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JJTeixeira celebra 45 anos com reforço na capacidade produtiva e expansão geográfica

Empresa prevê investir 1,4 M€ no reforço da sua capacidade e na optimização dos seus recursos produtivos, a par da internacionalização para a Bélgica, os EUA e os Camarões nos próximos três anos

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JJTeixeira celebra 45 anos com reforço na capacidade produtiva e expansão geográfica

Empresa prevê investir 1,4 M€ no reforço da sua capacidade e na optimização dos seus recursos produtivos, a par da internacionalização para a Bélgica, os EUA e os Camarões nos próximos três anos

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Em pleno aniversário de 45 anos, a JJ Teixeira (JJT) apresenta-se com uma nova imagem e convicções reforçadas para o futuro. A empresa de Vila Nova de Gaia produz soluções de carpintaria através da aliança entre tecnologia de ponta e toque artesanal e reafirma-se no mercado com um investimento na ordem dos 1,4 milhões de euros e uma expansão para três novas geografias.

De génese familiar, a empresa, fruto da paixão de João Teixeira pela arte de trabalhar a madeira, teve início em 1977 com a criação da sua própria carpintaria em Vila Nova de Gaia, que ainda hoje mantém. A actividade iniciou com uma máquina universal e, em dois anos, tinha uma carpintaria industrial, mas sempre familiar.

A nova geração da família, trouxe à JJT a modernidade necessária para assegurar o seu crescimento e visão de futuro, unindo a carpintaria à engenharia e à arquitectura, ao design e à arte, graças à sinergia entre a gestão e a força laboral de 244 colaboradores internos e mais de 400 externos.

Foi com a introdução de uma linha de automatização da produção, em 2015, que a empresa transitou para uma indústria 4.0, com capacidade de produção diária de duas mil peças, assegurando mais eficiência, rigor e precisão em cada produto, através de novos processos construtivos inovadores que lhe confere um bom equilíbrio e uma boa performance.

Hoje, contando com uma produção de quase 430 mil peças por ano e de 1645.61m3 de madeira utilizada, a JJT prevê investir 1,4 milhões de euros no reforço da sua capacidade e na optimização dos seus recursos produtivos, como o sistema de aspiração, a racionalização energética e a transição verde.

Sem impactos da pandemia nos volumes de facturação, a empresa, em 2019, alcançou um total de 21,4 milhões de euros, cresceu para 24,2 milhões no ano seguinte, para 24,5 milhões já em 2021 e prevê crescer mais de 2 milhões até ao final de 2022. Também desde 2019 que o valor das exportações ascende, passando de 18% para 22%, atingindo os 24% no último ano. França, Angola, Costa de Marfim, Noruega e Reino Unido são os países que encabeçam os destinos onde mais incidem as vendas internacionais, estando a Bélgica, os EUA e os Camarões no topo das prioridades de expansão internacional para os próximos três anos.

Pela vulnerabilidade ambiental intrínseca à sua actividade, a empresa vê na sustentabilidade um dos seus mais importantes pilares. Através do programa de replantação de árvores, a JJT pretende minimizar o seu impacto no meio ambiente, efectuando cálculos de medição da quantidade de madeira utilizada em cada projecto com vista à sua reposição, replantando árvores em território nacional, acrescendo uma taxa adicional ao preço final do produto.

Para além deste novo programa, os desperdícios são aspirados através de um sistema transversal aos vários pavilhões da fábrica e reaproveitados para várias finalidades, como a criação de novos produtos, o aquecimento das instalações e a produção de pellets e briquetes. 25% da sua produção energética é proveniente de painéis solares instalados na fábrica.

A celebração dos 45 anos da empresa foi, ainda acompanhada pelo rebranding da marca, “que traduz o seu reposicionamento modernizado”, e surge acompanhado por um filme tributo à madeira, que conta com depoimentos de diversas figuras de renome da arquitectura portuguesa. “Wood Stories” é o nome do filme, realizado pela Building Pictures, que serve de tributo à madeira enquanto material natural, flexível, expressivo e quase intrínseco no projecto de arquitetura e que conta com o apoio da Ordem dos Arquitectos Sessão Regional Norte, da Faculdade de Arquitectura do Porto e da Casa da Arquitectura.

O filme conta com os testemunhos de oito gabinetes de arquitectura, numa reflexão entre o seu trabalho e o uso da madeira, na sua perspectiva e contexto de aplicação, de forma particular, nomeadamente, Aires Mateus, Carrilho da Graça, Correia Ragazzi, Depa, Diogo Aguiar Studio, João Mendes Ribeiro, Menos é Mais e Oitoo.

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OBO Bettermann disponibiliza nova geração de blocos e espuma antifogo

Em caso de incêndio, Pyroplug e Pyrosit, expandem-se e formam uma camada de selagem que impede a propagação do mesmo, garantindo que não haverá lugar para a transferência de fogo ou fumo

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A fabricante de material eléctrico, OBO Bettermann Portugal, acaba de disponibilizar a nova geração de blocos e espuma antifogo Pyroplug e Pyrosit, que, em caso de incêndio, se  expandem e formam uma camada de selagem que impede a propagação do mesmo, garantindo que não haverá lugar para a transferência de fogo ou fumo.

Este sistema antifogo vai de encontro às medidas estruturais, nomeadamente as paredes à prova de incêndio, que protegem pessoas e bens e permitem que se evite a propagação do incêndio a outras partes do edifício. A divisão de edifícios em compartimentos de incêndio e as suas selagens limitam a propagação do fumo e do fogo, por determinado período de tempo.

Os novos blocos e espuma antifogo permitem que os instaladores tenham sempre consigo no local de construção um conjunto de produtos resistentes para selagens de cabos e selagens combinadas, tornando a sua utilização ainda mais rápida e simples.

O novo bloco Pyroplug aumentou o seu tamanho, passando a ter as dimensões de 200 x 144 x 60 mm. A maior área abrangida deu origem a que os instaladores necessitem de menos unidades por abertura, o que levou a que a OBO Bettermann reduzisse também o número de unidades por embalagem, de modo a satisfazer as necessidades de forma mais objectiva.

O bloco pode ser instalado na longitudinal ou na transversal, conforme a sua classe de resistência ao fogo. Devido à sua consistência suave é possível uma instalação posterior sem qualquer problema, e em caso de perfurações de núcleo, os tampões Pyroplug Peg criam uma selagem segura.

Já o Pyrosit NG complementa o sistema. A espuma de dois componentes pode ser distribuída de forma precisa com a pistola de cartuchos e a caixa de controlo de temperatura para a espuma garante atemperatura ideal do cartucho.

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76% das empresas detectam problemas financeiros nos seus clientes

81% das empresas devem aceitar prazos superiores aos desejados e apenas 43% cobram a menos de 60 dias, constata o “Estudo de Gestão de Risco de Crédito em Portugal”, elaborado pela Crédito y Caución e Iberinform

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De acordo com o inquérito de Outono do Estudo de Gestão de Risco de Crédito em Portugal, impulsionado pela Crédito y Caución e pela Iberinform desde 2010, 81% das empresas têm de aceitar prazos de pagamento superiores aos desejados para poderem manter a sua carteira de clientes. O agravamento é especialmente significativo entre as grandes empresas: 40% das empresas veem-se obrigadas a aceitar uma extensão dos prazos de pagamento dos seus grandes clientes face aos 33% de há um ano.

As PME são o segmento que apresenta pior comportamento: 46% das empresas veem-se obrigadas a aceitar uma extensão dos prazos de pagamento dos seus clientes de pequena ou média dimensão, quatro pontos mais que há um ano. Regista-se também um significativo agravamento entre as grandes empresas: 40% das empresas devem aceitar prazos superiores dos seus grandes clientes, sete pontos mais que há um ano. A capacidade dos profissionais liberais para imporem prazos de pagamento situa-se nos 24%, um valor inferior face aos resultados da vaga homóloga de 2021.

Ao abordar as razões que explicam a morosidade empresarial, o inquérito reflecte um crescimento significativo (dez pontos) na falta de disponibilidade de fundos por parte dos clientes. Os problemas financeiros constituem a razão mais citada, claramente à frente do atraso intencional dos clientes, da complexidade dos procedimentos de pagamento, das disputas sobre a qualidade dos bens e serviços ou de erros na emissão de facturas.

Apenas 43% das empresas trabalha com prazos de cobrança inferiores aos 60 dias previstos no Decreto-Lei n.º 62/2013 que transpõe a Directiva Europeia de medidas de luta contra os atrasos de pagamento nas transacções comerciais. O dado representa um agravamento de sete pontos percentuais em relação aos valores de há um ano.

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Flux uma marca internacional com um forte ritmo de expansão

: Para além de Portugal, o grupo Flux está hoje em Angola, Brasil, Marrocos, Espanha e, mais recentemente, em Cabo Verde e Moçambique. Para 2023, as previsões são de crescimento a dois dígitos nos diferentes mercados onde está presente. Ao CONSTRUIR, António José Fernandes, administrador do grupo, falou da actividade e da estratégia

Presente no mercado desde 2006, a Flux produz, comercializa e distribui uma ampla gama de ferramentas para construção, auto, segurança, pintura, químicos electricidade e iluminação, ferragens, máquinas agro-jardim, entre outras. Com presença em três continentes, em 2023 a expansão da marca será reforçada, acção influenciada pelo crescimento que o sector da construção tem conhecido, como explicou ao CONSTRUIR o administrador do Grupo Flux, António José Fernandes

 Fale-me um pouco do percurso da FLUXOREAL e da criação da Flux.
A FLUXOREAL começou a sua actividade em Portugal em 2006, com exportação directa para o mercado angolano. Face ao rápido crescimento do Grupo nesse mercado, foi necessário avançar com a criação da empresa Flux Angola em 2008. Para responder à procura e necessidade no segmento de Máquinas, Ferramentas, Químicos, Protecção, Agro, Jardim, Vedação, Construção, entre outras, foi criada a marca FLUX, uma marca abrangente e de proximidade marcada por uma gama diversificada de produtos. Durante esse período, a marca FLUX tornou-se referência no mercado angolano.
Em 2011 a FLUXOREAL abriu a sua empresa no Brasil, no Estado do Ceará, com uma estratégia diferente, adaptada à realidade do país.
No ano de 2016, introduziu a marca Flux em Portugal criando uma rede comercial e distribuição que actua em todo o Portugal Continental e Ilhas. No mesmo ano, arrancou a operação Flux Marrocos.
Paralelamente, iniciamos a nossa exportação para Espanha, Cabo Verde e Moçambique.
O crescimento do GRUPO FLUX tem sido rápido e sustentado, baseado no conhecimento dos produtos e do que o mercado consome, conhecimento esse que é mais moroso em mercados como o brasileiro e marroquino devido às suas características próprias (língua, moeda, cultura).
A exigência do mercado obriga-nos a recorrer a ferramentas tecnológicas e a estabelecer parcerias a vários níveis. O rigor dos clientes e fornecedores permite-nos crescer e evoluir em conjunto. Respeitando os valores de cada país, respondemos com dinamismo e profissionalismo à evolução dos tempos e empresas. Com uma ampla visão do mercado e do comportamento do público-alvo, a Fluxoreal consegue mais facilmente estabelecer as suas metas a curto, médio e longo prazo.

A Flux está em expansão, em que mercados estão presentes?
O processo de expansão da marca Flux veio responder às necessidades dos mercados e das várias solicitações que recebemos para criarmos uma operação com produtos com óptima relação qualidade/preço. A Flux está actualmente em Angola Brasil, Marrocos, Moçambique, Cabo Verde e Espanha.

A marca própria Flux está em constante crescimento. Quantas referências têm em catálogo? E quais as principais apostas/segmentos?
Não existe outra forma de estar neste sector. A competitividade dos mercados, exige o lançamento permanente de novas referências e aposta contínua em novos produtos que respondam a problemas do quotidiano dos consumidores. Procurando também apresentar soluções mais vantajosas e confortáveis para que as pessoas possam fazer um trabalho com menor esforço e custo. A Flux lançou recentemente o seu novo catálogo. Temos actualmente mais de 7 mil referências Flux, completando com outras marcas representadas.
A Flux tem introduzido novos produtos no mercado com uma excelente relação qualidade/preço, resultado do feedback que recebemos dos nossos parceiros, bem como dos utilizadores que têm um ou mais produtos Flux. Este ano, fizemos o lançamento da nossa gama Exock (gama a bateria 20v), fazendo previamente um estudo de mercado e recolhemos o feedback dos utilizadores. O nosso slogan “Construímos Juntos”, tem como pilar construir com os nossos parceiros e todos os intervenientes um óptimo produto final.
A construção da marca ao longo dos anos tem tido como base encontrar produtos equilibrados e ir ao encontro do consumidor final. Temos alargado o nosso catálogo nas gamas Ferramentas Eléctricas, Ferramentas Manuais, Máquinas Agrojardim, Calçado e Protecção, nos segmentos de Construção, Bricolage, Agrojardim e Segurança.

São simultaneamente fabricantes e distribuidores. Como é que desenvolvem as diferentes linhas de produtos?
Actualmente, temos diversas parcerias com fabricantes e somos distribuidores. Temos uma equipa multidisciplinar nos vários departamentos e com vários anos de experiência na área em que actuamos. Começa tudo de “inhouse”, desde o planeamento e estratégia de produto com o departamento de compras, comercial e marketing, passando depois para o departamento de design no desenvolvimento da imagem e packaging.
Controlamos todo o processo de produção, testando os produtos, garantindo o cumprimento dos altos padrões de qualidade. A nossa equipa comercial tem também um papel fundamental no processo e recolha de dados e informações que possibilitem a melhoria do desempenho dos produtos. O processo de melhoria é constante, cada detalhe é importante para o resultado final do produto.

Os vossos parceiros industriais estão onde?
Os nossos parceiros Industriais estão localizados no Continente Europeu (Portugal, Espanha, Itália, Alemanha e Turquia), América do Sul (Brasil) e Ásia (Japão, Índia, Taiwan, China). Todo o processo é controlado pela nossa equipa interna na selecção dos melhores componentes para cada equipamento e máquina. Esta é a grande diferença no trabalho que fazemos com os nossos parceiros.

Uma presença forte em três continentes

2020 e 2021 foi um período complicado, por todos os constrangimentos que o mundo viveu, de que forma o grupo superou os novos desafios?
O Mundo continua a ter constrangimentos, sejam eles socioeconómicos ou políticos, cabe a nós sabermos adaptarmo-nos às exigências e adversidades. A equipa da Fluxoreal tem conseguido ultrapassar os problemas da pandemia, guerra e logísticos, com que tem sido desafiada nos últimos anos.
Continuamos a trilhar o nosso caminho, seguindo o nosso ADN. Estamos perante uma situação atípica que nos colocou um grande desafio de adaptação da actuação do grupo, quer na adopção de medidas de protecção quer na definição de novas formas de comunicação com os nossos clientes, fornecedores e parceiros. Nesta altura, não é possível prever os efeitos da guerra, aumento dos custos energéticos e de matérias-primas, que poderão causar na economia em geral e, em particular, na actividade do grupo, mas estamos preparados para reagir e continuar a evoluir. Não podemos parar de acreditar. É preciso adaptar, transformar, comunicar e partilhar valores eticamente responsáveis de forma a “reConstruirmos Juntos” um mundo melhor.

E 2022? Que desafios coloca ao grupo os constrangimentos actuais? Quais os principais desenvolvimentos/novidades que 2022 trouxe?
Em 2022 fomos obrigados a redefinir estratégias comerciais face ao aumento dos custos energéticos e de produção. Definimos critérios ainda mais exigentes na selecção de produtos e parceiros.
O desafio da transformação digital está em permanente desenvolvimento no grupo com vista a responder aos novos métodos de trabalho e comunicação com os nossos clientes e parceiros. Foram desenvolvidos vários processos: melhoramos a nossa presença digital e comunicação intranet B2B (myflux) e aplicativo de compras Flux; reforçarmos a nossa equipa comercial em zonas estratégicas para a marca Flux; solidificamos o nosso serviço pós venda com SAT FLUX (Serviço de Assistência técnica Flux). Paralelamente, investimos em novas formações capacitando as equipas com melhores ferramentas e conhecimento dos produtos, lançamos a gama Exock reforçando a nossa gama de produtos a bateria comum, e activamos o Tour Flux de norte a sul do País, levando a marca aos consumidores.
Retomamos ainda a nossa participação em feiras profissionais, marcando presença na Concreta 2022.

Quais as perspectivas para 2023 nos diferentes mercados onde está presente? 
Em Portugal, vamos continuar a consolidar o posicionamento da marca nos últimos anos, estando atentos a novos nichos de negócio e apresentando produtos que respondam às novas oportunidades.
Em Angola e Brasil, esperamos para 2023, uma estabilidade cambial que contribua para o crescimento sustentado da Flux. O volume de vendas está a crescer, pelo que estamos aumentar o nosso nível de stock, bem como a nossa área de actuação.
Em Marrocos, esperamos crescer com a nova estratégia implementada após a pandemia.
Prendemos também dinamizar o estágio de crescimento do grupo através do reforço da actividade internacional e da diversificação dos canais de distribuição. Com exportações para vários países, o grupo pretende crescer acima dos dois dígitos em 2023 nos mercados em que opera.

A expansão está nos vossos planos?
A expansão da marca Flux vai continuar nos próximos anos, permitindo estar ainda mais perto dos revendedores e profissionais, respondendo melhor às suas necessidades e expectativas do consumidor.
Angola, continua a crescer e a modernizar-se no sector de materiais de construção, máquinas e equipamentos e agro-jardim.
Desenvolvimento e implementação de novas tecnologias na rede comercial e logística, bem como nos seus canais online. O objectivo da Flux é ampliar a sua influência nos mercados que opera indo de encontro às tendências de crescimento das áreas Bricolage, Casa, DIY (Do it Yourself) e Construção.

O Brasil é um dos vossos principais mercados. Em que Estados estão presentes e como avaliam o vosso potencial de crescimento?
Estamos sedeados no estado do Ceará, e presentes em todas as capitais dos estados do Nordeste. Actualmente, temos mais de 2500 parceiros a representar a marca Flux no Brasil, o que para nós é sinal de confiança na marca e que a mesma é desejada pelos consumidores.
Face à procura de produtos da gama casa e da gama ferramentas eléctricas a Flux tem apostado em novidades nestes segmentos.

Em Portugal a aposta no DIY e na venda em grandes superfícies é um potencial? Portugal pode ser base para abordarem outros mercados europeus?
No trabalho profissional, na arte e na vida, poder contar com as melhores ferramentas fazem toda a diferença. O trabalho profissional, seja qual for, independentemente do segmento, necessita contar com as ferramentas e equipamentos certos.
Estamos atentos às grandes superfícies visto fazerem parte do comércio e negócio. O nosso compromisso é respeitar todos os nossos parceiros que nos ajudam a crescer e consolidar estrategicamente a marca Flux.
A Flux Portugal, tem já uma operação sólida e sustentada que nos permite abordar outros mercados com melhores ferramentas e, consequência disso, são os investimentos comerciais e estratégicos no mercado de Espanha e França.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Oito entidades na corrida à reprivatização da Efacec

Terminou na segunda-feira o prazo para a apresentação de propostas no âmbito do novo processo de reprivatização de 71,73% da Efacec Power Solutions. Oito empresas, nacionais e internacionais, avançaram com a sua proposta

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Oito entidades, nacionais e estrangeiras, manifestaram interesse na aquisição de 71.73% do capital social da Efacec, no âmbito do processo de reprivatização em curso. O anúncio foi feito pela Parpública, Participações Públicas. “Efectuada que seja a pré-selecção nos termos previstos no Caderno de Encargos anexo à Resolução do Conselho de Ministros n.º 107-A/2022, de 21 de novembro, dar-se-á início à primeira fase com vista à apresentação pelos potenciais interessados pré-seleccionados de propostas vinculativas”, refere o comunicado da holding estatal.
O prazo para a apresentação de propostas terminou esta segunda-feira.
No dia 28 de Outubro, o executivo anunciou que a venda da Efacec ao grupo DST não foi concluída “dado não se terem verificado todas as condições necessárias à concretização” do acordo de alienação. No mesmo dia, a DST sublinhou o empenho de todas as partes envolvidas na compra da Efacec, notando que não foi possível verificar as condições para o acordo de venda da empresa”.
Em 21 de Novembro, uma resolução de Conselho de Ministros publicada em Diário da República veio encerrar o processo de alienação de acções da Efacec à DST, defendendo que “a melhor solução para alcançar os objectivos definidos para esta venda directa é a de dar por encerrado este processo, começando-se desde já a preparar novo processo, por via de articulação entre o Ministério das Finanças e o Ministério da Economia e do Mar”. A resolução determinou que fosse “equacionada a adopção de medidas de reestruturação com vista à manutenção do valor operacional do grupo e que permitam viabilizar condições para a referida venda”.
Nos termos do novo caderno de encargos, a reprivatização “é realizada mediante um processo de alienação de acções representativas do capital social da Efacec”, sendo que este processo “pode ser acompanhado de um eventual aumento de capital, por entradas em dinheiro, a efectuar pelo proponente seleccionado para a aquisição das acções”.
“Finda esta etapa, importa sublinhar os esforços de todas as partes envolvidas que desde o primeiro momento, em conjunto com a DST e os seus consultores, estiveram arduamente empenhados na concretização desta operação”, indicou o executivo.

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SunEnergy abre 4 novas delegações e ultrapassa as 20 delegações em 2022

A SunEnergy vai abrir quatro novas delegações até ao fim deste ano, em Castelo Branco, Montalegre, Viana do Castelo e Viseu, ultrapassando o objectivo de chegar às 20 delegações em 2022. Para o início de 2023, estão já previstas mais 3 aberturas

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Esta expansão surge no âmbito da campanha “Vem Ligar Portugal ao Sol”, lançada em Março, com o objectivo de expandir a presença da marca no território português, garantindo uma maior proximidade na relação com pessoas e empresas suas clientes.

Com estas aberturas, em Castelo Branco, Montalegre, Viana do Castelo e Viseu, a SunEnergy chega a regiões nas quais ainda não estava presente, conseguindo desta forma ter uma cobertura cada vez maior do território nacional. No início de 2023, a SunEnergy contará com um total de 24 delegações, distribuídas em várias regiões do país, sendo que a sua expansão a nível nacional irá continuar.

Os novos sete franchisados participaram, recentemente, numa formação inicial de uma semana composta por vários módulos e que os preparou para darem início ao seu projecto. A formação incidiu em diferentes áreas, como engenharia, operacional, comercial, gestão administrativa, qualidade e segurança, legal, entre outras.

“Cada vez mais, os portugueses optam por soluções mais sustentáveis, pelo que o mercado das energias renováveis continua em crescimento, em particular o da energia solar. A expansão da nossa rede pretende reforçar a nossa proximidade para com pessoas e empresas, de forma a responder ao aumento de procura que temos sentido nos últimos anos”, afirma Raul Santos, CEO da SunEnergy. “Com a abertura das novas delegações, acreditamos que reforçaremos também o nosso posicionamento enquanto marca de referência da energia solar em Portugal”, sublinha o mesmo responsável.

No início de Novembro a empresas anunciou a entrada do grupo espanhol Sorigué no seu capital social passando a deter 70% da empresa portuguesa, como noticiámos aqui

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Richimi Factory marca presença na 2ª edição da ‘Casa Aberta’

Até 18 de Dezembro, é possível visitar a Casa Aberta, no Príncipe Real, onde a Richimi foi responsável pelo papel de parede para quarto de criança e para duche wc suite

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Encontra-se a decorrer, até 18 de Dezembro, a 2ª edição da Casa Aberta, realizada pela Santo Infante, na qual a Richimi Factory marca presença através dos revestimentos de parede decorativos utilizados no quarto de criança e no duche do wc suite.

Além da integração da Santo Infante, como responsáveis pelo projecto, a designer Elizabeth Olwen, criou o layout para os dois papéis de parede e a  impressão personalizada dos papéis de parede ficou a cargo da Richimi Factory.

O revestimento de parede não tecido utilizado no quarto de criança é 100% Livre PVC, permite uma impressão HD com tintas a base de água e é totalmente personalizável, nomeadamente com três efeitos tácteis: Granite, Fibrous e Textile. O referido revestimento possui altas características de sustentabilidade, é lavável e possui certificado de reação ao fogo, pelo que se revela o produto ideal para aplicação em hotéis, hospitais, creches, jardins de infância, restaurantes, escritórios e residências particulares.

Por sua vez, o revestimento de parede WH Eco Fibra de Vidro utilizado no duche da casa de banho é feito de fibras de vidro tecida que, à semelhança do anterior, é 100% Livre PVC, permite uma impressão HD com tintas à base de água e é totalmente personalizável. Devido à sua elevada resistência a riscos, revela-se adequado a áreas de tráfico intenso, podendo ser aplicado em espaços como hotéis, hospitais, creches e jardins de infância, lojas comerciais, bem como residências particulares.

Este último revestimento é lavável, possui certificado de reação ao fogo, contém acabamento Top Coat WH (verniz) e é a solução perfeita para zonas húmidas, uma vez que as suas caraterísticas permitem a respiração da parede, evitando assim o aparecimento de fungos.

O projecto Casa Aberta pretende desenvolver projectos de design de interiores premiando e seleccionando produtos maioritariamente portugueses.

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Socicorreia lança empresa para serviços ‘tailor made’

A Socicorreia Project é a nova empresa do grupo que irá disponibilizar soluções personalizadas e à medida de cada cliente nas áreas de arquitectura, decoração de interiores e equipamentos

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Para completar a aposta do grupo madeirense a Socicorreia Project irá colaborar com fornecedores portugueses e estrangeiros, nas diferentes áreas de interiores, facilitando, assim, o processo de mobilar os imóveis adquiridos, uma dificuldade para muitos proprietários que dão preferência a imóveis prontos a habitar.

“Com esta nova empresa, a Socicorreia passa a fornecer soluções ‘tailor made’, acompanhando o cliente em todo o processo de compra de habitação, desde a escolha do apartamento até à sua decoração”, explica Custódio Correia, presidente do grupo Socicorreia.

Com a Socicorreia Project, o proprietário receberá acompanhamento no momento de escolher e comprar mobiliário personalizado, de acordo com as suas exigências e tendências do mercado, na selecção de todos os equipamentos domésticos, e também em pormenores de decoração como a iluminação.

A Socicorreia Project complementa assim a oferta atual do grupo que engloba a construção, Socicorreia Engenharia, a promoção imobiliária, Socicorreia Investimentos Imobiliários, e o turismo, com a Socicorreia Turismo.

Ovalor dos empreendimentos concluídos pelo grupo ultrapassa os 250 milhões de euros tornando a Socicorreia uma das maiores promotoras imobiliárias da Madeira, tendo investido mais de 100 milhões de euros na ilha que alberga a sede do grupo em quase duas décadas de actividade. Actualmente, o grupo tem em curso 12 empreendimentos, que incluem 500 frações habitacionais e lojas comerciais em várias localizações.

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Saxun apresenta a nova cortina de vidro Azur

Fabricada com vidro temperado de 10 mm, sem perfis verticais, com painéis deslizantes e rebatíveis, esta é uma aposta da marca para aumentar o isolamento, protecção térmica e solar dos edifícios

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tagsSaxun

A Saxun acaba de lançar Azur, uma nova cortina de vidro composta por um sistema de painéis pivotantes. Fabricada com vidro temperado de 10 mm, sem perfis verticais, com painéis deslizantes e rebatíveis, esta é uma aposta da marca para aumentar as suas soluções de isolamento, protecção térmica e solar para edifícios.

A nova cortina de vidro Azur pode ser fabricada com uma vasta gama de acabamentos, o que a torna uma solução perfeitamente adaptada a qualquer tipo de espaço exterior, como jardins, terraços ou varandas. Este novo sistema foi concebido para rentabilizar, quer espaços residenciais, quer espaços de hotelaria e de restauração.

“Uma solução simples e elegante que permite fechar, ou abrir, completamente um espaço, dependendo do que se pretende dessa zona, a qualquer hora do dia ou estação do ano.  Os painéis da cortina de vidro Azur podem deslizar e recolher para qualquer das extremidades do recinto, de modo a que quando se abre o espaço fiquem subtilmente sobrepostos na extremidade escolhida, ocupando a menor volumetria possível”, explica a marca.

A nova Azur é composta por painéis de vidro independentes, ou seja, sem perfis verticais de alumínio, o que permite ganhar maior visibilidade, no interior, e exercer menor impacto visual, no exterior.

Este sistema de isolamento faculta uma eficaz protecção contra elementos atmosféricos adversos e reduz o ruído. As suas juntas de vedação conferem-lhe um elevado grau de estanqueidade. A instalação de cortinas de vidro Azur  permite protecção do vento, da chuva e proporciona conforto e privacidade aos espaços exteriores, apenas com o fecho dos painéis de vidro pivotantes. Além disso, o sistema Azur complementa muitas outras das soluções de protecção térmica e solar da Saxun, como as pérgulas bioclimáticas, toldos ou cortinas técnicas.

Com uma vasta gama de cores e acessórios à escolha, para assegurar o resultado perfeito nas habitações ou espaços comerciais, combinando as dimensões e características de cada instalação, o sistema Azur permite configurações desde 90º a 270º entre secções, e que podem mesmo ter alturas diferentes para proteger varandas e janelas, ao mesmo tempo.

Outra vantagem de ser um sistema articulado e sem perfis é permitir um melhor acesso às vidraças a partir do interior e, portanto, conseguir uma limpeza mais fácil tanto dos vidros interiores como exteriores, tornando-se uma solução de manutenção reduzida e fácil.

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Weber lança serviço ‘Weberfloor Pump’ para aplicação de pavimentos

O serviço mecanizado visa “contribuir para o conforto e ergonomia do aplicador e para a sustentabilidade da indústria”

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A Saint-Gobain Portugal, através da marca Weber, passa agora a disponibilizar o serviço mecanizado de pavimentos weberfloor pump destinado ao sector da construção, que visa “contribuir para o conforto e ergonomia do aplicador e para a sustentabilidade da indústria”.

As soluções weberfloor pump truck e weberfloor pump light pautam-se, essencialmente, por oferecerem “uma economia significativa de tempo e custos em obra para o aplicador”.

O camião weberfloor pump truck está disponível para bombagem de betonilhas e betão leve, com uma rentabilidade assegurada de 800 m2 realizados por dia e 160 m de distância máxima de bombagem, a 20 m de altura máxima. Disponibiliza soluções facilmente aplicadas para regularização de pavimentos, pavimentos radiantes e posteriores revestimentos com resinas epóxi e PU. Os produtos entregues são de qualidade assegurada e têm marcação CE, sendo alvos de testes de controlo de qualidade. “Reforçando o compromisso da Saint-Gobain com a sustentabilidade, este serviço não utiliza sacos para a entrega do produto e possibilita reabastecimentos de areia perto do local de obra, diminuindo o CO2 associado ao transporte”.

Adicionalmente, está disponível um serviço mecanizado de autonivelantes cimentícios e betonilhas fluídas. A solução weberfloor pump lightoferece uma rentabilidade de até 400 m2 realizados por dia para autonivelantes e 200 m2 para betonilhas fluídas, com 60 m de distância máxima de bombagem, a 20 m de altura máxima. Utiliza argamassas industriais com marcação CE, já conhecidas no mercado, como o weberfloor flow, weberfloor flow plus e weberfloor fluid para regularização fluída de pavimentos interiores, a argamassa autonivelante weberfloor radiante para pavimentos radiantes, o autonivelante decorativo weberfloor for e o autonivelante para pavimentos industriais weberfloor dur.

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Daikin lança novo sistema de recuperação de calor VRV

Os sistemas VRV da Daikin, ao contrário de bombas de calor ar-água, abrangem apenas dois passos de transferência energética (do ar para o fluido frigorigéneo e deste novamente para o ar), o que minimiza as perdas e permite aumentar ainda mais a eficiência geral do sistema

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A nova solução de climatização da Daikin foi criada especificamente para permitir reduções significativas na pegada de carbono dos edifícios comerciais. Incorporada com a mais recente evolução da tecnologia de volume variável do fluido frigorigéneo (VRV), o sistema de Recuperação de Calor VRV 5, tem como foco a redução do impacto ambiental directo e indirecto, sem deixar de oferecer simplicidade e flexibilidade inigualáveis em termos de design e instalação.

De modo a fazer avançar a descarbonização dos edifícios, a Daikin junta à sua oferta tradicional uma solução que permite um aumento de 13% ao nível da eficiência energética sazonal, contribuindo positivamente na redução indireta de CO2eq.

Adicionalmente, o sistema de recuperação de calor de 3 tubos permite arrefecimento e aquecimento simultâneos, o que proporciona conforto individual, assim como aquecimento praticamente gratuito ao efectuar a transferência de calor de áreas que requerem arrefecimento para áreas onde é necessário aquecimento.

Além disso, os sistemas VRV da Daikin, ao contrário de bombas de calor ar-água, abrangem apenas dois passos de transferência energética (do ar para o fluido frigorigéneo e deste novamente para o ar), o que minimiza as perdas e permite aumentar ainda mais a eficiência geral do sistema.

Para proporcionar uma redução significativa do potencial impacto direto, o sistema de Recuperação de Calor VRV 5 foi concebido especificamente para o fluido frigorigéneo R-32, que apresenta um potencial de aquecimento global (GWP) mais baixo. O R-32 não só transfere o calor de forma mais eficaz do que o R-410A, permitindo uma carga menor de fluido frigorigéneo, como também possui um potencial de aquecimento global (GWP) mais baixo, o que, em conjunto, resulta numa redução de até 71% do potencial de emissões de CO2eq diretas do sistema. Uma vez que é um fluido frigorigéneo de componente único, o R-32 também promove a economia circular pelo facto de ser fácil de recuperar e reciclar.

Esta combinação de tecnologias e desenvolvimentos no desempenho significa que o sistema de Recuperação de Calor VRV 5 é a solução ideal para projetos em que o impacto ambiental é uma prioridade, incluindo aqueles que pretendem obter certificações BREEAM, LEED ou WELL.

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