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Arranque da empreitada de Modernização do troço da Linha do Oeste entre Torres Vedras e Caldas da Rainha

A empreitada é desenvolvida no âmbito do programa de expansão e modernização da Rede Ferroviária Nacional, Ferrovia 2020, e representa um investimento de 38,4 milhões de euros, comparticipado com fundos da União Europeia no âmbito do COMPETE 2020

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Arranque da empreitada de Modernização do troço da Linha do Oeste entre Torres Vedras e Caldas da Rainha

A empreitada é desenvolvida no âmbito do programa de expansão e modernização da Rede Ferroviária Nacional, Ferrovia 2020, e representa um investimento de 38,4 milhões de euros, comparticipado com fundos da União Europeia no âmbito do COMPETE 2020

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“Os atrasos que hoje temos na Linha do Oeste são de décadas e a diferença hoje, face a estas décadas, é que não estamos a dizer que vamos fazer. Hoje estamos a assinar a consignação deste troço e já temos o anterior em obra”, afirmou o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos. O Ministro falava na cerimónia de assinatura do Auto de Consignação do Troço Torres Vedras – Caldas da Rainha (Modernização da Linha do Oeste), nas Caldas da Rainha.

O investimento, em execução, na modernização da Linha do Oeste entre Meleças e Caldas da Rainha tem como principais objectivos o reforço da capacidade e eficiência do serviço de transporte ferroviário, através da melhoria dos níveis de disponibilidade e da redução dos tempos de percurso.

O projecto foi dividido em duas grandes empreitadas. A primeira corresponde à electrificação e modernização do troço entre Mira Sintra-Meleças e Torres Vedras, no valor de 61,5 milhões de euros está já em execução. A segunda empreitada, que agora arranca visa a modernização e electrificação do troço entre Torres Vedras e Caldas da Rainha.
A capacitação da Linha do Oeste, até Caldas da Rainha, para a utilização de material circulante de tracção eléctrica, de modernos sistemas de sinalização e telecomunicações e a optimização do traçado de via, possibilitarão a redução do tempo de viagem entre Caldas da Rainha – Lisboa e Torres Vedras – Lisboa em cerca de 30 minutos. A infraestrutura estará habilitada para permitir o aumento da oferta, das actuais 16 circulações para 48 (2 sentidos) no troço a sul das Caldas da Rainha.

A empreitada de modernização da Linha do Oeste entre Torres Vedras e Caldas da Rainha consiste na electrificação integral do troço e modernização da via numa extensão de 44 quilómetros. A presente acção integra a candidatura aprovada no âmbito do COMPETE 2020, com a designação “Linha do Oeste – Modernização do Troço Meleças-Caldas da Rainha”, referente à qual se prevê um financiamento comunitário de 38,74%.

Pedro Nuno Santos afirmou que este investimento se insere “numa grande revolução que estamos a fazer na ferrovia», relembrando que Portugal tem «praticamente toda a nossa rede ferroviária em obra”. “O primeiro objectivo do nosso investimento esteve concentrado no transporte de mercadorias e na electrificação da rede ferroviária, mas o próximo ciclo, que já começamos a dar os primeiros passos, estará mais focado no passageiro”, afirmou.

Segundo o Ministro, o distrito de Leiria beneficiará, assim, “de um dos maiores investimentos ferroviários que o País alguma vez conheceu ou vai conhecer”, uma vez que a nova linha – que ligará Lisboa ao Porto – permitirá uma viagem entre a capital e Leiria em 35 minutos.

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Lisboa: Plano de Drenagem vai avançar; Investimento ronda 250M€

A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou uma proposta da Câmara para a contratação de um empréstimo, até 90 milhões de euros, junto do Banco Europeu de Investimentos, para aplicação exclusiva ao Plano Geral de Drenagem. O objectivo visa proteger a cidade de Lisboa de inundações nos próximos 100 anos

Ricardo Batista

A Câmara de Lisboa acaba de dar mais um passo em direcção à tão aguardada execução do Plano de Drenagem, depois de ter sido aprovada, em Assembleia Municipal, uma proposta para a contratação de um empréstimo, até 90 milhões de euros, junto do Banco Europeu de Investimentos, para aplicação exclusiva ao plano.

Na apresentação da proposta, o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), disse que a contratação de um empréstimo de médio e longo prazo junto do Banco Europeu de Investimentos (BEI) é para a concretização do Plano Geral de Drenagem, “uma das obras mais importantes para Lisboa” no âmbito do combate às alterações climáticas, nomeadamente para preparar a cidade contra cheias de grande dimensão.

“Obra única”
Carlos Moedas reforçou que o Plano Geral de Drenagem é uma obra “extraordinária e única em termos europeus”, indicando que o empréstimo é para financiar a 100% a construção dos dois túneis previstos neste âmbito, que chegam a ter uma profundidade de 70 metros. “É uma obra que é invisível ao olho, porque é em profundidade, mas é sem dúvida a obra mais importante para a cidade para nos prepararmos para as mudanças climáticas”, reforçou o presidente da Câmara de Lisboa, explicando que um dos túneis vai implicar cinco estaleiros, nomeadamente na Avenida da Liberdade, Rua de Santa Marta, Avenida Almirante Reis, Santa Apolónia e Campolide.

Relativamente à escolha pelo BEI, o autarca referiu que, depois de consultadas várias entidades bancárias, “foi este o banco que trouxe as melhores condições”. Segundo a proposta, a contratação de um empréstimo de médio e longo prazo junto do BEI é “até ao montante de 90 milhões de euros”.

O contrato é para “aplicação exclusiva ao Plano Geral de Drenagem”, nomeadamente a implementação de duas das suas obras estruturantes, o túnel Monsanto – Santa Apolónia, com cerca de cinco quilómetros de extensão e 5,5 metros de diâmetro, e o túnel Chelas – Beato, com cerca de um quilómetro de extensão e igual diâmetro, “numa solução pensada para resolver, entre 70% a 80%, os riscos de inundações na cidade de Lisboa e, portanto, com forte impacto na resiliência da cidade e protecção dos seus habitantes e futuras gerações”, lê-se na proposta da câmara.

Percursos distintos
Os túneis são compostos por dois percursos: Monsanto – Santa Apolónia (TMSA) e Chelas – Beato (TCB). Têm 5,5m de diâmetro interno e desenvolvem-se a uma profundidade média de 30-40m (muito abaixo das edificações da cidade. Apenas em três zonas de atravessamento de vales na cidade e junto ao rio essa profundidade é menor). Estes túneis irão captar a água 11 recolhida nos 2 pontos altos (Monsanto e Chelas), bem como em pontos adicionais de captação, ao longo do seu percurso, nomeadamente Av. da Liberdade, Sta. Marta e Av. Almirante Reis, conduzindo todo esse volume de água ao rio (Sta. Apolónia e Beato). Desta forma é desviada a água que provocaria cheias e inundações, nos locais críticos de Lisboa, em picos de chuva.

O Túnel Monsanto – Santa Apolónia tem cerca de 5Km de extensão. O Túnel Chelas – Beato tem cerca de 1Km. O Plano Geral de Drenagem de Lisboa, com o período de execução 2016-2030 é, segundo a autarquia, “a obra invisível” que vai proteger a cidade para os impactos das alterações climáticas, nomeadamente evitar cheias e inundações, permitir a reutilização de águas e diminuir a factura da água potável, avançam os responsáveis municipais.

A conclusão da obra está prevista para o início de 2025, num investimento total de 250 milhões de euros. Para além de minimizar os impactes sociais, económicos e ambientais das cheias e inundações, a construção dos túneis de transvase de bacias, associadas a bacias antipoluição, trarão outras vantagens. Estas bacias antipoluição irão captar e armazenar as primeiras águas da chuva (as mais poluídas por trazerem os resíduos deposita dos na superfície dos pavimentos) conduzindo-as posteriormente às fábricas de água (ETARs), já com um prévio tratamento de decantação. Desta forma será possível aumentar significativamente os volumes de água já tratada que são conduzidas ao rio Tejo, minimizando os seus níveis de poluição. Outra vantagem na construção destas estruturas será a possibilidade de se utilizar água reciclada para lavagem de pavimentos, regas e incêndios. Isto será possível porque, nos túneis, será construída tubagem que conduzirá a água reciclada (das fábricas de água até às bacias antipoluição em sentido inverso ao da drenagem). Esta água reciclada será reservada em depósitos independentes, dentro das bacias antipoluição que por sua vez alimentarão os marcos de água reciclada a instalar na cidade (estruturas de cor roxa, distintas dos actuais hidrantes vermelhos, abastecidos com água potável).

Longo historial
As situações de inundações são frequentes na cidade de Lisboa, em particular em zonas críticas como a Baixa e Alcântara. Estes fenómenos têm tendência a agravar-se devido à crescente ocupação do território e ao efeito das alterações climáticas. Segundo adiantam os responsáveis municipais, face a esta realidade é de extrema importância implementar soluções que eliminem ou reduzam os impactes sociais, económicos e ambientais associados às cheias e inundações. Em 2004, a Câmara Municipal de Lisboa, por iniciativa do então presidente, António Carmona Rodrigues e através da Empresa Pública Municipal de Águas Residuais – EMARLIS, deu início ao processo de lançamento do Plano Geral de Drenagem de Lisboa (PGDL), que foi adjudicado ao consórcio Chiron/Engidro/Hidra em Fevereiro de 2006.

Em 2008, foi aprovado o primeiro Plano Geral de Drenagem. Nesta versão, para controlo de cheias, considerava-se a construção de reservatórios e um tempo de recorrência de 10 anos (ou seja, a maior chuvada que, estatisticamente ocorre de 10 em 10 anos). Por falta de capacidade financeira, este Plano de 2008 não foi implementado. Em 2015 foi actualizada a versão do Plano Geral de Drenagem de 2008, evoluindo para uma solução que contempla a construção de dois grandes colectores (túneis), bacias de retenção/antipoluição e um tempo de recorrência de 100 anos. Esta versão foi aprovada, por unanimidade, em Reunião de Câmara em Dezembro de 2015. Em 2021 foi celebrado contrato com o consórcio Mota Engil / SPIE Batignolles Internacional para a concepção/construção dos túneis de drenagem de Lisboa.

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Riportico assegurou a fiscalização do Terminal Intermodal de Campanhã

O Terminal Intermodal de Campanhã (TIC), no Porto, representou um investimento de 13 M€, tendo a Riportico Engenharia sido responsável pela fiscalização e coordenação da segurança da empreitada

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Num contrato perto dos 300 mil euros, a Riportico assegurou a fiscalização da obra de construção do edifício que acolhe o terminal, estando ainda no terreno a fiscalizar as últimas obras que decorrem no novo parque urbano junto ao edifício do TIC, nomeadamente a construção de um passadiço de madeira que assegurará o acesso a um lago artificial instalado naquele parque.

A inauguração do Terminal Intermodal de Campanhã, que representou um investimento de 13 milhões de euros, decorreu com a presença dos CEO e COO da Riportico, Ricardo Campos e Davide Borges, respectivamente, e da coordenadora regional do Norte da Riportico, Helena Vieira, que coordenou a equipa de fiscalização e coordenação de segurança em obra.

«É sempre bom quando juntamos a uma obra de engenharia com esta dimensão e complexidade, a importância que este Terminal Intermodal de Campanhã tem para a cidade do Porto e para o seu futuro. São mais de 40 milhões de pessoas por ano que vão passar por aqui, utilizando transporte público e colaborando na descarbonização da cidade. Foi muito importante ter adicionado a esta intervenção um novo parque urbano para a cidade. É um dia feliz para a Riportico, por ter participado nesta obra com a fiscalização de uma das maiores obras de edificação do nosso país, e ter reforçado esta ligação ao Porto, que é capital do trabalho e é também um concelho onde gostamos de trabalhar», afirma Ricardo Campos, CEO da Riportico.

Por sua vez, Davide Borges, COO da Riportico, defende que «através desta obra, a empresa reforça a sua aposta na Região Metropolitana do Porto, juntando mais uma obra emblemática aos diversos projectos em curso».

O TIC reúne, num só ponto, autocarros da STCP e operadores privados, comboios urbanos e de longo curso, metro, táxis e parque de estacionamento para 230 automóveis e 100 bicicletas. Esta oferta de serviços intermodal vai permitir retirar centenas de autocarros pesados de passageiros do centro da cidade, contribuindo para uma redução de 1.776 toneladas equivalentes de petróleo, na baixa do Porto.

A gestão operacional do terminal fica a cargo da STCP Serviços, depois de a obra, que teve início em Setembro de 2019, ter sido gerida pela empresa municipal GO Porto, numa área de 50 mil metros quadrados. O terminal ocupa uma área de 24 mil metros quadrados de área bruta total de construção e uma zona ajardinada de 4,6 hectares.

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Projecto BERD distinguido nos “Portugal Steel Bridges Awards 2022” e“European Steel Bridge Awards 2022”

O projecto da empresa portuguesa foi distinguido, de entre 23 projectos recebidos de toda a Europa, na categoria Special Award: Pontes Modulares

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A associação de Construção Metálica e Mista (CMM) acaba de revelar a empresa portuguesa de engenharia civil como vencedora dos concursos nacional e internacional com o projecto 148 Metallic Modular Bridges for Peruvian Government, localizado no Peru, a BERD – Projecto, Investigação e Engenharia de Pontes S.A.

No âmbito do projecto Portugal Steel, a CMM lançou o concurso “Portugal Steel Bridges Awards 2022”, que se realiza bianualmente, com o intuito de promover e dar visibilidade ao uso criativo do aço na construção de pontes. Destinado a projectos ou construções realizadas por empresas associadas da CMM tornam-se elegíveis projectos de estruturas metálicas, projectadas ou construídas por empresas nacionais.

O projecto Metallic Modular Bridges for Peruvian Government, vencedor do concurso “Portugal Steel Bridges Awards 2022” foi submetido ao concurso internacional “European Steel Bridge Awards 2022”, tendo sido distinguido, de entre 23 projectos recebidos de toda a Europa, na categoria Special Award: Pontes Modulares, por um júri profissional. A cerimónia de entrega dos prémios irá realizar-se no dia 21 de Setembro de 2022, na 10ª edição do International Symposium for Steel Bridges for a Green Planet, que terá lugar em Istambul.

O “Portugal Steel Bridges Awards 2022” representa “uma excelente oportunidade de divulgação da capacidade das empresas portuguesas para a realização de projectos emblemáticos a nível nacional e internacional. Este prémio permite ao associado da CMM, vencedor, aceder ao concurso do prémio internacional “European Steel Bridge Awards 2022”, beneficiando assim de toda a divulgação internacional”, sustenta Luís Figueiredo da Silva, director da CMM.

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APPC elege nova direcção para o triénio 2022-2024

O corpo directivo é presidido por Jorge Nandin de Carvalho e pretende rejuvenescer a associação, dinamizar o sector e preparar os associados para os desafios sociais, ambientais e de financiamento.

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A APPC – Associação Portuguesa de Projectistas e Consultores elegeu a nova direcção para o triénio 2022-2024, presidida por Jorge Nandin de Carvalho, que representa a TPF. O corpo directivo é integrado ainda pelos Vogais Fernando Bagulho (Atelier do Chiado), Alexandre Portugal (COBA), Artur Gomes da Costa (Consulmar), Nuno Costa (Quadrante), Bernardo Matos de Pinho (Tecnoplano) e Miguel Guimarães (Struconcept).

Eleita por unanimidade e já em funções, a nova direcção da APPC tem como lema “Crescer, Capacitar, Comunicar” e pretende rejuvenescer a associação, aumentar o seu impacto e relevância, bem como dinamizar o sector e preparar os associados para enfrentar os desafios sociais, ambientais e de financiamento que se colocam actualmente.

“Defendemos um programa ambicioso que se baseia em fazer crescer a associação em linha com as necessidades do país para dar resposta aos desafios do PRR e do PNI 2023; em capacitar o sector para que este possa estar à altura dos desafios sociais e ambientais com que se depara a sociedade portuguesa; e comunicar com todos os stakeholders para que as novas gerações tenham uma noção clara do valor social da arquitectura e engenharia”, nota o novo presidente da APPC, Jorge Nandin de Carvalho.

Nos primeiros meses do mandato será levada a cabo uma reflexão estratégica para cumprir o objectivo de fortalecer a acção e notoriedade da associação, estando previstas diversas iniciativas para a melhoria dos serviços de arquitectura e engenharia, dinamização do sector e da própria a APPC na qualidade de promotora dos seus associados.

A APPC é uma associação de empresas de consultoria para arquitectura e engenharia que reúne actualmente 140 associados, incluindo algumas das maiores empresas nacionais das áreas de Projecto e de Gestão de Empreendimentos. Criada em 1975, a APPC reúne actualmente empresas responsáveis por um volume de negócios superior a €300 milhões.

“Este é um sector muito prestigiado no estrangeiro, onde as nossas empresas concorrem de igual para igual com líderes de mercado de toda a Europa, destacando-se pela qualidade e preço. Na APPC acreditamos que o nosso sector é determinante para atingir o objectivo do país em exportar 51% do PIB, pois estas empresas, no âmbito dos seus serviços de projecto e procurement, são potencialmente multiplicadoras de exportações da cadeia da actividade de construção, incluindo de materiais de construção, equipamentos e das próprias construtoras”, defende o Presidente da APPC.

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“IPCEI Hy2Tech” mobiliza até 5,4 MM € de apoios europeus

O projecto de interesse europeu comum na cadeia de valor da tecnologia do hidrogénio envolve 41 projectos, promovidos por 35 empresas, de 15 estados membros. O apoio abrange Portugal

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A Comissão aprovou, ao abrigo das regras da UE em matéria de auxílios estatais, um projeto importante de interesse europeu comum («IPCEI») para apoiar a investigação e a inovação e a primeira implantação industrial na cadeia de valor da tecnologia do hidrogénio. O projecto, denominado «IPCEI Hy2Tech», foi preparado e notificado conjuntamente por quinze Estados-Membros: Áustria, Bélgica, Chéquia, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Itália, Países Baixos, Polónia, Portugal, Eslováquia e Espanha.

Os Estados-Membros disponibilizarão até 5,4 mil milhões de euros de financiamento público que deverão desbloquear 8,8 mil milhões de euros adicionais em investimentos privados. No âmbito deste IPCEI, 35 empresas com actividades num ou mais Estados-Membros, incluindo pequenas e médias empresas («PME») e empresas em fase de arranque, participarão em 41 projectos.

“O hidrogénio tem um enorme potencial futuro. É uma componente indispensável para a diversificação das fontes de energia e a transição ecológica. O investimento em tecnologias inovadoras pode, no entanto, ser arriscado para um Estado-Membro ou para uma única empresa. É aqui que as regras em matéria de auxílios estatais para os IPCEI têm um papel a desempenhar. O projecto hoje apresentado é um exemplo de uma cooperação europeia verdadeiramente ambiciosa para um objectivo comum fundamental. Mostra também como a política de concorrência funciona em paralelo com a inovação de ponta, justificou a vice presidente executiva da Comissão, Margrethe Vestager.

O IPCEI abrangerá uma grande parte da cadeia de valor da tecnologia do hidrogénio, incluindo i) a geração de hidrogénio, ii) as pilhas de combustível, iii) o armazenamento, o transporte e a distribuição de hidrogénio e iv) as aplicações dos utilizadores finais, em especial no sector da mobilidade. Espera-se que contribua para o desenvolvimento de avanços tecnológicos importantes, incluindo novos materiais de eléctrodos altamente eficientes, células de combustível mais eficientes e tecnologias de transporte inovadoras, entre as quais se destacam, pela primeira vez, as tecnologias de mobilidade do hidrogénio. Prevê-se que os IPCEI criem cerca de 20 000 postos de trabalho directos.

Os participantes directos cooperarão estreitamente entre si através de numerosas colaborações planeadas e com mais de 300 parceiros externos, como universidades, organismos de investigação e PME em toda a Europa.
Os prazos deste IPCEI variam em função dos projectos individuais e das empresas envolvidas.

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Mercado de trabalho de engenharia cresce significativamente

A Michael Page observou um crescimento de 37% na procura dos perfis de engenharia em 2022 na zona Norte, relativamente ao período homólogo do ano passado

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Este crescimento reflecte a evolução dos centros de engenharia situados na região Norte do país, os quais têm contribuído para o dinamismo do recrutamento no sector, caracterizado pela constante inovação e reinvenção. A disputa de talento tem impulsionado o mercado de emprego, observando-se, este ano, um aumento médio de 15% no valor salarial.

“O aumento exponencial de centros de engenharia e I&D no norte de Portugal tem sido um dos factores mais impactantes no recrutamento global dos perfis de engenharia na região, criando em algumas áreas técnicas uma autêntica inversão na curva deste mercado, onde a procura de talento supera já a oferta de profissionais disponíveis. Quando olhamos para os projectos de recrutamento em Engenharia na Michael Page Porto no último ano, 39% estão já enquadrados nestes centros tecnológicos”, explica Luís Mouta Dias, Manager, Engineering & Manufacturing da Michael Page Porto. “Destacam-se áreas como a automação industrial, impulsionada pela indústria 4.0, que criam uma pressão evidente na procura destes profissionais. O mercado cada vez mais global onde as nossas empresas actuam explica as transformações nos seus processos produtivos, cuja automatização crescente também influencia decisivamente o mercado de recrutamento”, reforço o especialista.

Relativamente às funções mais procuradas em 2022, destacam-se os perfis de engenharia de processo, projecto e desenvolvimento de produto, acompanhando a evolução do mercado e da crescente importância das áreas core de engenharia e processo.

A crescente automatização e optimização de processos produtivos têm resultado numa maior procura de profissionais de engenharia, com destaque para os perfis de electrotecnia, automação e robótica, particularmente na vertente de desenvolvimento e programação de software/hardware. Além disso, com a concretização de vários projectos industriais adiados pelo período pandémico, assiste-se actualmente a uma enorme procura de perfis especializados em gestão de projectos.

A crescente procura de profissionais, tem impulsionado o mercado em termos salariais. Em 2022, a Michael Page observou um aumento médio de 15% no valor salarial praticado para a mesma posição de engenharia face a períodos anteriores no norte do país. A título de exemplo de remuneração no na zona Norte, na área da Indústria, um director-geral pode auferir entre 95 mil e 140 mil euros, um engenheiro de processos e métodos, entre 21 mil e 39,200 euros e um engenheiro de I&D cerca de 42 mil euros. Na área da Construção, um director-geral pode auferir até 105 mil euros e na área Química/Farmacêutica, o tecto salarial para a função de Responsável de Laboratório de Controlo de Qualidade chega aos 42 mil euros. Os valores são referentes a remuneração anual bruta, em euros, sem bónus

Relativamente à preparação académica de profissionais para assumir funções na área da engenharia, as sinergias entre as instituições académicas e as empresas que actuam no mercado, poderiam ser mais reforçadas, de forma a acelerar a integração dos profissionais no mercado de trabalho desta área.

“O profissional de engenharia recém-formado continua a chegar ao mercado com muito pouca aplicação prática dos seus conhecimentos teóricos, o que resulta por vezes num menor entendimento global do seu papel nas organizações”, refere Luís Mouta Dias

No futuro, os desafios passam pelo surgimento de funções relacionadas com a digitalização. Existindo cada vez mais ferramentas e processos de fabrico orientados a uma lógica digital, áreas como a inteligência artificial e o desenvolvimento de autómatos ocuparão um lugar de destaque, inclusive como resposta a uma crescente escassez de recursos humanos e técnicos nos diferentes sectores industriais.

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Aquisições? “Estamos a olhar para o mercado”

“Estamos a olhar para o mercado. Para determinados nichos no mercado em que não temos competências próprias internamente e consideramos que num futuro próximo poderá existir aqui margem de progressão”

Ricardo Batista

Estamos perante a iminência de uma oportunidade perdida? Uma entrada significativa de empresas no mercado nacional com outro tipo de dimensão que possam um espaço que, em situações naturais, poderia ser preenchido por empresas portuguesas?
O facto de estas empreitadas e de estas obras terem, de certa forma, de ser lançadas grandes volumes de obra ao mesmo tempo, porque de outra forma não há hipótese de cumprir os calendários previstos, vai levar grupos internacionais a olharem para o mercado português. E isso não apenas na área do projecto como da construção. Há um outro problema: o sector da consultoria e da engenharia está muito fragmentado. Nós, que somos uma das maiores empresas de projecto de engenharia, mas se nos compararmos com a dimensão das empresas com que temos de ombrear, nomeadamente no mercado externo, estas são 10, 20 ou 100 vezes maiores que a Coba. Se as empresas portuguesas de engenharia se juntassem, iriamos ter uma empresa de média dimensão se comparadas com as grandes internacionais. Isto é um facto. O que poderá acontecer, e já aconteceu com outras empresas, é que o futuro pode trazer-nos alguma apetência dos grandes grupos internacionais para virem às compras. É uma forma fácil e rápida de entrar no mercado. Quanto mais concentração houver, mais prejudicado fica o mercado. Nós temos essa noção, mas são as leis do mercado.

Têm em cima da mesa a hipótese de ganharem dimensão pela aquisição de empresas em Portugal?
Estamos a olhar para o mercado. Para determinados nichos no mercado em que não temos competências próprias internamente e consideramos que num futuro próximo poderá existir aqui margem de progressão. Existem áreas de negócio que nós consideramos, internamente, como novas áreas de actividade, em que temos duas formas de crescer: ou adquirimos empresas com essas competências ou por via de um crescimento orgânico, que seria mais lento. Ambas são hipóteses em cima da mesa. Quando surgir a oportunidade e sempre que identificamos alguma empresa que possa vir a interessar, olharemos para esses casos.

Em que áreas isso poderá acontecer?
Diria que nas áreas ligadas à energia e à transição energética. São áreas com grande potencial. A necessidade que existe nos próximos anos a nível mundial no reforço de toda a área do sector eléctrico é gigantesco. A necessidade de armazenamento de energia, a necessidade de todos os processos e do tipo de processos associados à parte industrial, do hidrogénio, também são fundamentais. A parte dos combustíveis sintéticos…há um novo Mundo que se abriu com esta necessidade de dar resposta à transição energética e que são áreas que são completamente novas para as quais as empresas, nomeadamente a Coba, não tem experiência.

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“Temos todas as condições de isenção para fazer o melhor trabalho. Ao ministro cabe a última palavra”

“Associámo-nos à Ineco como nos podíamos ter associado a uma empresa francesa. Caso o tivéssemos feito, o que diriam? Que estaríamos, eventualmente, privilegiar uma empresa como a ANA que é detida por uma empresa francesa? “

Ricardo Batista

Ao CONSTRUIR, Fernando Prioste considera que qualquer que seja a decisão do Governo a propósito do Novo Aeroporto, a COBA está disponível para fazer parte da solução.

O CEO da COBA, a quem foi entregue, pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes, a realização da Avaliação de Impacte Ambiental do novo aeroporto de Lisboa, previsto para o Montijo, recorda que o processo está em fase de tramitação. “Fomos notificados da adjudicação e estamos a aguardar a assinatura do contrato”, sublinha Fernando Prioste.

Sobre o processo, o ministro Pedro Nuno Santos, que tutela a pasta dos Transportes, manifestou no Parlamento “dúvidas e inquietações” pela escolha da espanhola Ineco, que integra o consórcio com a COBA, para a avaliação ambiental estratégica do Novo Aeroporto de Lisboa. Segundo Fernando Prioste, “a COBA considera que este é um processo político. Não nos cabe a nós opinar sobre a decisão política que está em cima da mesa. Nós escolhemos o parceiro que achámos que teria mais competências para fazer um trabalho de qualidade. Não nos podemos esquecer que o próprio caderno de encargos não permitia a nenhuma empresa portuguesa concorrer sozinha sem parceiros internacionais. Porquê? Porque face às exigências requeridas, nenhuma empresa portuguesa conseguiria cumpri-las. Associámo-nos à Ineco como nos podíamos ter associado a uma empresa francesa. Caso o tivéssemos feito, o que diriam? Que estaríamos, eventualmente, privilegiar uma empresa como a ANA que é detida por uma empresa francesa? Qualquer solução teria sempre prós e contras. Estamos aqui há 60 anos. Temos toda a idoneidade para fazer um trabalho irrepreensível em termos técnicos e nunca estivemos associados a nenhuma força política. Não seria agora que o faríamos. Temos todas as condições de isenção para fazer o melhor trabalho. Ao ministro cabe a última palavra. Como se percebe, este deixou de ser um problema técnico.

Questionado sobre os ‘apartes’ públicos de quem tutela esta pasta, o CEO da COBA deixa claro: “Somos técnicos, não políticos. Não devo comentar as decisões tomadas por este ou outro Governo. Sabemos que tudo isto não é culpa deste ou do anterior Governo, é um processo que se arrasta há mais de 50 anos para decidir a localização do novo aeroporto de Lisboa. Contudo, é claro para toda a gente, e basta ver os noticiários, que esta decisão é mais do que urgente. Nós estamos cá para trabalhar, qualquer que seja a decisão. Se for para avançar com o Estudo de Avaliação Ambiental Estratégica, melhor. Se não for, também estaremos cá para colocar o nosso conhecimento à disposição das entidades públicas para estudar outras hipóteses”.

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Ricardo Batista

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Riportico Engenharia assina contrato para a elaboração do projecto de execução do eixo rodoviário Aveiro – Águeda

O projeto, que inclui o estudo de impacto ambiental, vai ser financiado a 100% pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tendo um prazo de conclusão de 270 dias

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(na imagem: Carlos Fernandes, Vice-presidente IP, Jorge-Almeida, presidente de Câmara de Águeda, Jose Ribau Esteves, presidentes da autarquia de Aveiro, Ricardo Campos, CEO da Riportico Engenharia)

A Riportico Engenharia acaba de firmar, com os municípios de Aveiro e de Águeda, o contrato para a elaboração do projecto de execução do eixo rodoviário Aveiro-Águeda, no valor de 841 mil euros. Este é um dos maiores contratos conquistados pela Riportico, que alcança assim uma quota de mercado de 30% na execução dos projectos deste tipo de infraestrutura ao abrigo do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.

O projecto visa a concretização de uma via de ligação entre os dois municípios, com 14 quilómetros de extensão, num trajecto que passará a fazer-se em 10 minutos, encurtando-se em 40% o percurso actual e em 65% a duração. O contrato foi celebrado pelo CEO da Riportico Engenharia, Ricardo Campos, e pelos presidentes das autarquias de Aveiro e Águeda, José Ribau Esteves e Jorge Almeida, respectivamente.

“Este é um projecto muito importante, numa região com uma comunidade intermunicipal com muitos municípios, que em conjunto têm sabido tornar esta região num polo de atracção de empresas, de geração de emprego e de criação e construção de um Portugal mais exportador», começou por referir o CEO da Riportico.

«Ligar o ponto A ao ponto B pode significar apenas uma estrada, uma obra de engenharia, mas é muito mais que isso. Reflecte aquilo que é a atitude de dois concelhos que se querem aproximar e unir e, através desta infraestrutura, desenvolverem-se do ponto de vista económico e social e criarem condições para que as pessoas possam nas suas terras procurar realização e fixarem-se», afirmou Ricardo Campos.

O novo eixo rodoviário terá o perfil de autoestrada, permitindo, em termos ambientais, uma redução de custos e de tempos de deslocação para cidadãos e empresas, assim como o aumento da segurança rodoviária nas áreas urbanas atravessadas pela antiga EN230, e de promoção do desenvolvimento urbano e empresarial.

«Para a Riportico é uma grande alegria podermos participar neste projecto, aprofundando a nossa ligação aos dois municípios. Deixo aqui uma palavra de compromisso com a dimensão do projecto e com a responsabilidade dos prazos que têm de ser cumpridos. Na Riportico cumprimos 96% dos prazos dos nossos projectos, sendo que temos cada vez mais técnicos a trabalhar neste sector da rodovia», realçou Ricardo Campos.

Nas palavras do presidente da autarquia de Aveiro, «esta é uma infraestrutura muito importante para a região de Aveiro e para o município». «Nas características novas que quisemos colocar, esta infraestrutura vai também ter uma função estruturante na nossa própria rede viária. A solução que está desenhada faz com que esta infraestrutura assuma essa função muito importante de estruturar a nossa rede viária», afirmou José Ribau Esteves, destacando também a importância da ligação destes dois municípios nas dimensões «industrial, urbana, de serviços a vários níveis, social e institucional».

«É uma obra que anda a ser desejada, prometida e falada há muitas décadas. E é absolutamente estruturante e fundamental. No que respeita ao concelho de Águeda, o acesso às autoestradas é absolutamente essencial, mas o acesso à cidade de Aveiro e à sede de concelho do distrito é igualmente determinante para a região. Vamos ganhar muito com esta ligação, não só os dois municípios, mas sobretudo a região», sublinhou Jorge Almeida, presidente do município de Águeda.

A encerrar a sessão, Carlos Fernandes, vice-presidente da Infraestruturas de Portugal, entidade que vai prestar apoio técnico, assessoria e acompanhamento durante as várias fases do projecto e da empreitada, afirmou tratar-se de «uma infraestrutura muito complexa, muito para além daquilo que é normal os municípios deste país construírem. Há aqui um objectivo, mas também um enorme desafio, que é concretizar uma infraestrutura com características que estão habitualmente a cargo da administração central». «No que respeita à Infraestruturas de Portugal, reforço o compromisso de que estaremos aqui a apoiar os municípios nas várias fases», rematou Carlos Fernandes.

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