-o num edifício moderno e jovem.

Gaia Hills

Habitação de luxo mantém-se no ADN
Além dos projectos pensados para os estudantes, o segmento residencial de luxo tem sido outro dos ‘core business’ da Promiris. Aliás, foi em Lisboa com o projecto ‘The Bivart Residences’ que se estreou em Portugal. Com assinatura de Capinha Lopes, o edifício já se encontra concluído. Não muito longe deste, encontra-se em fase final de construção o ‘Conde de Lima’, que resulta da “junção delicada de dois edifícios numa ilha dentro da cidade”. Saraiva + Associados assina o projecto.

Em simultâneo, Miguel Saraiva é também o autor de um dos mais emblemáticos projectos que estão previstos para Vila Nova de Gaia, entre um parque verde e a via marginal junto ao Douro. O futuro ‘Gaia Hills’, que resulta da parceria entre a Thomas& Piron e a Promiris, encontra-se em fase de licenciamento e deverá dar início à sua comercialização no segundo trimestre deste ano. Com uma área de cerca de 30 500 metros quadrados, o empreendimento irá acolher 256 apartamentos.

Mira Douro

Em fase mais avançada encontra-se, também no Porto, o Mira Douro. Os 54 apartamentos, divididos por dois blocos habitacionais, deverão ser entregues no decorrer do primeiro trimestre deste ano.

Com assinatura do arquitecto Carlos Castanheira, o empreendimento localiza-se na Travessa das Antas com a Rua Agostinho José Freire, junto ao Parque de São Roque, que se caracteriza pela “valorização da interacção entre o exterior e o interior”, assim como pela adopção de estratégias que garantam “o máximo conforto e mínimo consumo de energia”.

Sobre o autorCidália Lopes

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Sun Cliffs Resort inicia 2ª fase de vendas

A primeira fase de vendas ficou concluída em Dezembro de 2022, com a venda de 100% das unidades disponíveis. Mais de metade dos compradores são estrangeiros. O resort, com localização privilegiada na Ponta da Piedade, em Lagos, conta com 72 apartamentos, SPA, piscina e ginásio

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A Portugal Sotheby’s Realty, abriu a segunda fase de vendas depois de ter alcançado a meta de 40% do volume de vendas na primeira fase. O Sun Cliffs Resort, em Lagos, é um resort composto por duas imponentes torres, com apartamentos mobilados e decorados e vista privilegiada sobre o oceano.

No total contam-se 72 unidades, de tipologias T1 a T3, com áreas dos 82 aos 146 m2, cujos horizontes domésticos são prolongados pelas varandas panorâmicas. Os apartamentos oferecem um ambiente confortável numa arquitectura sofisticada, perfeitamente integrada na paisagem natural.
Rodeado pelas praias Dona Ana, Camilo e Canavial, o Sun Cliffs Resort destaca-se pelo seu design sofisticado e moderno. Com comodidades como piscinas, SPA ou ginásio, o resort deverá estar pronto a habitar no primeiro semestre de 2024.

A localização e comodidades estão a cativar nacionais e estrangeiros, sendo que os últimos constituem mais de metade das vendas desta primeira fase. Para a segunda fase que agora se inicia existem 30 unidades disponíveis.
“O Sun Cliffs está a cumprir com as expectativas e a assumir-se um sucesso de vendas pelas suas características, quer de localização quer de comodidades. Trata-se de um empreendimento exclusivo para viver, visitar e desfrutar”, explica Miguel Poisson, CEO da Portugal Sotheby’s Realty.

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Nhood Portugal comercializa mais de 100 lojas em 2022

Num total de 124 lojas, entre aberturas e renovações, a Nhood alcançou uma taxa de ocupação próxima dos 100% nos activos geridos, resultado de uma estratégia de melhoria do tenant-mix e de uma maior adequação às preferências do consumidor

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A Nhood Portugal, plataforma global de soluções imobiliárias em projectos de uso misto, terminou o ano de 2022 com mais de uma centena de novas lojas comercializadas nos seus activos sob gestão, que incluem o portefólio de centros comerciais Alegro, Sintra Retail Park e outros activos imobiliários.

Num total de 124 lojas, entre aberturas e renovações, a Nhood alcançou uma taxa de ocupação próxima dos 100% nos activos geridos, resultado de uma estratégia de melhoria do tenant-mix e de uma maior adequação às preferências do consumidor. Inserida nessa estratégia está a entrada de novas marcas, como a Normal ou a Rock’s, que iniciaram a sua operação em Portugal, ou expansão para novos formatos de outras, como a Gleba, que abriu a sua primeira loja em centro comercial no Alegro Alfragide.

Para Susana Maia Antunes, Head of Leasing da Nhood Portugal, “um centro comercial é hoje um espaço multifuncional onde se pretende que o consumidor tenha uma experiência diferenciada e que, em última análise, se sinta “em casa”, com tudo ao seu alcance: compras, entretenimento, serviços essenciais. Daí que os espaços comerciais, como os próprios lojistas, tenham evoluído e apostado, ainda mais, na criação de serviços facilitadores da experiência do consumidor”. E, acrescenta a responsável, “foi com esse racional que seleccionámos os actuais e potenciais parceiros de retalho e, é dessa forma que, vamos continuar a abordar o mercado em 2023”.

“Diversificar e melhorar os serviços que disponibilizamos aos nossos clientes, trabalhando de forma ágil para testar em permanência e perceber que aprendizagens e ajustes rápidos devemos fazer, mantendo uma atitude de inovação contínua, é o que nos distingue. Ambicionamos continuar a inovar no mix comercial e a potenciar a entrada de marcas que tragam valor acrescentado para os clientes”, finaliza esta responsável.

A Nhood Portugal tem como propósito criar, revitalizar e transformar activos imobiliários de uso misto, bairros e cidades, contribuindo para uma nova visão urbana e para a evolução dos novos modos de vida, sob o conceito da cidade dos 15 minutos. Na sua estratégia a médio prazo para Portugal, a Nhood tem previstos projectos em mais de 15 localizações de norte a sul, divididas em diferentes áreas, como retalho comercial, escritórios, residencial, entre outros.

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CBRE reforça áreas de marketing com duas novas contratações

Maria Portela irá reforçar a equipa de marketing do Lagoas Park e Francisca Tenreiro irá apoiar o Marketing Corporativo

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A consultora CBRE anuncia duas novas contratações com vista a reforçar o seu departamento de marketing. Maria Portela irá para a área de Property Management e integrará a equipa de marketing do Lagoas Park. Já Francisca Tenreiro irá apoiar o Marketing Corporativo.

Maria Portela é licenciada em Administração de Empresas pela Hotelschool The Hague, na Holanda, e conta também com uma pós-graduação em Digital Marketing & Analytics, pela Nova IMS. Ao longo do seu percurso passou por várias funções na área da hotelaria e dos eventos, tendo tido a sua primeira experiência na área de marketing na empresa Cityden, em Amesterdão. Posteriormente, já de regresso a Portugal, assumiu funções de marketing manager, no Grupo Lowfat (restauração), tendo mais tarde assumido a função de public relations manager.

Francisca Tenreiro é licenciada em Direito, pela Universidade Católica Portuguesa, e tem ainda uma especialização na área da negociação pela Nova School of Business and Economics. A sua primeira experiência profissional começou na Asseco PST onde, durante quase dois anos, desempenhou funções como analista de crédito, risco e compliance em projectos nos PALOP. Esteve, ainda, na consultora EY, como tax consultant. O seu primeiro contacto com a área do marketing acontece no St Julian’s School, onde, durante um ano, esteve como community services manager. Antes de integrar a equipa da CBRE Portugal, esteve cerca de cinco anos na Casa da Moira, como head of operations.

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Zome debate Habitação & Mediação

Debater a habitação na capital lisboeta e zona envolvente, bem como o impacto e a perspectiva dos principais players é o objectivo do evento que acontece dia 9 de Fevereiro, no Auditório Ramada Hotel by Wyndham, em Lisboa

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tagsZome

A Zome Grupo PR1ME, com dinamização pelo HUB Lisboa Amoreiras, em associação com a Massimo Forte (Real Estate Influencer), organiza a conferência “Habitação & Mediação na Grande Lisboa: desafio ou oportunidade?”.

Debater a situação da habitação na capital lisboeta e zona envolvente, bem como o impacto e a perspectiva dos principais players do mercado na mesma é o objectivo do evento que acontece dia 9 de Fevereiro, pelas 16h30, no Auditório Ramada Hotel by Wyndham, em Lisboa.

Fazem parte do painel de oradores o António Ramalho, gestor e ex-ceo do Novo Banco, Filipa Roseta, vereadora da Habitação e Obras Municipais da Camara Municipal de Lisboa; Patrícia Santos, ceo Zome Real Estate e associada WIRE Portugal (Women in Real Estate) e, ainda, Renata Queirós, do Board Member JPS Group e fundadora WIRE Portugal.

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Coimbra é a próxima paragem da iad Open Session Tour

A cidade dos estudantes irá receber o evento no dia 16 de Fevereiro, às 18 horas, no Hotel Tivoli Coimbra. A volta ao País passará depois por cidades como Faro, Viana do Castelo, Lisboa e Évora

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Depois do Porto, Funchal e Ponta Delgada, a iad Open Session Tour já tem novo destino: Coimbra. A cidade dos estudantes irá receber o evento desenvolvido pela iad Portugal que tem como objectivo apresentar o seu modelo de negócio inovador. O momento acontece no dia 16 de Fevereiro, às 18 horas, no Hotel Tivoli Coimbra. A volta ao País passará depois por cidades como Faro, Viana do Castelo, Lisboa e Évora. 

Nelson Ferreira, head of Network da iad Portugal, que irá conduzir as sessões, explica que “a apresentação do modelo de negócio acontece no âmbito da  estratégia de crescimento, liderança e diferenciação”. “Pela curiosidade que a iad tem vindo a despertar e pelo crescimento notável que teve nos últimos anos, prevemos salas cheias de empreendedores, que encontram na iad a possibilidade de fazerem prosperar o seu negócio a nível internacional e lhes permite a criação de um património, que pode depois vir a ser transaccionado ou herdado”, explica o responsável.

Já Alfredo Valente, ceo da iad Portugal, refere que “as Open Sessions são para a iad uma oportunidade privilegiada de dar a conhecer a nossa proposta ao maior número de pessoas possível”.

Destacando-se no universo das Propetch, a iad tem-se destacado por “romper com o modelo das agências tradicionais”. Elevando o sector imobiliário para a esfera digital, a iad propõe um modelo win-win que vem beneficiar todos os intervenientes no negócio: consultor, vendedor e comprador, e uma distribuição de rendimentos mais justa e equitativa. 

Fundada em Paris em 2008, a iad conquistou um lugar no pódio dos unicórnios franceses, depois de ter garantido em 2021 um investimento de mais de 300 milhões de euros da gigante Insight Partners, um player global de investimentos em tecnológicas, que já apostou em empresas como Twitter e Vinted. Além de França e Portugal, o grupo iad está também presente em Espanha, Itália, Alemanha e México, e tem vários outros mercados previstos no seu plano de expansão.

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