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Schneider Electric ajuda Landsec a criar edifício net-zero em Londres

O ‘The Forge’ é o primeiro edifício comercial do Reino Unido construído em conformidade com o enquadramento net-zero do UK Green Building Council (UKGBC), tanto na construção como nas operações

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O ‘The Forge’, é o primeiro empreendimento comercial neutro em carbono (net-zero) da Landsec, vai contar com soluções inteligentes de gestão de energia da Schneider Electric, líder global na transformação digital da gestão e automação da energia.

A Landsec e Schneider Electric colaboraram estreitamente desde a fase inicial de concepção deste desenvolvimento pioneiro, que deverá estar concluído no final de 2022 e está alinhado com o compromisso da Landsec de se tornar uma empresa neutra em carbono e reduzir as emissões absolutas de carbono em 70% até 2030.

Uma abordagem inteligente às emissões líquidas zero

O ‘The Forge’, um empreendimento no hub cultural de Bankside, em Londres, engloba dois novos edifícios de escritórios comerciais com nove andares cada um, o ‘Bronze’ e o ‘Phosphor’, que em conjunto compreendem cerca de 13.000m2 de espaço interno líquido.

O ‘The Forge’ pretende ser o primeiro empreendimento comercial de escritórios construído e operado de acordo com o enquadramento de edifícios net-zero do UKGBC. É também o primeiro esquema de escritórios a ser construído utilizando a abordagem de design de plataforma altamente sustentável nas técnicas de fabrico e montagem (P-DfMA). A Schneider Electric contribuiu para o processo de construção fora do local, o que incluiu a produção de unidades de embalagem para os controlos do Sistema de Gestão de Edifícios (BMS). O projecto vai beneficiar de toda a gama de produtos EcoStruxure for Buildings da empresa, com soluções de edifícios inteligentes e gestão de energia.

“O acesso ao conhecimento e inovação da Schneider Electric desde cedo, ainda no processo de design, reforçou indubitavelmente as nossas ambições net-zero para este projecto,” afirmou Neil Pennell, head of design innovation and property solutions da Landsec. “A variedade da sua oferta vai permitir-nos melhorar a experiência dos ocupantes, a eficiência operacional e as credenciais de sustentabilidade dos edifícios, que vão adaptar-se às mudanças climáticas e à utilização ao longo do tempo, minimizando o carbono em todo o ciclo de vida. É essencial que as novas construções continuem a cumprir os objectivos climáticos na fase operacional, razão pela qual as soluções de edifícios inteligentes da Schneider Electric são tão cruciais”.

“O ‘The Forge’ é a prova de que os edifícios neutros em carbono são possíveis. A Landsec está a criar, hoje, os edifícios do futuro. Crucial para isso é utilizar tecnologias inteligentes e tirar partido do poder da electricidade inteligente, limpa e digital – algo a que chamamos Electricidade 4.0 – desde os primeiros momentos,” comentou Kas Mohammed, vp digital energy da Schneider Electric UK & Ireland. “Com muitas empresas a ver o tempo esgotar-se rapidamente para cumprirem os seus objectivos de neutralidade carbónica, espero que o trabalho realizado pela Landsec proporcione inspiração e um caminho a seguir para quem não sabe por onde começar”.

O ‘The Forge’ foi seleccionado pela Innovate UK, parte da UK Research and Innovation, como projecto de demonstração da iniciativa ‘Transforming Construction Challenge’, em reconhecimento do seu design pioneiro e técnicas de construção inovadoras – que contribuíram, até à data, para uma redução de cerca de 25% do carbono incorporado desde a fase inicial de design.

A tecnologia de ponta da Schneider Electric também vai ajudar os edifícios a atingir o objectivo de Design para o Desempenho (Design for Performance – DfP) da Landsec. A classificação energética em utilização é deduzida através de uma iniciativa apoiada pela indústria que visa colmatar a lacuna de desempenho, estabelecendo um método para assegurar que os novos complexos de escritórios cumprem o seu nível de desempenho previsto, durante a fase operacional. O conjunto completo de dashboards EcoStruxure™ vai ajudar a Landsec a monitorizar o progresso no seu caminho de neutralidade carbónica e a obter a sua meta da classificação NABERS UK de 5*.

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OLI supera os 75,5 M€ em 2022 e prevê crescer 8% em 2023

Em 2022, o maior produtor de autoclismos da Europa do Sul, registou um volume de negócios de 75,5M€, o que representa um crescimento homologo de 7% e o volume de negócios mais elevado de sempre da empresa portuguesa. Para 2023, é estimado um crescimento global de 8%

Os resultados da empresa são impulsionados pelo crescimento nos mercados externos. Em 2022, as exportações da OLI cresceram 16% e representaram 75,6% do total de vendas. As soluções de banho desenvolvidas e produzidas no complexo industrial em Aveiro, nomeadamente autoclismos, placas de comando e mecanismos, foram enviadas para mais de 85 países dos cinco continentes.

O crescimento internacional foi impulsionado, sobretudo, pelos mercados do Norte de África, em particular o Egipto e a Tunísia, que aumentaram 142%. No sentido inverso, na Europa geografia onde a marca tem crescido continuamente nos últimos anos, as vendas abrandaram, tendo registado nos mercados da Europa central e de Leste, uma diminuição de 2% das vendas.

A guerra entre a Rússia e a Ucrânia teve um impacto negativo no exercício de 2022 da OLI, com as vendas nestes dois países a serem residuais. Antes do conflito, em 2021, a Rússia e a Ucrânia representavam 6.3% das vendas totais da empresa.

Portugal foi a excepção na Europa tendo as vendas no mercado interno crescido 9%, representando 23% das vendas totais de 2022. O país voltou a destacar-se nas contas de 2022 desta feita pelo investimento. Cerca de 12M€ foram aplicados na ampliação do complexo industrial, cuja inauguração está prevista para o primeiro semestre de 2023, no aumento da capacidade produtiva, no desenvolvimento de novos produtos e no reforço dos Sistemas e Tecnologias de Informação.

“Em 2023, conscientes da incerteza e da instabilidade na Europa, iremos apostar em geografias como o norte de África e o Médio Oriente, onde queremos consolidar os resultados obtidos no ano passado e crescer ainda mais em vendas. Para concretizarmos os objectivos de crescimento, iremos apostar na melhoria do serviço ao cliente e no lançamento de novos produtos com maior incorporação de tecnologia e valor acrescentado com benefícios ao nível da sustentabilidade e da saúde e bem-estar das pessoas”, afirma, António Ricardo Oliveira administrador da OLI.

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Segunda fase da ‘Primeira Pedra’ leva exposição pelo País

Seis anos de trabalho, 36 autores e 77 obras produzidas em mármore, calcário, granito, xisto e ardósia, culminaram na exposição ‘Primeira Pedra – 2016/2023’, que vai agora, durante três anos, ‘viajar’ por Portugal numa mostra inédita

Título: Segunda fase da ‘Primeira Pedra’ leva exposição pelo País

A exposição ‘Primeira Pedra 2016/2022’, que se encontrava no Museu dos Coches, em Lisboa, encerrou um ciclo de seis anos de trabalho e de investigação na área da cultura contemporânea, mas prepara-se para entrar numa segunda fase. Com a designação ‘O Viajante’, as obras originais vão agora passar pelos municípios portugueses. Trata-se de uma iniciativa cujo protocolo irá permitir ceder cada uma das peças por três anos.

Segundo Miguel Goulão, presidente da Assimagra, associação que representa a indústria portuguesa dos recursos minerais, “esta segunda fase vai ter moldes diferentes já que não será possível deslocalizar a totalidade das peças de uma só vez, por questões de espaços”.

Confirmada que está a primeira parceria com a vila de Porto de Mós, as peças a mostrar serão as que estão actualmente no interior do museu”. Entretanto, tanto a Assimagra como a experimentadesign, curadora da exposição, mantêm conversações com vários municípios, nomeadamente Porto e Lisboa.

A ideia é que esta exposição possa ‘viajar’ por diferentes pontos do País e que seja adaptável aos espaços expositivos. Isto porque as peças têm tamanhos muito diferenciados e os de maior tamanho não se conseguem colocar em todos os espaços.

Tendo sido a maior iniciativa de sempre do género, Miguel Goulão considerou que o desafio, “gigantesco”, irá permitir “impulsionar novas opções estratégicas” no futuro. Também Guta Moura Guedes, da experimentadesign, revelou que “reposicionar o valor da pedra portuguesa” foi o objectivo desta iniciativa desde o início. Nesta segunda fase do programa, também a cargo da experimentadesign, pretende-se reforçar a “relação de Portugal com o Mundo” pela multidisciplinariedade e multiculturalidade que a exposição encerra.

Apenas duas peças ficarão em permanência no Museu dos Coches, cujo depósito foi assinalado na cerimónia de encerramento da exposição: a “Hell’s Kitchen Bench”, da autoria de Álvaro Siza e “Petra”, da autoria de Alexandre Faro, mais conhecido como Vhils.

O programa ‘Primeira Pedra’, cofinanciado pelo FEDER, no âmbito do Compete2020 / Portugal 2020, foi promovido pela Assimagra e produzido pela experimentadesign.

Viagem de seis anos

Depois de uma série única de projectos ter sido mostrada de forma parcial em Londres, Milão, Nova Iorque, São Paulo, Veneza, Weil am Rhein, Basileia e Dubai, em alguns dos mais proeminentes museus, instituições e eventos contemporâneos, a exposição, com a totalidade das suas peças, terminou uma viagem de seis anos em Lisboa, onde se encontrava desde Junho de 2022.

Um programa que convocou o tecido económico e o sector cultural – a arquitectura, o design e as artes plásticas – reunindo 36 autores de 14 países e 28 empresas nacionais em torno da pedra portuguesa, e que resultaram num total de 77 obras originais produzidas em mármore, calcário, granito e, também, xisto e ardósia.

O evento de encerramento da exposição contou com a presença e participação de Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República Portuguesa, Pedro Adão e Silva, ministro da Cultura e, ainda, muitos dos autores que integram a Primeira Pedra, entre os quais os arquitectos Eduardo Souto Moura e João Luís Carrilho da Graça, os artistas Vhils e Fernanda Fragateiro e os designers Pedro Falcão e R2, bem como vários dos empresários do sector e outros convidados do sector diplomático, económico e cultural nacional.

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Export Home e IDF Spring regressam à Exponor

O projecto conceptual de um hotel, com curadoria de Fabián Pellegrinet Conte, o novo prémio “Export Home Sustentabilidade e Inovação”, em parceria com a Universidade de Aveiro, talks sobre tendências dos materiais, pegada ecológica e casas inteligentes e o desafio “Makers Showcase”, lançado à nova geração de marcas e designers são algumas das iniciativas previstas

Mobiliário, design e decoração são os temas que vão compor o cenário da Exponor – Feira Internacional do Porto, entre os dias 2 e 5 de Março. Export Home e IDF Spring são as feiras que protagonizam as novidades e as tendências destes sectores, em contexto nacional e internacional.

Há 30 anos que a Export Home se apresenta como ponte entre os principais fabricantes portugueses e os prescritores e potenciais compradores, oriundos de todo o mundo. Este ano, regressa para apresentar ao mercado as novas ofertas da fileira casa e design de interiores, sob um tema que remete ao futuro: “Designing Tomorrow”.

Uma das inovações trazidas pela Export Home, em 2022, regressa nesta edição. Traduz-se na apresentação de um projecto conceptual de um hotel, com a curadoria de Fabián Pellegrinet Conte. O designer de interiores e mobiliário recria variadas propostas através das soluções presentes na feira, num exercício criativo e envolta das tendências, conduzindo o visitante a uma experiência diferenciadora e imersiva.

Mostrar o que de melhor se tem realizado no sector é um dos principais motes desta feira, por isso, a Exponor aliou-se à Universidade de Aveiro para criar o prémio “Export Home Sustentabilidade e Inovação”. Este concurso, que celebra a sua terceira edição, visa estimular a adopção de boas-práticas de sustentabilidade nos processos de produção e desenvolvimento de novos produtos. Podem concorrer todas as empresas expositoras na Export Home e na IDF Spring 2023 e as inscrições estão já a decorrer.

A edição de 2023 contará, ainda, com momentos de talks que vão percorrer variados temas, passando pelas tendências dos materiais, sem esquecer a pegada ecológica do sector. A temática das casas inteligentes estará, também, presente em debate.

Paralelamente, acontece a IDF Spring. Com duas edições por ano – Spring e Fall – a edição de primavera vai fazer da natureza o cenário principal, através do tema “Blended with Nature”. Desta forma, a IDF “afirma-se com a disponibilização de espaços-tendência, adaptados aos diferentes públicos”. “Makers Showcase” é um deles, que surge do desafio lançado à nova geração de marcas e designers para apresentarem conceitos criativos e novas abordagens, mais contemporâneas e sustentáveis. Juntam-se a esta edição os seguintes Makers: Joana Nogueira, Teresa Branco, Silvia Couto, bem como os projetos Pássaro de Seda, Pedras de Papel e Luzita

Por sua vez, o “Pure Edition” apresenta-se como um espaço de inspiração e negócio onde vão ser exibidas, em primeira mão, novas colecções de tecidos e revestimentos de decoração.

Em 2023, a instalação preparada tem como tema “Plantscaping”, conceito que tem vindo a marcar presença em projectos de design de interiores. A arquitecta e criadora de conteúdos Joana Luís vai protagonizar este desafio, num exercício de criatividade que combina a importância das plantas na criação de distintas atmosferas, aliadas às novas coleções apresentadas no evento.

Nesta Feira vai ainda celebrar-se o concurso “Presente – A Melhor Loja”, organizado pela Exponor. O concurso tem como objetivo premiar o melhor retalhista em Portugal no âmbito dos setores de decoração, utilidades domésticas, design, papelaria ou gift. A concurso podem submeter-se todas as pessoas singulares ou coletivas que explorem estabelecimentos comerciais de venda de artigos de decoração, design e utilidades para a casa, junto do consumidor final, com atividade em funcionamento.

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SunEnergy regista crescimento de 50% em 2022

Em 2022 o volume de negócios da SunEnergy somou 12 milhões de euros. Valor que representa um aumento de 50% face ao período homólogo

A SunEnergy manteve a tendência de crescimento dos últimos anos e instalou, em 2022, 17.000 painéis solares fotovoltaicos para a produção de energia eléctrica a partir do sol em modelo de autoconsumo, o que correspondeu a 7 MW de potência instalada, num total de energia produzida de 10 MWh, que daria para alimentar mais de 3 mil casas. Estes projectos vão permitir uma poupança anual acumulada de 1.400.000€ e uma redução de 3.000 toneladas de emissões de CO2 por ano.

No ano transacto, a SunEnergy iniciou também uma nova área de negócio, que passa pela instalação e operação de Postos de Carregamento de Viaturas Eléctricas, a qual deu um forte contributo para o crescimento do seu volume de negócios. Ainda durante este ano, foram inauguradas novas delegações, num total de 20, que vão contribuir decisivamente para o crescimento futuro da marca.

O ano de 2022 ficou igualmente marcado pela entrada de um novo accionista de referência, o Grupo Sorigué, o qual permitirá à empresa portuguesa aproveitar as sinergias e oportunidades associadas a um Grupo que factura cerca de 700 milhões de euros por ano.

“Em 2022 reforçámos o nosso posicionamento enquanto marca de referência da energia solar em Portugal. As nossas perspectivas para 2023 continuam a ser positivas, apesar das incertezas que poderão impactar negativamente a Economia Mundial”, afirma Raul Santos, CEO da Sunenergy. “Em termos de projectos, em breve pretendemos abrir uma nova delegação na área metropolitana do Porto e também uma sucursal na Galiza. Temos também como objectivo relançar a campanha “Vem Ligar Portugal ao Sol” e, dessa forma, expandir a nossa presença no território nacional, o que nos permitirá crescer a um bom ritmo nos próximos anos”, avança o responsável.

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Aerial view of Vilamoura with charming marina and wide sandy beach, Algarve, Portugal

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Engexpor regista o melhor ano de sempre na área de Advisory Services

A aposta crescente da empresa na área de Advisory Services, a par com a forte actividade do mercado na transacção de imóveis e promoção imobiliária, mais do que duplicou a facturação desta área de negócio desde 2019

Após quatro anos de crescimento consecutivo, a área de Advisory Services da Engexpor registou em 2022 o melhor ano de sempre, consolidando a sua actividade face a 2021, altura em que a reorganização dos serviços de advisory e reforço da equipa deram um enorme impulso a este negócio.

Em quatro anos, a empresa que tem como actividade principal a gestão de projectos e de construção, mais do que duplicou a sua facturação na área de advisory services, liderada pela actuação em serviços de technical due diligence (auditoria técnica), com um crescimento que ultrapassou os 114% entre 2019 e 2022. O ano de 2022 foi ainda de crescimento desta actividade, embora condicionada pela redução do número de transacções de investimento imobiliário a que se assistiu no quarto trimestre.

A compra e venda de activos comerciais e a promoção imobiliária (reabilitação e construção nova) suportam a área de tecnical due diligence da Engexpor e, só no ano passado, a empresa esteve envolvida em auditorias que somam uma área aproximada de 1,2 milhões de metros quadrados (m²). Já entre 2019 e 2021, a empresa realizou due diligences para activos e portefólios com uma área agregada que ultrapassa os 2,7 milhões de m².

Neste seu histórico, e entre outras operações, contam-se as auditorias técnicas que apoiaram algumas das maiores transacções de investimento realizadas no mercado português, entre as quais o maior negócio de 2022, respeitante à compra de uma parte significativa do portefólio da ECS Capital pela Davidson Kempner, a venda de um portefólio de supermercados Continente à ORES Capital, anunciada também em 2022;, a compra do Vilamoura World por um grupo de investidores nacionais incluindo a Norfin, em 2021, a aquisição de activos na Herdade da Aroeira por um investidor estrangeiro representado pela Norfin e ainda a due diligence técnica de um portefólio de supermercados para a LCN Capital Partners, operações estas anunciadas já este ano. Da sua carteira de clientes fazem parte, entre outros, a Square Asset Management, Avenue, Norfin, BNP Paribas, Explorer, Quantico ou CGD.

“Desde sempre que a Engexpor está comprometida em disponibilizar um serviço 360º aos seus clientes e, como tal, faz todo o sentido fortalecer cada vez mais a área de advisory services. Esta aposta, juntamente com a intensa actividade do mercado imobiliário em Portugal nos últimos anos, seja no desenvolvimento de novos projectos ou na transacção de imóveis, tem-nos permitido crescer muito nesta área através da qual apoiamos investidores, promotores, proprietários ou entidades que medeiam negócios de compra e venda de activos”, explica Miguel Alegria, CEO da Engexpor.

Em linha com a actividade do mercado nacional, os sectores da hotelaria, residencial e escritórios são os que têm maior peso nos serviços de Advisory da Engexpor, ainda que ao longo dos últimos quatro anos (2019-2022) as auditorias técnicas efectuadas pela empresa abranjam todas as áreas do imobiliário.

A hotelaria foi a mais activa, contabilizando uma área superior a 1,7 milhões de m², seguida do segmento residencial, um dos mais dinâmicos dos últimos anos, no qual foram concretizadas due diligences para uma área conjunta superior a 510.000 m², que incidiram essencialmente sobre edifícios para reabilitação e terrenos para promoção imobiliária. No sector de escritórios foram efectuadas auditorias que agregam uma área próxima dos 280.000 m².

O sector logístico tem vindo a ganhar cada vez mais expressão no mercado imobiliário português e na actividade da Engexpor, e as auditorias técnicas realizadas, no período em questão, compreendem uma área agregada de 815.000 m², reflectindo não só o bom momento deste sector mas também a dimensão dos imóveis industriais e logístico.

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Greenvolt desenvolve Comunidade de Energia Renovável em Setúbal para empresas do Grupo Sapec.

O Parque Industrial Sapec Bay vai receber um total de 298 painéis solares fotovoltaicos numa área de cerca de 1.500 m2. Estes painéis terão uma capacidade total de mais de 162 kWp, sendo capazes de gerar 238 MWh anualmente

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A Greenvolt Comunidades, empresa do Grupo Greenvolt, vai criar uma Comunidade de Energia Renovável (CER) com várias empresas do Grupo Sapec que desenvolvem a sua actividade no Parque Industrial Sapec Bay na Zona Industrial da Mitrena, em Setúbal. Posteriormente, o objectivo é alargar os benefícios da CER a outras empresas.

Vão ser instalados 298 painéis solares fotovoltaicos numa área de cerca de 1.500 metros quadrados. Estes painéis terão uma capacidade total de mais de 162 kWp, sendo capazes de gerar 238 MWh anualmente. A energia gerada permitirá alimentar a unidade de produção de sulfato de alumínio e outras actividades da Sapec, proporcionando uma independência face à energia da rede de cerca de 22%, numa primeira fase, sendo que o projecto terá mais UPAC’s no futuro.

“Este é um projecto particularmente relevante para a Greenvolt Comunidades já que está localizado no Parque Industrial Sapecbay. Proporcionaremos energia mais barata e limpa às empresas do Grupo Sapec, mas sabemos que essa mesma energia chegará tanto a outras empresas do grupo como às restantes, instaladas num parque e zona altamente industrializada”, refere José Queirós de Almeida, ceo da Greenvolt Comunidades.

Numa fase inicial serão instalados painéis em duas das empresas do Grupo Sapec, que desenvolvem a actividade no Parque Industrial Sapecbay, onde recentemente foi também anunciado o projecto Aurora (Galp/NorthVolt). A Greenvolt Comunidades e a Sapec têm como objectivo alargar esta comunidade a outras empresas presentes na Península da Mitrena, desde que localizadas num raio até 4 km.

“Com este projecto, o Grupo Sapec pretende, na sequência dos investimentos nas suas actividades tradicionais e em novos negócios que recentemente tem integrado no seu portfolio, continuar a reforçar o seu contributo para a sustentabilidade”, diz António Marques, CEO da Sapec.

A Greenvolt Comunidades, que resulta da decisão estratégica do Grupo Greenvolt de apostar na promoção da geração distribuída de energia renovável, tanto para autoconsumo como através do conceito de comunidades de energia, actua no mercado desde Abril de 2022, com mais de 40 projectos de norte a sul do país, correspondendo a mais de 30MWp.

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FUCHS apoia desenvolvimento de lubrificantes fabricados com CO2 capturado do ar

O projecto “CO2 Catcher Lubricants” é realizado por uma equipa internacional de jovens investigadores na Universidade Técnica de Aachen (RWTH Aachen) na Alemanha

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Um dos maiores fabricantes de lubrificantes do mundo, a FUCHS, associou-se à investigação para encontrar um fonte de carbono alternativa. Além de materiais reciclados e matérias-primas baseadas em plantas, a investigação considera, também, a utilização de CO2 capturado do ar ambiente.

Desta forma, ao utilizar o dióxido de carbono para a produção dos seus produtos, a FUCHS está, em simultâneo, a removê-lo da atmosfera. Por isso, a empresa decidiu apoiar a Investigação & Desenvolvimento nesta matéria e atribuiu o prémio de inovação FUCHS Innovation Award ao projecto “CO2 Catcher Lubricants”.

Este projecto sobre lubrificantes que utilizam CO2 capturado do ar analisa as tecnologias e as formas de síntese, assim como os aspectos económicos relativos à utilização deste dióxido de carbono como produto químico de base para a FUCHS.

O projecto “CO2 Catcher Lubricants” é realizado por uma equipa internacional de jovens investigadores na Universidade Técnica de Aachen (RWTH Aachen) na Alemanha. O prémio FUCHS Innovation Award permitiu à equipa de investigação estabelecer uma parceria com o UnternehmerTUM, o centro de empreendedorismo da Europa com mais de 50 start-ups tecnológicas por ano.

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Efacec reforça posição na Escandinávia com contrato no valor de 45 M€

A Efacec e a construtora sueca Multibygg Sydost AB, assinaram um contrato com a Mönsterås Biogasproduktion, para a construção de uma Central de Produção de Biogás. O valor de contrato é de 45M€, a participação da empresa portuguesa na joint venture corresponde a 66%

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A Central de Produção de Biogás de Mönsterås irá produzirá 30 toneladas de biogás líquido (LBG) por dia e tratará cerca de 300.000 toneladas de matéria orgânica por ano, principalmente de origem bovina, suína e aviária, transformando-a em biogás e biofertilizantes.

O projecto agora ganho pela joint venture formada pela empresa portuguesa Efacec e a construtora sueca Multibygg Sydost AB engloba a concepção, fornecimento, montagem, testes e entrada em funcionamento da nova Central de Produção de Biogás de Mönsterås. O âmbito da Efacec corresponde a mais de 30 milhões de euros, o equivalente a 66% da sua participação no valor global do contrato, cabendo a restante parte ao parceiro sueco.

A unidade de biogás será construída em Grimhult, no município de Kalmar, Suécia, indo ao encontro de uma necessidade crescente de descarbonização. Através da conversão de matéria orgânica em energia renovável e sustentável, conseguir-se-á uma redução significativa das emissões de gases com efeito de estufa (GEE).

Com este contrato a Efacec reforça a sua presença na região na área do Ambiente iniciada em 2019, com a participação no projecto de construção na maior central de biogás da Europa, em Kroskro, que se somam aos projectos na área de Transportes, como os metros da Dinamarca e Noruega e as passagens de nível na Suécia, estas últimas premiadas com Red Dot Award em 2021.

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Hisense anuncia parceria com Vila Galé

A parceria, que irá permitir equipar todos os quartos de cerca de 11 unidades hoteleiras de Norte a Sul do País e Ilhas, pretende responder à estratégia de negócio da marca para o corrente ano de 2023, cujo foco será o sector do turismo

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A especialista em electrónica de consumo, Hisense, anunciou o estabelecimento de uma parceria com o grupo Vila Galé, mediante a qual a marca equipa, todos os quartos de cerca de 11 unidades hoteleiras de Norte a Sul do País e Ilhas.

Esta parceria responde à estratégia de negócio da marca para o corrente ano de 2023, cujo foco será o sector do turismo, especificamente o segmento de hotelaria e restauração, apostando forte nas soluções de som e imagem, assim como nas soluções de eletrodomésticos e ACs.

De acordo com Pedro Santos, responsável da Hisense em Portugal, “temos como principal missão proporcionar experiências enriquecedoras e sabemos que a nossa tecnologia de excelência, o design sofisticado, o desempenho superior e a credibilidade, demonstram o nosso compromisso com o mercado. Neste sentido, estamos muito satisfeitos em poder firmar esta parceria com o Vila Galé, um dos mais relevantes grupos Hoteleiros nacionais, oferecendo experiências superiores de som e imagem.”

Também Ana Luisa Bastos, responsável de compras não alimentares da Vila Galé, refere que “estamos sempre à procura de novos produtos inovadores, de qualidade e competitivos, para melhorar a nossa oferta de produtos e serviços, tendo a Hisense respondido ao nosso desafio e níveis de exigência”.

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Petronas e IVECO desenvolvem fluidos sustentáveis para veículos eléctricos comerciais

Os novos VE contribuem significativamente para a descarbonização dos veículos de transporte para uso comercial, suportados por fluidos que melhoram o seu desempenho e lhes permitem durar mais tempo

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A Petronas Lubricants International (PLI) está a reforçar a sua parceria histórica com a IVECO através do codesenvolvimento de fluidos para os novos veículos eDAILY de zero emissões, concebidos para “maximizar o desempenho e melhorar as soluções sustentáveis para a indústria automóvel comercial”.

A colaboração de longa data entre as duas empresas, assente na inovação e resiliência automóvel desde 1975, já resultou em milhares de horas de co-engenharia para produzir lubrificantes com os mais elevados padrões de qualidade, a fim de satisfazer as necessidades dos condutores de veículos IVECO. Os novos fluidos materializam o objectivo comum da PLI e da IVECO de alcançar um futuro sustentável.

Considerados os “gémeos eléctricos” dos icónicos veículos Daily da IVECO, os eDAILY cobrem todas as possíveis aplicações de veículos comerciais, incluindo missões e conversões de veículos pesados. Os novos VE contribuem significativamente para a descarbonização dos veículos de transporte para uso comercial, suportados por fluidos que melhoram o seu desempenho e lhes permitem durar mais tempo.

Os fluidos Petronas Iona Integra Plus foram desenvolvidos para a caixa de transferência elétrica dos eDAILYs, sendo especificamente pensados para reduzir as perdas por churning, assegurando ao mesmo tempo a durabilidade do sistema. Isto é comparável às viscosidades mais elevadas nos fluidos normais e garante excelentes propriedades de oxidação, mesmo sob temperaturas elevadas.

Os veículos eDAILY, também, utilizarão o Petronas Tutela Axle 900 HD, um óleo para eixo SAE 75W-85 desenvolvido para toda a gama de eixos IVECO, incluindo veículos ligeiros e pesados, com vista a maximizar a eficiência e cumprir as mais recentes exigências regulamentares.

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