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    Habitação passa a ministério com remodelação no Governo

    Para o presidente da APPII, “numa altura crucial para o país, a criação pela primeira vez, de um Ministério dedicado à habitação, é o reconhecimento – por parte deste executivo – da importância da habitação para o país e sobretudo para os portugueses”

    Ricardo Batista
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    Habitação passa a ministério com remodelação no Governo

    Para o presidente da APPII, “numa altura crucial para o país, a criação pela primeira vez, de um Ministério dedicado à habitação, é o reconhecimento – por parte deste executivo – da importância da habitação para o país e sobretudo para os portugueses”

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    Marina Gonçalves, até agora secretária de Estado da Habitação, passa a ser a nova ministra da tutela, naquela que é uma das alterações mais significativas da orgânica do Governo, a reboque da crise provocada pela demissão de Pedro Nuno Santos do Ministério das Infraestruturas e Habitação.

    O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, aceitou a proposta do primeiro-ministro para, no fundo, avançar com a separação das pastas das Infraestruturas e da Habitação em dois novos ministérios, sendo que João Galamba, até agora secretário de Estado do Ambiente e da Energia, assume o outro ministério.

    António Costa decidiu escolher “duas pessoas que por terem experiência governativa, darem garantias e estarem habituadas às práticas burocráticas, não serão um fator de pausa, mas sim de energia renovada na execução do investimento público nas infraestruturas e na habitação. Os meus governos tiveram sempre um bom equilíbrio. Dos 55 membros do Governo, cerca de um terço não tinham exercido qualquer cargo político”. “Marina Gonçalves imprimiu uma boa dinâmica à política de habitação. Quando relançámos a política de habitação, que não existia, começámos pelas fundações. Marina Gonçalves tem condições para continuar com esta política”, assegurou o primeiro-ministro, que acrescenta que “é essencial execução ao que está em curso. Decidi escolher duas pessoas que por terem experiência governativa, darem garantias e estarem habituadas às práticas burocráticas, não serão um fator de pausa, mas sim de energia renovada na execução do investimento público nas infraestruturas e na habitação. Os meus governos tiveram sempre um bom equilíbrio. Dos 55 membros do Governo, cerca de um terço não tinham exercido qualquer cargo político”.

    Quem já reagiu a esta decisão foi a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários. Para o presidente da APPII, “numa altura crucial para o país, a criação pela primeira vez, de um Ministério dedicado à habitação, é o reconhecimento – por parte deste executivo – da importância da habitação para o país e sobretudo para os portugueses. A APPII acredita que com este importante passo, o governo possa concretizar rapidamente medidas concretas na resolução dos grandes problemas da habitação em Portugal, a começar pela implementação de políticas para a habitação acessível”. Segundo Hugo Santos Ferreira, “a criação do Ministério da Habitação vai permitir colocar finalmente os grandes problemas da habitação no topo da agenda do governo. Este é o momento para concretizar as soluções já identificadas no passado recente para resolver esses problemas. A APPII, como membro do Conselho Nacional de Habitação, continua disponível para prosseguir o trabalho positivo que havíamos iniciado com a então Secretária de Estado, agora Ministra Marina Gonçalves”.

    “Na nossa opinião a atual ministra conhece bem os problemas e desafios que a habitação enfrenta, fruto do trabalho de proximidade que sempre pautou a sua atuação junto das várias entidades do setor. Nesse sentido, acreditamos que reúne as condições para manter o trabalho que iniciou na resolução dos problemas para a criação de mais habitação acessível, tanto pela via pública como pela via privada, como seja a eliminação da burocracia e do caos do licenciamento urbanístico para assim colocar mais casas, de forma mais rápida e mais barata no mercado”.

    Sobre o autorRicardo Batista

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    Lisboa realiza o 2.º Encontro do Laboratório de Dados Urbanos

    Este segundo encontro contempla a apresentação de 23 projectos que incluem trabalhos realizados pela comunidade científica em resposta aos desafios LxDataLab, O objectivo é traçar um “retracto real” da capital em áreas como a mobilidade, o ambiente, a economia, ou a governança

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    A Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai realizar o 2.º Encontro do Laboratório de Dados Urbanos de Lisboa (LxDataLab), amanhã 28 de Maio. Esta iniciativa é desenvolvida pelo Centro de Gestão e Inteligência Urbana de Lisboa (CGIUL), departamento do município que impulsiona iniciativas Smart Cities, em parceria com 19 universidades e instituições de ensino superior e investigação científica, no âmbito de protocolos de colaboração estabelecidos entre o município e as diferentes instituições parceiras.

    O evento tem como objectivo apresentar os projectos desenvolvidos por alunos para resolução de desafios apresentados pelo município, tais como: indicadores de tráfego, movimentação de pessoas em zonas de diversão, detecção de coberturas verdes em edifícios da cidade, entre outros. A academia beneficia do acesso a dados reais sobre a cidade e a CML tem a oportunidade de testar soluções analíticas capazes de promover a inovação, eficácia e proatividade nos serviços prestados ao cidadão.

    Este segundo encontro contempla a apresentação de 23 projectos que incluem trabalhos realizados por alunos em resposta aos desafios LxDataLab, outros trabalhos realizados nas universidades parceiras com relevância para o município e trabalhos de analítica dinamizados pelas equipas internas da autarquia. Algumas das áreas em destaque são a mobilidade, o ambiente, a economia, a governança, entre outras.

    Mais de 230 investigadores e alunos universitários participaram nos 34 desafios lançados pelo município, até ao momento.

    Para a vereadora Joana Almeida, responsável pelo pelouro da Cidade Inteligente do município, “a colaboração com a academia é muito importante para alcançarmos o retracto fidedigno da capital, resultante da analítica de dados, e encontrarmos soluções para uma gestão eficaz e inteligente que corresponda às necessidades dos cidadãos”.

     

     

     

     

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    Prata Riverside (Créditos: Ricardo Oliveira Alves)

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    Quintela e Penalva e VIC Properties apresentam em Londres oportunidades de investimento imobiliário

    Esta acção, que ocorreu na sede da Knight Frank, em Londres, contou com a presença das equipas especializadas no segmento prime, onde a procura por parte dos clientes passa principalmente pela identificação de factores como segurança, estabilidade social e económica, estilo e custo de vida, e ainda sustentabilidade do mercado imobiliário

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    Foi a pensar no interesse dos mercados internacionais, sobretudo no segmento premium e super premuim, que a Quintela e Penalva e a promotora Vic Properties fizeram em Londres uma apresentação do mercado português e das oportunidades de investimento.

    Esta acção, que ocorreu na sede da Knight Frank, em Londres, e que foi coordenada pelo Private Office, contou com a presença das equipas especializadas no segmento prime, onde a procura por parte dos clientes passa principalmente pela identificação dos seguintes factores como elementos-chave para a escolha de Portugal para investimento: segurança, estabilidade social e económica, estilo e custo de vida, e ainda sustentabilidade do mercado imobiliário.

    “A alavancar estas qualidades já reconhecidas, está a capacidade do mercado português em surpreender a nível de produto, reposicionando a sua oferta com novos conceitos e uma qualidade de execução ao nível do melhor que se faz no mundo, mas com uma identidade muito nossa – que conquistam novos clientes estrangeiros, mas também o cliente nacional dos segmentos mais altos, sempre muito exigente e conhecedor”, afirma Marcos Drummond, sales director da VIC Properties.

    Por sua vez, Francisco Quintela salienta que “com a crescente sofisticação dos investimentos imobiliários, a internacionalização do mercado e o acompanhamento de clientes cada vez mais exigentes, esta apresentação, em Londres, permite-nos mostrar soluções à medida de cada cliente que procura no nosso País uma alternativa segura para si e para a sua família, bem como um destino de investimento maduro e com potencial de crescimento”.

    Para a VIC Properties “esta visita, em parceria com Quintela e Penalva | Knight Frank permitiu apresentar um portfolio de projectos adequados a uma cultura internacional garantida pelo know-how do serviço private das duas consultoras, que oferecem uma proposta inovadora de consultoria na construção de portfolios e identificação/tracking de clientes de elevado envolvimento financeiro, que não está condicionado às flutuações das taxas de juro”, afirma, ainda, Marcos Drummond.

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    Ponte D. Luis I (Porto)
    Créditos : DR

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    Mercado imobiliário no Porto acelera mas oferta condiciona crescimento

    Mercado imobiliário no Porto regista novos máximos históricos, revela “Porto Market Update” da Cushman & Wakefield. As perspectivas da consultora apontam para um acelerar da actividade imobiliária na região, em linha com as perspectivas de recuperação económica apontadas para a região durante 2024 e 2025

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    A mais recente edição do “Porto Market Update”, estudo desenvolvido pela Cushman & Wakefield, veio revelar que o mercado imobiliário na região do Grande Porto registou novos valores recorde em vários segmentos, com destaque para o sector residencial (venda/arrendamento de imóveis) e sector do retalho, com as rendas prime a serem corrigidas “em alta” desde 2023 e durante o primeiro trimestre de 2024, em todos os segmentos, nomeadamente no comércio de rua. Estudo destaca a resiliência do sector, que se mantém condicionado pela escassez de oferta na região.

    As perspectivas da consultora, no entanto, apontam para um acelerar da actividade imobiliária na região, em linha com as perspectivas de recuperação económica apontadas para a região durante 2024 e 2025.

    De acordo com Andreia Almeida, associate director, head of Research & Insight, Cushman & Wakefield “à semelhança da tendência verificada a nível nacional, assim como em todos os mercados europeus, o investimento imobiliário institucional na Área Metropolitana do Porto (“AMP”) registou quebras homólogas em 2023 e início de 2024. Apesar disso, numa geografia em que acresce a maior escassez de oferta de activos para este tipo de investimento, a quebra homóloga de 17% nos últimos 16 meses demonstra uma maior resiliência da região comparativamente com o mercado a nível nacional, que registou neste período uma contracção de 36%”, afirma.

    Escritórios com tendência de recuperação
    Por influência da conjuntura económica vivida em 2023 e do impacto do trabalho híbrido na ocupação de espaços de escritórios, o mercado de escritórios do Grande Porto registou uma quebra de 14% dos volumes de ocupação no ano transacto, tendo sido transaccionados 50.050 m². Contudo, é de notar que, por um lado, este valor foi atingido apesar de uma significativa falta de oferta nova de qualidade; e, por outro, esta quebra foi significativamente inferior à registada na Grande Lisboa (- 59%). Adicionalmente, e à semelhança da capital, o Porto registou, já nos primeiros quatro meses de 2024, uma tendência de recuperação, com a absorção a atingir os 21.280 m², um crescimento homólogo de 82%.
    O maior negócio dos últimos 16 meses correspondeu à ocupação integral dos 7.820 m² do Boavista Office Center (BOC) pelo operador nacional de flex offices LACS. Seguiram-se dois pré- arrendamentos confidenciais, nomeadamente de 5.650 m² no projecto ICON Offices e de 4.300 m² no Lionesa Business Hub. Relativamente a 2024, a maior transacção até ao momento corresponde ao arrendamento da totalidade (3.950 m²) do Matosinhos Office Centre a uma empresa de consultoria.

    Desde meados do ano passado, a taxa de desocupação tem vindo a registar ligeiros aumentos, encontrando-se actualmente nos 9,3%, 0,2% pontos percentuais (p.p.) acima de 2023. Para isso, tem contribuído a conclusão de alguns edifícios que contam ainda com alguma área disponível para ocupação. Desde 2023 foram concluídos 53.700 m², dos quais 35% ainda se encontram por ocupar.

    Retalho com escassez de oferta
    A Área Metropolitana do Porto agrega o segundo maior volume de oferta de conjuntos comerciais em Portugal, contando com mais de 30 projectos e 848.000 m² de ABL. Este valor representa 29% da área total nacional, somente ultrapassada pela Área Metropolitana de Lisboa com 48%. Os concelhos de Vila Nova de Gaia e Matosinhos têm a maior concentração de oferta da região, com
    220.000 m² de ABL cada; sendo o formato de centros comerciais o mais representativo, com 86%. Recentemente, foi inaugurado o único projecto previsto para os para os próximos 3 anos nesta região, o Arcos Retail Park (Santo Tirso) com 6.600 m² de ABL.

    Apesar da procura de retalho agregada pela Cushman & Wakefield evidenciar uma evolução díspar entre 2023 e os primeiros quatro meses de 2024, em termos agregados registaram-se 235 novas aberturas, 22% acima do período homólogo; antecipando-se que as recentes aberturas nos projectos Arco Retail Park e Time Out Market Porto venham a contribuir para inverter a quebra registada em 2024 já durante a primeira metade do ano. Durante o período em análise o comércio de rua manteve a primazia, contabilizando 71% das aberturas, das quais um quinto na zona da Baixa; seguindo-se os centros comerciais com 14%. Por seu lado, o sector de restauração continuou a dominar, representando perto de metade do número de transacções, destacando-se as expansões da Padaria Portuguesa e da Jeronymo com três lojas cada; com o retalhista alimentar My Auchan a ser o mais ativo, contabilizando 5 novas aberturas no concelho nos últimos 16 meses.
    Por influência do aumento da procura e escassez de oferta, as rendas prime de retalho têm vindo a ser corrigidas em alta em todos os segmentos desde 2023.

    Industrial & Logística com projectos “à medida”
    Após um máximo histórico em 2021, a actividade ocupacional do mercado de industrial & logística no Grande Porto estabilizou nos dois últimos anos, tendo em 2023 sido transaccionados 113.500 m², 1% acima do ano anterior. Contudo, o primeiro trimestre de 2024 evidenciou um expressivo aumento do volume de absorção, nomeadamente de 79% em termos homólogos, para os 58.500 m².
    Entre os maiores negócios registados no período em análise encontra-se a futura ocupação pelo Aldi de uma unidade logística com 41.400 m², em Santo Tirso; a aquisição dos 29.000 m² do edifício Itron em Vila Nova de Famalicão; e o pré-arrendamento integral dos 16.600 m² do Gandra North Green Logistics Park pela Olicargo. Adicionalmente, manteve-se a maior prevalência de operações de venda ou arrendamento, com 63%, comparativamente com projectos à medida do ocupante.
    O maior dinamismo do sector continua a fomentar o desenvolvimento de novos projectos, com as principais conclusões recentes a corresponderem ao Ermida Park da Logicor, com 30.600 m², e ao Invicta Park, com 24.300 m².

    Hotelaria em recuperação
    Durante o ano 2023, a actividade turística no Grande Porto observou índices de recuperação alinhados com a tendência nacional, os quais se mantiveram no início do ano corrente.
    Em 2023, o número de dormidas no segmento hoteleiro aumentou em 22%, para 4,5 milhões; com o RevPAR a situar-se nos €86,8 e a taxa de ocupação nos 69,9%. O primeiro trimestre de 2024 indicia uma manutenção desta tendência, com novos crescimentos homólogos, nomeadamente 12% nas dormidas, 8% no RevPAR e 1 p.p. na taxa de ocupação.
    A cidade do Porto conta actualmente com mais de 170 estabelecimentos hoteleiros, num total de 10.800 quartos. Face ao maior investimento em projectos de categoria superior ao longo dos últimos anos, perto de metade das unidades de alojamento encontra-se em projectos de 4 estrelas, seguindo- se os 5 estrelas com 24%.
    Desde 2023 a cidade conta com 20 novas unidades hoteleiras, num total de 1.200 quartos, com as categorias de 4 e 5 estrelas a manterem o domínio, nomeadamente com 37% e 33%. A oferta futura estimada para os próximos 3 anos totaliza 6 hotéis num total de 500 quartos, não havendo visibilidade sobre a categoria da maioria.

    Residencial
    Num enquadramento de aumento das taxas de juro e deterioração do poder de compra, ao longo dos últimos 12 meses o mercado de compra e venda de apartamentos no Porto verificou uma retracção do volume de transacções, embora com aumento dos preços médios, segundo os dados do SIR / Confidencial Imobiliário.
    Comparativamente com o mesmo período do ano anterior, o preço médio pedido subiu 20%. Quanto à procura, houve uma nova queda acentuada de 18% no número de fogos vendidos, contraposta por um aumento nos valores transaccionais, que aumentaram 15% para €3.240/m². Todas as zonas registaram incrementos homólogos, com a zona da Foz a retomar a liderança, com um novo máximo histórico2 de €4.060/m². Apesar de manterem o preço médio mais baixo, também as zonas Periféricas registaram um novo recorde, com €2.780/m².

    Durante o período analisado, foram transaccionados, no Grande Porto, 226 milhões euros em imobiliário comercial, dos quais 38 milhões de euros entre Janeiro e Abril de 2024. À semelhança da tendência verificada em Portugal, o mercado contou com um peso dos investidores internacionais de 66% do volume transaccionado.
    Com uma dezena de negócios registados nos últimos 16 meses, o se tor de retalho retomou a liderança, representando 41% do total investido com 93 milhões de euros. Seguiu-se o segmento de alternativos, que atraiu 24% do volume transaccionado com 55 milhões de euros; e o sector de hotelaria, que contabilizou 20% do total transaccionado. Por seu lado, o sector de industrial & logística manteve um peso reduzido (9%); ainda assim seguido do sector de escritórios, que atraiu somente 5% do valor total investido, com uma única transacção.

    Face ao enquadramento económico internacional, as yields prime registaram aumentos transversais em 2023, tendo-se mantido estáveis no primeiro trimestre de 2024, encontrando-se actualmente nos 5,75% no comércio de rua, 6,00% em industrial & logística, e 6,75% nos centros comerciais e escritórios.

     

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    Coldwell Banker lança nova solução build-to-rent no centro de Lisboa

    O Palma Lofts, composto por 14 unidades habitacionais de tipologias T0, T0 duplex (studios) e T1, começa com preços desde os 1,250 euros e áreas entre os 30 e os 44 m2, totalmente equipadas e mobiladas

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    A Coldwell Banker Portugal, através da sua franquiada Coldwell Banker Luxus, acaba de lançar os Palma Lofts, um build to rent da imobiliária em Portugal. Fruto da reabilitação de um edifício histórico, este será o primeiro de outros projectos que a rede pretende adicionar ao seu portfólio.

    O Palma Lofts, localizado na Cidade Universitária, é o resultado de um trabalho de reabilitação de um edifício cuja vestígios de construção remontam a 1208, que foi  “cuidadosamente” renovado para preservar o seu espírito de comunidade e manter elementos arquitectónicos originais, como os tons de amarelo e azul típicos que identificam a zona.

    O projecto, composto por 14 unidades habitacionais de tipologias T0, T0 duplex (studios) e T1, começa com preços desde os 1,250 euros e áreas entre os 30 e os 44 m2. Todas as propriedades são entregues totalmente equipadas e mobiladas, incluindo um serviço de limpeza. Inicialmente, estarão disponíveis três imóveis para arrendamento, com as restantes unidades a serem disponibilizadas progressivamente.

    Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker Portugal, destaca a importância destes novos modelos de habitação afirmando que, “acreditamos firmemente que todos os operadores do sector imobiliário devem trabalhar em conjunto para encontrar soluções que aumentem a oferta de habitação, como é o built-to-rent. Estamos a assistir a uma mudança de paradigma, onde os clientes procuram soluções prontas a habitar para arrendamento, como os Palma Lofts, que oferecem apartamentos totalmente equipados e mobilados, com serviços associados”.

    O modelo built-to-rent, já estabelecido em países como Inglaterra, Suíça, Áustria e Alemanha, começa agora a ganhar terreno em Portugal, como resposta à “crescente necessidade de habitação”, atraindo a atenção de investidores privados e grandes entidades públicas.

    No que diz respeito à sua actividade, a Coldwell Banker Portugal registou o seu melhor trimestre no início de 2024 desde que iniciou actividade em Portugal, tendo já alcançado 50% dos objectivos a nível de aberturas para este ano.

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    Empreendimento ‘Vivva Setúbal’

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    Primeiro projecto do The Edge Group em Setúbal já está em comercialização

    ‘Vivva Setúbal’ com uma área total de construção de cerca de 20 mil metros quadrados (m2), contempla 237 apartamentos de tipologias T1 a T4 e penthouses, com valores entre os 237 mil euros e os 660 mil euros

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    O empreendimento ‘Vivva Setúbal’, com uma área total de construção de cerca de 20 mil metros quadrados (m2), contempla 237 apartamentos de tipologias T1 a T4 e penthouses, com áreas entre 62 m2 a 165 m2 e com valores entre os 237 mil euros e os 660 mil euros.

    Com uma arquitectura contemporânea e um design “sofisticado”, com linhas limpas e uma palete de cores neutras, os apartamentos destacam-se pelas “amplas” janelas panorâmicas, terraços, varandas e jardins privativos que “optimizam” a entrada de luz natural, onde se pode contar, ainda, com estacionamento privativo e piscina.

    A empreitada estará a cargo da empresa Ageiron, uma empresa do universo da promotora, com um prazo de conclusão para o final do segundo trimestre de 2026. Dividida em três fases, a primeira consiste na construção do arruamento intitulado de ‘Rua Particular’, infraestruturas viárias, acessos ao terreno, passeios, ciclovias, muros periféricos, construção dos edifícios 1 e 2, respectivas caves e, espaço lúdico correspondente à área da cave desses edifícios.

    A segunda fase inicia com a construção dos edifícios 3 e 4, respectivas caves, espaço lúdico correspondente à área da cave desses edifícios e a terceira fase prossegue com a construção dos edifícios 5, 6 e 7.

    Além do empreendimento, serão, também, feitas alterações ao nível rodoviário. Neste sentido, está prevista a implantação de uma “praça de ligação entre a rotunda dos quatro caminhos e a Avenida do Alentejo” e um “passeio pedonal/ciclovia e faixa verde, do lado nascente da Avenida Pedro Álvares Cabral”.

    Além da componente residencial, o novo espaço vai contar com uma zona central onde vão poder encontrar-se áreas de “piscina exterior, espelho de água, parque infantil, zona de fitness e jardins”, explica o documento da proposta.

    Apresentado pela primeira vez em 2012, enquanto ‘Setúbal Center’, o projecto sofreu, entretanto, algumas alterações, nomeadamente a redução de área de construção e do número de apartamentos, além de, obviamente, ter adoptado uma nova designação. Neste sentido, o empreendimento passou de quase 30 mil m2 para 20 mil m2 e de 277 apartamentos para os actuais 237.

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    Home Tailors comercializa projecto Casa dos Azulejos

    Em fase de construção, o projecto conta com seis moradias e são parte integrante do empreendimento Corte-Real, localizado numa área rural e ribeirinha de baixa densidade com cerca de 20 hectares e onde metade é constituída por uma floresta de sobreiros e pinheiros

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    O Departamento de Development and Corporate da Home Tailors Real Estate encontra-se a comercializar o projecto Casa dos Azulejos situado em Sarilhos Pequenos, na Moita.

    Em fase de construção, o projecto conta com seis moradias T4 com 160 metros quadrados (m2) de área bruta, terraço, jardim, dois lugares de garagem e arrecadação e são parte integrante do empreendimento Corte-Real, localizado numa área rural e ribeirinha de baixa densidade com cerca de 20 hectares e onde metade desta superfície é constituída por uma floresta de sobreiros e pinheiros.

    “As Casas dos Azulejos são moradias verdadeiramente únicas com um design contemporâneo muito diferenciador. Trata-se de um projecto com qualidade de excelência, situado num local verdadeiramente paradisíaco e muito próximo de Lisboa”, segundo David Carapinha, CEO & Founder da Home Tailors Real Estate.

    A funcionalidade das moradias Casas dos Azulejos foi pensada ao pormenor apresentando soluções como acesso directo desde o hall de entrada ao escritório e acesso individual para a cave, separando-se assim as áreas mais funcionais dos espaços sociais e privativos.

    A área social de cada moradia foi projectada em formato open space de forma a maximizar a ligação entre este espaço e o exterior. Todas as moradias apresentam design contemporâneo com amplas janelas e acabamentos e materiais de alta qualidade.

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    Recuperação das vendas de casas provoca subida de preços

    Os preços das casas aumentaram 1,5%, face a Março. Um aumento que é explicado pela recuperação das transacções, que de acordo com a Confidencial Imobiliário aceleraram entre Fevereiro e Abril. Neste período terão sido transaccionadas 36.200 casas em Portugal Continental. Mais 10% face à média de 33.000 fogos vendidos por trimestre em 2023 

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    Em Abril os preços das casas aumentaram 1,5% face a Março, invertendo a tendência de estabilização observada ao longo dos últimos meses. A taxa de variação mensal é apurada através do Índice de Preços Residenciais para Portugal Continental, da Confidencial Imobiliário, o qual incide sobre os valores efectivos de transacção.

    No último ano e meio, em reflexo do abrandamento nas transacções de habitação, os preços mostraram maior resistência nas subidas, com taxas de variação mensal quase sempre inferiores a 1,0%. Ao longo deste período, esta é a uma das excepções com valorização mensal acima desse patamar, invertendo o ciclo de variações residuais especialmente visível desde o Verão do ano passado.

    Este comportamento de reactivação das subidas dos preços é já evidente na taxa de valorização homóloga do Índice de Preços Residenciais. Em Abril, esse indicador atingiu 10,6%, em recuperação face aos 9,6% de Março. Mês em que a valorização homóloga foi a menor em quase três anos, consolidando uma trajectória de perda de intensidade que levou as subidas de preços a passarem da ordem dos 19,0% para menos de 10,0% no espaço de um ano e meio.

    Esta nova subida de preços reflecte uma recuperação das transacções, que no período acumulado de Fevereiro e Abril terão voltado a acelerar. De acordo com as projecções da Confidencial Imobiliário a partir dos dados reportados ao Sistema de Informação Residencial, SIR, neste período terão sido transaccionadas 36.200 casas em Portugal Continental. Isso traduz um aumento da ordem de 10% face à média de 33.000 fogos vendidos por trimestre em 2023 e confirma a tendência de recuperação das vendas já sinalizada no 1º trimestre deste ano, conforme as estimativas do SIR.

    “No contexto do desagravamento das condições de acesso ao crédito e de regresso progressivo da fatia da procura que foi mais penalizada pelo aumento dos juros, a perspectiva é de recuperação da dinâmica da procura e consequente estímulo da valorização do mercado”, comenta Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário. “Esta é uma realidade que começa a dar maior confiança aos operadores do mercado, que estão agora mais optimistas quanto à possível evolução das vendas e ao impacto na subida de preços, conforme mostram os últimos inquéritos de confiança Portuguese Housing Market Survey”.

    Nos últimos três meses, entre Fevereiro e Abril, as casas em Portugal Continental foram vendidas por uma média de 2.412€/m2, posicionando-se em 3.386€/m2 no segmento de habitação nova e 2.298€/m2 na usada.

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    Pujolinvest lança novo projecto com investimento de 22M€ (c/ galeria de imagens)

    O Alfama 83, que está a ser alvo de um “minucioso” processo de reabilitação, num projecto da EntrePlanos e engenharia da A2P, deverá estar concluído no primeiro trimestre de 2025

    Na sua totalidade para uso de hab

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    O Alfama 83, localizado no bairro lisboeta que lhe dá o nome, iniciou a sua comercialização. Promovido pela Pujolinvest, o edifício está a ser alvo de um “minucioso” processo de reabilitação, num investimento de 22 milhões de euros. A obra deverá estar concluída no primeiro trimestre de 2025.

    Na sua totalidade para uso de habitação, o edifício tem 3.100 metros quadrados (m2) de área bruta de construção, é constituído por 13 apartamentos em cinco pisos, com tipologias de T1 a T4 e dois Duplex.

    Para além dos apartamentos, os residentes dispõem de espaços comuns de lazer e trabalho, como ginásio equipado, sauna, parqueamento de bicicletas, sala de reuniões e espaço de co-working.

    No último piso, os residentes têm, ainda, acesso livre a um espaço designado de “vista navios”, com vista panorâmica sobre o Rio Tejo.

    Com projecto de arquitectura do gabinete EntrePlanos e a engenharia a cargo da A2P, o Alfama 83 situa-se na confluência da Rua de São João da Praça e do Largo do Marquês do Lavradio, a dois minutos a pé da Doca da Marinha.

    Com o objectivo de “homenagear” as tradições e cultura lisboetas, a Pujolinvest retirou e classificou mais de 16 mil azulejos do século XVIII para os reinstalar posteriormente nos apartamentos e áreas comuns. Também a estrutura gaioleira pombalina do edifício, tectos em arco e abóbadas de tijolo burro foram preservadas.

    Com uma aposta clara na “reabilitação de edifícios históricos” na cidade de Lisboa, o Alfama 83 segue essa estratégia que, segundo Carlos Patrício, administrador da Pujolinvest, se iniciou com o Áurea 72, com a recuperação de dois edifícios no quarteirão Rua do Ouro, Rua da Conceição e Rua dos Sapateiros, passando pelo premiado edifício de Art Nouveau – Duke Residences Saldanha. “Em todas estas obras aliamos a paixão pela preservação e reposição do património histórico da cidade com a qualidade dos materiais e das tecnologias aplicadas”, reforça.

    Projectos estes que se inserem no plano de investimentos na ordem dos 120 milhões de euros para o período entre 2021 e 2026.

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    Associados da ASMIP beneficiam do portal Habitar Portugal de forma gratuita

    A iniciativa, que se destina a “aumentar o tráfego do portal imobiliário”, vai permitir, também, “mudar o paradigma” na promoção dos imóveis no mercado nacional

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    Os mediadores associados da ASMIP já podem, de forma gratuita, colocar anúncios no portal Habitar Portugal. A novidade foi anunciada no Salão Imobiliário de Portugal (SIL 2024), que se realizou na primeira semana de Maio, em Lisboa.

    A iniciativa, que se destina a “aumentar o tráfego do portal imobiliário”, alargando este serviço a todas as empresas de mediação, vai permitir, também, “mudar o paradigma” na promoção dos imóveis no mercado nacional.

    Destinado exclusivamente a anúncios imobiliários colocados por mediadores profissionais, legalmente licenciados pelo IMPIC – Instituto dos Mercados Públicos do Imobiliário e da Construção – na génese da criação do Habitar Portugal está a vontade da ASMIP de criar ferramentas de valor, que respondam às necessidades do sector da mediação na promoção e divulgação das suas carteiras de imóveis para venda e arrendamento, permitindo aos consumidores obter acesso a informação credível, prestada apenas por profissionais habilitados e com conhecimento absoluto do negócio e das transacções imobiliárias.

    Francisco Bacelar, vice-presidente da ASMIP, destaca: “O anúncio da gratuitidade, por um período determinado, levou ao aumento da procura do serviço por parte dos associados, mas também ao aumento do número de sócios”.

    Com esta postura a ASMIP assegura sempre a gestão e a propriedade do portal, permitindo “independência da classe” sobre os portais puramente comerciais, fornecendo ao mercado um portal fidedigno onde só entram anunciantes credíveis e devidamente licenciados, ou seja, mais garantia para o consumidor final.

    A plataforma Habitar Portugal permite pesquisa imóveis tanto para compra, como para arrendamento, e pela sua localização. Nos resultados da pesquisa o portal dá prioridade à lista dos resultados com apoio de geolocalização com representação em mapa, trazendo mais informação ao utilizador e melhor suporte à pesquisa. Permite delimitar área geográfica, informa sobre pontos de interesse e permite a distribuição dos imóveis no mapa com representação de preços.

    O utilizador do Habitar Portugal pode guardar pesquisas, criar alertas de redução de preços e explorar uma área privada com dezenas de funcionalidades pensadas para ajudar na pesquisa e selecção de casas. A área privada permite, ainda, configurar o perfil do utilizador, aceder e guardar pesquisas, criar colecções, receber notificações do sistema e ainda convidar os seus familiares e amigos a participar e interagir.

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    Gaia Hills

    Imobiliário

    Comercialização do ‘Gaia Hills’ avança ainda em Maio

    A morosidade do licenciamento e a conjuntura internacional levou-nos a ter de fazer ajustes ao valor de venda por m2. Vamos, contudo, colocar no mercado 251 apartamentos para a classe média, que é o principal core business da Thomas & Piron”, afirma David Carreira, da Thomas & Piron

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    O empreendimento Gaia Hills, em Vila Nova de Gaia, vai começar a sua comercialização ainda no mês de Maio, com o início da construção apontada para o último trimestre do ano. Uma confirmação avançada esta quinta-feira, dia 23 de Maio, na ocasião da apresentação oficial do projecto, que decorreu no World of Wines, em Vila Nova de Gaia e que contou com a presença de António Miguel Castro, presidente da Gaiaurb, de Pedro Silveira, presidente do Grupo SIL, e ainda de arquitecto Paulo de Sousa, em representação do gabinete de arquitetura da Saraiva + Associados, responsável pelo projecto.

    Promovido pelos promotores Thomas & Piron e pela Promiris, o ‘Gaia Hills’ é um projecto direccionado para famílias e para o segmento médio / médio-alto que vai contemplar a construção de oito edifícios com 4 e 5 pisos, divididos em quatro lotes, num total de 251 apartamentos de tipologias de T1 a T5.

    “A morosidade dos processos de licenciamento levou a que só agora estivéssemos em condições de iniciar a construção do Gaia Hills, passados que estão seis anos da sua aquisição. Este facto a par da conjuntura internacional que bem conhecemos, levou-nos a ter de fazer ajustes ao valor de venda por metro quadrado (m2). Vamos, contudo, colocar no mercado 251 apartamentos para a classe média, que é o principal core business da Thomas & Piron”, afirma David Carreira, da Thomas & Piron.

    As dimensões dos apartamentos variam entre 62 m2 (T1) e 278 m2 (T5) e o preço médio de venda será de 4.800 €/ m2. Todas as fracções beneficiarão de áreas de terraço amplas com uma vista deslumbrante para o rio Douro, para a cidade do Porto ou para o Parque Urbano de Lazer a Sul.

    Com uma área total de construção a rondar os 30.500 metros quadrados (m2) será, numa primeira fase, construída uma área residencial de 16.200 m2, 640 m2 de área comercial e 9.100 m2 de parques de estacionamento subterrâneo, áreas técnicas e arrecadações, dos quais 1.600 m2 serão dedicados a um parque de estacionamento de uso público.

    Na segunda fase, será construída uma área total de construção residencial de 15 mil m2 e de 6.600 m2 subterrâneos para parques de estacionamento, áreas técnicas e arrecadações.

    O início da construção da primeira fase está previsto para o quarto trimestre de 2024 e a sua conclusão para o final de 2026. O início da construção da segunda fase está planeado para 2027, com previsão de início de comercialização cerca de três meses antes, e a sua conclusão em 2029.

    Situado em plena zona ribeirinha, entre um parque de aproximadamente três hectares e o rio Douro, está ainda prevista a construção de uma praça central denominada de Ágora. A Sul, as áreas verdes serão transformadas num parque natural, que será posteriormente cedido ao município para utilização pública.

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