Edição digital
Assine já
Arquitectura

Câmara de Braga avança com plano de execução do Parque Ecomonumental das Sete Fontes

Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, o Parque das Sete Fontes “é um projeto absolutamente estratégico para Braga e totalmente irreversível”

CONSTRUIR
Arquitectura

Câmara de Braga avança com plano de execução do Parque Ecomonumental das Sete Fontes

Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, o Parque das Sete Fontes “é um projeto absolutamente estratégico para Braga e totalmente irreversível”

CONSTRUIR
Sobre o autor
CONSTRUIR
Artigos relacionados
Trienal apresenta nova ronda de ‘Projectos Independentes’
Arquitectura
NTT Data cria Hub dedicado a Experience Design em Óbidos
Empresas
Programa nacional de habitação vai ter investimento de 2.377 M€ até 2026
Construção
Sebrae tem no WTC ponto de apoio para alavancar entrada de empresas brasileiras na Europa
Empresas
Brico Depôt Iberia estreia marketplace
Empresas
INSURE.hub debate Inovação, Sustentabilidade e Regeneração
Construção
Fileira ‘Casa Portuguesa’ ruma a França “para aumentar vendas”
Empresas
Broadway Malyan reforça actividade de Escritórios no Reino Unido
Empresas
Volcalis regista 5 Declarações Ambientais de Produto
Grupo Preceram
Governo avalia fim dos ‘vistos gold’
Construção

O Município de Braga prepara-se para dar mais um passo essencial com vista à concretização do futuro Parque Ecomonumental das Sete Fontes, com a aprovação da delimitação da primeira unidade de execução do Plano de Urbanização das Sete Fontes. O documento será analisado em Reunião de Executivo Municipal, que se realiza na próxima Segunda-feira, 27 de junho.

A referida unidade, com uma área total de 54.215, prevê, de forma exata e efetivamente delimitada, solo para uso cultural (43.282 m2), solo para espaço público pedonal e solo para espaços habitacionais, sendo que a operação assegura, ainda, uma ligação viária à via existente a norte (junto ao Colégio João Paulo II).

Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, o Parque das Sete Fontes “é um projeto absolutamente estratégico para Braga e totalmente irreversível”. “Ao longo dos últimos anos, fomos cumprindo diversas etapas necessárias para concretizar o Parque. Logo em 2014, aprovámos a suspensão do Plano Diretor Municipal (PDM) e estabelecemos medidas cautelares preventivas; avançámos com a supressão da via que atravessava as Sete Fontes e promovemos uma ampla discussão pública sobre as alterações ao PDM para esta área e sobre o seu plano de urbanização”, refere o Autarca.

Ricardo Rio salienta, ainda, a postura de “total diálogo e disponibilidade” que a Câmara Municipal teve com todos os proprietários, “mesmo compreendendo que alguns se sentissem defraudados, não nos seus direitos, mas nas suas expectativas”.

A aprovação da delimitação da primeira das 24 Unidades de Execução do Parque das Sete Fontes, acrescenta o Edil, é um “requisito fundamental para a concretização do parque, mas também um passo determinante para o seu sucesso”.

Trinta hectares de parque verde público, 30 hectares de área florestal privada e 30 hectares de área urbana com criação de praças, pequenas edificações de apoio, miradouros, percursos pedestres e cicláveis. Assim será o Parque das Sete Fontes, cujo elemento central é o ancestral sistema de abastecimento de águias à Cidade de Braga, uma obra hidráulica do século XVIII classificada como Monumento Nacional desde 2011.

Este local privilegiado de contacto com a natureza será, em breve, um espaço propício à realização de atividades desportivas e de lazer. Um lugar de convívio e de vivência cultural e ambiental. Um lugar pensado por uma equipa de reputados especialistas nacionais, sob a coordenação da arquiteta paisagista Teresa Andresen.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Artigos relacionados
Trienal apresenta nova ronda de ‘Projectos Independentes’
Arquitectura
NTT Data cria Hub dedicado a Experience Design em Óbidos
Empresas
Programa nacional de habitação vai ter investimento de 2.377 M€ até 2026
Construção
Sebrae tem no WTC ponto de apoio para alavancar entrada de empresas brasileiras na Europa
Empresas
Brico Depôt Iberia estreia marketplace
Empresas
INSURE.hub debate Inovação, Sustentabilidade e Regeneração
Construção
Fileira ‘Casa Portuguesa’ ruma a França “para aumentar vendas”
Empresas
Broadway Malyan reforça actividade de Escritórios no Reino Unido
Empresas
Volcalis regista 5 Declarações Ambientais de Produto
Grupo Preceram
Governo avalia fim dos ‘vistos gold’
Construção
Arquitectura

Trienal apresenta nova ronda de ‘Projectos Independentes’

A partir deste Sábado, dia 5 de Novembro, o novo ciclo arranca com a inauguração de três exposições no Palácio Sinel de Cordes, assim como mais dois espaços expositivos nas Carpintarias de São Lázaro e Galerias Municipais – Galeria Avenida da Índia

A Trienal de Lisboa apresenta, a partir deste Sábado, dia 5 de Novembro, um novo ciclo de ‘Projectos Independentes’ que arranca com a inauguração de três exposições no Palácio Sinel de Cordes. 

The Clothed Home, exposição da artista Alicja Bielawska com curadoria de Aleksandra Kedziorek, organizada pelo Adam Mickiewicz Institute, explora as formas como os têxteis têm sido utilizados para reflectir o ritmo das mudanças sazonais nos interiores domésticos. A exposição foi recentemente apresentada no MAO, em Liubliana. 

Cidades (Des)Feitas por Infra-estruturas de Transporte Segregadas, da autoria de Filipe Temtem (Organização Elemental Chair, PUC Chile), apresenta um protótipo de um viaduto que funciona como infraestrutura retroactiva, no contexto de uma cidade chilena (des)feita por ferrovias e autoestradas. O projecto inclui ainda uma conferência a 25 de Novembro.

E, por fim, Terra-Collar Work, com curadoria de Gregg Tendai, Juaniko Moreno e Nastia Volynova é uma instalação criada a partir de um workshop realizado no Palácio dias antes da inauguração que aborda a urgência de reimaginar a concepção do trabalho no contexto das alterações climáticas.

Além destas três exposições, o Palácio Sinel de Cordes vai ainda acolher, esta sexta-feira, dia 4, e 25 de Novembro, o primeiro dia das duas últimas sessões do workshop Terra como Casa (que se estende à Casa da Cerca nos dias 5, 6, 26 e 27 de Novembro) e, a 22 e 23 de Novembro, o workshop Tracing Data Exhaust in Conflict Zones, que explora a relação dos seres humanos com a sua pegada digital, seguindo o rasto de metadados que expandem e condicionam as relações humanas.

O programa deste novo ciclo marca também presença em mais dois espaços de Lisboa. De 17 de Novembro a 30 de Dezembro vai estar patente a exposição River Somes nas Carpintarias de São Lázaro. Criada por um colectivo de autorias e colaborações, o projecto propõe a regeneração e renaturalização fluvial para interligar as diversas comunidades que habitam a cidade de Cluj-Napoca, na Roménia.

Nas Galerias Municipais – Galeria Avenida da Índia, será possível visitar, de 17 de Novembro a 26 de Março de 2023, a exposição Disquietude: Arquitectura e Energia em Portugal. Com curadoria de Lars Fischer e Kim Förster, esta aborda o emaranhado entre arquitectura e energia no século XXI, utilizando Portugal como exemplo e tendo em conta as transformações actuais

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Arquitectura

Pedro Carrilho assina nova sede da RFF & Associados

“De forma a ir ao encontro da marca, apostámos numa palete de cores e materiais que reflectissem os valores da RFF & Associados e que consistem na conjugação da madeira, do branco ou dos apontamentos em aço corten”, refere o arquitecto Pedro Carrilho

CONSTRUIR

A Pedro Carrilho Arquitectos, atelier de arquitetura e urbanismo, especializado em reabilitação urbana, é responsável pela concepção arquitectónica dos interiores e estruturação funcional da nova sede dos escritórios da RFF & Associados, na emblemática Avenida da Liberdade, em Lisboa.

Para quebrar com a linha arquitectónica de sobriedade comum a todos os espaços de circulação, de trabalho e de reunião, e também por se tratar de um espaço de pausa e convívio entre colaboradores, pretendeu-se criar um ambiente mais descontraído.

O espaço, com uma área de 500 m2, divide-se por dois pisos e foi pensado tendo por base a correspondência de diferentes tipos de funções. O piso superior é destinado à recepção principal, acolhimento dos clientes, salas de reunião sobre a Avenida e ainda algumas zonas de escritórios com vista para o Jardim do Torel. No piso inferior distribuem-se os restantes espaços de trabalho, divididos entre gabinetes comuns, espaço open space e ainda um espaço de copa que comunica com um terraço interior, muito acolhedor e agradável.

“De forma a ir ao encontro da marca, apostámos numa palete de cores e materiais que reflectissem os valores da RFF & Associados e que consistem na conjugação da madeira, do branco ou dos apontamentos em aço corten”, refere o arquitecto Pedro Carrilho.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Arquitectura

Arquitectura flutuante num futuro marcado pelas alterações climáticas

A Go Friday, empresa dedica à arquitectura flutuante do grupo Ecosteel em parceria com a Miami School of Architecture, lançaram o concurso “Floating House Design Competition”, que envolveu estudantes de aquitectura de diversos países

CONSTRUIR

(Na imagem: “The Lantern House”, da autoria de Lauren Elia, vencedora do concurso)

A competição teve como objectivo promover a investigação relacionada com importantes aspectos que têm contribuído para o desenvolvimento da arquitectura flutuante em todo o mundo. De que forma poderá a arquitectura flutuante contribuir para uma maior habitabilidade num futuro marcado pelas mudanças climáticas? Esta foi uma das questões que esteve na base deste concurso que colocou em evidência algumas das preocupações partilhadas pela Go Friday e pela Miami School of Architecture, SOA, como seja a adaptação ao calor extremo e o aumento do nível do mar.

Neste concurso, no qual participaram 16 alunos com trabalhos individuais e em grupo, foram apurados três vencedores, os quais, além de um prémio monetário, tiveram oportunidade de conhecer o departamento de I&D da Go Friday, em Portugal. “The Lantern House”, da autoria de Lauren Elia, foi o projecto vencedor, seguindo-se em segundo lugar “The Mangroon”, da dupla Vanessa Crespo e Anan Yu e, em terceiro lugar, “Aria”, de Tiffany Agam e Isacio Albir. As propostas apresentadas pelos jovens estudantes de arquitectura têm em comum a resposta a um desafio: criar casas flutuantes, projectadas a partir de estruturas capazes de fazerem face às alterações climáticas, adaptando-se ao meio ambiente.

“A ideia de morar em casas flutuantes é algo que devemos levar em consideração, principalmente morando em Miami”, relembra Veruska Vasconez, professora da Miami School of Architecture, acrescentando que “as inundações tendem a agravar-se e o desenvolvimento excessivo de arranha-céus é esmagador”, pelo que ”o bom arquitecto deve ser capaz de pegar no conceito de casa-barco e criar espaços que proporcionem qualidade de vida”.

A cerimónia que reuniu os alunos e professores da Miami School of Architecture contou ainda com a presença de José Maria Ferreira, CEO da Ecosteel, para quem “as casas-barco são a prova que há sempre espaço para inovar, nunca esquecendo as crescentes preocupações com soluções que primem pela eficiência energética e sustentabilidade ambiental”. Para José Maria Ferreira, as casas-barco da Go Friday são fruto do pioneirismo, abordagem visionária e de uma aposta no estabelecimento das melhores relações e parcerias na área da indústria, design, tecnologia e I&D.

“Acaba por ser gratificante assistir ao talento de jovens futuros arquitectos que acreditam naquele que é o conceito da Go Friday e no potencial que possui enquanto solução para viver e desfrutar em ambientes únicos como seja o rio Douro, em Portugal, o rio Mystic em Massachusetts, nos Estados Unidos ou as margens Porto Rico, cenário que surgiu de inspiração para um dos projectos vencedores”, acrescenta.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Arquitectura

Trienal: As Talks arrancam esta quarta-feira

As Talks, Talks, Talks, as conferências da Trienal, reúne diferentes vozes com um contributo fundamental para os temas de Terra, com figuras que vão da arquitectura à agricultura, antropologia ou ao activismo social. Acontece de 26 a 28 de Outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian

CONSTRUIR

Porquê? Como? Para quem? São estas as questões orientadoras de três dias de apresentações e debates que enriquecem as temáticas desenvolvidas nas exposições centrais de Terra.

O arranque deste ciclo de conferências dá-se esta quarta-feira, dia 26 de Outubro, pelas 18 horas, com um trio de vozes com saberes disciplinares complementares para responder à questão: “Porquê construir uma visão transversal dos problemas que enfrentamos?”

Através de um diálogo irreverente e reivindicativo traça-se o diagnóstico e propõem-se modos de acção colectiva. Para este painel são chamados à acção Arjun Appadurai, antropólogo e professor, Alexander D’Hooghe, urbanista e investigador e Keller Easterling, arquitecta e escritora (que vem em substituição de Vandana Shiva que não poderá comparecer). A moderação está a cargo de Marta Sequeira, arquitecta e investigadora.

“Como reimaginar os instrumentos da arquitectura em prol da economia circular?” é o tema do segundo dia de Talks, dia 27 de Outubro. Esta sessão traz a debate investigações que se debruçam sobre contextos urbanos complexos. A comparação entre os lados opostos do actual sistema de extracção e exploração de recursos é o catalisador para uma nova geração de modelos alternativos. Marcam presença Marc Angélil, investigador e professor, Charlotte Malterre-Barthes, arquitecta e investigadora e Rahul Mehrotra, urbanista e professor. A moderação é do autor e curador, Pedro Gadanho.

O terceiro dia é dedicado às comunidades, através de três práticas que procuram recuperar o equilíbrio em ecossistemas sociais diversos, do Brasil aos Países Baixos e à Índia. Através da pergunta “Para quem são mais urgentes soluções arquitectónicas?” e de exemplo recentes procura-se encontrar pistas para uma verdadeira mudança à escala global. Para o debate do dia 28 estarão presentes Anupama Kundoo, arquitecta e professora, Erik Stenberg, arquitecto e professor e Ernst Götsch, agricultor e investigador, e Marc Leiber, agrónomo e consultor. Inês Dantas, arquitecta e investigadora, faz a moderação.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Arquitectura

Arquitectos portugueses distinguidos nos WATA 2022

O atelier Multiprojectus e o arquitecto Paulo Martins foram distinguidos nas categorias “Working” e ”Restoring Residential’, respectivamente. Os WATA são organizados pela Technal

CONSTRUIR

A segunda edição dos World Architecture Award (WATA) 2022 decorreu no passado dia 4 de Outubro, em Paris, e das nove categorias existentes, o projecto “Edifício Industrial”, projectado em Santo Tirso pela Multiprojectus, arrecadou o primeiro prémio na categoria  “Working”, enquanto que, o projecto “Casa Beira Mar”, em Aveiro, com assinatura de Paulo Martins, foi distinguido com a menção honrosa na categoria ”Restoring Residential’’.

Os WATA são um concurso bienal dedicado a arquitectos que premeia os melhores projectos recentes em termos de qualidade arquitectónica em que são utilizados produtos de caixilharia Technal.

Neste edição dos WATA foram distinguidos 17 projectos internacionais, seleccionados por um júri internacional composto por sete elementos, de renome mundial, nomeadamente, Brian Kleiver (SOM – Skidmore, Owings & Merrill, Dubai), Lucía Ferrater (OAB, Barcelona), Vasco Leónidas (NLA Arquitetos, Lisboa), Sylvie Bruyninckx, (VIVA ARCHITECTURE, Belgica), Moheb Marcos (ECG, Egipto), Afsar Mirza, (GENSLER, Reino Unido) e Patrick MITON (SOHO ATLAS IN FINE, França).

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

DR

Arquitectura

Dstgroup e Ordem lançam prémio Manuel Graça Dias

O prémio tem como objectivo homenagear o arquitecto português. As candidaturas decorre de 27 de Outubro até dia 15 de Janeiro de 2023 e o vencedor será divulgado no dia 24 de Março do próximo ano

CONSTRUIR

O dstgroup e a Ordem dos Arquitectos vão lançar o Prémio Manuel Graça Dias dst — Ordem dos Arquitectos, com vista a homenagear o arquitecto português. O lançamento será feito esta quinta-feira, dia 27 de Outubro, pelas 18 horas, no edifício dos Banhos de São Paulo, em Lisboa, onde se situa a sede da Ordem dos Arquitectos.

O objectivo é reconhecer e celebrar a qualidade da arquitectura produzida por arquitectos com formação recente, de forma a incentivar a prática profissional, no sentido da inventividade, considerações ambientais e boas-práticas, celebrando, ao mesmo tempo, o arquitecto como profissional, crítico, editor e divulgador.

“Ao lançarmos este prémio, pretendemos, fundamentalmente, sublinhar a imaginação, o inconformismo, a disponibilidade e a generosidade que Manuel Graça Dias sempre demonstrou”, afirma Jorge Figueira, responsável pelo pelouro da promoção da arquitectura da Ordem dos Arquitectos.

Já José Teixeira, presidente do dstgroup, patrocinador exclusivo do prémio, destaca que “o Graça Dias, com quem a dst teve o imenso prazer de trabalhar, foi o mais fiel intérprete da beleza das coisas construídas e das histórias das coisas em que a arquitectura coloca mão”.

As candidaturas poderão ser apresentadas a partir do dia 27 de Outubro até dia 15 de Janeiro de 2023 e o vencedor será divulgado no dia 24 de Março do próximo ano.

A entrega do prémio, inteiramente financiado pelo dstgroup, ao vencedor, no valor de 20 mil euros, está prevista para o próximo ano, a 11 de Abril, data do aniversário de Manuel Graça Dias.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Arquitectura

Paulo Martins distinguido nos World Architecture Award 2022

O arquitecto recebeu uma menção honrosa na categoria ”Special Mention – Restoring Residential’’ pelo projecto Beira Mar House, em Aveiro

CONSTRUIR

Paulo Martins, arquitecto responsável pelo atelier Paulo Martins Arquitectura em Aveiro, foi distinguido nos World Architecture Award (WATA) 2022, que decorreu no passado dia 4 de Outubro em Paris. Das nove categorias existentes, o projecto Beira Mar House, no bairro típico da Beira Mar em Aveiro, recebeu uma menção honrosa na categoria ”Special Mention – Restoring Residential’’.

Inspirada pelas 19 edições do Aluminium Architectural Palmarès em França, Espanha e Portugal, os WATA homenageiam é um concurso bienal dedicado a arquitetos que premeia os melhores projetos recentes em termos de qualidade arquitetónica de implementação dos produtos SAPA e TECHNAL.

Estes prémios são atribuídos por um júri internacional composto por sete elementos, contando este ano com nomes da arquitectura mundial, como Brian Kleiver (SOM – Skidmore, Owings & Merrill, Dubai), Lucía Ferrater (OAB, Barcelona), ou Vasco Leónidas (NLA Arquitetos, Lisboa).

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Arquitectura

Prémio Concreta Under 40 2022

O atelier Inês Brandão Arquitectura foi o vencedor da edição deste ano do Concreta Under 40, distinguido pela obra “Casa no Crato”. O prémio foi entregue esta quinta-feira, dia 13 de Outubro, no primeiro dia do certame

CONSTRUIR

(Na imagem: A equipa do atelier Inês Brandão Arquitectura com Amélia Estevão, directora de Marketing da Exponor)

“Casa no Crato” é o projecto vencedor da 3º edição da prémio de arquitectura Concreta Under 40. O projecto da autoria do atelier da arquitecta Inês Brandão tem como pano de fundo a paisagem alentejana, inserido numa propriedade com 70 hectares, onde os carvalhos, as azinheiras, os sobreiros e as giestas povoam os diversos montes e criam uma paisagem idílica. Um projecto que privilegia o contacto com a natureza e que buscou na arquitectura tradicional alentejana um segundo foco de inspiração.

“Este é um projecto residencial, com 400 m2. Os clientes não sabiam ao certo o que é que queriam, para além de que queriam uma casa onde se usufruíssem ao máximo desta qualidade de vida de campo. A ideia foi explorar ao máximo a natureza”, sublinha Inês Brandão. E neste cenário a Casa foi idealizada como que “dançasse à volta da natureza”. “A nível formal uma das imagens de referência foi a típica casa branca, com grandes chaminés”, conta Inês Brandão. Destas duas premissas resultou a sua forma em cruz. “Ao moldar a construção em torno das árvores, permitiu-se que cada um dos seus quatros braços fosse inteiramente rodeado pela paisagem envolvente que penetra no interior de cada espaço, criando a ilusão de uma construção de escala mais reduzida”, descreve.

Mas esta terceira edição ficou ainda marcada pela entrega de um segundo prémio ao projecto “Aldeamento Turístico da Paradinha”, um complexo hoteleiro de estruturas pré-fabricadas, composto por 11 casas independentes e eficientes, a cerca de 20 km de Arouca, um projecto liderado pelo arquitecto Samuel Gonçalves, do atelier SUMMARY. Um projecto que é uma mistura de habitação e turismo e que compreende a construção de pequenas casas na natureza idílica de Arouca e que tem a particularidade de fazer uso de estruturas pré-fabricadas, a única solução possível dada a situação remota e a irregularidade da topografia do terreno de implantação.

Foram ainda atribuídas três Menções Honrosas aos projectos “Casa na Rua Direita de Francos”, de João Sousa, José Mendanha e Nádia Santos; “Apartamento da Santos Pousada”, assinado pelo Hinterland Studio, de Filipa Figueira e Tiago Vieira e “Escritório de Arquitectura, Coimbra”, de João Branco do atelier Branco Del Río Arquitectos.

A iniciativa promovida pela Exponor, conta com o apoio técnico do Conselho Directivo Regional do Norte (CDRN) da Ordem dos Arquitectos e que conta, à semelhança de outros anos, com o patrocínio da CIN. “Comprometida com a inovação e desde sempre apoiando a arquitectura, esta é a principal razão para a CIN estar envolvida de uma forma profunda e imersiva, neste que já é um evento de referência no mercado nacional”, justifica Liliana Leis Soares, directora-adjunta de marketing da CIN.

A 3ª edição do Prémio Concreta UNDER 40 é lançada com o objectivo de promover e reconhecer o trabalho desenvolvido pelas novas gerações de arquitectos, cujo patamar de idades não ultrapassará, em média, os 40 anos, e que têm exercido a sua profissão à luz de uma realidade económica, social, tecnológica e jurídica bem diferente das gerações anteriores. Uma iniciativa que pretende promover e reconhecer o trabalho das novas gerações de arquitectos portugueses, com obras desenvolvidas em território nacional.

Para Diogo Aguiar, membro do júri e Comissário do evento, “já vamos na terceira edição do Prémio Concreta Under 40 by CIN e, a cada ano,sentimos uma maior adesão e entusiasmo nas propostas apresentadas. Enquanto feira que antecipa tendências e soluções, a Concreta pretende ser também uma plataforma de valorização do talento e da visão disruptiva, inovadora e identitária que caracteriza a arquitetura contemporânea portuguesa”, sublinha.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Arquitectura

Go Friday e Miami School of Architecture distinguem arquitectura flutuante

“A ideia de morar em casas flutuantes é algo que devemos levar em consideração, principalmente morando em Miami”, relembra Veruska Vasconez, professora da Miami School of Architecture, acrescentando que “as inundações tendem a agravar-se e o desenvolvimento excessivo de arranha-céus é esmagador”

CONSTRUIR

“The Lantern House”, da autoria de Lauren Elia, foi o projecto vencedor do concurso promovido pela Go Friday em parceria com a Miami School of Architecture (SOA), iniciativa que teve como objetivo promover a investigação relacionada com importantes aspetos que têm contribuído para o desenvolvimento da arquitetura flutuante em todo o Mundo.

O concurso “Floating House Design Competition”, realizado no summer school de 2022 com alunos de diversos países, procurou responder ao desafio de como poderá a arquitetura
flutuante contribuir para uma maior habitabilidade num futuro marcado pelas mudanças climáticas, colocando em evidência algumas das preocupações partilhadas pela Go Friday e pela SOA, como seja a adaptação ao calor extremo e o aumento do nível do mar.

Neste concurso, no qual participaram 16 alunos com trabalhos individuais e em grupo, foram apurados três vencedores, os quais, além de um prémio monetário, terão a oportunidade de conhecer o departamento de I&D da Go Friday, em Portugal, onde apresentaram, pessoalmente, os projectos vencedores. “The Lantern House”, da autoria de Lauren Elia, foi o projecto vencedor, seguindo-se em segundo lugar “The Mangroon”, da dupla Vanessa Crespo e Anan Yu e, em terceiro lugar, “Aria”, de Tiffany Agam e Isacio Albir. As propostas apresentadas pelos
jovens estudantes de arquitetura têm em comum a resposta a um desafio: criar casas flutuantes, projectadas a partir de estruturas capazes de fazerem face às alterações climáticas, adaptando-se ao meio ambiente.

“A ideia de morar em casas flutuantes é algo que devemos levar em consideração, principalmente morando em Miami”, relembra Veruska Vasconez, professora da Miami School of Architecture, acrescentando que “as inundações tendem a agravar-se e o desenvolvimento excessivo de arranha-céus é esmagador”, pelo que ”o bom arquiteto deve ser capaz de pegar no conceito de casa-barco e criar espaços que proporcionem qualidade de vida”.

A cerimónia que reuniu os alunos e professores da Miami School of Architecture contou ainda com a presença de José Maria Ferreira, CEO da Ecosteel, Grupo detentor da Go Friday, para quem “as casas-barco são a prova que há sempre espaço para inovar, nunca esquecendo as crescentes preocupações com soluções que primem pela eficiência
energética e sustentabilidade ambiental.”

Para José Maria Ferreira, as casas-barco da Go Friday são fruto do pioneirismo, abordagem visionária e de uma aposta no estabelecimento das melhores relações e parcerias na área da indústria, design, tecnologia e I&D. “Acaba por ser gratificante assistir ao talento de jovens futuros arquitetos que acreditam naquele que é o conceito da Go Friday e no potencial que possui enquanto solução para viver e desfrutar em ambientes únicos como seja o rio Douro, em Portugal, o rio Mystic em Massachusetts, nos Estados Unidos ou as margens Porto Rico, cenário que surgiu de inspiração para um dos projectos vencedores”, acrescenta.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

(projeto) em (local) do atelier de arquitetura (arquiteto) com fotografia de arquitetura Ivo Tavares Studio

Arquitectura

Criatividade, arte, sustentabilidade e futuro unem-se no “Porto Creative Heart”

A 30ª edição da Concreta ira decorrer sob o mote da “Economia Circular”, com vista “a celebrar o talento e o sucesso da comunidade criativa de designers, arquitectos e engenheiros”

CONSTRUIR

Sob o mote da “Economia Circular” e com vista a celebrar o talento e o sucesso da comunidade criativa de designers, arquitectos e engenheiros, a 30ª edição da Concreta quer posicionar-se como “Porto Creative Heart”.

Para Diogo Aguiar, arquitecto e comissário do evento, “a Concreta é, por excelência, o momento de encontro dos arquitectos com a indústria e, nesse sentido, é uma oportunidade sinérgica de aprendizagem, de criação de redes e de inovação. São três dias intensos que marcam a preparação do próximo ano profissional e em que, para além de se fecharem múltiplos negócios, se pode contactar com a apresentação de novos produtos e também de práticas arquitectónicas de relevância internacional”. 

A 30ª Concreta, que acontece de 13 a 16 de Outubro, prepara-se, assim, para trazer várias novidades, entre elas o ciclo de conferências “Na Primeira Pessoa”, com o propósito de dar voz aos arquitectos, engenheiros e designers que se distinguiram pela adoção de boas práticas de sustentabilidade. Os participantes são convidados a dar uma palestra de 30 minutos sobre um projecto em nome próprio. Soma-se ainda o “Dream Lab”, um novo espaço, dedicado a start-ups, como forma de valorização de novos talentos e potencialização de oportunidades.

Depois do sucesso da exposição e conferência de Francis Kéré, na edição passada, a revista AMAG regressa com uma exposição e duas novas conferências, que estarão a cargo de Clancy Moore, Ryan W. Kennihan e Steve Larkin, três jovens escritórios irlandeses, e Barozzi Veiga, escritório fundado por Alberto Veiga e Fabrizio Barozzi em Barcelona.

O Prémio Concreta Under 40 by CIN, realizado com o apoio técnico do Conselho Directivo Regional do Norte (CDRN) da Ordem dos Arquitectos, está também de regresso. A terceira edição do prémio visa promover e reconhecer o trabalho desenvolvido pelas novas gerações de arquitectos, distinguindo obras construídas em território nacional, que se destacam pela criatividade, inovação e qualidade técnica.

A Ordem dos Arquitectos Secção Regional Norte (OASRN), com o apoio de empresas parceiras, será responsável por um debate sobre boas práticas em ‘Arquitectura e Indústria de Construção’, em todo o ciclo de vida do edifício, assumindo um centro temático diário, com recurso a apresentações, conferências e debates e que, culmina num exercício performativo de desmontagem do stand da OASRN, no último dia do evento.

Em simultâneo, irá decorrer a Elétrica, direccionada para o sector electrico e electrónico, dirigida aos profissionais de ambas as áreas e onde serão apresentadas as últimas novidades e soluções para uma adequação ao mercado e às exigências de sustentabilidade.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.