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POR Lisboa 2021-2027 tem disponível 120 M€ para a Área Metropolitana

Comitiva da CCDR-LVT deu a conhecer, esta segunda-feira, em Setúbal, a verba disponível para a AML e fez um balanço “positivo” dos projectos realizados através do POR 2020

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POR Lisboa 2021-2027 tem disponível 120 M€ para a Área Metropolitana

Comitiva da CCDR-LVT deu a conhecer, esta segunda-feira, em Setúbal, a verba disponível para a AML e fez um balanço “positivo” dos projectos realizados através do POR 2020

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A Comissão de Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) apresentou esta manhã, 22 de Agosto, o Programa Regional de Lisboa (POR) 2020 ao município de Setúbal.

O encontro, realizado nos Paços do Concelho, com a CCDR-LVT, permitiu fazer o ponto de situação do POR Lisboa 2020 e dar a conhecer as oportunidades de financiamento ao abrigo do novo quadro comunitário 2021-2027.

Relativamente ao balanço do POR Lisboa 2020, a Câmara Municipal de Setúbal transmitiu à comitiva da CCDR-LVT, liderada pela presidente Teresa Almeida, que todos os projectos aprovados para o concelho estão com uma taxa de execução de 100%, com excepção de dois relativos a obras, que se encontram no terreno, a Unidade de Saúde Familiar de Azeitão e Museu de Setúbal – Recuperação do Convento de Jesus – Alas Norte e Nascente.

Em momento de balanço do POR Lisboa 2020, que “tem de ter uma execução a 100 por cento até ao final do ano”, Teresa Almeida veio a Setúbal apresentar também as oportunidades de financiamento que vão constar do Programa Regional de Lisboa 2021-2027.

As 18 autarquias da Área Metropolitana de Lisboa têm disponível um valor total de 120 milhões de euros para candidaturas ao PORL 2021-2027, nas áreas da sustentabilidade e do desenvolvimento urbano, e de 38 milhões para projectos de economia circular em parceria com outras entidades.

O presidente André Martins sublinhou o facto de o financiamento ser mais reduzido face ao quadro anterior, o que obriga a autarquia, que “tem sempre muitas ideias e propostas”, a definir prioridades.

“As prioridades são as escolas, a mobilidade e projetos que possam minorar os impactes climáticos, bem como as questões sociais.”

 A Câmara Municipal de Setúbal está a trabalhar nas condições de candidatar a financiamentos comunitários a criação de uma escola na zona da Quinta da Amizade, na freguesia de Gâmbia-Pontes-Alto da Guerra.

A presidente da entidade gestora dos programas de financiamento comunitários para a região de Lisboa também reconhece que o novo programa “tem menos oportunidades em termos financeiros”, mas acredita que é adequado às necessidades das autarquias.

O PORL 2021-2027 para os 18 municípios da AML, que deverá estar aprovado até ao final deste ano, vai disponibilizar montantes para projectos de eficiência energética, combate às alterações climáticas, infraestruturas verdes, mobilidade urbana, inclusão social, promoção do sucesso escolar, equipamentos escolares e regeneração urbana, com um montante total de 120 milhões de euros.

Os restantes 38 milhões destinam-se a projectos de economia circular e parcerias urbanas para a dinamização de atividades económicas.

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Construção metálica e mista bate recorde de exportações

As exportações portuguesas de construção metálica somaram 2,3MM em 2021, o que traduz um crescimento de 3,8% face ao ano anterior. O sector está em franco crescimento como revelam também o aumento dos postos de trabalho directos e o volume de negócios

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“As exportações portuguesas de construção metálica somaram 2.3 mil milhões de euros em 2021, o que traduz um crescimento de 3,8% face ao ano anterior”, anuncia em comunicado a Associação Portuguesa de Construção Metálica e Mista, CMM.

Responsável por cerca de 35 mil postos de trabalho directos, “a construção metálica atingiu o valor recorde de 5,6 mil milhões de euros, que representa um crescimento de 5,2% face a 2020. O aumento de volume de negócios, com um crescimento de 30% em relação a 2020, representa 2,6% do PIB”. Este crescimento é influenciado, sobretudo, pela forte procura externa. Segundo a CMM as exportações em 2021 cresceram 37%, face ao ano transacto, representando já 3,8% do tal das exportações nacionais.

“Os números do sector da Construção Metálica de 2016 a 2020 demonstram a evolução continua deste sector com crescimentos médios do volume de negócios de cerca de 5% ao ano e do volume de exportações de cerca de 1,5% ao ano”, sublinha Luís Simões da Silva presidente da CMM.

O mesmo responsável sublinha que o ano de 2021 “apresentou valores históricos, com crescimento de 30% do volume de negócios e 37% das exportações, em relação ao ano anterior. Estes dados demonstram a capacidade, o dinamismo e a resiliência do sector em enfrentar e ultrapassar os constantes desafios que a conjuntura internacional lhe tem colocado”.

Os resultados apresentados destacam-se, assim, pelo “crescimento histórico do sector da construção metálica em todas as vertentes, nomeadamente no número de postos de trabalho directos, no volume de negócios e no valor das exportações”.

Em 2020 o sector da construção metálica gerou um volume de negócios superior a 4,3 mil milhões de euros, contribuindo com 2,15% da riqueza nacional, isto depois de em 2018 e 2019 a contribuição do sector para o PIB ter sido de 2,19% e 2,28%, respectivamente. Números que contrastam com o 1,8% registado 2016.  Nos últimos anos o sector cresceu na criação de riqueza, em produção, em vendas, nacionais e internacionais e em número de empregos criados, quase 34 mil, a 31 de Dezembro de 2020.

O sector está organizado sobre a marca Portugal Steel, gerida e criada pela CMM, e que + tem servido para divulgar a construção metálica e os seus benefícios, as empresas e o investimento que estas têm canalizado para a inovação tecnológica.

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Construção modular da Dstgroup integra Smart Studios Asprela

Além garantir os prazos de entrega da residência de estudantes, foi possível optimizar custos e reduzir os desperdícios e resíduos com esta opção. Esta foi a primeira experiência do Grupo,, mas a empresa tem plano de cinco anos para crescer nesta área

Cidália Lopes

A construtora Dst, empresa do Dstgroup, inovou e levou a cabo a adaptação do projecto da Smart Studios Asprela, no Porto, para construção modular, já com a obra em execução. Um projecto orçamentado em 8.600 milhões de euros e para o qual era necessário encontrar uma solução alternativa eficaz, face a constrangimentos de prazos, causados pelas dificuldades que o sector da construção.

“Acontecesse o que acontecesse, o empreendimento teria que estar a funcionar a tempo do início do ano escolar. Mais a mais, com a exigência de qualidade que esta cadeia se identifica – Smart Studios -, por um lado, sendo que por outro, a falta de recursos humanos que o sector da construção atravessa, estavam reunidas as condições ótimas para se propor ao dono de obra, o recurso a metodologias de construção modular”, explica ao Construir, Eurico Soares, administrador da Dst.

A opção encontrada permitiu a adaptação da construção das 221 casas de banho do edifício em monoblocos, “tendo o resultado superado todas as expectativas”, indicou Eurico Soares. Além de se “garantir o cumprimento do prazo de execução da obra”, foi ainda possível ”optimizar o custo fixo e reduzir os desperdícios e resíduos”. Como todo o trabalho foi realizado em fábrica foi, também, possível “controlar a qualidade e uniformização dos materiais, conjugando com o equilíbrio de logística de chegada dos materiais à obra”, indicou.

Em termos gerais, “a construção modular envolve a produção de componentes padronizados do edifício numa fábrica externa e, em seguida, uma montagem no local final da obra”.

Outro dado importante é o que distingue esta construção do que já se fazia em monoblocos: o facto de ser quase impossível perceber se a divisão foi feita em obra ou em fábrica, em resultado dos acabamentos de excelência.

Abordagem holística

Todo o processo de adaptação e alteração em fase de obra envolveu os diferentes intervenientes do projecto, desde arquitecto, projectistas das Especialidades, coordenador de projecto, fiscalização e, claro está, a dstgroup.

“Em termos técnicos, a adaptação do projecto base para alocação de instalações sanitárias executadas em fábrica, implicou um estudo holístico nos projectos de arquitectura e especialidade. Além da necessária montagem em obra dos elementos executadas em fábrica, foi necessário, também, coordenar a implementação de processos de fabrico em série em ambiente fabril, para que fosse possível optimizar os recursos, tanto humanos como materiais. Já na obra houve, ainda, necessidade de realizar ajustes das soluções de ligação das especialidades globais do edifício, às existentes nos elementos modulares de forma a conferir a integridade de execução em obra.

“Neste âmbito, um factor crítico de sucesso, foi recorrer à metodologia BIM, através da qual se procede à digitalização de todo o projecto, sendo o Modelo Digital a base de confiança entre todos os interlocutores, conferindo um poderoso meio de análise e simulação que sustentem as soluções que vieram a ser executadas em obra”, reforçou Eurico Soares.

Além da componente técnica, havia ainda que garantir “qualidade e conforto”, tal como numa solução tradicional. Este foi outro dos desafios, mas Eurico Soares acredita terem sido “bem-sucedidos com a solução encontrada”.

Facturação de 40 M€ em cinco anos

Embora já tivessem trabalhado anteriormente com a Smart Studios, este foi o primeiro projecto da Dstgroup em construção modular, mas irá participar também no próximo empreendimento da Smart Studios na Alta de Lisboa e, desta vez, para um conjunto de módulos combinados de instalações sanitárias e copa.

Na realidade, Eurico Soares, acredita que estes passos são o início de um projecto mais abrangente. “À semelhança do que acontece com as fábricas de automóveis, o futuro passa por termos um género de ‘Autoeuropa’ da construção, onde diferentes módulos, sejam, sanitários, cozinhas, quartos, salas, são montados e depois enviados para obra”.

Recorde-se que o dstgroup tem neste momento em desenvolvimento um projecto de construção modular em curso, com o arquitecto Norman Foster, que visa transformar o sector em Portugal. Consiste na criação de um Living Lab que irá desenvolver e promover soluções no campo da construção modular e pré‑fabricação, de modo a responder de forma eficiente às necessidades crescentes do mercado mundial. A concretização deste desafio representa uma área de construção de 4000 m2 e aproximadamente 100 unidades modulares habitáveis no campus do dstgroup, em Braga.

Com a aposta do grupo na construção modular, é expectável que, dentro de cinco anos, a facturação desta área de negócio já represente cerca de 40 milhões de euros, revelou, ainda, Eurico Soares.

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Cidália Lopes

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Construção sustentável entre os premiados do BfK Ideas

O projecto BOB – Bulding Out of the Box da Universidade da Beira Interior, foi um dos quatro vencedores do programa Born from Knowledge (BfK) Ideas, promovido pela Agência Nacional de Inovação (ANI), que visa impulsionar a transferência de conhecimento das Instituições de Ensino Superior para o tecido empresarial

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Nesta edição do concurso estiveram representadas 29 Instituições de Ensino Superior nacionais. A final decorreu, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, tendo sido distinguidos quatro projectos. Entre os vencedores esteve o projecto BOB – Bulding Out of the Box desenvolvido pela Universidade da Beira Interior.

Apesar de o sector da construção representar 13% do PIB mundial, a sua pegada ambiental e baixa produtividade constituem um calcanhar de Aquiles. Para os promotores do projecto BOB, a digitalização tem de chegar a este mercado, permitindo-lhe evoluir para materiais inovadores, redução de recursos utilizados e zero desperdício.

Para que tal aconteça, conceberam uma solução inovadora que irá actuar na indústria da construção civil em três vertentes: digitalização do processo comercial de empresas de impressão 3D de betão e outras argamassas; impressão 3D de vários elementos decorativos e estruturais, nomeadamente para projectos de renovação urbana e impressão de corais e outras estruturas baseadas na natureza; investigação e desenvolvimento de materiais de impressão através do aproveitamento de resíduos industriais, minas, entre outros.

A investigação, que está a ser feita através do C-Made, da Universidade da Beira Interior, já está no terreno, nomeadamente no município do Fundão, onde os promotores estão a scanear prédios devolutos e a desenvolver módulos para encaixarem nas estruturas existentes, quase como se de um “tetris” se tratasse.
O projeto BOB está ainda a desenvolver um tipo de betão absorvente de CO2.

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Preço dos materiais cerâmicos sobe 80%, face a 2021

Os custos de construção de habitação nova aumentaram em Setembro 13,4% em termos homólogos, um aumento influenciado pelo preço dos materiais que registaram uma variação de 18,6% face a igual período do ano passado

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Os números foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quinta-feira no seu Índice de Custos de Construção de Habitação Nova (ICCHN), e são referentes ao mês de Setembro. Para este mês o INE “estima que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 13,4% em termos homólogos, mais 0,9 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior”. Ambas as componentes do índice, o preço dos materiais e o custo da mão de obra, influenciam este crescimento, em especial a primeira que registou uma variação de 18,6%, acelerando 2,1 p.p. face ao mês anterior e o custo da mão de obra aumentou 6,1% (6,8% em Agosto).

Segundo o INE, entre os materiais que mais influenciaram esta variação estão os produtos cerâmicos, com crescimentos homólogos dos preços de cerca de 80%. Já o gasóleo, o cimento, os aglomerados e ladrilhos de cortiça, as madeiras e derivados de madeira e as obras de carpintaria, os tubos de PVC e o consumo de produtos energéticos apresentaram crescimentos homólogos superiores a 20%.

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Sacyr Neopul conquista projecto na Alta Velocidade da Galiza no valor de 49,4M€

A Sacyr Neopul, empresa portuguesa do grupo Sacyr, é líder do consórcio que acaba de conquistar a adjudicação da pré-manutenção e manutenção das infraestruturas, vias e dispositivos de via das Linhas de Alta Velocidade da Galiza e Eixo Atlântico, projecto com um valor de 49,4 milhões de euros

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A empreitada, adjudicada pela ADIF e com um prazo de execução de 48 meses (mais 12 meses de extensão), consiste na realização de todas as actividades relacionadas com estes subsistemas, que visam garantir a segurança do tráfego, fiabilidade e conforto dos passageiros.

No que respeita aos contratos de manutenção, acresce a manutenção da linha AVE Madrid Norte, o contrato de manutenção da via convencional Sul e a manutenção da catenária convencional Noroeste.

“A vasta experiência da Sacyr Neopul em distintos mercados permitiram a esta empresa portuguesa acumular uma experiência e capacidade únicas no sector ferroviário, incluindo na Alta Velocidade, fazendo com que a mesma seja hoje em dia a especialista do Grupo Sacyr para trabalhos neste sector em todo o mundo”, comenta Marcos Rubio, director do Grupo Sacyr Somague Portugal.

Na Irlanda a Sacyr Neopul ganhou um ICE Award na categoria de serviços especializados, graças às práticas inovadoras na renovação do sistema de electrificação de tracção eléctrica (catenária) no Dublin Area Rapid Train (DART) na capital irlandesa.

A Sacyr Neopul tem actualmente em curso obras ferroviárias em vários mercados distintos como Portugal, Espanha, Reino Unido, Irlanda, Brasil e Uruguai.

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2M€ para a eficiência energética de instalações desportivas

Vai ser lançada a 7ª edição do Programa de Reabilitação de Instalações Desportivas (PRID), programa que terá uma dotação de dois milhões de euros e que em 2023 visará exclusivamente o apoio a projectos de melhoria da eficiência energética destas infraestruturas

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Dado o contexto geopolítico e ambiental que actualmente se atravessa, mas também a urgência do combate às alterações climáticas, decidiu-se que o 7º PRID, gerido pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), seria totalmente canalizado para apoiar os clubes na racionalização do uso de energia, de água e gás, tal como já havia sido anunciado pelo Secretário de Estado da Juventude e do Desporto na audição parlamentar da Comissão de Orçamento e Finanças, no dia 28 de Outubro. As candidaturas serão abertas durante o mês de Janeiro de 2023.

O IPDJ já tinha publicado um conjunto de recomendações aos proprietários/gestores de instalações desportivas de forma a minimizar o impacto dos aumentos dos custos energéticos, consequentes da referida conjuntura (que pode ser consultado neste link). Com a próxima edição, será também proporcionada formação nestas matérias aos clubes.

Algumas das recomendações estruturais podem servir de guia para a apresentação de projectos ao PRID 2023, designadamente, entre outras: a reconversão dos sistemas de iluminação tradicionais para sistemas de tecnologia LED, tanto nas instalações de apoio como nas Instalações Desportivas; instalação de meios de energia renovável, por exemplo, painéis fotovoltaicos entre outros, para produção de energia para autoconsumo, sempre que tal se afigure viável; e instalação de sistemas solar térmico para produção de Águas Quentes Sanitárias (AQS).

O PRID é direccionado a clubes e associações desportivas de Portugal continental e destina-se a promover a requalificação das instalações desportivas ao serviço das comunidades, com o principal objectivo de melhorar as condições de prática desportiva.

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Investimento de 120M€ no Terminal de Contentores Alcântara apresentado esta quinta-feira

A Yilport Ibéria, concessionária do terminal, vai apresentar o investimento de 123 milhões de euros realizado na reconversão e expansão do Terminal de Contentores de Alcântara e onde se inclui a instalação de quatro novas gruas

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O Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, marcará presença na apresentação pública do Investimento de Modernização do Terminal de Contentores de Alcântara, da gestora portuária Yilport Liscont, que se realiza no próximo dia 10 de Novembro, na Gare Marítima de Alcântara, em Lisboa. O projecto de investimento de cerca de 123 milhões de euros inclui quatro novas gruas que chegaram no primeiro dia de 2022.

O evento tem como objectivo revelar o investimento privado de reconversão e expansão que foi feito no Terminal de Contentores de Alcântara, e no qual se inclui a instalação de quatro novas gruas, fabricadas pela empresa japonesa Mitsui, que chegaram a Lisboa, vindas do porto japonês de Oita, no dia 1 de Janeiro de 2022. O investimento engloba seis E-RTG (eléctricos e com operação remota), ECO – Reach Stackers, repavimentação de todo o pátio de contentores e novos edifícios: um para operações/manutenção e outro para inspecções de alfândega e PIF.

Este investimento permitiu introduzir melhorias significativas não só a nível ambiental, como no incremento de segurança das operações quer para os próprios trabalhadores, como para todos aqueles que diariamente prestam a sua actividade no terminal. Em específico, as novas gruas, totalmente eléctricas, vêm possibilitar a movimentação de mercadorias com menores impactos, nomeadamente a diminuição das emissões de CO2 durante as operações.
Estima-se que esta modernização permita aumentar a capacidade de recepção de navios de maior dimensão, reduzir os custos de transporte na cadeia logística, com ganhos nas exportações nacionais e assim atrair mais carga para serem movimentadas em Portugal.

“Este investimento terá um retorno muito revelante para a economia nacional e o hinterland do Porto de Lisboa. Vai permitir diminuir significativamente a emissão de CO2 e contribuir para a sustentabilidade ambiental da operação portuária. De igual forma, a operação remota e semi-automática de equipamentos vai melhorar as condições de trabalho e segurança dos nossos trabalhadores. Finalmente é nossa convicção que o investimento na modernização desta infraestrutura portuaria vai atrair novos serviços e escalas directas transatlânticas para o Porto de Lisboa, que vão por si só alavancar a vocação exportadora da economia nacional”, explica Nuno David Silva, director geral regional da Yilport Ibéria.

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Caminhos para cumprir o PRR na Habitação

Conferência Internacional em Lisboa debate soluções para a execução dos fundos de recuperação disponibilizados pela União Europeia

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A Câmara Municipal de Lisboa, a Housing Europe, a Gebalis e a Associação Portuguesa de Habitação Municipal organizam nos dias 10 e 11 de Novembro a Conferência Internacional “Social Housing and the Recovery Plans – pathways to solutions”, que decorrerá no Fórum Lisboa.

Na conferência serão apresentados os Planos de Recuperação e Resiliência de diversos países no âmbito da habitação pública, nas suas várias vertentes, desde a construção de novas habitações, à melhoria da eficiência energética dos edifícios ou a inclusão habitacional. Estarão presentes representantes das instituições europeias que apresentarão o enquadramento deste fundo financeiro e a sua conjugação com outros fundos disponibilizados pela União Europeia.
Num momento em que cresce a indefinição e a incerteza sobre a capacidade dos países cumprirem os planos aprovados – face às múltiplas adversidades a nível europeu e mundial que têm surgido –, e estando em discussão a necessidade e a possibilidade de alterar ou adaptar os planos para que sejam exequíveis, a conferência Social Housing ganha especial relevância.

Portugal destaca-se no conjunto dos planos de recuperação e resiliência apresentados pelos vários países europeus pelo grande investimento na construção de habitações acessíveis, sofrendo, no entanto, as consequências da escalada de preços da construção, escassez de matérias-primas e, até, pela inexistência de uma indústria de construção com dimensão para responder a estes objectivos.

Neste sentido, a conferência porá o foco sobre a necessidade de monitorização contínua dos Planos de Recuperação e Resiliência nacionais, num evento que é, além de um momento de partilha, um encontro de oportunidade.

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Delegação moçambicana acompanhou formandos no CICCOPN

A formação profissional de jovens moçambicanos no sector da construção civil e obras públicas em Portugal surge depois do acordo assinado em 2021 entre o Governo moçambicano e o CICCOPN

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O Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (CICCOPN) recebeu a visita de uma delegação composta por Agostinho Milton, Cônsul-Geral de Moçambique no Porto e Zona Norte de Portugal, e Carla Caomba, Directora-Geral do Instituto de Bolsas de Estudo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da República de Moçambique.

A visita teve lugar na sequência do programa de colaboração rubricado em 2021, no âmbito da formação profissional de jovens moçambicanos no sector da construção civil e obras públicas, entre o Instituto de Bolsas de Estudo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da República de Moçambique e o CICCOPN.

À margem da visita, Carla Caomba explicou que “esta oportunidade é única para os jovens, complementando aqueles que são os esforços do Governo de Moçambique na formação do capital humano e social, sobretudo na componente técnico-profissional”.

Depois de uma visita ao Centro, Carla Caomba referiu ainda que “o feedback dos formandos é muito positivo, por causa das instalações, mas também pela recepção acolhedora de todos no CICCOPN, fazendo com que estes jovens oriundos das várias províncias de Moçambique se sintam em casa”.

Já no final da visita, a delegação saudou e felicitou os 37 novos formandos, que chegaram de Moçambique a 2 de Novembro deste ano e que agora terão a oportunidade de estudar em Portugal, com bolsas de estudo que garantem benefícios idênticos aos dos formandos portugueses.

Estes jovens poderão levar o conhecimento de volta para o país de origem ou, se preferirem, poderão integrar o sector da Construção em Portugal, com condições e salários dignos. No momento da realização do estágio, que é parte integrante da formação, os jovens poderão escolher entre empresas a operar em Portugal e empresas portuguesas com operações em Moçambique.

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Conheça os nomeados dos Prémios CONSTRUIR 2022 e vote até 17 de Novembro

Pelo 15º ano consecutivo, o jornal CONSTRUIR volta a promover a entrega dos troféus que distinguem a qualidade da obra materializada entre 1 de Janeiro de 2021 e 30 de Setembro de 2022, numa lista da exclusiva e inteira responsabilidade da equipa editorial do CONSTRUIR

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A espera acabou. Pode, desde já, votar nos seus favoritos para eleger os melhores projectos e empresas do último ano, numa votação que decorrerá na página oficial do evento, disponível em https://premios.construir.pt/

Pelo 15º ano consecutivo, o jornal CONSTRUIR volta a promover a entrega dos troféus que distinguem a qualidade da obra materializada entre 1 de Janeiro de 2021 e 30 de Setembro de 2022, numa lista da exclusiva e inteira responsabilidade da equipa editorial do CONSTRUIR.

Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário têm nomeadas obras e empresas que se destacaram pelo trabalho desenvolvido ao longo do período em apreciação; capacidade de inovação, visibilidade mediática, distinções nacionais e/ou internacionais, dados estatísticos oficiais, entre outros; Obra pública, obra privada, Internacionalização, Reabilitação, Sustentabilidade são apenas algumas das áreas que os leitores do jornal CONTRUIR vão poder distinguir.

O acesso ao formulário de votação será feito após introdução do endereço de email com que está registado como assinante do CONSTRUIR e/ou como subscritor da Newsletter do CONSTRUIR, sendo que não são aceites novos registos até à data de fecho de votações.

As votações decorrem até dia 17 de Novembro às 18h00. A entrega dos troféus aos projectos consagrados e empresas vencedoras decorre no Cineteatro Capitólio, em Lisboa, no próximo dia 21 de Novembro, a partir das 21h30.

Os Prémios CONSTRUIR 2022 contam com a Ledvance como mainsponsor. Bosch, Cimpor, Efaflu, Jung, KNX, OLI, Otis, Recer, Saint-Gobain, Umbelino Monteiro e Victoria Seguros são os patrocinadores da edição deste ano dos prémios que distinguem os melhores de 2022 naquela que é a única iniciativa a reconhecer as principais áreas da Fileira da Construção.

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