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Autarquia de Arcos de Valdevez investe 1,5M€ na recuperação de vias municipais

Através destas intervenções serão realizados trabalhos de renovação de pavimentos betuminosos, requalificação e correção de traçados, beneficiação de bermas e sobrelarguras em diversos troços de vias municipais

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Através destas intervenções serão realizados trabalhos de renovação de pavimentos betuminosos, requalificação e correção de traçados, beneficiação de bermas e sobrelarguras em diversos troços de vias municipais

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A Câmara Municipal adjudicou e tem a concurso obras de reabilitação, construção e beneficiação de vias municipais nas freguesias do Couto, Ázere, Vale, Extremo, Santar, Aboim das Choças, Parada, Guilhadeses, Aguiã e Gondoriz. São quatro blocos de obras no valor de cerca de 1,5 milhões de euros.

Fazem parte destas obras intervenções em estradas municipais como na EM 202, de Guilhadeses/Tabaçô até ao Parque Empresarial de Mogueiras; na EM 202-2 entre Ázere e Couto; na ligação municipal entre a EN 101 na Prova (Paçô) e a EN 202 em Guilhadeses/Tabaçô; na nova ligação entre a EN 101 (Aguiã) e o pontão de Pogido (Gondoriz), bem como na ligação em Ázere, entre a EM 202-2 e a EN 202 (estrada que liga a Soajo).

Através destas intervenções serão realizados trabalhos de renovação de pavimentos betuminosos, requalificação e correção de traçados, beneficiação de bermas e sobrelarguras em diversos troços de vias municipais, a fim de garantir vias rodoviárias locais condicentes com as necessidades atuais das populações, em condições de comodidade e segurança.

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Matosinhos vai investir 85M€ em habitação até 2026

A Câmara Municipal de Matosinhos e a MatosinhosHabit estão a trabalhar num plano de investimentos que prevê canalizar cerca de 85M€ para a construção e requalificação de habitação social, arrendamento apoiado e programa municipal de apoio ao arrendamento.

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Em soluções habitacionais de promoção municipal, serão investidos 57,2 milhões de euros, onde será acrescido o valor investido no Programa Municipal de Apoio ao Arrendamento, cerca de 5 milhões de euros. Relativamente às soluções habitacionais de promoção privada, está destinada uma verba de 22,8 milhões de euros.

“A ambição política e a estratégia municipal, em matéria de habitação, não se restringe à Estratégia Local de Habitação. A perspectiva é mais ampla e enquadra-se no modelo de desenvolvimento municipal, que é multidimensional e persegue objectivos de abertura de oportunidades a todos os cidadãos, de valorização das pessoas e da identidade local, de gestão autárquica financeira, com propósito ambientalmente sustentável, de promoção do bem-estar e da qualidade de vida”, explica Manuela Álvares, presidente do Conselho de Administração da MatosinhosHabit EM.

A Estratégia Local de Habitação para Matosinhos tem previstas várias acções de forma a reforçar a intervenção do município na promoção do acesso à habitação, promover a coesão social, atrair e fixar residentes, qualificar o parque habitacional municipal, promover a qualificação e a coesão territorial e consolidar o modelo territorial municipal.

Este investimento prevê a reabilitação de 400 habitações sociais municipais devolutas para novos realojamentos ao abrigo do regime de arrendamento apoiado, bem como a construção de 384 novas habitações, distribuídas por cinco conjuntos habitacionais, em diferentes locais do município, para atribuição em regime de arrendamento apoiado, ao abrigo do regulamento municipal (São Gens, Estádio do Mar, Atriz Alda Rodrigues, Cruz de Pau e Guifões).
Estão ainda nos planos do município, a aquisição e reabilitação de prédios destinados a 105 habitações sociais (Flor do Infesta), para realojamento ao abrigo do regime de arrendamento apoiado e ainda reabilitação de cinco conjuntos habitacionais municipais, num total de 600 habitações abrangidas (Recarei, Custió, Ponte do Carro, Seixo II e Chouso).

A resposta autárquica à questão habitacional em Matosinhos passa também, pela reabilitação de 48 habitações, distribuídas por 3 conjuntos habitacionais não municipais, e de outras soluções habitacionais especificas tais como situações – sem abrigo, violência doméstica, autonomização de jovens que perfazem total de 109 agregados abrangidos.

Ainda no âmbito das acções previstas da Estratégia Local de Habitação, “destacamos no ano 2022 a reabilitação de 80 habitações municipais para realojamento, a aquisição de 2 prédios destinados à criação de 105 habitações sociais (Flor do Infesta) e início do processo de reabilitação, bem como a abertura de procedimento para a reabilitação dos 5 conjuntos habitacionais municipais atrás referidos (Recarei, Custió, Ponte do Carro, Seixo II e Chouso)”, refere Manuela Álvares.

Em fase de conclusão estão os projectos de arquitectura e especialidades para construção das 384 novas habitações referentes a São Gens, Estádio do Mar, Actriz Alda Rodrigues, Cruz de Pau e Guifões, bem como a reabilitação do Bloco J (Bairro dos Pescadores) de propriedade mista (cinco habitações municipais e três privadas).

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Smart Studio da Asprela adaptado a construção modelar pela dst

A opção pelo construção modular, quando o empreendimento já está numa fase avançada, é justificada pela necessidade de “optimizar um projecto orçamentado em 8,6M€” face ao aumento dos preços dos materiais de construção e garantir prazos de execução

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A construtora dst, empresa do dstgroup, levou a cabo a adaptação do projecto da Smart Studios Asprela, no Porto, para construção modular, já com a obra em execução, conseguindo, assim, garantir o cumprimento do prazo de execução da obra que estava condicionado por motivo de colisão com instalações existentes, bem como optimizar o custo fixo e reduzir os desperdícios e resíduos.

“Este projecto ambicioso e inovador, permitiu ainda controlar a qualidade e uniformização dos materiais, conjugando com o equilíbrio de logística de chegada dos materiais à obra. Dentro do projecto, foi adaptada a construção das 221 casas de banho do edifício em monoblocos, tendo o resultado superado todas as expectativas”, sublinha a construtora em comunicado.

O desafio foi optimizar um projecto orçamentado em 8,6 milhões de euros que, face a constrangimentos de prazos, causados pelas dificuldades que o sector da construção enfrenta, precisou de uma solução alternativa eficaz.
“Estudadas as hipóteses, e em conjunto com os vários parceiros de obra, a dst percebeu que único caminho seria o da construção modular. Esta solução, perfeita para dar resposta a muitos dos constrangimentos do sector da construção como a falta de mão de obra ou o aumento do preço dos materiais, permite construir em fábrica e montar onde não existe mão de obra ou onde a mão de obra é mais cara”, refere José Costa, director de produção da dst.

Além disso, o constante desenvolvimento de novos materiais permite o aumento da qualidade e variedade destas soluções modulares. Em termos gerais, “a construção modular envolve a produção de componentes padronizados do edifício numa fábrica externa e, em seguida, uma montagem no local final da obra”, conclui o mesmo responsável.

Recorde-se que o dstgroup tem neste momento um importante projecto de construção modular em curso, com o prestigiado arquitecto Norman Foster, que visa transformar o sector em Portugal. Consiste na criação de um Living Lab que irá desenvolver e promover soluções no campo da construção modular e pré‑fabricação, de modo a responder de forma eficiente às necessidades crescentes do mercado mundial. A concretização deste desafio representa uma área de construção de 4000 m2 e aproximadamente 100 unidades modulares habitáveis no campus do dstgroup, em Braga.

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Loures lança concurso para obra de controlo de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures

A Câmara Municipal de Loures aprovou o lançamento do concurso público simplificado, no valor de 5 M€ para a obra de controlo sustentável de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures, com o objectivo de controlar o risco de inundações

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A Câmara Municipal de Loures aprovou o lançamento do concurso público simplificado para a obra de controlo sustentável de cheias na ribeira da Póvoa e rio de Loures, com o objectivo de controlar o risco de inundações nesta que está identificada como uma “zona crítica”.

Esta obra representa uma despesa superior a cinco milhões de euros e beneficiará de financiamento comunitário, no âmbito do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos. Os trabalhos a desenvolver, que serão divididos em três lotes, têm um prazo de execução de 365 dias.

Com esta intervenção, a autarquia pretende, conforme se refere na proposta aprovada na reunião camarária, “garantir uma intervenção estrutural estratégica de controlo sustentável de cheias na várzea de Loures, numa extensão de cerca de 23 km e 18 linhas de água”.

Para tal, serão concretizadas três estratégias principais: redução do caudal afluente à zona crítica, promoção do escoamento rápido das áreas com riscos mais elevados e regulação do sistema fluvial.

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Universidade do Porto com investimento de 18,7 M€ para duas novas residências e requalificação de outras quatro

Com um apoio de 11,3 milhões vindos do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, o investimento vai trazer, até 2025, mais 205 novas camas para a cidade

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A maior fatia deste “plano ambicioso”, como lhe chama a U.Porto, são os 4,6 milhões de euros que serão aplicados numa nova unidade de alojamento a nascer na Rua da Boa Hora, no edifício que actualmente serve de sede ao Centro de Desporto da Universidade do Porto e também alberga salas de aulas da Faculdade de Belas Artes.

Serão 151 camas, número que, afirma a instituição, “vai permitir quadruplicar a oferta de alojamento no Polo I (Centro), actualmente limitado a 74 camas na Residência Aníbal Cunha e na Residência Bandeirinha”.

A segunda nova residência vai ficar na Viela da Carvalhosa, em Cedofeita, e vai somar 54 camas à oferta da Universidade. Com um financiamento de 1,5 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência, o edifício já se encontra em reabilitação e deverá estar concluído até Maio de 2023.

O financiamento do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior vai ainda disponibilizar cinco milhões de euros para a renovação das residências Alberto Amaral (1,5 milhões), Campo Alegre III (400 mil euros), Jayme Rios de Sousa (972 mil euros) e Novais Barbosa (2,3 milhões), totalizando o investimento sete milhões de euros.

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Grupo Meliá com novo hotel em Guimarães

O grupo Meliá Hotéis vai ter uma nova unidade de quatro estrelas superior em Guimarães. O novo hotel, cujo o projecto tem assinatura Pitágoras Group, terá capacidade para 129 quartos

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O empresário vimaranense Vítor Abreu chegou a acordo com o Grupo Meliá Hotéis para instalar em Guimarães um novo hotel de quatro estrelas superior com 129 quartos. A notícia foi avançada pelo jornal Guimarães Digital.

Esta nova e moderna unidade hoteleira será edificada no espaço das antigas instalações da garagem Joalpi, na Rua Dr. José Sampaio, abrangendo mais um edifício adjacente, recentemente adquirido para o efeito. O projecto de arquitectura tem a assinatura do Pitágoras Group.

As obras deverão começar em 2023 e estima-se que a construção esteja concluída até ao final de 2024.

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Turismo: Concluída 1ª fase do Programa Transformar

O apoio aos cinco projectos agora aprovados ascende a 775 mil euros, sendo o valor de investimento total previsto superior a 1,7 milhões de euros

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A análise das candidaturas à 1ª fase do Programa Transformar Turismo, aberta no início do ano, através das Linhas Territórios Inteligentes e Regenerar Territórios foi concluída no passado mês de Julho. O apoio aos cinco projectos agora aprovados ascende a 775 mil euros, sendo o valor de investimento total previsto superior a 1,7 milhões de euros.
Estes projectos, que vão desde a concretização de um marketplace multicanal na região Norte do País à aplicação de redes inteligentes no contexto do turismo de saúde e bem-estar, bem como na concretização de novas infraestruturas para o turismo náutico, assentam em estratégias sólidas de sustentabilidade nas dimensões económica, social e ambiental com impactos relevantes e mensuráveis na região onde se inserem, contribuindo deste modo para a concretização dos objetivos definidos no Plano “Reativar o Turismo. Construir o Futuro” e na Estratégia Turismo 2027.
Para Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Turismo, “estes projectos, agora apoiados, ajudarão à qualificação do destino turístico Portugal, promovendo não só a regeneração e reabilitação dos espaços públicos com interesse para o turismo, mas também a desconcentração da procura, a redução da sazonalidade e maiores índices de criação de valor – justamente o que queremos para esta indústria”.
Em resultado da análise das 47 candidaturas apresentadas, o Governo decidiu proceder a alguns ajustes nos Despachos Normativos que regulamentam o Programa e as Linhas que lhe estão subjacentes – Territórios Inteligentes e Regenerar Turismo. Assim, passará a ser possível a abertura de avisos específicos para a apresentação de candidaturas por concurso ou por convite, no contexto da valorização de produtos turísticos que, pela sua qualidade, singularidade e alinhamento com os desafios, objectivos e metas definidos nos referenciais estratégicos do sector, promovam o potencial turístico e o desenvolvimento sustentável do território.
Passará também a ser possível, em situações excepcionais e devidamente justificadas, a elegibilidade de promotores que, à data da candidatura, possuam mais de um projecto aprovado e ainda não concluído no âmbito do Programa Valorizar ou Programa Transformar Turismo.
O Programa Transformar Turismo pretende apoiar o investimento público e privado na qualificação de Portugal enquanto destino turístico. Conta com duas linhas de apoio, Territórios Inteligentes e Regenerar Territórios, e destina-se às entidades públicas e privadas do sector, preferencialmente agrupadas em projectos conjuntos, de rede ou em Estratégias de Eficiência Colectiva, que tenham como pano de fundo a valorização e inovação turística dos territórios através de projectos que estimulem actividades ou serviços de maior valor acrescentado ligados aos produtos turísticos de relevo, tais como turismo cultural e patrimonial, turismo natureza, turismo industrial, turismo literário, enoturismo e turismo gastronómico.
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Grupo Casais cria curso em tecnologias avançadas de construção

Denominado +Futuro Casais o curso destina-se a todos os estudantes finalistas do ensino secundário ou a quem procura fazer reconversão profissional nesta área

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O Grupo Casais, juntamente com o Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), em Barcelos, criou o curso de Técnico Superior Profissional em Tecnologias Avançadas de Construção, uma formação de dois anos sob orientação do corpo docente do IPCA e de colaboradores do Grupo Casais.

O Grupo Casais assegura as propinas de todos os alunos no primeiro ano e também as propinas do 2º ano, dos alunos que concluam com sucesso todas as unidades curriculares (UC) do ano anterior. O curso será distribuído por quatro semestres em horário diurno, sendo que o último semestre será inteiramente dedicado a um estágio curricular numa das empresas do Grupo Casais.

Concluídos os dois anos de curso, o Grupo contrata os alunos por um período mínimo de dois anos e todos vão ter a oportunidade de desenvolver projectos inovadores, que apostam em soluções sustentáveis, com o apoio de tutores Casais. 

Programa + Futuro Casais 

Este programa formativo designa-se +Futuro Casais e destina-se a todos os estudantes finalistas do ensino secundário ou a quem procura fazer reconversão profissional nesta área.

António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais sublinha que “com o Programa +Futuro Casais oferecemos aos que pretendam ingressar no sector da Construção, a possibilidade de adquirirem, enquanto estudam, conhecimentos teóricos e competências práticas em contexto real de trabalho. Os estudantes terão o apoio de um tutor que terá como função ser promotor da Cultura Casais, que os envolverá na vida da empresa, no trabalho de equipa, no rigor e na inovação, incentivando o espírito de excelência.” 

No final do curso os formandos terão desenvolvido competências técnicas específicas na área da construção. Este é um curso de desenvolvimento orientado para a construção modular e industrialização da construção civil, através de novas tecnologias. 

A primeira edição do curso disponibiliza 25 vagas e as candidaturas decorrem até 19 de Agosto. 
Mais informações sobre o Programa +Futuro aqui.

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Garcia de Orta investe 2,3M€ em saúde mental

O Hospital Garcia de Orta (HGO), em Almada, vai investir 2,3 milhões de euros na expansão e requalificação da sua resposta na área da saúde mental

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Com o objectivo de melhorar o acesso e qualificar as respostas em saúde à população na área da saúde mental, o HGO desenvolveu uma estratégia de expansão e requalificação das actuais instalações dos Serviços de Psiquiatria. Os investimentos nos quais esta estratégia se materializa estão orçamentados em cerca de 2,3 milhões de euros, dos quais 1,53 milhões de euros serão financiados ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) destinado à Saúde Mental, e o restante financiamento a cargo do HGO.

O contrato de financiamento do PRR foi celebrado, a semana passada, entre o HGO e a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), numa cerimónia que contou ainda com a presença de responsáveis das Câmaras Municipais de Almada e Seixal (que são parceiros do HGO na concretização de vários dos projectos), da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT), do Agrupamento dos Centros de Saúde de Almada-Seixal (ACES AS), da Estrutura de Missão “Recuperar Portugal”, e do Coordenador Nacional das Políticas de Saúde Mental.

“O financiamento através do PRR vai permitir concretizar a estratégia de expansão e de requalificação de resposta do HGO no domínio da saúde mental de crianças, adolescentes e adultos que já estava a ser preparada com os nossos profissionais nos últimos anos”, afirma Ana Sofia Ferreira, vogal do Conselho de Administração do HGO. A responsável sublinha que o projecto “tinha merecido a confiança das duas câmaras municipais que, em estreita parceria, nos cederam instalações na comunidade, mas cuja concretização estava dependente precisamente da existência de financiamento e de autorização para a sua realização, o que agora se consagra”.

Para Rodrigo Catarino, director do Serviço de Psiquiatria do HGO, “o PRR veio trazer-nos o financiamento necessário à criação de uma estrutura dentro da comunidade, em articulação estreita com os cuidados de saúde primários, mais próxima e acessível, menos estigmatizante, que visa a reabilitação do doente com patologia mental grave e a sua reintegração, tão plena quanto possível, numa vida preenchida e gratificante”.

Nuno Marques, director Clínico, e Paula Realista, enfermeira directora, do HGO explicam que “o projecto prevê uma melhoria na resposta clínica de forma a aliviar a pressão assistencial a nível do serviço de urgência e do internamento, nomeadamente com a expansão do Serviço de Psiquiatria, com o aumento de oito camas no internamento de Adultos, e de quatro gabinetes de consulta, perfazendo um total de 35 camas e 13 gabinetes, estando ainda prevista a criação de uma Sala de Observação (S.O.) de Psiquiatria no Serviço de Urgência Geral.”

Inclui ainda a abertura de um novo Hospital de Dia de Psiquiatria na Comunidade – Cuidados Integrados Reabilitativos de Almada (CIRA), tendo para o efeito, a Câmara Municipal de Almada cedido o espaço ao HGO.
Também a Câmara Municipal do Seixal cedeu ao HGO um edifício, onde vai ser reinstalada e expandida a Unidade de Intervenção Comunitária para adultos, a funcionar actualmente na Cruz de Pau. O novo espaço irá permitir não só modernizar e melhorar os espaços, aumentando a resposta naquele município, como também facilitar o acesso dos utentes, com possível alargamento à população infantil e juvenil na área da saúde mental.

Na vertente da Psiquiatria da Infância e Adolescência, será realizado um investimento na requalificação do edifício e dos equipamentos onde está actualmente sediado, em Almada. Por forma a aumentar a resposta em proximidade às crianças e adolescentes no concelho do Seixal, o Serviço pretende ainda constituir em 2023 uma Equipa Comunitária de Saúde Mental da Infância e Adolescência, caso a mesma mereça autorização superior.

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A digitalização na construção não é o futuro… é o presente

A indústria da construção portuguesa terá em breve uma primeira família de normas BIM traduzida para a contexto nacional, este será um passo importante para acelerar a digitalização e industrialização do sector

Os últimos dois anos mudaram a forma como nos relacionamos, como trabalhamos ou prestamos serviços e nem a construção escapou a essa revolução e ainda bem. Vários dados apontam para que o crescimento anual da produtividade do sector nos últimos 20 anos tenha sido apenas um terço da média total da economia. A digitalização do sector é a mais baixa do que em quase todas as outras indústrias. E este é um desafio premente que o sector tem que enfrentar de forma a poder acelerar a sua industrialização, inovação e sustentabilidade. Mas este não é um desafio que se irá colocar no futuro, antes pelo contrário é algo que já está em atraso e que o sector tem hoje que enfrentar. Afinal, a revolução do sector já está em marcha. Em Portugal o Built CoLAB, o laboratório colaborativo para a digitalização da construção, está a liderar esta revolução. O Laboratório foi criado para aproximar a indústria dos centros de investigação e das universidades e tem focado o seu trabalho na transição digital e na transição verde – a Twin Transition – ou seja, na necessidade de acelerar a digitalização e sensibilizar a indústria para a sustentabilidade.

Um dos projectos em curso no Built CoLAB é o processo de tradução de normas internacionais BIM para Portugal. A normalização é um dos “pilares dos processos de implementação do BIM e uma chave para melhorar a colaboração entre todos os actores da indústria”. Nesse âmbito, o laboratório assumiu o papel de Organismos de Normalização Sectorial, sendo a entidade que coordena a Comissão Técnica de Normalização BIM 197, a CT 197, a qual inclui dezenas de outros intervenientes, entre universidades e indústria.

“A CT 197 tem aqui um trabalho de normalização que é desafiante porque a nível europeu nos últimos anos foram produzidas dezenas de normas. Estamos a falar de normas BIM e não só o âmbito do trabalho desta comissão é mais amplo”, afirma António Aguiar Costa Director de Investigação, desenvolvimento e Inovação Built CoLAB.

Se é verdade que a digitalização e inovação da indústria levou à adoptação de novas tecnologias e softwares, de que o BIM é o exemplo mais comum, também é verdade que criou novos desafios “Como é que organizo os dados? Como é que se transmitem esses dados de forma que os outros percebam? Como é que se gere a qualidade desses dados ou dessa informação? Ou do lado da entidade contratante, como é que eu contrato essa informação? Porque de repente não tenho só um projecto ou só uma obra eu tenho isso e mais um modelo digital de informação que vai crescendo ao longo do ciclo de vida do empreendimento”, explica o director de investigação, desenvolvimento e inovação do Built CoLAB.
A normalização do sector é a chave para descodificar e facilitar todo este ‘novo mundo’. “A nível internacional há várias normas, mas uma das mais relevantes é a EN ISO 19 650, que tem várias partes e que foi assumida como norma europeia e é essa família de normas que temos estado a traduzir para Portugal”, sublinha António Aguiar Costa. As normas estão traduzidas e aguardam pela publicação pelo Instituto Português de Qualidade, o que poderá acontecer já no próximo mês de Setembro.

“A norma NP EN ISO 19 650 será um referencial que no fundo vem mudar o paradigma. A adopção da norma, que é um processo voluntário, vem facilitar o processo de gestão da informação pela utilização de standards e guide lines para gerir o fluxo de informação que os novos softwares criaram. No fundo diz-nos como é que vamos comunicar e que informação partilhamos online e que obriga também a ter um ambiente comum de dados para aquele projecto ou para aquele empreendimento”, refere António Aguiar Costa.

Portugal só agora está a dar passos na introdução deste referencial, mas a nível internacional há países, entre eles o Reino Unido, a condicionar o acesso a concursos a entidades que já o adoptem.
Mas o processo de normalização de dados para produtos de construção é em si um desafio, á que é preciso definir o que é informação relevante “não gráfica” e que essa nomenclatura seja entidade por todos e “partilhável”. “A definição destas informações de uma forma normalizada pode ser realizada através da utilização de Modelos de Dados de Produtos ou Product Data Templates”.
Paralelamente à tradução da família de normas BIM a comissão CT197 está a desenvolver dois outros projectos de investigação o SECCLASS e o [email protected]

O primeiro introduz um Sistema de Classificação de Informações sobre Construção. Este sistema será orientado para a metodologia BIM e servirá não só a componente de sustentabilidade, mas também os restantes usos BIM, como a gestão do processo BIM, quantificação, compatibilização de especialidades ou planeamento de obra. “Este sistema vai ser usado por profissionais de projecto, construção e responsáveis pela gestão e manutenção de edifícios. Permitirá unificar a terminologia a todas as escalas, facilitando a comunicação, selecção de materiais e componentes, bem como uma avaliação precisa dos impactos dos edifícios ao longo do seu ciclo de vida”.

Já o [email protected] é um projecto com um financiamento de 8 milhões de euros que envolve mais de 20 entidades, entre universidades e indústria, cujo trabalho de I&D está orientado para o desenvolvimento de ferramentas digitais que facilitarão a introdução do conceito de Digital Twin na indústria de construção. Uma dessas ferramentas é a criação de uma “biblioteca” de objectos BIM. “Uma espécie de plataforma online disponível para que a indústria possa ter o seu objecto de BIM e que arquitectos e projectistas possam usar nos seus projectos”, simplifica António Aguiar Costa.

Um sector a várias velocidades
Quão envolvida está a indústria em Portugal nesta revolução? E quão preparada está para passar de 2.0 a 4.0, em menos do nada? Num país onde as pequenas e médias empresas ainda são a maioria, estas não são questões fáceis de responder. “Acredito que há aqui dois movimentos: há empresas PME, que serão a maioria, que estarão mais alheadas do investimento em tecnologia e inovação, mas há outras que nasceram neste meio e que hoje em dia fazem consultoria BIM, pré construção virtual e noto que essas empresas estão envolvidas em projectos de investimento estrangeiro associado ao sector imobiliário”, arrisca o especialista.

A “obrigatoriedade” de adopção do BIM pode ser um caminho para acelerar o processo de transformação, mas por enquanto “o Governo não quer assumir essa responsabilidade. Contudo, o que acontece é que cria desequilíbrios porque há entidades que têm força e capacidade de investimento para mudar e há outras não e ninguém se responsabiliza por estes que não têm capacidade para fazer a mudança. Uma grande parte das PME não está dentro do processo sequer, e a obrigatoriedade levava a que houvesse um movimento para criar as bases desta mudança, que tem que ser faseada, progressiva e adaptada ao contexto”, defende António Aguiar Costa.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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