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MOBi.E inaugura hub de carregamento em Loulé

Ao todo a MOBi.E já totaliza nove hubs, num investimento de cerca de 2 milhões de euros. Leiria, Loures e Guimarães já têm o hub em funcionamento, seguindo-se posteriormente, Almada, Coimbra, Matosinhos, Vila Nova de Gaia e Viseu

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Ao todo a MOBi.E já totaliza nove hubs, num investimento de cerca de 2 milhões de euros. Leiria, Loures e Guimarães já têm o hub em funcionamento, seguindo-se posteriormente, Almada, Coimbra, Matosinhos, Vila Nova de Gaia e Viseu

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A MOBi.E. inaugura esta terça-feira, dia 13 de Setembro, em Loulé, mais um hub de carregamento para veículos eléctricos, dando assim continuidade à execução do Programa de Estabilidade Económica e Social aprovado pelo Governo (PEES), lançado pelo Governo e com financiamento do Fundo Ambiental.

O hub de Loulé irá ser operado pela KLC – Kilometer Low Cost ao abrigo de um contrato de concessão de 10 anos estabelecido na sequência de um Concurso Público Internacional, promovido para o efeito pela MOBi.E. Com esta infraestrutura de carregamento, o município de Loulé passa a contar com um total de 72 postos de carregamento de acesso público, ligados à rede Mobi.E.

Ao todo a MOBi.E já totaliza nove hubs, num investimento de cerca de 2 milhões de euros. Leiria, Loures e Guimarães já têm o hub em funcionamento, seguindo-se posteriormente, Almada, Coimbra, Matosinhos, Vila Nova de Gaia e Viseu.

Cada hub é constituído por um posto de carregamento ultrarrápido (150 kW), três postos de carregamento rápido (50 kW), cinco postos de carregamento normal (22 kW) e um posto de transformação, permitindo o carregamento simultâneo de 18 veículos.

A rede Mobi.E de acesso público é composta atualmente por mais de 2.750 postos de carregamento e mais de 5.900 tomadas.

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Simon marca presença na Light + Building

O stand, localizado no pavilhão 11, “é um reflexo da sua filosofia onde os espaços estão no centro das experiências dos utilizadores”

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Com mais de 100 anos de percurso e uma grande experiência em interfaces, iluminação e controlo de luz, a multinacional Simon vai marcar presença, pela primeira vez, na feira Light& Building. O stand, localizado no pavilhão 11, “é um reflexo da sua filosofia onde os espaços estão no centro das experiências dos utilizadores”. Com um estilo completamente neutro, o suporte melhora o resultado do “controlo significativo” das luminárias na criação de ambientes e cenários, adaptando a luz a determinadas situações e estados de espírito inspiradores, realçando a arquitectura e utilizando-a para dotar qualquer espaço de emoção.

Com um portefólio de 360 produtos, a Simon irá dar a conhecer algumas das suas soluções para o âmbito residencial com uma série de mecanismos globais e séries inteligentes que permitem a personalização dos espaços, até soluções para o sector terciário com iluminação por contrato e controlo de luz, conectividade para postos de trabalho e iluminação exterior para a iluminação pública e privada. Além disso, a Simon apresenta a sua nova gama de carregadores de veículos eléctricos para os âmbitos privado e público.

Para a habitação, a Simon apresenta a experiência de casa conectada de forma simplificada. Entre as possibilidades oferecidas pela digitalização dos espaços, com a Simon iO, o novo sistema de controlo doméstico, ligam-se mecanismos inteligentes (interruptores, tomadas e termóstatos) para criar atmosferas personalizadas em todos os momentos. Estes são facilmente controlados a partir da aplicação Simon iOno smartphone ou com os assistentes de voz da Amazon, Alexa ou Hey Google, de forma a permitir um mundo de experiências únicas e adaptadas ao estilo de vida das pessoas, de forma fácil e mesmo sem modificar a instalação.

Os dispositivos Simon iO, como o Simon 100 e Simon 270, utilizam protocolos baseados em normas Wireless e podem comportar-se como interruptores tradicionais ou mecanismos inteligentes. Além das possibilidades de medição e gestão do consumo por parte do utilizador, o Simon 270 possui novas contribuições para a sustentabilidade: certificado Cradle to Cradle de nível bronze e toda uma nova proposta de embalagem sustentável que também lhes rendeu reconhecimento nos IF Awards e prémios Delta.

No que toca à mobilidade eléctrica, a empresa concebeu três novos pontos de carregamento de fácil instalação, mantendo o equilíbrio entre funcionalidade, preço, estética e grande durabilidade. Estão integrados numa plataforma própria de gestão de pontos de carregamento e possuem uma coroa de LED 360º para sinalização em parques de estacionamento exteriores em vias públicas. Está disponível com potências diferentes para parques de estacionamento em empresas e outros ambientes contratuais, como hotéis e centros comerciais. E um terceiro modelo concebido para o âmbito residencial, com a máxima simplicidade de utilização e a possibilidade de integração em sistemas de terceiros, desde habitações unifamiliares a condomínios.

Desde 2020, a ProtoPixel é a parceira tecnológica da Simon na sua jornada de digitalização da luz em todos os seus produtos físicos de forma a avançar para uma iluminação dinâmica e conectiva. Também esta empresa tem o seu próprio espaço no stand da Simon, onde é possível experimentar e viver na primeira pessoa a criação da unidade mínima da luz, o pixel. “É uma viagem experimental ao longo da qual podemos ver como o pixel ganha valor desde o momento em que entra na plataforma da ProtoPixel até atingir o seu objetivo final: materializar a visão da luz”.

A flexibilidade e o conforto são fundamentais na hora de pensar em como se conectar, seja num escritório privado, numa sala de reuniões de trabalho colaborativo ou numa área aberta. Para os locais de trabalho, a Simon possui uma vasta gama de soluções, desde a distribuição eléctrica sob o chão até aos postos de trabalho, passando por sistemas de cablagem personalizáveis com acesso à conectividade eléctrica, voz, dados e multimédia.

Com soluções universais compatíveis com as tecnologias de controlo padrão (1-10 V, DALI, PWM, KNX…) e para se adaptar ainda mais ao tipo de luminárias, no que diz respeito às óticas, difusores, reflectores, lentes e reflectores dos produtos Simon, permite oferecer luz de elevada qualidade, eficiente e confortável, adaptando-se às necessidades e aos efeitos de iluminação desejados.

Ainda em parceria com a Finsa, a Simon criou a Finsa & Simon CoLLab, a partir da qual desenvolveu murais conectivos. Pela primeira vez, fundiram dois elementos, iluminação e madeira, que juntos criam um sistema inovador. Os seus murais conectivos incorporam toda a tecnologia da Simon nas tábuas técnicas de madeira da Finsa.  

Cada painel é especificamente concebido para satisfazer as diferentes necessidades arquitectónicas e de iluminação de qualquer projecto, através de um um sistema industrializado, pré-instalado, modular, prático e estético.

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Laskasas permite pagamentos com criptomoeda

A marca Laskasas disponibiliza o pagamento em criptomoedas, tanto nas suas lojas físicas como na plataforma online. Uma resposta à crescente exposição internacional da marca

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A empresa estabeleceu uma parceria com a empresa Utrust, especialista em gestão de pagamentos por criptomoeda, através da qual é agora possível converter directamente euros em moeda criptográfica, tornando o processo de compra mais seguro e mais célere. No trabalho conjunto com a Laskasas, a empresa torna mais ágil a troca entre a marca e os seus clientes, aproveitando as vantagens do blockchain.

Para todos os que preferem comprar online, sem sair do conforto das suas casas, o processo passa apenas pela selecção da moeda criptográfica com a qual deseja efectuar o pagamento. Após esta selecção, os euros alocados ao processo são convertidos e o pagamento efectuado a partir duma carteira virtual do utilizador. Basta confirmar-se a transacção e o processo está concluído.

Para os clientes que preferem deslocar-se à loja, é gerada uma factura que é posteriormente enviada, via email, para poder ser paga exactamente com o mesmo método de carteira virtual.

“Sendo a Laskasas uma referência internacional crescente, com um portefólio de clientes e um nível de exportação superior, faz todo o sentido inovar os processos de pagamento, permitindo que, tanto clientes nacionais como internacionais, possam realizar as suas compras de forma confortável, rápida e, acima de tudo, mais segura do que nunca. É um método de inovação que já ambicionávamos alcançar, sendo mais um ponto que nos diferencia da concorrência e no segmento do design das peças de decoração”, justifica Celso Lascasas, CEO da Laskasas.

As criptomoedas e a carteira virtual são um novo sistema de pagamento digital descentralizado e que não necessita da aprovação de bancos para verificar e confirmar transacções, visto que não se encontra alocado a nenhum. Os pagamentos em criptomoeda existem apenas como valores digitais num banco de dados online que regista todas as transacções publicamente – denominado de blockchain – armazenando estas trocas e moedas virtuais em carteiras digitais, pertencentes a cada um dos utilizadores e protegidas através de métodos de segurança.

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Remax Portugal conquista prémios na Convenção Europeia

O prémio “Outsanding Achievement in Commissions” coube à Remax Latina II, tendo a dupla Daniel Henriques e Diogo Lampreia da Remax Siimgroup Capital sido reconhecida com o prémio “Outstanding Achievement”

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A rede imobiliária Remax realizou recentemente a sua Convenção Europeia 2022, realizada em Cannes, França, tendo Portugal sido distinguido com diversos prémios. Neste sentido, a Remax Latina II foi galardoada com o prémio “Outsanding Achievement in Commissions” e a dupla de agentes Daniel Henriques e Diogo Lampreia da Remax Siimgroup Capital que foi reconhecida com o prémio “Outstanding Achievement”.

Estas distinções europeias somam-se a outros prémios que Portugal tem alcançado nos últimos anos a nível global, entre elas de melhor região do ano da rede Remax, melhor director geral, além de vários “Agentes com Maior Volume de Facturação”.

Para Beatriz Rubio, CEO da Remax Portugal, “estes prémios são um justo reconhecimento para os nossos profissionais, porque os distinguem por resultados objectivos, mas também representam uma linha de continuidade do nosso mercado como um dos melhores do mundo. A Remax Portugal investe bastante na formação dos seus agentes e estes prémios confirmam que a nossa estratégia é a mais acertada, para prestarmos um serviço que os portugueses reconhecem com a sua preferência pela nossa marca.”

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Grupo Mota-Engil compra 20% da participada angolana por 24M€

O Estado angolano concluiu o processo de privatização dos 20% do capital social que tinha na Mota Engil Angola. Fazendo jus do direito de preferência, o Grupo Mota-Engil detém agora 71% do capital social da construtora angolana

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O Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE) tornou público que ficou concluído o concurso público para privatização de 20% do capital social da Mota Engil Angola, detido indirectamente pelo Estado através da Sonangol Holdings. Tendo a participação social representativa de 20% do capital da Mota Engil Angola sido adjudicada à empresa do grupo Mota Internacional Comércio e Consultoria Económica, pelo valor de dez mil milhões de kwanzas (cerca de 24 milhões de euros), através do exercício do direito de preferência na sua qualidade de accionista.

O grupo Mota-Engil detém agora 71% do capital social da empresa angolana. Constituída em em 2010 a Mota-Engil Angola, tornou-se na maior empresa de construção e obras públicas de direito angolano a actuar no sector. Adicionalmente, tem tido uma acção crescente em outras áreas de negócios, tais como o ambiente e serviços, concessões de transporte, logística e indústria.

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Grupo Galrão regressa à Marmo+MAC

O grupo apresenta o seu portfólio naquela que é uma das principais feiras do sector da pedra natural. Uma indústria que alia o melhor da tradição à inovação tecnológica para melhor responder aos desafios da arquitectura e do design

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O Grupo Galrão regressa este ano à Marmo+MAC com uma imagem reforçada. Naquela que é uma das maiores feiras do sector o grupo apresenta o seu portfólio que inclui pedra própria para pavimentos e revestimentos, interiores e exteriores. Uma oferta que alia a tradição à inovação.

No mesmo sentido, o stand do grupo apresenta uma nova imagem e um novo conceito da marca, que representa a mudança de paradigma e a transição para a era digital. Com um vasto portfolio e uma forte presença internacional, o Grupo Galrão é uma das principais referências na área da extracção, transformação e comercialização da pedra natural portuguesa, e um dos maiores representantes da mesma. Hoje os seus mármores cobrem importantes edifícios e outras infraestruturas icónicas, tanto em Portugal como nos mercados onde actua. Os últimos anos foram decisivos no reforço da internacionalização do grupo que tem hoje nos EUA um dos seus principais mercados.

A Marmo+MAC, decorre esta semana em Verona, Itália. A maior feira de pedra natural do mundo é um principal palco internacional para os protagonistas do sector e para a apresentação das principais novidades do sector. A edição deste ano integra mais de um milhar de participantes, provenientes de 47 nações, distribuídos por uma dezena de halls e quatro áreas exteriores.

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ACL apresenta em Paris vantagens do betão na construção sustentável

O país já é um mercado chave para a empresa portuguesa que quer reforçar a ligação ao mercado. A Batimat Paris 2022 arranca já no próximo dia 3 de Outubro

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As vantagens ambientais dos revestimentos e pavimentos da ACL – A Cimenteira do Louro, empresa de produtos de betão com sede em Vila Nova de Famalicão, estarão em destaque na Feira Batimat Paris 2022, que se realiza entre os dias 3 e 6 de Outubro, no centro de convenções Paris Expo Porte de Versailles, na capital francesa.

Em Paris, a ACL apresentará as últimas novidades em pavimentos e revestimentos de parede com certificação ambiental Greenguard e Greenguard Gold. “São selos de qualidade ambiental que garantem que os produtos em betão utilizados na arquitectura de interiores são de baixa emissão de substâncias químicas e contribuem para ambientes internos mais saudáveis”, explica Dinis Silva, CEO da ACL.

Promover uma construção sustentável e cada vez mais amiga do ambiente é, aliás, um dos temas dominantes da Batimat 2022. “Toda a cadeia de valor da construção deve ser transformada para reduzir o seu impacto no meio ambiente. E a ACL vai materializar um autêntico manifesto verde com os seus revestimentos e pavimentos, 100% recicláveis”, anuncia Dinis Silva.

“O betão é um material que permite construir com uma pegada ambiental reduzida e torna possível a construção de infraestruturas energeticamente eficientes e com uma vida útil que ultrapassa os 100 anos”, afirma Dinis Silva, adiantando outras vantagens do betão, designadamente o facto de “além de ser 100% reciclável, apresenta grande durabilidade”.

A Batimat junta profissionais da arquitectura, design de interiores e da construção, é um certame que promove e antecipa produtos inovadores para players do sector da construção no mercado francês e também internacional. A feira realiza-se numa altura em que o país perspectiva um crescimento dos investimentos nas áreas da construção civil, renovação urbana e obras públicas, muitos deles relacionados com projectos dos Jogos Olímpicos de Paris de 2024.

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Grupo Saint-Gobain comprometido com a neutralidade carbónica até 2050

Internamente a Saint-Gobain, definiu objectivos que incluem, até 2030, uma série de medidas para combater as alterações climáticas e que visam, em 2050, em alcançar a neutralidade carbónica

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As perdas de energia no sector podem registar valores entre os 25% e 30%, representando 40% do consumo total de energia na Europa e cerca de 30% em Portugal. Segundo especialistas, 60% dos edifícios que existirão em todo o mundo ainda não foram construídos. Estes dados reforçam a importância da sustentabilidade na construção, alertando para a urgência de uma mudança de atitude, no setor mais poluente da União Europeia.

Para o Grupo Saint-Gobain, a construção sustentável está longe de ser uma tendência passageira. De acordo com José Martos, CEO da Saint-Gobain em Portugal, “trata-se de uma abordagem ambiental e social completamente nova para a construção de futuras cidades, focadas na coexistência comunitária, na sustentabilidade e na conservação dos recursos naturais e biodiversidade”. José Martos destaca, ainda, que “cidades responsáveis, com edifícios mais virtuosos, projectados para proporcionar um melhor desempenho energético, contribuem para a preservação dos recursos, emitem menos carbono e oferecem um maior bem-estar aos seus utilizadores.”

Além disso, uma estratégia voltada para a sustentabilidade deve ter em consideração a saúde e a segurança dos colaboradores, dos profissionais e dos utilizadores finais dos edifícios. Tal só é possível, por exemplo, através da concepção de produtos não irritantes ou com pouco pó, ou de produtos mais leves, mais fáceis de manusear e instalar, para reduzir o risco de lesões músculo-esqueléticas. Através de materiais mais leves e de conteúdo reciclado, é possível projectar edifícios mais saudáveis e com menos consumo de energia.

Com base nas tendências e preocupações da Saint-Gobain, foram definidos objectivos que incluem, até 2030, uma série de medidas internas para combater as alterações climáticas e que visam, em 2050, em alcançar a neutralidade carbónica.

Assim, a energia utilizada nos centros da Saint-Gobain em Portugal é maioritariamente verde, e em alguns centros de produção são utilizados painéis fotovoltaicos para a produção de energia.

No processo de fabricação de vidro na Saint-Gobain, 60% das emissões de CO2 foram reduzidas incorporando-lhe resíduos de vidro. O vidro SGG Climalit Plus, por seu turno, é composto por vidro baixo emissivo, contribuindo para uma melhoria do isolamento térmico, ao permitir reduzir as perdas de energia em 54%.

Além disso, a utilização de sucata na produção de produtos Saint-Gobain PAM (tubos, acessórios, válvulas, tampas…) resulta numa redução substancial das emissões de gases de CO2, bem como na optimização do consumo de energia.

Em 80% das unidades industriais da Saint-Gobain PAM são utilizados mais de 60% de materiais reciclados no processo de produção. Na Weber os produtos primam pela circularidade, como é o caso do webercol flex lev, uma argamassa que inclui na sua composição mais de 30% de matérias-primas recicladas, que são reavaliadas no produto, em vez de serem desperdiçadas. A Lã mineral ISOVER – Ecovent VN 03; a Geowall 34 e a Arena APTA, por sua vez, têm mais de 50% de material reciclado na sua composição.

A empresa é também pioneira no sector ao utilizar produtos com matérias-primas naturais, como o painel isolante de cortiça webertherm, utilizado no sistema webertherm natura. Trata- se de um aglomerado de cortiça, 100% natural, no qual o próprio encadernador é a “resina” derivada da cortiça.

No que concerne a materiais 100% recicláveis ou reutilizáveis, destacam-se o agregado leve Leca, assim como o aço e o alumínio usados nas soluções de tectos da Gabelex, que podem ser reciclados indefinidamente, sem afectar a sua qualidade.

Já os produtos em ferro fundido dúctil Saint-Gobain PAM são 100% recicláveis e têm uma vida útil nas redes de abastecimento de água de pelo menos 100 anos.

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Reynaers Aluminium desenvolve nova gama de soluções para ‘Smart Buildings’

A gama inclui uma série de sistemas inteligentes que permitem gerir o acesso à habitação, seja através do controlo remoto, teclado, leitor biométrico, aplicação no smartphone ou ligação ao sistema domótica, entre outros

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Também em Portugal, os Smart Buildings são uma realidade cada vez mais valorizada ao permitirem controlo e interligação dos vários sistemas através da domótica e automação. O momento actual do sector imobiliário revela procura por casas e edifícios inteligentes sobretudo por questões de conforto e segurança, aumentando também o valor do património e melhorando a experiência de utilização no dia-a-dia. Neste sentido, a Reynaers Aluminium desenvolveu uma nova gama de soluções para Smart Buildings aplicadas a janelas e portas, incluindo soluções de ventilação natural.

A gama Smart Buildings inclui uma série de sistemas inteligentes que permitem gerir o acesso à habitação de forma simples e segura, seja através do controlo remoto, teclado, leitor biométrico, aplicação no smartphone ou ligação ao sistema domótica, entre outros.

Controlos remotos, teclado, através de aplicação móvel, utilizando um leitor biométrico ou centralizando tudo no sistema de domótica são alguns dos dispositivos incluídos nesta gama, que permitem que moradias unifamiliares, mas também os edifícios colectivos ou apartamentos no mercado de arrendamento possam eliminar a necessidade de chaves, tornando-os mais funcionais e seguros.

“As soluções de acesso inteligente são de fácil utilização para todos os membros da família e podem ser perfeitamente integradas nos perfis da marca com um design sofisticado que salvaguarda a fachada do edifício”, acrescenta a marca.

Por outro lado, sempre que for necessário aceder de forma rápida e fácil ao jardim, terraço ou a qualquer outra área adjacente, pode fazê-lo através de sistemas motorizados que permite que, mesmo os painéis de vidro mais pesados, se abram suavemente.

A simples abertura de uma janela para ventilação pode ajudar a criar um clima interior saudável e evitar o sobreaquecimento por arrefecimento passivo. Mas a Reynaers Aluminium leva a ventilação um passo mais longe, com as suas janelas motorizadas, que em conjunto com os sistemas HVAC (Heating, Ventilation And Cooling) padrão, podem elevar drasticamente a qualidade do ar interior.

Monitorizar todas janelas e portas deslizantes com contactos magnéticos integrados é outra das soluções da Reynaers Aluminium que permite economizar energia, nomeadamente como a interrupção do contacto magnético pode accionar o sistema de alarme ou desligar o aquecimento, ventilação ou sistema de ar condicionado (HVAC). Os contactos magnéticos são validados e certificados para utilização oficial em sistemas de alarme e controlo de HVAC.

Os componentes da gama Smart Buildings da Reynaers Aluminium são compatíveis com as aplicações e protocolos de domótica líderes de mercado. Desde ligar vários motores para abertura sincronizada, ligação a sensores de movimento e a aplicação para smartphones, as possibilidades são infinitas.

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AEP promove participação de empresas portuguesas na Batimat 2022

As empresas portuguesas voltam a marcar presença no salão internacional de construção em Paris, que este ano se realiza entre 3 a 6 de Outubro

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De 3 a 6 de Outubro, a Associação Empresarial de Portugal, AEP, marca presença na Feira Batimat 2022, que acontece em Paris, França, com uma comitiva constituída por 8 empresas portuguesas da área da construção, no âmbito do projecto BOW, Business on the Way.

Focada em apoiar as empresas no seu processo de diversificação de mercados e aumento das exportações nacionais, a AEP garante a sexta participação na feira bienal que é considerada o principal salão internacional da área de construção e uma plataforma única direccionada a todos os profissionais da construção e da arquitectura.
Organizada pela Reed Expositions, a Batimat integra conjuntamente com as feiras INTERCLIMA, dedicada aos equipamentos eléctricos e sistemas de climatização para a construção civil, e IDEOBAIN, focada nos materiais e equipamentos para casas de banho e SPA´s, o Mondial du Batiment.

Os mais variados sectores, tais como, revestimentos, estruturas, pavimentos, madeira, maquinaria, ferramentas, ferragens, serralharia, caixilharia, casas de banho, piscinas, tratamentos de efluentes, iluminação, decoração e mobiliário, informática, serviços, entre outros, estão representados no certame que, em 2019, contou com 2.283 expositores (57% internacionais), ocupando uma área de cerca 100.000 m2 de exposição, 284.101 visitantes de 188 países e mais de 380 conferências, workshops e seminários.

“A presença portuguesa na Batimat 2022 acontece num período particularmente relevante para a economia francesa, já que se perspectiva um crescimento bastante significativo dos investimentos nas áreas da construção civil, renovação urbana e obras públicas, muitos deles relacionados com os projectos dos Jogos Olímpicos de Paris de 2024”, salienta Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP.

O mercado da construção em França é o segundo maior da Europa e encontra-se a crescer, além de que, em 2020, França foi o 2º cliente das exportações portuguesas de bens. “A construção é um sector em que as empresas portuguesas têm despertado um crescente interesse do mercado francês”, completa o presidente da AEP.

A comitiva da nacional organizada pela AEP integra A Cimenteira do Louro, a Pervedant, ambas dedicadas à fabricação de produtos de betão para a construção, a LEVI Sistemas, fabricação de fechaduras, dobradiças e de outras ferragens, a RCN, fabricação de artigos de plástico para a construção, a Globovac, que se dedica à fabricação de outras máquinas diversas para uso específico, a Metric Argument, na área de estruturas de construções metálicas, e a Vicaima, indústria de madeira e derivados.

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Capgemini Portugal reforça investimento e prevê crescimento em 2022

Tendo alcançado um volume de receitas de 162 milhões de euros em 2021, a empresa prevê para 2022 um crescimento de 16%, das receitas, e 18% do número de colaboradores

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Presente em Portugal há 25 anos, a Capgemini Portugal, especialista em serviços de tecnologia, consultoria e engenharia, realizou alterações na sua estrutura organizacional, em resultado da conclusão do processo de integração da Altran e da consequente criação de duas marcas que actuam sob a insígnia da mesma entidade: a Capgemini e a Capgemini Engineering.

Tendo alcançado um volume de receitas de 162 milhões de euros em 2021, e prevendo um forte crescimento de 16% das receitas e 18% do número de colaboradores para 2022, a Capgemini Portugal possui uma equipa que integra mais de 3.600 especialistas de 49 nacionalidades distintas, seis escritórios (Lisboa, Porto, Fundão e Évora), 4 Labs (Mobility, 5G, Media e Quantum), dois hubs (CRM (Salesforce e Dynamics) e Low Code (Outsystems), e detém mais de 2.400 certificações técnicas.

Dispondo de um importante leque de parcerias estratégicas com 6 das empresas mais relevantes da cena tecnológica (Microsoft, Salesforce, SAP, Ousysytems, Google e AWS), a Capgemini Portugal detém uma elevada classificação no Glassdoor de 4,1, um Engagement Score interno de 8,1, tendo alcançado, em março passado, o primeiro lugar do ranking Great Place to Work em Portugal, na categoria de empresas com mais de 1.000 colaboradores.

A nova estrutura da empresa, além da área de Global Support Functions (Legal, Finance, Human Resources, Marketing & Communications, Procurement e IT) conta com a área de ABL – Application Business Lines (Application Management Services, Cloud & Customer Applications e Digital Customer Experience) e com a submarca, Capgemini Engineering, que agrega a oferta de Intelligent Industry e Engineering e R&D.

Cristina Rodrigues é a administradora-delegada da nova estrutura e Board Member da Capgemini Portugal, órgão que integra em conjunto com Eric de Quatrebarbes, responsável do Europe Cluster ao qual reporta Portugal, e Anne Lebel, directora de Recursos Humanos do Grupo Capgemini. Esta responsável lidera também as Application Business Lines – ABL. Por seu turno, Maria da Luz Penedos é a managing director da nova submarca, Capgemini Engineering, em Portugal.

“A Capgemini é uma empresa de origem francesa líder mundial em serviços de consultoria, transformação digital, tecnologia e engenharia. Para impulsionar ainda mais o seu desenvolvimento, em 2020, o Grupo Capgemini adquiriu o Grupo Altran, reforçando assim o seu posicionamento a nível dos serviços de engenharia. Em 2021, a integração da Altran no Grupo Capgemini, com a já existente área de Digital Engineering & Manufacturing Services, deu origem à criação da Capgemini Engineering, como uma submarca que reúne os serviços globais de engenharia e investigação e desenvolvimento (I&D) provenientes da Altran. Hoje a integração está concluída e temos uma empresa única, com uma nova organização assente em 2 marcas: a Capgemini e a Capgemini Engineering. Juntas, sustentam a organização líder em serviços de transformação digital e indústria inteligente para empresas dos mais variados setores de atividade,” explica Cristina Rodrigues, Administradora da Capgemini Portugal e Board Member da empresa no nosso país, acrescentando que: “Desde o início do nosso percurso em Portugal, que começou há 25 anos, que uma das nossas principais ambições foi transformar o nosso país num hub de inovação tecnológica à escala internacional e é com enorme orgulho que temos vindo a ver a concretização deste propósito, agora materializado nos 4 Labs e 2 hubs que possuímos e a que se juntam os nossos 6 escritórios. Este é um propósito que iremos continuar a desenvolver, agora ainda mais focado em libertar o poder da tecnologia, para construirmos um futuro mais sustentável, inclusivo e justo – princípios chave do Grupo e das suas pessoas.”

“Em Portugal, como de resto em todo o mundo, temos tido um percurso de crescimento e para podermos responder ao aumento das solicitações dos nossos clientes, que decorrem da acelerada transformação digital em curso, temos vindo a aumentar a nossa equipa com mais especialistas. Este ano a nossa ambição é chegarmos ao final do ano com mais de 4 mil colaboradores”, explica aquela responsável, concluindo que: “a Capgemini é uma empresa muito focada nas pessoas e que sabe que são estas que têm a capacidade de libertar todo o poder que as tecnologias nos oferecem, por isso é importante para nós podermos contar com os melhores talentos.”

A par da ambiciosa estratégia de crescimento contínuo de dois dígitos para os próximos anos, a Capgemini Portugal está ainda fortemente empenhada em construir um futuro mais sustentável, que passa não só por um vasto leque de iniciativas desenvolvidos em conjunto com os seus colaboradores, parceiros e fornecedores, como também pela criação de uma nova oferta que visa apoiar os seus clientes a alcançarem este objetivos e a tornarem-se empresas mais sustentáveis, e que é apoiada pelo Energy Command Center que o Grupo Capgemini possui na India.

Ainda de referir que a Capgemini Portugal, com 30% de mulheres na sua organização e 31% em posições de gestão, foi distinguida como Outstanding Knowledge Partner 2022 pela Salesforce e que a antiga entidade Altran, foi distinguida nos Prémios Expresso Economia 2020 como a empresa que mais cresceu em volume de negócios, na categoria entre 50 e 100 milhões de euros.

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