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Curso sobre blockchain e Web 3.0 quer mudar a forma como se pensa o negócio

A EDIT. – Disruptive Digital Education e a SPHERE ELEPHANT, agência especializada em Web 3.0, juntaram-se para criar o primeiro curso em Portugal de Blockchain e Web 3.0 dedicado a gestores de marca. O curso irá focar-se no entendimento das tecnologias que envolvem a nova vaga de aplicações

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A EDIT. – Disruptive Digital Education e a SPHERE ELEPHANT, agência especializada em Web 3.0, juntaram-se para criar o primeiro curso em Portugal de Blockchain e Web 3.0 dedicado a gestores de marca. O curso irá focar-se no entendimento das tecnologias que envolvem a nova vaga de aplicações

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(na imagem: Daniel Devera, fundador e diretor geral da escola EDIT, Disruptive Digital Education)

O curso arranca a 1 de Outubro, no Porto, e incide sobre blockchain e as novas tecnologias que compõem a Web 3.0. É dedicado a gestores de marca ou “gestores de experiência” como prefere apelidar Hugo Silva Pereira, fundador e director Geral da SPHERE ELEPHANT, agência de media portuguesa exclusivamente focada em projectos Web 3.0.
“Nesta fase, o objectivo passa por educar profissionais, nas mais variadas áreas de negócio, sobre o que é, verdadeiramente, a Blockchain e de que forma irá mudar a nossa forma de pensar o cliente e o negócio”, afirma Hugo Silva Pereira.

Termos como Blockchain, Metaverso ou Cryptomoedas já entraram no léxico dos portugueses, embora muitos ainda não dominem ou olhem com desconfiança para o tema. Daniel Devera, fundador e diretor geral da escola EDIT, Disruptive Digital Education, esclarece que “é imperativo perceber que isto não é um curso de Trading. Queremo-nos afastar ao máximo disso. Antes, queremos educar sobre os benefícios da tecnologia e de que forma pode mudar o panorama da publicidade digital”.

O curso irá, conforme o nome indica, focar-se no entendimento das tecnologias que envolvem a nova vaga de aplicações, denominada de Web 3.0, e nos novos paradigmas de comunidade e customização que estes implicam.
Com investimentos multimilionários de empresas como a Google, a Microsoft, a IBM e, particularmente, a META, anteriormente conhecida como Facebook e que mudou o nome deliberadamente para reforçar a sua convicção e posicionamento no Metaverso, parecem existir poucas dúvidas que a indústria digital adivinha uma mudança no paradigma atual e está a prepará-la. “Ainda é preliminar. Ainda não é fácil para qualquer utilizador entrar neste meio, mas os estudos estão aí: a adopção de tecnologia como a realidade imersiva ou a blockchain estão a despertar a atenção dos utilizadores e os gestores de negócio precisam de se posicionar já para as experiências que podem oferecer às suas comunidades”, afirma Hugo Silva Pereira.

A primeira edição arranca aos fins-de-semana, no Porto, a partir do próximo dia 1 de Outubro, mas, segundo Daniel Devera, “chegará a Lisboa e criaremos uma versão remote assim que terminarmos o primeiro ciclo do curso. Ao sermos pioneiros, temos a responsabilidade de trabalhar conjuntamente com os alunos para criar algo sólido e construtivo”.

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‘Greater Porto’ une municípios de Matosinhos, Porto e Vila Nova de Gaia

Projecto pioneiro em Portugal, tem como objectivo desenvolver oportunidades de crescimento em toda a “cadeia de valor” das actividades de promoção territorial e atracção de investimento, nacional e estrangeiro, para o Norte/Noroeste de Portugal”

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Os municípios de Matosinhos, Porto e Vila Nova de Gaia, apresentam o Greater Porto, entidade que pretende agregar interesses e empresas, dinamizar a economia, impulsionando a região para um novo patamar de competitividade e atractividade na captação de investimento de elevado valor acrescentado.

Projecto pioneiro em Portugal, o Greater Porto “nasce do diálogo e cooperação entre estes três municípios e tem como objectivo desenvolver oportunidades de crescimento em toda a “cadeia de valor” das actividades de promoção territorial e atracção de investimento, nacional e estrangeiro, para o Norte/Noroeste de Portugal”.

Para marcar o arranque deste projecto, este será apresentado na Expo Real, que se encontra a decorrer em Munique, até dia 6 de Outubro, com um espaço de 154 metros quadrados, que revela o projecto globalmente, mas que simultaneamente, comunica a linguagem da marca de cada cidade. Será um espaço preparado para acolher diversas iniciativas, no qual se irá promover a interacção entre participantes. Quinze empresas participam na exposição, contribuindo para o posicionamento internacional do Greater Porto.

Ricardo Valente, vereador do pelouro da Economia, Empreendedorismo e Emprego da Câmara Municipal do Porto afirma que “o Greater Porto é uma entidade orientada para a promoção e atraccão de investimento para a região, com especial foco nos mercados internacionais e para a criação de uma marca territorial forte, através de um modelo de cooperação e articulação regional que reconheça as potencialidades e obstáculos, actuando numa lógica em que a multipolaridade é uma condição essencial”.

“Se queremos ganhar massa critica, dinamizar a economia da região e os seus fatores competitivos na atração e desenvolvimento de investimento, temos de romper com a matriz atual, desenvolver estratégicas económicas concertadas, e atuar numa ótica de articulação, numa participação conjunta, como Greater Porto”, afirma Marta Pontes, vereadora da Economia, Comércio e Turismo da Câmara Municipal de Matosinhos.

“O objectivo é criar um ambiente favorável para potenciar ao máximo os valores dos factores competitivos da região, tornando-a um destino atractivo a uma escala global, numa intersecção de sinergias. Desenvolver uma estratégia regional concertada, através do estabelecimento de uma rede de agentes internacionais com presença física em países/regiões com centros de decisão de investidores de grande dimensão em sectores considerados estratégicos para a região é uma das muitas formas de promoção do Greater Porto”, afirma António Castro, administrador da Gaiurb.

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Electrodomésticos AEG incluem filtro que impede a libertação de microplásticos

O Filtro de Microplásticos contribui para reduzir a quantidade de fibras de microplásticos que são libertadas na água residual durante a lavagem de peças de roupa sintéticas

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A marca de electrodomésticos AEG lança um novo acessório para a máquina de lavar com o objectivo de evitar que sejam libertados até dois sacos fibras de microplásticos através da lavagem de roupa.

Uma das maiores preocupações dos líderes da União Europeia (UE), os microplásticos são um problema global invisível, mas cada vez mais presente, que está a começar a chamar a atenção dos consumidores e os responsáveis da UE, para a questão dos microplásticos que são libertados directamente no meio ambiente em forma de pequenas partículas.

A escala do problema é significativa, com o Programa das Nações Unidas para o Ambiente (UNEP- United Nations Environment Programme) a estimar que meio milhão de toneladas de microfibras de plástico são libertadas no oceano todos os anos, o equivalente a quase três mil milhões de camisas de poliéster, a AEG apresenta o Filtro de Microplásticos, um acessório que contribui para reduzir a quantidade de fibras de microplásticos que são libertadas na água residual durante a lavagem de peças de roupa sintéticas.

“A nossa investigação demonstra que existe uma vontade por parte dos portugueses em ajudar a resolver o problema associado aos microplásticos, criado pela sociedade, com 73% dos consumidores inquiridos (vs 53% dos consumidores Europeus) a considerarem os microplásticos um problema ambiental grave, e 63% (vs 41% dos consumidores Europeus), consideram um problema grave de saúde”, e acrescenta que “o aumento dos materiais sintéticos não vai desaparecer num futuro próximo, pelo que quanto mais pudermos fazer para evitar a libertação de fibras microplásticas, melhor”.

A AEG fez um estudo para perceber os hábitos dos consumidores portugueses, com o intuito de perceber que melhorias podem ainda ser feitas no quotidiano e que resultem numa melhoria para combater as alterações climáticas, tendo verificado que 93% dos adultos inquiridos não sabia da quantidade de plástico presente nas roupas. Numa primeira conclusão foi possível perceber que 66% dos portugueses não sabiam que o nylon é uma fibra plástica e 69% desconheciam que o poliéster é plástico.  Através do estudo realizado no início deste ano foi possível concluir que 43% dos consumidores portugueses, face a 27% dos consumidores europeus, indicam estar dispostos a implementar acções que exijam um esforço pessoal, mas que ajudem a combater este problema global.

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ANI atribui Selo de Reconhecimento de Idoneidade à Carmo Wood

Produção sustentável de matérias-primas e materiais derivados da floresta, processos produtivos mais verdes e eficientes, química verde ou desenvolvimento e eficiência de sistemas de produção as principais áreas de actuação certificadas pela ANI

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A portuguesa Carmo Wood acaba de conquistar o reconhecimento de idoneidade para a prática de actividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D), atribuída pela Agência Nacional de Inovação (ANI), que poderá potenciar novas soluções de produção, particularmente no que respeita à sustentabilidade.

Produção sustentável de matérias-primas e materiais derivados da floresta, processos produtivos mais verdes e eficientes, química verde ou desenvolvimento e eficiência de sistemas de produção constituem as principais áreas de actuação e domínio técnico da Investigação e Desenvolvimento da Carmo Wood, agora certificadas pela ANI.

“Enquanto líderes de mercado e com a inovação no centro de tudo o que fazemos, sentimos a vontade e a responsabilidade de ir mais além e de continuar, incessantemente, em busca de novas soluções que tornem os nossos processos mais eficientes, mais sustentáveis e que, no fim do dia, aportem inovação a todo o setor”, refere Jorge Milne e Carmo, presidente Carmo Wood.

O Selo de Reconhecimento de Idoneidade na Prática de Actividades de I&D é atribuído a empresas que comprovem a sua capacidade e know-how nos domínios requeridos e é, em si, um factor de diferenciação e valorização das entidades no mercado, comprovando a sua competência para a realização de actividades de I&D. A detenção deste selo permite ainda estabelecer novas parcerias em projectos de I&D (nomeadamente com empresas e entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional) e a captação de financiamento por parte de fundos.

Recorde-se que a Carmo Wood dispõe, actualmente quatro unidades, localizadas em Pegões, Almeirim e Oliveira de Frades, que produzem para os mais de 40 países onde opera. O Grupo estima faturar este ano cerca de 100 milhões de euros, o que representa um crescimento do total da actividade de cerca de 25%, face ao período homólogo.

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.PT inaugura “a casa da internet portuguesa”

Construída para funcionar como hub digital, a nova sede do .PT chama-se Barra Barra (//) e disponibiliza um conjunto de infraestruturas que privilegiam o desenvolvimento de competências digitais e a implementação de projectos ligados à inovação

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O .PT, entidade responsável pela gestão do domínio de topo português, inaugura esta segunda-feira, 3 de Outubro, a sua nova sede. Uma data que coincide com a celebração há 31 anos, do primeiro domínio registado em .pt: dns.pt..
O edifício Barra Barra (//) pretende ser a casa da internet portuguesa e um hub tecnológico aberto à comunidade, com vista ao desenvolvimento de projetos e ideias inovadoras, em particular no domínio da capacitação digital.

Construída para funcionar como um verdadeiro espaço digital, o edifício disponibiliza um conjunto de infraestruturas, que privilegiam a aquisição e o reforço de competências digitais e a implementação de projectos ligados à inovação, destinadas tanto aos colaboradores do .PT como a pessoas ou entidades externas.

O edifício Barra Barra localiza-se no número 29 da Rua Eça de Queiroz junto ao Marquês de Pombal e compreende um total de 700 metros quadrados, distribuídos por três pisos, contando com um auditório, com capacidade para 50 pessoas em plateia, aberto à comunidade. O projecto de arquitectura conta com a assinatura do atelier Miguel Amado Arquitectos.

Entre as iniciativas previstas para a nova sede, destacam-se a criação da Academia
.PT, que dá corpo ao conceito de hub digital e permitirá um conjunto de sessões de formação em torno de temas que incidam sobre a actividade do .PT, bem como do .PT 360 – Innovation Center, com vista a promover a inovação tecnológica, através do apoio ao desenvolvimento de novas ideias e modelos de negócio, a experimentação de projectos e a capacitação de pessoas e organizações na digitalização.

As competências digitais e as tecnologias emergentes serão as áreas prioritárias deste centro de inovação, com especial foco em inteligência artificial, big data, cibersegurança, identidade digital, e-commerce, e no futuro da internet.

“Em 30 anos, esta é a primeira sede património próprio do .PT. Além de ser um momento marcante na nossa história e que muito nos orgulha, trata-se de uma oportunidade para acolher todos os projectos do ecossistema digital liderado pelo .PT, parceiros e restantes stakeholders, assente numa visão aberta para um modelo de trabalho mais dinâmico, diverso e inclusivo”, refere Luísa Ribeiro Lopes, presidente do conselho directivo do .PT.

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Simon marca presença na Light + Building

O stand, localizado no pavilhão 11, “é um reflexo da sua filosofia onde os espaços estão no centro das experiências dos utilizadores”

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Com mais de 100 anos de percurso e uma grande experiência em interfaces, iluminação e controlo de luz, a multinacional Simon vai marcar presença, pela primeira vez, na feira Light& Building. O stand, localizado no pavilhão 11, “é um reflexo da sua filosofia onde os espaços estão no centro das experiências dos utilizadores”. Com um estilo completamente neutro, o suporte melhora o resultado do “controlo significativo” das luminárias na criação de ambientes e cenários, adaptando a luz a determinadas situações e estados de espírito inspiradores, realçando a arquitectura e utilizando-a para dotar qualquer espaço de emoção.

Com um portefólio de 360 produtos, a Simon irá dar a conhecer algumas das suas soluções para o âmbito residencial com uma série de mecanismos globais e séries inteligentes que permitem a personalização dos espaços, até soluções para o sector terciário com iluminação por contrato e controlo de luz, conectividade para postos de trabalho e iluminação exterior para a iluminação pública e privada. Além disso, a Simon apresenta a sua nova gama de carregadores de veículos eléctricos para os âmbitos privado e público.

Para a habitação, a Simon apresenta a experiência de casa conectada de forma simplificada. Entre as possibilidades oferecidas pela digitalização dos espaços, com a Simon iO, o novo sistema de controlo doméstico, ligam-se mecanismos inteligentes (interruptores, tomadas e termóstatos) para criar atmosferas personalizadas em todos os momentos. Estes são facilmente controlados a partir da aplicação Simon iOno smartphone ou com os assistentes de voz da Amazon, Alexa ou Hey Google, de forma a permitir um mundo de experiências únicas e adaptadas ao estilo de vida das pessoas, de forma fácil e mesmo sem modificar a instalação.

Os dispositivos Simon iO, como o Simon 100 e Simon 270, utilizam protocolos baseados em normas Wireless e podem comportar-se como interruptores tradicionais ou mecanismos inteligentes. Além das possibilidades de medição e gestão do consumo por parte do utilizador, o Simon 270 possui novas contribuições para a sustentabilidade: certificado Cradle to Cradle de nível bronze e toda uma nova proposta de embalagem sustentável que também lhes rendeu reconhecimento nos IF Awards e prémios Delta.

No que toca à mobilidade eléctrica, a empresa concebeu três novos pontos de carregamento de fácil instalação, mantendo o equilíbrio entre funcionalidade, preço, estética e grande durabilidade. Estão integrados numa plataforma própria de gestão de pontos de carregamento e possuem uma coroa de LED 360º para sinalização em parques de estacionamento exteriores em vias públicas. Está disponível com potências diferentes para parques de estacionamento em empresas e outros ambientes contratuais, como hotéis e centros comerciais. E um terceiro modelo concebido para o âmbito residencial, com a máxima simplicidade de utilização e a possibilidade de integração em sistemas de terceiros, desde habitações unifamiliares a condomínios.

Desde 2020, a ProtoPixel é a parceira tecnológica da Simon na sua jornada de digitalização da luz em todos os seus produtos físicos de forma a avançar para uma iluminação dinâmica e conectiva. Também esta empresa tem o seu próprio espaço no stand da Simon, onde é possível experimentar e viver na primeira pessoa a criação da unidade mínima da luz, o pixel. “É uma viagem experimental ao longo da qual podemos ver como o pixel ganha valor desde o momento em que entra na plataforma da ProtoPixel até atingir o seu objetivo final: materializar a visão da luz”.

A flexibilidade e o conforto são fundamentais na hora de pensar em como se conectar, seja num escritório privado, numa sala de reuniões de trabalho colaborativo ou numa área aberta. Para os locais de trabalho, a Simon possui uma vasta gama de soluções, desde a distribuição eléctrica sob o chão até aos postos de trabalho, passando por sistemas de cablagem personalizáveis com acesso à conectividade eléctrica, voz, dados e multimédia.

Com soluções universais compatíveis com as tecnologias de controlo padrão (1-10 V, DALI, PWM, KNX…) e para se adaptar ainda mais ao tipo de luminárias, no que diz respeito às óticas, difusores, reflectores, lentes e reflectores dos produtos Simon, permite oferecer luz de elevada qualidade, eficiente e confortável, adaptando-se às necessidades e aos efeitos de iluminação desejados.

Ainda em parceria com a Finsa, a Simon criou a Finsa & Simon CoLLab, a partir da qual desenvolveu murais conectivos. Pela primeira vez, fundiram dois elementos, iluminação e madeira, que juntos criam um sistema inovador. Os seus murais conectivos incorporam toda a tecnologia da Simon nas tábuas técnicas de madeira da Finsa.  

Cada painel é especificamente concebido para satisfazer as diferentes necessidades arquitectónicas e de iluminação de qualquer projecto, através de um um sistema industrializado, pré-instalado, modular, prático e estético.

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Laskasas permite pagamentos com criptomoeda

A marca Laskasas disponibiliza o pagamento em criptomoedas, tanto nas suas lojas físicas como na plataforma online. Uma resposta à crescente exposição internacional da marca

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A empresa estabeleceu uma parceria com a empresa Utrust, especialista em gestão de pagamentos por criptomoeda, através da qual é agora possível converter directamente euros em moeda criptográfica, tornando o processo de compra mais seguro e mais célere. No trabalho conjunto com a Laskasas, a empresa torna mais ágil a troca entre a marca e os seus clientes, aproveitando as vantagens do blockchain.

Para todos os que preferem comprar online, sem sair do conforto das suas casas, o processo passa apenas pela selecção da moeda criptográfica com a qual deseja efectuar o pagamento. Após esta selecção, os euros alocados ao processo são convertidos e o pagamento efectuado a partir duma carteira virtual do utilizador. Basta confirmar-se a transacção e o processo está concluído.

Para os clientes que preferem deslocar-se à loja, é gerada uma factura que é posteriormente enviada, via email, para poder ser paga exactamente com o mesmo método de carteira virtual.

“Sendo a Laskasas uma referência internacional crescente, com um portefólio de clientes e um nível de exportação superior, faz todo o sentido inovar os processos de pagamento, permitindo que, tanto clientes nacionais como internacionais, possam realizar as suas compras de forma confortável, rápida e, acima de tudo, mais segura do que nunca. É um método de inovação que já ambicionávamos alcançar, sendo mais um ponto que nos diferencia da concorrência e no segmento do design das peças de decoração”, justifica Celso Lascasas, CEO da Laskasas.

As criptomoedas e a carteira virtual são um novo sistema de pagamento digital descentralizado e que não necessita da aprovação de bancos para verificar e confirmar transacções, visto que não se encontra alocado a nenhum. Os pagamentos em criptomoeda existem apenas como valores digitais num banco de dados online que regista todas as transacções publicamente – denominado de blockchain – armazenando estas trocas e moedas virtuais em carteiras digitais, pertencentes a cada um dos utilizadores e protegidas através de métodos de segurança.

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Remax Portugal conquista prémios na Convenção Europeia

O prémio “Outsanding Achievement in Commissions” coube à Remax Latina II, tendo a dupla Daniel Henriques e Diogo Lampreia da Remax Siimgroup Capital sido reconhecida com o prémio “Outstanding Achievement”

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A rede imobiliária Remax realizou recentemente a sua Convenção Europeia 2022, realizada em Cannes, França, tendo Portugal sido distinguido com diversos prémios. Neste sentido, a Remax Latina II foi galardoada com o prémio “Outsanding Achievement in Commissions” e a dupla de agentes Daniel Henriques e Diogo Lampreia da Remax Siimgroup Capital que foi reconhecida com o prémio “Outstanding Achievement”.

Estas distinções europeias somam-se a outros prémios que Portugal tem alcançado nos últimos anos a nível global, entre elas de melhor região do ano da rede Remax, melhor director geral, além de vários “Agentes com Maior Volume de Facturação”.

Para Beatriz Rubio, CEO da Remax Portugal, “estes prémios são um justo reconhecimento para os nossos profissionais, porque os distinguem por resultados objectivos, mas também representam uma linha de continuidade do nosso mercado como um dos melhores do mundo. A Remax Portugal investe bastante na formação dos seus agentes e estes prémios confirmam que a nossa estratégia é a mais acertada, para prestarmos um serviço que os portugueses reconhecem com a sua preferência pela nossa marca.”

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Grupo Mota-Engil compra 20% da participada angolana por 24M€

O Estado angolano concluiu o processo de privatização dos 20% do capital social que tinha na Mota Engil Angola. Fazendo jus do direito de preferência, o Grupo Mota-Engil detém agora 71% do capital social da construtora angolana

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O Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE) tornou público que ficou concluído o concurso público para privatização de 20% do capital social da Mota Engil Angola, detido indirectamente pelo Estado através da Sonangol Holdings. Tendo a participação social representativa de 20% do capital da Mota Engil Angola sido adjudicada à empresa do grupo Mota Internacional Comércio e Consultoria Económica, pelo valor de dez mil milhões de kwanzas (cerca de 24 milhões de euros), através do exercício do direito de preferência na sua qualidade de accionista.

O grupo Mota-Engil detém agora 71% do capital social da empresa angolana. Constituída em em 2010 a Mota-Engil Angola, tornou-se na maior empresa de construção e obras públicas de direito angolano a actuar no sector. Adicionalmente, tem tido uma acção crescente em outras áreas de negócios, tais como o ambiente e serviços, concessões de transporte, logística e indústria.

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Grupo Galrão regressa à Marmo+MAC

O grupo apresenta o seu portfólio naquela que é uma das principais feiras do sector da pedra natural. Uma indústria que alia o melhor da tradição à inovação tecnológica para melhor responder aos desafios da arquitectura e do design

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O Grupo Galrão regressa este ano à Marmo+MAC com uma imagem reforçada. Naquela que é uma das maiores feiras do sector o grupo apresenta o seu portfólio que inclui pedra própria para pavimentos e revestimentos, interiores e exteriores. Uma oferta que alia a tradição à inovação.

No mesmo sentido, o stand do grupo apresenta uma nova imagem e um novo conceito da marca, que representa a mudança de paradigma e a transição para a era digital. Com um vasto portfolio e uma forte presença internacional, o Grupo Galrão é uma das principais referências na área da extracção, transformação e comercialização da pedra natural portuguesa, e um dos maiores representantes da mesma. Hoje os seus mármores cobrem importantes edifícios e outras infraestruturas icónicas, tanto em Portugal como nos mercados onde actua. Os últimos anos foram decisivos no reforço da internacionalização do grupo que tem hoje nos EUA um dos seus principais mercados.

A Marmo+MAC, decorre esta semana em Verona, Itália. A maior feira de pedra natural do mundo é um principal palco internacional para os protagonistas do sector e para a apresentação das principais novidades do sector. A edição deste ano integra mais de um milhar de participantes, provenientes de 47 nações, distribuídos por uma dezena de halls e quatro áreas exteriores.

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ACL apresenta em Paris vantagens do betão na construção sustentável

O país já é um mercado chave para a empresa portuguesa que quer reforçar a ligação ao mercado. A Batimat Paris 2022 arranca já no próximo dia 3 de Outubro

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As vantagens ambientais dos revestimentos e pavimentos da ACL – A Cimenteira do Louro, empresa de produtos de betão com sede em Vila Nova de Famalicão, estarão em destaque na Feira Batimat Paris 2022, que se realiza entre os dias 3 e 6 de Outubro, no centro de convenções Paris Expo Porte de Versailles, na capital francesa.

Em Paris, a ACL apresentará as últimas novidades em pavimentos e revestimentos de parede com certificação ambiental Greenguard e Greenguard Gold. “São selos de qualidade ambiental que garantem que os produtos em betão utilizados na arquitectura de interiores são de baixa emissão de substâncias químicas e contribuem para ambientes internos mais saudáveis”, explica Dinis Silva, CEO da ACL.

Promover uma construção sustentável e cada vez mais amiga do ambiente é, aliás, um dos temas dominantes da Batimat 2022. “Toda a cadeia de valor da construção deve ser transformada para reduzir o seu impacto no meio ambiente. E a ACL vai materializar um autêntico manifesto verde com os seus revestimentos e pavimentos, 100% recicláveis”, anuncia Dinis Silva.

“O betão é um material que permite construir com uma pegada ambiental reduzida e torna possível a construção de infraestruturas energeticamente eficientes e com uma vida útil que ultrapassa os 100 anos”, afirma Dinis Silva, adiantando outras vantagens do betão, designadamente o facto de “além de ser 100% reciclável, apresenta grande durabilidade”.

A Batimat junta profissionais da arquitectura, design de interiores e da construção, é um certame que promove e antecipa produtos inovadores para players do sector da construção no mercado francês e também internacional. A feira realiza-se numa altura em que o país perspectiva um crescimento dos investimentos nas áreas da construção civil, renovação urbana e obras públicas, muitos deles relacionados com projectos dos Jogos Olímpicos de Paris de 2024.

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