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Matterpieces by studio8 ou um pequeno (grande) passo para a sustentabilidade

Uma solução de revestimentos e pavimentos produzidos a partir de resíduos de demolições é a proposta da Matterpieces by studio8, a marca criada pelo jovem gabinete de arquitectura nasceu da necessidade de maior sustentabilidade, e circularidade, da fileira construção. A marca já é uma realidade, mas são necessárias mais parcerias com a indústria para que possa crescer. ABB e DST estão entre os potenciais interessados

Manuela Sousa Guerreiro
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Matterpieces by studio8 ou um pequeno (grande) passo para a sustentabilidade

Uma solução de revestimentos e pavimentos produzidos a partir de resíduos de demolições é a proposta da Matterpieces by studio8, a marca criada pelo jovem gabinete de arquitectura nasceu da necessidade de maior sustentabilidade, e circularidade, da fileira construção. A marca já é uma realidade, mas são necessárias mais parcerias com a indústria para que possa crescer. ABB e DST estão entre os potenciais interessados

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A urgência climática colocou uma nova enfase na sustentabilidade e a construção, uma das actividades com maior impacto ambiental no planeta, é uma das principais visadas. O sector é responsável por cerca de 38% das emissões de Co2 libertadas no mundo, por 50% de todas as matérias-primas extraídas e os seus resíduos, resultantes das actividades de demolição e construção, representam quase 1/3 dos resíduos gerados pela União Europeia. Estes mesmos dados são recordados na brochura da Matterpieces, a marca de revestimentos e pavimentos criada pelo gabinete de arquitectura studio8. “A Matterpieces é, simultaneamente, um produto e um movimento para a construção e arquitectura circular”, explica Patrícia Gomes, arquitecta e co-fundadora, a par de Luís Lima deste estúdio de arquitectura.

“Mais de 90% dos resíduos de construção/demolição são inertes (entre eles tijolo, pedra, cimento, telha, azulejo, etc..) na falta de um destino melhor estes resíduos são direccionados para enchimento de aterros, reduzindo o potencial da construção circular”. A marca enquadrasse, assim, entre a nova geração de materiais de revestimento que têm como base resíduos. Propõe a reutilização de inertes, transformando-os numa matéria-prima estratégica para a arquitectura e design de interiores, incorporando-os novamente no ciclo de vidas dos edifícios.
Esta não é uma solução em si inovadora, mas o que distingue os seus criadores foi o passarem das palavras aos actos e contribuírem efectivamente com uma solução que concorre para o upcycling de materiais que, de outra forma, seriam descartados.

“Este é um trabalho árduo porque falamos de um tema que ainda está a dar pequenos passos em Portugal. Partiu de uma necessidade do nosso atelier de incorporar resíduos dos nossos projectos e das nossas obras e começámos, de uma forma manual e puramente experimental a encontrar novas soluções que depois usávamos nos nossos próprios projectos”, conta Patrícia Gomes.

A marca vai agora a meio do percurso entra a experimentação a uma operação de larga escala. “O primeiro passo foi a vontade de querermos ter mais impacto no mundo da construção, de sermos capazes de processar toneladas de resíduos e para isso precisamos de ter escala”, sublinha a arquitecta.

Onde há vontade há caminho e já este ano o studio8 foi um dos finalistas do Triggers, um programa que pretende estimular a geração de novas ideias de impacto ambiental e a sua transformação em soluções tecnicamente viáveis e financeiramente sustentáveis. A Matterpieces foi uma das três soluções inovadoras seleccionadas, passando a integrar a incubadora da Santa Casa da Misericórdia, Casa do Impacto. “Este foi de facto um trigger do crescimento da Matterpieces, permitiu-nos chegar a muitas empresas e assim estabelecer as primeiras parcerias num mundo que às vezes nos fecha muitas portas”, considera Patrícia.
Pelo caminho foram contactando com muitas empresas fechadas sobre si, com os seus ritmos e métodos de trabalho e ainda aliadas à urgência da mudança. Mas também encontraram quem já está a pensar mais à frente. “Aliámo-nos a empresas de gestão de resíduos e demolições e que já estão a pensar no futuro destes resíduos a que têm que dar vazão, cumprindo regras e legislação, cada vez mais rígidas, de aproveitamento de resíduos”, sublinha a co-fundadora da Matterpieces.

As parcerias com a indústria
“Tudo o que é resíduo inerte é misturado em obra e ninguém sabe muito bem o que vai fazer com aquilo. Aqui o primeiro passo foi arranjar uma parceria com uma empresa de gestão de resíduos, que já faz demolição, para conseguirmos controlar internamente a forma como a demolição é feita e separarmos os resíduos na demolição para depois ser mais fácil tratá-los e incorporar novos materiais”, refere Patrícia Gomes.

Ambigroup, Costa Almeida Demolições são algumas das entidades parceiras do Matterpieces by studio8 e que imprimiram uma nova dinâmica e dimensão à operação. Outras parcerias estão em vista já que a marca chamou a atenção de grupos como a dst ou ABB. “Temos falado com outras grandes empresas por forma a incluí-las neste projecto, em especial na vertente da demolição e do processamento e trituração dos resíduos”.

Já firmada está a parceria com a RMC – Produtores de Mármore Compacto, com quem a marca tem estado a trabalhar para desenvolver os produtos que hoje já disponibiliza. “Temos uma gama de produtos de revestimento, pavimentos, com vários tipos de acabamento e que têm características semelhantes ao material cerâmico”, especifica a arquitecta.
Os primeiros blocos já foram produzidos para satisfazer as encomendas que, entretanto, vão chegando. “Ainda não temos grandes stocks, para isso é preciso tempo, parceiros e algum financiamento. Neste momento, trabalhamos por encomendas o que funciona porque estes tipos de materiais são pensados numa fase inicial do projecto de arquitectura para serem aplicados numa fase já final do projecto. Mas a nossa intenção é crescer”, sublinha Patrícia Gomes.

Em catálogo
Através de técnicas digitais e manuais são combinadas com design contemporâneo para obter texturas esteticamente atraente para pavimentos, revestimentos de paredes, móveis e bancadas de cozinha ou espaços de banho. Actualmente, a marca trabalha de duas formas. A primeira permite ao comprador utilizar os seus próprios resíduos de demolição para criar peças que melhor se adequam ao seu projecto de reabilitação. A segunda, mais comum, é disponibilizar o catálogo da marca que coloca actualmente mais de uma dezena de texturas diferentes.

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Grupo ao qual pertence a STET adquire nova empresa em Espanha

Aquisição da empresa do sector da locação por parte do Grupo Tesya vai ao encontro dos objectivos traçados no plano industrial para 2025O

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A Tesya, grupo internacional do qual faz parte a empresa portuguesa STET, especialista no fornecimento de serviços sofisticados e soluções integradas B2B altamente customizadas para construção, geração de energia eléctrica e mecânica, gestão de obras, armazéns e logística, inicia 2023 com uma nova aquisição na Europa, a Emerent em Espanha.

A aquisição da empresa especializada no aluguer de máquinas de construção, obras de construção civil e industriais, equipamentos completos e soluções de montagem na organização de eventos sociais, de lazer e culturais, com sede nas Astúrias, em Espanha, representa um importante investimento para o Grupo, assim como a consolidação do seu plano estratégico.

Com um volume de negócios de 1.600 milhões de euros e mais de 3.400 colaboradores em 15 países, a aquisição da empresa do sector da locação, vai ao encontro dos objectivos traçados pelo Grupo no plano industrial para 2025

“No processo de desenvolvimento e consolidação do nosso plano estratégico, pretendemos fortalecer significativamente a nossa presença no aluguer de curto prazo em Espanha, de forma semelhante ao que fizemos na Itália com a CGTE. Como Grupo, ambicionamos uma maior cobertura geográfica no setor e uma forte interação com o objetivo de aumentar significativamente a oferta em Itália e alargar a nossa presença na Península Ibérica em todos os segmentos onde o valor acrescentado das nossas soluções é recompensado . Esta aquisição marca a conclusão de um longo processo de procura de uma empresa onde alicerçar a ambição de nos tornarmos uma empresa de referência no sector do aluguer de curta duração também na Península Ibérica”, declara Lino Tedeschi, presidente e ceo do Grupo Tesya.

Em particular, no setor do aluguer, o Grupo consolida décadas de experiência em vários segmentos de mercado, oferecendo soluções diversificadas: desde as máquinas de movimentação de terras CGT, até aos carros e equipamentos do sector da intralogística com CLS, passando pelos veículos industriais da CGT Trucks até aos multiespecialistas de aluguer da CGTE.

A CGTE oferece aos seus clientes soluções integrais de aluguer em diferentes aplicações: edificação e construção, infraestruturas (estradas, pontes e túneis), manutenção e cuidado de zonas verdes e reestruturação. Além disso, em 2016 inaugurou uma unidade vocacionada para eventos e espetáculos, Indústria e Serviços, especializada na conceção, gestão e aluguer de grandes sistemas e instalações.

Em Espanha, o Grupo Tesya está actualmente presente com a Finanzauto Rental, que oferece soluções chave-na-mão para as necessidades de produção de electricidade a médio e curto prazo. Uma empresa que alia as competências e mais de 20 anos de experiência da Energyst à força comercial e rede de assistência da Finanzauto em Espanha e da STET em Portugal, que conta com um total de 25 delegações.

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Diera inaugura nova unidade de produção em Rio Maior

Com um investimento superior a 2,5 M€, a nova unidade vai permitir um aumento da produção de argamassas de cerca de 50 mil toneladas/ano, com capacidade para expansão a 100 mil toneladas anuais

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A fábrica de revestimentos, colas e tintas, Diera, adquirida pelo Grupo Barbot no início de 2019, vai inaugurar uma nova unidade de produção de argamassas em Rio Maior, no próximo dia 3 de Fevereiro. Uma aposta no crescimento da marca, que pretende reforçar a sua presença em território nacional.

Com um investimento superior a 2,5 milhões de euros, realizado pela Diera e Grupo Barbot, a nova unidade de produção representa uma etapa chave na estratégia comercial da Diera e  vai permitir um aumento da produção de argamassas de cerca de 50 mil toneladas/ano, com capacidade para expansão a 100 mil toneladas anuais.

“A instalação desta unidade de produção na zona de Rio Maior faz todo o sentido em termos económicos, pois permite-nos reduzir custos no acesso às matérias-primas que abundam na região, e é um elemento-chave na nossa política de expansão da marca para os mercados centro e sul” refere Carlos Barbot, gerente da Diera e ceo do grupo Barbot.

“Paralelamente, trata-se de um investimento que permitiu a criação de seis postos adicionais de trabalho no município, e que pretendemos que seja um importante polo dinamizador da economia local”, conclui ainda Carlos Barbot.

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CMM leva Portugal Steel à EXPOFERR 2023 em Espanha

A CMM marca presença na Feira Profissional de Acessórios e Ferramenta industrial, Protecção Laboral e Maquinaria, que terá lugar em Silleda, Espanha. Uma presença que pretende alavancar a presença e as exportações das empresas nacionais do sector para o mercado vizinho

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A Associação de Construção Metálica e Mista (CMM) vai estar presente pela primeira vez na 3ª edição da feira de referência da indústria dos acessórios e ferramentas industriais, protecção laboral e maquinaria, em Espanha, para promover o projecto “Portugal Steel”, o qual pretende divulgar nacional e, agora, internacionalmente o sector da construção metálica e mista portuguesa, alavancar oportunidades de exportação e promover as competências e as qualidades do sector da Construção Metálica.

Dirigida a profissionais de todo o tecido empresarial como da automação, construções metálicas, indústria naval e aeronáutica, energia, auxiliar, alimentar e serviços, a Expoferr decorre de 9 a 11 de Fevereiro e irá reunir profissionais e peritos do sector, para dar a conhecer as recentes novidades da indústria.

a CMM ter neste certame um stand onde dará a conhecer o projecto “Portugal Steel”, que apresenta como objectivo aumentar a projeção nacional e internacional do setor da construção metálica e mista portuguesa, evidenciando as vantagens deste método construtivo.

Luís Figueiredo Silva, director da CMM, sublinha que a presença do “Portugal Steel” na Expoferr 2023 é uma alavanca para “a promoção das empresas nacionais da fileira da construção metálica num mercado internacional importante para o sector. A presença neste evento será também uma óptima oportunidade para estabelecer contactos institucionais ao nível da CMM, promovendo a associação e todas as actividades desenvolvidas, em especial o XIV Congresso de Construção Metálica e Mista, que decorrerá este ano em Coimbra, nos dias 23 e 24 de novembro, e onde se espera uma participação de relevo de congressistas e empresas de Espanha”.

Após três anos, o evento Expoferr 2023 regressa com a participação de 320 marcas nacionais e internacionais e de 110 empresas expositoras para debater temas do sector e conhecer os mais recentes produtos através de zonas de exposições e demonstrações. Com programa variado e abrangente que inclui a apresentação e teste de novos produtos, a Expoferr 2023 conta com a presença de mais 3.000 profissionais especializados do sector.

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Mota Engil – Eng. Carlos Mota Santos

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Carlos Mota dos Santos é o novo presidente da Mota-Engil

A nova comissão executiva da construtora já foi oficializada. Manuel António Mota é o novo vice-presidente e José Carlos Pinto Nogueira assume o pelouro financeiro

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O conselho de administração da Mota-Engil oficializou esta segunda-feira a designação de Carlos Mota dos Santos como novo presidente executivo do grupo.

Em nota enviada à comunicação social, a Mota-Engil informa ainda as alterações introduções. Manuel António Mota, filho de António Mota, assume a vice-presidência do grupo, José Carlos Pinto Nogueira é o novo chief financial officer, (CFO), substituindo Xiangrong Wang, que deixou o conselho de administração da sociedade.
Fazem também parte da comissão executiva da Mota-Engil, para o triénio em curso 2021-2023, João Pedro dos Santos Dinis Parreira e Xiao Di.

A assembleia geral realizada no Porto, elegeu ainda três novos membros do conselho de administração, a par de José Carlos Pinto Nogueira e João Pedro Parreira, Paulo Portas é o novo administrador não executivo do Grupo. As nomeações fazem subir para 17 o número de membros deste órgão.

Na Assembleia Geral realizada no auditório da Fundação Manuel António da Mota, no Porto, “estiveram presentes representantes de 74,76% do capital social da empresa, tendo todos os pontos sido aprovados por votações favoráveis superiores a 97,58% dos votos emitidos na assembleia”.

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Empresas podem alcançar crescimento de 622 M€ com a transformação digital

A transformação digital pode incrementar o PIB na Europa em mais de 3,4% nos próximos cinco anos, revela o estudo conduzido pela Opinium para a Ricoh

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tagsRicoh

A transformação digital pode incrementar o PIB na Europa em mais de 3,4% nos próximos cinco anos, o que equivale a um crescimento de 622 mil milhões de euros, revela o estudo conduzido pela Opinium para a Ricoh.

Com a participação de 6000 colaboradores e 1500 profissionais com posições de chefia em empresas europeias, o estudo constata que os líderes de negócios reconhecem que os processos demorados tomam conta de grande parte do tempo da equipa, com 76% a tornar a automatização de tarefas rotineiras numa parte essencial da sua estratégia de transformação digital.

“É encorajador ver líderes empresariais a reconhecerem e adoptarem medidas para agilizar o trabalho, automatizar os processos rotineiros e reduzir as tarefas tediosas graças às estratégias de transformação digital. Não obstante, devem passar da intenção à acção muito mais rápido. Os colaboradores estão dispostos a incorporar tudo o que a automatização pode trazer-lhes de benéfico e procuram, de facto, ativamente que as suas empresas lhes proporcionem soluções. Acelerar a transformação digital e oferecer ferramentas que permitam às pessoas realizar um trabalho que traga mais valor é fundamental para que as empresas continuem competitivas, retenham talento e desencadeiem um crescimento sustentável”, considera Anna Vázquez, directora de Serviços e Soluções Digitais da Ricoh Espanha e Portugal.

De acordo com o estudo, os colaboradores estão claramente a desejar a tecnologia certa no local de trabalho para ajudá-los a simplificar as atividades e dedicar mais tempo à realização do trabalho. “A maioria (64%) acha que traria mais valor para a empresa se tivesse acesso à tecnologia certa, com 78% a defender as ferramentas de automatização como forma de reduzir tarefas rotineiras”, indica.

As empresas que implementaram software de automatização no último ano tiveram um aumento médio de produtividade na ordem dos 14%. Isso marca um ganho vital para as empresas que procuram manter-se competitivas em mercados sujeitos a turbulências crescentes.

A pesquisa revela, ainda, que um maior investimento nas ferramentas e sistemas que os colaboradores desejam pode aumentar o bem-estar laboral e reduzir a rotatividade. Os colaboradores de empresas que implementaram ferramentas de automatização no ano passado estão mais satisfeitos com os seus empregos e provavelmente permanecerão na empresa durante mais tempo. De facto, de todos os investimentos em tecnologia que as empresas fizeram, a introdução de ferramentas de automatização correspondeu à menor rotatividade de funcionários, na ordem dos 17%, em comparação com uma média de 19% em outras opções de tecnologia.

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Palbit desenvolve nova linha de ferramentas para gravação

A empresa lançou a nova linha intercambiável Engraving 64067 com o objectivo de optimizar a operação da gravação

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tagsPalbit

A especialista no sector pulverometalúrgico, lançou recentemente uma nova gama de ferramentas para gravação. A linha intercambiável Engraving 64067, produzida pela equipa de engenharia, tem como objectivo optimizar a operação da gravação, através da rápida substituição da pastilha, que permitirá a redução do tempo de inactividade e potenciará o aumento da produtividade.

Esta nova ferramenta pode ser utilizada em diversos materiais, tais como: alumínio, aço inoxidável, metais não ferrosos, aço carbono e plástico e, devido à sua pastilha totalmente rectificada perifericamente, possui um excelente desempenho sem produzir rebarbas. Os novos instrumentos revelam-se uma solução competitiva, uma vez que dispõem de altas velocidades e taxas de alimentação que permitem reduzir o tempo do ciclo de gravação.

Para além da nova gama de materiais para gravação, a Palbit tem vindo a desenvolver as suas soluções de ferramentas de corte, nomeadamente para operações de fresagem, de modo a garantir uma maior produtividade e o aumento do desempenho das operações.

Desafios no desenvolvimento de materiais e processos mais sustentáveis

As empresas produtoras de ferramentas de corte têm enfrentado vários desafios no que diz respeito ao desenvolvimento da maquinagem de novos materiais para os diversos sectores, mas principalmente para o de mobilidade, quer seja aérea ou terrestre.

Para superar estes novos desafios, o sector das ferramentas de maquinagem é obrigado a impulsionar o desenvolvimento de novas composições, geometrias e processos, tendo em consideração que estes devem ser mais eficientes e sustentáveis, sem afectar a sua produtividade e os seus custos.

A Palbit, como fornecedora líder de ferramentas de corte, oferece uma solução para estes desafios através da utilização de ferramentas de corte com diamante policristalino (PCD). Estas ferramentas apresentam inúmeros benefícios, incluindo tempos de ciclo mais curtos, aumento da vida útil das ferramentas e melhoria da produtividade.

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OPENBOOK fecha 2022 com crescimento de 50% da facturação

O atelier terminou o ano com uma facturação de 6M€. Para 2023 a meta é chegar aos 7,5 M€, com aposta no reforço da actividade internacional e nos serviços de Investment Advisory e de Design

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O gabinete de arquitectura OPENBOOK registou uma facturação de 6 milhões de euros em 2022, valor que representa um crescimento de 50% face ao ano transacto. 2022 foi um ano decisivo, com aposta nas áreas Investment Advisory e no design, em complemento à arquitectura.

De entre as várias conquistas, o gabinete destaca ainda o crescimento da equipa, 33%. Hoje são 60 os colaboradores do atelier. 2022 foi ainda o ano de arranque da nova área de negócios da empresa, Investment Advisory, um serviço de apoio ao investimento imobiliário.

A actividade da OPENBOOK cresceu nas diferentes vertentes de actuação, da corporativa à hotelaria, sem esquecer o residencial. No segmento corporativo, imagem de marca de atelier destacam-se vários trabalhos como o edifício e fit-out da multinacional de jogos Miniclip em Portugal, bem como do fit-out do escritório da Ferring Pharmaceuticals e do Novo Banco Campus, ambos no Taguspark e do campus do BNP Paribas, no Parque das Nações. Destaque ainda para o projecto Ritz 77 com a renovação e reabilitação da zona de Galerias e do espaço exterior e zona de bar e piscina do icónico hotel lisboeta. A nível internacional a sede da Rotarex no Luxemburgo e o novo escritório da PwC em Angola são dois dos trabalhos destacados no mercado internacional.

A OPENBOOK reforçou ainda a sua aposta na vertente de turismo e lazer com a NOBK, recém-criado estúdio especializado em design de interiores, que assinou vários projetos de grande visibilidade. Destaque para o design de produto e mobiliário do bar e zona de piscina do hotel Ritz e a reabilitação do Choupana Hills, no arquipélago da Madeira, prestigiado hotel de luxo destruído pelos incêndios que deverá (re)nascer em breve.

“Queremos continuar a traçar um percurso sólido não só na área corporativa onde somos uma grande referência, mas também noutros sectores como o do turismo que está a ganhar cada vez maior relevância no nosso portefólio”, explica Paulo Jervell, partner da OPENBOOK.

Nova área, novos percursos

Vencedora na categoria “Melhor Atelier” nos Prémios Construir 2022, a OPENBOOK tem já algumas metas definidas para o ano que agora arranca, como alcançar 7,5 milhões de euros de faturação e apostar cada vez mais no mercado internacional onde tem desenvolvido vários projectos em diversas geografias: do Luxemburgo ao Brasil ou Angola.

Nos planos para 2023 está a aposta no reforço da equipa que deverá continuar a crescer em 2023 (cerca de 35%) e a criação de uma área de actividades de design do grupo, que permitirá expandir a oferta de serviços na área corporativa, tais como: design de ambientes, sinalética e wayfinding, branding e design de identidade de marca.

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OBO Bettermann com proteção certificada contra incêndio

Deste modo, os autores de projetos e instaladores encontram-se mais protegidos, na medida em que a aprovação dos sistemas instalados é rigorosa e garantida pelos certificados emitidos, que comprovam a utilidade e adequação dos produtos em questão

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A OBO Bettermann Portugal, fabricante de material elétrico especialista em soluções para instaladores, está na vanguarda da certificação contra incêndios e assegura que os seus sistemas
antifogo estão equipados de acordo com as classificações e normas mais recentes em vigor. Deste modo, os autores de projetos e instaladores encontram-se mais protegidos, na medida em que a aprovação dos sistemas instalados é rigorosa e garantida pelos certificados emitidos, que comprovam a utilidade e adequação dos produtos em questão. Para garantir que a instalação corre em conformidade com o certificado, a OBO Bettermann disponibiliza os seus peritos que oferecem aconselhamento e assistência para cada situação de instalação.

A existência de ductos antifogo na construção constitui um requisito para edifícios onde existe elevado tráfego, nomeadamente hospitais, hotéis ou túneis. Em caso de incêndio, os sistemas elétricos e a sua função devem ser assegurados, garantindo o seu fornecimento sem interrupção. Para este efeito a OBO disponibiliza ductos antifogo e sistemas de
caminhos de cabos, verificados e certificados pela DIN 4102 parte 12.

As vias de evacuação e saídas de emergência podem ser protegidas através dos ductos antifogo, com revestimento que protege os cabos contra o efeito do incêndio, existindo um “encapsulamento” dos componentes inflamáveis dos cabos elétricos. Assim, as vias de evacuação e saídas de emergência continuam a poder ser utilizadas pelas pessoas, sem a presença de fogo ou fumo.
As calhas de instalação encontram-se certificadas de acordo com a Classificação Técnica Europeia, EN 1366 parte 5, oferecendo uma segurança de 30 segundos a 120 segundos.

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Casa Peixoto chega aos Açores

A Casa Peixoto Açores enquadra-se no seguimento da expansão da marca. Com uma área de cerca de 1000 m2 e um conceito contemporâneo de showroom, inclui uma oferta abrangente de materiais de construção e artigos de decoração

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A Casa Peixoto, empresa nacional de comércio de materiais de construção, casas de banho, pavimentos e revestimentos, decoração, bricolagem e jardim, vai inaugurar a primeira loja no arquipélago dos Açores. Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, é o local escolhido, que se junta à rede de lojas da marca que passa agora a contar com oito lojas, sete das quais em território nacional.

A Casa Peixoto Açores enquadra-se no seguimento da expansão da marca que, em 2022, assinalou a abertura da sua maior loja no Porto.

Com uma forte aposta num serviço altamente personalizado, assegurado por profissionais especializados, a nova Casa Peixoto nos Açores, com uma área de cerca de 1000 m2, inclui uma oferta abrangente de materiais de construção e artigos de decoração dispostos em dezenas de ambientes diferentes que dão resposta às necessidades dos profissionais destes sectores (arquitectos, empreiteiros, donos de obra, entre outros) bem como do público em geral.

Com um conceito contemporâneo de showroom e ambientes, as lojas Casa Peixoto, destacam-se pela sua modernidade e inovação com uma exposição renovadora dos materiais de construção que proporciona uma nova experiência ao cliente.

Para responsável da nova loja nos Açores, a marca nomeou Daniel Avelar, com 10 anos de experiência no sector, que ficará encarregue das operações e expansão da empresa no arquipélago açoriano.

A cerimónia de inauguração da nova loja, com abertura oficial no dia 1 de Fevereiro, vai contar com a presença do sócio e administrador, Augusto Peixoto, juntamente com a equipa técnica e com mais de uma dezena de colaboradores dos diversos departamentos.

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UHU lança nova gama para profissionais

Com cinco novos produtos no mercado, a UHU Pro pretende ser “uma solução rápida e duradoura” a pensar nos “acabamentos e renovações em espaços interiores e exteriores”

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Concebida para “acabamentos e renovações em espaços interiores e exteriores” a UHU acabou de lançar a sua nova gama para profissionais. Com cinco novos produtos no mercado, a UHU Pro pretende ser “uma solução rápida e duradoura”.

Ideal para colar e fixar diversos tipos de materiais em distintas superfícies – lisas, porosas e não porosas, a cola e veda de construção universal “conta com uma tecnologia única de Polímeros SM”. Sem solventes, é, igualmente, resistente aos raios UV, água e alterações de temperatura.

Pensado para a colagem de todo o tipo de materiais de construção, a nova cola de montagem universal, à base de neoprene de borracha, conta com uma aderência extra directa devido ao método único de ligação de potência. Além disso, é resistente à água e a produtos químicos.

Disponível em transparente e branco, o selante Pro é um vedante de silicone permanentemente elástico, resistente ao bolor, à água do mar, aos raios UV e a produtos químicos. Além disso conta, ainda, com uma excelente colagem sem primário e seca muito rápido, em apenas duas horas. É adequado para vedações sanitárias, selagem de juntas, fissuras e fendas.

Também o silicone neutro “de alta qualidade”, disponível em transparente, branco, alumínio, cinzento, preto, castanho e verde, mantém a sua elasticidade ao longo do tempo e ástico, ideal para a adesão universal em todos os materiais de construção. É resistente à água do mar, aos raios UV e ao bolor.

Para selar juntas e fissuras, a gama Pro apresenta o acrílico “de elevada qualidade e de fácil aplicação”. Disponível em branco, pode ser pintado, resistente à humidade e conta com uma excelente colagem sem primário.

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