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Metro do Porto lança concurso de 4,9 milhões de euros para sinalização das novas oficinas em Gaia

Metro do Porto lança concurso público de 4,9 milhões de euros para sinalização do novo Parque de Material e Oficinas de Vila d’Este, em construção no âmbito da extensão da Linha Amarela, em Gaia

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O valor base do concurso público, lançado pela Metro do Porto para o novo Parque de Material e Oficinas de Vila d’Este, em Vila Nova de Gaia, é de 4,9 milhões de euros. O prazo de execução do contrato a assinar será de 30 meses e os potenciais concorrentes podem apresentar propostas até ao início de Março.

O anúncio de procedimento do “Concurso Público para o Projecto, Fornecimento, Instalação, Testes e Colocação ao Serviço do Sistema de Sinalização do PMO [Parque de Material e Oficinas] de Vila d’Este” foi esta, segunda-feira, publicado em Diário da República (DR).

O PMO de Vila d’Este está a ser construído no âmbito da extensão da Linha Amarela (D), entre Santo Ovídio e Vila d’Este, em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, e tem conclusão prevista para o final do ano.

A 28 de Outubro, a Metro do Porto admitiu alterações ao processo de manutenção dos veículos no âmbito da construção do novo PMO em Vila d’Este, mas não sairá de Guifões, em Matosinhos.

“Relativamente à manutenção haverá uma alteração por força da entrada em serviço do PMO de Vilar de Andorinho”, freguesia onde se situa Vila d’Este, segundo fonte oficial da Metro do Porto à Lusa.

A empresa assegurou também que “não” sairá das actuais instalações no concelho de Matosinhos, e que “o Parque de Material e Oficinas de Vilar de Andorinho será complementar ao que existe em Guifões”.

O novo PMO servirá “para aumentar a capacidade e aumentar a eficiência, nomeadamente energética, melhorando o indicador de quilómetros (kms) em vazio, estando previsto funcionar para aparcamento do material circulante das linhas Rosa, Rubi e Amarela”, segundo a empresa.

Ficará situado entre as futuras estações do Hospital Santos Silva e Vila d’Este, parte da extensão que também inclui a estação Manuel Leão, à qual o metro chegará vindo da actual estação de Santo Ovídio, através de um viaduto.

As obras de prolongamento da Linha Amarela (em Vila Nova de Gaia) e a construção da Linha Rosa (no Porto, entre São Bento e Casa da Música) representam no total um acréscimo de seis quilómetros e sete estações à rede de metro do Porto e um investimento total superior a 400 milhões de euros.

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TUMO é pretexto para reabilitar edifício dos Antigos Correios em Coimbra

O primeiro centro de tecnologias digitais e criativas, TUMO, do país vai ficar instalado no histórico edifício dos Antigos Correios em Coimbra. A reabilitação do edifício está a cargo da CONSTRU, do Grupo Casais, sendo a TUU o parceiro responsável pela gestão de projecto e obra

O centro de tecnologias digitais e criativas TUMO será responsável pela implementação de um programa educativo inovador, permitindo a alunos, entre os 12 e os 18 anos, desenvolverem, de forma gratuita e voluntária, competências na área da tecnologia e da criatividade, tudo a acontecer no histórico edifício dos Antigos Correios de Coimbra.

O projecto une um grupo de mecenas como a Critical Software, Paulo Marques e Pedro Bizarro (fundadores da Feedzai), o Licor Beirão, a Oxy Capital, a Câmara Municipal de Coimbra, a Altice Portugal, o BPI | Fundação ‘’la Caixa’’, a Fundação Santander e a Fundação Calouste Gulbenkian.

“Poder integrar, a par de outros parceiros, desde a primeira hora, um projecto desta dimensão, assumindo toda a Gestão de Projecto e Obra, a Fiscalização e a Coordenação de Segurança em Obra, da empreitada de reabilitação do edifício, tem um valor incalculável para a TUU pelo legado que deixará para as futuras gerações e para Coimbra”. Para Hélder Loio, CEO da TUU, “o TUMO tem a ambição de alterar a forma como as próximas gerações se vão relacionar, não só com a tecnologia, com as artes e com o empreendedorismo, mas também com temas como a cidadania, o desenvolvimento sustentável ou a responsabilidade social. Agradecer a todos os que acreditaram que era possível fazer isto acontecer em Coimbra, é pouco! Este projecto é da matéria de que se fazem os sonhos!”.

(na imagem: Hélder Loio, CEO da TUU)

A cerimónia de assinatura do memorando de entendimento entre vários parceiros, aconteceu a 25 de Janeiro tendo os trabalhos de reabilitação do edifício, arrancado nessa mesma data. A intervenção destina-se a preparar 2000 m2 do edifício centenário com equipamento tecnológico ultramoderno para receber os primeiros jovens em Setembro de 2023.
“Coimbra vai ganhar, assim, especial dinâmica com a presença destes 1500 jovens que terão a oportunidade de conceber um percurso de aprendizagem individual e personalizado. Este projecto vai permitir ainda a atracção de mais talentos ao concelho, nas mais diversas áreas”, sublinhou José Manuel Silva residente da CM de Coimbra. O autarca lembrou ainda a dinâmica que este projecto vai trazer para a zona central da cidade, contribuindo para a revivificação da Baixa de Coimbra e do Mercado Municipal D. Pedro V.

O TUMO foi fundado em 2011 em Erevan, na Arménia. O projecto tem vindo a expandir-se com grande sucesso em todo o mundo, estando presente em países como a Alemanha e a França, num total de 14 Centros e 25.000 alunos activos. Em 2023, abrem novos centros na Alemanha, Estados Unidos e Portugal.

A abertura em Coimbra marca o início de uma campanha de expansão de centros de educação TUMO por todo o território nacional. Prevê-se a abertura de mais centros em Portugal nos próximos anos.

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MatosinhosHabit define estratégia rumo à neutralidade carbónica em 2030

A empresa municipal quer atingir a neutralidade carbónica até 2030, antecipando em 20 anos a meta definida, e para isso prepara-se para reforçar a aposta em materiais de construção e sistemas de eficiência energética para diminuir as emissões de carbono no edificado municipal

A sessão de reflexão estratégica “Matosinhos Neutralidade Carbónica 2030” participada pela empresa municipal resultou num plano de acção com medidas e soluções para se reduzir em 85% as emissões de carbono e se limitar a subida média de temperatura em 1,5oC no concelho. O grande objectivo é atingir a neutralidade carbónica em 2030, antecipando a descarbonização prevista para o ano de 2050.

Esta sessão de trabalho juntou a presidente da Câmara Municipal, Luísa Salgueiro, a vereadora do Ambiente e da Transição Energética e Presidente do Conselho de Administração da MatosinhosHabit, Manuela Álvares, a administradora da MatosinhosHabit, Helena Vaz, o director executivo da Agência de Energia do Porto, Rui Pimenta e representantes das uniões das freguesias, que analisaram quatro áreas de actuação para a conclusão do plano estratégico “Matosinhos Neutralidade Carbónica 2030”: Energia; Mobilidade sustentável; Acção do município e envolvimento das partes interessadas; e Financiamento.

Foram também definidas várias iniciativas para dinamizar e motivar a participação da comunidade no processo de descarbonização do concelho.

Enquadrada pela nova estratégia, a reabilitação do Conjunto Habitacional da Guarda FFH (Fundo de Fomento Habitacional), em Perafita irá beneficiar de um investimento de 1,175 milhões de euros “na incorporando materiais mais eficientes, sistemas de poupança de energia e de eficiência térmica como, por exemplo, o sistema térmico de isolamento exterior (ETICS) e o sistema de águas quentes solares (AQS)”. A 2ª fase desta obra arranca em Março de 2023 e ficará concluída no primeiro trimestre de 2024.

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Câmara de Portel investe 7,5 milhões de euros em saneamento

Com a conclusão de todas estas intervenções, o Município de Portel ficará dotado de todos os sistemas de abastecimento, drenagem e tratamento de águas residuais preconizados para o Município no Contrato de Concessão da Águas de Vale do Tejo (AdVT)

Está em marcha um conjunto importante de empreitadas de abastecimento e saneamento no Concelho de Portel, cujo valor ultrapassa os 7,5 milhões de euros. Em termos de abastecimento iniciaram-se, em outubro de 2022, os trabalhos da “Empreitada de ampliação e reabilitação do sistema de abastecimento do concelho de Portel”, adjudicada pelo valor de 3,2 milhões de euros.

Presentemente estão a decorrer os trabalhos de construção do reservatório de São Bartolomeu do Outeiro (2 células de 200 m3) e respetiva estação elevatória, bem como a reabilitação das captações e reservatório de Santana e mais de 5 km de condutas adutoras.

Ao nível do saneamento, estão a decorrer, desde fevereiro de 2022, os trabalhos da empreitada que irá assegurar a construção das ETAR de Monte do Trigo, Santana, Vera Cruz e São Bartolomeu do Outeiro, a que corresponde um investimento de 2,4 milhões de euros.

Está ainda em fase de lançamento de concurso a empreitada de execução dos emissários dos subsistemas de Monte do Trigo e Santana, no valor de 350.000€ e em fase de cabimentação orçamental a empreitada de execução das estações elevatórias e sistemas de drenagem associados, a construir nos subsistemas de Monte do Trigo, Santana, Vera Cruz e São Bartolomeu do Outeiro, com um preço base de 1.500.000€.

Com a conclusão de todas estas intervenções, o Município de Portel ficará dotado de todos os sistemas de abastecimento, drenagem e tratamento de águas residuais preconizados para o Município no Contrato de Concessão da Águas de Vale do Tejo (AdVT), sendo garantida a excelência do serviço de abastecimento de água potável à população, bem como a proteção da saúde pública e do ambiente.

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Número de fogos em construção cresce 5,3% até Dezembro

Segundo revela a Síntese Estatística da Habitação, assinada pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), ao nível do licenciamento de edifícios habitacionais, nos primeiros onze meses de 2022, observa-se um aumento de 1%, que resulta de uma subida de 1,9% no número de licenças emitidas para construção nova

Até ao final do mês de Novembro, o consumo de cimento no mercado nacional ascendeu a 3.542 milhares de toneladas, o que traduz um crescimento de 1%, face ao mesmo período de 2021.

Segundo revela a Síntese Estatística da Habitação, assinada pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), ao nível do licenciamento de edifícios habitacionais, nos primeiros onze meses de 2022, observa-se um aumento de 1%, que resulta de uma subida de 1,9% no número de licenças emitidas para construção nova e de uma diminuição de 6,3% nas licenças para obras de reabilitação. Quanto ao licenciamento de fogos em construções novas, assiste-se a um acréscimo de 5,3%, em termos homólogos, para 27,834 alojamentos.
Até Novembro de 2022, o volume de novo crédito à habitação concedido pelas instituições financeiras observa uma variação de 6,8%, em termos homólogos, para um montante de 14.750 milhões de euros.

Relativamente ao valor mediano da avaliação de habitação para efeitos de concessão de crédito, no mês de Novembro, apura-se uma valorização de 13,9%, em face de taxas de crescimento de 14,9% nos apartamentos, e de 11,3% nas moradias, em termos homólogos.

A associação destaca a prestação da Região Autónoma dos Açores, onde o número de fogos licenciados em construções novas nos doze meses terminados em Novembro de 2022 foi de 615, valor que traduz um aumento de 2,5% face aos 600 alojamentos licenciados nos doze meses anteriores. Destes, 11% são de tipologia T0 ou T1, 33% são de tipologia T2, 40% de tipologia T3 e 16% de tipologia T4 ou superior. Quanto ao valor de avaliação bancária na habitação, verificou-se, nesta região, uma variação homóloga de 13,3% em Novembro.

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Intervenções de conservação e restauro no Mosteiro da Batalha vão continuar agora via PRR

Os investimentos no Mosteiro da Batalha vão continuar, agora no âmbito do PRR, com um investimento total de 1 610 400 euros, a ser executado até final de 2025

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Este investimento prevê um conjunto de intervenções, entre as quais a recuperação das coberturas da Sala do Capítulo; a requalificação do Jardim do Claustro; a Revisão do sistema eléctrico/PT e de equipamentos de segurança integrada; conservação e restauro das Capelas Imperfeitas.

Está ainda prevista a implementação de um Plano de Intervenção de Conservação e Restauro da pedra das fachadas e do interior da igreja no valor estimado de 2,5 milhões de euros, que a Direcção-Geral do Património Cultural pretende desenvolver de forma faseada, para o que irá promover a respectiva candidatura aos fundos comunitários do PT 2030.

Em curso estão as intervenções de conservação e restauro dos Claustros de D. João I e de D. Afonso V, do Mosteiro de Santa Maria da Vitória da Batalha, que se prevê estarem concluídas até 15 de Maio, foram realizadas no âmbito de um programa de investimentos mais alargado de restauro e reabilitação dos imóveis afectos à Direcção-Geral do Património Cultural, nomeadamente dos que integram a lista do Património Mundial da UNESCO.

O valor global do investimento nestas acções foi superior a um milhão e 100 mil euros, suportado em 85% por fundos comunitários do Centro 2020 e 15% por verbas nacionais. Na intervenção de conservação e restauro dos claustros foram investidos 579 659 euros; na adaptação de espaços para portaria e criação da nova loja foram investidos 512 978 euros; e na componente de estudos e projectos 30 528 euros.

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Concurso de concepção-construção para a Linha Vermelha já arrancou

A comemoração dos 75 anos do Metropolitano de Lisboa foi pano de fundo para o lançamento do concurso público de concepção-construção da expansão da Linha Vermelha do Metro até Alcântara. A empreitada terá um custo de 405M€, com financiamento via PRR

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O Governo lançou hoje, 27 de Janeiro, o Procedimento de Contratação Pública com Publicidade Internacional de Empreitada de Concepção e Construção da Extensão da linha Vermelha a Alcântara.

Este é um novo passo rumo à concretização deste projecto inserido no Plano de Expansão e Modernização, depois do projecto ter recebido a Declaração de Impacto Ambiental (DIA) favorável, pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
Com uma extensão total de cerca de quatro quilómetros, o prolongamento da Linha Vermelha São Sebastião/Alcântara iniciar-se-á a partir da zona já construída, localizada após a estação São Sebastião, através de um troço em túnel construído junto ao Palácio da Justiça. Ao longo do traçado de túnel de via dupla prevê-se a construção de três novas estações subterrâneas – Amoreiras/Campolide, Campo de Ourique e Infante Santo – e uma estação à superfície – Alcântara.

A conclusão deste prolongamento está prevista para o ano 2026, estando enquadrado no Plano de Recuperação e Resiliência 2021-2026, com um financiamento no montante de cerca de 405 milhões de euros.

“Enquanto projecto estruturante para a Área Metropolitana de Lisboa, o Plano de Expansão do Metropolitano de Lisboa tem como objectivo contribuir para a melhoria da mobilidade na cidade, fomentando a acessibilidade e a conectividade em transporte público, promovendo a redução dos tempos de deslocação, a descarbonização e a mobilidade sustentável”, justifica a empresa pública.

O lançamento do concurso da empreitada teve como “palco” a sessão comemorativa dos 75 anos do Metropolitano de Lisboa, no Terreiro do Paço, que contou com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa, do presidente da Câmara, Carlos Moedas, e do ministro do Ambiente e da Acção Climática, Duarte Cordeiro.

António Costa alertou para a necessidade de se cumprir o calendário do Plano de Recuperação e Resiliência. “No âmbito e no calendário do PRR, esta obra ou está concluída até às 24 horas do dia 31 de Dezembro de 2026, ou então teremos um sério problema para pagar esta obra. Como não queremos problemas, só temos uma coisa a fazer: Cumprir este calendário”, reforçou.

A aposta na mobilidade

Na cerimónia, o ministro do Ambiente e da Acção Climática, Duarte Cordeiro, disse que o Governo está “a robustecer a oferta de transportes colectivos”. “Estamos a executar ou temos comprometidos investimentos, até 2030, de cerca de 4,3 mil milhões de euros, que incluem o prolongamento das linhas de metro em Lisboa e no Porto, o financiamento de autocarros de elevada performance ambiental, a compra de embarcações eléctricas para a travessia do Tejo, a aquisição de composições e de sistemas de sinalização e segurança para os metros, a construção de ciclovias e apoios à compra de viaturas eléctricas”, enumerou Duarte Coelho.

De acordo com o Ministro, no ano passado, o metropolitano transportou 136 milhões de passageiros, valor 63% superior ao de 2021, mas ainda 26% aquém dos valores de 2019, quando a operação dos transportes colectivos não havia sofrido o impacto da pandemia. “Só com investimento que capacite e aumente a oferta podemos promover uma maior utilização do transporte coletivo”, referiu.

Nesse sentido, as obras da linha circular, cuja conclusão está prevista para 2024, “avançam a bom passo, com um investimento global de 331 milhões de euros”, disse, acrescentando que o prolongamento da rede, que contará com duas novas estações, é cofinanciado pelo Fundo Ambiental, pelo Fundo de Coesão e pelo Orçamento do Estado.

Segundo estimativas do Metro, no primeiro ano após entrada em exploração, a linha circular vai permitir mais 47,8 milhões de novos clientes para o Metro de Lisboa e mais de 30,8 milhões de passageiros para a rede de transportes. Por outro lado, evitará a emissão de 5 mil toneladas de dióxido de carbono.

“Mas, hoje, assinalamos o início de um novo projecto. A linha Vermelha, cujo concurso lançamos aqui, terá quatro novas estações e uma extensão de quatro quilómetros. Prevê-se que capte, num ano, mais 25 milhões de passageiros, que evite 1,9 milhões de viagens de automóvel e a emissão de 24 mil toneladas de dióxido de carbono”, destacou o Ministro.

Igualmente financiado pelo PRR e decisivo para a mobilidade na área metropolitana, “o concurso para o metro de superfície em Odivelas e Loures deverá também ser lançado este ano, estando já a decorrer a consulta pública ambiental do projecto”, referiu Duarte Cordeiro. Estima-se que, num ano, a operação da linha Violeta permita o transporte de cerca de 10 milhões de passageiros e evite a emissão de mais de 4 mil toneladas de dióxido de carbono.

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82M€ para reabilitar 700 imóveis na Comunidade das Beiras e Serra da Estrela

Esta é a primeira Comunidade Intermunicipal do país a beneficiar deste apoio, no âmbito do PRR, destinado a projectos de habitação a custos acessíveis

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A Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) vai reabilitar 700 imóveis, distribuídos pelos seus 15 municípios, num investimento superior a 82 milhões de euros. Esta é a primeira Comunidade Intermunicipal do país a beneficiar deste apoio, no âmbito do PRR, destinado a projectos de habitação a custos acessíveis.

A reabilitação dos imóveis destina-se ao Arrendamento Acessível e surge no âmbito de um protocolo de cooperação com o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Para Luís Tadeu, Presidente da CIMBSE, o parque habitacional é um dos grandes problemas da Comunidade Intermunicipal. “Infelizmente, temos nas nossas cidades e vilas cada vez mais imóveis abandonados, outros em estado avançado de degradação e alguns em ruína. Ao mesmo tempo, falta-nos mercado de arrendamento, ou é muito diminuto nos nossos territórios”, refere. O responsável da CIMBSE sublinha que “muitos jovens são obrigados a deixar a região e quem pretende fixar-se por cá enfrenta muitas dificuldades para arranjar casa”.

Os municípios que integram a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) entendem ser fundamental a disponibilização de habitações com rendas acessíveis, como forma de combater a dificuldade de acesso à habitação e o consequente despovoamento nestes territórios.

Na assinatura do protocolo, o Primeiro-Ministro António Costa defendeu que a habitação tem “um papel fundamental na atracção e fixação de jovens” em territórios de baixa densidade, realçando a importância de as políticas de habitação chegarem ao interior, nomeadamente à CIMBSE. O protocolo de cooperação foi assinado no Fundão, entre Luís Tadeu, Presidente da CIMBSE, e Isabel Dias, Presidente do IHRU, e na presença do Primeiro-Ministro, António Costa, e da Ministra da Habitação, Marina Gonçalves.

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BAU regressa ao centro de exposições de Munique

Com data marcada de 17 a 22 de Abril, Portugal aumenta o número de participações, o que “reflecte o forte interesse da indústria portuguesa dos materiais de construção em participar na feira mundial e chegar a novos mercados”

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Depois de uma pausa forçada de mais de quatro anos, devido ao contexto de pandemia, a feira internacional de arquitectura, materiais e sistemas de construção, BAU, regressa ao centro de exposições de Munique de 17 a 22 de Abril este ano.

“As novas datas da BAU foram muito bem aceites pelas empresas expositoras, que corresponderam e vão ocupar uma área total de 200 mil metros quadrados e irão compor a oferta que se estende por 19 pavilhões de exposição”, indica Tânia Mutert Barros, representante da BAU em Portugal.

A edição de Abril irá contar com mais de dois mil expositores, vindos de 45 países, que esperam visitantes profissionais de todo o mundo, grande parte proveniente de gabinetes de arquitectura e de engenharia.

Portugal aumentou o número de empresas presentes. São 18 as empresas portuguesas, comparativamente às 15 que marcaram presença em 2019, que irão ocupar mais de mil metros quadrados na BAU 2023, com propostas que vão desde as áreas de revestimentos, pavimentos e ferragens até às madeiras, alumínio, vidro, janelas e portões.

Segundo Tânia Mutert Barros, “este aumento reflecte o forte interesse da indústria portuguesa dos materiais de construção em participar na feira mundial e chegar a novos mercados”.

As empresas Alualpha, EM Living, Flexidoor, Flexpur, Gardengate, Gres Panaria Portugal, JNF J. Neves & Filhos, Otiima, Panoramah, Polo JCP, Sosoares e Viroc confirmaram a sua participação na BAU 2023, bem como as associações ABIMOTA (Portugal Building Hardware) e APICER (Portugal Ceramics) que se estreiam em Munique.

Também as quatro empresas da A Cimenteira do Louro, EPW, Fátima Stones e S-Vitech participarão igualmente com stands individuais e contam com o apoio da Associação AEP, no âmbito do programa PORTUGAL2020 e Compete2020. Outras empresas de Portugal aguardam ainda por vagas para se estrearem na feira.

Estratégias e tecnologias para correspondermos a conceitos de vida modernos e acessíveis, serão abordadas na BAU 2023, com “o claro propósito de fazer frente à escassez e subida dos preços da habitação, dos materiais e da energia”.

Sobre esta temática serão levados à discussão temas como “O Desafio das Alterações Climáticas”, “A Transformação Digital” e “O Futuro da Habitação”, assim como o tema da “Construção Modular”, que serão apresentados e debatidos no Centro Internacional de Congressos (ICM) e no Hall B0 com o espaço Innovation Hub.

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Governo prepara nova legislação sobre Habitação

O anúncio foi feito esta semana pelo Primeiro-Ministro, António Costa. A nova legislação versará sobre a necessidade de existirem “mais solos urbanos para que possa haver mais construção”, de “recolocar no mercado da habitação fogos que estão retirados do mercado” e de promover o arrendamento

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A actividade do Plano de Recuperação e Resiliência na construção de habitação tem de ser complementada “com outras medidas de política”, avançou o Primeiro-Ministro. “Tenho estado a trabalhar com Ministra da Habitação para brevemente apresentarmos uma lei que responda a várias necessidades”, sublinhou António Costa.

Em cima da mesa de trabalho do Primeiro-Ministro está a nova legislação que versará sobre a necessidade de existirem “mais solos urbanos para que possa haver mais construção”, de “recolocar no mercado da habitação fogos que estão retirados do mercado” e de adoptar “um conjunto de medidas fiscais que dêem os incentivos adequados para que os proprietários, com segurança, coloquem mais casas no arrendamento”, precisou António Costa.

O Governo “está a executar a todo o vapor o Plano de Recuperação e Resiliência”, sublinhou o Primeiro-Ministro, reafirmando as metas de construir “26 mil novos fogos para 26 mil famílias que vivem em situação carenciada e que não têm acesso a habitação condigna» e de reforçar a habitação acessível para jovens e famílias da classe média”.
António Costa falava na cerimónia de lançamento da primeira pedra do novo empreendimento de habitação do Alto da Montanha, em Carnaxide, Oeiras, que decorreu esta semana, marcando o arranque oficial dos Novos Programas de Habitação no âmbito do PRR. O edifício do Alto da Montanha prevê a construção de 64 casas e implica um investimento de 12,8 milhões de euros.

Presente na cerimónia, a Ministra da Habitação, Marina Gonçalves, referiu “a oportunidade que o PRR representa para o sector da habitação”, sublinhando a importância da sua aplicação em todo o território e em articulação com o poder local.

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O Palco-Altar e os outros custos da JMJ

O vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa justificou os investimentos a realizar no Parque Urbano Tejo-Trancão, principal palco das Jornadas Mundiais da Juventude, os quais terão um custo global de 21,5 M€ e onde se inclui o Altar-Palco

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O projecto foi apresentado pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia, que afirmou que esta é uma estrutura que “não tem nada a ver com outro palco feito em Portugal”, preparada para receber 2 000 pessoas, equipada com dois elevadores, uma escadaria central, numa área de 5.000 metros quadrados.

A empreitada terá um custo de 4,24 milhões de euros, atribuída por ajuste directo à Mota-Engil, em face da “excecionalidade do evento”, assegurando a “preocupação” por parte da autarquia no sentido de que o processo decorra de forma “mais transparente”.

“Foram feitas três consultas de mercado”, adiantou aos jornalistas Filipe Anacoreta Correia, “a primeira delas a sete empresas, com valores de propostas entre 4,4 milhões e 8,4 milhões de euros”, referiu o responsável.

Após o evento, que vai decorrer de 1 a 6 de Agosto, o palco poderá ser “utilizado para futuros eventos” musicais e culturais. “A grande parcela de todo o investimento que é feito não se esgota, vai além do evento e fica no futuro da cidade”, justificou o autarca.

Ao todo, e de acordo com as contas apresentadas pela Autarquia o Parque Urbano Tejo-Trancão terá um custo total de 21,5 milhões de euros, dos quais: 1,6 M€ em estudos, projectos e fiscalização; as obras de reabilitação do aterro sanitário de Beirolas, a cardo da Oliveiras, têm um custo de 7,1M€; ensaios e fundações custarão 1,6 M€; as infraestrururas e equipamentos (incluindo saneamento, abastecimento de água e electricidade) estão avaliadas em 3,3M€. Acresce à lista de investimentos a construção da Ponte Pedonal sobre o Rio Trancão avaliada em 4,2 M€.

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