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Índice de Preços da Habitação regista um crescimento de 12,9% no 1º trimestre

Quanto ao mercado das obras públicas, nos primeiros 5 meses de 2022 assistiu-se a uma quebra no montante dos concursos de empreitadas de obras públicas promovidas, o qual apresenta uma redução de 21% em termos homólogos

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Índice de Preços da Habitação regista um crescimento de 12,9% no 1º trimestre

Quanto ao mercado das obras públicas, nos primeiros 5 meses de 2022 assistiu-se a uma quebra no montante dos concursos de empreitadas de obras públicas promovidas, o qual apresenta uma redução de 21% em termos homólogos

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O Índice de Preços da Habitação registou, no final do primeiro trimestre, um crescimento de 12,9% face a igual período do ano passado, sendo que face ao trimestre imediatamente anterior a subida se fixou nos 3,8%.

Os dados, apurados pelo Instituto Nacional de Estatística e replicados pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), revelam ainda que no mesmo período, foram transaccionados 43.544 alojamentos, num montante global de 8.082 milhões de euros, montantes que traduzem um aumento de 25,8% em número e de 44,4% em valor, face ao trimestre homólogo do ano passado no qual, recorda-se, estiveram em vigor medidas restritivas em resultado da situação pandémica que se vivia. Face ao último trimestre de 2021, verificaram-se decréscimos nas transacções de alojamentos, de 5,1% em número e de 1,7% em valor.

Nos primeiros quatro meses de 2022 foram licenciados 10.297 fogos em construções novas, valor que representa um aumento de 2,7% face a igual período do ano passado. No seu conjunto, o licenciamento de obras de edificação e reabilitação pelas Câmaras Municipais apresenta uma variação negativa de 4,8%, em termos homólogos acumulados. No que concerne aos custos de construção de habitação nova, registou-se, no mês de Abril, em termos homólogos, um aumento do índice de 14,3%, e que resulta de variações de 20,5% no índice relativo à componente de materiais e de 5,8% no índice relativo à componente de mão de obra.

Quanto ao mercado das obras públicas, nos primeiros 5 meses de 2022 assistiu-se a uma quebra no montante dos concursos de empreitadas de obras públicas promovidas, o qual apresenta uma redução de 21% em termos homólogos, e no montante dos contratos de empreitadas celebrados e registados no Portal Base, observando-se uma variação homóloga temporalmente comparável de 51%.

Até ao final do mês de Maio 2022, o consumo de cimento no mercado nacional, registou um crescimento de 4,3% face a igual período do ano passado, totalizando 1.658 milhares de toneladas.

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Matosinhos vai investir 85M€ em habitação até 2026

A Câmara Municipal de Matosinhos e a MatosinhosHabit estão a trabalhar num plano de investimentos que prevê canalizar cerca de 85M€ para a construção e requalificação de habitação social, arrendamento apoiado e programa municipal de apoio ao arrendamento.

Em soluções habitacionais de promoção municipal, serão investidos 57,2 milhões de euros, onde será acrescido o valor investido no Programa Municipal de Apoio ao Arrendamento, cerca de 5 milhões de euros. Relativamente às soluções habitacionais de promoção privada, está destinada uma verba de 22,8 milhões de euros.

“A ambição política e a estratégia municipal, em matéria de habitação, não se restringe à Estratégia Local de Habitação. A perspectiva é mais ampla e enquadra-se no modelo de desenvolvimento municipal, que é multidimensional e persegue objectivos de abertura de oportunidades a todos os cidadãos, de valorização das pessoas e da identidade local, de gestão autárquica financeira, com propósito ambientalmente sustentável, de promoção do bem-estar e da qualidade de vida”, explica Manuela Álvares, presidente do Conselho de Administração da MatosinhosHabit EM.

A Estratégia Local de Habitação para Matosinhos tem previstas várias acções de forma a reforçar a intervenção do município na promoção do acesso à habitação, promover a coesão social, atrair e fixar residentes, qualificar o parque habitacional municipal, promover a qualificação e a coesão territorial e consolidar o modelo territorial municipal.

Este investimento prevê a reabilitação de 400 habitações sociais municipais devolutas para novos realojamentos ao abrigo do regime de arrendamento apoiado, bem como a construção de 384 novas habitações, distribuídas por cinco conjuntos habitacionais, em diferentes locais do município, para atribuição em regime de arrendamento apoiado, ao abrigo do regulamento municipal (São Gens, Estádio do Mar, Atriz Alda Rodrigues, Cruz de Pau e Guifões).
Estão ainda nos planos do município, a aquisição e reabilitação de prédios destinados a 105 habitações sociais (Flor do Infesta), para realojamento ao abrigo do regime de arrendamento apoiado e ainda reabilitação de cinco conjuntos habitacionais municipais, num total de 600 habitações abrangidas (Recarei, Custió, Ponte do Carro, Seixo II e Chouso).

A resposta autárquica à questão habitacional em Matosinhos passa também, pela reabilitação de 48 habitações, distribuídas por 3 conjuntos habitacionais não municipais, e de outras soluções habitacionais especificas tais como situações – sem abrigo, violência doméstica, autonomização de jovens que perfazem total de 109 agregados abrangidos.

Ainda no âmbito das acções previstas da Estratégia Local de Habitação, “destacamos no ano 2022 a reabilitação de 80 habitações municipais para realojamento, a aquisição de 2 prédios destinados à criação de 105 habitações sociais (Flor do Infesta) e início do processo de reabilitação, bem como a abertura de procedimento para a reabilitação dos 5 conjuntos habitacionais municipais atrás referidos (Recarei, Custió, Ponte do Carro, Seixo II e Chouso)”, refere Manuela Álvares.

Em fase de conclusão estão os projectos de arquitectura e especialidades para construção das 384 novas habitações referentes a São Gens, Estádio do Mar, Actriz Alda Rodrigues, Cruz de Pau e Guifões, bem como a reabilitação do Bloco J (Bairro dos Pescadores) de propriedade mista (cinco habitações municipais e três privadas).

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Smart Studio da Asprela adaptado a construção modelar pela dst

A opção pelo construção modular, quando o empreendimento já está numa fase avançada, é justificada pela necessidade de “optimizar um projecto orçamentado em 8,6M€” face ao aumento dos preços dos materiais de construção e garantir prazos de execução

A construtora dst, empresa do dstgroup, levou a cabo a adaptação do projecto da Smart Studios Asprela, no Porto, para construção modular, já com a obra em execução, conseguindo, assim, garantir o cumprimento do prazo de execução da obra que estava condicionado por motivo de colisão com instalações existentes, bem como optimizar o custo fixo e reduzir os desperdícios e resíduos.

“Este projecto ambicioso e inovador, permitiu ainda controlar a qualidade e uniformização dos materiais, conjugando com o equilíbrio de logística de chegada dos materiais à obra. Dentro do projecto, foi adaptada a construção das 221 casas de banho do edifício em monoblocos, tendo o resultado superado todas as expectativas”, sublinha a construtora em comunicado.

O desafio foi optimizar um projecto orçamentado em 8,6 milhões de euros que, face a constrangimentos de prazos, causados pelas dificuldades que o sector da construção enfrenta, precisou de uma solução alternativa eficaz.
“Estudadas as hipóteses, e em conjunto com os vários parceiros de obra, a dst percebeu que único caminho seria o da construção modular. Esta solução, perfeita para dar resposta a muitos dos constrangimentos do sector da construção como a falta de mão de obra ou o aumento do preço dos materiais, permite construir em fábrica e montar onde não existe mão de obra ou onde a mão de obra é mais cara”, refere José Costa, director de produção da dst.

Além disso, o constante desenvolvimento de novos materiais permite o aumento da qualidade e variedade destas soluções modulares. Em termos gerais, “a construção modular envolve a produção de componentes padronizados do edifício numa fábrica externa e, em seguida, uma montagem no local final da obra”, conclui o mesmo responsável.

Recorde-se que o dstgroup tem neste momento um importante projecto de construção modular em curso, com o prestigiado arquitecto Norman Foster, que visa transformar o sector em Portugal. Consiste na criação de um Living Lab que irá desenvolver e promover soluções no campo da construção modular e pré‑fabricação, de modo a responder de forma eficiente às necessidades crescentes do mercado mundial. A concretização deste desafio representa uma área de construção de 4000 m2 e aproximadamente 100 unidades modulares habitáveis no campus do dstgroup, em Braga.

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Enlight: Procura gera 70% de vendas em menos de dois meses

A Fercopor aponta a localização e a diferenciação da arquitectura como os principais atractivos. Localizado junto ao antigo Centro Comercial Dallas, actualmente, apenas seis habitações estão disponíveis para venda

A construção do Enlight está ainda em fase inicial, mas a sua comercialização já ultrapassou os 70%, com apenas seis apartamentos por vender. A promotora imobiliária do empreendimento, a Fercopor, aponta a localização e a diferenciação da arquitectura como os principais atractivos.

Cerca de um mês e meio depois do início da comercialização, estão já encontrados novos moradores para mais de 70% do total de 21 apartamentos que compõe o edifício, localizado junto ao antigo Centro Comercial Dallas. Actualmente, apenas seis habitações estão disponíveis para venda – três T3, dois T4 e apenas um T2.

“Registámos uma procura muito elevada, sobretudo de famílias portuguesas, movidas pelas áreas generosas das divisões, pela diferenciação do projecto arquitectónico e pela localização na Avenida da Boavista”, explica Mário Almeida, administrador da Fercopor. “Sentimos ainda um grande interesse na penthouse do Enlight, localizada no último piso, que também já foi comercializada”, acrescenta. 

O Enlight é assinado pelo arquiteto José Carlos Cruz e destaca-se pela forte ligação entre os espaços interiores, que chegam aos 280,5 m2, e os exteriores, com todas as fracções a apresentarem varandas, pátios ou jardins. O edifício de sete andares tem ainda um ginásio e uma sala comum. 

Este projecto é igualmente “especial” para a promotora porque assinala o regresso da Fercopor aos empreendimentos em plena Avenida da Boavista, onde ergueu o seu primeiro edifício em Portugal, em 1986.

É também nesta localização que a empresa prevê lançar um novo empreendimento de habitação de luxo ainda este ano. O novo projecto terá igualmente assinatura de José Carlos Cruz, que desenhou um condomínio fechado, pensado para a Rua Ciríaco Cardoso.

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Loures lança concurso para obra de controlo de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures

A Câmara Municipal de Loures aprovou o lançamento do concurso público simplificado, no valor de 5 M€ para a obra de controlo sustentável de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures, com o objectivo de controlar o risco de inundações

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A Câmara Municipal de Loures aprovou o lançamento do concurso público simplificado para a obra de controlo sustentável de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures, com o objectivo de controlar o risco de inundações nesta que está identificada como uma “zona crítica”.

Esta obra representa uma despesa superior a cinco milhões de euros e beneficiará de financiamento comunitário, no âmbito do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos. Os trabalhos a desenvolver, que serão divididos em três lotes, têm um prazo de execução de 365 dias.

Com esta intervenção, a autarquia pretende, conforme se refere na proposta aprovada na reunião camarária, “garantir uma intervenção estrutural estratégica de controlo sustentável de cheias na várzea de Loures, numa extensão de cerca de 23 km e 18 linhas de água”.

Para tal, serão concretizadas três estratégias principais: redução do caudal afluente à zona crítica, promoção do escoamento rápido das áreas com riscos mais elevados e regulação do sistema fluvial.

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Enquanto o ‘Dubai´ na Madeira segue a bom ritmo, Socicorreia prepara lançamento no Porto

É o maior investimento privado do arquipélago da Madeira e está avaliado em 300 milhões de euros. O ‘Dubai na Madeira’ é a aposta da Varino, que une os grupos AFA e Socicorreia, envolve sete gabinetes de arquitectura e pretende criar uma nova centralidade, moderna e sustentável. Em entrevista ao Construir Custódio Correia falou deste de outros projectos que o grupo se prepara para lançar

“O empreendimento ‘Dubai’ Madeira situa-se na Estrada Monumental, junto ao Fórum Madeira, e integra 9 lotes que correspondem a 70 mil m2 de construção, envolvidos por cerca de 20 mil m2 de zonas verdes e arruamentos. No ‘Dubai’ Madeira nascerão 400 fracções destinadas à habitação (de T1 a T4 e destinados à classe média/alta) e comércio, todas com vistas mar e onde não circularão veículos à superfície, em prol da sustentabilidade e da neutralidade de carbono”, resume Custódio Correia, CEO da Socicorreia, ao CONSTRUIR. O projecto, avaliado em 300 milhões de euros, é feito através da Varino, a sociedade que o grupo detém com a AFA.

O ‘Dubai na Madeira’ envolve seis gabinetes distintos, para além do próprio departamento de arquitectura do grupo Socicorreia, o qual é, aliás, responsável pelos dois primeiros edifícios. Da lista de ateliers constam a Trama Arquitectos, Bruno Martins Arquitecto, RH+ Arquitectos, Vítor Vitorino Arquitecto, Ordem e ASSO.

Porquê dividir este projecto por vários arquitectos ao invés de optar por um único gabinete? Além do nome, Dubai é inspiração?
Poderíamos ter optado pelo caminho mais fácil – escolher apenas um arquitecto que projectasse todos os edifícios – no entanto, foram seleccionados criteriosamente sete gabinetes de arquitectura regionais e nacionais que, prontamente, aceitaram o desafio da criação de uma nova centralidade de luxo com prédios distintos, mas igualmente atractivos, e com soluções energéticas eficientes. O objectivo é a criação de uma competição saudável, onde não existirão vencedores nem vencidos. Foram dadas algumas indicações relativamente à cor, elegância, sobriedade e foi ainda pedido que fosse tirado o máximo partido das vistas e da exposição solar. O Dubai é, sem dúvida, uma inspiração pela exclusividade dos projectos que lá se encontram e que é algo que pretendemos fazer neste terreno da Estrada Monumental.

Em que ponto é que nos encontramos deste projecto e qual a previsão de conclusão do mesmo?

Neste momento, estamos numa fase já avançada do primeiro edifício – Edifício Varino 05 – que tem conclusão prevista para o próximo ano. Ainda este ano avançaremos com a construção do Edifício Varino 07 que tem conclusão prevista para 2024. Ambos os edifícios são da autoria do departamento de arquitectura da Socicorreia. A previsão de término das obras dos últimos dois edifícios – Varino 13 e 14 – está entre 2028 e 2030. Conta com 34 apartamentos e quatro espaços comerciais, que estão praticamente todos comercializados.

Qual o montante de investimento global do projecto? Este é o momento certo para o realizar?

O mercado imobiliário português está a passar por uma óptima fase e a comercialização dos apartamentos do Grupo Socicorreia e da Varino e todas as regiões em que nos encontramos têm acompanhado esse bom momento. Por esta razão, achamos que é o momento ideal para lançar este projecto que representa o maior investimento privado na Região Autónoma da Madeira e que ascenderá aos 300 milhões de euros de investimento. Para financiá-lo vamos recorrer a capitais próprios de ambos os grupos, AFA e Socicorreia, e, se necessário, recorreremos também à banca.

Este investimento junta-se a outros que a Socicorreia está a desenvolver…
Sim. Neste momento, na Ilha da Madeira o Grupo Socicorreia está a construir o Condomínio Fechado Século XXI, onde se inserem cinco Edifícios Século XXI (18, 19, 20, 21 e 22). Está localizado numa das mais privilegiadas zonas da cidade do Funchal, nas Virtudes, e para além do fácil acesso a todos os serviços necessários ao dia-a-dia, está a apenas a 2 minutos do centro da cidade. Todos os apartamentos deste condomínio privado de luxo têm vista mar e os seus residentes poderão disfrutar de piscina, parque infantil e área fitness, envolvidos por cerca de 3000 m2 de jardins. Ainda na ilha da Madeira, temos em fase de projecto, um novo condomínio privado de luxo. Esta modalidade tem sido muito bem aceite por todos aqueles que escolhem a região para viver e a procura tem sido bastante elevada.
Nos Açores, mais concretamente na marginal de Ponta Delgada, está em curso o Sea Lux 02 e outros dois empreendimentos estão em fase de projecto, um deles também com o conceito de condomínio privado.
No norte do país, numa das mais carismáticas ruas do centro da cidade de Braga, na Rua dos Chãos, reabilitamos um prédio composto por 6 fracções habitacionais de luxo de tipologias T1 e T2. Mas a próxima grande aposta do Grupo Socicorreia, será no Porto onde está em fase final o lançamento de um novo empreendimento de luxo.

Projectos que se somam ainda aos projectos imobiliários promovidos pela Varino. Para além do ’Dubai na Madeira’ o que têm actualmente em curso?
Neste momento, temos projectos em Lisboa e no Funchal. Na capital, estão em comercialização o Varino 03, 04 e 06 na privilegiada freguesia das Avenidas Novas e, no Funchal, estão em comercialização o Varino 05 e 07.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Universidade do Porto com investimento de 18,7 M€ para duas novas residências e requalificação de outras quatro

Com um apoio de 11,3 milhões vindos do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, o investimento vai trazer, até 2025, mais 205 novas camas para a cidade

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A maior fatia deste “plano ambicioso”, como lhe chama a U.Porto, são os 4,6 milhões de euros que serão aplicados numa nova unidade de alojamento a nascer na Rua da Boa Hora, no edifício que actualmente serve de sede ao Centro de Desporto da Universidade do Porto e também alberga salas de aulas da Faculdade de Belas Artes.

Serão 151 camas, número que, afirma a instituição, “vai permitir quadruplicar a oferta de alojamento no Polo I (Centro), actualmente limitado a 74 camas na Residência Aníbal Cunha e na Residência Bandeirinha”.

A segunda nova residência vai ficar na Viela da Carvalhosa, em Cedofeita, e vai somar 54 camas à oferta da Universidade. Com um financiamento de 1,5 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência, o edifício já se encontra em reabilitação e deverá estar concluído até Maio de 2023.

O financiamento do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior vai ainda disponibilizar cinco milhões de euros para a renovação das residências Alberto Amaral (1,5 milhões), Campo Alegre III (400 mil euros), Jayme Rios de Sousa (972 mil euros) e Novais Barbosa (2,3 milhões), totalizando o investimento sete milhões de euros.

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Arié e Europi adquirem o Lx Factory

Os novos donos asseguram que pretendem manter a identidade e património cultural únicos do Lx Factory, o qual continuará a destinar-se a escritórios, retalho e restauração, bem como a manutenção do seu look & feel industrial

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O Lx Factory foi adquirido por uma joint venture entre o Grupo Arié e o Europi Property Group, num processo de investimento gerido pela Bedrock Capital, não tendo o montante da transacção sido divulgado. O vendedor, um fundo gerido pela KEYS REIM, uma gestora de activos francesa, detinha a propriedade e a gestão do Lx Factory desde 2017.
“Este local tornou-se num verdadeiro hub criativo e reflecte a convicção da Keys em projectos mixed-use e de promoção concebidos para oferecer uma experiência local única. Em linha com a estratégia do fundo, a venda do LX Factory permite a cristalização da estratégia de gestão para os activos implementada desde a sua aquisição”, justifica Nabil El Fahli, CIO da Keys Reim.

A Arié, a Europi e a Bedrock pretendem manter a identidade e património cultural únicos do Lx Factory, o qual continuará a destinar-se a escritórios, retalho e restauração, bem como a manutenção do seu look & feel industrial. Estão a ser desenvolvidos planos para reabilitação gradual dos espaços e introdução de melhorias ao nível das zonas exteriores e da organização do trânsito automóvel.

“O Lx Factory apresenta uma oferta única de espaços de retalho, escritórios, restaurantes e eventos/culturais, sendo simultâneamente um dos mais populares destinos turísticos da cidade de Lisboa. Estamos convictos de que o Lx Factory irá beneficiar de forma muito significativa dos projectos residenciais e de escritórios previstos para esta zona de Alcântara, bem como da melhoria prevista das assessibilidades, como a futura estação de metro e a ponte pedonal que permitirá um acesso directo ao rio”, João Tenreiro Gonçalves, Executive Partner da Bedrock Capital

A estratégia de aquisição insere-se no actual contexto de regeneração urbana em Alcântara, a qual conta já com o novo Hospital CUF Tejo, e para a qual está previsto para os próximos anos o desenvolvimento de diversos projectos de escritórios e residenciais, bem como de uma escola internacional.

“É nossa intenção investir nos edifícios existentes e expandir a oferta de serviços. Esta aquisição demonstra o nosso compromisso em investir em Portugal, onde ao longo dos últimos 12 meses já construímos um portfolio de 10 activos logísticos com uma área total de cerca de 150.000 m2. Estamos a assistir a um forte crescimento e a tendências demográficas favoráveis nas cidades de Lisboa e do Porto, as quais se estão a tornar destinos preferenciais para diversas empresas internacionais. Factores como a abundância de talento em Portugal, o custo de vida acessível e o clima favorável têm vindo a contribuir de forma decisiva para tal evolução. Estamos particularmente entusiasmados em expandir a nossa parceria com a Bedrock Capital e com o Grupo Arié.” Jonathan Willén, CEO da Europi.

Os compradores foram assessorados pela Morais Leitão, CBRE, EY e Howden M&A. O vendedor foi assessorado pela Garrigues.

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Solyd conclui primeiros dois edifícios do Lago Altear e já começou a entregar apartamentos

Situado na Alta de Lisboa, o empreendimento é constituído por três edifícios, estando os Blocos A e B a ser agora escriturados, e o Bloco C encontra-se 90% vendido. O Lago Altear nasce pelas mãos do arquitecto Arnaldo Pimentel Barbosa e a construção esteve a cargo da construtora UDRA, que integra o Grupo San José

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A primeira fase do projecto Altear, constituída por 10 edifícios, tem os seus primeiros dois edifícios concluídos, os Blocos A e B do LAGO ALTEAR. A promotora imobiliária Solyd Property Developers encontra-se actualmente a entregar aos novos moradores as chaves para a sua nova casa. O empreendimento Lago Altear Blocos A e B foi o primeiro lançamento do projecto, que arrancou em Março de 2019, com a oferta de 101 novos apartamentos e 7 espaços comerciais.

Com apartamentos com tipologias T1 a T5 e áreas que vão dos 91 m2 aos 340 m2, o Bloco A conta com 39 apartamentos e 3 espaços comerciais e o Bloco B com 62 apartamentos e 4 espaços comerciais. O Lago Altear nasce pelas mãos do arquitecto Arnaldo Pimentel Barbosa e a construção esteve a cargo da construtora UDRA, que integra o Grupo San José.

Com acabamentos de “excelente qualidade, varandas amplas, cozinhas totalmente equipadas com eletrodomésticos de topo, ginásio, lobby decorado, estacionamento com pré-instalação para mobilidade eléctrica e arrecadações privativas”, escreve o promotor em comunicado.

A preocupação com o bem-estar dos residentes faz-se a par com a preocupação ambiental. A sustentabilidade do empreendimento é garantida de diversas formas. Seja através da proximidade a transportes públicos e zonas verdes, promovendo uma mobilidade mais verde seja através do recurso a materiais de elevada qualidade, criteriosamente selecionados. Por exemplo pavimentos de alta durabilidade, ar condicionado com alta eficiência energética, cozinhas totalmente equipadas com eletrodomésticos de topo, torneiras com redução de caudal e mecanismos de descarga inovadores que permitem uma poupança de água até 70% preservando a experiência de utilização.

O empreendimento foi pensado com foco na eficiência e possui um elevado conforto térmico e acústico, fruto do excelente nível de isolamento em fachadas, cobertura e áreas comuns, e da caixilharia e vidros com características técnicas com os mais altos padrões de qualidade. Os sistemas de arrefecimento e aquecimento de elevado rendimento, de aquecimento de águas com apoio de painéis solares e de ventilação individualizada, contribuem igualmente para a certificação energética A de todos os apartamentos.

O empreendimento Lago Altear oferece ainda um terceiro edifício, o Bloco C, que se encontra actualmente 90% vendido e cuja construção avança a um bom ritmo.

Sob o conceito “Um novo centro em Lisboa” onde “mais do que morar, tem tudo para viver”, o Altear totaliza, na primeira fase, cerca de 200 milhões de euros de investimento e uma área total de construção superior a 120.000 m2.

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NUMA dá o pontapé de saída na expansão para o mercado português

O edifício que durante décadas serviu de sede à Federação Portuguesa de Futebol será convertido no primeiro hotel digital do Grupo NUMA em Portugal. Este é o primeiro de vários negócios que estão no pipeline de investimento do grupo alemão e que têm as cidades de Lisboa e Porto como alvo

Lisboa será a primeira cidade portuguesa a juntar-se à lista de cidades europeias onde o grupo alemão NUMA está já presente. O grupo com sede em Berlim prevê inaugurar o seu novo hotel digital em Lisboa no segundo trimestre de 2024. O hotel irá ocupar a antiga sede da Federação Portuguesa de Futebol, junto ao largo do Rato, em Lisboa. Um negócio possível depois do grupo ter entrado em acordo com os novos proprietários do edifício, uma joint venture de dois investidores de private equity, a Bizau Capital Partners e a ADMAR SCR, para a locação da antiga sede da FPF.
O novo hotel terá 77 quartos, que irão alargar a oferta da capital em mais 154 camas, totalizando 1600 metros quadrados.

O novo NUMA Lisboa será, à semelhança das outras unidades do grupo, totalmente digital. “Acabou o tempo de espera na recepção como acontece nos hotéis tradicionais. Isto poupa os hóspedes do hotel a muito stress, no caso de, por exemplo, precisarem de chegar rapidamente ao aeroporto. No hotel NUMA é possível fazer o check-out no táxi a caminho do aeroporto”, explicou o grupo ao CONSTRUIR.

Todos os serviços, tais como reservas, coordenação e marketing são geridos centralmente na sede do NUMA em Berlim. A coordenar estes serviços para todos os hotéis do grupo está uma equipa de “especialistas experientes em hotelaria”. Mas em cada cidade o grupo tem as suas próprias equipas, “que atendem imediatamente aos desejos dos hóspedes do hotel”. Um serviço que pode ser avaliado nos portais dos utilizadores.

Este conceito eficiente e contactless permitiu ao NUMA alcançar números recorde, mesmo em tempos de pandemia. O ano passado, segundo o grupo, a operação “gerou um crescimento das receitas de 500% com mais de 2.500 unidades (hoje em dia mais de 3.000 unidades), com uma taxa de ocupação de 85%, apesar da COVID, e 230% acima da média do mercado em toda a Europa”, revela o grupo ao Construir. Números que segundo os seus responsáveis atestam que “o modelo inovador NUMA provou ser resistente a condições de mercado mais desafiantes, como foi o caso do ano de 2021. O rápido crescimento do NUMA em toda a Europa mostra o quanto os mercados europeus estão à espera de soluções novas e inovadoras na indústria hoteleira”.

São estes números que o grupo sublinha na altura de estabelecer parcerias com investidores, proprietários, promotores imobiliários, e operadores hoteleiros para criar soluções baseadas em tecnologia. “Cerca de 80% dos processos hoteleiros tradicionais podem ser digitalizados, o que poupa não só tempo mas também recursos e custos fixos. Muitos operadores de hotéis tradicionais não terão outra escolha senão adaptarem-se”, defende o grupo.

Parcerias estratégicas nos mercados
“O Grupo NUMA é muito flexível. Em primeiro lugar, estamos interessados em contratos de arrendamento de longo prazo para grandes projectos, por exemplo, mais de dez anos, contratos de gestão e franquia e aquisições. Depende do caso particular e do parceiro. O Grupo NUMA está constantemente à procura de localizações nas principais cidades europeias, com uma área bruta de cerca de 500 a 8000 metros quadrados, com cerca de 10 a 250 unidades. Procura tipos de propriedades hoteleiras existentes ou potenciais, como hotéis ou edifícios de apartamentos comerciais ou para conversões de escritórios com a possibilidade de apartamentos de curta duração, espaços residenciais em cidades com licenças para aluguer de curta duração e projectos de desenvolvimento”, inúmera o grupo.

Ainda segundo o grupo a tecnologia desenvolvida permite um aumento de lucros “até 40%, para os para os operadores hoteleiros através dos processos de negócio automatizados, preços inteligentes, e taxas de ocupação mais elevadas. “Estamos a construir uma classe de activos para a nova geração de viajantes. O NUMA distingue-se dos hotéis tradicionais, tanto em termos de experiência dos hóspedes como de parceiros imobiliários. O nosso modelo permite um melhor retorno do investimento do que um hotel tradicional. Uma vez que este novo mercado é altamente atractivo, não partilhamos detalhes sobre as nossas parcerias”, sustenta.

O Grupo NUMA trabalha com empresas cotadas em bolsa como parceiros para fornecer financiamento, pelo que o valor do investimento só pode ser divulgado em “casos excepcionais”. Um desses casos excepcionais foi a parceria estratégica entre o NUMA e a LaSalle Investment Management, uma das empresas líderes em investimento imobiliário, que inclui um volume de investimento de 500 milhões de euros para aquisição, reforma e operação de unidades hoteleiras localizadas nos centros urbanos na Europa Ocidental. Identificados estão já 15 activos localizados no Reino Unido, Espanha, Itália e Holanda que representam um volume de investimento superior a 450 milhões de euros.

Portugal pode estar fora desta parceria, mas já despertou a atenção do grupo alemão. “Para o NUMA, Portugal é um dos mais importantes mercados europeus do futuro, com grande importância estratégica. Acreditamos que o nosso modelo de sucesso comprovado é perfeito para as características do mercado local em Portugal, como um destino de viagem altamente atractivo”, afirma o grupo.

“Logo no início da nossa entrada no mercado português, em Lisboa, estamos muito satisfeitos por podermos oferecer aos nossos futuros hóspedes, um edifício histórico que já foi frequentado pela selecção portuguesa e por futebolistas reconhecidos. Isto é exactamente o que o NUMA representa: experiências de viagem excepcionais para os nossos hóspedes, aquilo a que chamamos “estadias com alma”. O nosso objectivo claro com o NUMA é estabelecer uma geração completamente nova de hotéis e alojamentos de curto prazo, inovando também a indústria hoteleira em Portugal”.

Em Portugal, como em toda a Europa, o Grupo NUMA concentra-se em propriedades hoteleiras e comerciais em locais centrais das grandes cidades. “Temos como alvo os distritos movimentados e os principais locais com maior procura turística e de pessoas que viajam em trabalho”. Para além do NUMA em Lisboa, o Porto também está no topo das preferências do plano de expansão do Grupo em Portugal. “Outros projectos em Portugal também já estão no pipeline e iremos informar o público assim que os contratos forem assinados. Estamos sempre muito interessados em propostas que nos pareçam adequadas, especialmente nas cidades de Lisboa e do Porto”, salientam.

O culto da individualidade

A alimentar o crescimento e a preferência por este tipo de serviço estão os “turistas modernos” e, claro está “os viajantes em trabalho”, que privilegiam a rapidez, eficiência e facilidade que um serviço primordialmente digital oferece. “O número de viajantes aumentou com os vários AirBnB disponíveis. Agora estes têm mais dinheiro e procuram maior conforto, mas a procura por individualidade e autenticidade permanece ou até aumentou. As pessoas procuram por espaços com estilo arquitectónico moderno, não querem perder tempo nos balcões da recepção e também não querem estar presos a horários fixos para pequenos-almoços, mas sim ter a sua própria cozinha para realizar as suas refeições. Também procuram uma rápida ligação à Internet. E têm uma afinidade digital e apreciam a máxima flexibilidade”.

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Sonae Capital investe 1,5 M€ em renovação de unidade em Tróia

Inserido no Troia Resort, a renovação teve como objectivo o reposicionamento da oferta para o segmento de luxo. O projecto de interiores é da responsabilidade das arquitectas Inês Coelho e Nicola Abreu, integradas na equipa do engenheiro Pedro Guimarães, da Sonae Sierra. Já as obras de arte contemporânea, com assinatura de Tamara Alves, envolvem os visitantes numa missão de interpretação do capital natural do destino

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A Sonae Capital investe na renovação do The Editory by The Sea, inserido no Troia Resort, com objectivo de reposicionar a oferta para o segmento de luxo. A unidade, com 132 apartamentos, contou com um investimento de cerca de 1,5 milhão de euros, e inclui a transformação dos espaços e o investimento em arte contemporânea, sabe o Construir.

O novo cinco estrelas, o antigo Tróia Lagoa numa, conta com 16 pisos, onde a natureza é a anfitriã dos recantos, influenciando as intervenções artísticas e interferindo na conceptualização de espaços de fruição natural que se expressam para lá das janelas. Entre tons neutros, madeiras claras e plantas, a decoração é sofisticada ao mesmo tempo que aconchega cada pausa numa espécie de jardim interior que inspira a relaxar.

O projecto de interiores é da responsabilidade das arquitectas Inês Coelho e Nicola Abreu, integradas na equipa do engenheiro Pedro Guimarães, da Sonae Sierra.

São nove tipologias que se dividem entre 65 estúdios e 67 suites de linhas modernas e funcionais, com kitchenette equipada, varanda privada, room service disponível 24 horas, wifi e chromecast.

Com piscina interior aquecida e piscina exterior, The Editory by The Sea dispõe ainda de um ginásio aberto 24 horas por dia, Wellness Center e duas salas de reunião com capacidade até 100 pessoas. Programas de passeio, aluguer de bicicletas, observação dos golfinhos, trilhos pedestres, entre tantas outras propostas, são uma declaração de amor à Península e a todos os seus segredos naturais.

À chegada, é impossível ficar indiferente ao mural da artista plástica Tamara Alves que, em parceria com a Underdogs, desenvolveu três trabalhos para The Editory by The Sea. “Eco de um corpo na cal viva” é o título de uma obra emblemática que faz o acolhimento em pleno lobby, transmitindo a perspectiva de que o hotel é uma montra do paraíso natural que é Tróia: “a vegetação cobre este local onde cresce, o silêncio ocupa-nos, pássaros pernoitam no nosso coração melancólico e percorremos pela última vez com o olhar o quarto de hotel, sobre aquilo que deixamos para trás”, destaca Tamara Alves.

A artista desenvolveu ainda as aguarelas Troia I e II, enquanto interpretação da experiência de Tróia, “trazendo um pouco do que deixamos ao entrar no hotel, um pouco do que podemos observar e reconhecer, guardar na memória, não só as cores, mas os cheiros. Uma pequena experiência imersiva que sensibiliza o observador a ficar mais consciente do que tem a sua volta”, refere.

Com assinatura de Tamara Alves, as obras de arte contemporânea envolvem os visitantes numa missão de interpretação do capital natural do destino e em toda a sua herança de ecossistema único, preservado e para respeitar. Ao longo do ano, exposições temporárias reforçam a mensagem de pacto sustentável, presente em todo o hotel.

O foco na sustentabilidade posiciona The Editory by The Sea como embaixador do combate ao desperdício, da redução dos consumos energéticos, passando pela alteração de procedimentos para melhores certificações energéticas. Destaca-se a aposta numa maior integração da economia circular e em pequenas acções diárias que, em articulação com cada Cliente, influenciam consciências e atitudes que contribuem para um projecto conjunto de protecção ambiental.

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