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Os vencedores dos Prémios CONSTRUIR 2022 em destaque na edição 471

A lista completa dos vencedores dos Prémios CONSTRUIR 2022, numa edição especial onde lhe mostramos o que reserva o plano ferroviário para o próximo ano ou o projecto do atelier Oitoo em Marvila. Mas há muito mais para ler

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A lista de nomeados dos Prémios CONSTRUIR 2022 em destaque na edição 470
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Conheça os vencedores dos Prémios CONSTRUIR 2022

Sustentabilidade e inovação requerem (também) uma transformação cultural
O CONSTRUIR, em parceria com a Publituris Hotelaria e com o apoio da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) promoveram um conjunto de conferências, na Exponor, dedicadas à Sustentabilidade e Inovação na hotelaria. Considerando que nem sempre as transformações necessárias implicam um grande esforço financeiro, importa uma transformação cultural. “A forma como todos olhamos para a problemática da sustentabilidade é aquilo que vai no fundo garantir o seu sucesso”, assegurou um dos convidados

Cascais vai dedicar 162M€ à habitação pública
Destes 2.869 fogos, 929 vão ser construídos de raiz (800 em terrenos camarários já existentes e 129 em terrenos que a autarquia vai adquirir) e os restantes 1940 são ser alvo de total requalificação

752M€ de investimento em ferrovia a executar em 2023
O próximo ano deverá ficar marcado pelo acelerar da execução dos projectos das infraestruturas de transporte, em especial ferroviários. O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, afirmou que nenhuma das obras do programa Ferrovia 2020 ficará por fazer e que serão poucos os projectos que irão transitar para além de 2023

Oitoo desenham complexo habitacional para Marvila
O júri considerou que, dos quatro trabalhos apresentados no concurso a proposta vencedora da autoria dos Oitoo destaca-se pela “notável valorização da sua integração no contexto urbano, e na sua articulação com o espaço público envolvente.” O Júri refere ainda que a proposta demonstra um trabalho sensível de compreensão da envolvente próxima onde se insere, garantindo e valorizando a eficaz integração nos sistemas urbano próximos, promovendo um sentido de bairro, de singularidade e de identidade do lugar”

Porto: Imolote reabilita edifício no centro histórico a pensar nos jovens
Inserido na aposta da promotora “em produtos exclusivos, sustentáveis e em harmonia com o património existente”, Dom Hugo faz a fusão entre o passado e o futuro, num projecto com assinatura da OODA

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Mota-Engil selecciona Quadrante para a arquitectura e engenharias de estádio na Costa do Marfim

A Quadrante e a Mota-Engil estão a desenvolver o projecto de reabilitação e expansão do Stade Félix Houphouët-Boigny, em Abidjan, na Costa do Marfim, à semelhança do que se passou com o “Stade da la Paz” em Bouaké, também neste país da costa ocidental africana

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O projecto, desenvolvido de forma integrada e coordenada em BIM, contará com uma área de cerca de 27.000 m2 e capacidade para receber cerca de 30 mil espectadores. Está também prevista a reformulação e ampliação das áreas de apoio logístico, zona para atletas, campo de aquecimento, áreas dedicadas aos media e ao público, assim como, acessos e estacionamento com 150 lugares. Adicionalmente será também construído um edifício de escritórios que irá albergar a sede da Office National des Sports, ONS.

“Na Quadrante temos uma equipa de quase 300 arquitectos, engenheiros, especialistas nas áreas da sustentabilidade, BIM, controlo de custos, entre outros, que combinam sinergias para pensar o projecto de uma forma integrada. Acreditamos que esta metodologia permitiu criar uma solução de elevado valor para a Mota Engil, uma vez que todas as especialidades trabalharam em conjunto, optimizando soluções, desde a fase de concurso”, justifica Nuno Costa, CEO da Quadrante.

Relativamente ao projecto de reabilitação no novo estádio “a arquitectura inspirou-se nas referências e cultura locais para criar um ícone marcante e contemporâneo para a cidade de Abidjan. Procurámos tirar partido da estrutura metálica e de betão na materialização da nova cobertura e fachada, que assumem um papel de destaque”, refere Rui Santos, arquitecto da Quadrante responsável pelo projecto.

A parceria da Quadrante com a Mota-Engil remonta desde 2007, em vários projectos que incluem a construção e gestão de infraestruturas para as áreas de Engenharia e Construção, Ambiente e Serviços, Concessões de Transportes, Energia e Mineração, ou seja, em todas as áreas de negócio e nas várias geografias onde a Mota-Engil tem actividade.

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Alterações na contratação pública em vigor a partir de 2 de Dezembro

No final desta semana entram em vigor as alterações recentemente efectuadas ao Código dos Contratos Públicos e às medidas especiais de contratação pública

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As referidas alterações foram introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 78/2022, de 7 de Novembro, o qual cria um novo regime de concepção-construção especial integrado no regime das medidas especiais de contratação pública, tendo em vista, segundo o legislador, possibilitar “a eliminação de dispêndios de tempo e recursos desnecessários”, sempre que a entidade adjudicante considere que “o mercado está em melhor posição de elaborar um projecto de execução de determinada obra (…).”

Das novas regras, que só serão aplicáveis aos procedimentos de formação de contratos públicos que se iniciem após o dia 2 de Dezembro de 2022 e aos contratos celebrados ao abrigo desses procedimentos, destaca-se ainda a extensão do prazo de aplicação das medidas especiais às matérias relativas à habitação e descentralização, às tecnologias de informação e conhecimento e aos sectores da saúde e do apoio social, até 31 de Dezembro de 2026.

O diploma que altera as medidas especiais de contratação pública e o Código dos Contratos Públicos foi publicado em Diário da República. As novas regras entram em vigor no próximo dia 2 de Dezembro e aplicam-se aos procedimentos de formação de contratos públicos iniciados após essa data e aos contratos celebrados ao abrigo dos mesmos.

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‘Estados Gerais’ do Observatório das Autarquias Locais debate novo regime da concepção-construção nas empreitadas

Em cima da mesa da discussão estarão as alterações introduzidas pelo novo Decreto-Lei que altera o Código dos Contratos Públicos e as Medidas Especiais de Contratação Pública e que incidem sobre o regime da concepção-construção

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Sob organização do Observatório das Autarquias Locais (OAL), a segunda edição dos Estados Gerais do Sector da Construção em Portugal decorre amanhã, 24 de Novembro, e tem como tema central “O Novo regime de Concepção-Construção nas Empreitadas”.

Publicado em Diário da República a 7 de Novembro o Decreto-Lei nº78/2022 altera a Lei nº30/2021, de 21 de Maio, que aprova medidas especiais de contratação pública, o Código dos Contratos Públicos e o Decreto-Lei nº60/2018, de 3 de Agosto, que procede à simplificação de procedimentos administrativos necessários à prossecução.

Pouco consensual, o diploma tem do lado da sua defesa quem argumente que passará a ser possível eliminar dispêndios de tempo e de recursos desnecessários por parte das entidades adjudicantes, nos casos em que esta considere que o mercado está melhor posicionado para elaborar um projecto de execução de determinada obra.

Por outro lado, são muitas as vozes que defendem que o novo regime pode limitar a concorrência, privilegia as entidades com maior dimensão, aumenta as possibilidades de conluio na contratação pública e potencia a corrupção.

O debate promovido pela OAL irá analisar, debater e, também, apresentar soluções no âmbito do novo regime da concepção-construção. O encontro, que decorre via on-line, irá juntar empresas, donos de obra, técnicos da área e interessados. Já confirmados estão, entre outros, Alexandra Bragança, presidente da Associação dos Industriais de Construção e Obras Públicas dos Açores (AICOPA), Bartolomeu de Noronha, presidente do Conselho Científico do OAL, Bento Aires, presidente da Ordem dos Engenheiros – Região Norte (OERN), Conceição Melo, presidente do Conselho Directivo Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos e de representantes das empresas Etermar, Engenharia e Construção, Grupo Casais, Empribuild Engenharia e Tecnovia.

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Localização no novo hospital de Torres Vedras conhecida até Março de 2023

O Ministro da Saúde esteve em Torres Vedras onde recebeu relatório final do Estudo sobre o Futuro da Política Pública da Saúde do Oeste. Até Março será conhecida a localização e só mais tarde será definido o perfil assistencial, o lançamento do concurso público, a elaboração do projecto e a definição do modelo de financiamento

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O Ministro da Saúde, Manuel Pizarro garantiu que até Março de 2023, vai tomar uma decisão sobre a localização do novo hospital para a região Oeste. O responsável pela pasta da Saúde esteve no início desta semana em Torres Vedras para receber o relatório final do Estudo sobre o Futuro da Política Pública da Saúde do Oeste.

O relatório aborda a localização e caracterização das valências do futuro hospital do Oeste bem como os impactos sociais e económicos e as soluções para os polos do actual Centro Hospitalar do Oeste.

“O compromisso que assumi é que o Ministério da Saúde vai analisar exaustivamente este estudo, avaliar elementos complementares que venham a revelar-se úteis e tomar uma decisão sobre a localização da construção do futuro hospital do Oeste e o seu perfil funcional, tendo como limite o final do primeiro trimestre de 2023”, afirmou Manuel Pizarro após uma reunião com autarcas da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Oeste.

Do lado dos autarcas, o presidente da OesteCIM, Pedro Folgado, aplaudiu o “compromisso” da definição da localização até Março e do perfil funcional até Setembro do próximo ano.

Com a entrega do estudo encomendado pela OesteCiM, com soluções para localização, valências a ter, dimensão e destino a dar às actuais instalações hospitalares, o Ministro adiantou que se “avançou decididamente na direcção do novo hospital do Oeste”. Manuel Pizarro remeteu para depois dessa data a definição do perfil assistencial e o lançamento do concurso público a elaboração do projecto ou a definição do modelo de financiamento.

O Ministro equacionou a hipótese de se avançar para uma parceria-público privada “para a construção e manutenção do hospital” e, nesse cenário, o projecto “não necessita de qualquer verba do Orçamento de Estado”, tranquilizando os autarcas em relação à eventual falta de verbas para o projecto no OE2023.

Uma vez que a construção do novo hospital “demorará sempre alguns anos” e que as unidades hospitalares de Torres Vedras e Caldas da Rainha funcionam em «dois edifícios muito vetustos», Manuel Pizarro reconheceu a necessidade de obras de manutenção. Contudo, tendo em conta o cenário de construção de um novo hospital, “as intervenções não podem ser muito vultuosas”.

A região Oeste é servida pelo Centro Hospitalar do Oeste, que integra os hospitais das Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche, servindo cerca de 300 mil habitantes dos concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça e de Mafra.

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REmodelação da estação Entre Campos com a construção de novos elevadores.

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Sector dos elevadores com volume de negócios nos 330M€

No final de 2022, o volume de negócios do sector dos elevadores deverá exceder os 330M€, o que representa um aumento de 2,5% face a 2021. Um crescimento impulsionado pela construção residencial e pela melhoria de eficiência energética dos edifícios

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Segundo a análise da Informa D&B, apesar da deterioração da actividade económica e dos elevados custos com que se defrontam os operadores, a actividade do sector será favorecida, no curto e médio prazo, pelos investimentos previstos na área da construção residencial e pela eficiência energética dos edifícios.

Em 2021, o sector manteve a tendência ascendente dos anos anteriores, com um valor de facturação de 323 milhões de euros, mais 2,5% do que em 2020. A área da manutenção e reparação de equipamentos foi responsável pela maior parte do volume de negócios do sector, detendo cerca de 68% do total, com os restantes 32% a corresponder à área da instalação. No entanto, esta última actividade apresentou uma evolução mais robusta, impulsionada pelo dinamismo da construção residencial, tendo aumentado a faturação em 5,1 %, para os 103 milhões de euros.

Ainda em 2021, as importações de equipamentos totalizaram 48 milhões de euros, valor semelhante ao do ano anterior. 95% destas importações têm origem da União Europeia, sendo a Espanha o principal fornecedor, com um peso de 72% do total.

O sector é constituído por um pequeno número de grandes empresas, a maioria integradas em grupos multinacionais com capital estrangeiro, e por um grupo maior de pequenas e médias empresas. As cinco principais empresas detêm uma quota de mercado conjunta de cerca de 75%. Nos últimos anos, a concentração da oferta tem vindo a aumentar, na sequência da aquisição pelos principais operadores de concorrentes de menor dimensão ou de carteiras de clientes de manutenção de equipamentos.

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Parque Industrial da Autoeuropa atrai investidores

A Cushman & Wakefield, anuncia a venda de uma propriedade industrial, com 4.000 m2, no Parque Industrial da Autoeuropa, em Palmela. Esta é a segunda operação na zona, da consultora depois da venda das instalações, com 40.000 m², da Elos à NewCold

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A Cushman & Wakefield, anuncia a venda de uma propriedade industrial, com 4.000 m2, no Parque Industrial da Autoeuropa, em Palmela. Nesta operação, a Cushman & Wakefield representou a Magna Donnelly e a propriedade foi adquirida pela SQC – Sistemas Integrados da Qualidade e Consultadoria, uma empresa especializada em serviços de consultoria.

A propriedade tem uma área total de 4.000 m2, está inserida no Parque Industrial da Autoeuropa e é servida por excelentes acessibilidades, localizando-se muito próximo da autoestrada A2, que liga Lisboa ao Algarve.

“A indústria está a alcançar mais relevo e dinamismo em Portugal. O nosso país surge no radar das grandes companhias industriais pela sua ligação aos portos marítimos, excelentes vias rodoviárias e, também, pela significativa disponibilidade de energias renováveis”, refere Sérgio Nunes, responsável do departamento de Industrial, Logística e Terrenos da Cushman & Wakefield Portugal

A zona de Palmela continua a ser uma das eleitas pelos operadores, sendo que, já este ano, a Cushman & Wakefield foi responsável pela venda das instalações, de 40.000 m², da Elos, em Palmela, à NewCold.

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Concurso público para requalificar Martim Moniz aprovado

Concurso para a elaboração do Projecto de Requalificação da Praça do Martim Moniz será lançado em Janeiro de 2023, o concurso de empreitada em 2025 e a nova Praça deverá ser inaugurada em Março de 2026

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A Câmara Municipal de Lisboa aprovou o concurso público internacional para a elaboração do Projecto de Requalificação da Praça do Martim Moniz que deverá será lançado em Janeiro do próximo ano.

O lançamento do concurso de ideias foi aprovado com os votos a favor dos sete vereadores dos Novos Tempos e de cinco do PS, votos contra do PCP (dois), BE (um) e do Cidadãos Por Lisboa (um) e a abstenção do Livre (um). A aprovação incluiu as peças, os detalhes, o orçamento e o júri do concurso público a ser lançado em Janeiro.

A votação que permitiria desbloquear o lançamento do concurso esteve originalmente agendada para uma reunião de Câmara no final de Julho, mas, depois da discussão, foi adiada. Com a demora na aprovação do concurso de ideias, todo o calendário da Praça do Martim Moniz foi alterado. O lançamento do concurso, que estava previsto para o passado mês de Setembro, deverá acontecer agora em Janeiro de 2023 e as diferentes propostas deverão ser conhecidas numa exposição pública em Julho, quando também deverá já estar escolhida a equipa vencedora. Segue-se uma apresentação detalhada de um primeiro rascunho do projecto vencedor, a finalização desse projecto, uma nova apresentação pública e só em 2025 será lançado concurso de empreitada da obra que deverá estar concluída em Março de 2026.

A mesma reunião de Câmara definiu “critérios essenciais” para as propostas a apresentar no concurso público internacional, que devem ser cumpridos para encontrar a solução vencedora, nomeadamente o aumento das áreas verdes, a melhoria das vivências e uma maior diversidade de actividades, a melhoria da circulação rodoviária, estipulando o limite de 30 KM/H de velocidade na futura praça, a redução de ruído, o investimento no acesso pedonal, o aumento da segurança e a requalificação do edificado, o que implica a adopção de soluções de espaço público que promovam a integração e valorização paisagística do Centro Comercial do Martim Moniz, do Centro Comercial da Mouraria, do Hotel Mundial e de outro edificado da Praça, com a inclusão da Torre da Pela na área de intervenção.

Estes desígnios têm como base os resultados da auscultação pública dos cidadãos, que foram, posteriormente, analisados pelos serviços da Câmara Municipal de Lisboa.

“Todas as necessidades identificadas são coroadas pelo desejo de criação de um jardim que garanta uma vivência multicultural, ‘Um Jardim do Mundo’, que proporcione um chão comum a todas as culturas, tal como hoje acontece e que responda ainda às necessidades de recreio e encontro da população residente”, lê-se na proposta.
A proposta aprovada pelo executivo camarário define, também, o júri do concurso, que inclui especialistas em arquitectura, arquitectura paisagista, engenharia civil e geografia.

“O preço base para o projecto de requalificação é de 462 mil euros (mais IVA) e neste total está já incluído o valor correspondente ao prémio atribuído à proposta classificada em primeiro lugar [30 mil euros]”, refere a proposta.

Além do projecto vencedor, serão atribuídos prémios monetários a outros quatro candidatos do concurso, designadamente 25 mil euros para o segundo lugar e 18 mil euros a cada uma das propostas que fiquem entre o terceiro e o quinto lugar, de acordo com a proposta.

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Sustentabilidade e inovação requerem (também) uma transformação cultural

O CONSTRUIR, em parceria com a Publituris Hotelaria e com o apoio da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) promoveram um conjunto de conferências, na Exponor, dedicadas à Sustentabilidade e Inovação na hotelaria. Considerando que nem sempre as transformações necessárias implicam um grande esforço financeiro, importa uma transformação cultural. “A forma como todos olhamos para a problemática da sustentabilidade é aquilo que vai no fundo garantir o seu sucesso”, assegurou um dos convidados

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*Cidália Lopes e Carla Nunes (Publituris Hotelaria)

A inovação e a sustentabilidade em torno do Turismo foram os temas centrais de duas conferências conjuntas promovidas pelo jornal CONSTRUIR e pela revista Publituris Hotelaria, apoiadas pela Associação de Hotelaria de Portugal e no âmbito da Decor Hotel, a feira profissional de projecto, construção, decoração, equipamentos, produtos e serviços para hotelaria que decorreu na Exponor.

Os processos postos em prática pelos hotéis, principalmente durante o período inicial da pandemia, bem como o percurso que ainda falta percorrer nesta área, foram alguns dos pontos debatidos nesta sessão que juntou Rui Martins, CEO SmartLinks e responsável pelo Gabinete Digital da AHP; Jaime Quesado, economista e professor na Faculdade de Economia do Porto; Pedro Serra, director-geral de operações do The Editory Hotels; João Rodrigues, Technological Advisor e ex-Country Manager da Schneider Portugal e Miguel Velez, CEO da Unlock Boutique Hotels.

Começando pelos exemplos práticos, Pedro Serra afirma que o período da pandemia foi aproveitado para colocar em prática projectos que já tinham em mente, como o check-in automático, pagamentos contactless e robotização de alguns projectos, “mesmo no backoffice”: “Não é totalmente novo, mas nós não tínhamos”, admite.

Já na Unlock Boutique Hotels, Miguel Velez aponta para a conquista do selo Biosphere em todos os hotéis do grupo, conseguido através de, entre outras medidas, check-in online e concierges digitais.

“Nem sempre a inovação obriga a grandes investimentos financeiros. No nosso caso fizemos o ciclo completo de operações e experiência do cliente, todos os pontos de contacto, para ver onde poderíamos ser mais eficazes e eficientes. [Com base nisso] fizemos um manual para cada um dos hotéis, onde fomos tocando ponto a ponto onde é que poderíamos fazer melhor” explica Miguel Velez, afirmando que esta pode não ser “a inovação no modelo tradicional, mas é um processo contínuo”.

Sobre este assunto, Rui Martins afirmou que, de facto, é necessário “cada vez mais que os competidores de hotéis centralizem dados e extraiam deles padrões”, nos quais devem basear-se para tomar decisões.

“Existem silos de informação, mas depois não existe uma visibilidade sobre os dados, de forma que estes possam ser [utilizados] para tomar decisões. Isto é inovação para nós, mas de inovação não tem nada. É inovação para nós porque não a fazemos”, declara.

A inovação ao serviço dos recursos humanos

Na sua intervenção, Rui Martins aponta ainda que a inovação “acontece muitas vezes por necessidade”. Aportando-se à questão da falta de recursos humanos “nos últimos anos no sector hoteleiro” – não só na “dificuldade de obter bons recursos”, como também em “mantê-los fidelizados” –, o responsável pelo Gabinete Digital da AHP relembra que “a digitalização e a transformação digital ajudam a compor essa necessidade”.

“Ao substituir pessoas por processos automatizados, permitimos que as pessoas façam o que fazem melhor, que é ligar-se a outras pessoas” afirma.

Sobre a possibilidade que a inovação tecnológica possa retirar trabalho no sector, o profissional deixa apenas uma questão: “Quando as pessoas deixaram de usar velas e passaram a usar lâmpadas houve uma transformação do sector, certo?”.

Se “não é possível uma máquina transmitir uma emoção ao ser humano”, por outro lado, é possível “resolver problemas de processos que são contínuos, permitindo que essas pessoas sejam desviadas para funções muito mais impactantes”.

“Não há que ter medo da inovação. É absolutamente incorrecto e desnecessário, porque ela vai acontecer à mesma”, afinca.

Os passos para o futuro

Numa nota final, os intervenientes apontam processos de inovação que ainda estão em falta na hotelaria. Se para Jaime Quesado é “muito importante” criar expectativas em relação ao cliente, apostando no customer experience, para Miguel Velez “é fundamental trazer a escala” para os hotéis.

“[É necessário] transportar a inovação para os hotéis independentes, pequenos, que [caracterizam] a maior parte dos hotéis em Portugal. Praticamente um terço são hotéis de cadeia, dois terços são hotéis independentes. É a mesma história que é no vinho e noutros sectores que estavam muito disseminados e foi necessário juntar para ganhar dimensão”, explica o CEO da Unlock Boutique Hotels.

Já Rui Martins é da opinião de que “sem uma boa experiência para o hóspede e centralização de dados, é muito difícil para um hotel sobreviver”, acrescentando ainda que as unidades têm de apostar na diferenciação, em serem únicas, oferecendo algo que só se possa encontrar ali – dando, para isso, o exemplo do H2otel Congress & Medical Spa, em Unhais da Serra.

“As pessoas estão dispostas a ir se a experiência for satisfatória”, defende.

Também João Rodrigues partilha da mesma opinião no que respeita à diferenciação dos hotéis, explicando que estes devem “identificar no seu business plan o que tem de ser feito e fazê-lo”. Por fim, Pedro Serra aponta que a inovação no sector passa pela preocupação com a “pegada que os hotéis deixam no sítio em que estão”.

Sustentabilidade

Já no painel promovido pelo CONSTRUIR, o foco foi a sustentabilidade. E uma nota sobressaiu: é necessária uma mudança cultural. Realidade “incontornável” e “uma variável decisiva” no processo negocial, o conceito de sustentabilidade entrou definitivamente no vocabulário dos promotores, dos donos de obra e dos operadores. Apesar do conjunto de regulamentos já existentes, “estamos ainda muito longe de atingir o nível de maturidade do sector imobiliário e da construção”. A conferência contou a participação de André Fernandes, arquitecto e vogal da secção regional do Norte da Ordem dos Arquitectos, Mercês Ferreira, engenheira e coordenadora do conselho regional do Colégio de Engenharia do Ambiente, da secção regional Norte da Ordem dos Engenheiros, Julião Pinto Leite, arquitecto e partner atelier OODA e Miguel Gonçalves, engenheiro e professor do departamento de engenharia da FEUP e a moderação esteve a cargo de Ricardo Batista, director editorial do jornal CONSTRUIR.

Efectivamente, não se trata de um conceito actual mas que foi “reavivado” em 2015, quando as Nações Unidas decretaram os 17 OCS, contudo, “ainda estamos muito aquém daquilo que podíamos ter feito, quer na área da construção, quer na arquitectura e de outros desempenhos de gestão ambiental”, segundo Mercês Ferreira. Para a engenheira, é preciso não esquecer que a “cidade é como um ser vivo, tem ecossistemas que têm um metabolismo próprio” e como tal há que planear a forma como fazemos cidade e envolver todos os stakeholders, incluído a sociedade civil”.

Economia circular e inovação

Mercês Ferreira aponta, ainda, a importância da economia circular e da inovação na construção e que estes dois conceitos devem “trabalhar” em conjunto.
Considerando que estamos ainda “muito aquém daquilo que podíamos ter feito, quer na área da construção, quer na arquitectura e de outros desempenhos de gestão ambiental”, a engenheira considera que “há que acelerar” este processo. Mas para isso há que envolver todos os stakeholders todos, incluído a sociedade civil.
Partindo do pressuposto de que a cidade é “como um ser vivo, tem ecossistemas que têm um metabolismo próprio e temos que olhar para ela quando planeamos de uma outra forma”. Para que isto seja possível é necessário “perceber a dinâmica de como é que vai ser construída uma cidade, como é que essa cidade vai ser planeada e como a mesma pode ser eficiente”.
Também André Fernandes reforçou a necessidade de se entender “a sustentabilidade como um ponto de equilíbrio”. Mais do que a legislação, “que por si só não resolve tudo”, é necessária uma mudança cultural. “A forma como todos olhamos para a problemática da sustentabilidade é aquilo que vai no fundo garantir o seu sucesso”, reforçou.

Fazendo um paralelismo com o CCP, que obriga à materialização de muitos projectos para a construção e, portanto, é necessário que os técnicos se entendam e que rapidamente se interliguem e sejam coerentes entre eles, também a sustentabilidade “deve ser um elemento agregador de tudo o resto, a começar pela indústria, e passando por todos os stakeholders na cadeia de produção”, considera Miguel Gonçalves.
Por outro lado, acredita, “as alterações futuras neste âmbito serão lideradas pelo vector económico, que no fundo é o que vai permitir que esta mudança aconteça mais cedo ou mais tarde”, ressalva.

Quando o custo pesa mais

Seja no turismo ou em qualquer outro projecto imobiliário, as premissas de sustentabilidade não se resumem apenas a um determinado projecto. “Há todo um trabalho que é preciso realizar a montante e que deve ser analisado de muitas maneiras diferentes”, seja num projecto em concreto, ou em todas as actividades satélite a esse edifício, considera Julião Pinto Leite que não tem dúvidas que “fazer sustentabilidade” actualmente ainda é “remar um pouco contra a corrente”. No final das contas, o orçamento mais baixo ainda é o que tem mais peso de decisão e também por este motivo o arquitecto aponta o dedo à “questão cultural muito forte” ainda muito enraizada e que tem de ser trabalhada desde muito cedo, a começar pelas nossas casas. “Há efectivamente tecnologia para conseguirmos edifícios totalmente verdes, mas o mercado ainda não responde na íntegra e o resultado é alguma resistência e inércia em conseguir um edifício altamente sustentável porque isso acarreta custos. O caminho está montado, a tendência é convergir estes dois mundos, no meu entender, mas há ainda um caminho longo a percorrer, exequível, mas longo”, conclui.

Incentivos e ‘osmose’

Já André Ferreira coloca o ‘dedo na ferida’ quando refere o exemplo tem que vir do Estado, o que “na maioria das vezes não acontece”. Muito embora a legislação assim o obrigue, “muitos são os concursos públicos que privilegiam o preço mais baixo”. “Temos efectivamente um problema de legislação e começa precisamente no Estado que muitas vezes enche a boca com a palavra sustentabilidade, com ambiente com alterações climáticas, continua no seu CCP a considerar como elemento principal da escolha o preço”, afirma. “Isto é grave, porque sabemos que muitas vezes o preço mais baixo significa qualidade inferior e associada naturalmente a produtos menos sustentáveis”.

Julião Pinto Leite aponta, ainda, quatro pilares que podem dar um impulso importante para que a sustentabilidade entre definitivamente no sector da construção e da promoção: educação, informação, legislação e competição. A começar em casa, a educação tem definitivamente um peso geracional e depois, através das universidades e com currículos cada vez mais direccionados para estas questões. A informação e a forma como esta é transmitida aos investidores é talvez um dos pontos principais, na medida em que “do ponto de vista do negócio os clientes querem acabar uma obra  e começar a facturar. O que nem sempre é possível. Temos que passar uma série de informação para que consiga perceber que o tal break even não se vai conseguir logo neste ponto”.

Por último, a competição. Para o arquitecto esta será aquela que mais influência poderá exercer. “Felizmente isto funciona um pouco como moda e edifícios acabam, por osmose, por contagiar outros edifícios e por aí afora e arquitectos outros arquitectos e clientes outros clientes”, conclui.

Incentivos como a certificação e benefícios fiscais são, também, apontados como uma alavanca para o aumento de projectos mais sustentáveis. Se por um lado já existente diferentes tipos de cerificação que incentivam e “contagiam” o sector, Mercês Ferreira considera que há muito que o Governo já deveria ter optado por atribuir benefícios fiscais a este tipo de projectos. “Esta seria uma opção não só de reduzir custos para quem promove, como de ter, de facto, um projecto diferenciado”. Por outro lado, “também o próprio consumidor, através de uma informação fidedigna, vai ser, cada vez mais, exigente e procurar projectos mais sustentáveis”.

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Reveja mais uma noite de glória com a entrega dos Prémios CONSTRUIR 2022 (c/galeria)

Noite de festa, boa disposição e glória, para vencedores e vencidos. Veja os melhores momentos da entrega de Prémios CONSTRUIR 2022

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Casa cheia no emblemático Cine-Teatro Capitólio, no Parque Mayer, em Lisboa, para assistir à cerimónia de entrega dos Prémios CONSTRUIR 2022.

O Porto esteve em destaque na cerimónia de entrega dos Prémios CONSTRUIR 2022, evento que reuniu centenas de convidados no renovado Parque Mayer, em Lisboa para uma noite memorável. É assim há, pelo menos, 15 anos a esta parte. A Invicta foi distinguida pelos leitores do CONSTRUIR com o ‘Prémio Cidade’, num galardão que reconhece o caminho que a cidade e a região têm feito em matéria de urbanismo, ordenamento do território, sustentabilidade ou habitação, tornando-a num pólo de atractividade por excelência não apenas para investidores como para turistas.

Como exemplo desse dinamismo está o facto de o Terminal Intermodal de Campanhã ter recebido o troféu de ‘Melhor Projecto Público’ de ‘Arquitectura’, distinção entregue a Nuno Brandão Costa enquanto autor do projecto ou mesmo o renovado Mercado do Bolhão, que permitiu ao arquitecto Nuno Valentim receber o troféu para ‘Melhor Projecto de Reabilitação’, e ao Município do Porto, enquanto promotor, receber o galardão de ‘Melhor Espaço de Comércio e Serviços’ na área de ‘Imobiliário’. A M2CE viu também o seu trabalho ser reconhecido na área da ‘Engenharia’, daí a atribuição, por parte dos leitores do CONSTRUIR, do troféu pelo melhor trabalho de ‘Fiscalização e Coordenação’. Mas a lista de distinções para o Porto não termina aqui. O Porto Office Park, promovido pelo Grupo Violas Ferreira e desenhado pela Broadway Malyan, foi eleito como ‘Melhor Edifício de Escritórios’ na categoria ‘Imobiliário’.

Na área da Engenharia, destaque também para a Quadrante, merecedora dos troféus ‘Internacionalização’ e ‘Melhor Gabinete’. A Casais volta a ser distinguida como ‘Melhor Construtora’ enquanto que o OPENBOOK foi eleito “Melhor Atelier’ na categoria ‘Arquitectura’.

Além dos galardões que resultaram da votação dos leitores do CONSTRUIR, a noite encerrou com a entrega dos Prémios Excelência, distinções escolhidas pela equipa do CONSTRUIR. Os prémios ‘Excelência’ procuram distinguir um percurso ímpar nas áreas de Arquitectura, Engenharia, Imobiliário e Construção e a sua atribuição é justificada com o reconhecimento do inegável mérito de quem o recebe, pela importância de que se reveste o seu passado e a sua acção em prol da valorização das boas práticas no Sector. Este ano, o prémio ‘Excelência’ na área da ‘Arquitectura’ foi entregue a Miguel Saraiva, principal obreiro dessa inegável marca internacional que é hoje o traço da Saraiva + Associados. Na ‘Engenharia’, a escolha recaiu sobre o antigo bastonário da Ordem. Carlos Mineiro Aires, hoje presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, teve, nos dois mandatos que cumpriu, um papel de inegável excelência para o reconhecimento da Ordem enquanto organização fundamental junto dos centros de decisão. Na ‘Construção’, a escolha recaiu este ano sobre a Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário. O CONSTRUIR reconhece, neste troféu, o papel da Confederação na dignificação da Construção enquanto um dos principais sectores da Economia, sendo que é, claramente e por manifesto mérito da Confederação, uma voz activa nas questões relacionadas com o Sector.

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Além dos galardões que resultaram da votação dos leitores do CONSTRUIR, a noite encerrou com a entrega dos Prémios Excelência, distinções escolhidas pela equipa do CONSTRUIR. Os prémios ‘Excelência’ procuram distinguir um percurso ímpar nas áreas de Arquitectura, Engenharia, Imobiliário e Construção e a sua atribuição é justificada com o reconhecimento do inegável mérito de quem o recebe, pela importância de que se reveste o seu passado e a sua acção em prol da valorização das boas práticas no Sector

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O Porto esteve em destaque na cerimónia de entrega dos Prémios CONSTRUIR 2022, evento que reuniu centenas de convidados no renovado Parque Mayer, em Lisboa para uma noite memorável. É assim há, pelo menos, 15 anos a esta parte. A Invicta foi distinguida pelos leitores do CONSTRUIR com o ‘Prémio Cidade’, num galardão que reconhece o caminho que a cidade e a região têm feito em matéria de urbanismo, ordenamento do território, sustentabilidade ou habitação, tornando-a num pólo de atractividade por excelência não apenas para investidores como para turistas.

Como exemplo desse dinamismo está o facto de o Terminal Intermodal de Campanhã ter recebido o troféu de ‘Melhor Projecto Público’ de ‘Arquitectura’, distinção entregue a Nuno Brandão Costa enquanto autor do projecto ou mesmo o renovado Mercado do Bolhão, que permitiu ao arquitecto Nuno Valentim receber o troféu para ‘Melhor Projecto de Reabilitação’, e ao Município do Porto, enquanto promotor, receber o galardão de ‘Melhor Espaço de Comércio e Serviços’ na área de ‘Imobiliário’. A MC2E viu também o seu trabalho ser reconhecido na área da ‘Engenharia’, daí a atribuição, por parte dos leitores do CONSTRUIR, do troféu pelo melhor trabalho de ‘Fiscalização e Coordenação’. Mas a lista de distinções para o Porto não termina aqui. O Porto Office Park, promovido pelo Grupo Violas Ferreira e desenhado pela Broadway Malyan, foi eleito como ‘Melhor Edifício de Escritórios’ na categoria ‘Imobiliário’.

Na área da Engenharia, destaque também para a Quadrante, merecedora dos troféus ‘Internacionalização’ e ‘Melhor Gabinete’. A Casais volta a ser distinguida como ‘Melhor Construtora’ enquanto que o OPENBOOK foi eleito “Melhor Atelier’ na categoria ‘Arquitectura’.

Além dos galardões que resultaram da votação dos leitores do CONSTRUIR, a noite encerrou com a entrega dos Prémios Excelência, distinções escolhidas pela equipa do CONSTRUIR. Os prémios ‘Excelência’ procuram distinguir um percurso ímpar nas áreas de Arquitectura, Engenharia, Imobiliário e Construção e a sua atribuição é justificada com o reconhecimento do inegável mérito de quem o recebe, pela importância de que se reveste o seu passado e a sua acção em prol da valorização das boas práticas no Sector. Este ano, o prémio ‘Excelência’ na área da ‘Arquitectura’ foi entregue a Miguel Saraiva, principal obreiro dessa inegável marca internacional que é hoje o traço da Saraiva + Associados. Na ‘Engenharia’, a escolha recaiu sobre o antigo bastonário da Ordem. Carlos Mineiro Aires, hoje presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, teve, nos dois mandatos que cumpriu, um papel de inegável excelência para o reconhecimento da Ordem enquanto organização fundamental junto dos centros de decisão. Na ‘Construção’, a escolha recaiu este ano sobre a Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário. O CONSTRUIR reconhece, neste troféu, o papel da Confederação na dignificação da Construção enquanto um dos principais sectores da Economia, sendo que é, claramente e por manifesto mérito da Confederação, uma voz activa nas questões relacionadas com o Sector.

ARQUITECTURA
MELHOR PROJECTO PÚBLICO
Terminal Intermodal de Campanhã // Nuno Brandão Costa Arquitectos

MELHOR PROJECTO PRIVADO
Ageas Tejo // Capinha Lopes

MELHOR PROJECTO DE REABILITAÇÃO
Renovação do Mercado do Bolhão // Nuno Valentim Arquitectura

MELHOR ATELIER
OPENBOOK

ENGENHARIA
MELHOR PROJECTO PÚBLICO
Reabilitação da Ponte do Guadiana // JLCM

MELHOR PROJECTO PRIVADO
Parque Solar de Alqueva // Isigenere / EDP

PRÉMIO FISCALIZAÇÃO E COORDENAÇÃO
Renovação do Mercado do Bolhão // MC2E

PRÉMIO INTERNACIONALIZAÇÃO
Quadrante

MELHOR GABINETE
Quadrante

CONSTRUÇÃO
MELHOR CONSTRUTORA
Casais

PRÉMIO INTERNACIONALIZAÇÃO
Mota-Engil

PRÉMIO CIDADE
Porto

PRÉMIO SUSTENTABILIDADE
Lumnia // HCI Construções

IMOBILIÁRIO
MELHOR EDIFÍCIO DE ESCRITÓRIOS
Porto Office Park // Grupo Violas Ferreira

MELHOR ESPAÇO COMERCIO E SERVIÇOS
Mercado do Bolhão // CM Porto

MELHOR EDIFÍCIO RESIDENCIAL
ValRio Terrace Apartments // Solyd + Habitat Invest

MELHOR EMPREENDIMENTO TURÍSTICO
W Algarve // W Hotels

MELHOR CONSULTORA
JLL

PRÉMIO EXCELÊNCIA
Arquitectura
Arq. Miguel Saraiva
Engenharia
Eng. Carlos Mineiro Aires
Construção
CPCI

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