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Palbit desenvolve novo projecto de I&DT com Universidades de Aveiro e Coimbra

Este novo projecto procura desenvolver ferramentas de maquinagem mais rápidas, leves e com melhor desempenho e vai potenciar a expansão da Palbit para novos sectores e mercados

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A Palbit, especializada no sector pulverometalúrgico, está a desenvolver um projecto de manufactura aditiva de compósitos de base cerâmica para componentes mecânicos, em parceria com a Universidade de Aveiro e com a Universidade de Coimbra. Este novo projecto de I&DT, com o acrónimo 3DCompCer, visa o desenvolvimento de ferramentas de maquinação complexas através de técnicas inovadoras de manufactura aditiva (MA), nomeadamente ferramentas de maquinagem com sistemas de refrigeração interna.

“Actualmente, a complexidade do processamento de canais internos de refrigeração ou a utilização de multimateriais, através das técnicas convencionais de fabrico subtractivo e replicativo são inadequadas para o tipo de ferramenta utilizadas nas operações de maquinagem. Desse modo, a aplicação de técnicas de fabrico aditivo que permitem o processamento de geometrias complexas, como fresas e pastilhas de corte com canais internos de refrigeração são muito importantes para a melhoria dos processos de maquinagem”, explica a empresa.

As novas ferramentas desenvolvidas no âmbito deste projecto apresentam características inovadoras que as distinguem das ferramentas presentes no mercado. Entre elas a empresa destaque “a possibilidade de alargar o campo de aplicação das ferramentas de maquinagem de base cerâmica em condições mais exigentes de maquinagem e com tempos de vida útil superiores e a optimização da geometria das ferramentas, através da introdução de canais internos de refrigeração, que permitirá reduzir significativamente o peso das ferramentas e simultaneamente diminuir o consumo de matérias-primas de custo elevado”. Para além disso, será também investigada a possibilidade de introdução de materiais mais sustentáveis, tendo em vista a redução do impacto ambiental.

Através deste projecto, “a Palbit pretende fornecer uma solução inovadora quer ao nível da tecnologia utilizada, quer ao nível das suas características diferenciadoras e assim, inserir-se em novos segmentos de mercado, ainda mais técnicos e exigentes, para operar em materiais ainda mais complexos e de maior valor acrescentado, cujo processamento exija maiores velocidades”. A empresa tenciona ainda expandir o seu mercado para países europeus com elevado potencial de integração desta nova tecnologia e alargar a gama de produtos PALBIT, nomeadamente na produção de novas ferramentas em compósito cerâmico com canais internos de refrigeração, com recurso à tecnologia da manufactura aditiva.

No âmbito deste projecto liderado pela Palbit em colaboração com as Universidades de Aveiro e Coimbra estão a ser realizadas pesquisas científicas, que foram destacadas durante o Congresso World PM2022, promovido pela Associação Europeia de Metalurgia do Pó.

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Manitou Group e Kiloutou assinam parceria com impacto na sustentabilidade

A Manitou Group e a Kiloutou, que em Portugal controla a Vendap, fizeram uma parceria exclusiva. Durante os próximos 12 meses, os dois operadores franceses vão juntar esforços para criar kits de electrificação para os seus empilhadores telescópicos térmicos

(Imagem da esquerda para a direita: Da esquerda para a direita Michel Denis, Director Geral do Grupo Manitou e François Renault, Director de Equipamentos e Desenvolvimento Sustentável, Grupo Kiloutou)

A Manitou Group e a Kiloutou, que em Portugal controla a Vendap, fizeram uma parceria exclusiva. Durante os próximos 12 meses, os dois operadores franceses vão juntar esforços para criar kits de electrificação para os seus empilhadores telescópicos térmicos O reequipamento prolongará a vida útil dos equipamentos, reduzindo o seu impacto ambiental e, em particular, as suas emissões de carbono, conforme os compromissos assumidos por ambos os grupos nos seus respectivos roteiros de RSA.

Este projecto, implementado por dois anos, visa testar a viabilidade técnica e económica da electrificação de empilhadores telescópicos inicialmente concebidos e comercializados com motores térmicos. A primeira fase de testes é feita num demonstrador de empilhador telescópico de grande altura da frota de aluguer da Kiloutou. Durante 2023, um empilhador telescópico térmico será desmontado e depois remontado com o seu kit de electrificação no local de produção da Manitou Group em Ancenis, antes de ser testado em condições reais no Centro de Ensaios da Kiloutou, situado perto de Lille. Uma vez validada esta fase de teste, a Manitou Group poderá oferecer kits completos de electrificação para máquinas recondicionadas utilizando peças sobressalentes novas ou usadas, exclusivamente ao Grupo Kiloutou. Esta distribuição terá lugar durante um período de 12 meses a partir do início de 2024, em várias máquinas da frota de Kiloutou. Compostos por vários componentes, incluindo uma bateria de iões de lítio, estes kits permitirão passar de um motor térmico para uma máquina 100% elétrica, com um impacto de carbono muito baixo.

, explica os benefícios desta colaboração: “Estamos a implantar as nossas gamas de baixas emissões rotuladas Oxygen. Procurámos uma solução alternativa para os nossos equipamentos térmicos já no terreno para reforçar este processo. A Kiloutou está particularmente interessada nestas soluções, por isso vamos trabalhar juntos para criar kits de reequipamento. O objectivo é, acima de tudo, prolongar a vida útil dos nossos produtos, reduzindo, simultaneamente, a nossa pegada de carbon”, explica Michel Denis, director-geral da Manitou Group.

O reequipamento, tal como desenvolvido com esta parceria, destina-se particularmente aos equipamentos integrados à frota de aluguer da Kiloutou desde cerca de 5 anos. Esta solução responde à necessidade de acelerar a transição para equipamentos que emitam menos carbono. Ao prolongar a vida útil de equipamentos perfeitamente operacionais, o reequipamento constitui uma solução de transição simultaneamente sustentável e circular. Uma vez equipados com o seu kit de electrificação, os equipamentos convertidos serão integrados na oferta Impakt, dedicada a motores alternativos, mais amigos do ambiente e disponíveis nas agências Kiloutou em França.

“Na Kiloutou, estamos convictos de que a descarbonização do sector da construção civil e obras públicas é um esforço de equipa. Este projceto com a Manitou Group é a encarnação concreta desta convicção e a demonstração da convergência dos nossos compromissos. A possibilidade de oferecer uma segunda vida útil, com emissões mais baixas, à nossa frota de equipamentos é uma alavanca importante para a redução das nossas emissões indirectas. Estamos hoje particularmente mobilizados para acelerar esta solução de economia circular”, reforça François Renault, director Equipamentos & Desenvolvimento Sustentável do grupo Kiloutou,

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Bebedouro inclusivo da Larus entre o melhor design ibero-americano

A Larus, marca portuguesa de mobiliário urbano, foi distinguida na 8ª edição da Bienal Internacional de Diseño – BID, que reuniu o melhor design ibero-americano, em Madrid

Os bebedouros “Hydra”, da autoria de Daniel Sousa e Pedro Gonçalves, foram distinguidos no certame internacional.

Estes equipamentos distinguem-se por serem bebedouros inclusivos, na medida em que uma das quatro versões, foi desenhada para pessoas com mobilidade condicionada, e, também, sustentáveis, uma vez que incentivam o consumo da água da rede, o uso e reutilização de vasilhames próprios não descartáveis e o reaproveitamento da água para animais. Os bebedouros “Hydra” são fabricados em aço e ferro fundido e estão disponíveis em quatro versões (S, L, Wash e Refill).

Os equipamentos premiados encontram-se em exposição na capital espanhola, no Museo Nacional de Artes Decorativas e na Central de Diseño de Matadero.

A Larus mobila cidades como Porto (Serralves e Avenida dos Aliados), Madrid (parque do Museu do Prado), Luanda (Baía de Luanda e Ilha do Cabo), Casablanca (Antiga Medina), Santiago de Compostela (Cidade da Cultura), Versalhes, Innsbruck ou Bruxelas.

A investigação em design é uma aposta estratégica da empresa, que tem como missão humanizar o território. Diariamente, o Gabinete de Investigação e Desenvolvimento desenvolve soluções técnicas que antecipam as necessidades urbanísticas.

A Larus foi considerada a melhor empresa europeia na implementação do Design pelo Centro Europeu de Design, em 2011. A originalidade e a diversidade das suas soluções resultam de uma estreita colaboração com os maiores nomes da arquitectura e design nacional. Siza Vieira, Souto Moura, Daciano da Costa, Alcino Soutinho, João Nunes, Carrilho da Graça, Henrique Cayatte ou Francisco Providência.

A LARUS conta 35 anos de história e tem hoje uma presença internacional na Europa, África e Médio-Oriente.

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Betão Verdi Zero é eleito Produto do Ano 2023

O Betão Verdi Zero, desenvolvido pela Secil, acaba de ser eleito pelos consumidores como Produto do Ano, na categoria de Produtos Sustentáveis com a subcategoria de Betão Sustentável. O Produto do Ano 2023 é um prémio da ConsumerChoice, que distingue os produtos e serviços que se destacam pela inovação, com avaliação directa dos consumidores

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A grande inovação apresentada pela cimenteira portuguesa ao mercado, no ano passado, é o primeiro betão neutro em carbono do país e vem ao encontro dos objectivos para atingir a neutralidade carbónica da indústria cimenteira em 2050 e da necessária descarbonização do sector da construção.

O tema da sustentabilidade assume cada vez mais preponderância na escolha dos consumidores, sendo que 61% afirmaram estar disponíveis a pagar um preço mais elevado por este produto, devido à sua inovação. O betão é essencial à nossa sociedade e as suas propriedades únicas fazem com que seja um material de construção de eleição. O betão é o produto de construção manufacturado mais utilizado no mundo, pelo que o caminho de descarbonização é muito valorizado pelos consumidores. Neste estudo, 72% dos inquiridos consideraram ainda que este produto inovador o diferencia dos seus concorrentes.

Para Pedro de Goulart Mendes, D«director de Marketing da Secil “este prémio traz uma satisfação acrescida para a Secil porque reconhece que estamos no caminho certo rumo a um planeta mais sustentável. É mais um excelente exemplo do bom trabalho que temos feito pela proteção do Planeta e das Pessoas, sendo que a distinção dos consumidores nos dá motivação redobrada para prosseguirmos o nosso caminho, de respeito ambiental e cidadania responsável. Estas são as nossas fundações estratégicas que nos inspiram a fazermos sempre melhor”, conclui.

O Produto do Ano 2023, prémio da ConsumerChoice – Centro de Avaliação da Satisfação do Consumidor, é um prémio mundial que distingue os produtos e serviços que se destacam pela inovação, com avaliação directa dos consumidores.

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4ª fase do Programa Apoiar Gás decorre até final de Março

Este mecanismo de apoio directo à liquidez das empresas mais afectadas pelos aumentos excepcionais do preço do gás. O Governo vai estender o apoio às empresas com consumos mais elevados com o “Apoiar Indústrias Intensivas em Gás 2M”, “Apoiar Indústrias Intensivas em Gás 5M”, que terão um apoio máximo de 2M€ e de 5M€ euros por empresa

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O período de candidaturas à 4.ª fase do Programa Apoiar Gás já arrancou e decorre até 31 de Março.

Este mecanismo de apoio directo à liquidez das empresas mais afectadas pelos aumentos excepcionais do preço do gás natural atribui um incentivo a fundo perdido de modo a permitir a continuidade da actividade económica e preservar as capacidades produtivas e postos de trabalho.

Nesta quarta fase de candidaturas, em que o período elegível é de 1 de Outubro de 2022 a 31 de Dezembro de 2022, mantêm-se as regras das fases anteriores, ou seja, uma taxa de incentivo de 40% e um montante máximo de 500 mil euros por empresa.

Nas primeiras três fases, foram apoiadas mais de 300 empresas com um apoio de mais de 61,5 milhões de euros.

O Governo vai estender o apoio às empresas com consumos mais elevados o “Apoiar Indústrias Intensivas em Gás 2M”, que poderá canalizar um máximo de 2.000.0000 euros por empresa, e o “Apoiar Indústrias Intensivas em Gás 5M”, com um apoio máximo de 5.000.0000 euros para empresas com perdas operacionais, valores cumulativos com o apoio máximo de 500 mil euros do presente aviso.

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A Cimenteira do Louro lança Slimcrete

O novo produto é o resultado de quatro anos de investigação e desenvolvimento. O Slimcrete é um betão leve e flexível, com o qual a A Cimenteira do Louro pretende revolucionar o mercado dos revestimentos

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O Slimcrete é um revestimento em betão ultrafino criado pela A Cimenteiro do Louro, ACL. Tem apenas três milímetros de espessura e destina-se a revestir paredes e tectos. Ao contrário da rigidez do betão tradicional, o Slimcrete é “flexível, leve e amigo do ambiente”, inúmera a empresa portuguesa. A sua principal característica é a flexibilidade que lhe permite moldar a qualquer superfície, sem necessidade de recurso a acabamentos finos. “Pode revestir superfícies curvas, côncavas e convexas”, sublinha Dinis da Silva, CEO da ACL, empresa fundada em Vila Nova de Famalicão, em 1975, que celebra este mês de Janeiro 48 anos de existência. A expectativa da empresa é que até 2027 este seja responsável por cerca de 5M€ em vendas.

“Em comparação com outros produtos de betão, o revestimento Slimcrete permitirá a uma construtora economizar cerca de 60%, em matérias-primas, transporte e mão de obra”, estima Dinis da Silva, acrescentando que, “não sendo utilizado o betão tradicional, não é necessária argamassa, nem tempo de secagem, nem são utilizados equipamentos pesados, tradicionalmente usados na construção”, acrescenta o responsável.

Acresce o facto das paredes e tectos revestidos com o Slimcrete também dispensam a pintura, dado que o revestimento de betão ultrafino está disponível em 10 cores.

Segundo o CEO da ACL, este é “um produto amigo do ambiente”, sendo “fabricado com as mais recentes tecnologias produtivas e recorrendo à utilização de refinadas matérias-primas, com reduzidas emissões de CO2”. “Estamos perante um revestimento natural de betão, com zero por cento de contaminantes biológicos, zero por cento de compostos orgânicos voláteis, zero por cento de plastificantes, zero por cento de ftalatos e zero por cento de formaldeídos. Assim, contribui para a protecção da saúde humana e do meio ambiente”, inúmera Dinis da Silva.

Cada metro quadrado pesa apenas quatro quilos, facto que faz do Slimcrete um produto em betão fácil de transportar, o que poderá ter reflexos positivos no aumento das exportações da empresa. “Pela primeira vez na história da construção, temos um produto em betão que pode ser exportado para qualquer parte do mundo com facilidade”, sublinha Dinis da Silva. Um dado tanto mais importante para uma empresa que tem 40% das suas vendas nos mercados externos. Em 2022 o volume de negócios da empresa foi de 23,3 milhões de euros, o que representou um crescimento de 6% face ao exercício anterior.

Apresentado ao mercado no último trimestre do ano, o novo produto esteve na Cersaie, em Bolonha, na Batimat, em Paris, na Downtown Design, no Dubai, e na DecorHotel, na Exponor, em Matosinhos. “Pelas reações que recolhemos de arquitectos, decoradores e construtoras, acreditamos que o Slimcrete será um sucesso”, afirma Dinis da Silva, revelando que a ACL “já está a trabalhar para novos projectos imobiliários, onde o Slimcrete será o elemento-chave”.

O novo revestimento de betão flexível pode ser aplicado em paredes e tectos de qualquer projecto de construção, seja em habitação, indústria, comércio, escritórios ou todo o tipo de edifícios públicos.
O próximo desafio da empresa de Vila Nova de Famalicão será desenvolver o Slimcrete para a sua aplicação também em pavimentos e fachadas ventiladas.

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Grupo ao qual pertence a STET adquire nova empresa em Espanha

Aquisição da empresa do sector da locação por parte do Grupo Tesya vai ao encontro dos objectivos traçados no plano industrial para 2025

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A Tesya, grupo internacional do qual faz parte a empresa portuguesa STET, especialista no fornecimento de serviços sofisticados e soluções integradas B2B altamente customizadas para construção, geração de energia eléctrica e mecânica, gestão de obras, armazéns e logística, inicia 2023 com uma nova aquisição na Europa, a Emerent em Espanha.

A aquisição da empresa especializada no aluguer de máquinas de construção, obras de construção civil e industriais, equipamentos completos e soluções de montagem na organização de eventos sociais, de lazer e culturais, com sede nas Astúrias, em Espanha, representa um importante investimento para o Grupo, assim como a consolidação do seu plano estratégico.

Com um volume de negócios de 1.600 milhões de euros e mais de 3.400 colaboradores em 15 países, a aquisição da empresa do sector da locação, vai ao encontro dos objectivos traçados pelo Grupo no plano industrial para 2025.

“No processo de desenvolvimento e consolidação do nosso plano estratégico, pretendemos fortalecer significativamente a nossa presença no aluguer de curto prazo em Espanha, de forma semelhante ao que fizemos na Itália com a CGTE. Como Grupo, ambicionamos uma maior cobertura geográfica no setor e uma forte interação com o objetivo de aumentar significativamente a oferta em Itália e alargar a nossa presença na Península Ibérica em todos os segmentos onde o valor acrescentado das nossas soluções é recompensado . Esta aquisição marca a conclusão de um longo processo de procura de uma empresa onde alicerçar a ambição de nos tornarmos uma empresa de referência no sector do aluguer de curta duração também na Península Ibérica”, declara Lino Tedeschi, presidente e ceo do Grupo Tesya.

Em particular, no setor do aluguer, o Grupo consolida décadas de experiência em vários segmentos de mercado, oferecendo soluções diversificadas: desde as máquinas de movimentação de terras CGT, até aos carros e equipamentos do sector da intralogística com CLS, passando pelos veículos industriais da CGT Trucks até aos multiespecialistas de aluguer da CGTE.

A CGTE oferece aos seus clientes soluções integrais de aluguer em diferentes aplicações: edificação e construção, infraestruturas (estradas, pontes e túneis), manutenção e cuidado de zonas verdes e reestruturação. Além disso, em 2016 inaugurou uma unidade vocacionada para eventos e espetáculos, Indústria e Serviços, especializada na conceção, gestão e aluguer de grandes sistemas e instalações.

Em Espanha, o Grupo Tesya está actualmente presente com a Finanzauto Rental, que oferece soluções chave-na-mão para as necessidades de produção de electricidade a médio e curto prazo. Uma empresa que alia as competências e mais de 20 anos de experiência da Energyst à força comercial e rede de assistência da Finanzauto em Espanha e da STET em Portugal, que conta com um total de 25 delegações.

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Diera inaugura nova unidade de produção em Rio Maior

Com um investimento superior a 2,5 M€, a nova unidade vai permitir um aumento da produção de argamassas de cerca de 50 mil toneladas/ano, com capacidade para expansão a 100 mil toneladas anuais

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A fábrica de revestimentos, colas e tintas, Diera, adquirida pelo Grupo Barbot no início de 2019, vai inaugurar uma nova unidade de produção de argamassas em Rio Maior, no próximo dia 3 de Fevereiro. Uma aposta no crescimento da marca, que pretende reforçar a sua presença em território nacional.

Com um investimento superior a 2,5 milhões de euros, realizado pela Diera e Grupo Barbot, a nova unidade de produção representa uma etapa chave na estratégia comercial da Diera e  vai permitir um aumento da produção de argamassas de cerca de 50 mil toneladas/ano, com capacidade para expansão a 100 mil toneladas anuais.

“A instalação desta unidade de produção na zona de Rio Maior faz todo o sentido em termos económicos, pois permite-nos reduzir custos no acesso às matérias-primas que abundam na região, e é um elemento-chave na nossa política de expansão da marca para os mercados centro e sul” refere Carlos Barbot, gerente da Diera e ceo do grupo Barbot.

“Paralelamente, trata-se de um investimento que permitiu a criação de seis postos adicionais de trabalho no município, e que pretendemos que seja um importante polo dinamizador da economia local”, conclui ainda Carlos Barbot.

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CMM leva Portugal Steel à EXPOFERR 2023 em Espanha

A CMM marca presença na Feira Profissional de Acessórios e Ferramenta industrial, Protecção Laboral e Maquinaria, que terá lugar em Silleda, Espanha. Uma presença que pretende alavancar a presença e as exportações das empresas nacionais do sector para o mercado vizinho

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A Associação de Construção Metálica e Mista (CMM) vai estar presente pela primeira vez na 3ª edição da feira de referência da indústria dos acessórios e ferramentas industriais, protecção laboral e maquinaria, em Espanha, para promover o projecto “Portugal Steel”, o qual pretende divulgar nacional e, agora, internacionalmente o sector da construção metálica e mista portuguesa, alavancar oportunidades de exportação e promover as competências e as qualidades do sector da Construção Metálica.

Dirigida a profissionais de todo o tecido empresarial como da automação, construções metálicas, indústria naval e aeronáutica, energia, auxiliar, alimentar e serviços, a Expoferr decorre de 9 a 11 de Fevereiro e irá reunir profissionais e peritos do sector, para dar a conhecer as recentes novidades da indústria.

a CMM ter neste certame um stand onde dará a conhecer o projecto “Portugal Steel”, que apresenta como objectivo aumentar a projeção nacional e internacional do setor da construção metálica e mista portuguesa, evidenciando as vantagens deste método construtivo.

Luís Figueiredo Silva, director da CMM, sublinha que a presença do “Portugal Steel” na Expoferr 2023 é uma alavanca para “a promoção das empresas nacionais da fileira da construção metálica num mercado internacional importante para o sector. A presença neste evento será também uma óptima oportunidade para estabelecer contactos institucionais ao nível da CMM, promovendo a associação e todas as actividades desenvolvidas, em especial o XIV Congresso de Construção Metálica e Mista, que decorrerá este ano em Coimbra, nos dias 23 e 24 de novembro, e onde se espera uma participação de relevo de congressistas e empresas de Espanha”.

Após três anos, o evento Expoferr 2023 regressa com a participação de 320 marcas nacionais e internacionais e de 110 empresas expositoras para debater temas do sector e conhecer os mais recentes produtos através de zonas de exposições e demonstrações. Com programa variado e abrangente que inclui a apresentação e teste de novos produtos, a Expoferr 2023 conta com a presença de mais 3.000 profissionais especializados do sector.

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Mota Engil – Eng. Carlos Mota Santos

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Carlos Mota dos Santos é o novo presidente da Mota-Engil

A nova comissão executiva da construtora já foi oficializada. Manuel António Mota é o novo vice-presidente e José Carlos Pinto Nogueira assume o pelouro financeiro

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O conselho de administração da Mota-Engil oficializou esta segunda-feira a designação de Carlos Mota dos Santos como novo presidente executivo do grupo.

Em nota enviada à comunicação social, a Mota-Engil informa ainda as alterações introduções. Manuel António Mota, filho de António Mota, assume a vice-presidência do grupo, José Carlos Pinto Nogueira é o novo chief financial officer, (CFO), substituindo Xiangrong Wang, que deixou o conselho de administração da sociedade.
Fazem também parte da comissão executiva da Mota-Engil, para o triénio em curso 2021-2023, João Pedro dos Santos Dinis Parreira e Xiao Di.

A assembleia geral realizada no Porto, elegeu ainda três novos membros do conselho de administração, a par de José Carlos Pinto Nogueira e João Pedro Parreira, Paulo Portas é o novo administrador não executivo do Grupo. As nomeações fazem subir para 17 o número de membros deste órgão.

Na Assembleia Geral realizada no auditório da Fundação Manuel António da Mota, no Porto, “estiveram presentes representantes de 74,76% do capital social da empresa, tendo todos os pontos sido aprovados por votações favoráveis superiores a 97,58% dos votos emitidos na assembleia”.

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Empresas podem alcançar crescimento de 622 M€ com a transformação digital

A transformação digital pode incrementar o PIB na Europa em mais de 3,4% nos próximos cinco anos, revela o estudo conduzido pela Opinium para a Ricoh

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tagsRicoh

A transformação digital pode incrementar o PIB na Europa em mais de 3,4% nos próximos cinco anos, o que equivale a um crescimento de 622 mil milhões de euros, revela o estudo conduzido pela Opinium para a Ricoh.

Com a participação de 6000 colaboradores e 1500 profissionais com posições de chefia em empresas europeias, o estudo constata que os líderes de negócios reconhecem que os processos demorados tomam conta de grande parte do tempo da equipa, com 76% a tornar a automatização de tarefas rotineiras numa parte essencial da sua estratégia de transformação digital.

“É encorajador ver líderes empresariais a reconhecerem e adoptarem medidas para agilizar o trabalho, automatizar os processos rotineiros e reduzir as tarefas tediosas graças às estratégias de transformação digital. Não obstante, devem passar da intenção à acção muito mais rápido. Os colaboradores estão dispostos a incorporar tudo o que a automatização pode trazer-lhes de benéfico e procuram, de facto, ativamente que as suas empresas lhes proporcionem soluções. Acelerar a transformação digital e oferecer ferramentas que permitam às pessoas realizar um trabalho que traga mais valor é fundamental para que as empresas continuem competitivas, retenham talento e desencadeiem um crescimento sustentável”, considera Anna Vázquez, directora de Serviços e Soluções Digitais da Ricoh Espanha e Portugal.

De acordo com o estudo, os colaboradores estão claramente a desejar a tecnologia certa no local de trabalho para ajudá-los a simplificar as atividades e dedicar mais tempo à realização do trabalho. “A maioria (64%) acha que traria mais valor para a empresa se tivesse acesso à tecnologia certa, com 78% a defender as ferramentas de automatização como forma de reduzir tarefas rotineiras”, indica.

As empresas que implementaram software de automatização no último ano tiveram um aumento médio de produtividade na ordem dos 14%. Isso marca um ganho vital para as empresas que procuram manter-se competitivas em mercados sujeitos a turbulências crescentes.

A pesquisa revela, ainda, que um maior investimento nas ferramentas e sistemas que os colaboradores desejam pode aumentar o bem-estar laboral e reduzir a rotatividade. Os colaboradores de empresas que implementaram ferramentas de automatização no ano passado estão mais satisfeitos com os seus empregos e provavelmente permanecerão na empresa durante mais tempo. De facto, de todos os investimentos em tecnologia que as empresas fizeram, a introdução de ferramentas de automatização correspondeu à menor rotatividade de funcionários, na ordem dos 17%, em comparação com uma média de 19% em outras opções de tecnologia.

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