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    dstgroup actualiza, já a partir de Janeiro, valor do salário mínimo para 800 euros

    O dstgroup arranca 2023 com o anúncio da subida do salário mínimo em vigor na empresa para 800 euros, superando o Salário Mínimo Nacional, estipulado por lei em760 euros para 2023, com o objectivo de combater a precariedade laboral, promover a captação e a retenção de talento e proporcionar bem-estar e qualidade de vida aos seus trabalhadores

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    O dstgroup arranca 2023 com o anúncio da subida do salário mínimo em vigor na empresa para 800 euros, superando o Salário Mínimo Nacional, estipulado por lei em760 euros para 2023, com o objectivo de combater a precariedade laboral, promover a captação e a retenção de talento e proporcionar bem-estar e qualidade de vida aos seus trabalhadores

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    *Imagem (José Teixeira, presidente do dstgroup)

    Já há um ano a empresa actualizou o salário mínimo para 740 em 2022 euros e volta, agora, a subir para 800 euros, valor ao qual se soma o subsídio de alimentação, seguro de vida, seguro de saúde e mais de 70 outros benefícios em diversas áreas, desde a saúde, desporto, bem-estar, educação e lazer, à disposição dos seus mais de 2600 trabalhadores.

    “Em 2023, o dstgroup volta a actualizar o salário mínimo acima do valor de lei com o objectivo de fazer mais e melhor. A nossa missão é oferecer novos e melhores benefícios aos nossos trabalhadores, mas também promover e melhorar a comunidade e a sociedade em que nos inserimos e, para isso, não podemos parar de fazer crescer os salários a uma velocidade maior do que a negociada em sede de concertação social”, refere José Teixeira, presidente do dstgroup.

    A pandemia provocou uma queda no rendimento dos portugueses e com a recente crise de inflação, o cenário poderá agravar-se. Por outro lado, o “objectivo da erradicação da pobreza não é uma missão apenas dos governos, mas também de quem, no sector privado, emprega, ou seja, dos empresários”, afirma o líder do grupo.

    “Queremos criar um movimento a partir deste corpo social, a partir deste Nós, um movimento que melhore a vida das pessoas. Só com melhores salários conseguiremos encontrar o caminho para o crescimento competitivo, para mobilizar os trabalhadores e garantir que contribuímos para o primeiro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: erradicar a pobreza”, acrescenta o responsável.

    O dstgroup tem apostado no desenvolvimento dos trabalhadores, não só através de salários mais adequados, mas também da aposta na cultura e na capacitação a partir da formação, criando parcerias com escolas profissionais, mas também com universidades, através das quais tem criado Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP), mestrados e doutoramentos exclusivos para os trabalhadores, pós-graduações em Gestão e em Filosofia para despertar e promover o espírito crítico e criativo dos seus trabalhadores, tornando o grupo mais competitivo e mais équo.

    No campus do dstgroup, os trabalhadores têm ao dispor um centro de saúde com consultas gratuitas de medicina geral, dentária e psicologia, uma biblioteca com milhares de obras, um restaurante com refeições variadas diariamente, serviço de manicure, dois campos de futebol, um campo de ténis, dois campos de padle, um circuito de manutenção, diversos espaços de descanso e lazer, nomeadamente spots artísticos que convidam à meditação, à contemplação, à leitura. Este investimento promove a relação laboral, a interacção e, acima de tudo, o bem-estar.

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    O novo EVlink Pro DC 180 kW da Schneider Electric

    Schneider Electric lança estação de carregamento rápido para veículos eléctricos que promove a electrificação dos edifícios, parques de estacionamento e frotas

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    A Schneider Electric, lança EVlink Pro DC 180 kW, uma solução de carregamento rápido para veículos eléctricos (VE) que maximiza a eficiência energética e minimiza os custos eléctricos. Em 2023, Portugal registou um aumento de 69% no número de utilizadores que carregaram os seus veículos em postos de carregamento de redes públicas. Com o carregamento rápido do EVlink Pro DC, que permite que os veículos atinjam os 80% de carga em apenas 20 minutos, é possível optimizar a utilização da energia do edifício e fazer os veículos de frota voltar à estrada mais rapidamente.

    Actualmente, o sector dos transportes representa 23% do consumo mundial de energia, e os edifícios 26%. Para alcançar os objectivos de neutralidade carbónica, é necessário acelerar a transição para a electrificação, de forma a permitir a adopção de mais energia limpa, como é o caso da energia solar nos telhados, para alimentar os edifícios e veículos. Ao combinar soluções eficientes de carregamento de veículos eléctricos e infraestrutura de distribuição eléctrica com software inteligente de gestão de energia – apoiado por uma rede de especialistas certificados em serviços de consultoria, no local e à distância –, os proprietários e operadores podem cumprir os seus objectivos de sustentabilidade, manter a fiabilidade da energia e oferecer uma experiência confortável aos condutores de VE.

    Integração perfeita para maximizar o controlo e a distribuição de energia
    O EVlink Pro DC integra-se perfeitamente com sistemas de gestão de carregamento, como o EcoStruxure EV Charging Expert, para distribuir de forma inteligente a energia do edifício para os postos de carregamento de veículos eléctricos em tempo real, o que garante a máxima eficiência e poupança de custos. O novo equipamento é também interoperável com sistemas de gestão de edifícios como o EcoStruxure Power Monitoring Expert e o EcoStruxure Building Operation, o que simplifica as operações diárias dos operadores de edifícios, consolidando todas as informações numa única solução. A solução também está certificada com múltiplos sistemas de gestão de carregamento de estações (CSMS), o que proporciona aos proprietários de edifícios e operadores de pontos de carregamento a liberdade de integrar e gerir um sistema de carregamento que se adapta às suas necessidades específicas, graças à visibilidade dos dados e à supervisão de back-end necessária para gerir eficientemente o seu sistema.

    “O EVlink Pro DC 180 kW tira partido da nossa longa experiência na distribuição eléctrica e no sector dos edifícios para oferecer uma abordagem inovadora de infraestrutura e carregamento de veículos eléctricos. O nosso compromisso com a interoperabilidade e a integração sem falhas significa que os operadores de edifícios e frotas ganham mais visibilidade, eficiência energética e controlo, enquanto os condutores têm acesso fácil a uma rede de postos de carregamento, uma melhoria muito necessária para a experiência geral de quem tem um VE,” afirma Patricia Pimenta, VP Home & Distribution Iberia da Schneider Electric. “Reforçados por uma rede mundial de técnicos com experiência dedicada, os clientes podem contar com uma experiência de eMobility melhorada em que podem confiar.”

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    Dstgroup abre candidaturas para os estágios de Verão

    Está de regresso a iniciativa que pretende aproximar os estudantes da actividade laboral do universo do grupo DST. A edição 2024 dos cursos de Verão prevê 50 vagas, direccionados para as diferentes áreas onde o grupo actua. Em 2023, o Dstgroup recebeu mais de 300 candidaturas para 32 estágios

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    O Dstgroup vai abrir 50 novas vagas para os estágios de Verão de 2024, que decorrerão de Junho a Setembro, com remuneração 820€/mês. Esta iniciativa tem como objectivo a abertura de portas para o universo da empresa a todos os jovens que estejam a frequentar qualquer tipo de ensino, seja profissional ou superior.

    O grande propósito do grupo liderado por José Teixeira, é potenciar a aproximação de estudantes ao contexto real de trabalho e à cultura da empresa, com o intuito de enriquecer os participantes a um nível pessoal e profissional.

    “A edição de 2024 dos estágios de Verão do Dstgroup conta com o amadurecimento de edições de anos anteriores e com novidades certamente enriquecedoras para todos os seus participantes. Queremos aproximar os estagiários das realidades, dos desafios do mundo do trabalho em pleno séc. XXI, em particular nas áreas em que actuamos, e demonstrar a nossa proposta de valor diferenciada. O nosso ADN assente na arte, na cultura, além da aposta na formação, em estratégias de bem-estar e de conciliação entre vida profissional e pessoal serão pontos chave a ser percepcionados pelos estagiários. Atingiremos o nosso objectivo se criarmos boa memória, para sermos vistos como a melhor escolha quando ingressarem no mundo do trabalho”, esclarece José Machado, director de Recursos Humanos do grupo.

    Os estágios estão direccionados para as seguintes áreas: Engenharias Civil, Electrotécnica, Electrónica Industrial e Computadores, Mecânica, Energias Renováveis, Telecomunicações e Informática; Gestão e Sistemas de Informação; mas também Mecânica Automóvel; Desenho Técnico e Maquinação; Preparação e Gestão de Obra; Soldadura Avançada e Técnico de Manutenção Industrial. Para além destas áreas em destaque, o grupo disponibiliza ainda vagas noutras áreas especializadas.

    Em 2023, o Dstgroup recebeu mais de 300 candidaturas e acolheu 32 estágios. Dos candidatos que já tinham o seu percurso escolar concluído, dois alunos transitaram para estágio curricular, um para estágio profissional e outro para contrato de trabalho.

     

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    Sotecnisol Power lança ferramenta para gestão de centrais fotovoltaicas

    Empresa lança plataforma que permite, entre outros, calcular rácios e comparativos de performance das centrais fotovoltaicas, contribuindo para uma maior poupança e redução na pegada de carbono

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    A Sotecnisol Power, empresa do sector de energia solar fotovoltaica, lançou a plataforma ROMA (Reporting, Operation and Maintenance Application), uma ferramenta que oferece aos clientes um acesso simplificado às informações operacionais das suas centrais fotovoltaicas, permitindo avaliar o seu rendimento e eficiência de uma forma muito intuitiva e prática.

    Com a crescente adopção de tecnologias de produção de energias limpas, como a energia solar, a gestão eficiente das centrais fotovoltaicas torna-se cada vez mais relevante. Neste contexto, a ROMA surge como uma solução eficaz para responder às crescentes necessidades dos clientes, que procuram maior eficiência e rapidez no fluxo da informação, por forma a garantir a melhor utilização das suas centrais fotovoltaicas.

    Através da ROMA, os utilizadores têm acesso a todas as características técnicas dos seus sistemas fotovoltaicos, incluindo dados de produção de energia e de performance, comparativos contratuais, históricos de facturação, gestão das manutenções preventivas, registo e quantificação de incidentes e relatórios de desempenho. Desta forma, os clientes têm a oportunidade de contribuir activamente para a redução das emissões de carbono, ao mesmo tempo que beneficiam de um sistema energético mais sustentável e economicamente vantajoso.

    Em média, os utilizadores de instalações fotovoltaicas equipados com a plataforma ROMA conseguem obter poupanças entre 40% e 70% na sua factura de energia eléctrica tradicional, dependendo do perfil de consumo da instalação.

    “Os sistemas fotovoltaicos são fundamentais para a transição para uma matriz energética mais sustentável e amiga do ambiente”, afirma Filipe Bello Morais, director geral da Sotecnisol Power. “Acreditamos que o acesso facilitado às informações operacionais destes sistemas é crucial para maximizar a produção de energia renovável e promover a sustentabilidade ambiental. Assim, a ROMA foi desenvolvida para que cada utilizador possa gerir, de forma consciente, a energia que produz e aproveite plenamente o potencial da sua central fotovoltaica”, acrescenta o responsável.

     

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    Porto quer integrar nos roteiros turísticos projectos de artistas e criativos locais

    Curated Porto integra, numa primeira fase, 13 projectos. Para a sua selecção foi lançada uma call aberta que considerou diferentes áreas de criatividade, bem como a necessidade de os espaços e ateliers estarem abertos ao público

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    A Câmara Municipal do Porto vai lançar, esta terça-feira, dia 9, um novo projecto municipal para promoção de negócios locais. Chama-se Curated Porto e integra, numa primeira fase, 13 projectos de artesãos, artistas e novos criativos, que se destacam pela criatividade, inovação, sustentabilidade e diversidade cultural.

    Para a selecção dos projectos foi lançada uma call aberta que considerou diferentes áreas de criatividade, bem como a necessidade de os espaços e ateliers estarem abertos ao público.

    Além disso, definiu-se como condição a implantação dos negócios em diferentes quarteirões da cidade, tendo sido privilegiados aqueles que se encontram fora do circuito da Baixa e Centro Histórico do Porto, que se enquadra no espírito da dispersão dos fluxos turísticos pela cidade, que se preconiza nos oito quarteirões turísticos, recentemente apresentados

    “O Curated Porto surge como uma resposta à crescente procura por experiências turísticas autênticas, responsáveis e diferenciadoras. A organização de roteiros que contemplam esta oferta pretende não só responder a novas exigências de residentes e visitantes, mas também contribuir para o desenvolvimento da cidade através de um turismo mais consciente”, assinala Catarina Santos Cunha, vereadora do Turismo e Internacionalização.

    O projecto é apoiado pelo Turismo de Portugal e está acordado uma parceria com o Curated Porto para o lançamento de um episódio por semana, com cada um dos 13 artistas envolvidos no programa.

    Durante a tarde, está agendada uma conferência que versará sobre a influência do Turismo Criativo para a dinamização da economia local, o desenvolvimento sustentável e a captação de novos segmentos.

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    VELUX reforça eliminação progressiva dos combustíveis fósseis em 2023

    As emissões da cadeia de valor diminuíram 21%, principalmente devido a uma diminuição dos volumes causada pela persistência de condições macroeconómicas pouco favoráveis, mas também devido aos esforços para adquirir e implementar materiais com menos carbono nos produtos VELUX. Neste campo, o objetivo é uma redução de 50% até 2030

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    A VELUX revelou, esta quinta-feira, ter atingido, no final do ano passado, “marcos históricos em direção aos seus ambiciosos objetivos de sustentabilidade”. Em comunicado, a empresa garantiu 100% de eletricidade renovável documentada e reduziu as emissões de dióxido de carbono equivalente das suas operações em 16% em relação a 2022 (nos âmbitos 1 e 2) e para mais de metade em relação a 2020 (de 52 000 toneladas de CO2e em 2020 para 23 000 toneladas em 2023). Este feito coloca a VELUX no caminho certo para atingir o seu objetivo de reduzir em 100% este gás até 2030.
    A utilização de eletricidade renovável documentada a 100% é conseguida através de uma combinação de contratos de aquisição de energia renovável (CAE), instalações solares fotovoltaicas no local e a compra de certificados de eletricidade renovável em países onde os CAE ainda não são viáveis.

    As emissões da cadeia de valor diminuíram 21%, principalmente devido a uma diminuição dos volumes causada pela persistência de condições macroeconómicas pouco favoráveis, mas também devido aos esforços para adquirir e implementar materiais com menos carbono nos produtos VELUX. Neste campo, o objetivo é uma redução de 50% até 2030.

    “Em 2023, integrámos totalmente a sustentabilidade na nossa estratégia empresarial porque é fundamental para a nossa atividade. Estou satisfeito por termos conseguido novas reduções nas nossas emissões operacionais de CO2 em 2023 e por termos atingido o nosso objetivo de eletricidade 100% renovável. A descarbonização do setor da construção é essencial e acreditamos que os nossos produtos e soluções podem contribuir para isso. Por outro lado, também estou satisfeito por termos aumentado o número de mulheres na gestão sénior para 33%. Iremos, naturalmente, continuar os nossos esforços para tornar a VELUX uma empresa diversificada e inclusiva”, afirma Lars Petersson, CEO do Grupo VELUX.

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    UHU lança nova solução “multifuncional” para projectos de construção

    A Poly Max High Tack Express, pode ser usada em ambientes “internos e externos, incluindo debaixo de água”, sendo adequada para “preenchimentos verticais, incluindo materiais pesados”, é de “elasticidade permanente e pintável” e “resistente a temperaturas extremas”

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    A UHU lançou uma nova solução multifuncional para projectos de construção. O Poly Max High Tack Express, sendo “multifuncional”, permite colar, fixar, vedar e reparar.

    Tendo como base a tecnologia SMP exclusiva, a nova solução permite “descartar inúmeras ferramentas”. “Este produto serve para colar, fixar e vedar quase todos os materiais (de construção) em quase todas as superfícies (tanto superfícies lisas, porosas como não porosas)”, refere a marca.

    A Poly Max High Tack Express, pode ser usada em ambientes “internos e externos, incluindo debaixo de água”, sendo adequada para “preenchimentos verticais, incluindo materiais pesados”, é de “elasticidade permanente e pintável” e “resistente a temperaturas extremas”, (entre os -40º e +100ºC).

    Além disso, a cola não contém solventes nem ácidos e a sua embalagem é reciclável.

    A UHU é, desde 1994, uma empresa pertencente ao Bolton Group com implantação a nível mundial e detentora de uma vasta gama de marcas, entre os mais variados sectores, como o alimentar, produtos de limpeza, artigos de higiene e cosmética, colas e adesivos assim como produtos químicos.

    Na Divisão de Colas do Bolton Group estão reunidas diversas marcas bem conhecidas dos consumidores como a UHU, Bison, Imedio, Bostik. Na Divisão de Produtos Químicos, destacam-se a Griffon, CFS e Airmax.

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    Viúva Lamego apoia exposição monográfica de Bela Silva no Brasil

    O mais recente trabalho de Bela Silva desenvolvido na fábrica-atelier portuguesa, onde detém uma residência artística há mais de 25 anos, vai estar patente no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, edifício projectado pelo arquitecto Óscar Niemeyer

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    Numa iniciativa que pretende continuar a assinalar os 175 anos da Viúva Lamego, celebrados em 2024, a marca portuguesa de azulejos apoia aquela que é a primeira exposição monográfica da artista Bela Silva no Brasil, a partir de 6 de Abril.

    “Caminho Tropical” vai estar patente no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, edifício projectado pelo arquitecto Óscar Niemeyer e localizado na região metropolitana do Rio de Janeiro.

    O mais recente trabalho de Bela Silva desenvolvido na fábrica-atelier portuguesa, onde detém uma residência artística há mais de 25 anos, é uma “ode à fauna e flora”, à temática da natureza tão sempre bem representada no seu trabalho. A literatura brasileira serve ainda de “influência, de inspiração, reflectindo-se nas peças expostas”.

    A exposição desdobra-se em quatro painéis, cada um com 377 azulejos da centenária Viúva Lamego, aos quais se somam ainda esculturas cerâmicas, também elas produzidas na Viúva Lamego, e desenhos vários.

    Dos quatro painéis em exposição até ao final de Maio no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, um será oferecido à Prefeitura de Niterói e passará a ter morada permanente no novo centro eco cultural do Parque Orla de Piratininga.

    A oferta reforça a relação da Viúva Lamego com a arte pública, encarada como “veículo de integração das comunidades”, que une centros e periferias das grandes cidades.

    Da parceria entre Bela Silva e Viúva Lamego já nasceram obras emblemáticas, das quais são exemplo os painéis que integram a Estação do Metro de Alvalade, em Lisboa, bem como diversas outras residentes em colecções particulares espalhadas pelo mundo.

    A comemorar 175 anos de vida, empresa continua a apostar na relação “umbilical” que proporciona entre artistas e artesãos, promovendo uma proximidade sem igual na fábrica-atelier. Neste sentido, foi lançado um concurso para a realização de uma nova residência artística, dirigido a novos artistas e cujas candidaturas decorrem até 22 de Abril.

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    Luís Augusto reeleito presidente da ALF

    Eleições para os órgãos sociais determinam novo mandato para os responsáveis da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting. Na sua actividade a nível europeu, associação renova ainda vice-presidência da Federação Europeia de Factoring

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    A Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF) realizou as eleições dos órgãos sociais para o triénio 2024-2026 e reelegeu para a presidência Luís Augusto, do BNP Paribas Factor. Na vice-presidência foram eleitos Pedro Cunha, em representação do Santander, e Pedro Sobral, em representação da Leaseplan. Como vogais, Júlio Jacob do Novo Banco e Hugo Cardoso, do Millennium BCP.

    À frente da Mesa da Assembleia Geral mantém-se Isabel Barroso de Sousa, em representação do BPI, e, enquanto secretário, António Machado, do Banco Montepio.

    Fechando a composição do trio de órgãos sociais, no Conselho Fiscal foi eleito presidente Alexandre Santos, em representação da Caixa Geral de Depósitos, e como Vogais, Carla Camilo, em representação da De Lage Landen, e Ricardo Amaro, em representação da Leasys Mobility.

    Na sua actividade de associativismo a nível europeu, a representante em Portugal dos sectores do Leasing, Factoring e Renting, viu ainda ser renovada a sua função de vice-presidente da Federação Europeia de Factoring (EUF). Vitor Graça, secretário-geral da ALF, estará na equipa executiva liderada por Fausto Galmarini, da Assifact – Associazione Italiana per il Factoring, e Magdalena Wessel, da germânica Deutscher Factoring-Verband e.V.. Os membros que compõem a Federação Europeia de Factoring tomaram, no ano passado, quase 2,44 biliões de euros em facturas, o equivalente a mais de dez anos do PIB português.

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    Grupo MCA entrega parque fotovoltaico de 26,13 MW em Angola

    O parque, que representa um investimento de 38,8M€, é um dos sete parques solares fotovoltaicos, que o grupo português, em parceria com a Sun Africa, está a construir em angola. Uma vez concluídos irão totalizar uma capacidade de 370 megawatts e abastecer mais de dois milhões de pessoas 

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    O Ministério da Energia e Águas (MINEA) inaugurou esta semana o Parque Fotovoltaico de Saurimo, em Angola, construído pelo grupo MCA, com uma potência instalada de 26,13 megawatts (MW) que irá produzir electricidade “verde” para abastecer mais de 170 mil pessoas. Esta integração permitirá um maior aproveitamento conjunto da produção da central hídrica de Chicapa, que, em parceria com a nova central fotovoltaica, irá conduzir a uma redução significativa de consumo de diesel devido ao menor funcionamento das centrais térmicas.

    O projecto construído pelo grupo português MCA, em consórcio com a norte americana Sun Africa, para o Governo de Angola, faz parte de um conjunto de sete parques solares fotovoltaicos, totalizando uma capacidade de 370 megawatts (MWp). (Leia mais aqui sobre o projecto) Esta energia é suficiente para fornecer mais de dois milhões de pessoas, com a particularidade de ser uma energia “limpa”, evitando a emissão de mais de 900.000 toneladas de CO2 por ano.

    Manuel Couto Alves, chairman do grupo MCA, considera que “desde o início que abraçamos com grande entusiasmo a estratégia do governo angolano de electrificação do país. Além de ser um grande desafio operacional, identifica-se com a nossa cultura empresarial. A conclusão de mais esta etapa neste grande projecto, composto por sete parques fotovoltaicos, é um orgulho para nós. Demonstra, uma vez mais, a qualidade dos nossos serviços e das pessoas MCA, que todos os dias contribuem para construir um mundo melhor.

    Nos projetos em que estamos envolvidos, utilizamos a melhor tecnologia, aplicamos as melhores soluções de energia limpa para contribuirmos para melhoria da qualidade de vida das comunidades”, conclui o fundador da MCA.

    Inserido no Plano Angola 2025 do governo local, o projecto de electrificação de zonas rurais tem como objectivo diversificar a matriz energética do país e contribuir para a redução anual de emissões poluentes em cerca de um milhão de toneladas de dióxido de carbono. As províncias de Benguela, Huambo, Bié, Lunda-Norte (em Lucapa) e Moxico (em Luena) deverão ter os parques operacionais até ao final deste ano.

    Com um custo de 38,8 milhões de euros, a empreitada agora entregue, comporta um total de 44.850 painéis solares e irá produzir mais de 49.000 MWh/ano. De forma a escoar a energia produzida, será construída uma linha de média tensão de 15 kV que fará a ligação entre o parque solar e posto de secionamento que estará preparado para as futuras ligações dos postos de secionamento de Tchicumina, Nhama e a interligação da linha da Hidrochicapa. Esta solução permite uma poupança de mais de 19 milhões de litros de combustível por ano e reduz emissões de mais de 68 toneladas de CO2 por ano.

    Em todos os projectos em que o Grupo MCA está envolvido são desenvolvidas iniciativas de responsabilidade social com impacto económico e social nas comunidades em que se inserem. Foram construídos mercados, pavilhões de formação, doadas cadeiras de rodas e dada formação nas escolas com a finalidade de consciencializar os mais jovens para cuidarem do planeta. Além disso, estão também a ser formados carpinteiros que reutilizam a madeira que transporta os painéis solares para a construção de mobiliário que está já a equipar escolas e unidades de saúde.

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    Cleanwatts organiza ciclo de webinars

    “Como podemos criar um contexto ainda mais favorável para expandir as CER na Europa?” é o nome da primeira sessão, agendada para esta quinta-feira, dia 4 de Abril, às 10h. As restantes estão agendadas para os dias 9 de Maio e 6 de Junho

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    A Cleanwatts em Portugal está a lançar uma série de webinars com o objectivo de “promover a literacia energética, empoderando consumidores e potenciais investidores” que queiram acelerar a transição energética.

    “É importante reforçar a acção de todos aqueles que querem fazer parte da transição energética, especialmente através da participação em Comunidades de Energia Renovável. Como pioneiros na sua implementação, queremos que estes webinars sejam um espaço para capacitar os participantes, quer sejam indivíduos ou grupos, do setor público ao privado”, afirma Aron Lazarchick. head of Growth da Cleanwatts.

    “Como podemos criar um contexto ainda mais favorável para expandir as CER na Europa?” é o nome da primeira sessão, agendada para esta quinta-feira, dia 4 de Abril, às 10h.

    Um dos destaques do primeiro webinar é a apresentação de um relatório da Frank Bold sobre as Comunidades de Energia Renovável na Europa, com um olhar especial sobre a posição única de Portugal. O documento dispõe igualmente de um conjunto de recomendações para reforçar a legislação relativa às CER no espaço europeu.

    No dia 9 de Maio, novo webinar com a participação da plataforma de investimento colaborativo, Goparity. A 6 de Junho, é a vez de o webinar contar com a participação da Local Energy Markets Alliance para discutir o tema da integração na rede das Comunidades de Energia Renovável e que vai abordar, também, a forma como as CER podem, efectivamente, ter um papel positivo para a rede e como a colaboração com os operadores é um factor-chave para que este modelo de produção descentralizada de energia é uma alternativa a mais investimentos em infraestruturas e pode tornar a energia mais barata para todos.

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