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“É fundamental que os arquitectos voltem a aproximar-se dos centros de decisão”, alerta a presidente da OASRLVT

“O papel da Ordem enquanto organismo agregador pode ser determinante mas, para tal, os membros têm de estar mais unidos e mais próximos da própria Ordem”.

Ricardo Batista
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“É fundamental que os arquitectos voltem a aproximar-se dos centros de decisão”, alerta a presidente da OASRLVT

“O papel da Ordem enquanto organismo agregador pode ser determinante mas, para tal, os membros têm de estar mais unidos e mais próximos da própria Ordem”.

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“Os arquitectos afastaram-se da política e é fundamental que voltem a aproximar-se dos centros de decisão”. O alerta foi dado por Helena Botelho. A presidente do Conselho Directivo da Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo da Ordem dos Arquitectos alertou, durante a conferência “Arquitectura e Território” para o facto de haver apenas um arquitecto entre os 230 deputados que compõem a XV Legislatura, sublinhando que “quando tomarmos consciência de que não temos arquitectos na política é que percebemos que muitos dos problemas de que nos queixamos resultam disso mesmo”.

No âmbito do Archi Summit 2022, que decorre até 15 de Julho no Palácio Ford, no Porto – e do qual o CONSTRUIR é parceiro de media-, Helena Botelho integrava um painel juntamente com responsáveis de várias outras secções regionais e dissertava sobre a importância de uma mobilização geral de arquitectos na defesa de uma melhor qualificação não apenas do espaço público, ordenamento do território, mas na defesa intransigente da melhoria de qualidade das políticas de habitação.
Ao CONSTRUIR, a presidente do Conselho Directivo da Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo da Ordem dos Arquitectos reconhece que não sabe de quem é a culpa, mas considera fundamental que “os arquitectos estejam próximos dos centros de decisão”. “Temos de ser chamados a participar e acredito que essa participação política é fundamental.

“O papel da Ordem enquanto organismo agregador pode ser determinante mas, para tal, os membros têm de estar mais unidos e mais próximos da própria Ordem”. Segundo Helena Botelho, “temos de pensar juntos, participar juntos. Somos muitos, em algumas zonas bastante dispersos mas se tivermos essa intervenção política será muito mais fácil de conquistar um território que ainda não conquistámos”. “Se olharmos para os arquitectos que têm agora 70, 80, 90 anos, eram arquitectos que eram activos politicamente, independentemente da sua filiação. Eram pessoas que, do ponto de vista politico tinham um papel activo. E é importante que cada um, no seu território, no que conseguir, todos juntos com a Ordem, lute por essa participação na medida em que cada um consegue mas conseguimos muito mais juntos”.

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2ª edição do Prémio de Arquitetura do Algarve recebe candidaturas

Nesta 2ª edição, poderão concorrer todas as obras concluídas entre o dia 1 de Janeiro de 2017 e 31 de dezembro de 2021

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No sentido de divulgar a importância da arquitectura da região algarvia e consequentemente reconhecendo o mérito dos seus membros, a Secção Regional do Algarve da Ordem dos Arquitectos encontra-se lançou a segunda edição do Prémio de Arquitectura do Algarve. As candidaturas decorrem até 31 de Agosto.

Esta distinção consiste na atribuição de um prémio anual à melhor proposta apresentada a concurso, em cada uma das categorias propostas, nomeadamente Habitação unifamiliar ou bifamiliar, Habitação coletiva, Equipamentos, serviços e indústria, Reabilitação e Arquitectura e paisagem.

Apenas podem candidatar-se obras da autoria de membros da Ordem dos Arquitectos, com inscrição e situação regularizada e as mesmas deverão estar concluídas e localizadas na área geográfica dos 16 municípios da região do Algarve, com alvará de utilização emitido, ou no caso de obras públicas, com documento da respectiva recepção provisoria emitida, entre 1 de Janeiro de 2017 e 31 de Dezembro de 2021.

O prémio será entregue em Outubro de 2022, por ocasião da cerimónia do Dia Mundial do Arquitecto.

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Exposição “Prisma” de Vhils vista por 90 mil visitantes

‘Prisma’ é uma obra composta por imagens que representam o quotidiano de nove metrópoles: Cidade do México, Cincinnati, Hong Kong, Lisboa, Los Angeles, Macau, Paris, Pequim e Xangai. A exposição foi inaugurada no dia 30 de Março e termina a 5 de Setembro. Até ao momento já contou com mais de 90 mil visitantes

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A exposição “Prisma” de Vhils, já conta com mais de 90 mil visitantes até ao momento. Pode ainda ser visitada até ao dia 5 de setembro na Galeria Oval do maat – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, em Lisboa.

Nesta exposição, Vhils mostra uma proposta monumental e inesperada realizada em vídeo, uma das linguagens que tem vindo a aprofundar recentemente. Prisma guia os visitantes por uma interacção imediata com realidades e situações do dia-a-dia de nove cidades estrangeiras – Cidade do México, Cincinnati, Hong Kong, Lisboa, Los Angeles, Macau, Paris, Pequim e Xangai. O artista transforma a Galeria Oval do museu num labirinto urbano e proporciona uma experiência imersiva, onde efeitos de escala, tempo e luz são manipulados.

O processo criativo para a exposição começou há alguns anos, mas teve o seu culminar durante o pico da pandemia, momento em que toda a humanidade foi afectada por um acontecimento global. Com esta obra, o autor pretende reflectir sobre o avanço das forças da globalização, que nem a estagnação da pandemia conseguiu travar. Além disso, permite uma reflexão sobre a homogeneização das sociedades e um apelo à unidade.

Também até 5 de Setembro pode ser visitada a exposição Interferências – Culturas Urbanas Emergentes, que afirma diferentes expressões da cultura urbana, explorando itinerários narrativos da cidade através de um diálogo que privilegia o museu enquanto espaço crítico e lugar de encontro entre várias comunidades e sensibilidades.

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9M€ e um concurso de arquitectura para reabilitar Fábrica do Arquinho

A Câmara Municipal de Guimarães vai lançar um concurso de arquitectura para reabilitar a Fábrica do Arquinho, adquirida pela autarquia em 2020. O espaço irá acolher os laboratórios de Engenharia Aeroespacial da Universidade do Minho e a Fibrenamics

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A Câmara Municipal de Guimarães adquiriu, em Julho 2020, a antiga Fábrica do Arquinho, localizada na área citadina, envolvida pela Avenida D. Afonso Henriques, pela Rua da Caldeiroa e pela Rua Colégio Militar.
Depois de terminado o levantamento topográfico e geométrico do imóvel, o Município de Guimarães está agora em condições de receber propostas para o espaço que irá acolher os laboratórios de Engenharia Aeroespacial da Universidade do Minho e a Fibrenamics.

As obras de requalificação e adaptação da Fábrica do Arquinho serão realizadas com recurso a verbas do Município de Guimarães e da Universidade do Minho. Serão necessários entre 7,5 a 9 milhões de euros para executar o projecto na totalidade. O executivo municipal está já a preparar uma candidatura para conseguir o apoio de fundos comunitários de modo a assegurar o financiamento necessário.

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Alentejo: “A Ordem está agora mais próxima dos problemas locais”

A presidente da recém-criada Secção Regional do Alentejo da Ordem dos Arquitectos fala dos desafios daquele organismo num território que, estando longe de ser pobre, é disperso e obriga a uma maior ‘unidade’ entre os profissionais. Cláudia Gaspar adianta ainda que o PRR não será tábua de salvação na região mas, qualquer que seja o caminho, os arquitectos querem fazer parte do processo de encomenda

Ricardo Batista

“Os princípios da Ordem mantêm-se, com as preocupações naturais da arquitectura e do momento, e de um modo transversal. A Ordem continua a ser uma, mas está agora mais próxima das entidades locais, da sociedade, mais próxima dos problemas locais”.

Dois anos depois de tomar posse como a primeira presidente do Conselho Directivo do Alentejo da Ordem dos Arquitectos, Cláudia Gaspar traça um balanço positivo da nova organização daquele organismo, sublinhando que entre as prioridades da nova secção esteve sempre “o reconhecimento das mais valias existentes localmente, dos saberes locais”.

“Estamos hoje mais próximos das dificuldades que os arquitectos têm na sua prática quotidiana, sejam os que trabalham na Administração publica, os que trabalham nos seus gabinetes privados ou os que são trabalhadores independentes, uma grande maioria da realidade do Alentejo”, salienta Cláudia Gaspar, à margem de um painel dedicado ao Território e que reuniu, no Archi Summit, os presidentes de algumas das novas secções regionais da Ordem dos Arquitectos.

Para a responsável pela estrutura do Alentejo, naquela região, extensa, os arquitectos têm a particularidade de trabalhar num território disperso, de forma dispersa e muitas vezes de costas voltadas uns para os outros.

“Uma das nossas premissas tem sido conseguir colocar os arquitectos a dialogar entre eles mas, acima de tudo, fazer a ponte entre a arquitectura e a sociedade, com uma série de actividades de divulgação da arquitectura, conferências, mesas redondas”, assegura, sublinhando que têm sido iniciativas “muito bem acolhidas”. Cláudia Gaspar destaca, essencialmente, o trabalho institucional que tem sido feito junto das 47 autarquias e das quatro comunidades inter municipais, trabalho que “tem sido um trabalho longo e será extenso, num ano particularmente difícil em que temos o PRR e as câmaras numa logica de contra relógio para conseguir alguns fundos no âmbito do Programa para, sobretudo habitação”.

“Queremos ser intervenientes do processo de encomenda e da contratação publica de arquitectos para um melhor ambiente construído, para uma melhor arquitectura e, com isso, para uma melhoria da qualidade de vida no Alentejo”, acrescenta ao CONSTRUIR a presidente da secção regional do Alentejo dos Arquitectos. “Estamos numa região em que boa parte dos municípios nunca reuniu com a Ordem dos Arquitectos, que começa agora a ser notada. E esse tem, também, de ser o nosso papel”, garante Cláudia Gaspar.

Território “riquíssimo”
Remetendo para uma imagem pré-concebida do Alentejo como território pobre, a arquitecta logo contraria essa ideia, assumindo que estamos a falar de um território “riquíssimo”. “E tem dificuldades como todos têm”, acrescenta. No entender de Cláudia Gaspar, “o Alentejo sofre, desde logo, com a diferenciação entre o que é o rural e o urbano. Temos um território com uma grande área de propriedade rural mas não é de todo pobre. A questão da paisagem, e entenda-se a paisagem cultural, urbana e rural, é altamente dinâmica. Não é agora, que existem fundos e que tanto se fala no famoso PRR, com fundos que chegam de forma transversal a todo o País, que o Alentejo vai dar o salto no seu desenvolvimento”, garante a arquitecta, que assegura que o Alentejo já está em franco desenvolvimento há muito tempo. “O Pólo tecnológico de Sines é apenas um exemplo dessa atractividade”, garante, sublinhando que os arquitectos já estão no terreno a acompanhar essas dinâmicas. Há, no entanto, desafios. Cláudia Gaspar salienta que “o Planeamento no Alentejo nem sempre é feito a pensar no longo prazo ou num ordenamento de território sustentável mas sim, muitas vezes, a pensar no benefício rápido”.

Não sendo uma prioridade, a representante dos arquitectos no Alentejo alerta para um fenómeno crescente que importa ser olhado com atenção e que merece a melhor resposta. Há, em virtude da aposta numa agricultura intensiva, um aumento considerável de população – essencialmente proveniente de países asiáticos – para trabalhar nas estufas, fenómeno que obriga a uma resposta habitacional que hoje ainda não existe. “O papel da Ordem é, mais uma vez, articular todos os agentes, colocar a sociedade em contacto com a arquitectura e desmistificar a ideia de que a arquitectura é uma disciplina para as elites”, conclui.

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Já são conhecidos os 10 finalistas do Prémio Début Trienal de Lisboa. E há um atelier português!

Segundo o júri, “entre estas práticas jovens de diferentes continentes podemos aprender muito com a diversidade de perspectivas emergentes sobre sustentabilidade, equidade social e inclusão na comunidade”

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Já são conhecidos os dez finalistas do Prémio Début Trienal de Lisboa Millennium bcp. Indo ao encontro do tema da 6ª edição da Trienal em 2022 – Terra –  a selecção apresenta uma maior diversidade geográfica, com práticas dos dois hemisférios do globo. São eles o atelier Tiago Antero – ATA (Portugal), o atelier Tropical – Valerie Mavoungou (Congo), Ben-Avid (Argentina), messina/rivas architecture office (Brasil), Nana Zaalishvili (Georgia), Rohan Chavan (Índia), Savinova Valeria (Rússia), Spatial Anatomy (Singapura), vão (Brasil) e Vertebral (México).

Sobre a diversidade desta lista, o júri considera que “se as primeiras obras de um percurso em arquitectura apontam o caminho posterior de quem as projecta, a partir dos dez finalistas Début é possível imaginar o trabalho futuro de toda uma geração. Entre estas práticas jovens de diferentes continentes podemos aprender muito com a diversidade de perspectivas emergentes sobre sustentabilidade, equidade social e inclusão na comunidade. Uma dezena de finalistas que prova não só o que a arquitectura pode fazer, mas, mais relevante, o que deve fazer no presente ao serviço do nosso futuro.”

O Prémio Début Trienal de Lisboa Millennium bcp é atribuído após uma selecção independente com duas fases distintas. Primeiro, é aberta uma chamada à apresentação de candidaturas auto-propostas. Simultaneamente, algumas dezenas de individualidades da área da arquitectura a nível internacional são convidadas pela Trienal a nomear quem considerem merecer esta distinção. Depois, o conjunto das propostas é disponibilizado ao júri, que selecciona a lista de finalistas e a prática vencedora.

A Trienal de Lisboa recebeu para esta edição 95 candidaturas de 38 países.

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LINA: Open Call procura propostas que promovam “um mundo mais sustentável e equilibrado”

Até 12 de Setembro, estão abertas as candidaturas à rede internacional LINA – Learning, Interacting and Networking in Architecture para profissionais emergentes de arquitectura e planeamento urbano da Europa. Em Portugal, faz-se representar pela Trienal de Arquitectura de Lisboa

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Até 12 de Setembro, estão abertas as candidaturas à rede internacional LINA – Learning, Interacting and Networking in Architecture para profissionais emergentes de arquitectura e planeamento urbano da Europa que desejem internacionalizar trabalhos em desenvolvimento, ou apresentar novas propostas, que lidem com desafios espaciais, territoriais, climáticos e sócio-políticos.

A rede LINA congrega 28 organizações, incluindo a Trienal de Arquitectura de Lisboa em representação de Portugal, e pretende apoiar talentos emergentes e mobilizar esforços e ideias com potencial de transformação do mundo num lugar mais sustentável e circular.

Em Portugal, a participação da Trienal de Arquitectura de Lisboa combina duas vertentes, o acolhimento anual de evento de um dos membros desta plataforma no pólo cultural do Palácio Sinel de Cordes, em Lisboa, e a selecção de emergentes para a criação de um ensaio e um podcast a partir de uma travessia até à capital portuguesa.

Nesta primeira abertura de candidaturas, LINA convida a participar num programa de arquitectura europeu que vai reunir os esforços do sector para abordar a crise ambiental e climática numa perspectiva de intercâmbio de visões e abordagens.

Podem candidatar-se, individual ou colectivamente, pessoas que operam na área da arquitectura, planeamento urbano, arquitectura paisagista, design, artes, curadoria, investigação e outras profissionais transdisciplinares com propostas ligadas aos desafios territoriais, espaciais, climáticos e sócio-políticos.

Como profissionais emergentes, a LINA considera quem tenha já criado trabalho independente não relacionado com a sua formação académica ou instituições associadas à arquitectura ou ao planeamento urbano, nos últimos dois anos, não tenha apresentado publicamente, ou publicado, a nível internacional esse trabalho independente ou ainda não tenha obtido reconhecimento do seu corpo de trabalho por parte da crítica e/ou em instituições ou editoras importantes e estabelecidas.

As candidaturas seleccionadas são convidadas a participar em um ou mais eventos do programa de arquitectura organizado pelas instituições membro da LINA entre Outubro de 2022 e Maio de 2023, como conferências, exposições, ensaios, workshops, entre outros formatos.

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Vanguard Properties patrocina 6ª edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa

“Tendo em consideração a visão e posicionamento da Vanguard Properties relativamente à arte contemporânea, arquitectura, paisagem e temas críticos para a sociedade e seu futuro, como a sustentabilidade, apoiar a Trienal 2022 faz todo o sentido”, explica José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties

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O promotor imobiliário Vanguard Properties é o patrocinador oficial da 6ª edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa, que arranca com um programa de três dias com inaugurações de exposições, lançamento de livros, anúncio de prémios, conversas e performances, nos dias 29 e 30 de Setembro e 1 de Outubro. Terra é o título da edição deste ano, num apelo à necessidade de um futuro mais sustentável do planeta.

Com curadoria geral de Cristina Veríssimo e Diogo Burnay, as iniciativas decorrem em diversos espaços culturais da cidade, como o MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, o MNAC – Museu Nacional da Arte Contemporânea Antiga, o CCB – Garagem Sul, a Culturgest, ou a Fundação Calouste Gulbenkian, entre outros. Esta edição conta com a participação de artistas e figuras internacionais da arquitectura, mas também do pensamento e investigação, para além da representação e envolvimento de instituições que apoiam esta iniciativa.

O segundo momento-chave da Trienal 2022 acontece com o ciclo de conferências Talk, Talk, Talk, entre os dias 26 e 28 de Outubro. Serão três dias de partilha, de reflexões e debate alargado em torno das exposições centrais.

“Tendo em consideração a visão e posicionamento da Vanguard Properties relativamente à arte contemporânea, arquitectura, paisagem e temas críticos para a sociedade e seu futuro, como a sustentabilidade, apoiar a Trienal 2022 faz todo o sentido. Acreditamos que esta 6ª edição promove exposições, espaços de debate, assim como outras iniciativas que são sobretudo uma reflexão em relação ao futuro da arquitectura e da gestão de recursos”, explica José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties.

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Drawing Room Lisboa regresso com 23 galerias de arte e cerca de 70 artistas

5ª edição ininterrupta da feira de arte dedicada ao desenho contemporâneo realiza-se de 26 a 30 de Outubro na Sociedade Nacional de Belas Artes

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A 5ª edição da Drawing Room Lisboa, que se realiza de 26 a 30 de Outubro, na Sociedade Nacional das Belas Artes, em Lisboa, vai contar com a presença de 23 galerias de arte, representando cerca de 70 artistas portugueses e internacionais.

Depois do êxito da edição de 2021, é renovada a versão de feira presencial, com apresentação e comercialização de obras de galerias e artistas nacionais e internacionais.

A integrar o Programa Geral de 2022 encontram-se 18 galerias portuguesas, uma selecção da responsabilidade de Mónica Álvarez Careaga, directora da Drawing Room Lisboa, e do Comité Consultivo da Feira, após a análise de todos os projectos recebidos. Depois de definir os critérios de uma selecção muito árdua que contou com o aconselhamento de especialistas portugueses e teve em conta o interesse do projecto apresentado para esta edição, o carácter internacional da feira e o necessário equilíbrio entre continuidade e renovação, a feira contará com algumas das mais importantes galerias portuguesas, como Vera Cortês, Filomena Soares, Pedro Cera, 3+1 Arte Contemporânea, Bruno Múrias ou Miguel Nabinho de Lisboa, Galeria Fernando Santos, Pedro Oliveira, KubikGallery ou Presença, do Porto, ou ainda Fonseca Macedo – Arte Contemporânea, de Ponta Delgada, Açores.

À representação portuguesa, juntam-se ainda cinco galerias internacionais, como as espanholas Galería Siboney, Galería Silvestre e Martínez & Avezuela, a alemã Jahn und Jahn ou a galeria Encounter Contemporary, sedeada em Londres.

A Drawing Room Lisboa tem vindo a ganhar relevo na cena artística contemporânea, por se afirmar como um contributo na criação de oportunidades para a classe artística dedicada ao desenho e na afirmação do espaço que o desenho pode ocupar no sector da arte contemporânea. Prova disso mesmo, é o apoio crescente que esta iniciativa tem recebido por parte das instituições, museus e centros de arte, galerias, colecionadores e outros profissionais.

Em Outubro vão ainda estar expostos os trabalhos dos 10 finalistas da segunda edição do Prémio FLAD de Desenho: António Olaio, Carla Cabanas, Cecília Costa, Maria Capelo, Noé Sendas, Paulo Lisboa, Pedro Barateiro, Pedro A.H. Paixão, Susanne S. D. Themlitz e Vera Mota. O vencedor será conhecido no dia 29 de Outubro, na Drawing Room Lisboa – parceira desta edição – e receberá um prémio monetário de 20 mil euros. Esta iniciativa visa apoiar a produção artística e inovação em Portugal e resulta de uma parceria entre a Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento e a Drawing Room Lisboa.

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Almada: Já são conhecidos os vencedores dos 4 lotes para Habitação a Custos Controlados

Campos Costa arquitectos, Lima & Paixão, Furo Circular e MassLab são os vencedores do mais recente concurso lançado pela Câmara Municipal de Almada para a construção de 95 fogos de habitação a custos controlados, correspondendo, cada um deles, aos Lotes A, B, C e D

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Campos Costa arquitectos, Lima & Paixão, Furo Circular e MassLab são os vencedores do mais recente concurso lançado pela Câmara Municipal de Almada para a construção de 95 fogos de habitação a custos controlados. O concurso foi dividido em quatro lotes (Lote A, B, C e D), sendo que a cada um deles corresponde um projecto de arquitectura.

Lote A – 1º classificado Campos Costa Arqº

“Integração da proposta com a envolvente”, sem descurar “a qualidade espacial associada à prossecução dos conteúdos programáticos” foi um dos pontos em destaque pelo júri quanto ao primeiro classificado para o Lote A. O projecto de Campos Costa arquitectos distingue-se, ainda, pelos sistemas construtivos preconizados, “aliando à racionalidade construtiva exigível a empreendimentos deste género, a correcta e eficiente proposta da correspondente materialidade”.

Lote B – 1º Classificado Lima & Paixão – Gestão e Projecto

Para o Lote B, a escolha recaiu no atelier Lima & Paixão – Gestão e Projecto, cujo proposta “explora inteligentemente a ideia de construção dum edifício assente sobre ‘pilotis’, permitindo, simultaneamente, libertar o edifício do contacto com o terreno”. A proposta evidencia, também “uma eficiente escolha de materiais, contemplando a utilização de painéis pré-fabricados de betão leve nas fachadas”.

Lote C – 1º Classificado Furo Circular

“Clareza e consistência formal da solução conceptual” foram os aspectos salientados pelo júri para a proposta ganha para o Lote C pela Furo Circular. A “sustentabilidade da solução”, aliada à “racionalidade construtiva e à correcta e eficiente utilização dos materiais e sistemas construtivos” foram, também, valorizados.

Lote D – 1º Classificado MassLab

Já o atelier MassLab assina a proposta escolhida para o último Lote do concurso, o D, e que segundo o júri “resultou no desenho dum edifício de elevadíssima qualidade arquitectónica”. Aproveitando o objecto da intervenção, o autor avançou, ainda, para uma proposta de desenho para o parque e praça adjacentes, “numa clara aposta em conferir uma dimensão e escala urbana à intervenção”.

O concurso, que contou com a assessoria técnica da Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo da Ordem dos Arquitectos, contou com um total de 35 trabalhos recebidos dentro do prazo fixado para o efeito.

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A Casa da Praia é finalista na categoria office design dos Society of British Interior Design Awards

A Casa da Praia integra o leque de finalistas, entre os 85 países a concurso, aos prémios atribuídos pela Society of British Interior Design

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O projecto foi conceptualizado e desenvolvido por uma equipa interdisciplinar da WYcreative, agência do grupo, que combinou as suas valências com a equipa de arquitectura da MOA Arquitectos e Rita Andringa, Designer de Interiores e fundadora do Andriga Studio, que foi a responsável por toda a decoração do interior da Casa da Praia.

Esta estrutura colaborativa esteve na génese do Projecto, recebeu como indicação fundamental por parte do WYgroup a necessidade de criar um local de referência para a sua forte identidade e cultura colectiva. Foi isso que conduziu à idealização da Casa de Praia, um experience hub com mais de 2000m2 em frente à praia de Santo Amaro de Oeiras. Uma casa pensada para todos os colaboradores, um espaço vivo, onde todos se sentem confortáveis e que recebe de braços abertos quem a visita.

Carlos Castelo Branco, 3D Director na WYcreative, refere que “a Casa de Praia é representativa da cultura e identidade do WYgroup. Foi inspirada no próprio ecossistema – o mar, a criatividade – e orientada à sustentabilidade, através de uma cultura de consciência ambiental e de promoção de um estilo de vida sustentável, de forma a reduzir o impacto no meio ambiente e a ampliar o impacto no bem-estar. Valorizámos ambientes fluidos e ágeis, que acomodam as várias tarefas e estilos de trabalho e esse é um ponto crucial.”

Muito satisfeita com esta nomeação, , acrescenta “Acreditamos que o futuro do trabalho coexiste com o home office, e que para a criação de um ambiente de trabalho positivo, os escritórios deverão ser cada vez mais humanizados e preparados para a aprendizagem, o crescimento, e a partilha de cultura. Na idealização da Casa da Praia a aposta focou-se na promoção da experiência dos colaboradores in loco, privilegiando o bem-estar, a sustentabilidade, a colaboração, a interacção e proximidade entre as pessoas porque equipas felizes e saudáveis são produtivas e os melhores activos de qualquer organização que quer ser bem-sucedida no futuro. E no WYgroup, acreditamos que a melhor forma de evoluir, é construir o futuro todos os dias.”, acrescenta Rita Baltazar, Co-fundadora e partner do WYgroup

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