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OLI apresenta “Slim Matte Collection”

Esta gama abre a possibilidade da placa de comando, com um design contemporâneo e uma estética minimalista, combinar com as torneiras e os acessórios de banho que são tendência

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OLI apresenta “Slim Matte Collection”

Esta gama abre a possibilidade da placa de comando, com um design contemporâneo e uma estética minimalista, combinar com as torneiras e os acessórios de banho que são tendência

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Inspirada nas recentes tendências de decoração, a OLI lança a “Slim Matte Collection”. Esta gama apresenta a placa de comando “SLIM” com um acabamento mate, em três tonalidades: preto, branco e cinzento.

A “Slim Matte Collection” abre assim a possibilidade da placa de comando, com um design contemporâneo e uma estética minimalista, combinar com as torneiras e os acessórios de banho que são tendência, contribuindo para a criação de um ambiente moderno e inspirador.

Com esta aposta, a OLI reforça o seu posicionamento de “marca comprometida com a criação de um espaço de banho que alie design, eficiência e segurança”.

O investimento em inovação, cujas soluções são desenvolvidas no centro de Investigação e Desenvolvimento e produzidas no complexo industrial em Aveiro, e a aposta em design de autor, através das parcerias com arquitetos de referência, como Álvaro Siza Vieira ou Alessio Pinto, têm contribuído para a afirmação da OLI como uma empresa de excelência e uma marca exclusiva.

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Pousada do Porto com equipamentos da OLI

Para os espaços de banho dos 84 quartos e as áreas comuns foram escolhidos o autoclismo interior OLI74 Plus S90 e a placa de comando Glam em preto soft touch

A OLI equipou os espaços de banho da Pousada do Porto – Rua das Flores, do Grupo Pestana, instalada num edifício histórico do século XVIII, no centro histórico da Invicta.

Localizado na Rua das Flores e com 84 quartos, foram escolhidas para os seus quartos e para as áreas comuns o autoclismo interior OLI74 Plus S90 e a placa de comando Glam em preto soft touch.

Com a selecção deste autoclismo, a Pousada do Porto – Rua das Flores pode poupar até nove litros de água por dia, graças à integração de uma torneira de boia com sistema Plus, de abertura retardada e silenciosa.

“Com recurso à tecnologia patenteada e aos elevados padrões de qualidade de fabrico, a OLI é reconhecida por estudar permanentemente novas e melhores soluções de banho, de climatização e de aproveitamento de águas pluviais que aumentem a eficiência hídrica e energética, contribuindo para a sustentabilidade do planeta”, refere a empresa.

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“Agora, mais do que nunca, o cliente é o nosso principal foco de atenção”

Cliente, competitividade e inovação são os principais eixos que unem a Morgado & Ca e que lhe permitem fazer face às oscilações do mercado. Os desafios que as empresas estão a enfrentar têm sido colmatados com a crescente preocupação pela eficiência, conforto e respeito das exigências legais

Sendo certo que hoje não vivemos sem um smartphone, sem uma ligação a uma app, sem estarmos conectados a uma nuvem, a Morgado & Ca, que actua no mercado da domótica e automação, tem sabido aproveitar as actuais soluções para criar serviços cada vez mais extensíveis e integrados. Ao Construir, Filipe Morgado, CEO da Morgado & Ca, destaca, a integração do sistema View Wireless nas aparelhagens VMAR ou a solução domótica que permite “a sustentabilidade luminotécnica dos edifícios” pensado para as empresas

Que balanço fazem deste ano?

A subida das taxas de inflação está a encher muitas páginas de jornais e a criar muitos efeitos colaterais principalmente no que respeita às matérias-primas que, por motivos da pandemia, que se arrastam desde 2020 e agora acentuada pela guerra, está a levar os fabricantes a ter de encontrar outros mercados e a estabelecer outras parcerias para poder dar resposta às necessidades impostas pelos mercados.

Paralelamente a toda esta situação, registamos o aumento considerável do preço dos combustíveis, do gás e da energia, e como consequência inequívoca assistimos a um crescente continuo do aumento dos preços dos produtos traduzindo-se numa grande instabilidade comercial.

Mas este período também tem trazido pontos positivos, principalmente no que se relaciona com novos projectos tanto na área do terciário como na área do turismo.

Imagino que também a vossa empresa sinta alguns efeitos da crise que estamos a viver. Neste sentido quais os desafios com que se têm deparado?

Claro que sim, estamos num mundo global onde tudo acontece e a Morgado & Ca não é excepção. A experiência diz-nos que, para fazer face às surpresas negativas provocadas pela movimentação dos mercados, é fundamental mantermo-nos competitivos, que é um dos grandes objectivos da Morgado & Ca.

O cliente é para nós, desde sempre e agora mais do que nunca, o nosso principal foco de atenção. A isso juntamos a gestão de um serviço de qualidade, com capacidade de cumprimento de prazos de entrega, em todas as áreas de negócio principalmente na área da automação, o que com o aumento dos custos energéticos e das matérias-primas se traduzem hoje num grande desafio. A todo este jogo temos ainda de associar mais uma regra, que é uma atenção redobrada ao valor/preço aquando da tomada de decisão final.

Aparelhagens VIMAR

O sector onde a Morgado & Cª actua tem sido dos que mais cresceu nos últimos anos. de que forma é que o mercado tem respondido a este crescimento, a esta necessidade?

O sector do material eléctrico está cada vez mais ligado à tecnologia / eficiência energética. Hoje não vivemos sem um smartphone, sem uma ligação a uma APP, sem estarmos conectados a uma nuvem.

A Morgado & Ca, como empresa inovadora que é e associada que está a marcas onde a tecnologia se apresenta como uma fonte de I&D, continua a manter a sua principal preocupação em oferecer soluções, onde a segurança, o bem-estar e a sustentabilidade com base na eficiência energética e diminuição de custos energéticos esteja ao alcance de todos. Temos verificado um aumento da procura por soluções mais tecnológicas e constatado um aumento da preocupação quando o assunto é eficiência energética.

Desde o estudo, ao projecto, passando pelo aconselhamento, até ao produto, hoje temos uma vasta oferta direccionada e pensada para cada necessidade. As soluções de domótica, automação, building automation e Smart-Automation, através das soluções expansíveis da nossa representada VIMAR e em particular do sistema de automação integrado BY-ME, também controlado através de App, têm sido uma aposta da nossa empresa para garantir um maior conforto (através da automação de cortinas e persianas, controlo da iluminação e sistema de som e imagem) e uma maior eficiência energética, nomeadamente na gestão de cargas, controlo ambiente da temperatura e optimização de energia.

Este sistema permite a gestão da energia de forma mais responsável, sem perder qualidade, através de soluções evoluídas capazes de optimizar os consumos, permitindo poupanças até 50%.

Na busca pela eficiência, conforto e respeito das exigências legais, a automação para edifícios adquire uma importância cada vez maior. Afinal, o controle inteligente do edifício ajuda a analisar o potencial económico de energia, o que leva a uma melhoria do desempenho. O mundo da automação está cada vez mais complexo, os edifícios tornam-se cada vez mais inteligentes, exigem cada vez mais tecnologia, o que representa um desafio para o sector da engenharia eletrotécnica e civil.

Outra solução que a Morgado & Ca desenvolveu prende-se com a sustentabilidade luminotécnica dos edifícios. Estamos a falar de um produto financeiro, pensado em exclusivo para os clientes empresariais, que tem como objectivo promover a melhoria da iluminação nos edifícios das próprias empresas, com diminuição nos custos fixos de energia, impacto ambiental, enquanto contribui para o aumento da produtividade de quem nelas trabalha, não esquecendo que a luz é um dos grandes influenciadores de bem-estar.

Neste sentido, como perspectivam o vosso crescimento e em que áreas de actuação irão focar a vossa estratégia?

A nossa estratégia foca-se por um lado, no trabalho continuo de solidificação do crescimento da visibilidade da empresa no mercado, por outro lado como uma empresa tecnologicamente avançada com soluções pensadas e projectadas para cada caso concreto, nas áreas: Reabilitação, Projecto, Soluções tecnologicamente avançadas com a domótica e Building Automation KNX, automação industrial.

Domus VIMAR

No caso concreto da Reabilitação, em que muitas vezes há que trabalhar caso a caso, de que forma as vossas soluções se enquadram?

Basicamente através da integração do sistema View Wireless nas aparelhagens VIMAR, que permitem controlar o consumo de energia em qualquer contexto arquitectónico, através da gestão de iluminação, controlo de persianas ou cortinas eléctricas e gerir cenários, com a maior simplicidade através de interruptores unidirecionais clássicos, via app ou directamente por voz.

O View Wireless pode ser adaptado a qualquer sistema de cablagem, com a possibilidade de o tornar integrável ao longo do tempo. Também é ideal para renovações ou para aumentar as funções de um sistema existente.

Tem sido uma opção muito solicitada, por ser ideal para renovações de espaços ou para reabilitações completas residenciais, de comércio e de escritórios, principalmente quando as condições de construção e obra são bastante limitadas.

Para o efeito, as aparelhagens VIMAR utilizam controlos com tecnologia Bluetooth e Zigbee, o que permite uma instalação sem bateria e sem fios. Este é um sistema bastante útil para o apoio a idosos e a pessoas com mobilidade reduzida.

Que tendências antecipam?

Inevitavelmente, a par da eficiência energética, segurança, mobilidade e de alguma consciência ambiental, assistimos a um crescente desenvolvimento da capacidade de expansibilidade dos sistemas de automação, nomeadamente através da possibilidade de poderem integrar um maior número de soluções, com especial destaque para os sistemas Safety & Security (protecção pessoal e material), uma atenção para o aumento da procura por fontes renováveis, E-Mobility

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Isopan apresenta Emerald e Diamond os dois novos acabamentos estéticos

A Isopan desenvolveu novos acabamentos estéticos para os seus painéis sanduíche que apresentam um efeito visual elegante e brilhante para revestimentos exteriores de fachadas e para paredes interiores

As propostas Emerald e Diamond propõem soluções de maior qualidade estética que se procura em projectos que requeiram um design mais atractivo e sofisticado. Tudo isto sem renunciar às prestações isolantes dos painéis.

Os acabamentos Emerald e Diamond da ISOPAN oferecem uma nova textura delicada e nobre, onde as faces inclinadas reflectem a luz e as cores com um efeito único, ao mesmo tempo que melhoram as prestações mecânicas do painel sanduíche. “A estrutura e a rigidez das superfícies geram um efeito que adiciona uma grande dimensão de profundidade e sensação táctil ao aço pré-acabado, ajudando a minimizar o reflexo da luz. Com estas novas propostas, consegue-se transmitir mais valor estético com um design moderno e vanguardista e mais versatilidade na hora de se adaptar às necessidades de aparência de cada projecto arquitectónico”, justifica a empresa.


(Isopan Diamond na imagem)

Especificamente, o acabamento estético Diamond, tal como o seu próprio nome indica, apresenta um perfil em forma de diamante com um aspecto tridimensional elegante e consistente na superfície dos painéis sanduíche, enquanto o acabamento Emerald se caracteriza pela utilização de um perfil duplo micro-acanelado e micro-laminado e foi criado para oferecer um padrão que combina uma nova funcionalidade com uma aparência contemporânea no produto final.

Ainda que a forma específica dos dois novos acabamentos tenha sido concebida para transmitir um maior valor estético às fachadas e paredes interiores, também aumenta as prestações mecânicas do painel sanduíche, uma vez que é reduzido o efeito de dilatação térmica (também em cores escuras), que afecta todos os painéis sanduíche de núcleo de poliuretano (PU) e, em particular, os de espuma de poliisocianurato (PIR), devido à diferente natureza e comportamento perante a temperatura (coeficiente de dilatação) dos dois materiais (aço e PU).

Tanto no acabamento Diamond como no Emerald podem ser utilizados nos painéis ISOPARETE e ISOBOX, quer sejam com fixação à vista ou oculta. Também são compatíveis com a gama de pré-lacados Isopan premium em diferentes cores RAL, desenvolvida pelo Departamento de I+D da ISOPAN e com categoria de resistência à corrosão RC4 que se determina mediante um ensaio de névoa salina e categoria de resistência à radiação ultravioleta RUV4 que se estabelece com um ensaio de envelhecimento acelerado QUV. Ambos os resultados fazem parte de uma escala de valores que vai do 1 ao 5, sendo este último o que mostra uma resistência mais alta.

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Vicaima equipa Hotel Catalonia Santa Justa

Além das múltiplas soluções Portaro, que integram porta, aro e acessórios numa peça única, também os revestimentos são da marca. O lcacado verde mate, customizado para o projecto, inspira “um cenário chic ao longo de toda a unidade hoteleira”

A unidade hoteleira de Sevilha, Hotel Catalonia Santa Justa, escolheu as soluções da Vicaima para “complementar a recente reforma e ampliação” do Hotel.

Introduzindo nesta unidade múltiplas soluções Portaro, que integram porta, aro e acessórios numa peça única e possibilitam a selecção de designs e revestimentos compatíveis com todos os restantes detalhes. Em relevo nas diferentes áreas, a aplicação dos produtos visa o reforço dos atributos de conforto e de segurança oferecidos aos hóspedes e, em simultâneo, a apresentação de um estilo estético adequado à concepção do projecto, que foi idealizado para reproduzir e homenagear o estilo pitoresco dos característicos pátios de interior da cidade.

A solução Portaro corta-fogo e acústica EI30 AC44dB contribui para o ambiente de “requinte, privacidade e proteção”, constituindo “um elemento essencial” para o conceito dos novos quartos. As opções Portaro EI30 AC42dB e Portaro EI60 complementam as zonas comuns do hotel.

Ao nível dos revestimentos, invocando apuradas sensações estéticas, o lcacado verde mate, customizado para o projecto, inspira “um cenário chic ao longo de toda a unidade hoteleira”, aumentando a luminosidade e a amplitude nos diversos enquadramentos através de uma imagem integrada com os locais ajardinados.

Além de certificadas por entidades internacionais acreditadas, todas as opções do portefólio da Vicaima estão disponíveis com certificação FSC (Forest Stewardship Council) e desempenham um papel crucial no plano de segurança contra incêndios.

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Palbit está a desenvolver ferramentas mais sustentáveis

Em conjunto com a universidade de Aveiro, a metalúrgica está a desenvolver um projecto tecnológico de I&D que permite reduzir o impacto ambiental nos processos de maquinação, através do desenvolvimento de ferramentas de metal duro com revestimento de diamante

O acrónimo ”DHardTools” dá nome ao projecto desenvolvido pela Palbit, em colaboração com o Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica da Universidade de Aveiro que permite reduzir o impacto ambiental nos processos de maquinação, através do desenvolvimento de ferramentas de metal duro com revestimento de diamante funcional para micromaquinagem de materiais ultraduros, que possibilita a monitorização do processo através da implementação de sensores de temperatura.

O projecto de investigação baseia-se na introdução de boro na estrutura do revestimento de diamante com o intuito de aumentar a sua tenacidade e processar um sensor de temperatura. Através da utilização desses sensores é possível monitorizar a temperatura de forma a controlar o processo de micromaquinagem e assim aumentar o tempo de vida útil das ferramentas.

“O projecto encontra-se em fase final, com vista a preparação das actividades de acesso ao mercado. Estamos em condições de afirmar que iremos desenvolver novos produtos com base no conhecimento adquirido, promovendo esta tecnologia inovadora a uma escala global”, avança Daniel Figueiredo, membro do Conselho Executivo e responsável pelas áreas de investigação e desenvolvimento da Palbit. A empresa portuguesa é especialista no sector pulverometalúrgico onde actua há mais de um século como produtor de ferramentas de metal duro.

O desenvolvimento de ferramentas revestidas com diamante permite a sua utilização em algumas aplicações de maquinagem com quantidade mínima de lubrificante, traduzindo-se numa redução de lubrificantes em mais de 90%, e no aumento da eficiência em alguns grupos de materiais de reduzida maquinalidade, possibilitando uma redução no impacto ambiental da operação de maquinagem. “Esta é uma inovação tecnológica que permite à Palbit competir pelo valor acrescentado, através das mais-valias proporcionadas pela eficiência, bem como pela oferta de soluções mais sustentáveis e ecológicas”, sublinha o mesmo responsável.

A utilização de diamante nas ferramentas de metal duro permitirá também obter elevadas velocidades de corte e maquinação a seco, através das estruturas multicamada MCD/NDC (microcristalino/nanocristalino).
“Ainda que estejamos a explorar uma tecnologia bastante específica, o seu âmbito de aplicação é amplo. As indústrias que processam materiais não ferrosos por processo de maquinagem (automóvel, aeronáutica, moldes e engenharia em geral) terão efectivos benefícios na implementação desta tecnologia nos seus processos. Não obstante, outras aplicações poderão também beneficiar dos resultados desta inovação”, refere Daniel Figueiredo. Segundo o responsável “o nosso roadmap contempla actividades de investigação nas áreas de tratamento de águas contaminadas, dessalinização e produção de hidrogénio beneficiando das propriedades únicas do diamante industrial”.

Crescimento em 2022 motiva investimentos em 2023
O parque industrial da Palbit situa-se no Palhal, Albergaria-a-Velha. É aqui que se situa o centro tecnológico de fabrico e departamento de investigação e desenvolvimento de todos os produtos que alimentam a rede de distribuição à escala mundial. Todos os anos a empresa investe em média entre 4 a 5% do seu volume de negócio. “O maior foco tem sido as ferramentas de maquinagem e no desenvolvimento tecnológico de novos processos de fabrico, com uma performance e sustentabilidade superiores”, acrescenta Daniel Figueiredo.

A Palbit dá emprego a cerca de 260 pessoas e espera chegar ao final de 2022 com um volume de negócios de cerca de 26 milhões de euros, o que representa um crescimento de 30% face a 2021, para o que contribuiu a forte presença no exterior.

“A Palbit possui uma estratégia de fornecimento global, através de uma rede de distribuição com base em parcerias sólidas, de elevado valor acrescentado e com conhecimento técnico que permita um serviço de excelência ao end user. Os mercados alvo são diversos, dada a elevada abrangência das soluções de maquinagem, todavia poderemos destacar os sectores associados à mobilidade, aeronáutica, moldes e engenharia”, justifica Daniel Figueiredo.

O contexto nacional e internacional para os próximos meses será desafiante, mas a empresa portuguesa perspectiva crescimento da actividade. “Compreendemos que, independentemente dos desafios inerentes aos diferentes contextos socioeconómicos existem oportunidades e que esta só podem ser materializadas através de investimento, inovação e foco no Cliente”, refere Daniel Figueiredo. Assim, para 2023 “projectamos um crescimento acima dos 20%, dado o potencial de mercado das linhas de produto em fase final de industrialização. 25% do volume de negócios gerado em 2021 é resultante de projectos de I&D dos últimos 4 anos, pelo que estamos certos de que o contínuo investimento em inovação e em novos equipamentos estarão na base do crescimento sustentado do nosso negócio”, justifica o responsável pelas áreas de investigação e desenvolvimento da Palbit. Números que justificam a aposta continuada na “crescente qualificação e expertise das nossas equipas, garantindo uma especialização e formação cada vez mais distintas” e que será “materializada através de um plano de investimentos estimado em 3 milhões de euros”.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Católica Porto Business School e PwC debatem Orçamento do Estado para 2023

Debater o Orçamento do Estado para 2023, do ponto de vista macroeconómico e fiscal, é o grande objectivo da Conferência que se vai realizar a 29 de Novembro. A abertura do encontro será feita pelo Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes

Quatro dias depois do encerramento e votação final global do Orçamento do Estado para 2023, agendado para 25 de Novembro, realiza-se a Conferência promovida pela Católica Porto Business School, em parceria com a PwC, sobre o Orçamento do Estado para 2023. Dividida em dois painéis – um macro e um mais técnico -, esta conferência vai reunir especialistas para discutir as principais medidas aprovadas pela Assembleia da República e respectivos impactos do ponto de vista macroeconómico e fiscal.

No painel macro, moderado por Maria Antónia Torres, sócia da PwC, estão confirmadas as presenças de Ana Carvalho, CEO do Banco Português de Fomento, Ana Salomé Martins, executive board member na Symington Family Estate, e Pedro Norton, CEO da Finerge. No painel técnico, moderado por Luísa Anacoreta Correia, docente da Católica Porto Business School, vão ser debatidos os vários impostos: “IRC, benefícios fiscais e património”, por Cristina Pinto, docente da Católica Porto Business School; “IVA e IEC”, por Hugo Salgueirinho Maia, sócio da PwC; e para falar sobre o “IRS e Segurança Social”, o painel conta com a presença Ana Carvalho Reis, senior manager da PwC.

António Mendonça Mendes, Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais irá fazer a abertura da Conferência. Isabel Braga da Cruz, Presidente da Universidade Católica do Porto e Rui Soucasaux Sousa, Dean da Católica Porto Business School darão as boas-vindas. A sessão de encerramento estará a cargo de Maria Antónia Torres, sócia da PwC.
A conferência “Orçamento do Estado 2023” decorre a 29 de Novembro, no Auditório Ilídio Pinho, na Universidade Católica Portuguesa no Porto. A entrada é livre, mediante inscrição prévia.

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Pasha Ponomarev é o novo Head of EMEA Sustainability Business da Schneider Electric

O executivo junta-se à empresa para reforçar as capacidades de consultoria na transição energética. O seu foco durante o próximo ano será ajudar as empresas a enfrentar a crise energética europeia

A divisão de Sustentabilidade (Sustainability Business) da Schneider Electric nomeou Pasha Ponomarev como o novo Head of Sustainability para a região EMEA.

A divisão de Sustentabilidade combina estratégia e acção para orientar os clientes na sua jornada rumo a um futuro livre de carbono. Oferece análises do mercado empresarial e de riscos climáticos, serviços de gestão e eficiência de energia, consultoria em sustentabilidade e acção climática e aconselhamento em mitigação de carbono e energias renováveis. A empresa conta também com um portefólio crescente de soluções digitais, incluindo o EcoStruxure Resource Advisor, a Zeigo e a NEO Network, soluções de gestão de recursos e energias renováveis.

Pasha Ponomarev vai liderar os serviços desta divisão na EMEA, ajudando os clientes a gerir a extrema volatilidade energética na região, num contexto de legislação de sustentabilidade mais ampla e pressões dos stakeholders.

O executivo assume este papel num momento crítico: a sustentabilidade continua a ser uma prioridade para a maioria dos CEOs, mas muitas organizações não possuem os conhecimentos necessários para atingir as suas metas, ou estabeleceram compromissos de descarbonização sem um plano ou cronograma realista para os alcançar. Com a sua experiência crescente e liderando equipas globais de consultoria em sustentabilidade, Pasha está na posição perfeita para ajudar os clientes da Schneider Electric a progredir nos seus esforços de descarbonização, tirando partido das melhores metodologias, software e práticas do mercado.

“Durante este período de incerteza e volatilidade sem precedentes nos mercados de energia, as empresas procuram soluções pragmáticas que possam resolver os problemas actuais sem comprometer as agendas de sustentabilidade a longo prazo. Para o conseguir, devemos combinar produtos verdadeiramente inovadores com soluções digitais e equipas altamente eficazes, de forma a impulsionar operações eficientes e resilientes e enfrentar a crise climática ao mesmo tempo,” comentou Pasha Ponomarev. “Sinto-me honrado por ter a oportunidade de liderar a equipa de consultoria da Schneider Electric no desenvolvimento e implementação destas soluções com os nossos clientes europeus.”

Antes de se juntar à Schneider Electric, Pasha Ponomarev ocupou várias posições com foco no desenvolvimento e implementação de estratégias de sustentabilidade em organizações globais líderes. Executivo de nível sénior, liderou projectos de consultoria estratégica em vários sectores e regiões geográficas, e traz consigo um historial na área científica e uma paixão por tecnologia, com vista a enfrentar os desafios prementes das alterações climáticas e da transição energética.

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CBRE GWS renova contrato para gestão dos edifícios do BBVA em Espanha e Portugal

A CBRE GWS será, uma vez mais, responsável pela optimização do funcionamento dos edifícios e sucursais do BBVA no centro e sul de Espanha e em todo o território português, num total de 745.163 m2 de escritórios e sucursais

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A CBRE Global Workplace Solutions (GWS) renovou parte do contrato de serviços de manutenção técnica e Facility Management (FM) com a multinacional de serviços financeiros. O acordo abrange os edifícios corporativos e sucursais BBVA em Espanha (zona central, zona sul e Ilhas Canárias) e Portugal. A renovação deste contrato significa que a CBRE GWS continuará a ser responsável por assegurar o óptimo estado e funcionamento de um total de 745.163 metros quadrados de escritórios e sucursais do BBVA em toda a Península Ibérica.

O BBVA ampliou o catálogo de serviços solicitados à empresa de FM, acrescentando elementos como a gestão do seu património histórico, serviços logísticos em escritórios e edifícios, serviços de apoio em edifícios, assistência e manutenção de locais fechados, serviços de central telefónica, recepção e acompanhamento, gestão de eventos e serviços de mailroom. Todos estes serviços são adicionais aos já cobertos pela CBRE GWS nos últimos dez anos (primeiro como Johnson Controls e depois como CBRE GWS), tais como serviços de manutenção, limpeza, jardinagem, controlo de pragas, destruição de documentação confidencial, gestão planeada de resíduos, gestão de energia e consultoria ambiental.

Em Portugal, a empresa de manutenção técnica e FM será responsável pela manutenção, limpeza e higiene, jardinagem, controlo de pragas, destruição de documentação confidencial, gestão de resíduos planeada e serviços de Help Desk para todos os espaços de escritórios e sucursais da entidade no país.

“A relação com o BBVA ao longo dos últimos dez anos tem sido muito frutuosa. É uma empresa empenhada na digitalização e sustentabilidade em todas as áreas e que nos permite explorar plenamente o potencial da FM. Estamos muito orgulhosos por terem decidido continuar a trabalhar connosco e empenharem-se na inovação como uma marca distintiva na manutenção das suas instalações”, afirma Vicente Redondo, CEO da CBRE GWS Espanha e Portugal.

“Nos últimos anos, adquirimos uma profunda compreensão de como o BBVA funciona, pelo que estamos satisfeitos por terem, mais uma vez, depositado a sua confiança na experiência dos nossos funcionários para a manutenção técnica e Gestão de Instalações dos seus espaços de trabalho. O nosso objectivo é continuar a ajudá-los a maximizar os seus resultados e a inovar para levar a eficiência económica, energética e hídrica da gestão ao próximo nível”, comenta Iván Gómez, director da conta do BBVA na CBRE GWS.

O FM – a ferramenta para aumentar a sustentabilidade

Ao longo dos anos em que a CBRE GWS tem prestado serviços ao BBVA, aumentou a exigência com a poupança de energia nos seus edifícios. Para o efeito, a empresa de manutenção técnica e FM implementou várias estratégias já consolidadas no mercado, tais como a utilização de iluminação LED, painéis fotovoltaicos para autoconsumo ou gestão remota de sistemas climáticos. Mas mais importante ainda, contribuiu para a optimização das instalações através da aplicação da IoT e da análise de edifícios. A utilização da tecnologia e da inovação, juntamente com a sensorização das instalações, proporciona a dupla vantagem de detectar ineficiências no consumo energético dos equipamentos, bem como, o mau funcionamento das instalações. Quando tudo isto é identificado numa fase inicial, proporciona, não só, economias de energia, mas também, um aumento da vida útil das instalações.

Esta é uma área em crescimento no mundo inteiro, a CBRE GWS aumentou em aproximadamente 30% a carteira de clientes que exigem a implementação de estratégias nos seus activos para a optimização da eficiência energética, poupança de água, gestão de resíduos ou a certificação dos activos das empresas, entre outros.

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‘Reynaers Act’ representa o compromisso com o Acordo de Paris

O Grupo Reynaers lança Reynaers Act, o seu relatório estratégico para a sustentabilidade que revela um conjunto de objectivos que o Grupo pretende atingir até ao seu 60º aniversário, em 2025

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O Grupo Reynaers apresenta os seus ambiciosos objectivos de sustentabilidade até 2025. Os objectivos contidos no Pacto de Sustentabilidade concorrem para aquela que é a grande meta mundial de conter o aumento das temperaturas médias globais a menos de 2ºC, idealmente a 1,5º, acima dos níveis pré-industriais até 2030, conforme estabelecido no Acordo Climático de Paris.

A estratégia subjacente a Reynaers Act foi traduzida em acções concretas baseadas em quatro pilares: produtos circulares, edifícios sustentáveis onde os seus produtos actuam, pessoas e sociedade e as operações da organização, e surge na forma de apelo à acção a todos os colaboradores, subsidiárias, fornecedores e clientes em todo o mundo.

Dirk Bontridder, CEO do Grupo Reynaers, está entusiasmado com o futuro do Grupo e os compromissos assumidos em Reynaers Act. “Este relatório estratégico é um marco para o nosso negócio, uma vez que nos comprometemos publicamente a fazer mais pelo nosso planeta. Como a maioria das coisas que valem a pena, não será fácil. Vai exigir que cada um de nós faça a sua parte. É por isso que o convidamos a agir, juntos pelo melhor”, afirma o responsável.

Em primeiro lugar o grupo baseia a sua estratégia na Science Based Targets (SBTi) uma parceria fundada pela ONU e pela WWF, entre outras organizações, que conduz acções climáticas ambiciosas no sector privado, permitindo às organizações estabelecer objectivos de redução de emissões com base científica. Estes objectivos proporcionam uma via para as empresas reduzirem as emissões de gases com efeito de estufa a fim de se cumprirem os objectivos do Acordo Climático de Paris.

Nos termos do Acordo de Paris, cada país é solicitado a delinear e comunicar as suas acções climáticas, conhecidas como as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC). De todos os países que apresentaram NDC, um terço não abrange os edifícios e apenas um quarto dos países participantes menciona a eficiência energética. É aqui que o Grupo Reynaers acredita que é possível fazer melhor.

Em matéria de eficiência energética está em expansão o número de sistemas certificados Passive House e Minergie. Estas certificações facilitam a selecção de produtos eficientes do ponto de vista energético. Em matéria de sustentabilidade e descarbonização dos edifícios guiar parceiros para a obtenção de certificação BREEAM ou LEED. BREEAM e LEED são duas certificações ambientais reconhecidas em todo o mundo que certificam os projectos de construção sustentável, comprovando a eficiência energética e simultaneamente a redução da pegada de carbono.

Nos últimos três anos, a Reynaers Aluminium certificou nove sistemas Cradle-to-Cradle Bronze, representando mais de 40% do seu volume de negócios anual. Cradle-to-Cradle, que em português significa “Do berço ao berço”, é a mais exigente certificação de produto quanto ao seu impacto ambiental. A ambição é certificar mais nove sistemas até 2024, aumentando a quota de produtos certificados Cradle-to-Cradle para 60% do volume de negócios Reynaers Aluminium e alcançar o nível Prata em oitos sistemas. “O maior desafio para obter o certificado de nível Prata é o cumprimento dos rigorosos requisitos de saúde do material. Por exemplo, as substâncias cancerígenas, mutagénicas e tóxicas para a reprodução são proibidas pelo que está em curso uma auditoria para investigar a sua existência em componentes complementares utilizados, por exemplo, nas rupturas térmica”, explica o grupo em comunicado.
Especificamente em Portugal, a maioria dos produtos Reynaers Aluminium já enverga o rótulo ecológico Sustainable Value ISO 14024 que cumpre a norma internacional para a obtenção de rótulos ecológicos.

Até 2050, a economia circular pode reduzir globalmente as emissões de CO2 de quatro grandes grupos de materiais de construção (plástico, aço, alumínio e cimento) em 40% à escala global e em economias desenvolvidas como a da União Europeia pode atingir os 56%; Ora, o alumínio é 100% reciclável sem perda de valor, ou seja de velhas janelas geram-se novas janelas. Em 2019, por cada quilograma de alumínio extraído, o grupo emitiu 5,16 kg de CO2. Em 2021, reduziu esse número para 4,81 kg de CO2, utilizando mais alumínio primário de baixo carbono. Até 2030, antecipa valores tão baixos como 2,81 kg de CO2/kg. O compromisso é reduzir as emissões directas em 46% até 2030 e as emissões indirectas em 55%. Para tal, o maior desafio que se enfrenta é a oferta limitada de alumínio reciclado, devido aos 50 anos de vida útil do alumínio nos projectos. Com mais edifícios em construção do que em fim de vida, a procura excede em muito a oferta do mercado. É por isso que o foco está tanto no aprovisionamento de alumínio primário de baixo carbono, como no alumínio reciclado. O Grupo Reynaers já utiliza toda a sua quota-parte de alumínio reciclado disponível. A opção é distribuir o alumínio reciclado disponível em toda a gama de produtos, independentemente do segmento. Actualmente, o alumínio reciclado representa 41% de todo o alumínio utilizado. A ambição é aumentar a quantidade reciclada em todos os produtos para 56% até 2030.

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Jungheinrich com “resultados sólidos” apesar das condições do mercado

O grupo de intralogística relatou uma ligeira melhoria na receita nos primeiros nove meses do ano e gerou um EBIT de 265,9 milhões de euros e um EBIT ROS de 7,8%, apesar dos constantes problemas nas cadeias de fornecimento

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A Jungheinrich conseguiu um sólido terceiro trimestre do ano fiscal de 2022. O grupo de intralogística relatou uma ligeira melhoria na receita nos primeiros nove meses do ano e gerou um EBIT de 265,9 milhões de euros e um EBIT ROS de 7,8%, apesar dos constantes problemas nas cadeias de fornecimento. Com 3594 milhões de euros, o valor dos pedidos recebidos esteve alinhado com o do ano anterior. As vendas foram 12,5% mais elevadas do que as registadas no mesmo período do ano anterior, com 3397 milhões de euros.

O principal impulsionador do crescimento da receita do grupo foi a área dos equipamentos novos, em parte devido ao sólido crescimento dos sistemas automatizados. A situação da cadeia de fornecimento manteve-se muito desafiante, especialmente como resultado da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, e a pandemia de covid-19. Devido às interligações globais nas cadeias de fornecimento, os efeitos dos congestionamentos no fornecimento espalharam-se em todo o portfólio de fornecedores e materiais, bem como nas capacidades de logística associadas. Até agora, as interrupções na produção foram amplamente bem-sucedidas, ao serem evitadas através de uma gestão específica da cadeia de fornecimento.

“A Jungheinrich teve um bom desempenho nos primeiros três trimestres do actual ano fiscal, tendo registado excelentes receitas”, afirma Lars Brzoska, presidente do Conselho de Administração da Jungheinrich AG. “Num contexto de condições difíceis, os números que estamos a publicar comprovam a resiliência da nossa empresa”, acrescenta.

Ao utilizar uma gestão consistente da cadeia de fornecimento, a Jungheinrich foi extremamente bem-sucedida ao evitar interrupções na produção durante os últimos três trimestres. Simultaneamente, os aumentos consideráveis no custo dos materiais foram parcialmente compensados através de medidas adequadas. Os pedidos com stock no negócio de equipamentos novos aumentaram 23% desde 30 de Setembro de 2022 relativamente ao final de 2021, tendo alcançado o valor de 1756 milhões de euros, resultante de uma disponibilidade continuamente limitada de materiais de produção para o processamento. 

Tendo em consideração o sólido desenvolvimento do negócio nos últimos meses, a Jungheinrich já fundamentou a sua previsão de 2022. A empresa espera agora pedidos recebidos de valores entre 4,6 mil milhões de euros e 4,9 mil milhões de euros para o actual ano fiscal. Espera-se que a receita do grupo fique entre 4,6 mil milhões de euros e 4,8 mil milhões de euros. De acordo com as estimativas actuais, o EBIT ficará entre 340 milhões de euros e 380 milhões de euros. Espera-se um intervalo de 7,2% a 8,0% para a rentabilidade das vendas com base no EBIT.

Desde o Outono de 2020, a Jungheinrich tem vindo a implementar com determinação a Estratégia 2025+ com o objectivo de criar um valor sustentável para as partes interessadas. Todas as iniciativas e medidas actuais e futuras desta estratégia irão continuar conforme planeado, tendo em consideração a deterioração das condições gerais, resultantes do início da guerra na Ucrânia. Espera-se que a receita do grupo, um dos objectivos centrais, atinja os 5,5 mil milhões de euros até 2025 e que a rentabilidade das vendas com base no EBIT se encontre entre 8% e 10%.

Um campo de ação central da Estratégia 2025+ é a sustentabilidade. A Jungheinrich definiu que todas as localizações do Grupo deverão funcionar com neutralidade climática até 2030 (áreas 1 e 2). Adicionalmente, pretendem conseguir zero resíduos para aterro em todos os locais do grupo alemão até 2025, além de que está, também, empenhada em aumentar significativamente a segurança no trabalho do grupo até 2025.

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