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Albergaria investe 3,7 M€ na zona industrial para “captar investimento”

A zona industrial tem agora mais de 200 hectares de solo destinado às actividades económicas – a totalidade é de 448 hectares -, onde foram desenvolvidas infraestruturas adequadas à instalação de novas empresas

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A zona industrial tem agora mais de 200 hectares de solo destinado às actividades económicas – a totalidade é de 448 hectares -, onde foram desenvolvidas infraestruturas adequadas à instalação de novas empresas

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O município de Albergaria-a-Velha ambiciona atrair mais investimentos e novos postos de trabalho até ao final do próximo ano. Neste sentido, a autarquia está a investir 3,7 milhões de euros na ampliação da zona industrial.

Com a última revisão do Plano Diretor Municipal (PDM), deu-se um aumento de 200 hectares de solo industrial destinado às actividades económicas – a totalidade da zona industrial é 448 hectares -, onde foram desenvolvidas infraestruturas adequadas à instalação de novas empresas.

Na sequência desta expansão, está a decorrer as candidaturas para a aquisição de 25 lotes com áreas entre os 3.000 e 8.000 metros quadrados. O preço de venda está fixado em 25 euros por metro quadrado.

“Nos últimos anos, o município de Albergaria tem realizado um forte investimento no desenvolvimento económico, dinamizando o sector empresarial e a economia local. Para a zona industrial se constituir um espaço atractivo com as infraestruturas necessárias, captação de investimentos e criação de postos de trabalho, investimos já um total de 3,7 milhões de euros”, afirma António Loureiro, presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha.

Com uma favorável posição geoestratégica, apoiada por vários acessos rodoviários, este concelho do distrito de Aveiro tem-se afirmado como um importante polo industrial, contando já com mais de 700 empresas no município, com um volume de negócios superior a 1.000 milhões de euros.

A indústria é responsável por cerca de 60% do total da produção, sendo as actividades mais relevantes neste sector a fundição, a metalomecânica, o fabrico de equipamentos, a transformação das borrachas e plásticos e as madeiras.

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Vila Galé abre quatro novas unidades em Portugal num investimento superior a 35 M€

Com 37 hotéis em Portugal e no Brasil, a Vila Galé alcançou em 2022 um volume de negócios de 218 M€. Mais 20% do que em 2019, fazendo deste “um ano excelente”, afirmou Jorge Rebelo de Almeida, presidente do Grupo

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Com 37 hotéis em Portugal e no Brasil, a Vila Galé alcançou em 2022 um volume de negócios de 218 milhões de euros. Mais 20% do que em 2019, fazendo deste “um ano excelente”, afirmou Jorge Rebelo de Almeida, presidente do Grupo.

Nos 27 hotéis que tem em Portugal, as receitas somaram cerca de 135 milhões de euros, mais 17,5% quando se compara com o período pré-pandemia, com cerca de 973 mil quartos ocupados, 1,95 milhões de dormidas e 670 mil clientes, contando com as novas unidades abertas em 2020.

Desde 2019, a Vila Galé abriu mais dois hotéis em território nacional, o Vila Galé Collection Alter Real e o Vila Galé Serra da Estrela e expandiu o Vila Galé Douro Vineyards, um agroturismo em Armamar que passou de sete para 49 quartos.

Ao longo deste ano, o grupo Vila Galé abrirá quatro novas unidades em Portugal, num investimento que ascende a mais de 35 milhões de euros, criando 170 postos de trabalho diretos. O Vila Galé Monte do Vilar, em Beja, tem abertura prevista para o início de Abril. Trata-se de um agroturismo vocacionado para adultos e casais e para a realização de eventos, localizado no Clube de Campo Vila Galé, com um investimento de mais de quatro milhões de euros.  Também no Clube de Campo, em Beja, grupo está a investir mais dez milhões de euros para abrir em 30 de Maio de 2023 um hotel com um conceito totalmente inovador. No O Vila Galé Nep Kids os adultos só poderão entrar quando acompanhados por crianças. Inteiramente pensado para os mais novos, terá na primeira fase 80 quartos, parque aquático com várias piscinas exteriores e escorregas, carrossel, trampolins, insufláveis, Clube Nep com brinquedoteca e spa infantil, e muitas outras atrações infantis que vão superar largamente a expectativa das crianças. Ainda no Clube de Campo Vila Galé, o hotel rural existente será reconvertido num hotel vocacionado para o Enoturismo e a Olivicultura e denominado Vila Galé Alentejo Vineyards and Olive – Resort de Campo.

Em São Miguel, nos Açores surgirá também o Vila Galé Collection São Miguel, uma unidade de charme com 92 quartos, resultante da requalificação do edifício onde antigamente funcionavam o convento e hospital de São Francisco, numa parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada. Este projecto, que mereceu um investimento de mais de 12 milhões de euros.

Em Tomar mais um projecto de reabilitação de património histórico, o Vila Galé Collection Tomar, no centro da cidade, com data prevista de abertura a 1 de Julho de 2023 e um investimento de mais de 10 milhões de euros. O projecto irá recuperar e transformar várias áreas do antigo Convento de Santa Iria e do Colégio feminino, adquiridos à Câmara Municipal de Tomar.

Em Portugal, a Vila Galé está ainda a desenvolver o Vila Galé Paço do Curutêlo, no concelho de Ponte de Lima, Viana do Castelo, onde já decorrem trabalhos de arranque de eucaliptos e de preparação dos terrenos para plantação de 30 hectares de vinhas. O empreendimento, que deverá estar concluído em 2024, inclui um hotel com 49 unidades de alojamento, 19 suites e um apartamento T2, piscinas exteriores para adultos e crianças, salão de eventos, bar, dois restaurantes, biblioteca e um espaço museológico dedicado à história do Paço que é anterior a 1143, data da nacionalidade de Portugal. Terá ainda uma forte componente de enoturismo, com a construção de uma vinícola de vinhos verdes e espumantes. Será a terceira, juntando-se à Santa Vitória, para os vinhos e azeites regionais alentejanos, e Val Moreira para os vinhos do Douro.

No Brasil, há também três novos projectos em desenvolvimento, com lançamento do primeiro Vila Galé Collection no Cumbuco, numa frente de mar e da Lagoa do Cauipe.

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Produção na construção abranda para 0,3% em Novembro

O índice de produção na construção aumentou 0,3%, em Novembro, em termos homólogos, o que representa um abrandamento de 1,3% relativamente à taxa registada em Outubro, revela boletim do Instituto Nacional de Estatísticas

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O índice de produção na construção abrandou para 0,3% em Novembro, uma taxa inferior em 1,3 pontos percentuais (p.p.) à registada em Outubro, particularmente influenciado pelo segmento Engenharia Civil. De acordo com a análise estatística, ambas as duas componentes que contribuem para o índice desacelerarão, mas enquanto a Construção de Edifícios desacelerou 1,0 p.p., para um crescimento de 0,7% em Novembro, a Engenharia Civil teve uma diminuição de 0,3%, após o crescimento de 1,4% em Outubro.

Já o emprego e as remunerações registaram variações de 1,9% e 2,9%, respectivamente (2,0% e 4,5% no mês anterior). Com as taxas de variação mensal a situaram-se em 0,1% e 18,7%, respectivamente, em Novembro (0,2% e 20,5% no mesmo mês de 2021), avança o mais recente índice de produção na Construção do Instituto Nacional de Estatísticas.

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Concurso para recuperação do Palace Hotel do Bussaco será lançado em breve

O concurso internacional para a recuperação do Palace Hotel do Bussaco será lançado em breve no âmbito do Programa Revive. A confirmação foi feita pela secretária de Estado da Cultura, Isabel Cordeiro

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O programa Revive, de requalificação de património do Estado para fins turísticos, representa actualmente um retorno de cerca de 2,3 milhões de euros em rendas anuais, revelou esta quarta-feira o Governo.

Numa audição parlamentar da tutela da Cultura, questionada sobre a continuidade do programa, a secretária de Estado da Cultura, Isabel Cordeiro, disse que estão em vigor 18 contratos, para exploração económica e turística, “que representam 131 milhões de euros de investimento estimado e rendas anuais a rondar os 2,3 milhões de euros”.
Adicionalmente, estão a decorrer três concursos para reabilitação no âmbito deste programa: Casa Grande, no concelho de Pinhel, o imóvel “7ª. Bateria do Outão”, em Setúbal, e o Colégio de São Fiel, em Castelo Branco. A esta lista deverá juntar-se em breve, de acordo com Isabel Cordeiro, o Palace Hotel do Bussaco.

O Programa Revive foi lançado pelo Governo em 2016 com o objectivo de “promover a requalificação e o subsequente aproveitamento turístico de um conjunto de imóveis do Estado com valor arquitectónico, patrimonial, histórico e cultural”. Desde então, foram afectos ao Programa “um conjunto de imóveis que, por força das respectivas características históricas, arquitectónicas, culturais ou com possibilidade de aproveitamento económico, em conjugação com a falta de alocação de uma utilização de interesse público, se consideraram enquadrados na missão e objectivos que estiveram na génese deste Programa”, lê-se no site do Programa.

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1,2M€ para reabilitação da rede de pousadas

O Governo vai reabrir as Pousadas da Juventude de Vila Real, Portalegre e Guarda, e serão realizadas obras de reabilitação da Pousada da Juventude de Lisboa – Parque das Nações. O investimento na reabilitação da rede de pousadas é de 1,2M€

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O anúncio foi feito pela ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, que detém a tutela da Juventude. A Ministra falava durante uma visita à Pousada da Juventude em Almada, visita essa integrada num roteiro por associações juvenis e desportivas, serviços regionais do Instituto Português do Desporto e Juventude e Pousadas de Juventude que está a ser desenvolvido pelo Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Correia.

Segundo o plano de investimentos previsto, a Pousada da Guarda será reaberta até ao final de Junho, seguindo-se a reabertura da Pousada de Portalegre até Outubro e da de Vila Real até ao final do primeiro trimestre de 2024. Até Maio deste ano, deverá reabrir 30% da lotação da Pousada da Juventude do Parque das Nações – que tem atualmente parte da sua capacidade encerrada por necessitar de obras. Ao todo, irão ser aplicados 1,2 milhões de euros na revitalização da rede das Pousadas da Juventude.

“Há um País inteiro por descobrir e uma oferta hoteleira com preços acessíveis para conhecer o país e a sua história. O que estamos a fazer é demonstrar a importância destas pousadas e que é possível revitalizá-las”, afirmou Ana Catarina Mendes.

João Paulo Correia, Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, sublinhou que o investimento na reabertura das pousadas já faz parte de uma nova política de valorização das Pousadas da Juventude e que, além de estarem ao serviço da mobilidade juvenil, estas estruturas estão também ao serviço dos estudantes. “A rede das 42 pousadas responde com uma percentagem reduzida ao alojamento estudantil» e «com a reabertura destas pousadas pretendemos contribuir para o aumento dessa percentagem”, frisou.

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Rua Direita lança novo concurso no valor de 2,275 milhões de euros

O concurso para a empreita de requalificação da Rua da Póvoa, no Porto, decorre até 17 de Fevereiro e tem um prazo de execução de 580 dias. Com um investimento municipal global de 21M€, o Rua Direita visa chegar a arruamentos e zonas de menor destaque na cidade

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A Rua da Póvoa, entre a Rua Aires de Ornelas e a Rua Dom Agostinho de Jesus e Sousa, será alvo de requalificação no âmbito do programa municipal Rua Direita. A obra contempla igualmente a Travessa da Póvoa, a Calçada da Póvoa e a Rua do Monte do Tadeu, entre a Rua Santos Pousada e a Rua da Póvoa, todas no Bonfim.

O concurso público para dar resposta à empreitada foi já publicado e o prazo para apresentação de propostas decorre até 17 de Fevereiro de 2023. A intervenção, com um prazo estimado de execução de 580 dias, procura ajustar estas artérias à realidade da sua evolução ao longo dos anos, adoptando soluções promotoras de igualdade na prioridade conferida a peões, ciclistas e automóveis.

No contexto destes trabalhos, o projecto prevê a renovação das redes de abastecimento de água, saneamento, águas pluviais e telecomunicações, bem como a remodelação da rede de iluminação pública existente.
Serão também instalados pavimentos tácteis em todos os atravessamentos e colocadas papeleiras e outro mobiliário urbano em todos os arruamentos. A zona em causa passará ainda a ter pontos de recolha selectiva de resíduos sólidos urbanos.

O concurso tem um valor base é de 2,275 milhões de euros. Além deste concurso, encontram-se prestes a iniciar seis empreitadas do programa, outras quatro estão em curso, quinze em fase de projecto e outras cinco estão concluídas. Com um investimento municipal global de 21 milhões de euros, o Rua Direita visa chegar a arruamentos e zonas de menor destaque na cidade, mas com forte impacto e relevância na promoção da qualidade de vida dos portuenses.

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Setúbal: Obras de ampliação do hospital adjudicadas à Ferreira Build Power

A empreitada, no valor de 27 milhões de euros, deverá arrancar “no primeiro trimestre de 2023”

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O contrato para a obra de expansão do Centro Hospitalar de Setúbal(CHS), em Setúbal, no valor de 27 milhões de euros, já foi assinado, tendo sido adjudicado à empresa Ferreira Build Power, avançou o jornal O Setubalense.

Por ocasião da assinatura do contrato, em Dezembro último, Manuel Pizarro, ministro da Saúde, explicou que as “obras vão demorar o seu tempo a ser executadas”, já o vereador Fernando José garantiu na reunião pública de dia 7 do mesmo mês que a empreitada “vai avançar no primeiro trimestre de 2023”.

O projecto, reivindicado há mais de uma década por autarcas e forças políticas da região, assim como pelos trabalhadores e população do concelho, contempla a construção de um novo edifício, que terá uma área bruta de construção de 13 350 metros quadrados e 4 730 metros quadrados de exteriores.

Com assinatura do atelier Luís Narciso Arquitectos, o projecto, de 2017, contempla a reformulação da Urgência Geral e Pediátrica, assim como a Urgência Obstétrica e o Bloco de Partos. O novo edifício vai ainda contemplar uma nova área de internamento dedicadas às áreas de pediatria, ginecologia e obstetrícia. O projecto inical previa, ainda, o alargamento dos serviços de ortopedia, com o objectivo de, para ali, deslocalizar o que ainda funciona no Hospital Sant’ago do Outão, contudo essa ideia foi abandonada por não conseguir comportar as necessidades em termos de área.

Este Centro Hospitalar de Setúbal abrange cerca de 250 mil habitantes dos concelhos de Setúbal, Sesimbra e Palmela, e dá ainda resposta a utentes oriundos de concelhos do Litoral Alentejano.

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Concurso de modernização de novo troço da Linha do Oeste lançado no 1º trimestre

Infraestruturas de Portugal prevê lançar concurso público no âmbito dos trabalhos de prolongamento e modernização da Linha do Oeste até ao Louriçal durante o primeiro trimestre de 2023

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As obras de modernização da linha ferroviária do Oeste foram retomadas entre as estações de Meleças (Sintra) e Torres Vedras, no distrito de Lisboa, após uma paragem de mais de meio ano. As obras estiveram paradas mais de meio ano “por manifestas dificuldades técnicas e financeiras do consórcio a quem foi adjudicada inicialmente a empreitada”, referiu o portal Notícias ao Minuto.

Por esse motivo, foi realizada uma “cessão contratual entre o consórcio inicial e um novo consórcio”, uma “solução complexa em termos jurídicos” e que originou “processos em tribunal”, admitiu a IP.”A salvaguarda do interesse público conduziu a uma morosidade superior ao esperado neste processo”, adiantou a empresa, segundo a qual a obra foi reiniciada em Novembro, depois da “aprovação formal da cessão contratual”.

Ainda na linha do Oeste, a empreitada entre Torres Vedras e Caldas da Rainha está em curso desde Julho, seguindo-se ainda no primeiro trimestre de 2023, o concurso público para prolongamento das obras de modernização da Linha do Oeste até ao Louriçal.

O projecto de modernização da Linha do Oeste (Sintra/Figueira da Foz) está dividido em duas empreitadas, sendo a primeira a de electrificação e modernização do troço entre Mira Sintra-Meleças (Sintra) e Torres Vedras, num investimento de 61,7 milhões de euros.

A segunda consiste na modernização e electrificação do troço entre Torres Vedras e Caldas da Rainha, orçada em 40 milhões de euros.

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À boleia do PRR, Setúbal reabilita Bela Vista por cerca de 54 M€

Os concursos já foram lançados e as propostas deverão ser enviadas até ao final de Janeiro. Ao todo serão reabilitados seis lotes nos bairros da Bela Vista e do Forte da Bela Vista, num total de 576 fogos

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Os bairros da Bela Vista e Forte da Bela Vista, em Setúbal, vão ser alvos de uma profunda reabilitação cujo investimento ascende aos 54 milhões de euros. Enquadra na Estratégia Local e Habitação para o concelho de Setúbal, a empreitada tem financiamento assegurado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Em sessão de Câmara foi aprovada a abertura de dois concursos públicos para as intervenções a realizar. O prazo para a apresentação de propostas é de 36 dias, com o critério de adjudicação a ser definido pela “proposta economicamente mais vantajosa na modalidade melhor relação qualidade-preço”.

Dividida em diferentes lotes, as obras deverão estar concluídas, em limite, entre 2030 e 2031, isto para o bairro ‘Amarelo’ da Bela Vista, já que para cada lote estão previstos cerca de dois anos e meios de execução. Já o concurso para o bairro ‘Azul’, dividido em dois lotes, tem data prevista de conclusão para 2028.

455 imóveis e quatro lotes

Com um preço global superior a 36 milhões de euros, a adjudicação da empreitada para o bairro ‘Amarelo’ será feita em quatro lotes e tem como objectivo a reabilitação de 455 imóveis “para a criação das condições necessárias que comportem mais valias térmicas, eficiência energética e acessibilidades”, de modo a garantir um “aumento e melhoria das condições de vida na permanência dos seus ocupantes, ao nível da qualidade de conforto e comodidade”.

O lote 1, com um preço máximo de cerca de 6 milhões, incide em 67 fogos e partes comuns dos edifícios dos blocos E1A, E1B, E1C e E1D, localizados entre as ruas Padre José Maria Nunes da Silva e do Moinho e avenidas da Bela Vista e Francisco Fernandes.

Já o lote 2, com um valor máximo de 9 milhões, contempla 113 fogos e partes comuns dos edifícios dos blocos E2A e E2B, localizados entre a Rua do Moinho, avenidas da Bela Vista e Francisco Fernandes e Alameda do Pinheiro.

Com um valor que ultrapassa os 10 milhões, o lote 3 corresponde a 128 fogos e partes comuns do edifício do bloco E3, localizado entre a Avenida da Bela Vista e ruas do Antigo Olival e do Monte.

O lote 4, com um valor máximo de adjudicação de 11 milhões, contempla 147 fogos e partes comuns dos edifícios dos blocos E4 e E5, localizados entre a Avenida da Bela Vista, ruas do Antigo Olival e do Monte e Avenida Francisco Fernandes.

A proposta aprovada pela autarquia define ainda um prazo de 800 dias para execução das obras em cada um dos lotes.

121 fogos e dois lotes

Com o objectivo de reabilitar os 121 fogos que compõem o Forte da Bela Vista, as intervenções a realizar terão um custo aproximado de 18 milhões de euros.

A empreitada irá incidir nos imóveis que “apresentam um avançado estado de degradação e adulteração em relação à construção original” de forma a “colmatar um conjunto de patologias existentes, criando melhores condições de habitabilidade, conforto, acessibilidade, maior eficiência energética, segurança estrutural e diminuição do risco sísmico”.

A adjudicação da empreitada será feita em dois lotes, um com 68 fogos e respectivas partes comuns, outro com 53 imóveis e partes comuns num total de 20 edifícios distribuídos num conjunto de 14 blocos existentes no bairro do Forte da Bela Vista.

A proposta aprovada pela autarquia define ainda um prazo de 960 dias para execução das obras em cada um dos lotes, sendo que o lote 1 apresenta um preço máximo de adjudicação de 9,727 mil euros, enquanto para o lote 2 o valor limite para a obra é de 8, 529 mil euros.

Obras avançam nas Manteigadas

A Câmara Municipal aprovou ainda a adjudicação, por ajuste directo, do lote 2 da empreitada de reabilitação do Bairro das Manteigadas à empresa Tecnorém.

Também enquadrada na Estratégia Local de Habitação, a empreitada de reabilitação do Bairro das Manteigadas, cujo procedimento de contratação pública foi repartido em dois lotes.

A empresa que, a convite da autarquia, apresentou uma proposta “correctamente elaborada e instruída” e com “atributos que se encontram dentro dos parâmetros base estabelecidos nas peças do procedimento”, deverá proceder à “profunda renovação das cozinhas e instalações sanitárias das fracções habitacionais”, a par de uma “renovação ligeira na restante área dos fogos, promovendo ainda a acessibilidade de pessoas com mobilidade condicionada ao interior dos edifícios”.

Está, igualmente, prevista uma intervenção integral de renovação das redes de abastecimento de água, de drenagem de esgotos, de abastecimento de gás e ITED, que inclui a alteração do posicionamento dos contadores dessas redes para o piso térreo em área técnica com acesso aberto, adjacente às escadas dos edifícios, assim como alguns melhoramentos nas áreas comuns, designadamente vestíbulo e caixas de escadas.

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Setúbal: Câmara revê Plano Municipal de Intervenção do Centro Histórico

Iniciativa vai dar início no dia 9 de Janeiro através do preenchimento das fichas de inquérito do edificado, junto dos proprietários ou inquilinos, e dos espaços públicos livres

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A Câmara Municipal de Setúbal vai dar início, no dia 9 de Janeiro, ao processo de revisão do Plano Municipal de Intervenção do Centro Histórico, através do preenchimento das fichas de inquérito do edificado, junto dos proprietários ou inquilinos, e dos espaços públicos livres.

O inquérito será realizado por 23 alunos do 3.º ano do curso profissional de Protecção Civil da Escola Secundária Dom Manuel Martins, os quais vão estar no terreno na sequência de um protocolo de colaboração celebrado entre a Câmara Municipal e o Serviço Municipal de Protecção Civil e Bombeiros (SMPCB) com o estabelecimento de ensino, para a realização dos estágios profissionais daqueles estudantes.

Os alunos vão estar no centro histórico durante o período da manhã para efectuarem a revisão das fichas de inquérito do edificado, junto dos proprietários e inquilinos, e dos espaços públicos livres, sendo deixado um folheto com contactos dos serviços, para agendamento de visita em horário a combinar, nos casos das residências em que os habitantes não se encontrem presentes.

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