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Autorizados 112 milhões de euros para as linhas do Norte e Douro

Nove autorizações de repartições de encargos para obras nas linhas do Norte e do Douro, foram publicadas em Diário da República, totalizando 112 milhões de euros para a Infraestruturas de Portugal

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Nove autorizações de repartições de encargos para obras nas linhas do Norte e do Douro, foram publicadas em Diário da República, totalizando 112 milhões de euros para a Infraestruturas de Portugal

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Das nove portarias conjuntas dos ministérios das Finanças e das Infraestruturas e Habitação, o maior montante autorizado é de até 79 milhões de euros, respeitante à repartição de encargos relativos ao contrato para a empreitada de execução da electrificação e túneis na linha do Douro, entre Marco de Canaveses (distrito do Porto) e Peso da Régua (Vila Real).

Em segunda maior surge a autorização para a empreitada de concepção-execução da subestação de tracção de Bagaúste, num valor de até 12,5 milhões de euros.

Da lista constam ainda 4,4 milhões de euros para a “gestão e fiscalização” da electrificação e túneis da linha do Douro, 2,25 milhões para a “concepção/construção de telemática ferroviária”, 750 mil euros para a “instalação de sistema de informação ao público”, 500 mil euros para “videomonitorização” e 410 mil para “telecomando”. No total, para a electrificação da linha do Douro entre Marco de Canaveses e Peso da Régua, estão previstos 99,8 milhões de euros.

No que diz respeito à linha do Norte, as portarias autorizam a repartição de encargos relativos à renovação integral de via entre Ovar (Válega) e Espinho, no distrito de Aveiro, num montante de 12,2 milhões de euros. Dos quais 4,8 milhões para a fiscalização, 3,7 milhões para a “aquisição de travessas de betão bibloco TBBG para aplicação na empreitada” e 3,5 milhões para a “Aquisição de carril 54E1 e 60E1”.

As autorizações para repartição de encargos à IP estão sujeitas à “condição de ter financiamento europeu com candidatura aprovada”, não devendo a comparticipação pública nacional “ultrapassar um cofinanciamento de 31,02 % do contrato”, no caso das obras da linha do Douro, e 25,49% no caso da linha do Norte.

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Sintra investe 1,5 M€ na melhoria das infraestruturas

O município Sintra aprovou, em reunião de executivo, a abertura de concursos e adjudicação de empreitadas a realizar em vários pontos do concelho que representam um investimento de 1,5 milhões de euros

Com intervenções previstas por todo o concelho, as empreitadas são referentes à modernização e requalificação de infraestruturas, acessos e sinalização do concelho, num esforço conjunto em prol do bom funcionamento e organização do tráfego, dando prioridade à segurança.

“As intervenções em causa assumem-se como medidas de prevenção e segurança”, sublinha Basílio Horta, presidente da autarquia, acrescentando que “este é o caminho para mantermos as melhores condições para os munícipes e para quem nos visita em matéria de segurança rodoviária”.

Na reunião do executivo, foi adjudicada a Empreitada de Fornecimento e Colocação de Sinalização Vertical e Horizontal e Guardas Metálicas de Segurança, que tem o valor de 452 mil e 500 euros e está dividida em 3 lotes que se definem nas áreas de Intervenção Ocidental, Oriental e da totalidade do Município de Sintra.
Deu-se início ao desenvolvimento de processo para adjudicação da Empreitada de Execução de Lombas Redutoras de Velocidade, com o valor total de 200 mil euros. Esta intervenção irá decorrer em 2 lotes numa área que abrange todas as freguesias do concelho.

A Empreitada de Melhoria e Reconversão de Espaço Público, outro procedimento para adjudicação que terá início, é um investimento de cerca de 850 mil euros, com intervenções divididas em 11 lotes, cada um referente a uma freguesia do concelho.

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Alta-velocidade: Lisboa e Porto ficarão a 1h15 de distância

A construção está dividida em três fases, estando a primeira, o troço entre Porto e Soure, prevista concluir até 2028.

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A nova linha de alta velocidade Porto-Lisboa, que pretende ligar as duas principais cidades do país em apenas uma hora e 15 minutos no serviço direto, não terá paragens e será construída em três fases.

“Esta linha estará totalmente integrada com o resto da rede ferroviária nacional. As cidades [do Porto e de Lisboa] serão servidas nas estações centrais”, disse Carlos Fernandes, do Conselho de Administração da Infraestruturas de Portugal (IP).

Numa apresentação do projecto que decorreu esta quarta-feira em Campanhã, no Porto, Carlos Fernandes avançou que a nova linha de alta velocidade terá via dupla e ligará o Porto e Lisboa numa hora e 15 minutos.

A construção está dividida em três fases, estando a primeira, o troço entre Porto e Soure, prevista concluir até 2028.

Neste que é, disse o responsável, o “troço mais congestionado da Linha do Norte”, o tempo de percurso estimado será de uma hora e 59 minutos.

O segundo troço, entre Soure e Carregado, que deve estar concluído até 2030, e deverá diminuir o tempo de percurso para uma hora e 19 minutos.

A terceira fase, entre Carregado e Lisboa, “será construída mais tarde”, disse Carlos Fernandes, e permitirá atingir a duração final de uma hora e 15 minutos de toda a ligação.

Carlos Fernandes garantiu, ainda, que estão previstas “múltiplas ligações” entre a linha de alta velocidade e o resto da rede ferroviária.

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Castro Marim vai alocar 4,6M€ à Estratégia Local de Habitação

A ELH de Castro Marim articula diferentes esforços para o objetivo comum de promover habitações condignas para 109 famílias, um universo de 282 pessoas

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O município de Castro Marim, no Algarve, estabeleceu um acordo com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) com vai permitir o acesso ao financiamento do programa “1º Direito”., mais concretamente 4,6 milhões de euros dedicados à Estratégia Local de Habitação (ELH).

Com este financiamento, o município algarvio vai promover habitações condignas para 109 famílias, um universo de 282 pessoas, ao abrigo do Programa 1.º Direito, no período de 2022-2025.

Por forma a abranger os agregados familiares sinalizados em situação de vulnerabilidade, a Câmara Municipal de Castro Marim vai investir 4,6 milhões de euros até ao final de 2025, repartidos entre a reabilitação e a construção de novas habitações. Paralelamente, sublinhou a vice-presidente da autarquia Filomena Sintra, o Município procura encontrar soluções para as famílias que, embora não fragilizadas, também não conseguem aceder à habitação, mediante a situação imobiliária que o país atravessa. Assim, a política de habitação de Castro Marim privilegia também um novo regulamento de benefícios fiscais municipais, a construção de habitação para a venda a custos controlados, o Programa Arrendamento Acessível e a venda de lotes para construção de habitação a custos controlados.

O presidente da autarquia, Francisco Amaral, destacou a importância da criação de instrumentos de apoio à criação ou reabilitação de habitações num município que é dos que “mais segundas residências tem no país”, com cerca de “65% do parque habitacional”, e onde os preços das casas “quase duplicam” os de outras regiões do país, à exceção de Lisboa.

“Castro Marim não é exceção à região do Algarve, que é a segunda do país onde é mais caro comprar ou arrendar cassa, só Lisboa nos supera, nas restantes regiões do país, à exceção de Lisboa e Madeira, os valores de compra ou arrendamento são, em média, menos de metade. Esta realidade cria grandes assimetrias territoriais e constrangimentos”, afirmou o autarca.

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Howden formaliza acordo de ‘Parceiro Principal’ com a APPII

Sendo um Full Service Provider neste sector através do seu Real Estate Practice Group, a consultora e correctora de seguros dispõe de uma equipa especializada multidisciplinar que providencia aconselhamento e soluções de transferência de risco que abrangem todo o investimento imobiliário

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A consultora e corretora de seguros Howden, formalizou o acordo de Parceiro Principal com a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), em cerimónia realizada esta quarta-feira, dia 28 de Setembro. 

Presente em Portugal com escritório em Lisboa, e na Península Ibérica através de 16 escritórios, a Howden é um dos quatro maiores correctores de seguros da Península Iberica. Sendo um Full Service Provider neste sector através do seu Real Estate Practice Group, dispõe de uma equipa especializada multidisciplinar que providencia aconselhamento e soluções de transferência de risco que abrangem todo o investimento imobiliário, destacando-se a cobertura de riscos da transacção (M&A) logo nos processos de compra e venda, a prestação de garantias, protecção de erros e omissões de projecto, a cobertura de responsabilidades dos intervenientes em todas as fases, a cobertura dos riscos de construção e de perdas de exploração antecipadas, bem como a cobertura de todos os riscos de exploração dos activos e da sua venda institucional ou distribuição a retalho.

“Este acordo é o corolário natural da presença crescente da Howden Portugal nesta área de prática, na qual dispomos de soluções que abrangem todo o ciclo de vida dos projetos de investimento imobiliário” declarou Joao Portugal Mendonça, director geral da Howden em Portugal.

Já Francisco Alvim, responsável pela área de M&A em Portugal, acrescentou que “a Howden se consolida assim como player principal num dos setores mais dinâmicos do mercado, onde temos assessorado diversos investidores nomeadamente em operações de grande volume”, concluindo que “a APPII é o parceiro certo para alavancar essa experiência e continuar a trazer soluções inovadoras para o mercado de M&A e imobiliário”.

Por sua vez, Hugo Santos Ferreira, presidente da APPII declarou ser “um orgulho enorme” ter a Howden como seu parceiro, o que permite a Associação capacitar-se na consultoria de risco da transacção e do vida do projecto, de A a Z, perante os associados, que representam os maiores e mais relevantes promotores e investidores imobiliários, nacionais e estrangeiros, com actividade em Portugal e que representam 15% do PIB em volume de investimento anual.

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Melom regista crescimento de mulheres no sector das obras

Num sector historicamente masculino, a crescente profissionalização tem atraído cada vez mais mulheres. 14% das empresas da rede já são geridas por mulheres

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(Na imagem: Sofia Dias, engenheira civil)

A rede de franchising Melom e Querido Mudei a Casa Obras (QMACO), registou um aumento significativo de mulheres no sector. Actualmente, 14% das unidades são já geridas por mulheres, na faixa etária entre os 35 e os 50 anos. Os dois maiores centros urbanos (Lisboa e Porto) concentram a totalidade das mulheres franchisadas da rede.

À data da fundação da MELOM, há 12 anos, este era um sector exclusivamente masculino, com um estereótipo do homem empreiteiro bastante enraizado. Este cenário tem vindo a alterar-se ao longo da última década, à medida que o sector vai-se profissionalizando.

Praticamente todas as mulheres que lideram unidades MELOM/Querido Mudei a Casa Obras provêm das áreas de arquitectura ou engenharia, embora mais recentemente se registem profissionais com formação de gestão.

Para João Carvalho, cofundador da MELOM, “este crescimento encerra benefícios subjectivos e objectivos. Os subjectivos são comuns a todas as dimensões da sociedade, nos quais o talento e a competência devem prevalecer a ideias preconcebidas; os benefícios objectivos relacionam-se com o comprovado interesse feminino pelas remodelações de casas e a sua maior atenção aos detalhes”, sublinha.

Um dos exemplos mais visíveis é Sofia Dias, engenheira civil de formação e franchisada da marca Querido Mudei a Casa Obras. Conhecida por ter sido protagonista do programa de televisão Querido Mudei a Casa, refere que o estigma de ser mulher num mundo ainda muito visto como de homens “tende a dissipar-se na sociedade actual”. A mesma responsável refere que, nos dias que correm, ainda é um desafio diário coordenar equipas totalmente constituídas por homens, mas garante que a vontade de “inovar na área das obras e da construção” fazem valer a pena estar num mundo de grandes homens e incríveis mulheres.

Também Ana Amaro, engenheira civil de formação, que lidera uma unidade do Querido Mudei a Casa Obras em Torres Vedras, seguiu a vocação e a paixão de “transformar o velho em novo” e “conseguir captar e tornar possível o sonho de alguém”. Ana Amaro admite que tem convivido com o estigma de ser mulher, mas considera que o mais importante é a capacidade de trabalhar com seriedade e rigor. “A realidade dinâmica que vivemos actualmente obriga-nos a uma constante adaptação na forma de trabalhar”, afirma a engenheira civil para quem o mais importante é “não ter medo de ser e fazer diferente”.

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CONSTRUIR dedica “webinar” à Sustentabilidade a 29 de Setembro

O encontro decorre na próxima quinta-feira, pelas 11h, com transmissão em directo no Facebook do CONSTRUIR

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Mais do que dissertar sobre a definição de “sustentabilidade”, tema que está na ordem do dia, o CONSTRUIR vai procurar, no próximo dia 29, pelas 11h, respostas sobre tendências e estratégias em torno deste conceito.

Que radiografia pode ser traçada em termos de ‘procura e oferta’ no que respeita a práticas sustentáveis? De que modo pode ser potenciado o retorno do investimento? Que papel cabe às ‘empresas de materiais’ na promoção de boas práticas? É tempo de reciclar a forma como pensamos um projecto de raíz? O dono-de-obra está ciente do potencial destas boas práticas?

Bento Aires (Presidente da Ordem dos Engenheiros – Região Norte), Rita Bastos (Diretora de Marketing da Saint-Gobain Portugal – Isover, Placo® e Weber), Nuno Malheiro da Silva (Arquitecto, CEO do FOCUS GROUP) e um responsável da Schneider Electric serão os oradores convidados desta sessão.

Acompanhe o encontro em directo no Facebook do CONSTRUIR

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ABB constrói “Ciclovia Circular” de Barcelos

Junto às paragens onde se prevê maior procura, existirão pequenos edifícios modulares colocados em áreas próximas à rede de ciclovias, módulos esses que serão um apoio ao passageiro dos Transportes Coletivos

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A ABB (Alexandre Barbosa Borges) vai ser responsável pelos trabalhos de construção da nova ‘Ciclovia Circular’ de Barcelos, um investimento avaliado em 4,6 milhões de euros e promovido pelo município liderado por Mário Constantino.

Segundo o edil, “Barcelos ficará dotada da possibilidade de uma circulação acessível, amiga do ambiente, menos perigosa e mais vantajosa para quem quiser usar a bicicleta como modalidade de deslocação, tanto em trabalho, como em lazer”.

A empreitada cujos trabalhos vão ter agora início, engloba a execução da rede de ciclovia a par de um projeto de melhoria das condições operacionais e de rebatimento do Transporte Público. O objetivo é otimizar a compatibilidade entre o modo ciclável e o transporte público, cuja oferta vai aumentar já no início do próximo ano. Nesse sentido, foram selecionados alguns pontos notáveis onde interessa promover um perfeito rebatimento entre esses dois modos de transporte. Serão locais onde se beneficia o acesso aos veículos de transporte público, criando pontos de paragem que facilitem o acesso de pessoas de mobilidade condicionada aos Transportes Coletivos.

Assim, junto às paragens onde se prevê maior procura, existirão pequenos edifícios modulares colocados em áreas próximas à rede de ciclovias, módulos esses que serão um apoio ao passageiro dos Transportes Coletivos, enquanto os utentes esperam pelo seu autocarro, sendo que, paralelamente, esses equipamentos também apoiam quem circula de bicicleta. Esses módulos irão dispor de tomadas para utilização dos clientes, bem como rede de dados wi-fi.

Estes edifícios, pela sua forma e cor, poderão tornar-se uma imagem de marca da nova estratégia de Mobilidade da cidade, aparecendo pontualmente nas ruas de Barcelos, contribuindo assim para captar novos utilizadores para os transportes mais sustentáveis.

A rede urbana de ciclovias em Barcelos tem como princípio orientador a adoção de políticas públicas de sustentabilidade, capazes de promover a descarbonização e o combate às alterações climáticas, com a diminuição das emissões poluentes, a diminuição do ruído, a melhoria da saúde e bem-estar da população e a segurança de todos os utilizadores da via pública”.

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Rui Moreira defende dupla utilização para nova ponte no rio Douro

“Uma ponte de dupla utilização faz mais sentido, em termos de interesse público. A população não compreenderia que fossem feitas duas estruturas autónomas”, defende o presidente da autarquia portuense, em véspera de apresentação, por parte do Governo, da nova linha de Alta-Velocidade

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O presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, defende uma dupla utilização – rodoviária e ferroviária – para a nova ponte no rio Douro, projeto que o Governo deverá apresentar, na próxima quarta-feira, no Porto. “Faz mais sentido para o interesse público que a nova ponte culmine numa dupla utilização”, garante.

“Vamos ver o que nos vai ser apresentado esta quarta-feira. O primeiro-ministro e o ministro das Infraestruturas vêm cá [ao Porto]. Vamos ver se, de facto, houver a possibilidade de construir uma ponte de dupla utilização provavelmente faz mais sentido para o interesse público”, afirmou Rui Moreira, à margem da reunião do Executivo municipal.

O Jornal de Notícias revela, na sua edição de hoje, que António Costa e Pedro Nuno Santos vão apresentar na próxima quarta-feira, na estação de Campanhã, a nova linha de alta velocidade (TGV) entre o Porto e Lisboa. “A proposta da Infraestruturas de Portugal ainda não chegou à Câmara do Porto, mas, numa reunião com o ministro Pedro Nuno Santos, o secretário de Estado e as câmaras do Porto e Gaia, fomos avisados de que estava a ser pensado um percurso diferente à solução inicialmente proposta para a ponte de alta velocidade”, observou Rui Moreira.

E acrescentou: “Do lado do Porto não há grande alteração porque vai manter-se o percurso por Campanhã. Uma ponte de dupla utilização faz mais sentido, em termos de interesse público. A população não compreenderia que fossem feitas duas estruturas autónomas”.

Esta solução encontrada pelo governo levará a que o concurso de conceção e construção da ponte rodoviária D. António Francisco dos Santos possa vir a ser cancelado e, de acordo com o autarca portuense, os concorrentes venham a ser indemnizados. O prazo para a apresentação dos projetos foi prorrogado até meados de outubro.

“Começámos a pensar que o que estávamos a fazer relativamente à ponte [D. António Francisco dos Santos] – e, de facto, está bastante avançado – tem de ser analisado em função do que possa vir a ser uma decisão sobre a ponte ferroviária, porque não faz sentido as pontes cruzarem”, referiu.

Sobre o eventual investimento, caso o governo avance para uma ponte com dupla utilização, Rui Moreira foi perentório: “Porto e Gaia não vão, com certeza, construir a ponte ferroviária”.

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Garcia Garcia amplia unidade industrial da Finieco

Intervenção da Garcia tem duas fases distintas, sendo a primeira relativa à ampliação da área de produção e a segunda à construção de um moderno armazém automático

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Com o objectivo de alavancar a capacidade produtiva e logística e elevar os seus níveis de eficiência no mercado, a Finieco, um dos principais players europeus do sector de soluções de packaging comercial e alimentar, vai ampliar a sua unidade de produção, localizada no Parque Empresarial da Ermida, em Santo Tirso. A Finieco exporta mais de 90% da sua produção para sectores tão distintos como moda, farmacêutico ou alimentar, marcando presença direta em mais de 40 países e com acentuado desenvolvimento no mercado norte-americano.

O projecto de design & build para a ampliação unidade foi entregue à construtora Garcia Garcia de produção, no Parque Empresarial da Ermida, em Santo Tirso.

Especializada em edifícios industriais e logísticos, a construtora nacional tem a cargo a execução da obra, cujo projecto se desenvolve em duas fases. A primeira, já concluída, incidiu na ampliação da área de produção e a segunda fase, já iniciada, prevê a construção de um moderno armazém automático. Com este projecto as duas empresas voltam a reforçar uma relação de parceria, pautada nos últimos anos por diversos projectos em que colaboraram mutuamente.

O forte investimento em inovação e tecnologia, assim como a aposta na sustentabilidade da sua operação tornam a Finieco numa referência do sector do papel e do packaging. Com o desenvolvimento registado pela empresa nos últimos anos, pautado por um incremento significativo da procura actual e da procura que projecta, tendo em conta a alteração dos padrões dos consumidores que procuram uma alternativa ao plástico, a empresa avançou para o desenvolvimento da sua unidade fabril.

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