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Empreendimento O’ Living com mais de 50% dos apartamentos comercializados

Localizado no Parque das Nações, em Lisboa, o projecto, com assinatura do atelier Saraiva + Associados, é promovido pela Mexto Property Investment

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Localizado no Parque das Nações, em Lisboa, o projecto, com assinatura do atelier Saraiva + Associados, é promovido pela Mexto Property Investment

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O projecto residencial O’Living, junto ao Parque das Nações,e Lisboa, encontra-se já com mais de metade dos seus apartamentos comercializados. A promotora do empreendimento, a Mexto Property Investment, confirmou que do total de 86 apartamentos já se encontram vendidos 51%. O projecto, que conta com dois edifícios, e com tipologias que variam de T1 a T4, conta assim com 44 imóveis vendidos.

Vocacionado para as famílias portuguesas, o O’Living representa um investimento total de 30 milhões de euros. Quanto à nacionalidade dos compradores, 99% são portugueses.

Com a assinatura do atelier de arquitetura Saraiva + Associados, o O’Living distingue-se pelo seu “design moderno e pela qualidade dos seus espaços interiores únicos”. A arte também está presente neste projeto. A Mexto desafiou o artista Pedro Pires a desenvolver um projecto artístico único, exclusivo e à medida, que fará parte integrante do lobby de cada um dos dois edifícios.

Pensado para as famílias portuguesas, o O’Living pauta-se pela qualidade do seu mapa de acabamentos e por representar uma solução financeiramente alinhada com a oferta. Foi concebido para dar resposta clara à falta de oferta de habitação média na capital e o seu sucesso de vendas comprova isso mesmo.

Todos os apartamentos do O’Living beneficiam de estacionamento subterrâneo com lugar para 128 veículos e espaços comerciais no piso térreo e conta, ainda, com um bicicletário, cozinhas totalmente equipadas pela AEG, ar condicionado, domótica para controlo de iluminação e ensombramento e de fachadas com predominância de amplos vãos de janelas, varandas ou terraços.

Contará, ainda, com um total de 188 lugares de estacionamento público para residentes nas imediações.

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“O nosso posicionamento é diferenciador ao nível da qualidade arquitectónica”

A Quinta da Freixeira, em Loures, é o maior empreendimento do Grupo ADDSolid e que permite “elevar o conceito de sustentabilidade ao nível do bairro”. Mas, para 2023, a promotora prevê avançar com um conjunto de outros empreendimentos que totalizam mais 20 M€. Porto e Algarve estão igualmente nos planos da promotora

Cidália Lopes

Ao CONSTRUIR, Tiago Cerdeira Pinto, COO da ADDSolid, falou do mercado, da tão adiada construção para a classe média e daquilo que atrai o Grupo a investir, onde o conceito de “cidade dos 15 minutos” está cada vez mais presente

Qual a estratégia de investimento do Grupo? De que forma é que se posicionam no mercado?

Investimos principalmente em promoção residencial para venda na área metropolitana de Lisboa e para o segmento médio/alto, onde temos atualmente oito empreendimentos em desenvolvimento, alguns em fase de licenciamento e outros em construção. O nosso posicionamento é diferenciador ao nível da qualidade arquitectónica, afastado do modelo tradicional dirigido ao “mass market”, mesmo no segmento de preço médio, primando em simultâneo por garantir excelentes níveis de conforto e sustentabilidade. Paralelamente, possuímos e gerimos uma carteira de rendimento de imóveis de habitação e outros usos, como escritórios, ginásios e lojas, que se encontram arrendados.

Qual o volume de investimento que prevêem para os próximos anos?

Do pipeline que possuímos de cerca de 200 fogos, encontram-se actualmente 38 em construção e prevemos o arranque de empreitada de 46 unidades no próximo ano. O investimento previsto para o próximo ano é de 20 milhões de euros, com expectativa de incremento gradual nos anos seguintes.

Quais os próximos projectos a serem lançados?

Pretendemos iniciar no próximo ano a construção e comercialização de dois empreendimentos de construção nova, Castelo Branco Saraiva e Townhouses AAR, ambos localizados na Penha de França, em Lisboa, um empreendimento em São Domingos de Benfica, e um pequeno condomínio de 12 moradias inserido no loteamento Jardins de Santiago, em Setúbal. Todos estes empreendimentos são exclusivamente residenciais e pretendem alcançar um comprador de classe média.

Que leitura fazem da actual situação do mercado imobiliário?

O grau de incerteza é elevado por factores externos ao imobiliário do conhecimento comum, tanto políticos como económicos, particularmente a elevada inflação. Um agravar da crise causada por estes factores poderá contagiar o mercado imobiliário. De qualquer forma, o sector tem factualmente resistido, mantendo-se um enorme desequilíbrio entre a oferta e a procura, com a escassez de oferta a alavancar os preços.

No sector, mantém-se o caos burocrático do licenciamento urbanístico, principalmente no município de Lisboa, o que, com a manutenção da procura, contribui para a falta de oferta e subida dos preços. A promoção privada para a classe média portuguesa é uma equação sem solução enquanto os prazos de licenciamento não forem encurtados e a carga fiscal reduzida, particularmente o IVA a 23%. Temos exemplos de projectos inicialmente concebidos para a classe média com processos camarários iniciados há quatro anos e que até ao momento ainda não estão concluídos, tendo de suportar a compra do terreno, impostos sobre a aquisição e detenção do terreno, projectos, gestão, entre outros custos, sem qualquer retorno, o que irá obviamente repercutir-se no custo final dos fogos.

O projecto da Quinta da Freixeira dita um novo paradigma do que se pretende em termos de sustentabilidade. Serão assim os próximos projectos da ADDSolid?

A Quinta da Freixeira tem uma escala que permite elevar o conceito de sustentabilidade ao nível do bairro, procurando proporcionar aos seus residentes e trabalhadores um modo de vida de qualidade superior. Esta premissa traduz-se na certificação LiderA que procurámos e atingimos logo em fase de loteamento, que será seguida nos projectos de moradias e outros edifícios no local.

De qualquer forma, mesmo os projectos de menor escala privilegiam a sustentabilidade, que não é apenas ambiental, mas também económica e social. Por exemplo, o empreendimento Castelo Branco Saraiva, localizado na Penha de França e cuja construção será iniciada no próximo ano, visa responder à classe média jovem que procura uma primeira habitação num bairro calmo e tranquilo de Lisboa.

Procuramos sempre que os nossos projectos contribuam de forma positiva para a sociedade em que vivemos, construindo espaços que sejam não só uma melhoria significativa para as cidades e sociedades em que se inserem, mas também para o ambiente, contrariando os níveis de poluição e consumos energéticos crescentes.

Porto e Algarve nos planos

Os vossos projectos estão situados na AML. Que outras localizações consideram atractivas ou que factores podem ditar o vosso interesse?

Procuramos neste momento novas localizações para projectos residenciais, tanto de construção nova como de reabilitação, e alargar a área geográfica de actuação dentro da AML e para a Área Metropolitana do Porto e Algarve, zonas onde existe procura efectiva e escassez de oferta. Encontrarmos uma administração local eficiente, reduzindo o tempo de análise dos processos de licenciamento, será um factor fulcral na escolha de novos projectos. A Quinta da Freixeira, localizada em Loures, foi já resultado da expansão para outras áreas da região de Lisboa, onde submetemos a licenciamento um loteamento com cerca de 30.000 m2 na expectativa de maior eficiência dos serviços camarários.

No nosso entendimento, todos os projectos têm uma responsabilidade social muito importante, a de contribuir para a constante melhoria da nossa sociedade e das nossas cidades, e um empreendimento isolado por si só não é capaz de responder às necessidades multidisciplinares dos habitantes. Pode, no entanto, ser um catalisador de mudança e marcar o ritmo para que a cidade mude, surgindo por arrasto a multiplicidade programática que responde às várias necessidades de uma vida quotidiana equilibrada. Pesa assim na nossa escolha o enquadramento e potencial a médio/longo prazo da localização, privilegiando zonas não consolidadas ou negligenciadas nos municípios, carentes de um marco para se alavancarem e atraírem residentes. A proximidade à natureza ou a parques urbanos também são essenciais, assim como a acessibilidade a comércio, equipamentos e serviços, indo ao encontro do modelo de “cidade de 15 minutos”, onde a oferta programática de serviços, comércio e habitação permite responder localmente à maioria das necessidades do dia-a-dia.

Sobre o autorCidália Lopes

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‘The Yard’ é o mais recente projecto dos Jardins da Arrábida

Promovido pela GFH e com projecto da OODA, o empreendimento pretende “redefinir o paradigma do que é viver nos Jardins da Arrábida e na região do Porto”

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O ‘The Yard’ é o mais recente projecto residencial dos Jardins da Arrábida que conjuga “o melhor da arquitectura, da tradição e do design, para criar um espaço de características únicas”. A um passo do centro do Porto e das praias de Gaia, o empreendimento, promovido pela GFH, tem na sua génese a “sustentabilidade, aliada ao ambiente familiar e acolhedor”

Pensado para famílias, o ‘The Yard’ conta com tipologias entre o T2 e o T4, assim como diversos espaços comuns, nomeadamente, ginásio, um lounge de entretenimento, espaços dedicados ao coworking, portaria 24h, sala gourmet para jantares com amigos e ainda um kids club para os mais novos.

A construção do empreendimento teve início no passado mês de Maio e, estima-se que o imóvel esteja pronto para receber os seus residentes no segundo semestre de 2024. Para já, o projecto está a revelar-se um sucesso comercial, com uma excelente aceitação pelo mercado. De acordo com João Moreira, administrador da GFH, este novo projecto pretende “redefinir o paradigma do que é viver nos Jardins da Arrábida e na região do Porto”.

“Criámos, em conjunto com parceiros de reconhecida competência, um espaço onde as famílias podem estabelecer-se e crescer. Pensado para aqueles que procuram conjugar a qualidade de vida com a proximidade da natureza e da cidade, minimizando os impactos no ambiente, um aspecto fundamental para um projecto de futuro”, acrescenta João Moreira.

Desenhado pelo gabinete de arquitectura OODA, o projecto incorpora materiais e métodos de construção sustentáveis, nomeadamente através do recurso a métodos de construção com betão pré-fabricado, que passa por um apertado controlo de qualidade em fábrica, permitindo reduzir o desperdício e obtendo um resultado mais uniforme e rigoroso. A decoração de interiores teve a curadoria do arquitecto e designer Rui Maciel.

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‘Equity-rich buyers’ ganham janela de oportunidade enquanto o mercado de escritórios abranda

O investimento nos mercados mundiais de escritórios verificou uma descida acentuada no terceiro trimestre. No entanto, no seu último relatório trimestral sobre os mercados de capitais, a Savills conclui que existe um elevado nível de capital em circulação, pronto a posicionar-se para os melhores activos

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O investimento nos mercados mundiais de escritórios verificou uma descida acentuada no terceiro trimestre. No entanto, no seu último relatório trimestral sobre os mercados de capitais, a Savills conclui que existe um elevado nível de capital em circulação, pronto a posicionar-se para os melhores activos, à medida que os compradores de dívida se retiram e outros fazem uma pausa na tomada de decisões.

A Savills relata que as suas yields dos mercados de escritórios europeus de referência foram empurradas para valores entre 10bps (em Frankfurt) e 35bps (em Madrid) no terceiro trimestre. Nova Iorque viu as yields de escritórios de referência aumentar entre 50bps para 5%, enquanto as mesmas se mantiveram estáveis para activos prime core na região da Ásia Pacífico, embora com uma grande dispersão, variando entre 1,7% em Hong Kong e 8% em Mumbai. No entanto, a consultora imobiliária internacional sublinha que o valor dos activos continua “rígido” em comparação com o custo dos empréstimos; metade dos mercados analisados neste relatório viram o custo da dívida aumentar em mais de 200bps desde o primeiro trimestre de 2022, e esperam ver potencial para mais alguma pressão sobre as yields nos próximos 12 meses, na maioria dos mercados.

“A boa notícia é que a inflação está provavelmente perto do seu auge e, consequentemente, as taxas de juro referentes ao mercado também. Mas, para evitar uma maior rectificação nos preços dos activos, as taxas têm de começar a descer. Haverá provavelmente alguma inquietação pelo caminho, mas ainda há muito capital preparado para beneficiar das circunstâncias actuais. É provável que este capital seja aplicado onde existem descontos, ou em activos core com fortes fundamentos onde o preço se mantém estável devido à escassez, e têm a vantagem através de um jogo de moeda e/ou por serem um dos poucos compradores concorrentes no mercado”, explica Oliver Salmon, capital markets analyst and director, Savills World Research.

“Quem pode mais facilmente beneficiar dos valores actuais será quem detém equity, tendo potencial para manter activos a longo prazo – muito provavelmente capital privado e evergreen funds, em particular quem não responde perante comités. Os fundos de oportunidade estão a reconhecer valor, mas não estão a precipitar-se inequivocamente, a menos que sejam capazes de identificar oportunidades muito ‘especiais’. Atingir o rendimento esperado sem dívidas requer uma severa aplicação de desconto nos activos e não estamos a assistir a isso, a menos que a garantia seja para uma recompressão acentuada das yields a curto prazo. Isto é difícil de fazer para muitos, pois é um factor de mercado que está fora do controlo do comprador e é imprevisível do ponto de vista do timing. Como a maioria destes fundos são fechados, torna-se um desafio”, refere por sua vez Rasheed Hassan, Head of global cross border investment, Savills

De acordo com a Savills, os investidores que estão activos no mercado continuam a ser impulsionados por uma robusta actividade de leasing, particularmente para os melhores escritórios da classe, com taxas de disponibilidade amplamente estáveis nos mercados das regiões EMEA e Ásia-Pacífico em 2022, justificando as avaliações actuais. As perspectivas económicas globais desafiam esta narrativa, mas até agora uma oferta insuficiente de edifícios de alta qualidade em muitas geografias, está a impedir a quebra preços.

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Better Collective instala-se no Amoreiras Plaza em lisboa

A Better Collective, grupo global de média desportiva, inaugura o seu primeiro escritório próprio no Amoreiras Plaza, em Lisboa. A operação foi mediada pela CBRE, em representação do proprietário do espaço

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O escritório, com uma área de 477 metros quadrados, encontra-se no 6º piso do Amoreiras Plaza, um edifício multiusos, no centro da capital, que conjuga escritórios, galeria comercial com food court, health club e ainda parque de estacionamento.

“Este negócio resultou no primeiro escritório próprio para a Better Collective que, até então, se encontrava num escritório partilhado, e irá permitir à empresa ter os seus 20 colaboradores num espaço totalmente renovado. Além disso, este edifício encontra-se localizado numa das zonas de referência da cidade, com grande proximidade ao centro histórico de Lisboa, excelentes acessos e uma boa rede de transportes públicos”, sublinha André Almada, senior director Offices Advisory & Transaction da CBRE Portugal.

“O novo escritório da Better Collective será fundamental para iniciar a expansão das suas operações em Lisboa e representa uma oportunidade de oferecer uma experiência superior de trabalho aos seus colaboradores. Temos a expectativa de crescer rapidamente neste local e estamos muito satisfeitos com a nossa nova ‘casa’”, afirma Tomás Vaz de Carvalho, senior head of brazilian market da Better Collective Portugal.

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Fercopor dá início à comercialização do Pure

O empreendimento, localizado na zona da Boavista, no Porto, reforça a carteira de investimentos e projectos da Fercopor naquela zona, uma localização estratégica para a empresa

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Chama-se Pure, o novo projecto imobiliário da Fercopor, e resulta de um investimento de 18 milhões de euros. O empreendimento está a nascer na Rua Ciríaco Cardoso, na Boavista, no Porto, e encontra-se já em comercialização. A sua conclusão está prevista para 2025.

O Pure é composto por três edifícios interligados por arruamentos ajardinados, cada um com três pisos, pelos quais se distribuem apartamentos T2 a T5 duplex, com interiores até aos 262 m2 e exteriores até aos 239 m2.

O projecto, do arquitecto José Carlos Cruz, conta com inspiração nas obras do pinto holandês Piet Mondrian. 

“A inspiração na estética de Mondrian trouxe a simetria e a pureza das linhas, enquanto a natureza marcou os tons e a vivência pura projetada para o empreendimento”, afirma José Carlos Cruz. Ainda nas suas palavras, admite que no desenvolvimento deste projecto, “a integração dos edifícios com a área envolvente desta reservada área da Boavista foi uma das principais preocupações” das equipas responsáveis pela obra, sem que isso condicionasse a “ambição de criar uma imagem única e diferenciadora”. 

O condomínio Pure reforça a carteira de investimentos e projectos da Fercopor na zona da Boavista, uma localização estratégica para a empresa. Recorde-se que ainda este ano foi apresentado o projecto Enlight, junto ao antigo Centro Comercial Dallas, em plena Avenida da Boavista, com 20 apartamentos, entre T1 a T4, ainda em fase de construção. As novidades não ficam por aqui, com a previsão de novos investimentos para a mesma zona da cidade do Porto, com oferta para habitação e escritórios.

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‘Greenstone’ deverá estar concluído e pronto a habitar no final de 2023

O empreendimento, junto à Avenida da Boavista, no Porto, conta com a comercialização da JLL e Predibisa

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Moradias amplas, rodeadas de espaços verdes, e a dois minutos da praia, junto a uma das mais importantes avenidas da melhor cidade de destino do mundo, é a proposta do Greenstone, no Porto. O condomínio residencial, situado na franja da Avenida da Boavista, junto à zona da Foz, está no mercado pela mão da JLL e da Predibisa, que assumem a comercialização em co-exclusividade.

“O condomínio tem gerado muito interesse junto da procura, quer por parte de famílias que já habitam no Porto quer de famílias que olham para a cidade como um novo destino de habitação, e esse interesse tem crescido à medida que a construção avança”, afirma Patrícia Barão, head of Residential da JLL.

Em construção desde o início do ano, pela construtora ACA – Engenharia e Construção, o Greenstone segue a bom ritmo e deverá estar concluído e pronto a habitar no final de 2023. Promovido pela Louvre Properties, marca do grupo Bondstone, o Greenstone representa um investimento superior a 30 milhões de euros. O projecto de arquitectura é assinado pelo conceituado atelier José Carlos Cruz.

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Remax Collection organiza conferência sobre o futuro do mercado

A conferência “Investir em Portugal: O Futuro Mora Aqui” irá realizar-se em formato presencial, no Hotel Vila Galé Collection, em Paço de Arcos, no dia 29 de Novembro, pelas 17 horas. Este é o primeiro de um conjunto de debates sobre o futuro do mercado imobiliário em Portugal

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A Remax Collection, marca especializada nos empreendimentos de luxo, vai organizar, no dia 29 de Novembro, a conferência “Investir em Portugal: O Futuro Mora Aqui”. Este será o primeiro de um conjunto de debates que tem como objectivo debater o futuro do mercado imobiliário em Portugal.

A realizar-se em formato presencial, no Hotel Vila Galé Collection, em Paço de Arcos, no dia 29 de Novembro, pelas 17 horas, contará com as intervenções de responsáveis do sector para explicar as dinâmicas deste importante e actual tema.

No evento haverá lugar a uma mesa-redonda na qual participarão Beatriz Rubio, ceo da Remax Collection, José Cardoso Botelho, ceo Vanguard Properties e Hugo Santos Ferreira, presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), onde serão debatidos, entre outros temas, as razões da atractividade do país no que respeita ao investimento internacional em imobiliário premium e os principais desafios futuros para este sector.

Segundo Beatriz Rubio, “o mercado imobiliário de luxo vive actualmente uma fase de grande dinamismo”, ainda assim, não sendo completamente imune às dificuldades geradas pela subida da inflação, das taxas de juro e do contexto actual de alguma incerteza, “esta iniciativa pretende debater sobre os desafios futuros do setor, através de uma partilha de ideias e de conhecimento.”

O evento é aberto a todos os interessados, mas de inscrição obrigatória.

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B. Prime coloca grupo logístico Carreras em complexo de 22 300 m2

A nave logística de 22.300 m2, localiza-se em Vila Nova da Rainha, na Azambuja, e está incorporada no complexo Arneiros II. O eixo Alverca-Azambuja é a principal zona prime logística e o destino preferencial das empresas de grande dimensão

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A B. Prime colocou o Grupo Carreras numa nave logística de 22.300 m2, em Vila Nova da Rainha, Azambuja, incorporada no complexo Arneiros II e que esteve até há poucos meses ocupada pelo Grupo Sonae.

A B. Prime que tinha sido mandatada pela Norfin, para comercializar este espaço colocou o Grupo Carreras que procurava novas instalações que acolhessem o seu plano de expansão fruto de um forte incremento do seu volume de actividade.

Dispondo de um pé-direito útil de 10,8 metros, 34 cais de cargas/descargas, além de estacionamento para 272 viaturas ligeiras e 54 veículos pesados. Classificado com certificação energética A, este imóvel situa-se na Estrada Nacional 3, em Vila Nova da Rainha, concelho da Azambuja, e dispõe de excelentes acessos rodoviários.

O Complexo Arneiros II está situado a apenas 10km das autoestradas A1 (Lisboa – Porto) e A10 (Bucelas/Carregado/IC3), para além da ligação ferroviária, permitindo ligações de Norte a Sul do País.

O eixo Alverca-Azambuja é a principal zona prime logística do país e também o destino preferencial das empresas de grande dimensão, concentrando cerca de 900 mil m2 de área logística, o equivalente a 40% do mercado nacional.

Fundado em 1933, o grupo logístico desenvolveu a sua actividade ao longo dos anos, posicionando-se como um operador logístico de referência, especialmente, no sector de produtos de grande consumo. Esta empresa oferece serviços em todas as vertentes da cadeia de abastecimento: transporte nacional e internacional tanto em carga completa, como em armazenagem, distribuição, manipulação, co-packing e outros serviços de valor acrescentado, consultoria logística, frete aéreo e marítimo, gestão aduaneira e externalização comercial.

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Mondego CP prevê carteira de activos de 1MM€ até 2025

Com uma carteira de investimento em curso avaliada em 200 milhões de euros, a promotora imobiliária Mondego Capital Partners quer reforçar o investimento na região de Lisboa e Cascais, na mira da promotora estão grandes projectos, que compreendem centenas de unidades

Entraram em Portugal em 2018 com o objectivo de investir 150 milhões de euros na reabilitação urbana de Lisboa. Hoje, perto de quatro anos volvidos, o investimento realizado ronda dos 200 milhões de euros e o entusiasmo do grupo promotor pelo imobiliário da capital portuguesa está longe de esmorecer. Muito pelo contrário. Fonte da Mondego Capital Partners (Mondego CP) sublinha a intenção da promotora imobiliária ter, até Janeiro de 2025, um portfólio de um bilião de euros. De acordo com a mesma fonte, a promotora está a analisar “grandes desenvolvimentos de raiz, de centenas de unidades, localizados nas áreas metropolitanas de Lisboa e Cascais”.

Apesar de no futuro próximo a aposta da promotora imobiliária assentar na construção nova, até agora o centro da sua actividade, e dos seus investimentos, têm sido os projectos de reabilitação urbana concentrados, em especial, em Lisboa. O que vai ao encontro do lema do grupo “Impacto através da renovação”.

O reforça da actividade e investimento da Mondego CP, é justificado pela convicção que o crescimento do mercado imobiliário de Lisboa “está apenas no seu início”. O interesse que a cidade desperta, consubstanciado no aumento do número de expatriados que escolhem Lisboa para sua primeira ou segunda residência, é uma tendência que veio para ficar. Factores como a segurança, a qualidade de vida, o crescimento qualitativo da cidade e, claro, as condições criadas pelo regime fiscal e tributário criado pelo Governo está a atrair um número que cada vez maior de estrangeiros, de várias nacionalidades “muitos americanos, brasileiros, países do Médio Oriente e também europeus, e essa tendência continuará a aumentar nos próximos anos”, sublinha a mesma fonte.

Cerca de 75% do portfólio actual da Mondego CP no mercado está já vendido. Deste, 45% foi adquirido por estrangeiros, mas a maioria 55% foi adquirida por investidores de nacionalidade portuguesa. A promotora acredita que “até a conclusão da construção, vamos vender todas as unidades restantes”, o que confirma o “óptimo ritmo” do mercado.

Projectos em desenvolvimento

Dos cerca de oito projectos de reabilitação em curso na capital o South Chiado, localizado na Rua do Arsenal, é um dos mais avançado, com a sua conclusão apontada para o terceiro trimestre de 2023. O edifício é composto por 15 apartamentos e 2 townhouses. Dos apartamentos, apenas 1 de tipologia T3 ainda se encontra disponível. As townhouses estão ambas para venda. As nacionalidades mais activas na procura e aquisição de casa no South Chiado são brasileiros, norte-americanos, britânicos e turcos.

A reabilitação do edifício pombalino do século XVIII, localizado junto ao Tejo, representou um investimento de 18 milhões de euros e o projecto de arquitectura para a reabilitação do imóvel esteve a cargo da arquitecta Rita Sequeira. “As reabilitações em áreas nobres do centro da cidade representam mais dificuldades e um maior investimento”, sustenta fonte da Mondego CP. Mas também são aquelas que maior interesse desperta no mercado.

O projecto de reabilitação privilegiou a recuperação do traçado e do estilo pombalino do edificado ao mesmo tempo que apostou em detalhes requintados e interiores contemporâneos. Uma marca comum a todos os projectos residências da Mondego CP. Para além do South Chiado a promotora tem em desenvolvimento, e já em avançado estado de construção o projecto Sixgild, 18 unidades na Rua dos Douradores, o Ducado 39, na Avenida Duque de Loulé que disponibiliza outras 26 unidades. Ambos os projectos envolvem parte de reabilitação do edificado parte construção nova e deverão estar concluídos até ao terceiro trimestre de 2023. Também em curso e com conclusão prevista para o segundo trimestre de 2023 está o número 80 da Rua Coelho da Rocha.

Hotelaria também na agenda

Outros projectos em curso, ainda que numa fase de desenvolvimento mais inicial incluem um hotel boutique, com 55 quartos, que ficará localizado na Rua dos Fanqueiros. O investimento na reabilitação do edifício é da Mondego CP mas a intenção é entregar a gestão da unidade “a uma marca de primeira linha”. Na Rua da Madalena, a Mondego CP está a reabilitar um outro edifício um “projecto é excelente para fins de investimento com arrendamento de longa duração quando está localizado numa zona que se espera melhorar significativamente os seus preços nos próximos anos. Os apartamentos distribuem-se entre T2 e T4, incluindo vários espaços comerciais para venda no rés-do-chão, interiores espaçosos, terraços amplos, estacionamento e detalhes refinados”, pode ler-se no site da promotora.

Dois outros projectos residências, na Avenida 5 de Outubro e na Sidónio Pais, completam a lista de investimentos actuais da Mondego CP em Lisboa.

Fora da capital a Mondego está a concluir a reabilitação do número 303 da Álvares Cabral no Porto. Localizado entre a Rotunda da Boavista e a Praça da República, o novo empreendimento é o resultado da reabilitação do edifício histórico e a sua reconversão para residencial. O AC 303 estará concluído em Dezembro deste ano e todas as suas unidades estão já vendidas. Apesar da procura continuar em alta nesta cidade para já não estão previstos novos investimentos da Mondego CP no Porto. Uma opção que se prende com a decisão da promotora de se concentrar mais na zona de Lisboa, onde a oferta de “potenciais projectos imobiliários de grande dimensão” é mais atractiva.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Century 21 comercializa novo empreendimento no Porto

“Este empreendimento permite uma experiência de grande envolvimento com a história da cidade. O edifício tem uma entrada pela famosa Rua Dom Hugo, a escassos metros da Sé Catedral”, Pedro Almeida, responsável da agência Century 21 Grupo Aliados III e IV

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Dom Hugo é o mais recente empreendimento promovido pela Imolote – Investimentos Imobiliários. Com um investimento de cinco milhões de euros, o projecto resulta da reconstrução de um edifício que se encontra devoluto, em ruína, depois de anos de abandono. A denominação Dom Hugo – é uma homenagem ao primeiro Bispo do Porto – e uma das ruas milenares do coração do centro histórico do Porto, junto à Catedral da Sé.

“Este projecto enquadra-se na estratégia da empresa, cuja missão é desenvolver produtos imobiliários exclusivos, sustentáveis, cujo posicionamento gere valor acrescentado à envolvente e em plena harmonia com o património urbano existente”, destaca Raquel Godinho, directora de Marketing da Imolote.

Com comercialização da Century 21 Portugal, o projecto de arquitectura é da autoria da OODA Architecture, as especialidades estão a cargo da A400. A empreitada, que deverá ter início em 2023, é da responsabilidade da Invenio Engenharia.

Dom Hugo é constituído por um piso térreo e mais quatro andares, num total de 16 apartamentos, de tipologias T0 a T1 Duplex, destinado ao segmento jovem. Conta, ainda, com um espaço comercial no rés do chão.

Do ponto de vista da arquitectura, houve a necessidade de fundir num mesmo espaço as várias épocas de intervenção pelas quais o edifício já passou. “Foi procurada a recuperação e estabilização do passado histórico do edifício, onde as várias épocas de intervenção – passadas e futuras – se afirmam e fundem de forma adequada”, refere Rodrigo Vilas-Boas, partner architect da OODA Architecture.

Franscisco Paiva Ribeiro, PCA da Invénio Engenharia, refere, ainda, que “esta é uma empreitada exigente, desafiadora e entusiasmante, quer pelo estado de conservação do edifício, quer pelo rigor construtivo necessário à sua execução”.

Já Pedro Almeida, responsável da agência Century 21 Grupo Aliados III e IV, destaca a localização como um factor diferenciador e que imprime valor ao projecto. “Este empreendimento permite uma experiência de grande envolvimento com a história da cidade. O edifício tem uma entrada pela famosa Rua Dom Hugo, a escassos metros da Sé Catedral, bem como uma entrada sobre a rua pedonal de acesso ao tabuleiro superior da Ponte D. Luís I. É realmente diferenciador”, reforça.

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